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"A repercussão da febre reumática e da cardiopatia reumática na vida de crianças e adolescentes: o movimento entre sentir-se saudável e sentir-se doente" ; "S. The effect of rheumatic fever and rheumatic heart disease in the children and teenagers’ lives: The idea between feeling healthy and feeling sick."

Souza, Solange Pires Salomé de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 20/02/2006 Português
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37.23%
O estudo tem por objetivo compreender o movimento entre sentir-se saudável e sentir-se doente nos diferentes modos de andar a vida de crianças e adolescentes com febre reumática e cardiopatia reumática. O recorte do objeto foi elaborado a partir das discussões sobre: a doença crônica e condição crônica, febre reumática e cardiopatia como doenças crônicas específicas e particularidades da condição crônica gerada pela febre reumática e pela cardiopatia reumática em crianças e adolescentes. O quadro teórico teve como base a discussão teórico-epistemológica do processo saúde-doença para a aproximação de uma outra discussão central, a fronteira entre o normal e o patológico. Os participantes foram crianças e adolescentes com febre reumática e cardiopatia reumática atendidos no Ambulatório de Cardiologia Pediátrica de um hospital universitário de Cuiabá- MT e suas mães. A coleta de dados ocorreu por meio da análise de documentos e da entrevista aberta que se efetivou no hospital, na residência e no local de trabalho. Os resultados e discussão deram origem a cinco temas: 1. Apresentação dos participantes: uma breve história, no qual se descreve como se conformou o curso da febre reumática e da cardiopatia reumática; 2. Contexto da assistência à criança e ao adolescente...

Perfil da imunidade humoral para o vírus da febre amarela em duas populações assintomáticas da zona rural de região de Mata Atlântica do estado de São Paulo, Brasil.; Humoral immunity profile against the yellow fever virus of two asymptomatic populations from the Atlantic Forest rural region of São Paulo state, Brazil.

Dutra, Lilia Mara Mesquita
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 11/12/2009 Português
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37.23%
A Febre Amarela (FA) é uma doença viral infecciosa, não contagiosa que pode se manifestar desde um quadro febril até a forma clássica íctero-hemorrágica, cujo agente etiológico é o vírus da febre amarela (VFA). A doença tem avançando para as regiões Sudeste e Sul com um aumento de 4 vezes no número de vítimas fatais. O presente trabalho teve como objetivos avaliar a possível circulação do vírus da febre amarela silvestre, através da detecção de anticorpos IgM por meio da técnica de MAC-ELISA, e anticorpos IgG, pelas técnicas de Inibição da hemaglutinação e Neutralização; detecção do genoma viral utilizando a técnica de RT-PCR no soro de indivíduos assintomáticos; bem como avaliar a proteção vacinal, por meio da técnica de neutralização em soros de indivíduos das zonas rurais do município de Jacupiranga e Teodoro Sampaio. Um total de 238 soros foram coletados, 152 (Jacupiranga) e 86 (Teodoro Sampaio). Foram detectados um total 15,9% (38/238) de anticorpos IH contra o vírus selvagem e/ou vacinal. Destes 13,16% (5/38) anticorpos IH foram provenientes dos soros de Jacupiranga e 86,84 (33/38) de Teodoro Sampaio. Anticorpos neutralizantes foram detectados em 34% (13N/38IH) dos IH reativos, destes 15...

Avaliação clínica de crianças de 0 a 36 meses com febre sem sinais localizatórios; Clinical evaluation of children from 0 to 36 months with fever without source

