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Imunidade e envelhecimento: a autoimunidade nos idosos

Mota-Pinto, Anabela; Santos-Rosa, Manuel
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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27.1%
A redução da mortalidade tem resultado num aumento impressionante da expectativa de vida, contribuindo para o crescimento de uma população envelhecida, de uma forma completamente oposta ao que acontecia há alguns anos atrás, em que uma grande fertilidade e uma alta mortalidade mantinham a população jovem.

Mutação em NRAS causa uma síndrome autoimune linfoproliferativa humana; NRAS mutation causes a human autoimmune lymphoproliferative syndrome

Oliveira Filho, João Bosco de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 21/08/2008 Português
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27.1%
A subfamília p21 RAS de pequenas GTPases, incluindo KRAS, HRAS e NRAS, participa de muitas redes de sinalização, incluindo proliferação celular, organização do citoesqueleto e apoptose, e é o alvo mais freqüente de mutações ativadoras em câncer. Mutações germinativas em KRAS e HRAS causam graves anormalidades desenvolvimentais levando às síndromes de Noonan, cárdio-facial-cutânea e Costello, porem mutações ativadoras germinativas em NRAS não foram descritas até hoje. A síndrome autoimune linfoproliferativa (ALPS) é o mais comum defeito genético de apoptose linfocitária, cursando com autoimunidade e acúmulo excessivo de linfócitos, particularmente do tipo T + CD4- CD8-. As mutações causadoras de ALPS descritas até hoje afetam a apoptose mediada por Fas, uma das vias extrínsecas de apoptose. Nós demonstramos aqui que os principais achados clínicos de ALPS, bem como uma predisposição para tumores hematológicos, podem ser causados por uma mutação heterozigota ativadora G13D no oncogene NRAS, sem causar prejuízo na apoptose mediada por Fas. O aumento na quantidade intracelular de NRAS ativo, ligado a GTP, induziu a um aumento da sinalização na via RAF/MEK/ERK, o que suprimiu a expressão da proteína pró-apoptótica BIM...

Expressão dos receptores das interleucinas de cadeia gama comum em linfócitos T periféricos de pacientes portadores de diabetes mellitus tipo 1 com início recente; Expression of common gamma chain cytokines receptors in periphereal T lymphocytes of recent onset type 1 diabetes patients

Crisostomo, Lindiane Gomes
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 27/08/2010 Português
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27.4%
O Diabetes Mellitus tipo 1 (DM1A) é uma doença autoimune caracterizada pela infiltração pancreática de linfócitos T e B, macrófagos e células dendríticas, levando à perda progressiva da capacidade de secreção de insulina pelas células beta pancreáticas. A homeostase das células T, ou seja, o desenvolvimento e manutenção apropriados dos números e funções das células T são essenciais para a integridade do sistema imune. Classicamente acreditava-se que as células T CD4+ poderiam se subdividir em duas populações efetoras distintas, T helper 1 e T helper 2. Recentemente, foram descritas duas novas vias de ativação de linfócitos T CD4+: a via Th17, que tem papel fundamental na autoimunidade; a via T regulatória, onde células T CD4+CD25+ high são essenciais na tolerância periférica e proteção contra autoimunidade. As Interleucinas (IL) de cadeia gama comum agem em várias etapas desta diferenciação linfocítica. A IL-21 é o membro mais recente desta família de citocinas, que inclui também: IL-2, IL-4, IL-7 , IL-9 e IL-15. A IL-21 atua através da interação com seu receptor, o IL-21R, apresentando ações pleiotrópicas e, como regra, pró-inflamatórias. Em estudos com modelos animais de diabetes autoimune verificou-se que a IL-21 e seu receptor são essenciais para o desenvolvimento da doença...

