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Determinação do teor de nitrato em formula infantil por sistema FIA e estimativa da sua exposição pelos lactentes; Determination of the nitrate text in infantile formula for system weaves and estimate of its exposition for the suckles

Elede Martins Elias
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 25/02/2005 Português
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Os sais de nitrato e nitrito estão naturalmente presentes no ambiente, na água e nos vegetais, sendo também utilizados como aditivo alimentar, principalmente como agente antimicrobiano em queijos e produtos cárneos. Assim, o soro obtido de leite adicionado de nitrato na produção de queijos poderá conter níveis elevados desse íon e, visto que é utilizado como ingrediente de fórmulas infantis para lactentes, poderá servir de veículo de nitrato nesse alimento. O nitrato é considerado um composto de, relativamente, baixa toxicidade sendo que o risco que oferece à saúde humana depende de sua redução a nitrito, o qual pode conduzir a metemoglobinemia ou formar compostos N-nitrosos. O Comitê FAO/OMS de Peritos em Aditivos Alimentares (JECFA) estabeleceu uma ingestão diária aceitável (IDA) para nitrato e nitrito de 0-3,7 mg de íon nitrato kg-1 de peso corpóreo e de 0-0,07 mg de íon nitrito kg-1 de peso corpóreo, respectivamente, ressaltando que a IDA não deve ser aplicada às crianças menores de três meses de idade. O leite materno é o alimento fundamental para o desenvolvimento sadio do lactente, mas em alguns casos há a necessidade de se utilizar a fórmula infantil. Assim, a mamadeira preparada com fórmula infantil é a principal fonte de exposição ao nitrato para crianças com idade inferior a três meses. No presente trabalho foi validado um método para a determinação de nitrato utilizando análise por injeção em fluxo (FIA)...

Anemia ferropriva em lactentes no Municipio de Campinas-SP; Anemia in infants in the city of Campinas-SP

Regina Esteves Jordão
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 31/07/2008 Português
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A anemia por deficiência de ferro é a mais comum das carências nutricionais e o resultado de um longo período de balanço negativo entre a quantidade de ferro biologicamente disponível e sua necessidade orgânica. É considerado um problema de saúde pública devido à sua alta prevalência deixando a criança vulnerável a infecções. Nos menores de dois anos, o consumo alimentar pobre em ferro associado ao desmame precoce pode contribuir para a anemia nesta faixa etária. Com o intuito de verificar a prevalência de anemia por meio de revisão sistemática foi feito levantamento dos estudos de prevalência nacional da doença em menores de 5 anos e levando-se em consideração a introdução de alimentos complementares avaliou-se, de maneira transversal, 354 crianças de 6 a 12 meses de idade. Para a coleta de dados sobre a alimentação complementar e condições sócio econômicas da população estudada, foi feita entrevista domiciliar, sendo aplicado um questionário por profissionais da saúde devidamente treinados, com a mãe da criança e ao final, realizada a coleta sanguínea capilar do lactente, para dosagem de hemoglobina. Foram consideradas anêmicas concentrações de hemoglobina inferiores a 11 g/dL. Dos lactentes estudados 66...

Vigilancia neuromotora de lactentes acometidos por indicadores de risco para asfixia perinatal no primeiro trimestre de vida

Regina Celia Turolla de Souza
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 22/07/1998 Português
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O presente trabalho teve como propósito, utilizar uma avaliação neuromotora específica, que pudesse auxiliar na detecção de alterações neuromotoras permanentes ou transitórias, no primeiro trimestre de vida do lactente. Foram selecionados, no período de novembro de 1994 a novembro de 1996, 44 recém-nascidos a termo, que apresentaram um ou mais critérios para o diagnóstico de asfixia perinatal, no Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Foram considerados como indicadores para o diagnóstico de asfixia perinatal: a) diminuição na freqüência cardíaca fetal b) índice de Apgar menor ou igual a seis no 5o minuto, c) assistência ventilatória com máscara ou tubo endotraqueal de pressão positiva. Cada lactente foi avaliado mensalmente no primeiro trimestre de vida, através de uma variação da técnica de avaliação neuromotora de AMJJEL-TISON & GRENIER (1981), modificada pelo uso do goniómetro. Na análise dos resultados foram utilizados a prova Q de Cochran para k amostras relacionadas, com o objetivo de comparar as proporções das variáveis de interesse nos três primeiros meses e o teste não paramétrico de Wilcoxon para amostras pareadas, objetivando analisar as assimetrias angulares. Foram utilizados ainda os testes de Fisher e %2. Verificou-se que não houve associação significativa dos indicadores de risco para asfixia perinatal e o exame neuromotor final. Foram significativas as manobras do ângulo adutor do quadril...

