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Análise histomorfométrica do pênis de coelhos submetidos à terapia com ondas de choque, estudo in vivo; Histomorphometric analysis of rabbit's penis subjected to extracorporeal shockwaves therapy, in vivo study

Cortez, Italo Valle
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 04/06/2008 Português
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37.18%
Introdução: A terapia com ondas de choque tem sido proposta como forma de tratamento para doença de Peyronie, mesmo não se conhecendo exatamente qual o mecanismo de ação das ondas de choque na placa fibrótica desta doença. A principal hipótese postulada para o mecanismo de ação é a neovascularização estimulada pelas ondas de choque, com conseqüente liberação de óxido nítrico e diminuição dos fatores inflamatórios através da ação dos macrófagos. Alguns estudos em humanos mostraram resultados favoráveis na melhora da dor peniana e do desempenho sexual após utilização da terapia com ondas de choque, no entanto até o momento não existe nenhum trabalho demonstrando a existência de lesões no tecido peniano adjacente à placa fibrótica, ou até mesmo se há formação de novas placas. Objetivo: O objetivo deste estudo é determinar a existência de lesões estruturais teciduais no pênis de coelhos, após a utilização da terapia com ondas de choque. Métodos: Para o estudo foram utilizados vinte e cinco coelhos machos adultos da linhagem New Zeeland White, divididos em três grupos: Grupo I: Controle - Composto por cinco animais, que foram submetidos a três sessões de ondas de choque, com dois mil disparos cada...

Efeitos da reposição volêmica com solução salina hipertônica a 3% na resposta inflamatória e na lesão orgânica após choque hemorrágico; Effects of 3% hypertonic saline solution on inflammatory response and end-organ damage after hemorrhagic shock

Vincenzi, Rodrigo
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 17/09/2009 Português
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37.15%
INTRODUÇÃO: Recentes estudos avaliam o uso da solução salina hipertônica na concentração de 3% no tratamento de pacientes com traumatismos cranioencefálicos, entretanto, poucos trabalhos têm analisado a sua eficácia no tratamento do choque hemorrágico. O objetivo deste trabalho é avaliar os efeitos do tratamento do choque hemorrágico com a solução salina hipertônica a 3%, analisando principalmente seus possíveis efeitos benéficos na atenuação da resposta inflamatória decorrrente do choque. Para tal, esta solução será comparada a outras duas, amplamente estudadas: a solução salina hipertônica a 7,5% e a solução de Ringer lactato. MÉTODOS: Foram utilizados, neste estudo, 26 ratos Wistar. Os animais foram anestesiados com pentobarbital sódico por via intraperitoneal (50 mg/Kg) e, então, submetidos a um protocolo de choque hemorrágico controlado. Neste protocolo, os animais foram sangrados até que fosse atingida uma pressão arterial média (PAM) de 35 mmHg, em um período de 10 minutos, sendo este nível de PAM mantido por 50 minutos. Ao término deste período de choque, os animais foram randomizados em três grupos para reposição volêmica: reposição com solução de Ringer lactato (grupo RL, n=7)...

Análise contínua de medidas de cateter de artéria pulmonar volumétrico, ecotransesofágico, variações da pressão arterial sistêmica e marcadores de hipoperfusão tissular no choque hemorrágico em suínos; Continuous analyses of pulmonary, volumetric artery catheter parameters, transesophageal echocardiography, pressure pulse variation, and biomarkers of tissue hypoperfusion during hemorrhagic shock in swine. Experimental study in swines

