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O nucleo accumbens e a substancia cinzenta periaquedutal modulam de modo distinto a hiperalgesia inflamatoria cronica e aguda em ratos; Periaqueductal gray matter and nucleous accumbens differently modulate chronic and acute hyperalgia in rats

Priscila Tiemi Kawshita
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 29/02/2008 Português
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A modulação da dor pelo sistema nervoso central (SNC) consiste na inibição ou facilitação da excitabilidade do corno dorsal da coluna espinhal. O núcleo Accumbens (Nacc) e a Substância Cinzenta Periaquedutal (PAG) são duas importantes estruturas envolvidas na modulação da dor pelo SNC. A proposta deste estudo foi investigar o papel destas estruturas na modulação da hiperalgesia inflamatória aguda e persistente, induzida pela administração de Prostaglandina E2 (PGE2) na pata de ratos. A administração local subcutânea de PGE2 induz um quadro de hiperalgesia que cede completamente em 24 horas. Entretanto, duas semanas de injeções intraplantares de PGE2 induzem uma hiperalgesia que persiste por 30 dias após cessar o tratamento. Os resultados deste estudo demonstraram que a microinjeção no NAcc de lidocaína ou de cloreto de cobalto (CoCl2 ), um bloqueador de canal de Cálcio, reduziu significativamente a hiperalgesia persistente, mas não modificou a hiperalgesia mecânica aguda induzida pela PGE2 , medida tanto pelo teste de Randall-Selitto quanto pelo teste de Von Frey. Em contraste, a lidocaína ou o CoCl2 injetados na PAG não modificaram a hiperalgesia persistente, mas aumentaram a hiperalgesia aguda induzida pela PGE2 . Também demonstramos que a administração de L-Glutamato no NAcc restaurou a hiperalgesia persistente inibida pela administração local de Dipirona na pata. Estes resultados sugerem que o NAcc...

Papel da Janus Quinase 2 expressa em tecido nervoso na hiperalgesia inflamatória; Role of neural tissue expressed Janus Kinase 2 in inflammatory hyperalgesia

André Schwambach Vieira
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 30/03/2012 Português
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A hiperalgesia inflamatória resulta da sensibilização de nociceptores aferentes periféricos induzida por mediadores inflamatórios. A prostaglandina E2 (PGE2) é uma das principais moléculas sinalizadoras envolvidas na hiperalgesia, sendo capaz de agir diretamente em nociceptores, induzindo mudanças nas propriedades de transdução sensorial destas células. A Janus Quinase 2 (JAK2) é uma molécula sinalizadora intracelular geralmente associada ao mecanismo de ação de citocinas, sendo que sua atividade pode ser induzida em nociceptores após uma inflamação periférica. Entretanto, não existem evidencias do envolvimento direto da JAK2 na sensibilização de nociceptores mediada pela PGE2. Assim o objetivo deste trabalho foi de explorar o possível papel da JAK2 na sensibilização mediada pela PGE2. Em neurônios do gânglio da raiz dorsal (DRG) em cultura foi observado que a PGE2 altera o influxo de cálcio induzido pela capsaicina, e a pré-incubação das células com o inibidor seletivo da JAK2, AG490, foi capaz de bloquear este efeito. Adicionalmente, a administração intratecal de AG490 em ratos reduziu a hiperalgesia induzida pela administração subcutânea e local de PGE2 ou carragenina. A administração intratecal de AG490 também bloqueou a ativação da PKCepsilon induzida no DRG L5 ispsilateral após inflamação na pata. Em conclusão o presente trabalho demonstra que a JAK2 expressa no DRG pode possuir um papel na sensibilização de nociceptores induzida por um evento inflamatório periférico. Desta forma a inibição da JAK2 pode ser um novo alvo farmacológico para o controle da hiperalgesia inflamatória.; Inflammatory hyperalgesia results from the sensitization of peripheral afferent nociceptors by inflammatory mediators. Prostaglandin E2 (PGE2) is one of the major signaling molecules involved in hyperalgesia...

Mecanismos envolvidos na ação anti-hiperalgésica do agonista opióide mu no tecido periférico; Mechanisms underlying the anti-hyperalgesic effect of muopioid agonists in the peripheral tissue

Karla Elena Torres Chávez
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 28/02/2012 Português
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Os objetivos deste estudo foram: (1) Verificar se a administração local de prostaglandina E2 (PGE2) no tecido periférico aumenta o efeito anti-hiperalgésico da ativação do receptor opióide mu e se este efeito é mediado por um aumento da expressão de receptor opióide mu (2) Testar se o efeito anti-hiperalgésico da ativação do receptor opióide mu no tecido periférico está associada com a diminuição da excitabilidade das fibras-C. De acordo com o objetivo (1)... Observação: O resumo, na íntegra, poderá ser visualizado no texto completo da tese digital.; The aims of this study were:(1) To verify whether local administration of E2 prostaglandin (PGE2) in peripheral tissue increases the anti-hyperalgesic effect of mu opioid receptor activation and whether this effect is mediated by an increased expression of mu opioid receptor (2) To test if the anti-hyperalgesic effect of the activation of mu opioid receptor in peripheral tissue is associated with the decrease of C-fibers excitability. According to the objective(1)... Note: The complete abstract is available with the full electronic document.

