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Aterosclerose carotídea avaliada pelo eco-Doppler: associação com fatores de risco e doenças arteriais sistêmicas; Carotid atherosclerosis evaluated by Doppler ultrasound: association with risk factors and systemic arterial disease

FREITAS, Procopio de; PICCINATO, Carlos Eli; MARTINS, Wellington de Paula; MAUAD FILHO, Francisco
Fonte: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) Publicador: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV)
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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CONTEXTO: A aterosclerose carotídea apresenta alta prevalência populacional e associação com vários fatores de risco, contribuindo para altos índices de morbidade e mortalidade. OBJETIVO: Pesquisar a freqüência e associação da aterosclerose de carótidas extracranianas com: idade, sexo, hipertensão arterial, doença coronária isquêmica, tabagismo, diabetes melito tipo 2, obesidade, doença arterial oclusiva periférica, acidente vascular cerebral, oclusão carotídea, espessamento médio-intimal e acotovelamento. MÉTODOS: Foram avaliadas as artérias carótidas extracranianas, bilateralmente, de 367 indivíduos (132 homens e 235 mulheres) com idade média de 63 anos (35 a 91 anos) por anamnese, semiologia clínica e ultra-sonografia. A possibilidade da associação entre aterosclerose carotídea representada por placas ateromatosas inespecíficas com estenose > 10%, ateromatose discreta e difusa com estenose < 10% e os fatores de risco enunciados foi analisada estatisticamente pelo odds ratio e seus intervalos de confiança de 95%. RESULTADOS: A freqüência da aterosclerose carotídea foi de 52%, e do espessamento médio-intimal, de 30,2%. Houve associação entre a aterosclerose (ateromatose discreta e difusa e placas ateromatosas inespecíficas) com idade > 64 anos...

Aterosclerose na artrite reumatóide e sua associação com auto-imunidade humoral; Atherosclerosis in rheumatoid arthritis and its relationship with humoral autoimmunity

Pereira, Ivânio Alves
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 28/02/2007 Português
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37.44%
Objetivos: Muitas questões permanecem sobre as causas da aterosclerose acelerada nos pacientes com doenças inflamatórias sistêmicas como a artrite reumatóide (AR). Estudos na população geral sugeriram que além da inflamação existe uma participação patogênica da auto-imunidade na aterosclerose e discutem a possível associação dos anticorpos contra fosfolípides e proteínas de choque térmico (Hsp). O objetivo deste estudo foi investigar a presença de anticorpos contra fosfolípides, beta2-glicoproteína 1 (beta2-gp1), lipoproteína lipase (LPL) e Hsp em pacientes com AR e avaliar a associação entre estes anticorpos com a presença de aterosclerose subclínica de carótidas. Métodos: Anticorpos contra cardiolipina (aCL) IgG e IgM, beta2-gp1 IgG, IgM e IgA , Hsp 60 e Hsp 65 foram testados por ELISA em um grupo de 71 pacientes com AR comparado com 53 indívíduos controles não portadores de AR, de idade e sexo similar. Foram excluídos os pacientes com HAS, diabetes melitos e os fumantes em ambos os grupos. Níveis de lipoproteínas, parâmetros clínicos da AR, questionário de avaliação de saúde (HAQ), escore de atividade da doença (DAS) 28, velocidade de hemossedimentação (VHS) e proteína C reativa (PCR) foram avaliadas. A associação entre a presença dos anticorpos aCL...

Avaliação da aterosclerose subclínica coronária, carotídea e rigidez aórtica em portadores de hipercolesterolemia familiar; Evaluation of subclinical coronary and carotid atherosclerosis and aortic stiffness in subjects with familial hipercholesterolemia

