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Força isométrica dos músculos extensores do joelho, outras manifestações de força e composição corporal

Mendes, Eugénia; Novo, André; Preto, Leonel; Azevedo, Ana
Fonte: Escola Superior de Tecnologias da Saúde de Lisboa Publicador: Escola Superior de Tecnologias da Saúde de Lisboa
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Português
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A força isométrica máxima é a produção da máxima tensão muscular sem a presença de movimento das alavancas articulares, sendo que o que podemos medir é a força aplicável sobre uma resistência invencível. Como objectivo propusemo-nos a avaliar a relação entre a força isométrica dos músculos extensores do joelho, outras manifestações de força e dados de composição corporal. A força isométrica dos extensores do joelho foi avaliada numa máquina de prensa de pernas inclinada FFITECH© e medida com uma célula de carga ERGO-METER GLOBUS©. A força de preensão manual foi avaliada com um dinamómetro hidráulico JAMAR©. A bioimpedância foi avaliada em balança bioeléctrica TANITA© A altura foi avaliada num estadiómetro SECA©. Foram avaliados 82 estudantes da Escola Superior de Saúde de Bragança, 64 do sexo feminino e 18 do masculino, com média de idades de 20,80±2,17 e 21,09±2,75 anos, respectivamente. Os sujeitos do sexo masculino alcançaram 2793,7±98,58N de força isométrica máxima dos extensores do joelho, contra 1798,34±84,55N dos estudantes do sexo feminino – valor com significado estatístico de p=0.. Observou-se ainda uma correlação negativa entre o tempo em que atingiu a força isométrica máxima dos extensores do joelho e as forças isométricas máxima (-...

A força de preensão manual como indicador da funcionalidade em idosos

Novo, André; Preto, Leonel; Mendes, Eugénia
Fonte: Escola Superior de Saúde, Instituto Politécnico de Bragança Publicador: Escola Superior de Saúde, Instituto Politécnico de Bragança
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Português
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36.77%
A avaliação da força da mão é uma ferramenta relevante no planeamento e avaliação dos cuidados em geriatria e reabilitação. Fornece informações valiosas sobre a funcionalidade do indivíduo e ajuda a implementar e monitorizar estratégias com o objetivo de preservar ou recuperar a força muscular global. Objectivos: Perceber a relação existente entre a idade, os valores obtidos através de dois métodos de avaliação da força de preensão da mão e do teste de avaliação funcional up and go. Material e métodos: Desenhou-se um estudo de carácter descritivo, quantitativo e transversal. Para avaliar a força de preensão manual utilizou-se um dinamómetro de pêra aneróide da marca Dinatest® e outro de sistema hidráulico da marca Jamar®. Foi considerado o melhor resultado de duas tentativas (peak force isométrico). Para avaliação da funcionalidade e aptidão física dos idosos utilizámos o protocolo do teste Timed Up and Go (levantar e andar), cuja confiabilidade está bem estudada pela literatura. Resultados: A amostra foi constituída por 77 idosos (49 mulheres) e a média de idades foi de 81,40 anos, sem diferenças significativas entre sexos. O idoso mais novo apresentava 65 anos e o mais velho 97. Em ambos os métodos de avaliação...

A importância do treino de força nas aulas de educação física : estudo em alunos de ambos os sexos do 7º ano de escolaridade

