Página 1 dos resultados de 1980 itens digitais encontrados em 0.004 segundos

A disfunção do lobo frontal em crianças e adolescentes com epilepsia de lobo temporal e sua possível correlação com a ocorrência de transtornos psiquiátricos

Rzezak,Patrícia; Fuentes,Daniel; Guimarães,Catarina A.; Guerreiro,Marilisa; Valente,Kette D. R.
Fonte: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE) Publicador: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2005 Português
Relevância na Pesquisa
47.35%
Introdução: Há evidências de que pessoas com alguns tipos de epilepsia podem apresentar prejuízos cognitivos, sendo que para alguns pacientes, tais déficits cognitivos podem ser mais debilitantes do que suas crises epilépticas. A disfunção do lobo frontal é relatada em adultos com epilepsia do lobo temporal, caracte­rizada pela disfunção executiva. Objetivo: Rever a literatura sobre a ocorrência de disfunção de lobo frontal em crianças e adolescentes com epilepsia do lobo temporal. Métodos: Revisão sistemática da literatura compulsada no PUBMED. Resultados: A disfunção do lobo frontal tem sido pouco estudada em crianças com epilepsia, em especial com epilepsia do lobo temporal. No único estudo sobre este assunto, demonstrou­se que há um déficit executivo, sendo que as crianças com esclerose mesial têm maiores déficits de execução/ planejamento do que aquelas com lesões neocorticais temporais ou frontais. A presença de uma disfunção do lobo frontal nos pacientes com epilepsia parcial e generalizada pode corroborar as evidências de que epilepsia e transtorno psiquiátrico são epifenômenos e não fenômenos com relação causa efeito. Conclu­sões: Há uma escassez de artigos sobre a disfunção do lobo frontal em crianças com epilepsia do lobo tempo­ral...

Sintomas depressivos e qualidade de vida em indivíduos com epilepsia por esclerose mesial temporal

Alonso,Neide Barreira; Silva,Tatiana Indelicato da; Westphal,Ana Carolina; Azevedo,Auro Mauro; Caboclo,Luís Otávio Sales Ferreira; Ciconelli,Rozana Mesquita; Garzon,Eliana; Sakamoto,Américo Ceiki; Yacubian,Elza Márcia Targas
Fonte: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE) Publicador: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2005 Português
Relevância na Pesquisa
47.27%
Introdução: Dificuldades no trabalho, em relacionamentos interpessoais, familiares e sociais, a percepção do estigma, da discriminação dentre outros têm sido associados aos estados depressivos interictais, influenciando negativamente a qualidade de vida (QV) das pessoas com epilepsia. A depressão tem alta prevalência (20 a 55%) nas epilepsias, sendo vista como o fator mais importante no julgamento do paciente sobre sua QV. Objetivos: Avaliar a ocorrência de sintomas depressivos em pacientes com epilepsia do lobo temporal por esclerose mesial temporal (EMT); estudar a associação entre sintoma depressivo e QV; e entre localização da lesão estrutural e sintomas depressivos. Metodologia: Setenta pacientes com EMT em tratamento ambulatorial, foram avaliados entre junho/2003 e abril/2005. Além da anamnese clínica, exames subsidiários (EEG, vídeo-EEG, RNM), avaliação neuropsicológica, psiquiátrica, todos foram submetidos à avaliação de QV que incluiu uma entrevista semidirigida, o questionário Medical Outcomes Short-Form 36 (SF-36) e o Inventário de Depressão de Beck (BDI). Resultados: Quarenta e dois pacientes (60%) eram do sexo feminino e 28 (40%) do masculino, com média de idade de 37 anos e 26 de duração da epilepsia. Em quarenta (57%) foi constatada EMT à esquerda e em 30 (43%) à direita. Quanto à situação de trabalho...