Martinez, Lilton Rodolfo Castellan
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 26/02/2008 Português
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37.34%
A Hipercolesterolemia Familiar (HF) é uma doença caracterizada por aterosclerose precoce. Contudo, o curso clínico da doença coronária na HF é variável. A detecção da aterosclerose subclínica, pela espessura íntima média (IMT) carotídea, calcificação da artéria coronariana (CAC) e da rigidez arterial pela velocidade de onda de pulso (VOP) em portadores de HF pode ser útil na estratificação do risco cardiovascular. O objetivo primário deste estudo foi avaliar se existe correlação da CAC, IMT e VOP em portadores de HF. Como objetivos secundários, comparar estes marcadores de aterosclerose subclínica nos HF em relação a controles pareados por idade e sexo (CTRL) e avaliar quais são os principais fatores que influenciam a VOP carotídeo-femoral a IMT carotídea e a CAC, em pacientes com HF. Material e Métodos: Analisamos 89 HF (39±14 anos, 38% homens, LDL-c médio de 279 mg/dL) e 31 controles pareados para sexo e idade (CTRL) (LDL-c médio de 102mg/dL). Determinamos o IMT pela ultra-sonografia de alta definição tipo "echotracking" (Wall-Track System2), a VOP pelo método Complior®, CAC pela tomografia de múltiplos detectores, perfil lipídico e variáveis bioquímicas como Lp(a), PCR as, apoA1 e apoB. Foram calculados respectivamente o risco de DAC em 10 anos e a carga de exposição ao colesterol pelos escore de Framingham (ERF) e pelo índice LDL-c x idade (LYS). Resultados: Os HF apresentaram maior ERF (%) (7 ± 3 vs. 3 ± 3...

Associação da aterosclerose com polimorfismo de TLR2, TLR4, TNF-α e IL-6 e suas expressões em pacientes diabéticos tipo 2; Association of the atherosclerosis with TLR2, TLR4, TNF-α e IL-6 polymorphisms and their expressions in type 2 diabetics patients

Silva, Fernanda Abujamra da
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 20/04/2010 Português
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37.44%
O Diabete tipo 2 é uma síndrome heterogênea caracterizada por resistência à insulina e /ou diminuição relativa da função secretora das células β pancreáticas. Os Diabéticos têm risco maior de desenvolver aterosclerose, que é uma doença inflamatória crônica que envolve a resposta imune. Os TLRs sinalizadores da resposta imune inata que ativam vias que participam na regulação da inflamação podem estar associados com a patogênese da aterosclerose. Além disso, são capazes de induzir a resistência à insulina. Estudos sugerem que a inflamação é um fator chave na aterogênese em diabéticos tipo 2. Citocinas pró-inflamatórias, como a IL-6 e o TNF-α, são produzidas pelo tecido adiposo em grande quantidade em indivíduos obesos, especialmente em pacientes com DM2. Este estudo tem por objetivo avaliar a associação dos genes do TLR2, TLR4, TNF-α e IL-6 com o diabetes tipo 2 e com a aterosclerose. Foram selecionados sessenta e um indivíduos DM2 e trinta e nove indivíduos normoglicêrmicos (grupo controle) na seção de Coronárias do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia (São Paulo, Brasil). O ultra-som de carótida foi utilizado para avaliar a presença de aterosclerose. Os polimorfismos dos genes TLR4 (Thr399lle)...

Periodontite e aterosclerose: a busca de evidências; Periodontitis and atherosclerosis: the search for evidence

Saraiva, Adriana Paiva Camargo
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 07/04/2010 Português
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37.4%
As doenças cardiovasculares (DCV) de origem aterosclerótica estão entre as principais causas de morbimortalidade cardiovascular. A periodontite, por meio de bacteremia e endotoxemia, tem sido apontada como possível fator de risco para início e progressão da aterosclerose. A proposta desta revisão foi buscar, reunir e analisar evidências científicas atuais de nível I e II sobre a associação entre periodontite e aterosclerose em seres humanos. As bases de dados consultadas foram: Medline (Medical Literature Analysis and Retrieval System), registro Cochrane de ensaios controlados (Cochrane Central Register of Controlled Trials - Central) e registro Cochrane de revisões sistemáticas (Cochrane Databasis of Systematic Reviews - CDSR). Foram identificados 532 estudos, sendo 22 elegíveis, dos quais nove atenderam aos critérios de inclusão. A amostra foi composta por 100% de ensaios clínicos randomizados controlados (ECRC). Oito estudos (89%) avaliaram o efeito do tratamento periodontal quanto aos parâmetros clínicos periodontais e marcadores relacionados à fisiopatologia da aterosclerose, em três destes (37,5%) o efeito do tratamento periodontal foi testado com antibioticoterapia e um (11%) avaliou o efeito somente da antibioticoterapia. Sete (78%) avaliaram níveis séricos de proteína C-reativa (PCR) antes e após o tratamento periodontal...

