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Síndrome cardiorenal : diagnóstico e terapêuticas atuais

Silva, Andreia Raquel Dias da
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /05/2013 Português
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A Síndrome Cardiorenal (SCR) define-se como uma condição fisiopatológica com coexistência de disfunção cardíaca e de disfunção renal, na qual a falência aguda ou crónica de um dos órgãos precipita a falência aguda ou crónica do outro. Atualmente é subclassificada em 5 tipos: O tipo 1 envolve a doença renal aguda causada por uma disfunção cardíaca aguda, enquanto o tipo 2 apresenta doença renal crónica progressiva e secundária a disfunção cardíaca crónica. O tipo 3 refere-se a disfunção cardíaca aguda precipitada por falência renal aguda; no tipo 4 a disfunção cardíaca é crónica e secundária a doença crónica renal. O tipo 5 implica disfunção cardíaca e disfunção renal, ambas secundárias a patologia sistémica. As implicações desta síndrome possuem grande relevância na prática clínica. A sua fisiopatologia ainda não se encontra perfeitamente definida, mas verifica-se um aumento na prevalência da SCR, quer pelo aumento na esperança média de vida e incremento do grau de morbilidade basal, quer pelo aumento da sobrevida dos doentes com disfunção cardíaca e/ou renal. Assiste-se, assim, a uma necessidade crescente no diagnóstico precoce desta síndrome e a um aumento significativo dos recursos necessários para o seu tratamento. A creatinina e a ureia séricas são duas das mensurações mais requisitadas na prática clínica...

Interação entre gene e nutriente e sua associação à obesidade e ao diabetes melito

Steemburgo,Thais; Azevedo,Mirela J.de; Martínez,José Alfredo
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2009 Português
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A genômica nutricional avalia o efeito da variação genética na interação entre dieta e doenças crônicas. O objetivo deste manuscrito foi revisar os principais polimorfismos associados à obesidade, ao diabetes melito e também aos fatores da dieta. As principais interações entre polimorfismos genéticos e dieta foram: para obesidade: interleucina-6 (IL-6) com consumo energético; receptor ativado por proliferador de peroxissoma gama 2 (PPAR-gama2) e fat mass and obesity associated (FTO) com consumo de gorduras; receptor β-adrenérgico 2 (ADRB2) e receptor da melanocortina-4 (MCR4) com consumo de carboidratos; para perda de peso: proteínas desacopladoras (UCPs) com restrição calórica; para leptinemia: receptor da leptina (LEPR) com restrição calórica; para diabetes melito: PPAR-gama2 com consumo de gordura; para hipertrigliceridemia: proteína transportadora de ácidos graxos 2 (FABP2) com consumo de gordura. Os dados apresentados sugerem que a genômica nutricional é importante ao desenvolvimento da obesidade e do diabetes melito.

Perfil neuro-hormonal de pacientes reumáticos com insuficiência aórtica crônica importante

Spina,Guilherme Sobreira; Tarasoutchi,Flávio; Sampaio,Roney Orismar; Vieira,Marcelo Luiz Campos; Strunz,Célia; Laurindo,Francisco Rafael; Grinberg,Max
Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC Publicador: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2009 Português
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FUNDAMENTO: Os neuro-hormônios estão envolvidos na fisiopatologia da insuficiência cardíaca, mas pouco se sabe sobre seu comportamento na insuficiência aórtica crônica importante (IAo). OBJETIVO: Analisar o comportamento desses mediadores na IAo. MÉTODOS: Analisamos 89 pacientes com IAo, com média etária de 33,6±11,5 anos, 84,6% do sexo masculino, 60% assintomáticos, todos de etiologia reumática. Após avaliação clínica e ecocardiográfica, realizaram-se dosagens plasmáticas de fator de necrose tumoral (TNF), seus antagonistas receptores solúveis tipos I e II (sTNFRI e sTNFRII), interleucina-6 (IL-6), seu receptor solúvel, endotelina-1 e peptídeo natriurético tipo B (BNP). Doze indivíduos saudáveis serviram como controle. RESULTADOS: O valor médio de diâmetro diastólico (DD) do ventrículo esquerdo (VE) foi de 71,9±8,3 mm, e o do diâmetro sistólico (DS) do VE, de 50,4±9,3 mm. Os níveis de neuro-hormônios estavam elevados nos pacientes com IAo: TNF 92,65±110,24 pg/ml vs. 1,67±1,21 pg/ml nos controles, p<0,001; IL-6 7,17±7,78 pg/ml vs. 0,81±0,38 pg/ml nos controles, p = 0,0001; e TNFRI 894,75±348,87 pg/ml vs. 521,42±395,13 pg/ml, p = 0,007. Com exceção dos níveis de BNP, os pacientes sintomáticos e assintomáticos apresentaram perfil neuro-hormonal semelhante. Houve correlação entre TNFRII e diâmetro diastólico do ventrículo esquerdo (DDVE) (r = -0...