Desempenho cognitivo de pacientes com epilepsia do lobo temporal e epilepsia mioclônica juvenil: avaliação por meio da Escala WAIS-III

Noffs,Maria Helena da Silva; Yazigi,Latife; Pascalicchio,Tatiana Frascareli; Caboclo,Luís Otávio Sales Ferreira; Yacubian,Elza Márcia Targas
Fonte: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE) Publicador: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2006 Português
Relevância na Pesquisa
47.33%
OBJETIVOS: Comparar os resultados em uma prova cognitiva de pacientes com epilepsia com dois parâmetros: um fornecido pelas normas brasileiras e outro pelas norte-americanas, tendo em vista as diferenças culturais. MÉTODO: Quarenta e cinco pacientes adultos com diagnóstico de epilepsia foram submetidos à avaliação de nível intelectual por meio da Escala Wechsler de Inteligência, WAIS-III nos seguintes itens: Quociente de Inteligência Verbal (QI V), Quociente de Inteligência de Execução (QI E) e Quociente de Inteligência Total (QI T). As correções dos protocolos seguiram as normas brasileiras e as norte-americanas. RESULTADOS: Dos 45 pacientes, 30 tinham o diagnóstico de epilepsia do lobo temporal (ELT) por esclerose mesial temporal (EMT), 15 no hemisfério esquerdo e 15 no direito, e 15 de epilepsia mioclônica juvenil (EMJ). Em todos os 45 protocolos do WAIS-III os resultados de QI V, QI E e QI T foram maiores quando empregados os parâmetros brasileiros. Assim, 18 pacientes que alcançaram QI T nas faixas "Média" e "Média Inferior", segundo as normas brasileiras, obtiveram níveis inferiores quando corrigidos pelas normas norte-americanas, ou seja, o QI T destes mesmos pacientes caiu para as faixas "Limítrofe" e "Muito Rebaixado" respectivamente. Nos pacientes com ELT...

História da epilepsia: um ponto de vista epistemológico

Gomes,Marleide da Mota
Fonte: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE) Publicador: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2006 Português
Relevância na Pesquisa
47.37%
INTRODUÇÃO: A história da epilepsia estuda a evolução do conhecimento médico com as suas contradições e incrementos aqui abordados eurocentristicamente. A literatura relacionada é rica e extensa. METODOLOGIA: Revisão narrativa baseada em fatos históricos sobre epilepsia em perspectiva epistemológica. OBJETIVOS: Apresentar uma breve resenha da evolução do conhecimento e de fatos no decorrer de quase 2300 anos desde Hipócrates até meados do século XIX, na virada para a epileptologia moderna que tem como símbolo, John Hughlings Jackson (1834-1911). Mencionar, da era pré-moderna, as hipóteses sobre a origem das crises epilépticas (CE) no organismo humano e suas causas e os conseqüentes procedimentos terapêuticos. Arrolar, dos anos subseqüentes ao mestre inglês, aspectos fundamentais da epileptologia moderna através dos seus Centros precursores, personalidades e fatos mais marcantes: terapia medicamentosa e cirúrgica, diagnóstico neurofisiológico e o retorno à abordagem integrada biopsicossocial patrocinada pela Campanha Global Contra Epilepsia, Saindo das sombras. Considerar: personalidades com/ou apenas hipoteticamente com epilepsia; literatura feita por escritores com epilepsia ou expectadores das CE de pessoas com epilepsia ou conhecedores de relatos secundários delas; livros médicos e periódicos precursores sobre epilepsia. CONCLUSÃO: A história da epilepsia consegue fazer uma resenha da evolução do conhecimento médico o que pode ser feito for fatos científicos e suas interfaces socioculturais. Ela demonstra...

Consenso terminológico da associação brasileira de epilepsia

Guilhoto,Laura M. F. Ferreira; Muszkat,Regina S.; Yacubian,Elza Márcia T.
Fonte: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE) Publicador: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2006 Português
Relevância na Pesquisa
47.4%
O objetivo deste texto é rever a terminologia sobre epilepsia utilizada no Brasil, a fim de unificar termos de uso comum tanto para leigos como para profissionais da área de saúde, uma vez que não há consenso. Em teses e artigos leigos sobre epilepsia são comuns termos como epiléptico e portador sendo a epilepsia referida como uma doença ou uma síndrome. Por outro lado, em reuniões de pessoas com epilepsia o termo paciente com epilepsia é comumente utilizado e os indivíduos ali presentes não são pacientes. A partir da heterogeneidade da epilepsia, o termo distúrbio parece ser o mais abrangente nos âmbitos cientifico e social. A Associação Brasileira de Epilepsia (ABE) propõe a definição de epilepsia baseada na última da Liga Internacional contra a Epilepsia (ILAE) (2005): distúrbio cerebral causado por predisposição persistente a gerar crises epilépticas e pelas conseqüências neurobiológicas, cognitivas, psicossociais e sociais da condição, devendo ter ocorrido pelo menos uma crise epiléptica. A ABE considera que os termos doença, portador, epiléptico devam ser proscritos e a epilepsia deva ser considerada um distúrbio, e os indivíduos que a apresentem, pessoas com epilepsia.

