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Definindo a carga da infecção por vírus sincicial respiratório

Mejias,Asuncion; Ramilo,Octavio
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2013 Português
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Infecção pelo vírus sincicial respiratório e o diagnóstico das infecções virais pós-transplante de células-tronco hematopoéticas no Brasil

Machado,Clarisse M.
Fonte: Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia e Terapia Celular Publicador: Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia e Terapia Celular
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2009 Português
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Etiologia viral das infecções respiratórias agudas em população pediátrica no Instituto Fernandes Figueira/FIOCRUZ/RJ

Ribeiro,Rosemary Suely; Dutra,Maria Virginia Peixoto; Higa,Laurinda Shinzato Yoko; Oliveira,Urutay Tavares de; Stephens,Paulo Roberto Soares; Portes,Sivana Augusta Rodrigues
Fonte: Sociedade Brasileira de Patologia Clínica; Sociedade Brasileira de Patologia; Sociedade Brasileira de Citopatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Patologia Clínica; Sociedade Brasileira de Patologia; Sociedade Brasileira de Citopatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2011 Português
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INTRODUÇÃO: As infecções respiratórias agudas (IRAs) constituem importante causa de morbidade e mortalidade em crianças nos países em desenvolvimento. A etiologia viral dessas infecções nem sempre é conhecida no Brasil, e estudos sobre as IRAs virais em crianças com doenças de base (DBs) são escassos. OBJETIVO: Determinar a etiologia viral dessas infecções em menores de 5 anos assistidos no Instituto Fernandes Figueira da Fundação Oswaldo Cruz (IFF/FIOCRUZ), Rio de Janeiro. MÉTODOS: Foram analisadas 285 amostras de aspirado de nasofaringe, obtidas de 204 crianças com IRA, de maio de 2005 a junho de 2006. RESULTADOS: Por meio da imunofluorescência indireta (IFI), 90 amostras (31,6%) foram positivas: 21,4% vírus sincicial respiratório (VSR); 3,5% adenovírus (Ad); 3,1% parainfluenza (PF) 3; 2,5% influenza (Flu) A; 0,7% PF 1; 0,4% Flu B. Das 195 negativas, 156 foram testadas para metapneumovírus humano (MPVh), com 15 positivas (9,6 % das amostras testadas). CONCLUSÃO: A prevalência viral nos serviços de ambulatórios foi de 42,8% e nos hospitalizados foi de 30%. Das crianças, 83,3% possuíam uma ou mais DBs associadas às IRAs, resultando em longos períodos de internação. Algumas delas tiveram múltiplas internações e múltiplos diagnósticos clínicos de IRA no período estudado.

Documentación de la incidencia del Estreptococo beta hemolítico del grupo A en un grupo de niños menores de 2 años en la Unidad Pediátrica de los Andes, Bogotá

Cañón González, Jeimy Nataly
Fonte: Pontifícia Universidade Javeriana Publicador: Pontifícia Universidade Javeriana
Tipo: bachelorThesis; Trabajo de Grado Pregrado Formato: Pdf
Português
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La infección respiratoria aguda (IRA) sigue siendo hoy en día la primera causa de consulta por enfermedad en niños menores de 5 años, tanto en los países desarrollados como en los países en vías de desarrollo. Representando así el 60% del total de consultas en pacientes que son menores de 2 años (1).Existe una variedad de microrganismos causantes de estas infecciones respiratorias entre ellos virales y bacterianos. Los agentes virales más frecuentes son Influenza A Y B, Virus Sincicial respiratorio (VRS). Las bacterias, principalmente el Streptococcuspneumoniae, Haemophilusinfluenzae tipo B y Estreptococo beta hemolítico grupo A (SBHA) o también conocido como StreptococoPyogenes (2).; -

Administração profilática do anticorpo monoclonal anti-virus sincicial respiratório em crianças com cardiopatia congénita

Moura, Cláudia
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Formato: application/pdf
Publicado em 01/09/2014 Português
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Bronquiolite Aguda: O que Mudou nos Últimos Anos?

Coelho, Joana Malveiro Castelhanito Lourenço; Serviço de Pediatria Médica, Departamento de Pediatria, Hospital de Santa Maria – Centro Hospitalar Lisboa Norte, Centro Académico de Medicina de Lisboa. Lisboa, Portugal; Almeida, Marta; Serviço de Ped
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Formato: application/pdf
Publicado em 08/07/2015 Português
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Introdução: A bronquiolite aguda é uma doença respiratória infecciosa aguda, muito contagiosa, frequente em crianças com idade inferior a dois anos. Existe uma enorme variabilidade na utilização de exames complementares de diagnóstico e na abordagem terapêutica. O objectivo deste estudo foi caracterizar a população de crianças com bronquiolite internadas na enfermaria de um hospital secundário em relação ao pedido de exames complementares de diagnóstico, tratamento e evolução. Métodos: Análise retrospectiva dos processos clínicos das crianças internadas com bronquiolite aguda em 1997, 2004 e 2011. Resultados: Nos anos estudados foram internadas na enfermaria 100, 129 e 88 crianças, respectivamente, com um predomínio do sexo masculino e idade inferior a seis meses. Em 1997, 88% realizaram radiografia de tórax, 97% em 2004 e 56% em 2011. Hemograma e doseamento de proteína C reactiva foram efectuados em 69% em 1997, 58% em 2004 e 51% em 2011. O Vírus Sincicial Respiratório foi o agente isolado mais frequente. A cinesiterapia respiratória foi realizada em 95% das crianças em 1997 e em apenas 14% em 2011. A utilização de terapêutica com broncodilatadores diminuiu de 93% em 1997 para 35% em 2011. A prednisolona foi prescrita em 21% das crianças em 1997...