Machado, Beatriz Marcondes
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 08/06/2010 Português
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37.23%
Introdução: A febre sem sinais localizatórios é definida como presença de febre de até 7 dias de duração, sem identificação da causa após anamnese e exame físico detalhados. A maioria destas crianças apresenta doença infecciosa aguda autolimitada ou está em fase prodrômica de uma doença infecciosa benigna. Poucas têm infecção bacteriana grave: bacteremia oculta, pneumonia oculta, infecção urinária, meningite bacteriana, artrite séptica, osteomielite ou celulite. Embora a febre seja uma das queixas mais comuns nos serviços de emergência, a abordagem da criança febril permanece controversa. Objetivos: avaliar a aplicabilidade de um protocolo padronizado para o atendimento e seguimento das crianças até 36 meses de idade com febre sem sinais localizatórios e analisar os fatores de risco para infecção bacteriana grave nestas crianças. Métodos: estudo prospectivo em crianças até 36 meses de idade que procuraram o pronto socorro do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo, com quadro de febre sem sinais localizatórios, durante o período de um ano (junho/2006 a maio/2007). As crianças foram atendidas conforme protocolo que estratifica o risco de infecção bacteriana grave de acordo com a presença ou não de toxemia...

Filogeografia da febre amarela na América do Sul; Phylogeography of the Yellow Fever in South America

Souza, Renato Pereira de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 11/04/2013 Português
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37.28%
Os Flavivírus são vírus de 40 50 nm de diâmetro, com formas esféricas e RNA de fita simples, com sentido positivo e aproximadamente 11 kb de comprimento. O Vírus da Febre Amarela, protótipo do grupo, é o agente causador da Febre Amarela, uma antiga doença que causou epidemias generalizadas na África, Américas do Norte e do Sul e Europa do século XVII ao início do século XX, e depois ressurgiu nas últimas décadas na África sub- saariana e América do Sul tropical. O presente trabalho busca a reconstrução da transmissão da Febre Amarela na América do Sul, no tempo e espaço, em especial, considerando a provável influência das populações humanas, primatas não humanos e mosquitos, na evolução e distribuição das linhagens genéticas de Febre Amarela, aplicando modelos de inferência Bayesiana para análises filogenéticas e filogeográficas e testando hipóteses de distribuição geográfica com modelagem de nicho ecológico. Os dados dão poucas evidências de que as estratégias de vacinação vigentes tenham efetivamente colaborado para a diminuição da ocorrência de Febre Amarela, indicando possíveis erros na estratégia de vacinação. A partir da análise Coalescente da população viral de Febre Amarela...

Comparação entre os biomarcadores inflamatórios procalcitonina (PCT), interleucina-6 (IL-6) e proteína-C reativa (PCR) para diagnóstico infeccioso e evolução de febre em pacientes neutropênicos submetidos a transplante de células tron; Comparison between inflammatory biomarkers procaltinonin (PCT), interleukin-6 (IL-6) and C-reactive protein (CRP) for infection diagnosis and fever evolution in neutropenic patients, submitted to hematopoietic stem cell transplantation (HSCT)

Massaro, Karin Schmidt Rodrigues
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 25/06/2013 Português
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37.43%
Introdução: No presente estudo foram avaliados biomarcadores na ocorrência de febre em pacientes neutropênicos após transplante de células tronco hematopoiéticas (TCTH). Objetivo: O objetivo principal foi avaliar os valores séricos de biomarcadores: proteína C reativa (PCR), procalcitonina (PCT) e IL-6 (interleucina-6) que possam identificar precocemente infecção em TCTH. Outro objetivo foi fatores de risco para óbito nessa população. Métodos: Os biomarcadores foram avaliados em um estudo prospectivo que incluiu 296 pacientes neutropênicos, submetidos a TCTH autólogo ou alogênico. Os biomarcadores PCT, PCR e IL-6 foram dosados nos seguintes momentos:dia da neutropenia constatada sem febre, evento febril ou hipotermia (T < 35ºC), 24 h após a febre ou hipotermia, 72 horas após a febre ou hipotermia e febre prolongada ou seja 48 horas após a coleta no momento anterior ou na persistência da febre, cinco dias após a coleta no momento anterior. Os dados clínicos e laboratoriais, foram avaliados até a evolução para alta ou o óbito, em uma planilha Excel® 2003 e foram processados pelos programas SPSS e STATA. Os pacientes foram classificados nos seguintes grupos (I- afebril; II- febre de origem indeterminada FOI e III- febre clinica ou microbiologicamente comprovada) em relação a cada marcador estudado (PCT...