Percepção de estigma na epilepsia

Fernandes,Paula Teixeira; Li,Li Min
Fonte: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE) Publicador: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2006 Português
Relevância na Pesquisa
47.37%
INTRODUÇÃO: Pessoas com epilepsia frequentemente vivenciam o estigma, muitas vezes mais prejudicial que a própria condição em si. De maneira geral, pode-se dizer que a epilepsia é uma das condições que mais afeta o comportamento e a qualidade de vida, não só da pessoa que tem epilepsia, mas também da família toda, especialmente devido ao estigma existente. Por isso, dizemos que a epilepsia causa um impacto bio-psicosocial na vida das pessoas. Porém, este aspecto do estigma na epilepsia é pouco abordado, especialmente em países em desenvolvimento, como o Brasil, onde superstições, atitudes negativas e falta de informação dificultam a relação da comunidade com a epilepsia. OBJETIVO: Este artigo tem o objetivo de discutir aspectos relevantes do estigma na epilepsia: conceituação e modelos de estigma na área médica e social; estigma e qualidade de vida; fatores operantes; aspectos neurobiológicos e estratégias para se lidar com o estigma na epilepsia. CONCLUSÕES: Este artigo mostrou uma visão geral do estigma englobando seus diferentes aspectos. Pelo fato de ser um conceito multifatorial, o combate ao estigma requer também uma intervenção ampla, envolvendo as áreas médica, psicológica e social. O entendimento do processo do estigma contribui para uma mudança da interpretação social da epilepsia...

A sexualidade nas adolescentes com epilepsia

Vincentiis,Sílvia de; Febrônio,Marília Vieira; Silva,Clóvis Artur Almeida da; Saito,Maria Ignez; Takiuti,Albertina Duarte; Valente,Kette Dualibi Ramos
Fonte: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE) Publicador: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2007 Português
Relevância na Pesquisa
47.33%
OBJETIVO: Mulheres com epilepsia apresentam com maior freqüência alterações relacionadas à sexualidade. O conhecimento adquirido com as adultas tem sido usado para as adolescentes, pressupondo-se que elas também sofram influência semelhante. Este estudo teve como objetivo avaliar aspectos relacionados à sexualidade nas adolescentes com epilepsia. MÉTODOS: Foram estudadas 35 pacientes do sexo feminino, com epilepsia, com idades entre 10 a 20 anos. Os critérios de exclusão foram: pacientes que ainda não apresentaram a menarca, com doença crônica associada, ou deficiência mental moderada a grave. As informações sobre a função sexual das adolescentes foram avaliadas através de um questionário padrão. RESULTADOS: Não foi observada diferença entre a idade da primeira relação sexual, atividade sexual, libido e orgasmo entre as adolescentes com epilepsia e o grupo controle. Observaram-se índices de gravidez superiores entre as adolescentes com epilepsia. CONCLUSÃO: Adolescentes com epilepsia têm vida sexualmente ativa, não apresentando as mesmas disfunções que a mulher adulta. Nesta série, nós observamos freqüência elevada de gestação, sugerindo a falta de aconselhamento adequado. Os aspectos relacionados à sexualidade requerem atenção especial por parte dos profissionais de saúde que atendem adolescentes com epilepsia.