Alimentação de lactentes egressos da unidade de terapia intensiva neonatal : ações da fonoaudiologia; The actions of speech therapy with infants who were discharged from the newborn intensive care unit

Ediana Cristina Roquette Loures
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 11/12/2009 Português
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O objetivo deste estudo foi descrever e analisar as ações de fonoaudiologia em um centro de referência em desenvolvimento infantil da Região Metropolitana de Campinas, no acompanhamento de lactentes egressos da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal alimentados por mamadeira. Estudo de caso observacional, longitudinal, retrospectivo. Foram reunidas, descritas e analisadas as informações coletadas por meio de revisão de prontuário sobre as ações de Fonoaudiologia utilizadas na correção da técnica de alimentação por mamadeira para análise quantitativa do tipo descritiva e análise qualitativa. As variáveis estudadas foram: técnicas utilizadas pela mãe durante o aleitamento, tipos de recipientes de mamadeira para oferecer leite ao bebê, bico da mamadeira, avaliação da fonoaudiologia e condutas da fonoaudiologia no momento da consulta. Onze sujeitos completavam os critérios de inclusão: estavam em uso de mamadeira, as primeiras três consultas consecutivas de fonoaudiologia foram realizadas antes de o lactente completar 6 meses e 29 dias de idade cronológica e, posteriormente, tiveram alta do serviço. A análise estatística confirmou que as variáveis Avaliação e Conduta Fonoaudiológicas apresentaram nível de significância nos itens: utensílios (bico e mamadeira) e desconforto. Observou-se...

Adesão de mães de lactentes a um programa de monitoramento do desenvolvimento auditivo e de linguagem; Membership of mother of infants for a monitoring program development hearing and language

Michele Frederico
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 10/05/2013 Português
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O monitoramento do desenvolvimento auditivo e de linguagem, no primeiro ano de vida, possibilita a identificação precoce de uma perda auditiva e o encaminhamento da criança para os serviços especializados, caso o problema se confirme. Os objetivos do presente estudo foram os de analisar a utilização de estratégias de comunicação com mães de crianças com indicadores de risco para perda auditiva na adesão a um Programa de Monitoramento do Desenvolvimento Auditivo e de Linguagem, conhecer o perfil das mães que retornam para o monitoramento e a concepção que as mães possuem sobre as conseqüências de uma perda auditiva na infância. Os participantes do estudo foram mães encaminhadas de um hospital público, que compareceram para a realização da triagem auditiva do lactente realizada no seu primeiro mês de vida. Os lactentes que na triagem auditiva tiveram resultado normal, mas que possuíam algum indicador de risco era agendado para o Programa. As mães receberam informações, por meio de folder explicativo, sobre o desenvolvimento auditivo e as consequências de uma perda auditiva tardia, além de ligação telefônica dois dias antes da data agendada. A pesquisa caracterizou-se do tipo prospectivo longitudinal com análise quantitativa e qualitativa. Os dados foram coletados no período de agosto de 2011 a fevereiro de 2012...

Sequestro Vascular Intralobar: apresentação no primeiro ano de vida

Silva, H.; Loureiro, M; Monterroso, J.; Moreira, J.; Sousa, R.; Álvares, S.
Fonte: Nascer e Crescer Publicador: Nascer e Crescer
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /09/2012 Português
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RESUMO Introdução: O sequestro pulmonar é uma malformação rara caracterizada por uma massa de tecido pulmonar não funcionante que recebe irrigação arterial proveniente de uma artéria sistémica. Pode classificar-se em sequestro intralobar e sequestro extralobar. Os sequestros intralobares raramente são diagnosticados nos lactentes. Caso clínico: Descrevemos o caso clínico de um lactente de dois meses de idade, com quadro de insuficiência cardíaca congestiva, cuja investigação revelou a presença de um sequestro intralobar. O cateterismo cardíaco confirmou a presença de vaso anómalo com origem na porção inferior da aorta torácica irrigando o lobo pulmonar inferior esquerdo. Foi submetido a lobectomia do lobo inferior esquerdo e laqueação do vaso, com resolução do quadro. Discussão/Conclusão: O sequestro pulmonar intralobar é uma causa pouco frequente de insufi ciência cardíaca no lactente. O diagnóstico requer um elevado grau de suspeição clínica para que seja instituído o tratamento eficaz e de forma atempada. ABSTRACT Introduction: Pulmonary sequestration is a rare abnormality characterized by an area of non-functioning abnormal lung tissue, which receives its blood supply from a systemic artery. It is divided into two subtypes: intralobar and extralobar sequestration. Intralobar sequestrations are rarely diagnosed in infancy. Case report: We describe the case of a two-months old child presenting with congestive heart failure...