Marcadores inflamatórios e anticorpos anti-chlamydia em pacientes com síndrome metabólica

Franco,Rosecler Riethmuller; Bodanese,Luiz Carlos; Repetto,Giuseppe; Piccoli,Jacqueline da Costa Escobar; Wiehe,Mario; Bonato,Cassiane; Duarte,Marta Maria Medeiros Frescura; Duarte,Thiago
Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC Publicador: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2011 Português
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FUNDAMENTO: A síndrome metabólica está associada ao aumento de risco de eventos cardiovasculares. Marcadores inflamatórios e anticorpos anti-Chlamydia têm sido relacionados ao desenvolvimento e à progressão da aterosclerose e dos eventos cardiovasculares. OBJETIVO: Avaliar os marcadores inflamatórios interleucina-6 (IL-6) e fator de necrose tumoral-alfa (TNF-α) e os anticorpos anti-Chlamydia pneumoniae em pacientes com síndrome metabólica (SM), com e sem eventos cardiovasculares. MÉTODOS: Estudo transversal constituído por 147 indivíduos. Desses, 100 (68%) com SM e sem eventos cardiovasculares; e 47 (32%) com SM e com eventos cardiovasculares. Dos indivíduos que sofreram eventos cardiovasculares, 13 (6,11%) apresentam infarto agudo do miocárdio (IAM), e dez (4,7%), acidente vascular cerebral (AVC). O diagnóstico da SM foi determinado pelos critérios do NCEP-ATPIII. RESULTADOS: A média de idade dos sujeitos com eventos cardiovasculares foi de 61,26 ± 8,5 e de 59,32 ± 9,9 nos indivíduos sem esses eventos (p=0,279), havendo predomínio do sexo feminino. O grupo com SM e sem evento apresentou maior peso, altura, IMC e circunferência abdominal. Para os indivíduos com eventos cardiovasculares (p=0,001), os marcadores inflamatórios IL-6 e TNF-α e a doença vascular periférica foram significativamente maiores. Obtiveram-se níveis elevados de anticorpos IgG para Chlamydia pneumoniae no grupo SM...

Influência genética sobre a doença de Alzheimer de início tardio

Barros,Alessandra Chiele; Lucatelli,Juliana Faggion; Maluf,Sharbel Weidner; Andrade,Fabiana Michelsen de
Fonte: Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2009 Português
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CONTEXTO: A doença de Alzheimer de início tardio (DAIT) representa a maior parte dos casos de doença de Alzheimer (DA). OBJETIVO: Revisar resultados relevantes para genes candidatos e de suscetibilidade para a DAIT. MÉTODOS: Revisão bibliográfica, a partir de 1990, empregando os bancos de dados PubMed e SciELO. RESULTADOS: Polimorfismos genéticos são mais relevantes para a DAIT que mutações, sendo que o alelo E*4 do gene APOE é o maior fator de risco conhecido até o momento. No entanto, outros genes vêm sendo investigados e existem dados disponíveis sobre a relação com DAIT para os genes da apolipoproteína CI, alfa-1-antiquimiotripsina, receptor sigma tipo 1, enzima conversora de angiotensina, alfa 2-macroglobulina, proteína relacionada ao receptor de LDL, interleucina 1 alfa e beta, paraoxonase, transportador de serotonina e receptores de serotonina. CONCLUSÕES: A DAIT tem etiologia multifatorial e um grande número de marcadores genéticos influencia em seu desenvolvimento. Essas variantes precisam ser investigadas na população brasileira, cuja formação étnica é distinta daquela de populações norte-americanas e europeias. Somente assim será possível a determinação do perfil genético de risco, que facilitará a detecção de indivíduos com maior probabilidade de desenvolver a doença.