Ação educativa de professores de ensino fundamental sobre epilepsia na periferia do município de São Paulo: união de extremos especialistas e educadores

Guilhoto,Laura Maria de Figueiredo Ferreira; Nobre,Cássia; Silva,Arthur Raymundo Chaves Oliveira; Tavares,Carlos
Fonte: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE) Publicador: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2007 Português
Relevância na Pesquisa
47.37%
INTRODUÇÃO: A epilepsia afeta aproximadamente 2% da população mundial e há pouca divulgação pública de informações sobre o tema, tornando-se importante a apresentação do assunto às comunidades, especialmente no âmbito escolar, onde as crianças permanecem boa parte do seu tempo. O objetivo deste estudo foi aplicar em uma escola municipal de ensino fundamental de Guaianases, um dos bairros mais pobres da periferia do município de São Paulo, questionário sobre epilepsia dentro do projeto "Epilepsia na Escola e a ação do professor" da Associação Brasileira de Epilepsia (ABE). MÉTODOS: O questionário foi elaborado pela ABE envolvendo: conceituação e definição da epilepsia; causas; efeitos das drogas antiepilépticas; atividades da pessoa com epilepsia; e finalmente cuidados durante a crise epiléptica. O questionário com 21 questões foi aplicado antes de aula (fase 1) sobre o tema "Epilepsia para professores", e 2 meses após (fase 2). RESULTADOS: Houve acerto das questões em mais de 70% dos entrevistados na fase 1, em 13 de 21 questões, e na fase 2, em 17 de 21 questões. CONCLUSÕES: Observamos nesse estudo que professores de uma escola de uma das regiões mais pobres do município de São Paulo apresentavam conhecimentos básicos sobre epilepsia...

Psicose e depressão na epilepsia do lobo temporal

Kandratavicius,Ludmyla; Hallak,Jaime Eduardo Cecílio; Leite,João Pereira
Fonte: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE) Publicador: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2007 Português
Relevância na Pesquisa
47.35%
INTRODUÇÃO: A epilepsia traz consigo um risco aumentado de desenvolvimento de distúrbios psiquiátricos. Pacientes com epilepsia parcial têm um risco maior do que aqueles com epilepsia generalizada idiopática. Além disso, a condição crônica das crises parece ser um fator importante no risco aumentado. Os sintomas resultam de mecanismos psicopatológicos muito diversos entre os pacientes. As classificações são baseadas na sintomatologia psiquiátrica, na presença ou ausência de distúrbios da consciência, em anormalidades do EEG e na relação temporal entre os sintomas e as crises. RESULTADOS: Comorbidades psiquiátricas em epilepsia são muito freqüentes, especialmente aquelas que têm o lobo temporal como área epileptogênica principal. As desordens com maior prevalência são os distúrbios de humor como depressão maior, ansiedade e psicose. CONCLUSÃO: A epilepsia do lobo temporal per se, não pode ser considerada um fator de risco para o desenvolvimento de sintomas psiquiátricos, ou mais severos, dentre os pacientes com epilepsia parcial. Fatores concomitantes como duração da epilepsia e freqüência de crises podem ter um papel adicional importante. O reconhecimento mais acurado das comorbidades psiquiátricas poderá ajudar no desenvolvimento e implementação de programas apropriados de diagnóstico e tratamento...

V Semana Nacional de Conscientização da Epilepsia em Campinas

Fernandes,Paula T.; Noronha,Ana Lúcia A.; Gimenez,Pablo; Coan,Ana Carolina; Ling,Li Hui; Li,Li M.
Fonte: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE) Publicador: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2007 Português
Relevância na Pesquisa
47.35%
Epilepsia é uma condição neurológica crônica prevalente e, apesar do tratamento adequado controlar aproximadamente 70% dos casos, é muito comum, ainda nos dias de hoje, ouvirmos mitos e crenças sobre epilepsia. Para reverter esta situação, o Projeto Demonstrativo da Campanha Global " Epilepsia fora das sombras" , da OMS/ILAE/IBE, trouxe mudanças importantes em nossa sociedade, entre elas o engajamento das associações de epilepsia em nosso país. Uma das atividades deste movimento nacional é a realização da Semana Nacional de Conscientização de Epilepsia, que acontece todos os anos na semana do dia 09 de setembro. O objetivo é conscientizar a sociedade sobre a epilepsia e tentar lidar com o preconceito existente. A ASPE realiza esta Semana desde 2003 e os resultados trazem importante fortalecimento ao movimento nacional para tirar a epilepsia das sombras e melhorar a qualidade de vida das pessoas com epilepsia e suas famílias.