Amamentação e Dieta Materna. Influência de Mitos e Preconceitos

Ferreira, R; Neves, R; Virella, D; Cordeiro Ferreira, G
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2010 Português
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Introdução. Durante a gravidez e amamentação, algumasmães alteram a sua dieta com o propósito de aumentar a quantidade e/ou qualidade do seu leite. Objectivos. Caracterizar as alterações dietéticas maternas durante a gravidez e amamentação, identificar factores associados a essas alterações e a sua relação com a manutenção do aleitamento materno aos três meses de vida. Metodologia. Estudo observacional, descritivo, transversal bifásico de uma amostra de 122 díades mãe-filho, realizado num hospital de apoio perinatal diferenciado. Primeira fase: auto-preenchimento de um inquérito nas 48h após o parto, avaliando variáveis sócio-demográficas, história prévia de amamentação, conhecimentos e atitudes face à amamentação e a dieta materna. Segunda fase: inquérito telefónico três meses após o parto, avaliando a duração da amamentação, alterações dietéticas realizadas e eventuais associações a sintomas no lactente. Resultados. A idade materna média foi 30 anos; 43% frequentou o ensino superior; 81% referiu ter alterado a dieta durante a gravidez. Noventa e nove por cento pretendia amamentar e 98% planeava alterar a dieta durante a amamentação: café, chocolate, refrigerantes com cafeína...

Amamentação e Dieta Materna. Influência de Mitos e Preconceitos

Ferreira, R; Neves, R; Virella, D; Cordeiro Ferreira, G
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2010 Português
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Introdução. Durante a gravidez e amamentação, algumasmães alteram a sua dieta com o propósito de aumentar a quantidade e/ou qualidade do seu leite. Objectivos. Caracterizar as alterações dietéticas maternas durante a gravidez e amamentação, identificar factores associados a essas alterações e a sua relação com a manutenção do aleitamento materno aos três meses de vida. Metodologia. Estudo observacional, descritivo, transversal bifásico de uma amostra de 122 díades mãe-filho, realizado num hospital de apoio perinatal diferenciado. Primeira fase: auto-preenchimento de um inquérito nas 48h após o parto, avaliando variáveis sócio-demográficas, história prévia de amamentação, conhecimentos e atitudes face à amamentação e a dieta materna. Segunda fase: inquérito telefónico três meses após o parto, avaliando a duração da amamentação, alterações dietéticas realizadas e eventuais associações a sintomas no lactente. Resultados. A idade materna média foi 30 anos; 43% frequentou o ensino superior; 81% referiu ter alterado a dieta durante a gravidez. Noventa e nove por cento pretendia amamentar e 98% planeava alterar a dieta durante a amamentação: café, chocolate, refrigerantes com cafeína...

Efeito do processamento do leite humano sobre os níveis de retinol

Ribeiro,Karla D. S.; Melo,Illana L. P.; Pristo,Ana Z. O.; Dimenstein,Roberto
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2005 Português
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OBJETIVOS: Analisar o efeito do processamento sobre os níveis de retinol no leite humano ordenhado, bem como avaliar se o mesmo supre o requerimento nutricional de vitamina A do lactente. MÉTODOS: Foram coletadas 60 amostras de leite humano ordenhado no Banco de Leite Humano da Maternidade Escola Januário Cicco e divididas em duas alíquotas de 5 ml cada, sendo uma não processada termicamente, enquanto a outra foi submetida à pasteurização. As amostras foram analisadas por cromatografia líquida de alta eficiência. Para a análise estatística, foi utilizado o teste t de Student, sendo a diferença entre as médias considerada significativa quando p < 0,05. RESULTADOS: A concentração de retinol encontrado no leite antes da pasteurização foi de 55,4±34,0 µg/100 ml, enquanto que a presente no leite processado foi de 36,6±26,1 µg/100 ml (p < 0,001). Considerando um consumo de 500 ml de leite por dia, observou-se que o leite anterior à pasteurização ofereceu 69,3% das necessidades diárias recomendadas, e o leite processado, 45,8%. CONCLUSÃO: Os níveis de retinol são mais baixos no leite processado termicamente e, nessa concentração, não atingem o requerimento de vitamina A do lactente.