Imunorregulação central e periférica em pacientes com Síndrome de Down e autoimunidade; Central and peripheral immunoregulation in patients with Down syndrome and autoimmunity

Ribeiro, Luciana Maria de Andrade
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 24/11/2011 Português
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38.03%
Introdução: A Síndrome de Down (SD) é uma doença genética de alta prevalência, com várias alterações imunológicas decorrentes da disfunção tímica associada à doença. Neste estudo, avaliou-se a associação entre presença de autoimunidade e disfunção do timo em pacientes com SD. Métodos: Foram avaliados 22 pacientes com SD (11 com autoimunidade e 11 sem), que preenchiam os critérios de inclusão: diagnóstico clinico e genético, idade > a 10 anos e sem uso de drogas imunossupressoras. Estes pacientes foram comparados a um grupo controle formado por adolescentes saudáveis (n=11) e outro de pacientes com doenças autoimunes, caracterizados por manifestações clínicas e presença de autoanticorpos (n=11). Todos os grupos foram pareados por idade e sexo. Os parâmetros laboratoriais avaliados foram: número de leucócitos, linfócitos CD3+, CD4+, CD8+, CD19+, CD21+, CD4+CD28null , células T reguladoras (CD4+CD25+Foxp3+), linfócitos T naive (CD4+CD45RA+CD62L+) e linfócitos T de memória (CD4+CD45RO+CD62L- ) e célula NK (CD3-CD16+, CD56+) por citometria de fluxo, Foi também avaliada a concentração de sjTREC (T receptor excision circles) em sangue total por qRT-PCR .Resultados: Nos pacientes com SD, observou-se redução das concentrações séricas de sjTREC...

Febre reumática: quantificação de fragmentos circulares excisados pelo rearranjo do receptor da célula T em linfócitos T de sangue periférico; Quantification of T cell receptor excision circles in peripheral blood of rheumatic fever patients

Santos, Nathália Moreira
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 24/10/2013 Português
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27.1%
Há um amplo espectro de doenças causadas por estreptococos do grupo A (GAS), e são consideradas um problema de saúde pública em vários países, principalmente os em desenvolvimento, com aproximadamente 600 milhões de casos/ano. As infecções causadas por GAS podem ocasionar doenças invasivas como faringite e pioderma com seqüelas auto-imunes graves como a febre reumática (FR) e glomerulonefrite. A FR acomete principalmente crianças e jovens adultos. A FR apresenta diversas manifestações, sendo a doença reumática cardíaca (DRC) a seqüela mais grave, caracterizada por lesões cardíacas valvares progressivas e permanentes. O tratamento, frequentemente envolve cirurgia cardíaca para a correção de lesões valvulares, o que acarreta alto custo para o Sistema Único de Saúde no Brasil e em vários países. Em trabalhos anteriores sobre os mecanismos desencadeadores das lesões reumáticas no coração, foi possível identificar o papel do linfócito T como mediador principal da autoimunidade, através da análise do receptor de células T infiltrantes de lesão cardíaca de indivíduos com DRC. Várias expansões oligoclonais com diferentes tamanhos da região que reconhece o antígeno, CDR3 foram encontradas. No presente trabalho...

Estudo da associação entre urticária crônica idiopática e autoimunidade tireóidea: aspectos clínicos, positividade do teste do soro autólogo da pele e expressão gênica do receptor de TSH

Silvares, Maria Regina Cavariani
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 135 f. : il., gráfs., tabs.
Português
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27.4%
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Pós-graduação em Fisiopatologia em Clínica Médica - FMB; A conexão pele-tireoide tornou-se uma fronteira de interesse da dermatoendocrinologia. Neste contexto, a relação entre urticária crônica idiopática (UCI) e autoimunidade tireóidea tem sido estudada nos seus diferentes aspectos. Além disso, de 30% a 40% dos casos de UCI apresentam etiologia autoimune. A tireoidite de Hashimoto (TH) representa a mais prevalente doença autoimune da tireoide (DAT), acarretando, frequentemente, hipotireoidismo. Os indícios que o quadro de UCI é mais grave e menos responsivo aos tratamentos convencionais quando associado à DAT, sugerem um papel da tireotrofina (TSH) no desenvolvimento das lesões urticariformes. O teste do soro autólogo da pele (TSSA) é um teste intradérmico in vivo utilizado para avaliar a autorreatividade, a presença de autoanticorpos funcionais ou de urticária de etiologia autoimune. Apesar dos indícios de associação entre DAT e UCI, os relatos são controversos. Os objetivos do presente estudo foram avaliar: a associação entre UCI e autoimunidade tireóidea; a frequência de alterações tireóideas em pacientes com UCI, com ênfase nas de origem autoimune; a frequência de angioedema em relação às alterações tireóideas; a associação entre TH...