Resolução 267: o resgate da cidadania da pessoa com epilepsia

Shimabukuro,Henrique Naoki
Fonte: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE) Publicador: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2008 Português
Relevância na Pesquisa
47.3%
INTRODUÇÃO: O mundo inteiro passa por expressivas transformações em todos os campos da ciência, seja tecnológica com a produção de veículos cada vez mais aprimorados e com uso de equipamentos de ponta, seja na medicina com o progresso de tratamentos em distúrbios médicos que antes se imaginava não terem muitas opções terapêuticas, como a epilepsia. Um avanço significativo na área da Epidemiologia, relativo à Direção Veicular para pessoas com epilepsia (PCE), trouxe à tona a necessidade de estudos para a imposição de parâmetros relativos à habilitação desses indivíduos. MÉTODOS: Revisão da literatura. RESULTADOS: No Brasil o Grupo de Consenso reunido em 1.999, composto pela Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (ABRAMET), Associação Brasileira de Epilepsia (ABE) e Liga Brasileira de Epilepsia (LBE), conduziu a "Diretriz Nacional para Direção de Veículos Automotores para Pessoas com Epilepsia", que foi apresentada à Câmara Temática de Saúde do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), e que foi baseada no artigo 147 da Lei nº 9.503 de 23 de setembro de 1997, que instituiu que "para habilitar-se como motorista, o candidato deverá submeter-se ao exame de aptidão física e mental", e com a Resolução nº 80/98 do Conselho Nacional de Trânsito estabeleceu normas regulamentadoras para o procedimento do exame...

Estudo comparativo entre a qualidade do sono em crianças de 7 a 15 anos com epilepsia clinicamente controlada e refratária

Vidotto,Gisele A. Frederich; Liberalesso,Paulo Breno Noronha; Farias,Antônio Carlos de; Jurkiewicz,Ari Leon; Zeigelboim,Bianca Simone; Löhr Júnior,Alfredo
Fonte: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE) Publicador: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 Português
Relevância na Pesquisa
47.39%
INTRODUÇÃO: a relação entre epilepsia e sono é conhecida há muitos anos. Distúrbios do sono e epilepsia são condições patológicas de elevada prevalência na população geral, particularmente na infância e adolescência. O objetivo deste estudo foi comparar a qualidade do sono em crianças com idades entre sete e 15 anos portadoras de epilepsia controlada e refratária. MÉTODOS: o questionário "Sleep Behavior Questionnaire", traduzido e validado para a língua portuguesa, foi aplicado aos pacientes com epilepsia controlada e com epilepsia refratária atendidos no Serviço de Neurologia Infantil do Hospital Pequeno Príncipe entre abril e setembro de 2007. RESULTADOS: foram incluídos 46 pacientes, sendo 24 com epilepsia controlada (Grupo 1) e 22 com epilepsia refratária (Grupo 2). Foi aplicado o teste estatístico de Mann-Whitney para amostras independentes e constatado diferença significativa (p = 0,000) ente os índices de qualidade de sono entre os dois grupos, sendo a qualidade de sono considerada pior nos pacientes com epilepsia refratária. Alterações no EEG não evidenciaram relação significativa com a qualidade de sono. CONCLUSÃO: nossos dados demonstram que crianças entre 7 e 15 anos portadoras de epilepsia refratária têm pior qualidade de sono que as crianças com epilepsia controlada.

VI Semana Nacional de Conscientização da Epilepsia em Campinas

Fernandes,Paula T.; Noronha,Ana Lúcia A.; Gimenez,Pablo; Coan,Ana Carolina; Hui Ling,Li; Li,Li M.
Fonte: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE) Publicador: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 Português
Relevância na Pesquisa
47.35%
Apesar da epilepsia ser a condição neurológica grave mais comum existente no mundo, crenças e comportamentos inadequados ainda persistem. Para mudar esta perspectiva, o Projeto Demonstrativo da Campanha Global "Epilepsia fora das sombras" permitiu o engajamento das associações de epilepsia em nosso país, fortalecendo o Movimento Nacional de Epilepsia. Uma das atividades deste movimento é a realização da Semana Nacional de Conscientização de Epilepsia, que acontece todos os anos na semana do dia 09 de setembro, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre a epilepsia. A ASPE realiza esta Semana desde 2003 e os resultados trazem importante fortalecimento ao movimento nacional para tirar a epilepsia das sombras e melhorar a qualidade de vida das pessoas com epilepsia e suas famílias.

