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O que é o interface? Da entificação á identificação do interface enquanto complexo mediador

Sá, Cristina Fernandes Alves de
Fonte: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa Publicador: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em /07/2010 Português
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Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Doutor em Ciências da Comunicação; Neste estudo sobre o interface, desenvolve-se um quadro crítico a partir do qual se podem recortar diversas facetas deste elemento do real. Explora-se a condição de interface, reconhecendo-lhe a sua dimensão relacional, mas constituindo-o como uma entidade em si e identificando-o como um mediador de acessos controlados. O objectivo central desta dissertação é contribuir para a definição de interface, expondo directamente o que “é” e não apenas o que “faz”. Coloca-se o foco de atenção sobre este operador de passagens diversas, cuja presença em contextos distintos implica um estudo transversal e multidisciplinar. A entificação do interface passa pela sua inscrição no espaço-tempo e pela atribuição de uma substância constitutiva capaz de lhe conferir uma consistência dinâmica adequada. Esta inscrição espaciotemporal liga-o à noção de experiência e, consequentemente, à de mediação, não apenas como suporte teórico, mas também em termos práticos. Escolhe-se o interface entre o homem e o computador como paradigma para este estudo, usando-o como porta de entrada para a cultura digital...

Eu sou muitos: a desmultiplicação do eu na arte contemporânea

Graça, Sara
Fonte: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa Publicador: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /06/2010 Português
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Trabalho de Projecto apresentado para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Comunicação e Artes; O trabalho de projecto "eu sou muitos: a desmultiplicação do eu na arte contemporânea" resulta de uma inquietação: a de procurar entender a desmultiplicação do eu em que a arte contemporânea tanto parece insistir. Se a arte regressa ao corpo (ao eu), não o faz para o assumir como dado, determinado, autónomo ou fechado. Regressa-se ao corpo para encenar a destruição de todos os véus que o envolviam e para o denunciar enquanto poroso, atravessado, ligado, maleável, plástico, indeterminado e aberto. As práticas e estratégias artísticas contemporâneas têm trabalhado contra qualquer explicação (e redução) do eu e parecem insistir no seu carácter desmultiplicado. A desmultiplicação para que se aponta não é apenas a desmultiplicação sucessiva - os vários eus sucedendo-se no tempo -, mas, sobretudo, a desmultiplicação simultânea - o eu estilhaçado numa série de planos concorrentes, à maneira cubista. O eu é muitos - "eu sou muitos" -, porque vai sendo muitos, sucessivamente assim, porque já é muitos, simultaneamente, e porque, acima de tudo, é todas as suas possibilidades (ainda que virtualmente). Se se regressa ao corpo...

Pesquisa e acontecimento: o toque no impensado

Fonseca,Tania Mara Galli; Kirst,Patrícia Gomes; Oliveira,Andréia Machado; D’Ávila,Maria Fátima; Marsilac,Ana Lúcia Mandelli
Fonte: Departamento de Psicologia - Universidade Estadual de Maringá Publicador: Departamento de Psicologia - Universidade Estadual de Maringá
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2006 Português
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Intenta-se, neste texto, abrir uma janela e pensar sobre a relação da pesquisa com o conceito de acontecimento, decorrente de algumas considerações de Foucault (1992) e Deleuze (1999). Deste modo, visa-se tocar em alguns problemas importantes, tais como: a relação pesquisador/objeto, a noção de História, as revoluções do tempo e como se dá a propagação daquilo que estudamos na sociedade e em nossa própria vida. Busca-se também fazer um corpo-a-corpo com a poeira virtual que o escavar-revolver-pesquisar nos impõe quando pensamos a partir da noção de acontecimento. Acontecimentalizar a pesquisa, para Foucault, é um procedimento analítico e de produção de conhecimentos implicado com uma posição teórico-política de desnaturalização que considera o pesquisar como forma de acesso à desmultiplicação causal. Portanto, busca-se constituir uma posição de análise, isto é, perspectivar as singularidades do acontecimento, rondá-lo dia e noite para fins de adentrar-lhe a carne e romper as evidências que se assomam ao nosso olhar.