Página 1 dos resultados de 3213 itens digitais encontrados em 0.029 segundos

Estudo comparativo do papel do género nos factores sócio-cognitivos inerentes à escolha da formação superior nas áreas das ciências e tecnologia

Canha, Marisa Fernandes de
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Trabalho em Andamento
Português
Relevância na Pesquisa
66.1%
A crescente presença feminina, no mercado de trabalho, fez surgir o interesse para as questões do desenvolvimento vocacional da mulher. Mas, apesar de ter havido um notável progresso no acesso, por parte das mulheres, às profissões tradicionalmente dominadas pelo sexo masculino, as suas escolhas ocupacionais continuam ainda em larga medida a serem mais focalizadas em profissões tradicionalmente femininas. Esta constatação levou-nos a colocar a uma série de questões relacionadas com as diferenças de género, mais propriamente as derivadas da influência da construção social do papel do género. O estudo que aqui se apresenta teve como objectivo comparar o papel do género, em alguns dos factores sócio-cognitivos, que segundo a literatura são inerentes à escolha da formação superior, nas áreas das ciências e tecnologia. Este estudo foi elaborado com base numa amostra representativa de 600 adolescentes que frequentavam o ensino secundário (na altura do preenchimento dos questionários) a partir do projecto de investigação “Motivação dos Jovens Portugueses para a Formação Superior em Ciências e em Tecnologia” desenvolvido por Leitão, Paixão, e Silva (2007) para o Concelho Nacional de Educação. A base teórica e conceptual deste estudo é o modelo Sócio-Cognitivo de Carreira (SCCT) de Lent...

" (...) mais gosto de ti??? Diferenças entre homens e mulheres nas crenças e comportamentos sobre violência conjugal

Afonso, Joana Isabel Gouveia
Fonte: Repositório Científico Lusófona Publicador: Repositório Científico Lusófona
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
Relevância na Pesquisa
65.91%
O presente trabalho tem como objectivo analisar as diferenças de género nas crenças e comportamentos relacionados com a violência conjugal, fazendo uma avaliação de condutas e atitudes face ao fenómeno. Participaram no estudo 50 casais, que preencheram o Inventário de Violência Conjugal e a Escala de Crenças sobre Violência Conjugal. Os resultados apontam para a não existência de diferenças entre homens e mulheres na perpetração e vitimação de violência em relações íntimas. São os homens os que mais facilmente legitimam os comportamentos violentos, embora a tendência atitudinal flua no sentido de não a aprovar. ABSTRACT:This study aims to examine gender differences in beliefs and behaviors related to domestic violence, by making an assessment of behaviors and attitudes addressing the phenomenon. 50 couples supported the study by filling Inventário de Violência Conjugal and Escala de Crenças sobre Violência Conjugal. The results indicate that there are no substancial differences between men and women in the perpetration and victimization of violence in intimate relationships. Men are more easily prone to accredit violent behavior, although the sight tendency is not to approve.; Orientador: Inês Jongenelen

Personalidade e stresse em militares da Força Aérea Portuguesa: diferenças entre género

Dias, Mara Lisa Canas
Fonte: Repositório Científico Lusófona Publicador: Repositório Científico Lusófona
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
Relevância na Pesquisa
75.97%
RESUMO: A organização militar é uma das mais importantes para qualquer , é uma instituição com regras e valores muito bem definidos, em que factores como a personalidade e o stress terão de ser muito bem avaliados para que se possa integrar uma carreira militar. A amostra estudada foi constituída por 200 militares da Força Aérea Portuguesa, com idade compreendidas entre os 19 e os 52 anos sendo a média de idades 26,3 anos (DP= 5,9). Em estudos anteriores verifiou-se que as diferenças entre géneros são uma condicionante no dia-a-dia de um militar (Lorenzi-Cioldi, 1994). Contudo, Eagly (1987), afirma que a diferença entre géneros tem uma pequena percentagem (5%) contra os 95 % de variabilidade explicada por outros factores na vida militar. Com esta investigação pretendeu-se verificar se existem diferenças entre géneros em relação aos factores básicos da personalidade, stress, afectividade e desejabilidade social, para além de outros aspectos relacionados com estes factores. Utilizaram-se as seguintes medidas de avaliação: o Big Five Factory, BFI (Benet-Martínez & John, 1998), a Paulhus Deception Scale, PDS (Paulhus, 1998), a Positive and Negative Affect Shedule, PANAS (Watson, Clark e Tellenger...