Papel de CD100 na patogênese da aterosclerose; Role of CD100 in the pathogenesis of atherosclerosis

Luque, Maria Carolina Aquino
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 25/02/2011 Português
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37.34%
A aterosclerose é uma doença degenerativa crônica dos vasos, com conseqüências clínicas agudas que incluem o infarto do miocárdio e o acidente vascular cerebral, resultantes geralmente da ruptura da placa e trombose. É atualmente reconhecida como de característica inflamatória, iniciada e propagada no contexto da hipercolesterolemia. Um trabalho de nosso grupo utilizou técnicas de phage display para comparar placas ateroscleróticas e carótidas normais objetivando a busca de proteínas alteradas potencialmente envolvidas na patogênese da doença. Diversas semaforinas e plexinas (receptores de semaforinas) foram identificadas dentre elas a plexina B1, que possui alta afinidade por CD100, sugerindo assim uma concentração aumentada de CD100 na placa aterosclerótica. CD100 foi a primeira semaforina descrita no sistema imune e a única até hoje descrita como possuidora de duas formas de funcionalidades distintas, sendo uma de membrana (mCD100) e outra solúvel (sCD100). Neste trabalho demonstramos a expressão da semaforina CD100 em macrófagos e células espumosas em placas ateroscleróticas humanas, assim como seu padrão de expressão ao longo da diferenciação monócito-macrófago-célula espumosa, e sob estímulos distintos. Além disso...

Prevalência da aterosclerose subclínica em mulheres na pós-menopausa com risco cardiovascular baixo e intermediário estimado pelo escore de Framingham; Prevalence of subclinical atherosclerosis in postmenopausal women with low and intermediate cardiovascular risk estimated by Framingham score

Petisco, Ana Cláudia Gomes Pereira
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 29/04/2014 Português
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37.44%
As doenças cardiovasculares permanecem como principal causa de mortalidade entre mulheres de vários países, entre eles, o Brasil. A doença arterial coronária ocorre duas a três vezes mais nas mulheres na pós-menopausa que na pré-menopausa, fato possivelmente explicado pela proteção estrogênica. A estratificação de risco pelos escores tradicionais, como o de Framingham, muitas vezes, apresenta-se falha, havendo constante busca por métodos auxiliares (clínicos, laboratoriais ou de imagem) que ajudem na identificação precoce das mulheres mais predispostas a apresentar um evento cardiovascular. O objetivo principal deste estudo foi determinar a prevalência da aterosclerose subclínica em mulheres na pós-menopausa com risco baixo e intermediário pelo escore de risco de Framingham (ERF), avaliando, nas artérias coronárias, o escore de cálcio, na aorta, a presença de calcificação e, nas artérias carótidas, a espessura mediointimal (EMI), a presença de placas ateroscleróticas e a rigidez arterial pela velocidade de onda de pulso (VOP). Os objetivos secundários foram: 1. Avaliar a EMI e presença de placas na artéria subclávia direita, identificando sua correlação com dados clínicos e laboratoriais; e 2. Avaliar associação entre a expressão do mRNA dos genes TNFA...

Prevalência de aterosclerose de carótida e fatores associados em mulheres a partir do climatério; Prevalence and predictors of carotid atherosclerosis in pre- and post-menopausal women