Oliveira, Marcos Antonio de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 25/11/2009 Português
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37.15%
INTRODUÇÃO: Diferentes parâmetros hemodinâmicos, incluindo os indicadores estáticos de pré-carga cardíaca como o índice de volume diastólico final ventrículo direito (IVDFVD) e parâmetros dinâmicos como a variação de pressão de pulso (VPP) têm sido usados na tomada de decisão para considerar o processo da expansão volêmica em pacientes em estado grave. O objetivo deste estudo foi comparar a reanimação por fluidos guiados tanto por VPP ou IVDFVD após choque hemorrágico induzido experimentalmente. MÉTODO: vinte e seis suínos anestesiados e ventilados mecanicamente foram alocados em três grupos: controle (Grupo I), VPP (Grupo II) e IVDFVD (Grupo III). Foi induzido choque hemorrágico por retirada de sangue até atingir a pressão arterial média de 40mmhg, que foi mantida por 60 minutos. Parâmetros foram medidos no tempo basal (B), no tempo do choque (Choque 0), sessenta minutos depois do choque (Choque 60), imediatamente depois da ressuscitação com hidroxietilamido 6% (130/0. 4) (R0), uma hora (R60) e duas horas (R120) depois ressuscitação. Os pontos de avaliação da reanimação por fluidos foram determinados pelo retorno aos valores basais iniciais de VPP e IVDFVD. A análise estatística dos dados foi baseada em ANOVA para medidas repetidas seguidos pelo teste de Bonferroni (P<0.05%). RESULTADOS: O volume e tempo para ressuscitação foram maiores no grupo III do que no grupo II (Grupo III = 1305±331ml e Grupo II = 965±245ml; p<0.05 e Grupo III = 24.8± 4.7min e Grupo II = 8.8 ± 1.3 min...

Efeito do acoplamento multicanal no cálculo de seções de choque de excitação eletrônica da molécula de H2

Ana Márcia Alves Taveira
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 14/12/2001 Português
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37.13%
As seções de choque de excitação/ionização são dados importantes em vários processos físicos utilizados em tecnologia de ponta neste início de século. Contudo, medidas de seção de choque de excitação eletrônica ainda são muito difíceis de serem realizadas. Isto torna clara a necessidade de se desenvolver métodos teóricos que forneçam seções de choque confiáveis para os diversos processos de espalhamento. Mesmo assim, existem poucos resultados teóricos publicados na literatura e, mesmo para uma molécula simples como H2, eles são inconsistentes. Um dos sérios problemas encontrados no cálculo de seções de choque de excitação de uma molécula por impacto de elétrons utilizando métodos multicanais é a dificuldade de se estabelecer um processo de convergência, isto é, de se estabelecer quantos e quais canais devem ser considerados no acoplamento e qual é a importância de cada um deles neste processo. Nossa proposta consiste na utilização do Método de Ondas Distorcidas Unitarizado (UDWM) para o estudo do efeito do acoplamento de canais no cálculo de seções de choque de excitação eletrônica na molécula de H2, unitarizando a matriz S pelo método descrito por Seaton. Especificamente...

Sobrevivencia, ocorrencia de muda e fenotipos mucleares apos choque de temperatura em Panstrongylus megistus Burmeister

Simone Lopes Garcia
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 26/09/1997 Português
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37.18%
Ninfas de 30., 40. e 50. estádios e adultos de ambos os sexos de Panstrongylus megistus de hábito domiciliar e silvestre, bem e pouco alimentados, foram submetidos a choques de temperatura de O°C e 40° C por 1h e 12 h. Após o choque, os insetos retomavam a temperatura e umidade controle (28°C e 80% UR), e foram acompanhados diariamente durante um período de 30 a 35 dias para se determinar os níveis de sobrevivência. Para a análise de fenótipos nucleares foram utilizadas ninfas de 50. estádio de hábito domiciliar e pouco alimentadas as quais foram submetidas a choques de 40°C por 1h e 12h e a O°C por 1h. A dissecação dos insetos para a retirada dos túbulos de Malpighi foi efetuada imediatamente após o choque, 10 e 30 dias após. O objetivo foi determinar alterações decorrentes do choque de temperatura, visando promover manutenção mais adequada em insetário e interpretar alterações em insetos provenientes do meio ambiente em esquemas experimentais. Os resultados indicaram variabilidade de resposta aos choques térmicos com relação aos parâmetros estudados. A variabilidade foi dependente da temperatura a que os insetos foram mantidos, duração do tratamento, fase do desenvolvimento e sexo. Choques hipertérmicos de curta duração pouco afetaram a sobrevivência dos insetos...

