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"Estudo duplo-cego, cruzado, placebo-controlado de corticoterapia tópica oclusiva em lesões gengivais de doenças mucocutâneas auto-imunes e inflamatórias" ; A double-blind, crossover, placebo-controlled study of occlusive topical corticotherapy in gingival lesions of autoimmunes and inflammatory mucocutaneous diseases

Motta, Ana Carolina Fragoso
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 26/04/2005 Português
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76.58%
Este estudo avaliou a eficácia do propionato de clobetasol a 0,05% em pomada, com uso de moldeiras individuais de silicone, em 22 pacientes com lesões gengivais de doenças mucocutâneas auto-imunes e inflamatórias, por meio de um estudo duplo-cego, cruzado, placebo-controlado. Os pacientes foram distribuídos em dois grupos: grupo 1, que consistiu de 5 pacientes em uso de corticosteróide e/ou imunossupressor sistêmico para controle de lesões cutâneas e/ou gengivais associadas às doenças mucocutâneas; grupo 2, que consistiu de 17 pacientes sem utilização de corticosteróide e/ou imunossupressor sistêmico. Os pacientes de cada grupo receberam a bisnaga 1, e foram orientados a utilizá-la no preenchimento das moldeiras. Em seguida, foram instruídos a aplicar a pomada com a moldeira 3 vezes ao dia, durante 20 minutos, por um período de duas semanas. A freqüência de uso da pomada foi reduzida na 3 a semana para 1 vez ao dia (pela manhã), em dias alternados. Após esta fase, foi estabelecido um intervalo de 2 semanas sem tratamento após o qual houve a inversão das pomadas (bisnaga 2), e os pacientes passaram a utilizá-la da mesma maneira que a bisnaga 1. As consultas de avaliações foram realizadas na 2 a , 5 a , 7 a ...

Avaliação tireoidiana de pacientes infectados pelo vírus da hepatite C: correlação com polimorfismos do gene CTLA4; Thyroid evaluation of patients infected by hepatitis C virus: correlation with polymorphisms of CTLA4 gene

Danilovic, Debora Lucia Seguro
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 15/10/2010 Português
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66.75%
INTRODUÇÃO: Manifestações auto-imunes são frequentes na infecção pelo vírus da hepatite C (VHC). Apesar da associação com doenças auto-imunes de tireóide (DAIT) ser controversa, sabe-se que distúrbios tireoidianos podem surgir ou piorar com tratamento com IFN e ribavirina. Os objetivos deste estudo foram avaliar a função tireoidiana em pacientes infectados pelo VHC, caracterizar distúrbios tireoidianos antes, durante e após tratamento com IFN e estudar as frequências dos genótipos dos polimorfismos do gene CTLA4, correlacionando-os com características clínicas e laboratoriais, presença de disfunção tireoidiana e evolução durante tratamento com IFN. MÉTODOS: Avaliação prospectiva de 112 indivíduos com infecção crônica pelo VHC, 30 tratados com IFN, e 183 controles. Realizaram-se avaliações clínica, hormonal e de auto-imunidade tireoidiana e ultra-sonografia de tireóide no início e durante tratamento. Avaliações de globulina transportadora de hormônios tireoidianos (TBG), de CXCL10 e de biópsia hepática foram feitas pré-tratamento. Análises dos polimorfismos do gene CTLA4 -318C>T, A49G e CT60 foram realizadas por PCR-RFLP e de AT(n) por análise de fragmento através de eletroforese capilar. RESULTADOS: A frequência de DAIT entre infectados por VHC não diferiu dos controles (10...

Remoção de auto-anticorpos de amostras sericass de pacientes com doenças auto-imunes empregando filtração em membranas de afinidade