Avaliação das principais causas de mortalidade de bezerras da raça Hostein em propriedades rurais da região bragantina

Oliveira, Daniela Moraes; Faculdade de medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo, Brasil.
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 14/02/2012 Português
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http://dx.doi.org/10.5007/2175-7925.2012v25n2p171O estudo foi conduzido em duas propriedades de exploração leiteira, ambas criadoras de bovinos da Raça Holstein pura origem (PO), localizadas no Município de Bragança Paulista – SP. A Fazenda 1 possui um plantel de 273 animais e a Fazenda 2 possui 450 animais. O estudo foi realizado em 11 animais (bezerras) de um a três meses de idade. Estes animais foram submetidos à necropsia, e amostras de tecido dos órgãos afetados foram coletados para realização de exames histopatológicos e cultivo microbiológico, além de coleta de sangue para exames sorológicos. O objetivo do estudo foi à identificação das principais causas de morte em bezerras do gado leiteiro da região Bragantina, onde foi possível avaliar e identificar as possíveis causas de óbitos. Dentre essas causas de mortes, as enterites apresentaram clinicamente uma freqüência similar, as doenças respiratórias. Conclui-se que ao ser avaliado as amostras anatomopatológicas identificaram-se uma freqüência maior de lesões macroscópicas e microscópicas pulmonares do que de lesões intestinais. Os agentes etiológicos associados com as doenças apresentadas foram a Salmonella a Escherichia coli, Clostridium perfringens...

Impacto de un programa de prevención de infecciones respiratorias en lactantes prematuros de alto riesgo: estudio prospectivo y multicéntrico

Bauer,Gabriela; Bossi,Lucrecia; Santoalla,Marisa; Rodríguez,Susana; Fariña,Diana; Speranza,Ana M.
Fonte: Archivos argentinos de pediatría Publicador: Archivos argentinos de pediatría
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2009 Português
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Las infecciones respiratorias agudas (IRA), especialmente por virus sincicial respiratorio (VSR), constituyen un problema central en lactantes de alto riesgo. Los programas de prevención que incluyan tecnologías nuevas y costosas deben ser evaluados en términos de efectividad e impacto. Objetivos. Evaluar factibilidad y resultados de un programa piloto del Ministerio de Salud de la Nación para disminuir las IRA graves en lactantes prematuros. Métodos. Mediante un diseño prospectivo y multicéntrico se seleccionaron 7 consultorios de seguimiento de alto riesgo de instituciones públicas. El programa se desarrolló entre mayo y septiembre de 2007 y comprendió: capacitación del equipo de salud, educación a los padres, inmunoprofilaxis pasiva para VSR, atención de los pacientes con IRA y evaluación de resultados. La factibilidad se evaluó con indicadores y la efectividad comparando las tasas de internación por IRA con 2 cohortes históricas. Resultados. Se incorporaron 183 niños, 5 desertaron y 1 falleció por cardiopatía. Se elaboró entre los centros participantes un consenso sobre atención del prematuro con IRA; todos los padres participaron en talleres de educación; se administró palivizumab a todos los pacientes hasta un total de 3 dosis. La tasa de internación por IRA fue de 20% (7% por VSR) contra 42% (26% por VSR) y 37% (29% por VSR) en cada cohorte testigo (p< 0...

Bronquiolite obliterante pós-infecciosa na criança

Lobo,Ana Luísa; Guardiano,Micaela; Nunes,Teresa; Azevedo,Inês; Vaz,Luísa Guedes
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pneumologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Pneumologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2007 Português
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Na criança imunocompetente, a bronquiolite obliterante (BO) é uma doença rara que geralmente ocorre após uma infecção vírica das vias aéreas inferiores. O diagnóstico de BO era, tradicionalmente, confirmado por biópsia pulmonar. Contudo, a identificação de lesão pulmonar prévia, aliada à evolução clínica típica, radiografia e tomografia computorizada sugestivas, substituíram a necessidade de procedimentos mais invasivos. Os autores fizeram uma revisão dos processos clínicos das crianças, com o diagnóstico de BO (n=10) em seguimento numa consulta externa de pneumologia pediátrica, entre Janeiro de 1997 e Dezembro de 2002, com o objectivo de determinar etiologia, apresentação clínica, alterações imagiológicas, tratamento e evolução mais frequentes. Todas as crianças com o diagnóstico de BO apresentavam tosse e/ou pieira persistentes após o episódio agudo inicial. Na altura, 80% das crianças tinham má evolução ponderal. A idade média de diagnóstico foi de 16 meses. O evento inicial foi uma pneumonia e, em 9 casos, identificou-se o agente causal (cinco adenovírus, três vírus sincicial respiratório, um parainfluenzae e um desconhecido). Na nossa casuística, nenhuma das crianças efectuou biópsia pulmonar...