Análise de associações de polimosfismos HPA, indicadores de autoimunidade e manifestações reumatológicas na Hepatite C

Medolago, Natália Bronzatto
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 58 f.
Português
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37.4%
Pós-graduação em Fisiopatologia em Clínica Médica - FMB; Hepatitis C has been associated with various extrahepatic manifestations such as joint involvement. In 90 HCV positive patients, rheumatological manifestations were found in 31%. Arthralgia is the most common, however the arthritis appears in 4% of the cases. Clinically, HCV related to arthritis may be indistinguishable from RA, since the majority of patients fulfilling the criteria of the American College of Rheumatology for the diagnosis of RA, making it diagnostic challenge. The rheumatoid factor and crioglobulines may be present in about 40 to 70% of patients with chronic HCV, which does not help in the differential diagnosis. The cyclic citrullinated peptide antibodies (anti-CCP) are considered good markers for RA, due to their high specificity and sensitivity, they can be useful in distinguishing between HCV arthritis and RA. The genetic factors of the host were also related to virus C infection like polymorphisms of human platelet antigens (HPAs). The evaluation of these genetic polymorphisms may reflect greater susceptibility to rheumatological manifestations and/or one of them be indicative of a more severe disease. So the goal of this study was evaluate possible associations of autoimmunity indicators and HPA polymorphisms with rheumatological manifestations in patients with Hepatitis C. We performed clinical evaluation by appointment and survey in medical chart...

Estudo da inflamação e da autoimunidade na doença hepática gordurosa não alcoólica

Camargo, Karina Fernandes de
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 109 f.
Português
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27.1%
Pós-graduação em Fisiopatologia em Clínica Médica - FMB; Obesity is characterized by excess fat within adipose tissue and other organs and it is closely linked to insulin resistance and other components of Metabolical Syndrome. Excessive fat in hepatocytes acts as an endocrine organ that releases inflammatory cytokines and increases the recruitment of lymphocytes (immune cells). When the immunological tolerance is reduced by this kind of stimulus, we can observe the development of autoimmune diseases. According to recent data, the lipids are specifically involved in the degradation of liver tolerance, but more studies are required to understand the interaction between fat, the immune system and steatosis. Our objective was to study the presence of inflammation and autoimmunity in non-alcoholic fatty liver disease (NAFLD) and verify whether the inflammation could represent a contributing factor to the markers of Autoimmune Hepatitis (AIH). This was an observational cross-sectional descriptive and prospective study. Fifty three individuals were included and submeted to medical and nutritional evaluation, biochemical tests and liver biopsy. The population was splitted in two groups for analysis: with AIH markers and without AIH markers. We found that 58.5% of the individuals had at least one type of antiautobody. There were no statistically significant differences between groups in the variables studied. By applying the International Group Autoimmune Hepatitis score (IGAIH)...

Atualidades sobre a doença de Chagas, com ênfase nas possíveis causas da cardiomiopatia crônica

Moretti, Isabele Fattori
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: 43 f.
Português
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27.1%
A Organização Mundial de Saúde estima que existem cerca de 10 milhões de infectados pelo Trypanosoma cruzi, 30% dos infectados cronicamente desenvolvem alterações cardíacas, e 10% digestivas e neurológicas. O T. cruzi é um protozoário cinetoplástida flagelado agente etiológico da tripanossomíase americana, popularmente conhecida como a Doença de Chagas, uma antropozoonose conhecida na América Latina. Pelo menos 40 espécies de triatomíneos – conhecido por barbeiros – carregam o protozoário. O gênero Triatoma representa o principal vetor da Doença de Chagas e são adaptados a climas secos de ambientes rurais da América do Sul e Central. Outras formas de infecção podem ocorrer por transfusão de sangue, transplantes, via oral, e transmissão vertical. Há duas fases que caracterizam a infecção pelo T. cruzi: a fase aguda, apresentando um período de incubação de uma semana a um mês, que geralmente é assintomática. Já a fase crônica é mais polêmica e divide a opinião dos pesquisadores, mas basicamente mostra-se como uma cardiomiopatia chagásica, ou uma dilatação no trato digestivo e ainda pode causar lesões no sistema nervoso parassimpático e simpático. Entre essas duas fases ocorre um período indeterminado em que não há nenhuma manifestação clínica da doença. Existem teorias que explicam a patogenicidade das lesões da doença: uma postula que as lesões características da Chagas são referentes à ruptura das células parasitadas e subsequente inflamação. Outra é a teoria da autoimunidade...