CD63 e CD123 expressão, autoanticorpos IgG e acurácia do teste do soro autólogo em pacientes com urticária crônica

Calamita,Zamir; Antunes,Roseli Nunes da Silveira; Almeida Filho,Odilon Marques de; Baleotti Júnior,Wilson; Calamita,Andrea Bronhara Pelá; Fukasawa,Josianne Thomazini; Cavaretto,Débora de Aguiar
Fonte: Sociedade Brasileira de Patologia Clínica; Sociedade Brasileira de Patologia; Sociedade Brasileira de Citopatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Patologia Clínica; Sociedade Brasileira de Patologia; Sociedade Brasileira de Citopatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2012 Português
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INTRODUÇÃO: Na urticária crônica (UC), o teste cutâneo do soro autólogo (TCSA) pode sugerir a etiologia autoimune. Recentemente, uma nova técnica laboratorial denominada teste de ativação de basófilos (TAB) vem sendo utilizada para esse diagnóstico. OBJETIVOS: Analisar o TCSA em relação ao TAB, assim como avaliar os receptores da interleucina 3 (IL3) (CD123) e a presença de autoanticorpos da classe de imunoglobulina G (IgG) inespecíficos ligados aos basófilos de pacientes com UC. MÉTODOS: Estudamos 33 adultos com UC espontânea com idade média de 42,5 + 14 anos. Por meio da citometria de fluxo foi feita a análise da expressão das moléculas CD63 em basófilos de um doador atópico após o estímulo pelo soro dos pacientes com UC. Também realizamos a pesquisa da expressão da molécula CD123 e de autoanticorpos IgG inespecíficos. RESULTADOS: O odds ratio (OR) entre o TCSA e o TAB foi de 1 (intervalo de confiança [IC] 95%: 0,22-4,5). O TCSA para o diagnóstico da UC autoimune mostrou acurácia de 54,5%, sensibilidade de 66%, especificidade de 33%, valor preditivo positivo de 63% e valor preditivo negativo de 36%. Não houve diferença estatística entre os grupos estudados quanto à média de expressão dos anticorpos IgG inespecíficos e das moléculas CD123 (para um p < 0...

Uso de pimecrolimus 0,5% no tratamento da ceratoconjuntivite seca em cães

Rorig, Maria Cecília de Lima
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Teses e Dissertações Formato: application/pdf
Português
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Resumo: Não existem dúvidas de que o olho seco é uma doença importante e séria da superfície ocular, e que pode reduzir drasticamente a qualidade de vida do paciente. A ceratoconjuntivite seca (CCS), também chamada de “olho seco”, é uma doença inflamatória crônica, caracterizada por uma produção deficiente de lágrima. As complicações oculares da ceratoconjuntivite seca afetam a superfície ocular provocando particularmente, vascularização, pigmentação e edema corneano. Pode ainda cursar com perda do epitélio da córnea, dor ocular e cegueira. Estudos comprovam que a maioria dos casos de ceratoconjuntivite seca em cães é resultado de distúrbios imunomediados, uma vez que os animais acometidos frequentemente exibem infiltração por células-T na glândula lacrimal e respondem à terapia munossupressora com ciclosporina A. O tratamento normalmente utilizado para o olho seco é medicamentoso e inclui principalmente lacrimogênicos, lacrimomiméticos, mucolíticos e antibacterianos tópicos. Existem muitos avanços recentes no tratamento do olho seco. Uma nova droga imunossupressora, o pimecrolimus, pode ser uma alternativa no tratamento de pacientes com ceratoconjuntivite seca, que não respondem a ciclosporina A tópica. A molécula de pimecrolimus é um derivado ascomiceto que interfere seletivamente com a ativação de linfócitos T e mastócitos...

O óleo de peixe suplementado na dieta de ratos asmáticos tem ação limitada na contração do músculo liso das vias aéreas e na modulação da concentração de Leucotrieno B4