Roberta Cristina Arena Ventura
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 06/07/1999 Português
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66.79%
As doenças auto-imunes caracterizam-se pelo desenvolvimento de auto-anticorpos devido a um reconhecimento de certos componentes celulares do próprio organismo como antígenos. Essas doenças são normalmente tratadas com a administração de medicamentos que, em geral estabilizam a doença, mas não a eliminam, O tratamento extracorpóreo de pacientes com doenças auto-imunes tem sido investigado e pode ser por troca de plasma ou adsorção seletiva do auto-anticorpo. A troca de plasma possui um custo elevado além de expor o paciente ao risco de infecções. Devido a esses inconvenientes, a terapia de adsorção seletiva de auto-anticorpos tem sido a mais indicada. Como alternativa aos suportes existentes para o tratamento extracorpóreo de doenças auto-imunes utilizou-se histidina imobilizada em membranas de fibras ocas de álcool poli etileno vinílico. A fim de se determinar as melhores condições de retenção de IgG no módulo de filtração, estudou-se a influência das variáveis QF (vazão do filtrado)/QI (vazão de alimentação) e da concentração de IgG na alimentação na retenção de IgG no suporte através de um planejamento experimental. A variável QF/QI não apresentou efeito significativo na retenção de IgG e a capacidade de retenção de IgG aumentou de acordo com a concentração de IgG na alimentação. Testou-se a influência da variável QF/QI...

Bactérias e aumento da prevalência das doenças atópicas e auto-imunes

Monteiro, T.
Fonte: Revista Nascer & Crescer Publicador: Revista Nascer & Crescer
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2005 Português
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76.7%
RESUMO Nas últimas décadas assistimos a uma marcada redução da morbilidade e mortalidade infantil e da população em geral, particularmente pela redução das doenças infecciosas devido à sua prevenção e cura. Mas a redução das doenças infecciosas correlacionou – se inversamente com as doenças do foro imunológico, atópicas e auto – imunes. Este trabalho, de revisão da literatura, pretende levar aos leitores algumas razões desta constatação epidemiológica, particularmente as do aumento da prevalência das doenças atópicas. Abordamos resumidamente o mecanismo imunológico das doenças atópicas e auto – imunes, a influência das doenças infecciosa sobre estas, a conhecida hipótese da higiene, e a perspectiva que se abre para se controlar a ascensão das doenças do foro imunológico, nomeadamente, pela manipulação da flora intestinal, a nossa maior barreira imunológica, incluindo o tipo de parto. SUMMARY In the last decades we assist to an accentuated decrease of the morbility and mortality in children and in general population, namely due to progression in the control of infectious diseases. But as the infections decrease, autoimmune and allergic diseases increase. The present work intends a literature review about those epidemiologic facts...

A asma, a obesidade e a hormona vitamina D - A hipótese do sol

Monteiro, T.
Fonte: Nascer e Crescer Publicador: Nascer e Crescer
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /09/2008 Português
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66.64%
A conhecida “hipótese da higiene”, segundo a qual a redução das doenças infecciosas leva ao aumento das doenças atópicas, foi explicada pelo desequilíbrio da actividade das linhas TH1 e TH2 a favor da última, uma vez que a activação da primeira se relaciona com a defesa à infecção e a auto-imunidade, e a segunda com doenças atópicas. Mas o aumento simultâneo da prevalência de doenças auto-imunes e atópicas obrigou a encontrar outra explicação, admitindo-se a existência de células T reguladoras (Tregs) da actividade das duas linhas, activadas por componentes infecciosos como enterotoxinas. Mas as Tregs têm receptores para a vitamina D, capazes de serem estimulados. E como se tem vindo a demonstrar uma carência planetária em vitamina D, pode aventar-se outra hipótese para explicar a maior prevalência das doenças atópicas e auto-imunes, a hipótese do sol. Simultaneamente, a carência de sol (isto é, vitamina D) pode explicar o aumento e /ou gravidade de outras patologias, pois há receptores para a vitamina D em variadas células, que não enterócitos, células tubulares renais e osteoblastos, e de correlações patológicas, como asma e obesidade. ABSTRACT The hygiene hypothesis was developed to explain the increased prevalence of atopic diseases in the last decades...