Epilepsia e demência em uma amostra de pacientes idosos acompanhados em serviço terciário

Almeida,Mariana Alves de; Fonseca,Simone Rios; Santos,Ana Paula Borges; Guimarães,Henrique Cerqueira; Corrêa,Thiago André Fuscaldi; Beato,Rogério Gomes; Caramelli,Paulo
Fonte: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE) Publicador: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 Português
Relevância na Pesquisa
47.3%
OBJETIVO: Determinar a freqüência de epilepsia em uma amostra ambulatorial de pacientes idosos com demência e analisar possível associação da epilepsia a uma causa específica de demência. METODOLOGIA: Estudo retrospectivo com dados de 135 pacientes com demência acompanhados em ambulatório de Neurologia Cognitiva, no período de setembro de 2006 a novembro de 2007. Foi realizado levantamento de dados clínicos, laboratoriais, de neuroimagem e de eletroencefalograma. As etiologias das demências foram definidas de acordo com critérios diagnósticos específicos, a partir do quadro clínico, exame neurológico, avaliação neuropsicológica, exames laboratoriais e de neuroimagem. RESULTADOS: A freqüência de epilepsia foi 12%, sendo maior na demência mista (21,4%), seguida pela demência frontotemporal (18,6%), demência vascular (15,4%) e doença de Alzheimer (10,8%). No entanto, nenhuma diferença estatística foi observada entre essas freqüências (p = 0,817). Observou-se que 87,5% dos pacientes iniciaram o quadro de epilepsia na vida adulta, sendo que em 84,6% destes pacientes, o desenvolvimento de epilepsia foi posterior ao início do declínio cognitivo. Os tipos de crise mais comuns foram a tônico-clônico generalizada (43%) e a parcial complexa (38%). CONCLUSÃO: Apesar da freqüência de epilepsia ser variável entre os diversos tipos de demência...

Mortalidade evitável: adequado manejo e assistência à saúde podem salvar vidas de pessoas com epilepsia?

Porto,Priscila Moraes de Paula Toledo; Fernandes,Paula Teixeira; Guerreiro,Carlos Alberto Mantovani; Li,Li Min
Fonte: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE) Publicador: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2010 Português
Relevância na Pesquisa
47.4%
INTRODUÇÃO: A mortalidade por epilepsia ainda é uma questão negligenciada e as mortes relacionadas com a epilepsia não são bem compreendidas. Recentemente, alguns estudos têm operacionalizado a metodologia de mortalidade evitável, descrevendo as causas de morte que não devem ocorrer na presença de boa qualidade de serviços e tratamento médico adequado. Esse debate sobre causas de morte evitáveis é amplo e parece promissor para o desenvolvimento do monitoramento e avaliação de desempenho da atenção à saúde de pessoas com epilepsia. OBJETIVO: explorar e selecionar os estudos que priorizaram a epilepsia como evento sentinela ou estudos de mortalidade evitável onde a seleção da epilepsia foi caracterizada dentro do grupo de causas evitáveis de morte. METODOLOGIA: A revisão baseou-se numa pesquisa do banco de dados PubMed, usando os descritores, "mortality", "avoidable", "death" e "epilepsy", sem limites de tempo na data de publicação. Apenas artigos de particular relevância para a compreensão da morte evitável por epilepsia foram recuperados e revistos. RESULTADOS: Encontramos uma variedade de estudos que incluíram a epilepsia dentro do grupo de causas de morte evitáveis e assim, pudemos discorrer a temática que pode nortear as ações e políticas públicas de saúde...