Papel do sistema simpático na disfunção cardiovascular do choque séptico

Favero, Ana Maria
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 102 p.| il., grafs.
Português
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37.19%
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Farmacologia, Florianópolis, 2014.; O choque séptico é um potente estímulo para a ativação de vários sistemas orgânicos e dentre eles, o sistema nervoso simpático (SNS) que, além dos efeitos nos vasos, também tem impacto no coração. Altas concentrações de adrenalina e noradrenalina são encontradas na circulação de pacientes com endotoxemia e sepse, sendo estes níveis diretamente relacionados com aumento da mortalidade dos indivíduos sépticos. Embora seja conhecido que a ativação simpática exacerbada é deletéria para a homeostase do organismo, ainda não é bem compreendido qual o papel da hiperativação simpática durante um quadro de choque séptico/sepse. Portanto, no presente trabalho nós estudamos o papel da transmissão ganglionar autonômica no que diz respeito à hiporeatividade a-adrenérgica do choque séptico, e, adicionalmente, examinamos as consequências do bloqueio ganglionar precoce na expressão de receptores a1D-adrenérgicos na aorta torácica de ratos, bem como em parâmetros inflamatórios e bioquímicos. Para isso, o choque séptico foi induzido por uma ligadura e perfuração do ceco (modelo de CLP) em ratos Wistar fêmeas. Uma hora após o procedimento de CLP...

Sépsis, Choque Sético e Via Verde Sépsis – um estudo com os enfermeiros de um serviço de urgência

Marques, Maria do Céu; Soares, Marta; Fonseca, Ana; Grilo, Cristina; Mendes, Joâo; Frade, Anjos; Correia, Isabel
Fonte: Ordem dos Enfermeiros - 1º Encontro de Enfermeiros Especialistas em Enfermagem Médico-cirúrgica. Publicador: Ordem dos Enfermeiros - 1º Encontro de Enfermeiros Especialistas em Enfermagem Médico-cirúrgica.
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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37.13%
A sépsis é caracterizada como uma síndrome complicada, causada pela resposta inflamatória sistémica descontrolada do indivíduo, origem infecciosa, determinada por manifestações múltiplas, que pode causar disfunção ou falência de um ou mais órgãos ou mesmo a morte. De acordo com a literatura a incidência da sépsis tem aumentado nas últimas décadas, com uma mortalidade bastante elevada, é 10º causa de morte nos Estados Unidos e principal causa de morte nas Unidades de Cuidados Intensivos, onde o tratamento da sépsis é estimado em torno de dezassete bilhões dólares. A taxa de mortalidade por sépsis é 15%, 25-35% na sépsis grave e 45-60% no choque séptico. Os enfermeiros assumem um papel primordial específicamente no reconhecimento precoce, estratificação da gravidade e no início atempado do tratamento adequado. Objetivo: Explorar os conhecimentos e apreender as representações sociais de sépsis e choque sético construídas pelos enfermeiros do serviço de urgência de um hospital português. Método: estudo exploratório, realizado com 49 enfermeiros. Recolha de dados feita no espaço temporal de um mês, utilizando um questionário, com questões socio-demográficas, de resposta fechada e dois estímulos indutores. Foi utilizada a técnica da associação livre de palavras e cumpridos os procedimentos ético-legais. Os dados foram categorizados recorrendo ao Microsoft Offiice Word® e processados nos softwares Evoc® e SIMI®...