Automedicação em nutrizes e sua influência sobre a duração do aleitamento materno

Chaves,Roberto G.; Lamounier,Joel A.; César,Cibele C.
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2009 Português
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OBJETIVO: Investigar a prática da automedicação em nutrizes, principais fármacos utilizados e influência sobre a duração do aleitamento materno. MÉTODOS: Estudo longitudinal tipo coorte realizado com 246 mulheres assistidas na maternidade do Hospital Manoel Gonçalves, em Itaúna (MG). O acompanhamento às mães e recém-nascidos foi realizado mensalmente nos primeiros 12 meses após o parto ou até a interrupção da amamentação. O efeito da prática da automedicação sobre o tempo de aleitamento materno foi analisado por análise multivariada, a partir do modelo de regressão de Cox, com covariáveis dependentes do tempo. RESULTADOS: A automedicação foi praticada por 52,4% das nutrizes. As classes farmacológicas mais utilizadas foram os analgésicos/antipiréticos (54,4%), anti-inflamatórios não-esteroides (15%), espasmolíticos (6,2%), laxantes (3,5%), benzodiazepínicos (3%), descongestionantes nasais (1,4%) e antibióticos (0,9%). Os fármacos mais utilizados foram dipirona (31,5%) e paracetamol (17,9%). A prática de automedicação associou-se à maior probabilidade de uso de medicamentos com risco de efeitos adversos sobre o lactente ou sobre a lactação (p = 0,000). Contudo, a prática da automedicação não foi associada ao desmame (p = 0...

Alimentação complementar: práticas inadequadas em lactentes

Caetano,Michelle Cavalcante; Ortiz,Thaís Tobaruela Ortiz; Silva,Simone Guerra Lopes da; Souza,Fabíola Isabel Suano de; Sarni,Roseli Oselka Saccardo
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 Português
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OBJETIVO: Avaliar as práticas e o consumo alimentar de lactentes saudáveis de três metrópoles do Brasil. MÉTODOS: Por meio de estudo prospectivo, analisaram-se registros alimentares de 7 dias consecutivos de amostra intencional, por cotas e ponderada, das cidades de Curitiba, São Paulo e Recife, de 179 lactentes saudáveis, entre 4 e 12 meses, que não se encontravam em aleitamento materno (AM) exclusivo. As mães receberam orientação verbal e escrita, por nutricionista, visando a uniformização da anotação do registro alimentar. Para o cálculo de ingestão, utilizou-se o Programa de Apoio à Nutrição (NutWin). RESULTADOS: A mediana de idade dos lactentes foi de 6,8 meses (4,0-12,6 meses). Observou-se que 50,3% já não recebiam AM. Destes, 12,0 e 6,7% dos menores e maiores de 6 meses, respectivamente, utilizavam fórmulas infantis em substituição ao leite materno. A maioria dos lactentes, portanto, recebia leite de vaca integral. A diluição da fórmula infantil foi correta em apenas 23,8 e 34,7% das crianças menores e maiores de 6 meses, respectivamente. Em relação à alimentação complementar, observou-se que a mediana de idade foi de 4 meses para sua introdução e de 5,5 meses para a alimentação da família. Verificou-se elevada inadequação quantitativa na ingestão de micronutrientes para lactentes de 6 a 12 meses que não recebiam AM...

Concentração de alfa-tocoferol no soro e colostro materno de adolescentes e adultas