Febre reumática: Perfis imunoquímicos desenvolvidos por antígenos celulares e extracelulares do Streptococcus pyogenes e isotipos de anticorpos de pacientes com a doença; Rheumatic fever: Immunochemical profiles developed by cellular and extracellular antigens of Streptococcus pyogenes and antibody isotypes from patients with the disease

Pavan, Maria de Fatima Borges
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 05/12/1996 Português
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37.23%
A febre reumática é uma das sequelas da infecção causada por Streptococcus pyogenes, afetando notadamente crianças e jovens, com altas taxas de morbidade e mortalidade em várias regiões do mundo, incluindo Brasil. Perfis imunoquímicos desenvolvidos por antígenos celulares e extracelulares desta bactéria e isotipos de anticorpos presentes em pacientes com febre reumática foram averiguados, em virtude da escassez de informação a este respeito na literatura. Na primeira fase do trabalho, as condições para o preparo de antígenos, bem como de técnicas, em especial a técnica super-micro de neutralização de anticorpos (Ac) anti-estreptolisina O (ASLO) foram padronizadas. Na segunda etapa, foram identificadas as bandas de antígenos celulares e extracelulares reconhecidas por 56 soros de pacientes com febre reumática (Grupo A), 91 soros de indivídos sem diagnóstico de sequelas não-supurativas da infecção, mas com títulos baixos, médios e altos de Ac ASLO (Grupo B), e 41 soros de crianças sem infecção (Grupo C). Em pacientes com febre reumática, Acs IgG e IgA foram detectados, mas Acs IgM não foram encontrados. Anticorpos IgG de pacientes do grupo A reconheceram um total de 30 bandas do antígeno celular, sendo específicas 18 (14...

Febre aftosa no Rio Grande do Sul no ano de 2000 : uma análise das transformações ocorridas nos sistemas de produção dos agricultores produtores de leite do município de Jóia/ RS

Andreatta, Tanice
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
Português
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37.2%
Este trabalho analisa as transformações ocorridas nos sistemas de produção dos agricultores produtores de leite do município de Jóia, que tiveram seus rebanhos sacrificados devido a ocorrência da febre aftosa, em 2000. Os dados para a composição, análise e comparação dos sistemas de produção foram coletados junto a 40 agricultores e contemplam informações agronômicas e sócio-econômicas do período anterior e posterior a ocorrência da doença. Como ponto de partida tomou-se unidades de produção que implementavam a produção de leite e derivados para a comercialização, antes da ocorrência da doença. A partir de uma metodologia fundamentada na Abordagem Sistêmica, o presente estudo consistiu basicamente numa análise histórica do município a partir da evolução e diferenciação dos Sistemas Agrários e, na descrição, comparação e análise dos sistemas de produção da região diretamente impactada pela febre aftosa no município. Como resultados, constatou-se que o município de Jóia, por razões geográficas, históricas, mas, principalmente, em função da ocupação do meio, evoluiu, ao longo do tempo, sob a égide de dois Sistemas Agrários (Sistema Agrário de Campos e Sistema Agrário de Florestas)...

Infecções herpéticas em pacientes oncológicos pediátricos com episódios de febre = : Herpesviruses infectious in pediatric oncology patients with episodes of fever; Herpesviruses infectious in pediatric oncology patients with episodes of fever