Barros, Isly Maria Lucena de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 19/08/2014 Português
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37.48%
Introdução: As doenças cardiovasculares permanecem como a principal causa de morbimortalidade entre as mulheres no Brasil e no mundo. Estratégias de prevenção primária baseadas na detecção dos fatores de risco tradicionais para aterosclerose, têm sido pouco eficazes para reduzir as altas taxas de mortalidade nessa população. O presente estudo tem como objetivo primário detectar e quantificar a presença de aterosclerose na sua fase subclínica, em mulheres climatéricas e pós-menopausadas. Métodos: Foram estudadas 823 mulheres de 45 a 65 anos de idade (idade média 54,3 ± 5,3 anos), no período peri e pós-menopausa, sem doença cardiovascular conhecida, ou em uso de terapia de reposição hormonal, residentes em Recife, Nordeste do Brasil. Todas foram submetidas a avaliação clínica e dosagens bioquímicas, que incluíram os níveis de glicose, lipídios, proteína C-reativa, hormônio folículo-estimulante, adiponectina e aldosterona. Ultrassonografia modo B foi utilizada na avaliação carotídea; medidas da espessura íntima média carotídea (EIMC) foram determinadas na parede posterior da artéria carótida comum (ACC) utilizando-se um "software" de leitura automatizada; aterosclerose carotídea foi definida quando da presença de placa carotídea e/ou EIMC > 1mm. Resultados: De 823 mulheres...

Aterosclerose subclínica e marcadores de inflamação, de resistência à insulina e genéticos em portadores de hiperglicemia; Subclinical atherosclerosis and inflammation, insulin resistance and genetic markers in hyperglycemic patients

Manfredi, Adriana Bertolami
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 29/10/2014 Português
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37.44%
A doença aterosclerótica macrovascular se inicia em fases precoces das alterações do metabolismo glicídico. Este estudo teve por objetivos: 1) avaliar a prevalência de aterosclerose subclínica diagnosticada por métodos não-invasivos em indivíduos com indicação de teste oral de tolerância a glicose; 2) avaliar a distribuição de biomarcadores e de marcadores genéticos nessa população; e 3) determinar os fatores de risco para aterosclerose subclínica em pacientes disglicêmicos. Indivíduos em prevenção primária foram inicialmente submetidos a teste oral de tolerância a glicose e classificados em grupos controle, glicemia de jejum alterada, intolerância à glicose e diabete melito; posteriormente, foram submetidos a pesquisa de aterosclerose subclínica e de biomarcadores, e a avaliação de polimorfismos genéticos e expressão gênica. Foram incluídos 103 pacientes no grupo controle, 80 no grupo glicemia de jejum alterada, 98 no grupo tolerância diminuída à glicose e 59 no grupo diabete melito, com média de idade de 59 + 7,4 anos, sendo 62,4% mulheres. Não foram encontradas diferenças quanto às características clínicas e laboratoriais entre os grupos. Foi observada alta prevalência de aterosclerose subclínica na população (77...

Associação entre placa de aterosclerose em aorta torácica e alterações morfofuncionais cardíacas, em pacientes com acidente vascular cerebral

Hueb, João Carlos
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 116 f.
Português
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37.4%
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); Pós-graduação em Fisiopatologia em Clínica Médica - FMB; Placa de aterosclerose em aorta torácica é uma importante causa de acidente vascular cerebral (AVC) e ataque isquêmico transitório (AIT). Sua gênese estaria relacionada com migração, para a circulação cerebral, de trombos e cristais de colesterol que se desprenderiam de placas complexas, localizadas na aorta torácica proximal. Existem várias semelhanças entre a fisiopatologia do desenvolvimento da placa de aterosclerose e a remodelação miocárdica. Por causa disso, formulou-se a hipótese de que a avaliação de pacientes com AVC e AIT, por meio do ecocardiograma transtorácico ((ETT), pode identificar características associadas com risco aumentado de placa de aterosclerose em aorta. Os objetivos desse estudo foram: 1) avaliar a incidência de placa de aterosclerose em aorta torácica de pacientes com história de AVC e AIT prévios, por meio do ecocardiograma transesofágico (ETE); 2) avaliar se existe associação entre a presença dessas placas e sinais de remodelação ventricular, observados por meio do ETT; e, finalmente, 3) analisar os níveis séricos de proteína C reativa de alta sensibilidade (PCRas)...