Estudo das diferenças de género nas cognições antecipatórias, estratégias de coping e depressão em adultos

Santos, Ana Patrícia Baptista
Fonte: Repositório Científico Lusófona Publicador: Repositório Científico Lusófona
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
Relevância na Pesquisa
66.02%
RESUMO: A presente dissertação tem o objectivo de estudar a relação das diferenças de género nas cognições antecipatórias, estratégias de coping e depressão. Para o efeito, constituiu-se duas amostras, uma de indivíduos do género feminino (n=224) de 57,9% (com uma média de idades de 36,2 e um DP=10,5), e outra por indivíduos do género masculino (n=163), perfazendo uma percentagem de 42,1% (com uma média de idades de 41,1 e um DP=12,5). Foi elaborado um protocolo de investigação composto por: Questionário de dados sócio-demográficos, Questionário de Cognições Antecipatórias (QCA), de Figueira & Ramos, 1995, o Questionário de Modos de Lidar com os Acontecimentos (QMLA), de J. Pais Ribeiro, C. Santos, 2001 e o Inventário de Avaliação Clínica da Depressão (IACLIDE), de A, Vaz Serra, 1995. Os resultados demonstraram que não existem diferenças estatisticamente significativas entre géneros nas cognições antecipatórias (p=0,594). Em relação às estratégias de coping, os resultados foram estatisticamente significativos, com as mulheres a recorrerem mais à procura de suporte social (p=0,042) e à fuga-evitamento (p=0,006). O índice de depressão mostra, de forma estatisticamente significativa, que o género feminino apresenta valores mais elevados (p=0...

Influência de expectativas e do grupo de pares sobre o comportamento do uso de álcool entre estudantes da área da saúde: uma perspectiva das diferenças de gênero; Influence of expectancies and peer group on drinking behavior in university students of the health area: a perspective of gender differences.

Fachini, Alexandre
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 26/05/2009 Português
Relevância na Pesquisa
66.11%
Evidências recentes na literatura apontam um elevado consumo de álcool entre estudantes universitários. Expectativas relacionadas aos efeitos do uso de álcool têm sido associadas tanto ao início quanto à manutenção do beber de jovens. De forma análoga, o grupo de pares é um aspecto de destacada relevância sobre o comportamento dos jovens, inclusive no que se refere ao uso de álcool. Por sua vez, tanto expectativas quanto grupo de pares podem modular de forma diferente o comportamento do beber de homens e de mulheres. O objetivo deste estudo foi avaliar diferenças de gênero sobre o uso de álcool, expectativas relacionadas aos efeitos do uso de álcool e o envolvimento com o grupo de pares de risco para o uso de álcool entre estudantes universitários da área da saúde. Participaram 238 estudantes (105 homens) de todos os anos dos cursos de Medicina e Fisioterapia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo. Estudantes preencheram um questionário estruturado autoaplicável contendo os instrumentos AUDIT (Alcohol Use Disorders Identification Test), para avaliar o uso de álcool, AEQ-A (Alcohol Expectancy Questionnaire Adolescent Form), para avaliar as expectativas dos efeitos do uso de álcool...

Relações entre a criatividade e o desempenho académico : estudo das diferenças de género num grupo de alunos do 6º ano de escolaridade; Las relaciones entre la creatividad y el rendimiento académico : estudio de las diferencias de género en un grupo de estudiantes de sexto grado; Relations between creativity and academic performance : study of gender differences in a group of students from 6th grade