Daniel Thomé Catalan
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 31/08/2012 Português
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37.23%
Pacientes com doenças oncológicas possuem grandes períodos de neutropenia grave e são susceptíveis a complicações infecciosas. O tratamento com drogas quimioterápicas, radioterapia e em alguns casos cirurgia promovem depleção do sistema imunológico e exposição a microrganismos durante o processo cirúrgico. Durante o período de tratamento e em média até um ano após o término de terapia os episódios de febre são freqüentes e na maioria dos casos o agente etiológico não é conhecido. O tratamento faz-se então com administração de antibióticos de grande espectro, com a finalidade de realizar o tratamento empírico para vários tipos de microrganismos e a febre é chamada como febre de origem desconhecida. Através dos meios convencionais de diagnóstico uma pequena porcentagem de agentes etiológicos é identificada, e em muitos estudos não ultrapassa 25% dos episódios de febre. As hemoculturas normalmente são negativas e o tempo do diagnostico é prolongado. Dada a urgência nos cuidados com os pacientes oncológicos pediátricos a busca por um diagnóstico rápido com alta sensibilidade e especificidade se faz necessário. O objetivo deste estudo foi identificar a infecção ativa causada pelos herpesvírus (EBV...

Avaliação da resposta imune protetora à vacina contra a febre amarela em pessoas vivendo com HIV/aids

Bernal, Helena Barroso
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
Português
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37.2%
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Medicina, Núcleo de Medicina Tropical, 2011.; Intodução: A resposta imune protetora à vacina contra febre amarela (VFA) em pessoas vivendo com HIV/AIDS (PVHA) ainda hoje permanece pouco estudada. A associação entre a resposta imune e o nível de linfócitos T-CD4+ (LT-CD4+) e carga viral para o HIV é descrita na literatura. A região central do Brasil é uma área crítica para febre amarela, assim é fundamental que estratégias de imunização contemplem PVHA nesta localidade. Objetivo: Avaliar a resposta imune protetora à VFA em PVHA e verificar a existência de associação entre essa resposta e a contagem de LT-CD4+ e o nível de carga viral plasmática de HIV em PVHA, além de outros possíveis fatores preditivos da resposta à vacina. Metodologia: Estudo transversal realizado em Brasília de 2009 a 2010. Critérios de inclusão: PVHA vacinadas contra febre amarela há mais de 30 dias, sem relato de infecção prévia pelo vírus amarílico. O nível de anticorpos neutralizantes contra febre amarela foi mensurado por meio do teste de neutralização em placas redutoras (PNRT), avaliando-o concomitantemente à contagem de LT-CD4+ e à carga viral. Estudou-se a associação e a correlação entre a resposta à vacina e às demais variáveis. Adotou-se para todos os testes estatísticos um nível de significância de p<0...

Expressão da proteína NS1 do vírus da febre amarela em sistema procariótico (E.coli) e eucariótico (células de inseto) visando o uso dessa proteína como insumo para diagnóstico

Chaves, Lorena Carvalho de Souza
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
Português
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37.26%
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Pós-Graduação em Patologia Molecular, 2012.; Febre amarela é uma doença infecciosa, endêmica nas florestas tropicais da África, Américas Central e do Sul. O agente etiológico da febre amarela é o vírus da febre amarela pertencente ao gênero Flavivirus, e espécie-tipo da família Flaviviridae. O genoma contêm 10.233 pares de bases (bp) , que codifica as proteínas estruturais (Capsídeo – C, Membrana – Pré M/M, Envelope – E) e não estruturais (NS1, NS2A, NS2B, NS3, NS4A, NS4B, NS5). NS1 é um gene essencial requerido para replicação eficiente do RNA viral. O diagnóstico mais utilizado para febre amarela é o teste MAC-ELISA para a detecção de IgM (pesquisa de anticorpos recentes). As reações cruzadas entre o vírus amaralíco e outros flavivirus são fatores que dificultam o diagnóstico sorológico, principalmente em áreas endêmicas de múltiplos flavivirus. Desta forma, nesse trabalho, a proteína NS1 do vírus da febre amarela foi expressa em sistemas procariótico (Escherichia coli) e eucariótico (células de inseto) com o objetivo de utilizá-la no diagnóstico precoce de infecção pelo vírus da febre amarela. Para expressão da proteína NS1 de YFV em sistema procariótico...