Caracterização fenotípica e funcional das células T CD4+CD28null em pacientes com doença coronariana e indivíduos saudáves portadores de fatores de risco para aterosclerose; Phenotypic and functional characterization of CD4+CD28null Tcells in patients with coronary artery disease and healthy individuals with and without risk factors for atherosclerosis

Fábio Haach Téo
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 27/08/2010 Português
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37.4%
A aterosclerose é uma doença inflamatória caracterizada por uma intensa atividade imunológica que culmina na formação de lesões nos vasos sanguíneos. As síndromes coronarianas agudas (SCA) representam graves complicações da aterosclerose. Pacientes com SCA podem ser diferenciados de indivíduos saudáveis pela frequência aumentada de células T CD4+ CD28null no sangue periférico. Tais células têm sido relacionadas a processos inflamatórios crônicos, como os que ocorrem em indivíduos portadores de fatores de risco clássicos para a doença aterosclerótica. O objetivo do presente estudo foi avaliar as possíveis diferenças quanto ao número e as características das células T CD4+ CD28null presentes no sangue periférico de pacientes com doença coronariana e indivíduos saudáveis com ou sem fatores de risco para o desenvolvimento de aterosclerose. Para tanto, células mononucleares do sangue periférico (CMSP) de controles (C), indivíduos portadores de fatores de risco (FR), pacientes com angina estável (AE) e pacientes com síndromes coronarianas agudas (SCA) foram diretamente submetidas à citometria de fluxo (ex vivo) para quantificação de células CD4+ CD28null e detecção de perforina, granzimas A e B...

Evolução e involução da aterosclerose estudo experimental em coelhos hipercolesterolêmicos; Evolution and involution of atherosclerosis experimental study in hypercholesterolemic rabbits

Michiko Regina Ozaki
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 16/06/2011 Português
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37.44%
A regressão da aterosclerose é ainda um campo muito amplo a ser pesquisado, com mecanismos a serem desvendados, sendo o coelho um animal utilizado internacionalmente para fins de pesquisa, nesta área. Este trabalho foi realizado com objetivo de verificar a evolução e involução da aterosclerose em coelhos hipercolesterolêmicos e sua relação com a função endotelial, lípides plasmáticos, colesterol e peroxidação tecidual e quantificação de aterosclerose. Foram utilizados 30 coelhos da raça Nova Zelândia, com peso inicial de 3,0 a 3,5 kg e divididos em 6 grupos (n=5): G1 - animais não hipercolesterolêmicos; G2 - animais hipercolesterolêmicos; G3 - animais hipercolesterolêmicos, seguidos por 4 meses de dieta não hipercolesterolêmica; G4 - animais hipercolesterolêmicos, seguidos por 1 mês de dieta não hipercolesterolêmica e tratamento com rosuvastatina (5,0mg/animal/dia); G5 - animais hipercolesterolêmicos, seguidos por 2 meses de dieta não hipercolesterolêmica e tratamento com rosuvastatina (5,0mg/animal/dia); G6 - animais hipercolesterolêmicos, seguidos por 4 meses de dieta não hipercolesterolêmica e tratamento com rosuvastatina. (5,0mg/animal/dia). Sendo que os animais dos grupos G2 a G6 foram alimentados com dieta hipercolesterolêmica composta de colesterol a 0...

Contributo da inflamação e de factores de risco cardiovascular tradicionais para o desenvolvimento de aterosclerose subclínica : estudo comparativo de duas doenças reumáticas inflamatórias sistémicas

Santos, Maria José Parreira dos, 1961-
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2011 Português
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37.4%
Tese de doutoramento, Medicina (Reumatologia), Universidade de Lisboa, Faculdade de Medicina, 2012; A artrite reumatóide (AR) e o lúpus eritematoso sistémico (LES) são doenças inflamatórias crónicas que afectam predominantemente mulheres em idade jovem. Na AR e no LES a aterosclerose subclínica e os eventos cardiovasculares (CV) são mais frequentes e ocorrem em idades mais precoces do que na restante população. Comparativamente à população geral estima-se que o risco de eventos CV seja 2 a 3 vezes mais elevado nos doentes com AR e 2 a> 10 vezes superior nos doentes com LES, sendo o risco relativo de eventos coronários particularmente alto (RR 52.43; IC 95% 21.6- 98.5) entre as mulheres lúpicas com idades compreendidas entre os 35 e os 44 anos. O aumento do risco CV na AR e no LES não é totalmente explicado pela presença de factores de risco (FR) clássicos e os scores de risco não captam este acréscimo. Os eventos CV constituem a principal causa de morte em ambas as doenças, sendo responsáveis por cerca de metade dos óbitos na AR. Já no lúpus a mortalidade segue um padrão bi-modal, existindo um pico inicial devido à actividade da doença e a complicações infecciosas e um pico mais tardio atribuído a doença vascular aterosclerótica. Acresce que a prevalência de eventos CV na AR e no LES tem-se mantido inalterada ao longo das últimas décadas...