Dimenstein,Roberto; Pires,Jeane Franco; Garcia,Lígia Rejane Siqueira; Lira,Larissa Queiroz de
Fonte: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Publicador: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 Português
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OBJETIVOS: avaliar a concentração de alfa-tocoferol no soro e colostro materno de puérperas adolescentes e adultas e verificar a adequação nutricional de vitamina E do colostro oferecido ao lactente. MÉTODOS: participaram do estudo 72 puérperas, sendo 25 adolescentes e 47 adultas. Foram coletados 5 mL de sangue e 2 mL de colostro em condição de jejum para análise dos níveis de alfa-tocoferol. As amostras foram analisadas por cromatografia líquida de alta eficiência. A adequação nutricional do colostro para a vitamina E foi calculada pelo produto do volume estimado de ingestão de leite com a concentração de alfa-tocoferol no colostro e por comparação direta desse produto com o valor de referência para ingestão do nutriente (4 mg/dia). RESULTADOS: os níveis de alfa-tocoferol no soro de puérperas adolescentes e adultas foram, respectivamente, 30,8±9,8 e 34,1±9,5 µmol/L (média±DP). No colostro, as adolescentes apresentaram concentração de alfa-tocoferol de 32,9±15,8 µmol/L e as adultas de 30,4 ± 18,0 µmol/L, não sendo encontrada diferença significativa entre as concentrações séricas, assim como no colostro dos grupos estudados. CONCLUSÕES: Tanto as puérperas adolescentes quanto as adultas apresentaram um estado nutricional satisfatório de vitamina E refletido no colostro cujos valores foram capazes de suprir o requerimento nutricional do lactente...

Uso do eculizumab na síndrome hemolítica urêmica atípica: relato de caso e revisão da literatura

Vaisbich,Maria Helena; Henriques,Luciana dos Santos; Watanabe,Andréia; Pereira,Lilian Monteiro; Metran,Camila Cardoso; Malheiros,Denise Avancini; Modanez,Flávia; Silva,João Domingos Montoni da; Vieira,Simone; Macedo,Ana Catarina Lunz; Massarope,Bianca;
Fonte: Sociedade Brasileira de Nefrologia Publicador: Sociedade Brasileira de Nefrologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2013 Português
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Síndrome Hemolítico Urêmica atípica (SHUa), isto é, não associada à Escherichia coli, produtora de Shiga toxina, é vista em 5% a 10% dos casos de Síndrome Hemolítico Urêmica (SHU), podendo ocorrer em qualquer idade e ser esporádica ou familiar. O prognóstico nestes casos é reservado, com alta mortalidade e morbidade na fase aguda da doença, e cerca de 50% dos casos podem evoluir para doença renal crônica terminal. O aumento do conhecimento da patôgenese da SHUa (hiperativação da via alternativa do complemento) foi acompanhado pelo surgimento de uma droga, eculizumab, a qual age como inibidor da via final do complemento. Nosso objetivo é relatar um caso de lactente com SHUa que apresentou excelente resposta clínica e laboratorial com o uso de eculizumab. Lactente, 14 meses de idade, sexo masculino, previamente hígido, apresentou quadro de anemia e plaquetopenia aos 12 meses de idade. Foi tratado com corticoterapia e encaminhado ao nosso serviço por hipertensão arterial. Entretanto, os exames demonstraram acometimento renal com proteinúria nefrótica e hipoalbuminemia, com Coombs direto negativo. Evoluiu com anemia, plaquetopenia, piora de função renal e hipertensão. Realizada biópsia renal que mostrou microangiopatia trombótica (MAT). Diante do quadro de anemia não hemolítica...

Síndrome de Frey simulando eritema malar por alergia alimentar

Mozes,Fabiana; Tukiyama,Fabiana Uthida; Castro,Ana Paula B. M.; Corradi,Gabriela Ackel; Pastorino,Antonio Carlos; Fomin,Ângela Bueno F.; Jacob,Cristina Miuki A.
Fonte: Sociedade de Pediatria de São Paulo Publicador: Sociedade de Pediatria de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2007 Português
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OBJETIVO: Relatar um caso de síndrome de Frey em lactente, cujo eritema malar foi inicialmente associado à alergia alimentar. DESCRIÇÃO DO CASO: Lactente de um ano de idade, encaminhado ao ambulatório de alergia alimentar com eritema malar unilateral, localizado na área de distribuição do nervo auriculotemporal, após a ingestão de frutas e legumes. Nesta época, o paciente encontrava-se em dieta de restrição destes alimentos devido ao diagnóstico clínico de alergia alimentar. O paciente apresentava história de parto vaginal e tocotraumatismo. COMENTÁRIOS: O diagnóstico da síndrome de Frey (síndrome auriculotemporal ou de sudorese gustativa) foi estabelecido com base nas características clínicas do eritema malar desencadeado após a ingestão de alimentos e exclusão do diagnóstico de alergia alimentar. Nestes pacientes, o dano ao nervo auriculotemporal decorre, em geral, de tocotraumatismo, com regeneração alterada das fibras nervosas, resultando no eritema malar com a estimulação gustativa. Este caso ressalta a necessidade do diagnóstico correto da alergia alimentar, de tal modo que não sejam impostas dietas restritivas desnecessárias ao paciente. Em pacientes com eritema malar na trajetória do nervo auriculotemporal após ingestão de alimentos...