O papel da interleucina-1'beta' produzida no gânglio da raiz dorsal no desenvolvimento da hiperalgesia inflamatória; The role of dorsal root ganglion-produced interleukin-1'beta' in development of inflammatory hyperalgesia

Dionésia Araldi
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 14/05/2012 Português
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A liberação de Interleucina-1? (IL-1?) no tecido periférico estimula a síntese de Prostaglandinas (PGs), especialmente, da Prostaglandina-E2 (PGE2), que leva a sensibilização dos nociceptores aferentes primários induzindo a hiperalgesia inflamatória. Recentemente demonstramos que a IL-1? pode ativar diretamente o receptor de Interleucina-1 (IL-1R) do nociceptor aferente periférico e levar a liberação de PGE2 associada ao desenvolvimento da hiperalgesia. A IL-1? também é liberada no Gânglio da Raiz Dorsal (GRD), entretanto a função que a IL-1? desempenha no GRD para o desenvolvimento da hiperalgesia inflamatória ainda não está clara. Portanto, o objetivo deste estudo foi investigar se a liberação de IL-1? e a ativação do Receptor de Interleucina-1 Tipo I (IL-1RI) no GRD estão envolvidos no desenvolvimento da hiperalgesia inflamatória. A administração de IL-1Ra (antagonista natural de receptor IL- 1, 6 ?g) no GRD de ratos preveniu a hiperalgesia mecânica (avaliada por meio do von Frey Eletrônico) induzida pela administração intraplantar (i.pl) de Adjuvante Completo de Freund (CFA, 100 ?L), Carragenina (Cg, 100 ?g) ou IL-1? (0,5 pg), mas não pela administração i.pl de PGE2 (100 ng), avaliadas 3 horas após suas administrações. Além disso...

Prostaglandines per tractar l'asma

Herrerias, Aida; Departament de Farmacologia, de Terapèutica i de Toxicologia
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em //2009 Português
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Aproximadament 150 milions de persones arreu del món pateixen asma, sent a les societats més avançades on la incidència és més elevada. I no s’atura. Dades que s’han de tenir molt presents, donat que actualment manquem d’un fàrmac curatiu. A més, si no és correctament avaluada i tractada, aquesta malaltia pot mermar considerablement la qualitat de vida de les persones afectades. En la recerca de nous camins terapèutics, les prostaglandines (PG) han aparegut a escena. Mol·lècules en origen, constitueixen tota una família de mediadors cel·lulars amb múltiples funcions: intervenen en la resposta inflamatòria, provoquen la contracció de la musculatura llisa o regulen la temperatura corporal, entre d’altres. Aquest article analitza la possibilitat que la PGE2 (la dinoprostona, un tipus de PG) actuï com una molècula antiasmàtica a la regió pulmonar. Per estudiar-ho, d’una banda han exposat ratolins a extractes d’àcars de la pols com a nou model d’asma al·lèrgica induïda. I de l’altra, els han inoculat agonistes de receptors de PGE2. Els resultats de l’experiment evidencien una disminució inflamatòria i una inhibició de l’activitat mastocitària en els pulmons, és a dir, la PGE2 disminueix la sensibilització de l’organisme davant la presència d’un al·lèrgen. Aquests resultats permeten consolidar el model d’estudi...

Levosulpiride y domperidona en el tratamiento de la dispepsia funcional: estudio comparativo

González,Juan C
Fonte: Universidad Central de Venezuela. Facultad de Medicina. Comisión de Publicaciones de la Facultad de Medicina Publicador: Universidad Central de Venezuela. Facultad de Medicina. Comisión de Publicaciones de la Facultad de Medicina
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2007 Português
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Objetivo: Comparar la eficiencia en la reducción de los síntomas de pacientes diagnosticados mediante los criterios de Roma III con el diagnóstico de dispepsia funcional, a las 4 semanas de estar tomando levosulpiride o domperidona. Método: Se incluyeron 105 pacientes que consultaron con los síntomas de dispepsia funcional, al Servicio de Gastroenterología del Hospital Universitario de Caracas, que cumplían con los criterios de ROMA III, en un estudio prospectivo aleatorio. A todos se les realizó gastroscopia y biopsia para diagnosticar Helicobacter pylori. Tiempo de duración del estudio por cada paciente 30 días. Tiempo total del estudio 6 meses de noviembre de 2006 a abril de 2007. Resultados: El 94,28 % de los pacientes que recibieron levosulpiride reportaron síntomas leves o ausentes en comparación con el 71,42 % del grupo que recibió dinoprostona y el 14,28 % del grupo control. Conclusión: Levosulpiride es más eficaz que domperidona en el control de los síntomas de dispepsia funcional en los pacientes estudiados. Las drogas comparadas no presentaron efectos adversos severos. Levosulpiride, debería considerarse entre los fármacos de elección en el tratamiento de la dispepsia funcional