Escore de cálcio na avaliação da aterosclerose em pacientes com HIV/AIDS

Monteiro,Verônica Soares; Lacerda,Heloisa Ramos; Uellendahl,Marly; Chang,Tien Man; Albuquerque,Valéria Maria de; Zirpoli,Josefina Cláudia; Ximenes,Ricardo Araes; Albuquerque,Maria de Fátima Militão de; Miranda Filho,Demócrito de Barros; Sobral Filho
Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC Publicador: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2011 Português
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37.53%
FUNDAMENTO: A terapia antirretroviral aumentou drasticamente a expectativa de vida em pacientes com HIV/AIDS, embora a aterosclerose esteja associada a uma terapia de longo prazo. OBJETIVO: Investigar a prevalência de aterosclerose em pacientes com AIDS submetidos à terapia antirretroviral e a influência de tratamentos de diferentes regimes e durações. MÉTODOS: Pacientes com HIV/AIDS foram abordados durante consultas de rotina. Aqueles que estiveram em terapia antirretroviral por, pelo menos, dois anos tiveram o sangue coletado para análise do perfil lipídico e da glicemia em jejum e foram submetidos à tomografia computadorizada cardíaca para quantificação do escore de cálcio dentro de seis dias, no máximo. A aterosclerose foi definida como escore de cálcio maior que zero (CAC > 0). Fatores de risco tradicionais, síndrome metabólica e o escore de Framingham foram analisados. RESULTADOS: Cinquenta e três pacientes realizaram tomografia computadorizada cardíaca: 50,94% eram do sexo masculino, com idade média de 43,4 anos; 20% tinham hipertensão; 3,77% tinham diabetes; 67,92% tinham hipercolesterolemia; 37,74% tinham hipertrigliceridemia; 47,17% tinham HDL baixo; 24,53% atenderam aos critérios para síndrome metabólica; 96...

Associação dos biomarcadores com aterosclerose e risco para doença coronariana em portadores de HIV

Falcão,Maria da Conceição Brandão de Arruda; Zírpoli,Josefina Cláudia; Albuquerque,Valéria Maria de; Markman Filho,Brivaldo; Araújo,Nelson Antônio Moura de; Falcão,Creso Abreu; Miranda-Filho,Demócrito de Barros; Ximenes,Ricardo Alencar de Arrae
Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC Publicador: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2012 Português
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37.51%
FUNDAMENTO: O uso maciço da Terapia Antirretroviral (TARV) na população com vírus da imunodeficiência adquirida (HIV) coincidiu com um aumento das doenças cardiovasculares, causa importante de morbimortalidade nesse grupo. OBJETIVO: Determinar a frequência de aterosclerose carotídea e avaliar a associação entre os níveis dos biomarcadores e o espessamento da camada médio-intimal carotídea em indivíduos HIV positivos, atendidos em serviços de referência para HIV em Pernambuco. MÉTODOS: Corte transversal com 122 pacientes HIV positivos. Considerou-se aterosclerose carotídea subclínica o aumento da espessura da camada média intimal da carótida comum > 0,8 milímetros ou placas no ultrassom de carótidas. Os biomarcadores inflamatórios analisados foram IL6, IL1-β, TNF-α, PCR-ultrassensível, sVCAM-1 e sICAM-1. RESULTADOS: Dos 122 pacientes analisados, a maioria era de homens (60,7%), com > 40 anos (57,4%), em uso de TARV (81,1%). A prevalência de aterosclerose foi de 42,6% (52 casos). Pacientes com idade acima de 40 anos e Framingham intermediário ou alto apresentaram maior chance de desenvolver aterosclerose na análise univariada. Idade acima de 40 anos (OR = 6,57 IC 2,66 -16,2; p = 0,000), sexo masculino (OR = 2...