Mortalidade atribuída à epilepsia, às suas doenças subjacentes ou às condições não relacionadas a ela: uma síntese

Gomes,Marleide da Mota
Fonte: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE) Publicador: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2010 Português
Relevância na Pesquisa
47.42%
OBJETIVOS: Conhecer em relação à epilepsia: epidemiologia das causas diretas ou indiretas das mortes, inferências e críticas sobre dados de mortalidade a partir de declaração de óbitos. Refletir sobre as recomendações/alertas sobre o risco de morte prevenível a pacientes e familiares. MÉTODOS: Revisão baseada em artigos publicados principalmente nos últimos três anos a partir de busca no Pubmed com os descritores epilepsy e mortality nos títulos. Acrescentadas mais referências sobre mortalidade/declaração de óbitos, ideação suicida, profilaxia de mortes preveníveis (inquérito e medidas). RESULTADOS: Os estudos são os: com abrangência populacional a partir do Sistema de Informação em Saúde do Ministério da Saúde Brasileiro; sobre principais fatores de risco para morte prematura em pessoas com epilepsia; sobre óbitos relacionados à epilepsia (morte súbita em epilepsia - SUDEP, crise epiléptica ou estado de mal epiléptico, suicídio, acidente, cirurgia para epilepsia, estimulação nervo vago e gravidez); sobre óbitos não relacionados à epilepsia (principalmente, neoplasias, doenças cerebrovasculares, doença isquêmica coronariana e infecções respiratórias); sobre óbitos evitáveis e recomendações. CONCLUSÕES: Os pacientes com epilepsia têm a mortalidade aumentada em comparação à população geral. A questão da mortalidade aumentada ou não no pós-operatório de cirurgia para epilepsia ainda não está respondida. Os suicídios foram mais comuns particularmente nos com epilepsia refratária e/ou comorbidade psiquiátrica. SUDEP é um fenômeno epilepsia-relacionado...

Relatório do VIII Encontro Nacional de Associações e Grupos de Pacientes com Epilepsia

Fernandes,Paula T; Kanashiro,Ana Lúcia A Noronha; Gimenez,Pablo; Ling,Li Hui; Coan,Ana Carolina; Li,Li M
Fonte: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE) Publicador: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2010 Português
Relevância na Pesquisa
47.39%
Como parte do movimento nacional da epilepsia no Brasil, realizado pela Epi-Brasil, o VIII Encontro Nacional de Associações e Grupos de Pacientes com Epilepsia foi realizado nos dias 19 e 20 de março de 2010 na cidade de Campinas-SP. O evento foi iniciado com uma exposição clara sobre o que é epilepsia. Após esta exposição, foi aberto um tempo livre para os participantes compartilharem suas experiências e tirarem suas dúvidas sobre a epilepsia. No dia seguinte, as associações puderam apresentar suas conquistas e suas dificuldades no último ano de trabalho. Para finalizar, foi realizada a Assembléia Geral, que teve como resoluções: 1. Eleição da nova diretoria. 2. Tema anual escolhido para 2010: "Epilepsia sim, preconceito não". 3. Fortalecer o combate ao preconceito na epilepsia, começando pelo uso de termos mais adequados: os termos "epiléptico" e "portador" não devem ser utilizados. 4. As entidades devem, nos eventos públicos, fazer com que o Ministério Público e a Defensoria Pública fiquem cientes das ações nacionais para a epilepsia. 5. Será realizado um evento sobre epilepsia em Rondônia, em setembro de 2010, com apoio da Epi-Brasil. 6. Fortalecer cada vez mais o trabalho e a participação das associações na Federação. 5. Permanecer com a cadeira no Conselho Nacional de Saúde e no Fórum Nacional de Patologias Crônicas. 6. Aprovar...

A percepção dos professores de Ensino Fundamental sobre a criança com epilepsia na escola em Santa Catarina