Choque no Recém-Nascido

Neto, MT; Serelha, M
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //1996 Português
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37.13%
O choque é uma síndrome que resulta da falência circulatória com insuficiente perfusão tecidular e, em situações extremas, lesão celular irreversível. Há várias classificações etiológicas, nenhuma delas completa ou satisfatória. De um modo geral considera-se que o choque pode ser hipovolémico, cardiogénico, séptico ou distributivo, cabendo neste último vários «subtipos» como sejam o neurogénico, espinal, séptico ou anafilático. Numa determinada situação é possível a coexistência de um ou mais tipos de choque. A fisiopatologia do choque séptico é um intrincado de fenómenos auto-mantidos, primeiramente desencadeados pelas toxinas bacterianas cujo órgão alvo é o endotélio, com produção de mediadores celulares e humorais que, por sua vez, lesam mais o endotélio. No recém-nascido o tipo de choque mais frequente é o séptico, excepto nas crianças com cardiopatia congénita em que predomina o choque cardiogénico. O diagnóstico de choque é predominantemente clínico: palidez, cianose, má perfusão periférica, tempo de recoloração capilar > 3 segundos, taquicárdia e taquipneia. A pressão arterial está normal. A existência de hipotensão indica falência dos mecanismos de compensação e a entrada no estadio irreversível. Outros sinais de mau prognóstico são bradicárdia...

Choque no Recém-Nascido

Neto, MT; Serelha, M
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //1996 Português
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37.13%
O choque é uma síndrome que resulta da falência circulatória com insuficiente perfusão tecidular e, em situações extremas, lesão celular irreversível. Há várias classificações etiológicas, nenhuma delas completa ou satisfatória. De um modo geral considera-se que o choque pode ser hipovolémico, cardiogénico, séptico ou distributivo, cabendo neste último vários «subtipos» como sejam o neurogénico, espinal, séptico ou anafilático. Numa determinada situação é possível a coexistência de um ou mais tipos de choque. A fisiopatologia do choque séptico é um intrincado de fenómenos auto-mantidos, primeiramente desencadeados pelas toxinas bacterianas cujo órgão alvo é o endotélio, com produção de mediadores celulares e humorais que, por sua vez, lesam mais o endotélio. No recém-nascido o tipo de choque mais frequente é o séptico, excepto nas crianças com cardiopatia congénita em que predomina o choque cardiogénico. O diagnóstico de choque é predominantemente clínico: palidez, cianose, má perfusão periférica, tempo de recoloração capilar > 3 segundos, taquicárdia e taquipneia. A pressão arterial está normal. A existência de hipotensão indica falência dos mecanismos de compensação e a entrada no estadio irreversível. Outros sinais de mau prognóstico são bradicárdia...

Efeito do choque hipovolêmico na anastomose do intestino delgado de ratos

BRITO,Marcus Vinicius Henriques; KOH,Ivan Hong Jun; LAMARÃO,Luciana Garcia; DAMOUS,Sérgio Henrique Bastos
Fonte: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE ; Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD ; Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD ; Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG; Sociedade Brasileira de Hepatologia - SBH; Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED Publicador: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE ; Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD ; Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD ; Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG; Sociedade Brasileira de Hepatologia - SBH; Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2001 Português
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37.15%
Racional — O choque hipovolêmico está incluído entre os fatores de risco para anastomoses intestinais, entretanto, sua ação sobre anastomoses do intestino delgado tem sido pouco estudada e, quando abordado, é avaliado como parâmetro de comparação com a cicatrização de cólons e não como alvo central das investigações. Objetivo - Estudar o efeito do choque hipovolêmico na anastomose do intestino delgado de ratos. Método - Foram utilizados 90 ratos machos adultos, distribuídos em cinco grupos: padrão, choque, anastomose, choque mais anastomose e choque mais anastomose mais reposição. O choque hipovolêmico foi obtido pela sangria de 30% da volemia do animal. Realizou-se anastomose término-terminal em plano único extra-mucoso, à média distância, entre o duodeno e a válvula ileocecal. A reposição volêmica no grupo choque, mais anastomose mais reposição foi realizada com o sangue autólogo. Resultados e Conclusão - Do ponto de vista histológico, o choque hipovolêmico provocou alterações progressivas na região da anastomose intestinal, quanto à lesão da túnica mucosa e o aumento na deposição de fibras colágenas na tela submucosa, com a evolução do período pós-operatório. Quanto à pressão de ruptura promoveu...