Miranda, Dalva Teresinha de Souza Zardo
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Português
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Resumo: Os efeitos anti-inflamatórios da suplementação com óleo de peixe resultam principalmente da incorporação dos ácidos graxos poli-insaturados (AGPI) n-3 nas membranas celulares e consequente modulação da produção de eicosanoides e citocinas inflamatórias. Entretanto, sua eficácia na asma tem se mostrado inconsistente e poucos estudos foram realizados sobre sua ação na funcionalidade do músculo liso das vias aéreas, o que é determinante para a asma. Objetivo: avaliar os efeitos da suplementação de ratos asmáticos com óleo de peixe sobre a funcionalidade do músculo liso das vias aéreas (MLA) e a complacência pulmonar estática, bem como sobre os parâmetros inflamatórios relacionados com a hiperresponsividade e a obstrução das vias aéreas. Metodologia: Ratos Wistar foram separados em 4 grupos: controle (C); suplementado com óleo de peixe (OP); asmático (A), e asmático suplementado com óleo de peixe (AOP). Os grupos OP e AOP foram suplementados com 1 g de óleo de peixe/ kg de massa corpórea por 21 dias e os grupos A e AOP foram induzidos à asma com ovalbumina. A contagem total e diferencial de células no lavado broncoalveolar (LBA) e a capacidade fagocitária e de adesão dos macrófagos alveolares foram avaliadas...

IL-10 na patogênese da infecção por Leishmania infantum

Monteiro, Glória Regina de Góis
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde; Ciências da Saúde Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde; Ciências da Saúde
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Português
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Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Leishmaniose visceral (LV) é uma doença, potencialmente, fatal cujo agente etiológico nas Américas é a espécie Leishmania infantum. No Brasil, a LV era uma doença predominantemente rural até os anos 80, quando epidemias passaram a ocorrer nas grandes cidades, devido à migração da população para periferia dos centros urbanos, especialmente, na região nordeste. A infecção por leishmania pode evoluir com um amplo espectro clínico que é dependente da resposta imune desenvolvida pelo hospedeiro. Notadamente, 80% a 90% da infecção humana é subclínica ou assintomática, mas os fatores que determinam a evolução para doença não são completamente esclarecidos. O controle da infecção por leishmania é dependente da imunidade celular mediada por IFN-. Está demonstrado que a leishmania suprime a resposta microbicida do macrófago. Estudos prévios sugerem que o perfil genético do hospedeiro contribui para a evolução clínica após a infecção. O objetivo deste estudo foi avaliar o papel da Interleucina 10 na patogênese da LV e avaliar a expressão de genes envolvidos na resposta imune, frente à infecção por L. infantum. Foram avaliados pessoas com LV...

Existe uma relação entre a artrite gotosa e as mutações genéticas da febre familiar do Mediterrâneo?

Sari,Ismail; Simsek,Ismail; Tunca,Yusuf; Kisacik,Bunyamin; Erdem,Hakan; Pay,Salih; Cay,Hasan Fatih; Gul,Davut; Dinc,Ayhan
Fonte: Sociedade Brasileira de Reumatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Reumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2015 Português
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RESUMOObjetivoA artrite gostosa e a febre familiar do Mediterrâneo (FFM) compartilham algumas características clínicas e patológicas, como ser classificada como uma doença autoimune inflamatória, ter associação com o inflamassoma, manifestar artrite intermitente de curta duração e boa resposta a tratamentos com colchicina e anti-interleucina-1. Como o gene da febre familiar do Mediterrâneo (MEFV) é o fator causador da FFM, este estudo teve como objetivo investigar a prevalência de mutações do gene MEFV e seu efeito sobre as manifestações da doença em pacientes turcos com artrite gotosa.MétodosForam incluídos no estudo 97 pacientes com diagnóstico de artrite gotosa primária (93 M e 4 F; 54 [37-84] anos) e 100 controles saudáveis (94 M e 6 F; 57 [37-86] anos). Todos os indivíduos foram submetidos à análise do genótipo à procura de variações no MEFV. Também foi registrado o número de crises de gota, o uso de diuréticos e a história de nefrolitíase e presença de tofos.ResultadosA frequência de portadores de mutações no MEFV em pacientes e controles foi de 22,7% (n = 22) e 24% (n = 24), respectivamente. A comparação entre os pacientes e os controles não produziu diferença estatisticamente significativa em termos de frequência de portadores de mutações no MEFV (p = 0...