Miranda, Lúcia C.; Almeida, Leandro S.
Fonte: Universidade Federal do Amazonas Publicador: Universidade Federal do Amazonas
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /12/2014 Português
Relevância na Pesquisa
66.07%
Este trabalho analisa as relações entre criatividade e o rendimento escolar tomando em atenção o género dos alunos. A amostra é constituída por de 240 alunos do 6º ano de escolaridade, 124 rapazes (52%) e 116 raparigas (48%) com média de idades de 11,6. Aplicaram-se seis subtestes do Teste de Pensamento Criativo de Torrance, repartidos por tarefas verbais e figurativas, orientando-nos pelos critérios de cotação da versão brasileira (Wechsler, 2002). O rendimento escolar foi obtido tomando as classificações dos alunos no final do 3º trimestre escolar. Este estudo sugere uma relação positiva e estatisticamente significativa entre a criatividade e o desempenho escolar dos alunos, explicando a criatividade cerca de 20% da variância no rendimento escolar. Não se verificaram diferenças de género nos critérios da criatividade, mas registaram-se resultados superiores nas alunas no rendimento escolar.; Este trabajo analiza la relación entre la creatividad y el rendimiento escolar teniendo en cuenta el género de los estudiantes. La muestra se compone de 240 estudiantes de 6 to grado, 124 varones (52%) y 116 mujeres (48%) con una edad media de 11,6. Se aplicaron seis subtests del Test de Pensamiento Creativo de Torrance...

Diferenças de género nos comportamentos de bullying: contributos da neurobiologia

Seixas, Sónia Raquel
Fonte: IPS - Escola Superior de Educação de Santarém Publicador: IPS - Escola Superior de Educação de Santarém
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2009 Português
Relevância na Pesquisa
66.04%
No presente artigo é realizada uma revisão de literatura ao nível dos comportamentos de bullying em estreita relação com o género dos alunos directamente envolvidos. Procurou-se estabelecer, numa segunda análise, uma articulação com os resultados obtidos em estudos no âmbito da neurobiologia, também eles focalizados nas diferenças entre os géneros. Sendo consensual entre a esmagadora maioria das investigações empíricas sobre o fenómeno bullying, a existência de uma diferença significativa entre os comportamentos de bullying manifestados pelos rapazes (fundamentalmente directos e físicos), comparativamente aos comportamentos de bullying manifestados pelas raparigas (fundamentalmente indirectos e relacionais), surgiu o desafio de procurar uma explicação de cariz biológica para essa diferença. Como qualquer outro comportamento humano, qualquer tentativa explicativa deve necessariamente ser de natureza multifactorial, sendo que, quando nos focalizamos exclusivamente numa área do saber (no presente artigo na área da neurobiologia, designadamente a influência do funcionamento cerebral na diferenciação qualitativa dos comportamentos de bullying consoante o género), temos de estar cientes de que essa explicação será sempre parcial...

Diferenças de género na vivência da viuvez na idade adulta avançada : depressão, mecanismos de defesa e satisfação com a vida

Oliveira, Sara Patrícia Martins de
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2012 Português
Relevância na Pesquisa
65.96%
Tese de mestrado, Psicologia (Secção de Psicologia Clínica e da Saúde - Núcleo de Psicologia Clínica Dinâmica), Universidade de Lisboa, Faculdade de Psicologia, 2012; O presente estudo tem como principal objectivo explorar os níveis de depressão, os mecanismos de defesa utilizados e a percepção de satisfação com a vida em viúvas e viúvos idosos, averiguando a existência de diferenças entre os dois grupos. Pretendeu-se também analisar, nos viúvos, o papel de algumas variáveis sócio-demográficas (e.g. Sexo) e psicossociais (e.g. Tem confidente), bem como explorar as relações entre as variáveis estudadas. Participaram no estudo 68 participantes, de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 60 e os 94 anos (M=71,31; DP= 8,23). Para avaliação dos níveis de depressão utilizou-se a versão portuguesa da Escala de Depressão do Centro de Estudos Epidemiológicos (CES-D) (Gonçalves & Fagulha, 2004); os mecanismos de defesa foram avaliados através da adaptação portuguesa do Defense Style Questionnaire-40(Andrews, Singh, & Bond, 1993; Henriques-Calado & Duarte-Silva, 2008) e a satisfação com a vida foi avaliada através da Escala de Ânimo do Centro Geriátrico de Philadelphia de Lawton (Lawton, 1976; adaptada para Portugal por Constança Paúl...

As diferenças entre os sexos: Mito ou realidade?