Isquemia e reperfusão hepática total associada ao estado de choque hemorrágico controlado: efeitos no seqüestro de neutrófilos no íleo terminal e cólon sigmóide do rato

Fontelles,Mauro José; Mantovani,Mario
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2002 Português
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37.18%
OBJETIVO: Estudar os efeitos da isquemia e reperfusão hepática total sobre acúmulo de neutrófilos no íleo terminal e cólon sigmóide de ratos, em condições de normalidade e submetidos ao estado de choque hemorrágico controlado. MÉTODO: 32 ratos Wistar, machos, foram divididos em quatro grupos de oito animais cada: grupo Sham, submetido aos procedimentos padrões com um período de 60 minutos de observação; grupo Choque, submetido a choque hemorrágico controlado (PAM = 40mmHg, 20min) seguido de reposição volêmica (Ringer lactato + sangue, 3:1) e reperfusão (60min); grupo Pringle, submetido à isquemia hepática total (15min.) e reperfusão (60min); grupo Total submetido a choque hemorrágico controlado (20min) seguido de reposição volêmica (Ringer lactato + sangue, 3:1), isquemia hepática (15min) e reperfusão (60min). Após o sacrifício dos animais, procedeu-se à contagem de neutrófilos nos segmentos intestinais. RESULTADOS: Na contagem de neutrófilos no íleo terminal, apenas o grupo Choque diferiu dos demais (p<0.001) os quais não diferiram entre si (Sham 1.33 ± 0.55, Choque 5.48 ± 2.65, Pringle 2.47 ± 1.38, Total 2.44 ± 0.56) e, no cólon sigmóide, o grupo Choque diferiu apenas do grupo Sham (p = 0.021)...

Isquemia e reperfusão hepática total associada ao estado de choque hemorrágico controlado: efeitos no seqüestro de neutrófilos no fígado do rato

Mantovani,Mario; Fontelles,Mauro José; Hirano,Élcio Shiyoiti; Morandin,Rosana Celestina; Schenka,André Almeida
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2003 Português
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37.15%
OBJETIVO: O propósito deste trabalho experimental foi estudar os efeitos da isquemia e reperfusão hepática total sobre o acúmulo de neutrófilos no fígado de ratos, em condições de normalidade e submetidos ao estado de choque hemorrágico controlado. MÉTODO: Trinta e dois ratos Wistar, machos, foram divididos em quatro grupos de oito animais cada: grupo Controle, submetido à laparotomia com um período de 60 minutos de observação; grupo Choque, submetido a choque hemorrágico controlado (PAM = 40 mmHg, 20 min.) seguido de reposição volêmica (Ringer lactato + sangue, 3:1) e reperfusão (60 min.); grupo Pringle, submetido a isquemia hepática total (15 min.) e reperfusão (60 min.); grupo Total submetido a choque hemorrágico controlado (15 min.) seguido de reposição volêmica (Ringer lactato + sangue, 3:1) mais isquemia hepática total (15 min.) e reperfusão (60 min.). A dosagem do lactato arterial e déficit de base foram utilizados para caracterizar o estado de choque hemorrágico com baixa perfusão tecidual. Após a morte dos animais, procedeu-se à contagem de neutrófilos no tecido hepático. RESULTADOS: Na contagem de neutrófilos no fígado o grupo Pringle diferiu dos grupos Choque e Total, os quais não diferiram entre si (Controle 10...