Involvement of the NPY system in the inflammatory responses mediated by retinal microglial cells :modulation by sitagliptin

Correia, Sandra Raquel Félix Guimarães
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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A retinopatia diabética é uma das principais complicações da diabetes, sendo também uma das principais causas de perda de visão e cegueira. O controlo eficaz da glicémia, dislipidémia e pressão arterial podem reduzir significativamente o risco de desenvolver esta doença. Além disso, as opções terapêuticas disponíveis atualmente são limitadas e invasivas, e no essencial, são utilizadas nas fases mais avançadas da doença. Deste modo, é prioritário desenvolver novas estratégias terapêuticas para a prevenção e tratamento da retinopatia diabética. Os processos inflamatórios têm sido apontados como tendo um papel importante na patogénese da retinopatia diabética. Foi demonstrado que vários processos inflamatórios, tais como o aumento dos níveis de monóxido de azoto (NO) e de citocinas pró-inflamatórias, e também a ativação das células da microglia, da via do NF-κB e da PKCζ estão relacionados com a rutura da barreira hemato-retiniana. A sitagliptina é um inibidor da dipeptidil peptidase 4 (DPP-IV) que é utilizada no tratamento da diabetes tipo 2. Resultados recentes revelaram que a sitagliptina previne a rutura da barreira hemato-retiniana e também o aumento dos níveis de interleucina (IL)-1β em retinas de animais com diabetes tipo 1 e tipo 2. Além do seu efeito na estimulação da secreção de insulina...

Estudo da interação entre Oxido Nitrico e gene RAS em linhagens leucemicas mieloides

Marcelo Mendes Brandão
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 03/05/1999 Português
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Oncogenes são genes que afetam o crescimento e desenvolvimento celular normal. A maioria dos oncogenes se constitui de formas modificadas de genes normais, denominados de protoncogenes. o protoncogene RAS, encontrado em diversos organismos, codifica uma proteína com atividade de ligação à Guanina trifosfato (GTP) normal, sem atividade de GTPase. O gene RAS mutante é encontrado em muitos seres humanos com cânceres do pulmão, cólon e pâncreas; o produto deste gene mutante é responsável pela divisão incontrolada de células cancerosas. O óxido nítrico é uma importante molécula sinalizadora sintetizada em diversos tecidos humanos, por proteínas codificadas em uma família de genes da NO sintase . A produção de NOS pode ser induzida por diversas substâncias tais como, endotoxinas, citocinas, lipopolissacarídeos bacterianos (LPS) e por 1a-interleucina. O NO ativa a p21ras em células T humanas, como pode ser observado pelo aumento da ligação GTP-p21ras.Recentemente, um grupo de pesquisadores identificou o sítio de interação entre NO e p21ras que é responsável pela iniciação da transmissão do sinal. O presente trabalho teve como objetivo analisar a interação do NO com a proteína p21RAS em células de linhagens leucêmicas mielóide (U937...

Análise imunohistoquímica do efeito do recobrimento com gel purificado de colágeno na integração de telas de polipropileno em ratas; Immunohistochemical analysis of the effect of a purified collagen gel Coating on integration of polypropylene meshes in rats

Fernando Goulart Fernandes Dias
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 01/07/2014 Português
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INTRODUÇÃO: Telas sintéticas representam, na atualidade, o pilar do tratamento da incontinência urinária e de prolapsos vaginais, sendo o polipropileno monofilamentar o material sintético mais utilizado. Apesar de taxas de cura de até 90%, complicações relacionadas à integração, tais como exposição ou erosão das telas, não podem ser negligenciadas. O colágeno, por ser um material biologicamente compatível, pouco imunogênico e com propriedades moduladoras do processo inflamatório, pode ser utilizado como um importante agente cicatricial melhorando a integração das telas. OBJETIVO: Avaliar, por meio de técnicas imunohistoquímicas, o efeito do recobrimento de tela de polipropileno monofilamentar, implantada no subcutâneo de ratas, com gel purificado de colágeno bovino, do ponto de vista da resposta imuno-inflamatória, do metabolismo do colágeno, angiogênese e citotoxicidade. MATERIAIS E MÉTODOS: Após aprovação no Comite de Ética em Experimentação Animal, foram utilizadas 20 ratas fêmeas da raça Wistar, tendo sido implantadas, em cada animal, de um lado da parede abdominal, uma tela de polipropileno monofilamentar (PP) e, do outro lado, uma tela semelhante recoberta com gel purificado de colágeno (PPC). Os animais foram divididos em quatro sub-grupos contendo 5 animais cada e foram eutanasiados em 7...