Schlindwein-Zanini,Rachel; Cruz,Roberto Moraes; Zavareze,Taís Evangelho
Fonte: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE) Publicador: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2011 Português
Relevância na Pesquisa
47.3%
A epilepsia é um distúrbio neurológico crônico, com repercussões psicossociais, físicas, educacionais e neuropsicológicas. OBJETIVOS: Verificar a percepção de professores do primeiro grau de Florianópolis/SC acerca da criança com epilepsia, e investigar sobre o nível de conhecimento dos mesmos sobre a epilepsia. MÉTODO: Utilizou-se "Questionário de percepção estigma para professores do primeiro grau" (Fernandes e Souza, 2004) em 37 professores do ensino fundamental de 4 escolas (3 particulares e 1 pública) de Florianópolis/SC. RESULTADOS E CONCLUSÃO: Verificou-se que a média de idade das participantes foi de 37 anos e 8 meses, tendo na sua maioria 3º grau completo. Os professores da escola pública apresentaram maior nível de instrução em relação às demais (X²=8.852, p=0.034). A maioria indicou conhecimento regular ou insuficiente sobre epilepsia. Acerca da autoavaliação sobre o nível de conhecimento de professoras, proteger a cabeça é importante (X²=9.931, p=0.033) e permanecer junto a criança. A maioria acredita que o aluno deve frequentar escola comum (n=35). Os professores ficaram divididos em relação a prática de atividades físicas. A maioria refere que a epilepsia é causada por fatores genéticos. A promoção de informação é válida...

Avaliação da arquitetura do sono em crianças com epilepsia refratária

Pereira,Alessandra M.; Kaemmerer,Carolina; Palmini,Andre; Nunes,Magda L.
Fonte: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE) Publicador: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2011 Português
Relevância na Pesquisa
47.33%
INTRODUÇÃO: Há um interesse crescente nas relações entre sono e epilepsia incentivado pela compreensão de que existem interações potencialmente relevantes nas duas direções. Embora o papel do sono na hipersincronização e a crescente preocupação na geração de crises sejam bem conhecidos, o grau no qual o sono pode facilitar ou induzir a um fenômeno epileptogênico, nas epilepsias lesionais, permanece indefinido. As epilepsias lesionais parecem apresentar um mecanismo particular de epileptogenicidade e o esclarecimento do papel da macro e microarquitetura do sono pode auxiliar na antecipação e monitorização de fenômenos epilépticos relacionados ao sono, conforme a etiologia da epilepsia. OBJETIVO: revisar e discutir as relações entre sono e epilepsia na infância e adolescência relacionando as alterações estruturais do sono à etiologia da epilepsia. MÉTODOS: revi-são bibliográfica utilizando o banco de dados Medline, abrangendo os estudos publicados nos últimos quinze anos, com as palavras-chave (unitermos) sono e epilepsia. CONCLUSÕES: epilepsia refratária durante a infância parece influenciar a organização do sono principalmente naqueles pacientes com etiologia lesional. A definição do tipo de epilepsia pode ser importante na antecipação dos distúrbios de sono nesta população.

Relatório do IX Encontro Nacional de Associações e Grupos de Pacientes com Epilepsia

Fernandes,Paula T.; Kanashiro,Ana Lúcia A. Noronha; Gimenez,Pablo; Ling,Li Hui; Coan,Ana Carolina; Li,Li M.
Fonte: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE) Publicador: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2011 Português
Relevância na Pesquisa
47.3%
A Epi-Brasil realiza várias atividades para fortalecer o movimento nacional de epilepsia. Uma delas é o Encontro Nacional de Associações e Grupos de Pacientes com Epilepsia, mostrado neste artigo. O evento foi realizado nos dias 18 e 19 de março de 2011 na cidade de Ipatinga, MG, contando com a participação de mais de 250 pessoas e 10 entidades. Como acontece todos os anos, o evento teve dois momentos principais: 1. Palestrantes debateram temas atuais sobre a epilepsia e 2. As associações puderam expor suas atividades, conquistas e dificuldades, reforçando a reflexão e a troca de experiências. Além disso, a Assembléia Geral da Epi-Brasil teve as seguintes resoluções: 1) tema escolhido para o próximo ano: "Queremos Políticas Públicas para a Epilepsia". 2) O X Encontro Nacional das Associações e Grupos de Pacientes em Epilepsia: realizado nos dias 16 e 17 de março de 2012, em Goiânia, sob a organização da ASPEG. 3) Fortalecer sempre o trabalho e a participação das associações na Federação, através inclusive da melhor troca de informações entre as mesmas. 4) Continuar com a cadeira no Conselho Nacional de Saúde e no Fórum Nacional de Patologias Crônicas. 5) Permanecer na luta para aprovar, com o Ministério da Saúde...