Influência do nível de habilidade e posição corporal no alcance de lactentes

Carvalho,RP; Gonçalves,H; Tudella,E
Fonte: Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Fisioterapia Publicador: Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Fisioterapia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2008 Português
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CONTEXTUALIZAÇÃO: Embora o desenvolvimento do alcance em diferentes posições corporais tem sido amplamente estudado, há poucas pesquisas sobre este assunto, considerando o nível de habilidade do lactente. Objetivo: Verificar como as posições corporais afetam os ajustes proximais e distais do alcance manual de lactentes de quatro a seis meses. MATERIAIS E MÉTODOS: Dez lactentes classificados como menos (n=6) e mais habilidosos (n=4) foram avaliados no mês de aquisição do alcance (M1) e após um mês de prática espontânea (M2), nas posições supina (0º), reclinada (45º) e sentada (70º). Foram analisados os ajustes proximais (alcances uni ou bimanuais) e distais (mão aberta, semi-aberta ou fechada), posição das mãos no início do movimento (perto ou longe do corpo) e movimentos de preensão. RESULTADOS: Houve predomínio de alcances unimanuais para os lactentes mais habilidosos. Os lactentes menos habilidosos apresentaram maior freqüência de alcances unimanuais em M1 (sentado) e M2 (supino e sentado). Houve predomínio de alcances com as mãos semi-abertas, exceto para lactentes mais habilidosos em M2 na posição reclinada. Lactentes menos habilidosos apresentaram mãos próximas ao corpo em M1 (reclinado e sentado) e M2 (reclinado)...

Avaliação do nível mínimo de audição em lactentes de seis a 24 meses por meio do reforço visual

Lemos,Isabel Cristina Cavalcanti; Tomé,Tatiana; Silva,Jéssika Nunes Gomes da; Lauris,José Roberto Pereira; Lopes,Andréa Cintra
Fonte: Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2007 Português
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OBJETIVO: Investigar, em campo livre, o comportamento auditivo de lactentes ouvintes de seis a 24 meses de idade cronológica, quanto aos aspectos de duração da avaliação, nível mínimo de resposta e análise crítica do método utilizado. MÉTODOS: Foram avaliados 30 lactentes, de ambos os gêneros, subdivididos em grupos etários: Grupo I - 6 meses a 11 meses 29 dias (n= 11); Grupo II - 12 meses a 17 meses 29 dias (n= 9); Grupo III - 18 meses a 24 meses (n= 10). Foram avaliadas as freqüências de 500, 1000, 2000 e 4000 Hz, bilateralmente, não seqüenciais, em campo livre. RESULTADOS: A mediana do nível mínimo de audição foi de 30 dB em todas as freqüências e todos os grupos. Observou-se que os Grupos I e III tiveram maior variabilidade dos níveis mínimos de audição enquanto o Grupo II mostrou-se mais homogêneo. O Grupo I necessitou de maior tempo de condicionamento, apresentando cansaço, agitação e tempo de atenção reduzido sendo necessário maior número de interrupções no exame. Já o Grupo III evidenciou menor motivação para responder ao teste, já que a técnica do reforço visual não é tão interessante nessa faixa etária, fazendo com que o desinteresse pelo reforço aconteça mais rapidamente. Estes aspectos não inviabilizam o procedimento...

Níveis de alfa-tocoferol no soro e leite materno de puérperas atendidas em maternidade pública de Natal, Rio Grande do Norte