Síndrome cardiorenal : diagnóstico e terapêuticas atuais

Silva, Andreia Raquel Dias da
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /05/2013 Português
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A Síndrome Cardiorenal (SCR) define-se como uma condição fisiopatológica com coexistência de disfunção cardíaca e de disfunção renal, na qual a falência aguda ou crónica de um dos órgãos precipita a falência aguda ou crónica do outro. Atualmente é subclassificada em 5 tipos: O tipo 1 envolve a doença renal aguda causada por uma disfunção cardíaca aguda, enquanto o tipo 2 apresenta doença renal crónica progressiva e secundária a disfunção cardíaca crónica. O tipo 3 refere-se a disfunção cardíaca aguda precipitada por falência renal aguda; no tipo 4 a disfunção cardíaca é crónica e secundária a doença crónica renal. O tipo 5 implica disfunção cardíaca e disfunção renal, ambas secundárias a patologia sistémica. As implicações desta síndrome possuem grande relevância na prática clínica. A sua fisiopatologia ainda não se encontra perfeitamente definida, mas verifica-se um aumento na prevalência da SCR, quer pelo aumento na esperança média de vida e incremento do grau de morbilidade basal, quer pelo aumento da sobrevida dos doentes com disfunção cardíaca e/ou renal. Assiste-se, assim, a uma necessidade crescente no diagnóstico precoce desta síndrome e a um aumento significativo dos recursos necessários para o seu tratamento. A creatinina e a ureia séricas são duas das mensurações mais requisitadas na prática clínica...

Coupling of atherosclerosis progression and bone disturbances in a mouse model

Casimiro, Renata Inês Proença
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2015 Português
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Tese de mestrado em Biologia Humana e Ambiente, apresentada à Universidade de Lisboa, através da Faculdade de Ciências, 2015; As doenças que afectam o sistema cardiovascular e o osso estão entre as doenças que causam maior morbilidade e mortalidade na população, em especial a aterosclerose e a osteoporose. Vários estudos epidemiológicos têm demonstrado que estas duas doenças podem estar relacionadas de alguma forma, uma vez que ambas as patologias estão normalmente presentes no mesmo doente. Doentes com patologia cardiovascular apresentam um risco 1.2 a 6.7 vezes maior de sofrer de fraturas de fragilidade comparando com a população em geral, e esta associação também foi demonstrada em doentes com uma massa óssea reduzida que têm um risco aumentado de desenvolver doenças ao nível cardiovascular, em especial doentes com doenças autoimunes como lúpus eritematoso sistémico ou a artrite reumatoide. A aterosclerose é caracterizada pela acumulação de partículas lipídicas e células do sistema imunitário que levam ao estreitamento do lúmen das artérias, e numa fase mais avançada do processo pode ocorrer ruptura destas placas ateroscleróticas com possível formação de trombos. Estudos recentes têm demostrado o envolvimento do sistema imune na patogénese da aterosclerose. Este processo é iniciado pelos monócitos que posteriormente se diferenciam em macrófagos com capacidade de acumular lípidos no citoplasma formando as conhecidas foam cells...

Efecto agudo y subagudo de la carboximaltosa férrica sobre la inflamación y moléculas de adhesión en pacientes con insuficiencia renal crónica prediálisis

Prats,Merche; Font,Ramon; García-Ruiz,Carmen; Cabré,Carmen; Muñoz-Cortés,Mónica; Nogués,M. Rosa; Jariod,Manel; Romeu,Marta; Martínez-Vea,Alberto
Fonte: Nefrología (Madrid) Publicador: Nefrología (Madrid)
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/01/2013 Português
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Antecedentes: El tratamiento con hierro parenteral provoca estrés oxidativo, inflamación y disfunción endotelial. La carboximaltosa férrica (CMF) es un nuevo preparado de hierro no dextrano que, por sus características farmacocinéticas y estabilidad, podría inducir menor toxicidad que otras moléculas de hierro. El objetivo de este estudio fue analizar el efecto de la CMF sobre la inflamación y moléculas de adhesión en la enfermedad renal crónica (ERC). Métodos: Cuarenta y siete pacientes con ERC prediálisis y anemia ferropénica recibieron una dosis única de CMF (15 mg/kg, dosis máxima 1 gramo). De forma basal, a los 60 minutos (efecto agudo), y a las 3 semanas y 3 meses (efecto subagudo), se determinaron marcadores de inflamación: proteína C reactiva (PCR) e interleucina 6 (IL-6), y de disfunción endotelial: moléculas de adhesión intercelular (ICAM) y vascular (VCAM). Resultados: El tratamiento con CMF se asoció a un incremento significativo de los niveles de hemoglobina: 10 (0,7) vs. 11,4 (1,3) g/dl, p < 0,0001. Los niveles de PCR, IL-6, ICAM y VCAM no se correlacionaron con los niveles basales de hemoglobina ni ferritina, y no se observó ninguna relación entre los cambios en estos marcadores y los de hemoglobina después de la administración de CMF. No se observaron cambios significativos ni de forma aguda o subaguda en ninguno de los marcadores inflamatorios o endoteliales estudiados. El tratamiento con estatinas se asoció a menores concentraciones de VCAM. Conclusiones: El tratamiento con dosis elevadas de CMF en pacientes con ERC prediálisis no tiene efecto proinflamatorio ni modifica los niveles de moléculas de adhesión ICAM y VCAM en esta población.