Reclassificando o espectro de pacientes septicos com o uso do lactato: sepse grave, choque criptico, choque vasoplegico e choque disoxico

Ranzani,Otavio Tavares; Monteiro,Mariana Barbosa; Ferreira,Elaine Maria; Santos,Sergio Ricardo; Machado,Flavia Ribeiro; Noritomi,Danilo Teixeira
Fonte: Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB Publicador: Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2013 Português
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37.23%
Objetivo: A definição atual de sepse grave e choque séptico inclui um perfil heterogêneo de pacientes. Embora o valor prognóstico de hiperlactatemia seja bem estabelecido, ela está presente em pacientes com ou sem choque. Nosso objetivo foi comparar o prognóstico de pacientes sépticos estratificando-os segundo dois fatores: hiperlactatemia e hipotensão persistente. Métodos: Este estudo é uma análise secundária de um estudo observacional conduzido em dez hospitais no Brasil (Rede Amil - SP). Pacientes sépticos com valor inicial de lactato das primeiras 6 horas do diagnóstico foram incluídos e divididos em 4 grupos segundo hiperlactatemia (lactato >4mmol/L) e hipotensão persistente: (1) sepse grave (sem ambos os critérios); (2) choque críptico (hiperlactatemia sem hipotensão persistente); (3) choque vasoplégico (hipotensão persistente sem hiperlactatemia); e (4) choque disóxico (ambos os critérios). Resultados: Foram analisados 1.948 pacientes, e o grupo sepse grave constituiu 52% dos pacientes, seguido por 28% com choque vasoplégico, 12% choque disóxico e 8% com choque críptico. A sobrevida em 28 dias foi diferente entre os grupos (p<0...

O que ocorre com o balanço hídrico durante e após a reversão do choque séptico?

Cunha,Andrea Regina Lopes; Lobo,Suzana Margareth Ajeje
Fonte: Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB Publicador: Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2015 Português
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37.18%
Objetivo: Avaliar o balanço hídrico acumulado durante o período do choque e determinar o que ocorre com ele nos 7 dias que se seguem à reversão do choque. Métodos: Estudo prospectivo e observacional, realizado em pacientes com choque séptico. Foram incluídos pacientes com pressão arterial média ≥ 65mmHg e lactato < 2,0mEq/L desmamados há menos de 12 horas do uso de vasopressores, sendo esse dia considerado o Dia 1. O balanço hídrico diário foi registrado por 7 dias após recuperação do choque. Os pacientes foram divididos em dois grupos, segundo a mediana da coorte para o balanço hídrico acumulado durante o período do choque: Grupo 1 ≤ 4,4L (n = 20) e Grupo 2 > 4,4L (n = 20). Resultados: Inscrevemos, neste estudo, um total de 40 pacientes. No Dia 1 do estudo, o balanço hídrico acumulado era de 1,1 [0,6 - 3,4] L no Grupo 1 e 9,0 [6,7 - 13,8] L no Grupo 2. No Dia 7 do estudo, o balanço hídrico acumulado era de 8,0 [4,5 - 12,4] L no Grupo 1 e 14,7 [12,7 - 20,6] L no Grupo 2 (p < 0,001 para ambos). A seguir, após a recuperação do choque, o balanço hídrico continuou a aumentar em ambos os grupos. Em comparação ao Grupo 1...

Características clínico- laboratoriais e reposta terapêutica do choque séptico em crianças com câncer admitidos na unidade de terapia intensiva pediátrica oncológica do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira

Betânia Rodrigues de Abreu, Cláudia; Amelia Vieira Maciel, Maria (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
Português
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37.18%
O choque séptico está relacionado a uma alta mortalidade na população pediátrica, principalmente entre os pacientes imunodeprimidos. As novas descobertas para diagnóstico e tratamento do choque séptico em crianças têm reduzido a mortalidade, porém a maioria dos estudos que chegaram a estas conclusões excluíram os pacientes portadores de doenças oncológicas ou os incluíram em pequeno número. Estas descobertas foram extrapoladas para a população de imunodeprimidos, porém nesta população a mortalidade por choque séptico ainda é considerada mais alta. Este trabalho tem o objetivo de caracterizar melhor o choque séptico nos pacientes portadores de doenças oncológicas em relação às alterações clínicas e laboratoriais e, também, em relação ao tratamento proposto pelo American College of Critical Care Medicine (ACCM) e comparar os seus resultados com o que já se conhece sobre este tema entre os pacientes pediátricos não portadores de doenças oncológicas. Métodos e resultados: Foi realizado um estudo descritivo, prospectivo, tipo série de casos na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica Oncológica de um Hospital escola, Brasil, de 18 de abril de 2010 a 08 de janeiro de 2011. As variáveis clínicas...