Poeschl, Gabrielle; Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto; Múrias, Cláudia; Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto; Ribeiro, Raquel; Faculdade de Psicologia e de Ciências da
Fonte: ISPA - Instituto Universitário Publicador: ISPA - Instituto Universitário
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em 17/11/2012 Português
Relevância na Pesquisa
66.01%
Este trabalho procura retratar os desenvolvimentos sucessivos da produção científica sobre a questão da existência de diferenças entre os sexos e das suas origens, que tem uma história longa e fértil. Começamos por evocar as ideologias produzidas no Séc. XIX para explicar as posições desiguais dos dois grupos sexuais por disposições naturais, e os primeiros trabalhos académicos consagrados a identificar os traços, competências e comportamentos que, supostamente, deveriam diferenciar homens e mulheres.Propomos alguns apanhados dos trabalhos actuais sobre as diferenças entre os sexos e sobre a controvérsia, aparentemente suscitada pelas diferentes posições políticas dos autores, a propósito da verdadeira existência dessas diferenças. Apresentamos, por último, algumas teorias que são, actualmente, desenvolvidas pelos autores que defendem a existência de diferenças entre homens e mulheres, na procura de dar sentido a essas diferenças.

Caracterização e distribuição de cronotipos no sul do Brasil: diferenças de gênero e estação de nascimento

Alam,Marilene Farias; Tomasi,Elaine; Lima,Maurício Silva de; Areas,Roberta; Menna-Barreto,Luiz
Fonte: Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro Publicador: Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2008 Português
Relevância na Pesquisa
65.95%
OBJETIVO: Investigar a tipologia circadiana e as diferenças de gênero em universitários do sul do Brasil. MÉTODOS: Voluntários (736) de 17 a 49 anos preencheram a versão brasileira do Questionário de Cronotipo (QC), tradução do Morningness-eveningness Questionnaire (MEQ) de Horne e Östberg. Medidas de tendência central e dispersão e curva de distribuição dos escores do QC (Kolmogorov-Smirnov) foram calculadas de acordo com gênero (teste t de Student), idade, estação de nascimento e desconforto com o horário de verão (qui-quadrado). RESULTADOS: Foram incluídos 648 indivíduos (36% homens, 64% mulheres), com perdas de 12% por questionários incorretos. A distribuição dos escores do QC evidenciou uma curva normal (amplitude = 18-77; média = 46,6; desvio-padrão = 10,8). Nesta amostra, 32% foram vespertinos, 54% intermediários e 14% matutinos. As médias do QC foram significativamente diferentes (p = 0,003): homens (44,9 ± 10,8) comparados com mulheres (47,5 ± 10,7) e 70% dos que nasceram na primavera e no verão foram vespertinos (p = 0,015), sem associação gênero-estação do ano. CONCLUSÃO: Homens e nascidos na primavera-verão evidenciaram preferência pela vespertinidade, não havendo diferença de gênero com relação à estação de nascimento. Nossos resultados estão de acordo com estudos realizados no hemisfério norte que mostraram...

Diferenças de gênero no desenvolvimento sexual: integração dos paradigmas biológico, psicanalítico e evolucionista

Parisotto,Luciana; Guaragna,Katia Beirão de Almeida; Vasconcelos,Maria Cristina; Strassburger,Matias; Zunta,Mônica Horikawa; Melo,Wilson Vieira
Fonte: Sociedade de Psiquiatria do Rio Grande do Sul Publicador: Sociedade de Psiquiatria do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2003 Português
Relevância na Pesquisa
65.88%
O desenvolvimento sexual masculino e feminino tem sido fonte de incontáveis questionamentos em várias áreas do conhecimento humano ao longo da história da humanidade. Diversas especialidades têm estudado o tópico da sexualidade de forma dissociada, dificultando a sua compreensão global e a abordagem terapêutica de seus transtornos. A busca de integração de diferentes teorias oriundas, tanto dos processos fisiológicos básicos que originam a vida, quanto dos campos mais complexos da psicanálise, tem sido um dos grandes desafios da prática clínica. Propõe-se, então, um artigo com o objetivo de descrever as diferenças de gênero no desenvolvimento sexual humano, à luz dos vértices biológico, psicanalítico e evolucionista, buscando-se pontes de conexão entre estes paradigmas, para uma visão mais integrada do processo de ser masculino ou feminino.