Autoimunidade em trabalhadores expostos à sílica; Autoimmunity in silica-exposed workers

Michelle Corrêa da Rocha
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 26/01/2012 Português
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27.71%
A sílica cristalina, ou quartzo, é um mineral abundante na areia, rochas e solo, cuja exposição crônica predispõe a lesões pulmonares, proliferação de fibroblastos e produção excessiva de colágeno no pulmão causando silicose, uma forma de fibrose pulmonar. A exposição ocupacional à sílica cristalina também tem sido considerada um fator predisponente a doenças autoimunes como artrite reumatóide, esclerodermia e lúpus eritematoso sistêmico. Neste sentido, a sílica tem mostrado agir como adjuvante, aumentando os níveis de imunocomplexos e imunoglobulinas de forma inespecífica, podendo estar relacionado ao desenvolvimento de doença autoimune. Porém, a relação entre exposição à sílica e o desenvolvimento de autoimunidade não está clara devido à falta de conhecimento dos mecanismos envolvidos. Não se sabe se a silicose constitui apenas um marcador de exposição a altos níveis de sílica em pó ou se é uma patologia que pode predispor à doença autoimune. Assim, uma investigação mais acurada de indicadores de autoimunidade em indivíduos com silicose é necessária. Nossos resultados apresentam evidências de alterações compatíveis com autoimunidade nos indivíduos expostos à sílica comparado com a população controle ao demonstrar ativação da resposta imune humoral e celular...

Mechanisms of tolerance induction to foreign proteins

Água-Doce, Ana
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2013 Português
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27.4%
Tese de doutoramento, Ciências Biomédicas (Imunologia), Universidade de Lisboa, Faculdade de Medicina, 2013; Several immune mediated diseases, such as autoimmunity and allergy or transplant rejection are consequence of inappropriate immune responses towards specific antigens. The therapeutic induction of robust immune tolerance has, therefore been considered the Holy Grail of immunology since the pioneering work of Medawar and colleagues who have demonstrated the feasibility of tolerance induction. Immune tolerance is defined as the unresponsive state to a set of antigens by an immune system that remains immune competent to respond to unrelated antigens. A wealth of mechanisms has evolved to achieve immune tolerance to self as well as many environmental antigens. These mechanisms include negative selection in the thymus together with the production of regulatory T cells dedicated to the prevention of auto reactivity; cytokines like IL-10; immune privileged sites; and peripheral control of effector T cells by apoptosis, anergy, competition, and differentiation of several types of regulatory immune cells. In the last twenty years much emphasis has been given to a powerful regulatory T (Treg) cell population initially characterized by the high expression of CD25 (the alpha chain of the IL-2R)...

Natural IgM secretion in health and disease : genetic control and role in type 1 diabetes

Sá, Maria Joana Giraldes Pereira Côrte-Real Corrêa de
Fonte: Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Medicina Veterinária Publicador: Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Medicina Veterinária
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2012 Português
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27.1%
Tese de Doutoramento em Ciências Veterinárias, especialidade de Ciências Biológicas e Biomédicas; Germline-encoded autoreactive natural antibodies (NAbs) of the IgM isotype are secreted and circulate as a result of basal immune system stimulation, and constitute an important first line of defense against microorganism invasion, bridging the innate and the adaptive immune responses. NAbs are mostly secreted by positively selected B1a cells, and have been claimed to have a protective role against autoimmunity. Nevertheless, NAbs binding to cell surface self-antigens could have implications in the initiation of autoimmunity. Article I focused on the genetic control of NAbs secretion in healthy mice. Importantly, interferon regulatory factor 4 (Irf4), a transcription factor required for plasma cell differentiation and antibody secretion, was identified as the most probable candidate for the control of homeostatic serum IgM levels in the mouse. Type 1 diabetes (T1D) is a complex autoimmune disease that develops spontaneously in humans and is pathogenically similar in the non-obese-diabetic (NOD) mouse model. B cells are necessary in the NOD diabetogenic process, and the presence of anti-pancreatic beta cell antibodies is the earliest manifestation of T1D. Article II revealed that NOD peritoneal cavity B1a cells are more prone to spontaneously secrete NAbs that recognize pancreatic beta cell autoantigens...