Vasopressina como terapia de resgate em choque séptico refratário à catecolaminas em pediatria

Dalcin, Tiago Chagas
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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37.23%
Importância: Em 2012, mundialmente, ocorreram mais de 3,8 milhões de óbitos em menores de 5 anos devido à causas infecciosas. A preocupação maior é que infecções em crianças frequentemente podem evoluir para choque séptico, definido como infecção associada com disfunção cardiovascular. Além da terapia antibiótica e ressuscitação volumétrica, o tratamento principal do choque séptico é baseado no suporte cardiocirculatório das catecolaminas. Entretanto, uma parcela dos pacientes desenvolve refratariedade às catecolaminas, apresentando maior gravidade e mortalidade. Recentemente, a vasopressina tem sido utilizada como vasopressor no choque séptico refratário à catecolaminas pediátrico. É importante a avaliação do estado atual de evidências sobre o uso da vasopressina em choque séptico pediátrico, bem como o acréscimo de novas experiências com o uso da vasopressina como terapia de resgate em choque séptico refratário à catecolaminas.Objetivos: A presente dissertação teve como objetivos i) sumarizar as evidências existentes relacionando o uso de vasopressina no choque séptico pediátrico e ii) relatar a experiência de uma Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTIP) com o uso de vasopressina como terapia de resgate em choque séptico refratário à catecolaminas.Métodos: Utilizando a ferramenta de pesquisa MEDLINE...

Supress?o condicionada com diferentes est?mulos aversivos: choque el?trico e jato de ar quente

NASCIMENTO, Gabriela Souza do
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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37.15%
Um est?mulo neutro, quando pareado a um est?mulo aversivo incondicional, adquire a fun??o de aversivo (condicional) e, indiretamente, tamb?m ? capaz de suprimir operantes. Tal fen?meno foi denominado de ?supress?o condicionada? e est? principalmente relacionado a certos estados emocionais, como a ansiedade. A literatura mostra que, em geral, o est?mulo aversivo incondicional utilizado se restringe ao choque el?trico. Foram poucos os est?mulos aversivos alternativos testados que se mostraram eficazes. Entretanto, mesmo utilizando o choque como aversivo incondicional, h? outras vari?veis que podem influenciar diretamente o surgimento do fen?meno. Este trabalho teve por objetivo examinar e comparar a produ??o de supress?o condicionada com dois tipos de est?mulos aversivos: jato de ar quente (JAQ) e choque el?trico. Foram utilizados 4 ratos albinos (Rattus norvegicus, Wistar). Duas Caixas de Condicionamento Operante, uma utilizada para o est?mulo choque e a outra adaptada para o JAQ, serviram de equipamentos. Os sujeitos foram divididos em duplas e expostos a pareamentos de um est?mulo neutro com diferentes est?mulos aversivos: Som+JAQ (Sujeito J1 e J2) e Som+Choque el?trico (Sujeito C1 e C2). Os dados mostram que os sujeitos expostos ao delineamento com choque apresentaram uma raz?o supressiva total (0...

Estudo do comportamento ao dano por choque térmico de um concreto refratário, contendo agregados de andaluzita, sinterizado em diferentes temperaturas; Study of the of thermal shock behavior of a castable containing andalusite aggregates sintered at different temperatures.