Diferenças de gênero e desenvolvimento moral das mulheres

Montenegro,Thereza
Fonte: Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2003 Português
Relevância na Pesquisa
65.88%
Neste ensaio revejo algumas explicações feministas para as diferenças de gênero e estabeleço um diálogo entre esses estudos e a psicologia do desenvolvimento moral. O objetivo é contribuir para o debate sobre os fundamentos das abordagens mais freqüentes do tema e a identificação de desafios a serem enfrentados.

Grafitos de banheiro: um estudo de diferenças de gênero

Teixeira,Renata Plaza; Otta,Emma
Fonte: Programa de Pós-graduação em Psicologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte Publicador: Programa de Pós-graduação em Psicologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/1998 Português
Relevância na Pesquisa
65.96%
Foram analisadas diferenças de gênero em grafitos de banheiro (N = 1349), focalizando-se aspectos da sexualidade humana. Grafitos foram coletados em banheiros de "cursinhos" pré-vestibulares e de uma universidade, localizados em São Paulo, SP, Brasil. Não foram encontradas diferenças de gênero significativas em termos de freqüência de grafitos sexuais. Contudo, a análise do conteúdo sexual das inscrições revelou diferenças significativas. Foi utilizado o Modelo de Regressão Logística para verificar quais categorias de grafitos sexuais diferenciavam homens de mulheres. Nos "cursinhos", as categorias diferenciadoras foram "analidade" (B: 1,7560, gl = 1, p <= 0,01) e "xingamento" (B: 0,8843, gl = 1, p <= 0,01), temas preferidos pelos homens. Na universidade, as categorias diferenciadoras foram "xingamento" (B: 0,4445, gl = 1, p <= 0,05) e "elogio sexual" (B: -0,7654, gl = 1, p <= 0,05): os homens produziram maior número de xingamentos, enquanto que as mulheres realizaram mais elogios. "Xingamento", portanto, foi uma categoria diferenciadora de gêneros nos dois ambientes: os homens se mostraram mais agressivos que as mulheres ao produzirem grafitos sexuais. Este resultado indica que pode haver alguma relação entre agressividade e sexualidade.

Comportamento social na escola: diferenças entre gêneros e séries

Saud,Laura Fogaça; Tonelotto,Josiane Maria de Freitas
Fonte: Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional (ABRAPEE) Publicador: Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional (ABRAPEE)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2005 Português
Relevância na Pesquisa
66.02%
O objetivo deste estudo foi avaliar o comportamento social em um grupo de escolares, e verificar as diferenças entre os mesmos tendo em vista aspectos como sintomas emocionais, problemas de conduta, hiperatividade, problemas de relacionamento com colegas e comportamento prósocial, contemplados no instrumento SDQ (Strengths Difficulties Questionnaire) que avalia desordens psiquiátricas relacionadas ao comportamento social. Participaram da pesquisa crianças com idade média de 9 anos e 6 meses, cursando a 3a e 4a séries do ensino fundamental de uma escola da rede particular de ensino, sendo 24 do gênero feminino e 17 do gênero masculino. Os resultados demonstraram que para comportamento pró-social não foram observadas diferenças quanto ao gênero. Com relação às médias obtidas em dificuldades sociais de acordo com a série, foram encontradas diferenças em problemas de conduta, problema de relacionamento com colegas e total de dificuldades. Para comportamento pró-social, foram observadas diferenças com relação à série, sendo que os escolares da 3a série se auto-avaliaram como mais “hábeis socialmente”, com relação aos estudantes da 4a série.

Diferenças de género nos comportamentos de bullying: contributos da neurobiologia