Características epidemiológicas da febre amarela no Brasil no período de 2000 a 2012

Cavalcante, Karina Ribeiro Leite Jardim
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
Português
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37.2%
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, 2014.; Introdução: A febre amarela é uma doença infecciosa aguda, febril, não contagiosa, de curta duração e de gravidade variável, transmitida ao homem por meio da picada de mosquito infectado. São reconhecidos dois ciclos básicos de circulação do vírus da febre amarela: um urbano e outro silvestre. Objetivo: o estudo visa analisar as características epidemiológicas da febre amarela no Brasil no período de 2000 a 2012. Métodos: estudo epidemiológico, ecológico, descritivo do tipo série temporal, utilizando informações dos bancos de dados do Ministério da Saúde. Resultados: Foram confirmados 326 casos de febre amarela no país, neste período, com um total de 156 óbitos e uma taxa de letalidade de 47,8%. Foi observado que o grupo de adultos masculinos jovens foi o mais acometido. A doença incidiu principalmente nos meses de dezembro a abril. Nas epizootias, foi identificado um total de 2.856 primatas notificados com suspeita de febre amarela, sendo que 31,1% foram positivos. Conclusão: No período estudado, foi identificado um grande número de casos de febre amarela silvestre em regiões densamente povoadas...

Intervenções parentais à criança com febre

Casanova, Celina
Fonte: Repositório Comum de Portugal Publicador: Repositório Comum de Portugal
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2012 Português
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37.28%
A febre, embora seja uma situação muito habitual durante a infância e que, na maior parte das vezes, cursa sem complicações graves associadas, continua a ser uma das queixas mais comuns dos pais que recorrem aos serviços de saúde. A conceção parental da febre, enquanto mecanismo fisiológico imprescindível para o combate à infeção, é ainda um facto desconhecido pela maioria dos pais em várias partes do mundo. Em consequência, adotam condutas muito interventivas e/ou desajustadas que mais não são do que o manifestar de inseguranças e medos alicerçados num défice de conhecimentos sobre esta matéria. Este estudo, tem como objetivos identificar as intervenções adotadas pelos pais face à criança, menor de seis anos de idade, com febre; Identificar os conhecimentos parentais e identificar as necessidades em educação para a saúde para, posteriormente, se elaborar, em contexto de trabalho, um plano de educação para a saúde que vise contribuir para a melhoria da assistência à criança com febre através da promoção do papel parental. Para atingir estes objetivos, realizou-se um estudo exploratório, descritivo e transversal, de caráter quantitativo. A colheita de dados foi realizada através de um questionário aplicado a pais de crianças menores de seis anos de idade. A amostra foi não probabilística...

Proctated febril myalgia syndrome com purpura de Henoch-Schonlein: forma atipica de apresentacao de febre mediterrânica familiar

Cabral, M; Conde, M; Brito, MJ; Almeida, H; Gomes, J
Fonte: Sociedade Portuguesa de Reumatologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Reumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2011 Português
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37.2%
A Febre Mediterrânica Familiar (FMF) é uma doença hereditária autossómica recessiva caracterizada por episódios de febre recorrente, artrite e poliserosite – peritonite, pleurite e/ou pericardite. A sua principal complicação é a amiloidose AA sistémica. Menina de 8 anos, origem africana, com febre recorrente desde os 5 anos e três internamentos com febre, dor abdominal e elevação dos reagentes de fase aguda. No primeiro episódio foi sujeita a apendicectomia e no terceiro o quadro clínico acompanhou-se de mialgias, púrpura e proteinúria não nefrótica. A biopsia renal foi compatível com nefrite de Henoch-Schönlein. Durante os episódios de febre e dor abdominal registou-se um nível sérico de amilóide A - 92 mg/L (VR < 6.8) que levantou a suspeita de FMF. Posteriormente o diagnóstico foi confirmado por estudo genético (homozigotia para M694V no gene MEFV). Iniciou colchicina e actualmente encontra-se em remissão completa. A FMF deve ser considerada no diagnóstico diferencial de febre e dor abdominal recorrente na criança, mesmo quando a forma de apresentação é atípica (p.e. Protracted Febrile Myalgia Syndrome). O estudo genético permite confirmar o diagnóstico e tem valor em termos de prognóstico