Fisiopatologia e tratamento da miastenia gravis : atualidade e perspetivas futuras

Carneiro, Sandra Cristiana Rodrigues
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /05/2012 Português
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27.1%
A Miastenia Gravis é a doença autoimune da junção neuromuscular mais comum. Deve-se, maioritariamente, à produção de AC contra os recetores da acetilcolina pós-sinápticos, ou contra a tirosina quinase músculo-específica, que provocam alterações morfológicas e/ou fisiológicas da junção neuromuscular. Do ponto de vista imunopatogénico, consiste num processo autoimune, dependente de células T, mediado por linfócitos B produtores de auto-AC. O timo parece estar implicado na perda de tolerância aos auto-antigénios, com consequente desenvolvimento da autoimunidade, mas muitos aspetos da patogénese desta doença continuam por decifrar. Atualmente, várias opções terapêuticas estão disponíveis: timectomia, corticosteroides, imunossupressores, plasmaferese, imunoglobulina intravenosa e imunoadsorção. Contudo, o perfil de efeitos adversos fica aquém do desejado, e nem todos os pacientes respondem ao tratamento atual. O conhecimento cada vez mais detalhado da fisiopatologia e das bases moleculares da imunopatogénese da miastenia gravis tem permitido o desenvolvimento de tratamentos experimentais cada vez mais específicos. As novas modalidades terapêuticas atuam, nomeadamente, por inibição de certas citocinas...

Sistema imunitário: parte III. O delicado equilíbrio do sistema imunológico entre os pólos de tolerância e autoimunidade

Souza,Alexandre Wagner Silva de; Mesquita Júnior,Danilo; Araújo,Júlio Antônio Pereira; Catelan,Tânia Tieko Takao; Cruvinel,Wilson de Melo; Andrade,Luís Eduardo Coelho; Silva,Neusa Pereira da
Fonte: Sociedade Brasileira de Reumatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Reumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2010 Português
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27.1%
O sistema imunológico é constituído por uma intrincada rede de órgãos, células e moléculas e tem por finalidade manter a homeostase do organismo, combatendo as agressões em geral. A imunidade inata atua em conjunto com a imunidade adaptativa e caracteriza-se pela rápida resposta à agressão, independentemente de estímulo prévio, sendo a primeira linha de defesa do organismo. Seus mecanismos compreendem barreiras físicas, químicas e biológicas, componentes celulares e moléculas solúveis. A primeira defesa do organismo frente a um dano tecidual envolve diversas etapas intimamente integradas e constituídas pelos diferentes componentes desse sistema. A presente revisão tem como objetivo resgatar os fundamentos dessa resposta, que apresenta elevada complexidade e é constituída por diversos componentes articulados que convergem para a elaboração da resposta imune adaptativa. Destacamos algumas etapas: reconhecimento molecular dos agentes agressores; ativação de vias bioquímicas intracelulares que resultam em modificações vasculares e teciduais; produção de uma miríade de mediadores com efeitos locais e sistêmicos no âmbito da ativação e proliferação celulares; síntese de novos produtos envolvidos na quimioatração e migração de células especializadas na destruição e remoção do agente agressor; e finalmente a recuperação tecidual com o restabelecimento funcional do tecido ou órgão

Polimorfismo do gene MBL2 em pacientes com hepatite C sua relação com o tratamento antiviral e o desenvolvimento de marcadores sorológicos de autoimunidade tiroidiana

Montenegro de Melo, Francisco; Ramos Lacerda de Melo, Heloísa (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
Português
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37.59%
O polimorfismo no éxon 1 do gene da lectina ligadora de manose (MBL2) altera os níveis séricos e a funcionalidade desta lectina (MBL), que é um componente da imunidade natural, e poderia estar envolvida na susceptibilidade e no tipo de resposta ao tratamento da hepatite C crônica.O interferon alfa peguilado (IFNα-peg) associado à ribavirina (RIBA) melhorou a resposta terapêutica de pacientes infectados pelo vírus da hepatite C (HCV), embora de modo não satisfatório. Estudos de fatores relacionando a resposta terapêutica não sustentável podem indicar novas estratégias de tratamento. A infecção pelo o HCV e seu tratamento com IFNα- peg/ RIBA são relacionados aos marcadores sorológicos de autoimunidade tireoidiana (AAT). A deficiência de MBL está associada ao desenvolvimento de doenças autoimunes. Neste estudo verificamos a associação entre o polimorfismo do MBL2 com o HCV e a resposta ao seu tratamento. Verificamos também, a associação entre o HCV, seu tratamento combinado e genótipos virais com AAT. Participaram deste estudo 162 pacientes infectados pelo o HCV, sendo 111 tratados com IFNα-peg/RIBA e 51 não tratados atendidos no Serviço de Gastrohepatologia do Hospital Universitário Oswaldo Cruz da Universidade de Pernambuco Brasil e...