Contracepção em Doenças Auto-Imunes

Vicente, L; Serrano, F; Lopes, JD
Fonte: ArquiMed Publicador: ArquiMed
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2000 Português
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96.55%
Apesar do conhecimento do envolvimento dos estrogénios na fisiopatologia das doenças auto-imunes, continuamos a utilizar os contraceptivos orais (CO) estroprogestativos nestas doenças como se ainda tivessem as formulações iniciais de alta dosagem. Do conhecimento do mecanismo de intervenção dos estrogénios no sistema imunitário destacam-se a detecção de receptores estrogénicos nas células imunitárias, influência estrogénica na produção de citocinas e expressão de proto-oncogenes envolvidos na apoptose. Na artrite reumatóide, os CO poderão ter um papel protector no desenvolvimento da doença, apesar desta ter uma incidência maior no sexo feminino. No Lupus Eritematoso Sistémico (LES) estudou-se o papel dos CO com estrogénios na exacerbação da doença e no agravamento do risco trombótico existente. Assim, os CO estroprogestativos de baixa dosagem estão permitidos nas mulheres com LES em remissão ou com actividade moderada, sem anticorpos anti-fosfolípidos, sem antecedentes pessoais de tromboembolismo, sem atingimento renal grave, não fumadoras e normotensas. Existem outras alternativas contraceptivas aconselhadas para os restantes casos, nomeadamente a contracepção injectável, progestativos orais ou em implantes...

Coexistência de Morfeia, Vitíligo e Diabetes Auto-Imune Latente do Adulto

Laureano, A; Fernandes, C; Cardoso, J
Fonte: Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2013 Português
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76.62%
Cerca de 30% dos adultos com morfeia apresentam simultaneamente outras doenças auto-imunes, o que suporta a presença de mecanismos de auto-imunidade na patogénese desta doença fibrosante da pele e tecidos subjacentes. Os autores descrevem o caso de um doente do sexo masculino, 27 anos, que notou o aparecimento na região abdominal,cerca de 1 ano antes da observação, de placa eritematosa, ovalada, endurada,assintomática, com crescimento progressivo. Referiu vitiligo acro-facial desde os 12 anos de idade e antecedentes maternos de vitiligo e tiroidite de Hashimoto. A avaliação histopatológica evidenciou escasso infiltrado inflamatório perivascular e espessamento das fibras de colagénio, suportando o diagnóstico clínico de morfeia. Na avaliação laboratorial destacou-se a marcada elevação no título do auto-anticorpo anti-descarboxilase do ácido glutâmico, permitindo o diagnóstico de diabetes auto-imune latente do adulto (LADA), uma forma de diabetes tipo 1 de início tardio. A morfeia e o vitiligo são dermatoses raramente descritas em simultâneo, apesar da sua provável etiologia auto-imune. Neste doente, a investigação de outras doenças auto-imunes permitiu o diagnóstico de LADA. Esta associação, raramente descrita...

Contracepção em Doenças Auto-Imunes

Vicente, L; Serrano, F; Lopes, JD
Fonte: ArquiMed Publicador: ArquiMed
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2000 Português
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96.55%
Apesar do conhecimento do envolvimento dos estrogénios na fisiopatologia das doenças auto-imunes, continuamos a utilizar os contraceptivos orais (CO) estroprogestativos nestas doenças como se ainda tivessem as formulações iniciais de alta dosagem. Do conhecimento do mecanismo de intervenção dos estrogénios no sistema imunitário destacam-se a detecção de receptores estrogénicos nas células imunitárias, influência estrogénica na produção de citocinas e expressão de proto-oncogenes envolvidos na apoptose. Na artrite reumatóide, os CO poderão ter um papel protector no desenvolvimento da doença, apesar desta ter uma incidência maior no sexo feminino. No Lupus Eritematoso Sistémico (LES) estudou-se o papel dos CO com estrogénios na exacerbação da doença e no agravamento do risco trombótico existente. Assim, os CO estroprogestativos de baixa dosagem estão permitidos nas mulheres com LES em remissão ou com actividade moderada, sem anticorpos anti-fosfolípidos, sem antecedentes pessoais de tromboembolismo, sem atingimento renal grave, não fumadoras e normotensas. Existem outras alternativas contraceptivas aconselhadas para os restantes casos, nomeadamente a contracepção injectável, progestativos orais ou em implantes...