Garcia, Giseli Cristina Ribeiro
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 27/08/2010 Português
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37.18%
O conhecimento da resistência ao dano por choque térmico de materiais refratários é uma das características mais importantes para determinar seu desempenho em muitas aplicações, pois quando os refratários são submetidos a abruptas e severas variações de temperatura, estes podem sofrer danos. A resistência ao dano por choque térmico de um material pode variar com o tamanho de grão, com o tipo e valor da tensão, com a taxa de carregamento e com outras condições de aplicação da tensão, ou seja, não é uma propriedade intrínseca do material. Os métodos correntemente utilizados para prever o comportamento da resistência ao dano por choque térmico são baseados nos trabalhos de Hasselman, responsável pelo estudo da determinação dos parâmetros de resistência ao choque térmico, R (oC), o parâmetro de resistência ao dano por choque térmico R\'\'\'\' (m), e o parâmetro de estabilidade da trinca sob tensão térmica Rst (m1/2.oC). As equações previstas por ele levam em consideração o módulo de Young, o módulo de ruptura, a energia de fratura e o coeficiente de expansão térmica do material a ser analisado. A resistência ao dano por choque térmico pode ser avaliada por meio de ciclos térmicos, isto é...

Susceptibilidad genética para el desarrollo de la sepsis bacteriana grave y choque séptico; Genetic susceptibility to develop of severe bacterial sepsis and septic shock; A predisposição genética para o desenvolvimento de sepsis bacteriana grave e choque séptico

Chávez, Mónica; Vallejo Prado, Diana Estefanía
Fonte: Universidade do Rosário Publicador: Universidade do Rosário
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em 30/04/2013 Português
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Objetivo: presentar el estado del arte de las investigaciones que, hasta el momento, relacionan el polimorfismo genético del paciente con la evolución de la sepsis, como herramienta diagnóstica y un nuevo enfoque terapéutico de esta condición. Los conceptos actuales basados en investigaciones sostienen que el polimorfismo genético del individuo es relevante en la evolución de la enfermedad y en la respuesta efectiva al tratamiento del paciente en estado crítico, en especial con sepsis bacteriana y choque séptico. Materiales y métodos: se revisó literatura indexada que relaciona los factores genéticos con la evolución de algunas enfermedades del paciente en estado crítico. Resultados: las características particulares de la enfermedad estarían influenciadas por el acervo genético del paciente, condicionando en gran medida la respuesta patofisiológica. Se ha evidenciado la susceptibilidad genética de algunos individuos a desarrollar infección; estos individuos con un tratamiento similar no evolucionan de igual forma, desencadenándose una sepsis bacteriana grave y choque séptico. El polimorfismo en los genes que codifican por el factor de necrosis tumoral -α (TNF-α) las interlucinas- 1 (IL-1), IL-6, IL-10, el factor soluble CD-14...

Tratamento emergencial do choque em felinos domésticos

Silva, Camila Reichak da
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
Português
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Choque é considerado uma síndrome caracterizada por um déficit na perfusão e oxigenação tecidual, resultando em alteração no metabolismo e morte celular e mau funcionamento ou falência de órgãos, podendo evoluir para a morte do animal. Felinos apresentam várias diferenças fisiológicas se comparados aos caninos, que são determinantes para explicar as distinções nas respostas apresentadas pelas duas espécies em frente ao choque. Dentre essas diferenças estão o volume circulante inferior, a estimulação vagal em resposta a hemorragias levando ao desenvolvimento de bradicardia, a maior sensibilidade à hipotermia e a ausência de contração esplênica efetiva. A avaliação inicial do paciente em choque deve ser realizada concomitantemente com agressivo suporte básico de vida proporcionando-lhe adequada assistência cardíaca e respiratória. O objetivo do tratamento do choque é maximizar o fornecimento de oxigênio aos tecidos através da oxigenioterapia, administração de fluido para restauração do volume circulante e administração de drogas vasoativas para o restabelecimento da pressão arterial e do débito cardíaco. Além disso, o controle da dor e o reaquecimento do paciente são de extrema importância para a sua recuperação. Agentes alcalinizantes como o bicarbonato de sódio devem ser empregados para combater a acidose metabólica proveniente do metabolismo anaeróbico tecidual e antibioticoterapia e terapia anti-inflamatória devem ser consideradas. Ademais...