Correla??o entre autoimunidade tireoidiana e o v?rus da hepatite C

ARAG?O, Andrea Gomes de
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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27.1%
As hepatites virais constituem um dos mais importantes assuntos de sa?de p?blica, podendo ser causadas por diferentes agentes etiol?gicos. Dentre estes, encontra-se o v?rus da hepatite C (VHC), que segundo a Organiza??o Mundial da Sa?de (OMS) afeta mundialmente cerca de 123 milh?es de pessoas, com uma preval?ncia de 3%. A principal forma de transmiss?o do VHC ? a exposi??o ao sangue contaminado. O VHC pertence ? fam?lia Flaviviridae, g?nero Hepacivirus, possui 6 gen?tipos e m?ltiplos subtipos. No Brasil, o gen?tipo 1 ? observado em 70% dos pacientes infectados, seguido pelo gen?tipo 3 (25%) e o gen?tipo 2 (5%). Alguns fatores de risco s?o fortemente associados ? transmiss?o do VHC, dentre eles: o uso de seringa de vidro esterilizada em domic?lio; o compartilhamento de utens?lios de higiene pessoal como a l?mina de barbear, escova de dente, alicates de manicure e cortadores de unhas e tamb?m a transfus?o de sangue antes de 1993. A proposta do presente estudo foi investigar a frequ?ncia de auto-anticorpos em indiv?duos brasileiros portadores de hepatite C cr?nica. Foram inclu?dos 14 indiv?duos com diagn?stico cl?nico e laboratorial de VHC cr?nica e 45 indiv?duos foram inclu?dos como controle. Foi realizada a pesquisa de auto-anticorpos tireoidianos por Imunoensaio Quimioluminescente de Micropart?culas (CMIA). Em rela??o ao anti-TPO...

Doenças autoimunes e autoanticorpos em pacientes pediátricos e seus parentes de primeiro grau com deficiência de imunoglobulina

Fahl,Kristine; Silva,Clovis A.; Pastorino,Antonio C.; Carneiro-Sampaio,Magda; Jacob,Cristina M.A.
Fonte: Sociedade Brasileira de Reumatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Reumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2015 Português
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27.1%
Introdução: As manifestações clínicas da deficiência de imunoglobulina A (DIgA) incluem infecções recorrentes, atopia e doenças autoimunes. No entanto, para o nosso conhecimento, as avaliações concomitantes de doenças autoimunes e autoanticorpos em uma coorte de pacientes com DIgA com idade atual > 10 anos e seus parentes não foram feitas. Objetivos: Avaliar doenças autoimunes e presença de autoanticorpos em pacientes com DIgA e seus parentes de primeiro grau. Métodos: Estudo transversal feito em 34 pacientes com DIgA (idade atual > 10 anos) e em seus parentes de primeiro grau. Todos foram acompanhados em um centro terciário brasileiro para imunodeficiência primária: 27 crianças/adolescentes e sete de seus parentes de primeiro grau com diagnóstico tardio de DIgA. Doenças autoimunes e autoanticorpos (anticorpos antinucleares, fator reumatoide e antitireoglobulina, antitiroperoxidase e anticorpos antiendomísio da classe IgA) também foram avaliadas. Resultados: Doenças autoimunes (n = 14) e/ou autoanticorpos (n = 10, quatro deles com autoanticorpos isolados) foram observadas em 18/34 (53%) dos pacientes e seus parentes. As doenças autoimunes mais comuns encontradas foram tireoidite (18%)...