A criança com febre no consultório

Murahovschi,Jayme
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2003 Português
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37.23%
OBJETIVO: quando a queixa febre é única ou preponderante, em criança atendida em consultório ou ambulatório, é recomedado selecionar aquelas que requerem investigação mais apurada, determinar os exames mais indicados para triagem, detectar os casos que exigem intervenção imediata e saber lidar com o sintoma febre e a ansiedade que ela provoca. FONTES DE DADOS: levantamento bibliográfico no Medline e em artigos previamente selecionados por sua importância. SÍNTESE DE DADOS: a febre pode acarretar alguns efeitos danosos e outros benéficos, nenhum de grande monta. A anamnese deve enfocar faixa etária, intensidade da febre, tremores de frio, alterações evidentes do apetite e do comportamento (estado infeccioso), outros sintomas localizatórios e duração do episódio febril. Os exames de triagem são hemograma, VHS, proteína C-reativa, exame de urina (leucócitos e bacterioscópico), eventualmente liquor e hemocultura. O tratamento da febre pode ser feito com antitérmicos, às vezes, completado com meios físicos (banho, compressas) para reduzir o desconforto. CONCLUSÃO: a criança com febre exige do pediatra conhecimentos técnicos que se aplicam a todos os casos, e empatia, para individualizar a conduta.

Condutas terapêuticas e uso alternado de antipiréticos no manejo da febre em crianças

Pereira,Gracian Li; Tavares,Noemia U.L.; Mengue,Sotero S.; Dal Pizzol,Tatiane da S.
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2013 Português
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37.26%
OBJETIVO: As evidências sobre a eficácia do uso alternado de antitérmicos no manejo da febre são escassas e apontam diferenças clinicamente desprezíveis. O objetivo do estudo foi descrever condutas terapêuticas e uso alternado de antipiréticos em crianças, e avaliar fatores associados ao uso alternado. MÉTODOS: Estudo transversal com 692 crianças de zero a seis anos, residentes no Sul do Brasil. Por meio de amostragem por conglomerados, foram realizadas entrevistas domiciliares com os cuidadores, utilizando questionário estruturado. Foi realizada análise descritiva e avaliada a associação entre o uso alternado de antipiréticos e fatores sociodemográficos. Foram analisados 630 casos (91,0%), correspondendo às crianças com histórico de febre. RESULTADOS: Cerca de 73% dos cuidadores informaram que a primeira medida adotada no último episódio de febre foi administrar medicamentos. A média de temperatura considerada febre foi de 37,4 ºC, e febre alta, 38,7 ºC. A utilização de terapia alternada com antipiréticos foi relatada por 26,7% dos entrevistados, justificada pela ausência de resposta à monoterapia e indicação médica, na maioria dos casos. Os medicamentos mais utilizados foram dipirona e paracetamol. Crianças cujo principal cuidador era um dos pais...

A febre amarela na região de Ribeirão Preto durante a virada do século XIX: importância científica e repercussões econômicas