Seixas, Sónia Raquel; Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém
Fonte: Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém Publicador: Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em 06/04/2012 Português
Relevância na Pesquisa
66.04%
No presente artigo é realizada uma revisão de literatura ao nível dos comportamentos de bullying em estreita relação com o género dos alunos directamente envolvidos. Procurou-se estabelecer, numa segunda análise, uma articulação com os resultados obtidos em estudos no âmbito da neurobiologia, também eles focalizados nas diferenças entre os géneros. Sendo consensual entre a esmagadora maioria das investigações empíricas sobre o fenómeno bullying, a existência de uma diferença significativa entre os comportamentos de bullying manifestados pelos rapazes (fundamentalmente directos e físicos), comparativamente aos comportamentos de bullying manifestados pelas raparigas (fundamentalmente indirectos e relacionais), surgiu o desafio de procurar uma explicação de cariz biológica para essa diferença. Como qualquer outro comportamento humano, qualquer tentativa explicativa deve necessariamente ser de natureza multifactorial, sendo que, quando nos focalizamos exclusivamente numa área do saber (no presente artigo na área da neurobiologia, designadamente a influência do funcionamento cerebral na diferenciação qualitativa dos comportamentos de bullying consoante o género), temos de estar cientes de que essa explicação será sempre parcial...

Caracterização e distribuição de cronotipos no sul do Brasil: diferenças de gênero e estação de nascimento; Characterization and distribution of chronotypes in southern Brazil: gender and season of birth differences

ALAM, Marilene Farias; TOMASI, Elaine; LIMA, Maurício Silva de; AREAS, Roberta; MENNA-BARRETO, Luiz
Fonte: Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro Publicador: Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
Relevância na Pesquisa
65.95%
OBJETIVO: Investigar a tipologia circadiana e as diferenças de gênero em universitários do sul do Brasil. MÉTODOS: Voluntários (736) de 17 a 49 anos preencheram a versão brasileira do Questionário de Cronotipo (QC), tradução do Morningness-eveningness Questionnaire (MEQ) de Horne e Östberg. Medidas de tendência central e dispersão e curva de distribuição dos escores do QC (Kolmogorov-Smirnov) foram calculadas de acordo com gênero (teste t de Student), idade, estação de nascimento e desconforto com o horário de verão (qui-quadrado). RESULTADOS: Foram incluídos 648 indivíduos (36% homens, 64% mulheres), com perdas de 12% por questionários incorretos. A distribuição dos escores do QC evidenciou uma curva normal (amplitude = 18-77; média = 46,6; desvio-padrão = 10,8). Nesta amostra, 32% foram vespertinos, 54% intermediários e 14% matutinos. As médias do QC foram significativamente diferentes (p = 0,003): homens (44,9 ± 10,8) comparados com mulheres (47,5 ± 10,7) e 70% dos que nasceram na primavera e no verão foram vespertinos (p = 0,015), sem associação gênero-estação do ano. CONCLUSÃO: Homens e nascidos na primavera-verão evidenciaram preferência pela vespertinidade, não havendo diferença de gênero com relação à estação de nascimento. Nossos resultados estão de acordo com estudos realizados no hemisfério norte que mostraram...

Diferenças de género no raciocínio e no autoconceito em alunos com talento académico

Miranda, Lúcia C.; Almeida, Leandro S.
Fonte: Universidade do Minho Publicador: Universidade do Minho
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2015 Português
Relevância na Pesquisa
65.96%
Na literatura constata-se que não são conclusivos os estudos efetuados acerca das diferenças entre rapazes e raparigas na realização de provas que avaliam as diversas variáveis psicológicas. Para além de eventuais dificuldades resultantes do tipo de testes utilizados, é também questionado as amostras consideradas nos estudos. No caso concreto deste estudo, a amostra é constituída por um grupo de 135 alunos academicamente talentosos do 5º ano de escolaridade (71 rapazes e 64 raparigas), com um rendimento académico situado no percentil 80, e analisam-se eventuais diferenças de género em provas de raciocínio e autoconceito. Nas provas de raciocínio, nenhuma diferença tem significado estatístico, sendo na prova de raciocínio numérico que ocorre a diferença mais elevada e é favorável às alunas. Nas dimensões do auto conceito observa-se uma diferença com significado estatístico na dimensão de ansiedade, mostrando as alunas níveis mais moderados de ansiedade ou a sua melhor gestão. Sendo frequentes tais diferenças quando se consideram amostras heterogéneas de alunos, os resultados deste estudo apontam para uma não diferenciação dos desempenhos e das autoavaliações dos alunos segundo o género quando se consideram os alunos com elevado rendimento académico.; In the literature it appears that are not conclusive studies about the differences between boys and girls in tests scores that assess the various psychological variables. In addition to any difficulties arising from the type of tests used...