Aterosclerose carotídea avaliada pelo eco-Doppler: associação com fatores de risco e doenças arteriais sistêmicas

Freitas,Procopio de; Piccinato,Carlos Eli; Martins,Wellington de Paula; Mauad Filho,Francisco
Fonte: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) Publicador: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 Português
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CONTEXTO: A aterosclerose carotídea apresenta alta prevalência populacional e associação com vários fatores de risco, contribuindo para altos índices de morbidade e mortalidade. OBJETIVO: Pesquisar a freqüência e associação da aterosclerose de carótidas extracranianas com: idade, sexo, hipertensão arterial, doença coronária isquêmica, tabagismo, diabetes melito tipo 2, obesidade, doença arterial oclusiva periférica, acidente vascular cerebral, oclusão carotídea, espessamento médio-intimal e acotovelamento. MÉTODOS: Foram avaliadas as artérias carótidas extracranianas, bilateralmente, de 367 indivíduos (132 homens e 235 mulheres) com idade média de 63 anos (35 a 91 anos) por anamnese, semiologia clínica e ultra-sonografia. A possibilidade da associação entre aterosclerose carotídea representada por placas ateromatosas inespecíficas com estenose > 10%, ateromatose discreta e difusa com estenose < 10% e os fatores de risco enunciados foi analisada estatisticamente pelo odds ratio e seus intervalos de confiança de 95%. RESULTADOS: A freqüência da aterosclerose carotídea foi de 52%, e do espessamento médio-intimal, de 30,2%. Houve associação entre a aterosclerose (ateromatose discreta e difusa e placas ateromatosas inespecíficas) com idade > 64 anos...

Associação entre doença periodontal e aterosclerose subclínica: uma revisão sistemática

Batista,Rafaela das Mercês; Zandonade,Eliana; Roelke,Leonard Hermann; Emmerich,Adauto Oliveira; Rosetti,Elizabeth Pimentel; Molina,Maria Del Carmen Bisi; Santos Neto,Edson Theodoro dos
Fonte: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) Publicador: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2011 Português
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A associação entre doença periodontal e o desenvolvimento de aterosclerose tem sido pesquisada. Esta revisão sistemática da literatura se propõe a verificar a associação entre a doença periodontal e a aterosclerose subclínica. A pesquisa utilizou as bases de dados: PubMed, Scopus, LILACS, BBO, Biblioteca Cochrane e Scielo com os termos: "doença periodontal", "periodontite", "carótida" e "aterosclerose". Foram excluídos artigos: que apresentaram resumos escritos em idiomas diferentes do português, inglês e espanhol; com abordagem laboratorial em modelos experimentais; sem descrição ou referência a estimadores de associação entre doença periodontal e aterosclerose subclínica; pesquisas que realizaram a medida da doença periodontal por parâmetros diferentes de exames clínicos; pesquisas que não analisaram a espessura da íntima média da artéria carótida através de exame de ultrassom; e que abordassem grupos específicos. Foram comparados os desenhos de estudo, protocolos de medida e os dados relatados. De um total de 63 referências, apenas 10 artigos contemplavam todos os critérios de inclusão, distribuídos em: 1 estudo longitudinal, 6 transversais e 3 casos controles. Observou-se uma heterogeneidade entre os estudos em relação ao método de mensuração da doença periodontal e os desfechos da aterosclerose. Concluiu-se que infecções periodontais são fortemente associadas ao desenvolvimento da aterosclerose subclínica...

Detecção precoce da aterosclerose por utrassonografia Doppler em pacientes infectados pelo vírus da imunodeficiência humana em uso de terapia antirretrovial