Garcia,Lígia Rejane Siqueira; Ribeiro,Karla Danielly da Silva; Araújo,Katherine Feitosa de; Azevedo,Gabrielle Mahara Martins; Pires,Jeane Franco; Batista,Samara Dantas; Dimenstein,Roberto
Fonte: Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira Publicador: Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 Português
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OBJETIVOS: avaliar os níveis de alfa-tocoferol no soro e leite materno em diferentes estágios de lactação de puérperas e verificar a adequação nutri cional de vitamina E do leite oferecido ao lactente. MÉTODOS: participaram do estudo 32 parturientes adultas com idade média de 25 anos. Foram coletados 5 mL de sangue e 2 mL de colostro, em condição de jejum, para análise dos níveis de alfa tocoferol. Entre 10 e 15 dias pós-parto foram coletados mais 2 mL de leite. As amostras foram analisadas por Cromatografia Líquida de Alta Eficiência. A adequação nutricional do leite para a vitamina E foi calculada pelo produto do volume estimado de ingestão de leite com a concentração de α-tocoferol no leite e por comparação direta desse produto com o valor de referência para ingestão do nutriente (4 mg/dia). RESULTADOS: os níveis de alfa-tocoferol no sangue foram 29 ± 0,9 µmol/L (Média ± Erro padrão) e no colostro e leite de transição foram 28,7 ± 4,7 µmol/L e 7,8 ± 1,0 µmol/L, respectivamente. O consumo estimado de colostro forneceu 241% da recomendação dietética e o de leite de transição atingiu 66%. CONCLUSÕES: o grupo de mulheres estudadas apresentou um estado nutricional satisfatório de vitamina E...

Práticas alimentares de crianças desnutridas menores de dois anos de idade

Chuproski,Paula; Tsupal,Priscila Antunes; Furtado,Maria Cândida de Carvalho; Mello,Débora Falleiros de
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Enfermagem Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Enfermagem
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2012 Português
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Analisar práticas alimentares de crianças desnutridas menores de dois anos. Estudo exploratório e descritivo, com análise qualitativa dos dados, realizado a partir de observação participante e entrevistas. Participaram 42 sujeitos. Os dados foram submetidos à análise temática. Ao explorar as práticas alimentares dessas crianças, os temas que emergiram foram: quem prepara a alimentação e o que é preparado; como são preparados os alimentos; a rotina alimentar das crianças; onde e como as crianças são servidas. A alimentação era pouco variada; láctea, no café da manhã e lanches, e no almoço com alimentos como arroz, batata, feijão e, às vezes, carnes. Frutas e hortaliças eram escassas, e alimentos industrializados estavam presentes em todos os domicílios. Foi possível apreender o cotidiano das práticas alimentares, suas inadequações, insuficiência de alimentos, higiene precária dos alimentos complementares, influência das avós, ambiente inadequado às refeições e situação de vida das famílias.

Análise da associação entre tipos de aleitamento, presença de risco ao desenvolvimento infantil, variáveis obstétricas e socioeconômicas

Crestani,Anelise Henrich; Souza,Ana Paula Ramos de; Beltrami,Luciane; Moraes,Anaelena Bragança de
Fonte: Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2012 Português
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OBJETIVO: Investigar a associação entre tipo de aleitamento, presença de risco ao desenvolvimento infantil, e variáveis obstétricas e socioeconômicas. MÉTODOS: A amostra foi constituída de 182 díades mães-bebês. A coleta de dados ocorreu por meio de uma entrevista inicial que investigou o aleitamento, aspectos obstétricos, socioeconômicos, demográficos e psicossociais e a análise da interação mãe-bebê por meio do Protocolo de Índices de Risco ao Desenvolvimento Infantil. Os dados foram organizados em categorias em relação ao aleitamento, presença ou ausência de risco ao desenvolvimento infantil, variáveis obstétricas e socioeconômicas lançadas para a análise estatística. RESULTADOS: O tipo de aleitamento misto correlacionou-se de modo significativo à presença de risco ao desenvolvimento infantil e também às variáveis prematuridade, baixo peso, presença de intercorrências ao nascimento, e profissão. CONCLUSÃO: Fatores obstétricos como baixo peso, prematuridade e presença de intercorrências ao nascimento podem estar associados ao aleitamento misto, mesmo que as mães apresentem disponibilidade física e de tempo para o aleitamento. Tais fatores se associam às alterações nas interações iniciais detectadas por meio do protocolo de Índices de Risco ao Desenvolvimento Infantil.

Vantagens do aleitamento materno

Universidade Aberta do SUS da Universidade Federal do Maranhão - UNA-SUS/UFMA
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Publicado em // Português
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Este material compõe o Curso Autoinstrucional de Capacitação em Atenção Integral à Saúde Sexual e Reprodutiva I, produzido pela UNA-SUS/UFMA e voltado para médicos que atuam na Atenção Básica. Trata-se de um recurso educacional interativo que apresenta as vantagens do aleitamento materno, tanto para a mãe, quanto para a criança.