Relación del polimorfismo rs9939609 del gen FTO con factores de riesgo cardiovascular y niveles de adipocitoquinas en pacientes con obesidad mórbida

de Luis,D. A.; Aller,R.; Conde,R.; Izaola,O.; de la Fuente,B.; González Sagrado,M.; Primo,D.; Ruiz Mambrilla,M.
Fonte: Nutrición Hospitalaria Publicador: Nutrición Hospitalaria
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/08/2012 Português
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Introducción: Algunos polimorfismos del gen asociado con la masa grasa y la obesidad (FTO) se han relacionado con la obesidad y parámetros bioquímicos. Nuestro objetivo fue analizar la relación del polimorfismo rs9939609 del gen FTO con el peso corporal, factores de riesgo cardiovascular y los niveles séricos de adipocitoquinas en una muestra de pacientes con obesidad mórbida. Material y métodos: Una muestra de 129 pacientes con obesidad mórbida (IMC > 40) se analizó en un diseño de corte transversal. A todos los pacientes se les determinó el peso, presión arterial, glucemia basal, proteína C reactiva (PCR), insulina, resistencia a la insulina (HOMA-R), colesterol total, LDL-colesterol, HDL-colesterol, triglicéridos y adipocitoquinas (adiponectina leptina, resistina, TNF-alfa, y los niveles de interleucina-6). Se evaluó la masa grasa mediante bioimpedancia tetrapolar y registró prospectivamente la ingesta de nutrientes durante tres días. En todos ellos se genotipo el polimorfismo del gen FTO (rs9939609). Resultados: Cuarenta y un pacientes (31,8%) tenían el genotipo TT (grupo genotipo salvaje), 55 pacientes (42,6%) el genotipo TA y 33 pacientes (25,6%) el genotipo AA. El índice de masa corporal (43,6 (2,6) kg/m² vs. 44...

Terapia biológica en enfermedades reumatológicas

Ugarte-Gil,Manuel F; Acevedo-Vásquez,Eduardo M; Alarcón,Graciela S
Fonte: Revista Medica Herediana Publicador: Revista Medica Herediana
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2013 Português
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El advenimiento del uso de terapias biológicas en Reumatología ha modificado significativamente el pronóstico de pacientes portadores de artritis reumatoide (AR), artritis juvenil (AJ), espondilitis anquilosante (EA), entre otras enfermedades. A diferencia de las terapias convencionales estos productos biológicos se dirigen a los llamados blancos terapéuticos ya sea estas una línea celular, un mediador inflamatorio o un receptor de superficie. Estos compuestos son producidos por células vivas mediante la tecnología del ADN recombinante. Estos compuestos pueden tener componentes humano y animal [quiméricos (Xi), humanizados (Zu)], o completamente humanos (H) lo cual se reconoce por las letras que se incluyen en el nombre de cada uno. En el campo de la Reumatología, el primer compuesto utilizado fue el etanercept (anti-factor de necrosis tumoral o anti-TNF) aprobado en 1998, pero otros anti-TNF han demostrado su beneficio en AR, como en EA y AJ. Los inhibidores de Interleucina (IL-1) casi no se usan en AR actualmente, pero si los inhibidores de IL-6, así como los agentes contra las células B y los agonistas de CTLA-4 (Cytotoxic T lymphocyte antigen). Existe asimismo un compuesto dirigido al BLyS (B-lymphocyte stimulator) el cual se usa en lupus eritematoso sistémico y otro dirigido al receptor activador del factor nuclear κB (RANKL...