Tenorio Albuquerque Godoi Berenguer de Barros e Silva, Emmanuelle; Teixeira Brandt, Carlos (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
Português
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Indivíduos infectados pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) têm morbi-mortalidade aumentada por aterosclerose precoce e eventos cardiovasculares a ela associados. As alterações na parede arterial ocorrem silenciosamente, mas podem ser visualizadas no modo-B da ultrassografia, através da medida do complexo médio-intimal (CMI). Estas precedem os eventos clínicos, que já são conseqüência da doença aterosclerótica avançada. A mortalidade aumentada em indivíduos com HIV por eventos cardiovasculares em jovens, muitas vezes sem fatores de risco clássicos para a aterosclerose, é motivo de preocupação. Não está claro, porém qual a real contribuição da terapia antiretroviral potente (TARV) e do HIV no aumento do risco de doença cardiovascular. A medida do CMI e do índice tornozelo-braço (ITB) por meio da ultrassonografia (USG) são marcadores não-invasivos e precoces da aterosclerose e podem refletir no aumento do risco cardiovascular global. Foram selecionados 70 pacientes com HIV em uso de antirretroviral (ARV) por mais de cinco anos (casos) e 70 indivíduos sem HIV (controles), pareados por sexo e idade. Todos os indivíduos foram avaliados através da medida do CMI em carótidas comuns, internas, femorais e subclávia direita (origem e segmento médio). Foram realizadas as medidas manual e automática do CMI nas carótidas comuns e também foi calculado o ITB. Os fatores de risco clássicos de aterosclerose e as características específicas dos infectados pelo HIV (tempo de doença...

Aterosclerose subclínica em indivíduos com HIV/AIDS em uso do primeiro esquema antirretroviral fatores associados e o papel da terapia

Maria Gonçalves de Albuquerque, Valéria; Ramos Lacerda de Melo, Heloísa (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
Português
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Os indivíduos infectados pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) apresentam riscos significativamente aumentados de desenvolver doença arterial coronariana. A aterosclerose subclínica de carótidas é preditora de eventos cardiovasculares futuros, uma vez que a sua presença tem relação com a aterosclerose coronariana. Por sua vez, a terapia antirretroviral combinada (TARV) induz a distúrbios metabólicos nos indivíduos infectados, entretanto, a sua relação com a doença vascular aterosclerótica ainda não está inteiramente esclarecida. Assim, propondo-se a avaliar a associação entre aterosclerose subclínica com diferentes classes e drogas ARV - ITRNN e IP; com características imunológicas, virológicas e clínicas da infecção pelo HIV; com características sociodemográficas e com alterações metabólicas, em indivíduos HIV/Aids, em primeiro esquema ARV, atendidos nos dois maiores centros de tratamento da Aids em Pernambuco - Hospitais Correia Picanço e Universitário Oswaldo Cruz, esse estudo foi realizado. O estudo desenvolvido foi do tipo caso-controle e envolveu 694 indivíduos com HIV/Aids, 236 sem terapia antirretroviral e 458 sob TARV. Uma segunda análise foi realizada em 351 indivíduos menores de 40 anos e 346 ≥ 40 anos...

Associação entre os biomarcadores inflamatórios e moléculas de adesão e a presença de aterosclerose carotídea e fatores de risco para doença arterial coronariana em pacientes HIV positivos

da Conceição Falcão, Maria; Ramos Lacerda de Melo, Heloísa (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
Português
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A introdução da terapia antirretroviral altamente potente (TARV) para tratamento da população infectada pelo vírus da Imunodeficiência adquirida (HIV) resultou num acréscimo das doenças cardiovasculares, as quais representam uma das principais causas de morbimortalidade neste grupo de pacientes. O objetivo do presente estudo foi determinar a frequência de aterosclerose carotídea e sua associação com os biomarcadores em indivíduos HIV positivos. Trata-se de um estudo de corte transversal observacional. Considerou-se aterosclerose carotídea subclínica o aumento da espessurra da camada média intimal das carótidas maior ou igual que 0,8 milímetro através da ultrassonografia de carótidas. Os biomarcadores inflamatórios analisados foram IL6, IL1-Beta, TNF-alfa, PCR-us, sVCAM-1 e sICAM-1. Dos 162 pacientes analisados, com maioria masculina (59,3%), idade maior igual a 40 anos (60,5%) e em uso de TARV (82,1%). A prevalência de aterosclerose foi de 36,4% (59 casos). O sVCAM-1 estava elevado em 97(59,9%) pacientes, o sICAM-1 em 4(2,5%), o TNF-alfa em 112(69,1%), o IL6 em 113(69,7%), o IL1-Beta em 17(10,5%) e a PCR-us em 61(37,6%). Os pacientes masculinos, com idade ≥40 anos, com síndrome metabólica e Framingham médio/alto apresentaram chances maiores de desenvolver aterosclerose...