Coexistência de Morfeia, Vitíligo e Diabetes Auto-Imune Latente do Adulto

Laureano, A; Fernandes, C; Cardoso, J
Fonte: Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2013 Português
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76.62%
Cerca de 30% dos adultos com morfeia apresentam simultaneamente outras doenças auto-imunes, o que suporta a presença de mecanismos de auto-imunidade na patogénese desta doença fibrosante da pele e tecidos subjacentes. Os autores descrevem o caso de um doente do sexo masculino, 27 anos, que notou o aparecimento na região abdominal,cerca de 1 ano antes da observação, de placa eritematosa, ovalada, endurada,assintomática, com crescimento progressivo. Referiu vitiligo acro-facial desde os 12 anos de idade e antecedentes maternos de vitiligo e tiroidite de Hashimoto. A avaliação histopatológica evidenciou escasso infiltrado inflamatório perivascular e espessamento das fibras de colagénio, suportando o diagnóstico clínico de morfeia. Na avaliação laboratorial destacou-se a marcada elevação no título do auto-anticorpo anti-descarboxilase do ácido glutâmico, permitindo o diagnóstico de diabetes auto-imune latente do adulto (LADA), uma forma de diabetes tipo 1 de início tardio. A morfeia e o vitiligo são dermatoses raramente descritas em simultâneo, apesar da sua provável etiologia auto-imune. Neste doente, a investigação de outras doenças auto-imunes permitiu o diagnóstico de LADA. Esta associação, raramente descrita...

Prevalência de doenças tireoidianas auto-imunes em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico

Viggiano,Daniela P. P. Oliveira; Silva,Nilzio Antônio da; Montandon,Ana C. O. e Silva; Barbosa,Vitalina de Souza
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2008 Português
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76.52%
INTRODUÇÃO: As doenças tireoidianas auto-imunes têm sido associadas com inúmeras desordens reumatológicas, incluindo o lúpus eritematoso sistêmico (LES). OBJETIVO: Avaliar a prevalência de alterações tireoidianas em pacientes com LES. MÉTODOS: Estudo de coorte transversal comparando prevalência de alterações tireoidianas em 106 pacientes com LES e grupo-controle de 102 pacientes. Os pacientes foram submetidos à avaliação clínica e laboratorial, com dosagens de anticorpos anti-TPO e anti-Tg, TSH, T4 livre e T3. RESULTADOS: Detectou-se aumento de prevalência de hipotireoidismo subclínico (11%) e clínico (13%) no grupo de pacientes com LES, comparados a 7% e 1%, respectivamente, no grupo-controle (p < 0,001). Não houve diferença de prevalência de hipertireoidismo entre os grupos comparados. A positividade de anticorpos antitireoidianos foi maior no grupo de LES (23% versus 19%, p = 0,025). O risco relativo de pacientes com LES apresentarem alterações tireoidianas foi de 1,60. CONCLUSÃO: As alterações tireoidianas são mais freqüentes em pacientes com LES que na população geral.

Patologias narcísicas e doenças auto-imunes: algumas considerações sobre o corpo na clínica

Pinheiro,Teresa; Verztman,Júlio; Venturini,Camilo; Viana,Diane; Canosa,Lindinaura; Caravelli,Selena
Fonte: Departamento de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Publicador: Departamento de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2006 Português
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96.52%
O presente artigo visa apresentar os desdobramentos de um dos eixos temáticos fundamentais do projeto de pesquisa intitulado Patologias narcísicas e doenças auto-imunes: estudo comparativo sob a ótica da psicanálise, comparação clínica e metapsicológica entre pacientes melancólicos e portadores de Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES), que se realiza a partir de um acordo entre o Instituto de Psicologia, o Instituto de Psiquiatria e o Hospital Universitário Clementino Fraga Filho da UFRJ. Trata-se aqui de pensar a relação que as pacientes atendidas pela pesquisa estabelecem com o próprio corpo. O desenvolvimento teórico-clínico da pesquisa apontou-nos a especificidade com que o corpo se apresenta em ambas as configurações subjetivas. Consideramos esta uma questão fundamental, uma vez que, nesses casos, o estatuto do corpo diverge daquele que costumamos delinear pelo viés da neurose.