Figueiredo,Luiz Tadeu Moraes
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/1996 Português
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37.2%
Nesta revisão histórica, descreve-se a situação precária da saúde pública no Brasil durante o século XIX devido as múltiplas epidemias de febre amarela. Descreve-se, também, os precários conhecimentos que haviam, à época, sobre a enfermidade. Faz- se um breve histórico sobre a Região de Ribeirão Preto, situada no Nordeste do Estado de São Paulo, seus desbravadores, imigrantes e fazendeiros de café pioneiros, incluindo-se Luiz Pereira Barreto. Relatam-se as 3 epidemias de febre amarela ocorridas na cidade de São Simão, nos anos de 1896. 1898, 1902 e uma ocorrida em Ribeirão Preto, no ano de 1903. Mostra-se que as medidas de saúde pública tomadas para o controle dos surtos mostraram-se eficientes quando Emílio Ribas promoveu, de forma pioneira, o combate ao mosquito transmissor, o Aedes aegypti. Descrevem-se os experimentos efetuados por Emílio Ribas, com a participação de Adolpho Lutz e de Luiz Pereira Barreto, visando confirmar a transmissão vetorial da febre amarela e afastar outras formas de contágio. Obseva-se que as epidemias de febre amarela causaram prejuízo ao desenvolvimento da Cidade de São Simão, colaborando para a transferência do polo econômico regional para Ribeirão Preto. Ressalta-se a importância das medidas de controle vetorial e a dos experimentos sobre o mecanismo de transmissão da febre amarela...

A criança com febre: conhecimentos e estratégias adotadas pelos pais

Apóstolo, Jorge Manuel Amado; Simões, Filipa Daniela Rodrigues; Simões, Liliana Sofia Rodrigues; Fernandes, Rita Salvaterra
Fonte: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra Publicador: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em 03/10/2013 Português
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37.26%
Introdução e Objectivos A febre na criança é um dos principais motivos de ida aos serviços de urgência pediátrica, quer como único sintoma, quer associado a outras manifestações de doença. Reconhece-se que a abordagem da criança com febre nem sempre é consensual na comunidade científica, particularmente nas vantagens ou desvantagem no processo evolutivo do quadro clínico de uma criança. Devido à existência de ideias erróneas que rodeiam o conceito de febre, bem como ao stress despertado nos pais, estes precipitam-se frequentemente nas medidas a adotar, bem como em acesso eventualemnte precoce aos serviços de urgência. Este estudo teve como objetivos principais: identificar o conhecimento dos pais sobre a febre na criança; e analisar as estratégias utilizadas pelos pais no seu controlo. Metodologia Trata-se de uma RSL (Revisão Sistemática da Literatura). Para a realizarmos procedemos à pesquisa na plataforma EBSCO tendo percorrido as seguintes bases de dados: CINAHL, MEDLINE, MedicLatina, Academic e Search Complete. Foi ainda efetuada pesquisa na base de dados ScieLo. Após rigoroso processo de seleção em que foram estabelecidos previamente vários critérios de inclusão e exclusão, foram retidos 7 artigos que constituíram o corpus documental de análise. Resultados Verificamos que o conhecimento dos pais é em regra insuficiente. Figuejoa et al. (2012) descrevem que mais de metade das mães considera a febre uma doença...

A criança com febre: conhecimentos e estratégias adotadas pelos pais

Apóstolo, Jorge Manuel Amado; Simões, Filipa Daniela Rodrigues; Fernandes, Rita Salvaterra; Simões, Liliana Sofia Rodrigues
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Tipo: Outros
Publicado em 02/09/2013 Português
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37.26%
Introdução e Objectivos A febre na criança é um dos principais motivos de ida aos serviços de urgência pediátrica, quer como único sintoma, quer associado a outras manifestações de doença. Reconhece-se que a abordagem da criança com febre nem sempre é consensual na comunidade científica, particularmente nas vantagens ou desvantagem no processo evolutivo do quadro clínico de uma criança. Devido à existência de ideias erróneas que rodeiam o conceito de febre, bem como ao stress despertado nos pais, estes precipitam-se frequentemente nas medidas a adotar, bem como em acesso eventualemnte precoce aos serviços de urgência. Este estudo teve como objetivos principais: identificar o conhecimento dos pais sobre a febre na criança; e analisar as estratégias utilizadas pelos pais no seu controlo. Metodologia Trata-se de uma RSL (Revisão Sistemática da Literatura). Para a realizarmos procedemos à pesquisa na plataforma EBSCO tendo percorrido as seguintes bases de dados: CINAHL, MEDLINE, MedicLatina, Academic e Search Complete. Foi ainda efetuada pesquisa na base de dados ScieLo. Após rigoroso processo de seleção em que foram estabelecidos previamente vários critérios de inclusão e exclusão, foram retidos 7 artigos que constituíram o corpus documental de análise. Resultados Verificamos que o conhecimento dos pais é em regra insuficiente. Figuejoa et al. (2012) descrevem que mais de metade das mães considera a febre uma doença...