Diferenças de género nos comportamentos de bullying: contributos da neurobiologia

Seixas, Sónia
Fonte: Instituto Politécnico de Santarém, Escola Superior de Educação Publicador: Instituto Politécnico de Santarém, Escola Superior de Educação
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2009 Português
Relevância na Pesquisa
66.04%
No presente artigo é realizada uma revisão de literatura ao nível dos comportamentos de bullying em estreita relação com o género dos alunos directamente envolvidos. Procurou-se estabelecer, numa segunda análise, uma articulação com os resultados obtidos em estudos no âmbito da neurobiologia, também eles focalizados nas diferenças entre os géneros. Sendo consensual entre a esmagadora maioria das investigações empíricas sobre o fenómeno bullying, a existência de uma diferença significativa entre os comportamentos de bullying manifestados pelos rapazes (fundamentalmente directos e físicos), comparativamente aos comportamentos de bullying manifestados pelas raparigas (fundamentalmente indirectos e relacionais), surgiu o desafio de procurar uma explicação de cariz biológica para essa diferença. Como qualquer outro comportamento humano, qualquer tentativa explicativa deve necessariamente ser de natureza multifactorial, sendo que, quando nos focalizamos exclusivamente numa área do saber (no presente artigo na área da neurobiologia, designadamente a influência do funcionamento cerebral na diferenciação qualitativa dos comportamentos de bullying consoante o género), temos de estar cientes de que essa explicação será sempre parcial...

Conflito trabalho família e intenção de turnover nos bombeiros voluntários : a mediação pelo compromisso e diferenças de género

Oliveira, Humberto Vieira
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2015 Português
Relevância na Pesquisa
66.04%
Tese de mestrado, Psicologia (Secção de Psicologia dos Recursos Humanos, do Trabalho e das Organizações), Universidade de Lisboa, Faculdade de Psicologia, 2015; O presente estudo visa explorar a relação entre o Conflito Trabalho-Família (CTF), Compromisso Organizacional - componentes afetiva (CA) e normativa (CN) - e Intenção de Turnover (IT) nos Bombeiros Voluntários, assim como as diferenças de género na relação entre CTF e CA e CN. De acordo com a literatura, existe uma relação entre CTF e IT, tanto nos trabalhadores pagos como nos trabalhadores voluntários, sendo que uma das vaiáveis que aparece frequentemente associada tanto ao CTF como à IT é o Compromisso Organizacional. Tendo em conta o modelo das três componentes do compromisso, espera-se que a CA e CN sejam mediadores da relação entre CTF e IT. Pretende-se ainda verificar se a relação entre CTF e CA e CN é mais significativa nas mulheres do que nos homens. Com base nos dados da amostra recolhida (N=263) as hipóteses foram testadas através de regressões lineares hierárquicas. Os resultados permitem verificar uma relação positiva e significativa entre CTF e IT e que o CA é um mediador nesta relação. Contudo verificou-se que a relação entre CTF e CA é semelhante nas mulheres e nos homens. No que se refere ao CN este não é um mediador na relação entre CTF e IT...

As diferenças entre os sexos: mito ou realidade?

Poeschl,Gabrielle; Múrias,Cláudia; Ribeiro,Raquel
Fonte: Instituto Superior de Psicologia Aplicada Publicador: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2003 Português
Relevância na Pesquisa
66.01%
Este trabalho procura retratar os desenvolvimentos sucessivos da produção científica sobre a questão da existência de diferenças entre os sexos e das suas origens, que tem uma história longa e fértil. Começamos por evocar as ideologias produzidas no Séc. XIX para explicar as posições desiguais dos dois grupos sexuais por disposições naturais, e os primeiros trabalhos académicos consagrados a identificar os traços, competências e comportamentos que, supostamente, deveriam diferenciar homens e mulheres. Propomos alguns apanhados dos trabalhos actuais sobre as diferenças entre os sexos e sobre a controvérsia, aparentemente suscitada pelas diferentes posições políticas dos autores, a propósito da verdadeira existência dessas diferenças. Apresentamos, por último, algumas teorias que são, actualmente, desenvolvidas pelos autores que defendem a existência de diferenças entre homens e mulheres, na procura de dar sentido a essas diferenças.