Corticosteróide tópico oclusivo no tratamento de manifestações gengivais de doenças vesicobolhosas auto-imunes

Motta,Ana Carolina Fragoso; Komesu,Marilena Chinali; Grisi,Márcio Fernando de Moraes; Souza,Cacilda da Silva; Roselino,Ana Maria Ferreira; Migliari,Dante Antonio
Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Dermatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2006 Português
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76.52%
O tratamento das lesões gengivais de doenças vesicobolhosas auto-imunes constitui grande desafio na estomatologia, principalmente pela natureza crônica das lesões. O tratamento sistêmico é necessário no controle das apresentações mais graves; entretanto, quando possível, o tratamento tópico é preferível. Este artigo descreve uma técnica oclusiva para aplicação de corticosteróide tópico que tem demonstrado ser eficaz no controle dessas lesões, sobretudo em pacientes com manifestações exclusivamente gengivais.

Microquimerismo fetal-materno nas doenças reumáticas auto-imunes

Barcellos,Karin Spat Albino; Andrade,Luís Eduardo Coelho
Fonte: Sociedade Brasileira de Reumatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Reumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2004 Português
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66.68%
Estudos recentes indicam a existência de um tráfego bidirecional de células durante a gestação humana normal. Células fetais persistem no sangue periférico materno por muitos anos após a gestação. Muitas doenças auto-imunes são mais prevalentes em mulheres, algumas das quais apresentam pico de incidência em fases tardias dos anos férteis femininos. A doença enxerto-versushospedeiro é uma condição conhecida de quimerismo e possui similaridades clínicas com algumas doenças auto-imunes reumáticas, notavelmente com esclerose sistêmica e síndrome de Sjögren e, algumas vezes, com lúpus eritematoso sistêmico. Este artigo explora a hipótese de que o microquimerismo fetal contribua para a patogênese de algumas doenças auto-imunes, baseado em revisões de estudos anteriores que trabalharam com esta hipótese. São apresentadas ressalvas de ordem conceitual e técnica a serem consideradas na interpretação dos dados da literatura.

Doenças reumáticas auto-imunes em indivíduos infectados pelo HTLV-1

Carvalho,Mônica Martinelli Nunes de; Novaes,Albino E.; Carvalho,Edgar Marcelino de; Araújo,Maria Ilma
Fonte: Sociedade Brasileira de Reumatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Reumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2006 Português
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86.76%
O HTLV-1 foi o primeiro retrovírus humano a ser associado às doenças malignas leucemia e linfoma de células T do adulto (LLTA). Ele está relacionado também a uma doença inflamatória crônica do sistema nervoso central (SNC) conhecida como paraparesia espástica tropical/mielopatia associada ao HTLV-1 (PET/MAH). O HTLV-1 tem sido implicado na patogênese de várias doenças auto-imunes, tais como: diabetes, esclerose múltipla, dermatite infectiva, uveíte e artropatia. Ao longo dos anos, a infecção retroviral tem assumido um importante papel na patogênese das doenças reumáticas auto-imunes. Partículas semelhantes aos retrovírus têm sido identificadas em tecidos de pacientes com artrite reumatóide (AR), síndrome de Sjögren, lúpus eritematoso sistêmico (LES) e polimiosite. A síndrome de Sjögren e a AR têm sido as doenças reumáticas mais encontradas nos pacientes infectados pelo HTLV-1, sendo a freqüência mais elevada nos pacientes com mielopatia. A alta prevalência de síndrome de Sjögren e de AR entre os indivíduos com mielopatia sugere que a carga viral e a resposta inflamatória exacerbada, que concorrem para o desenvolvimento da mielopatia, devem também influenciar no desenvolvimento das doenças reumáticas auto-imunes.