Limites das convicções científicas : as epidemias no Rio de Janeiro e em Socorro e o desencadeamento da crise nos estudos da febre amarela (1927-1948); Limits of scientific convictions : epidemics in Rio de Janeiro and Socorro, and the appearance of the crisis in studies on yellow fever (1927-1948)

Aleidys Hernandez Tasco
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 27/02/2013 Português
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37.32%
Em 1927 a luta contra a febre amarela parecia finalizada no continente americano. A Fundação Rockefeller, instituição filantrópica estadunidense que tinha como principal objetivo o combate da febre amarela na primeira metade do século XX, assegurava que a doença estava quase erradicada. No entanto, a ocorrência das epidemias de febre amarela no Rio de Janeiro em 1928 (Brasil) e em Socorro em 1929 (Colômbia), colocou em dúvida as medidas profiláticas recomendadas e aplicadas tanto pelos órgãos nacionais de Saúde Pública como os da Fundação Rockefeller que participou da luta contra essa doença em ambos os países. Ao mesmo tempo em que ocorriam as epidemias, uma controvérsia instalou-se em torno à descoberta de Stokes, Bauer e Hudson na África, em 1927, que demonstrou que a febre amarela era facilmente inoculável no Macacus Rhesus. Tal descoberta acabou por rejeitar a concepção etiológica estabelecida em 1919 por Noguchi. A nova descoberta dos pesquisadores, as epidemias e a rejeição da teoria de Noguchi geraram uma enorme desconfiança na época, dando a sensação de que nada era seguro em assuntos relacionados à febre amarela, despertando uma crise nos estudos da doença. Esta pesquisa assume a responsabilidade de fazer um estudo comparativo a partir da ciência...

Dengue e risco da reintrodução da febre amarela urbana no Estado de São Paulo; Dengue and the risk of urban yellow fever reintroduction in São Paulo State, Brazil

Massad, Eduardo; Burattini, Marcelo Nascimento; Coutinho, Francisco Antonio Bezerra; Lopez, Luiz Fernandes
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/08/2003 Português
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OBJETIVO: Propor um modelo matemático para a estimativa da reprodutibilidade basal, R0, para a febre amarela urbana em uma área infestada pela dengue. MÉTODOS: O método utilizado considera que, como ambas as doenças são transmitidas pelo mesmo vetor (Aedes aegypti), poder-se-ia aplicar todos os parâmetros quantitativos relativos ao mosquito, estimados pela fase inicial da curva de crescimento de casos de dengue, à dinâmica da febre amarela. Demonstra-se que o R0 da febre amarela é em média 43% menor que o da dengue. Esta diferença deve-se à viremia mais prolongada da dengue, bem como ao menor período de incubação extrínseco daquele vírus no mosquito. RESULTADOS: Apresenta-se a aplicação desta análise matemática à situação epidemiológica da dengue no estado de São Paulo, para o ano de 2001, onde o número de casos de dengue aumentou de 3.582, em 2000 para 51.348, em 2001. Calculou-se o valor de R0 para a febre amarela para cada cidade do estado que tinha R0 para dengue maior que um. Estimou-se o número total de pessoas desprotegidas, sem vacina, e que vivem em áreas de alto risco para a febre amarela urbana. CONCLUSÕES: Foi demonstrado que existe, um grande contingente de pessoas não vacinadas contra febre amarela vivendo em áreas infestadas por Aedes aegypti no Estado de São Paulo...