Fisiopatologia e tratamento da miastenia gravis : atualidade e perspetivas futuras

Carneiro, Sandra Cristiana Rodrigues
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /05/2012 Português
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27.1%
A Miastenia Gravis é a doença autoimune da junção neuromuscular mais comum. Deve-se, maioritariamente, à produção de AC contra os recetores da acetilcolina pós-sinápticos, ou contra a tirosina quinase músculo-específica, que provocam alterações morfológicas e/ou fisiológicas da junção neuromuscular. Do ponto de vista imunopatogénico, consiste num processo autoimune, dependente de células T, mediado por linfócitos B produtores de auto-AC. O timo parece estar implicado na perda de tolerância aos auto-antigénios, com consequente desenvolvimento da autoimunidade, mas muitos aspetos da patogénese desta doença continuam por decifrar. Atualmente, várias opções terapêuticas estão disponíveis: timectomia, corticosteroides, imunossupressores, plasmaferese, imunoglobulina intravenosa e imunoadsorção. Contudo, o perfil de efeitos adversos fica aquém do desejado, e nem todos os pacientes respondem ao tratamento atual. O conhecimento cada vez mais detalhado da fisiopatologia e das bases moleculares da imunopatogénese da miastenia gravis tem permitido o desenvolvimento de tratamentos experimentais cada vez mais específicos. As novas modalidades terapêuticas atuam, nomeadamente, por inibição de certas citocinas...

Atualização dos conceitos em autoimunidade

Silva, Rosicleide Borges dos Santos
Fonte: Universidade Católica de Brasília Publicador: Universidade Católica de Brasília
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: Texto
Português
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37.4%
As doenças autoimunes são caracterizadas pela desordem no sistema imunológico que gera uma perda da tolerância às estruturas do próprio organismo. Conhecer essas doenças que afetam parte da população é fundamental para melhorar as estratégias de tratamento, tornando-as mais eficazes e com menos efeitos colaterais. A origem da autoimunidade é complexa e multicausal, envolvendo aspectos imunológicos, genéticos e ambientais. Diante da sua importância e das dificuldades de avaliação clínica e laboratorial, é necessário analisar as metodologias hoje empregadas para o seu diagnóstico de modo a melhorar o tratamento. Dessa maneira se mostra importante discutir os autoanticorpos presentes nos portadores de doenças autoimunes, além de avaliar qual a melhor técnica utilizada para auxiliar no diagnóstico dessas patologias. Das técnicas estudadas a imunoenzimática apresenta maiores vantagens em relação à imunofluorescência, parecendo então ser a melhor, mas não a mais empregada, pois o exame realizado com maior frequência é a PAAC. O diagnóstico precoce, nem sempre possível, é muito importante, pois doenças autoimunes, quando não tratadas precocemente ou corretamente, podem tornar-se fator incapacitante ou limitante para o desenvolvimento das atividades cotidiana.; Farmácia

Prevalência de insuficiência de vitamina D em pacientes com tireoidite de Hashimoto e sua relação com autoimunidade tireoideana = Prevalence of vitamin D insufficiency in patients with Hashimoto's thyroiditis and its relationship with thyroid autoimmunity; Prevalence of vitamin D insufficiency in patients with Hashimoto's thyroiditis and its relationship with thyroid autoimmunity

Ilka Mara Borges Botelho
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 27/08/2014 Português
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37.4%
Introdução: Vitamina D tem sido apontada como importante regulador da resposta imune. Estudos tem demonstrado haver relação entre insuficiência de vitamina D e presença de doenças autoimunes como Tireoidite de Hashimoto (TH). É possível que o processo autoimune na TH seja inibido em diferentes estágios pela vitamina D em sua forma ativa. Nossos objetivos foram estudar a prevalência de insuficiência de vitamina D e a relação de suas concentrações séricas com marcadores de função e autoimunidade tireoideana. Material e Métodos: Amostras de sangue foram coletadas de 54 pacientes com TH e 54 indivíduos saudáveis sem diagnóstico de TH com idade entre 18 e 75 anos. Foram realizadas dosagens séricas de vitamina D (25OHD), TSH, T4 livre, cálcio, fósforo, paratormônio (PTH), anticorpos anti-tireoperoxidase (AcTPO), anti-tireoglobulina (AcTG) e anti-receptor de TSH (TRAb). Volume tireoideano foi estimado por ultrassonografia. Foram coletados dados demográficos, de peso, altura, índice de massa corporal (IMC) e tempo de diagnóstico. Pacientes e indivíduos do grupo de controle foram pareados por idade e sexo. O nível de significância estatística adotado foi 5%. Resultados: Prevalência de insuficiência de vitamina D foi encontrada em 68.5% dos pacientes e em 38.9% dos indivíduos do grupo de controle (p =0...