Análise crítica do teste de anticorpos antinúcleo (FAn) na prática clínica

Dellavance,Alessandra; Leser,Paulo Guilherme; Andrade,Luís Eduardo Coelho
Fonte: Sociedade Brasileira de Reumatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Reumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2007 Português
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66.72%
A pesquisa de anticorpos contra antígenos celulares, tradicionalmente denominada FAN (fator antinúcleo) ou FAN-HEp-2, tem apresentado contínua evolução que requer dos profissionais envolvidos uma acurada e constante revisão sobre os paradigmas que norteiam a interpretação dos resultados obtidos. Os avanços metodológicos ocasionaram expressivo aumento na sensibilidade do teste e conseqüente diminuição de sua especificidade. Isto se verifica pelo crescente número de exames positivos em indivíduos aparentemente hígidos. Este fato tem criado situações desconfortáveis e muitas vezes angustiantes, sendo necessário buscar elementos para auxiliar os profissionais envolvidos. Estudos criteriosos e a experiência têm nos ensinado que há características peculiares usualmente associadas aos auto-anticorpos observados em pacientes auto-imunes e em indivíduos não auto-imunes. A presente revisão fornece uma abordagem sobre os pontos importantes para a correta valorização dos achados do teste do FAN-HEp-2 e que possam auxiliar na identificação de pacientes com doenças auto-imunes. Discute-se a importância do título e do padrão de imunofluorescência na valorização de um teste positivo e no desdobramento da pesquisa de auto-anticorpos específicos. Indivíduos não auto-imunes usualmente apresentam FAN-HEp-2 em títulos baixos...

Células T regulatórias naturais (T REGS) em doenças reumáticas

Cruvinel,Wilson de Melo; Mesquita Jr.,Danilo; Araújo,Júlio Antônio Pereira; Salmazi,Karina Carvalho; Kállas,Esper Georges; Andrade,Luis Eduardo Coelho
Fonte: Sociedade Brasileira de Reumatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Reumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 Português
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76.65%
O sistema imune sadio deve manter o balanço entre a capacidade de responder a agentes infecciosos e de sustentar a autotolerância. A ausência de resposta adequada submete o indivíduo aos efeitos deletérios da invasão por patógenos, ao passo que o sistema respondendo de modo exacerbado pode gerar respostas inflamatórias prejudiciais. Acreditava-se que os mecanismos de deleção clonal e anergia fossem os mecanismos essenciais no controle de clones de linfócitos T auto-reativos. Apesar das evidências funcionais a favor da existência de células T supressoras, por muitos anos a imunologia falhou em identificar suas características fenotípicas e confirmar sua existência, motivo pelo qual o tema passou por longo período de descrédito. A recente demonstração de diferentes fenótipos de células, agora chamadas células T regulatórias, reintroduziu o paradigma de que a auto-reatividade é ativamente regulada também por subtipos particulares de linfócitos. Este tema é de grande interesse contemporâneo e a literatura está repleta de estudos descrevendo novos subtipos de células regulatórias, bem como a função, o fenótipo e a freqüência em condições fisiológicas e patológicas. Nesse universo, destaca-se o subtipo mais importante de células com função imunorregulatória...

Transplante de células tronco hematopoéticas para doenças auto-imunes no Brasil

Voltarelli,Júlio C.
Fonte: Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia e Terapia Celular Publicador: Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia e Terapia Celular
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2002 Português
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76.38%
O transplante de células progenitoras hematopoéticas apresenta bases sólidas para ser indicado no tratamento das doenças autoimunes. No relato são apresentados estes dados e a seqüência de eventos que tem contribuído para a implantação de um protocolo brasileiro do procedimento na modalidade autogênica utilizando regimes de mobilização uniforme com Ciclofosfamida 2g/m2 mais fator estimulador de colônias granulocitárias e condicionamentos particulares para o lúpus eritematoso sistêmico, esclerose sistêmica e esclerose múltipla. As entidades descritas anteriormente foram escolhidas para o início do protocolo cooperativo após amplos debates em encontros ocorridos em Ribeirão Preto e São Francisco, EUA.

Depleção de célula B no tratamento de citopenias auto-imunes

Landeiro,Luciana; Almeida,Maiana; Cal,Flávia F. P.; Cerqueira,Tais S.; Frempong,Rosana F.; Espírito Santo,Thyago M.; Santos,Deise A.; Pinto,Thiago B.; Pallotta,Ronald
Fonte: Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia e Terapia Celular Publicador: Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia e Terapia Celular
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2005 Português
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76.53%
A morbidade associada ao tratamento de citopenias auto-imunes tornou necessária a busca por novas terapêuticas. Baseado no fato de que o rituximab reage especificamente contra o antígeno CD 20, induzindo depleção de células B e conseqüentemente levando à diminuição na produção de auto-anticorpos, cinco pacientes com citopenias auto-imunes foram tratados com esta droga. Os pacientes eram refratários à terapia convencional e receberam 375 mg/m² de rituximab semanalmente, por um período de quatro semanas. Todos os pacientes apresentaram melhora, seja pelo aumento do número de células (níveis de hemoglobina ou contagem de plaquetas), seja pela suspensão do uso de corticoesteróides. Não foram observadas reações importantes durante infusão do medicamento, ou mesmo episódios de infecção durante acompanhamento subseqüente. Desta forma, o rituximab se mostrou eficaz e seguro para pacientes portadores de anemia hemolítica e púrpura trombocitopênica de etiologia imunológica, sugerindo que esta droga deva fazer parte do arsenal terapêutico utilizado nestas doenças auto-imunes.

Quality of life of patients with autoimmune diseases submitted to bone marrow transplantation: a longitudinal study; Calidad de vida de pacientes con enfermedades autoinmunes sometidos a transplante de médula ósea: un estudio longitudinal; Qualidade de vida de pacientes com doenças auto-imunes submetidos ao transplante de medula óssea: um estudo longitudinal

GUIMARÃES, Fabio Augusto Bronzi; SANTOS, Manoel Antônio dos; OLIVEIRA, Érika Arantes de
Fonte: Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto / Universidade de São Paulo Publicador: Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto / Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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96.56%
This study aimed to assess the quality of life of patients with autoimmune diseases (AID) submitted to Bone Marrow Transplantation (BMT) at two different moments: when the patient is admitted at the hospital and at the moment of hospital discharge (30 days after the transplantation). Patients who attended the BMT unit, were older than 18 years, with conditions and availability to voluntarily collaborate to the study were selected. Data were collected through a semi-structured interview and the Medical Outcomes Study 36-Item Short-Form Health Survey (SF-36). The sample consisted of 19 patients attended at a university hospital in the interior of São Paulo State, Brazil. The collected data suggest these patients' quality of life is reduced before the realization of the transplantation, followed by a progression in their diseases. Immediately after the transplantation, an improved capacity to perform daily activities is observed, as well as a renewed possibility of making future plans.; El objetivo de este estudio fue evaluar la calidad de vida de pacientes con enfermedades auto-inmunes (EAI), sometidos al Transplante de Médula Ósea (TMO), en dos momentos distintos: en la admisión del paciente y durante la ocasión del alta hospitalaria (30 días después del transplante). Fueron seleccionados pacientes atendidos en la unidad de TMO...

Qualidade de vida de pacientes com doenças auto-imunes submetidos ao transplante de medula óssea: um estudo longitudinal; Calidad de vida de pacientes con enfermedades autoinmunes sometidos a transplante de médula ósea: un estudio longitudinal; Quality of life of patients with autoimmune diseases submitted to bone marrow transplantation: a longitudinal study

Guimarães, Fabio Augusto Bronzi; Santos, Manoel Antônio dos; Oliveira, Érika Arantes de
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto Publicador: Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf; application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/10/2008 Português
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96.56%
O objetivo deste estudo foi avaliar a qualidade de vida de pacientes com doenças auto-imunes (DAI), submetidos ao Transplante de Medula Óssea (TMO), em dois momentos distintos: na admissão do paciente e por ocasião da alta hospitalar (30 dias após o transplante). Foram selecionados pacientes atendidos na unidade de TMO, maiores de 18 anos, que apresentaram condições e disponibilidade para colaborar voluntariamente. Para a coleta de dados utilizou-se roteiro de entrevista semi-estruturada e o Questionário de Avaliação de Qualidade de Vida - SF-36. A amostra foi composta por 19 pacientes atendidos em um hospital-escola do interior do Estado de São Paulo, Brasil. Os dados obtidos sugerem depreciação da qualidade de vida desses pacientes antes da realização do transplante, acompanhada da progressão de suas enfermidades. Imediatamente após o transplante já se percebe melhora da capacidade para realizar atividades do cotidiano e a possibilidade renovada de traçar planos futuros.; El objetivo de este estudio fue evaluar la calidad de vida de pacientes con enfermedades auto-inmunes (EAI), sometidos al Transplante de Médula Ósea (TMO), en dos momentos distintos: en la admisión del paciente y durante la ocasión del alta hospitalaria (30 días después del transplante). Fueron seleccionados pacientes atendidos en la unidad de TMO...