Vargas, Tiago Alexandre Nobre
Fonte: Repositório Científico Lusófona Publicador: Repositório Científico Lusófona
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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No conjunto das capacidades motoras, a força parece ser uma das que menos se trabalha no âmbito das aulas de Educação Física. Considerando a sua importância ao nível da saúde, bem-estar e qualidade de vida, nos rendimentos motores e desportivos, e na aquisição da aptidão física, temos como objectivo central verificar se um programa de força tem efeitos múltiplos e multilaterais sobre as diferentes manifestações de força. Como tal, pretendemos verificar a treinabilidade da força em jovens pré-pubescentes e pubescentes, testando a eficácia de um protocolo de treino da força, nas condições da aula de Educação Física, durante 10 semanas à razão de 3 unidades semanais de treino integradas na aula, utilizando apenas recursos existentes na maioria das escolas nacionais. A amostra foi constituída por 2 turmas do 7ºano de escolaridade (55 alunos no total, de ambos os sexos e com idades compreendidas entre 12 e 15 anos, pertencentes à Escola EB 2,3 António Gedeão, em Odivelas). Em ambas as turmas aplicou-se o mesmo protocolo de treino de força, diferindo apenas a sua carga. Numa turma aplicou-se uma carga contínua (grupo experimental), enquanto noutra aplicou-se uma carga descontínua e intermitente (grupo de controlo)...

Efeitos do treino de força nos níveis de testosterona e cortisol

Sá, Mário Joaquim Peixoto Moreira
Fonte: Repositório Científico Lusófona Publicador: Repositório Científico Lusófona
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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Introdução: A razão entre a concentração de testosterona e cortisol é frequentemente utilizada como indicador do nível de stress imposto pelo exercício, alterações na concentração destas hormonas são responsáveis por modular diversas respostas induzidas pelo treino, como hipertrofia e ganho de força (Uchida, et al, 2004). O presente trabalho (através de dois artigos elaborados) tem como principal objetivo conhecer a associação entre o treino de força e suas implicações hormonais, em particular com dois protocolos do treino de força e as alterações que esses mesmos protocolos influenciam a produção hormonal de testosterona e cortisol. Método: Efetuou-se uma pesquisa de estudos através da fonte online da PubMed/Medline e Google Scholar entre janeiro e fevereiro de 2014 de forma a conhecer melhor os estudos associados ao treino de força e, as implicações que têm em questões hormonais, especificamente em relação à testosterona e cortisol (artigo 1) e aplicação de dois protocolos de treino de força e verificar as suas repercussões hormonais em homens adultos e saudáveis. Resultados: Dos 56 artigos identificados foram selecionados 15 para leitura integral e incluídos 7 artigos para a RSL. Para cada um extraiu-se a informação relativa ao tipo e desenho de estudo...

Análise de força muscular e composição corporal de mulheres com Síndrome dos Ovários Policísticos; Analysis of muscle strength and body composition of women with Polycystic Ovary Syndrome

Kogure, Gislaine Satyko; Piccki, Fabiene Karine; Vieira, Carolina Sales; Martins, Wellington de Paula; Reis, Rosana Maria dos
Fonte: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Publicador: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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OBJETIVOS: Comparar os parâmetros metabólicos, a composição corporal e a força muscular de mulheres com Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) em relação a mulheres com ciclos menstruais ovulatórios. MÉTODOS: Estudo caso-controle com 27 mulheres com SOP e 28 mulheres controles com ciclos ovulatórios, com idade entre 18 e 37 anos, índice de massa corpórea entre 18 e 39,9 kg/m², que não praticassem atividade física regular. Níveis séricos de testosterona, androstenediona, prolactina, globulina carreadora dos hormônios sexuais (SHBG), insulina e glicemia foram avaliados. Índice de andrógeno livre (FAI) e resistência insulina (por HOMA) foram calculados. As voluntárias submetidas avaliação de composição corporal por dobras cutâneas e absorciometria de raio X de dupla energia (DEXA) e testes de força muscular máxima de 1-RM em três exercícios após procedimento de familiarização e de força isométrica de preensão manual. RESULTADOS: Os níveis de testosterona foram mais elevados no grupo SOP em relação ao CO (68,0±20,2 versus 58,2±12,8 ng/dL; p=0,02), assim como o FAI (282,5±223,8 versus 127,0±77,2; p=0,01), a insulina (8,4±7,0 versus 4,0±2,7 uIU/mL; p=0,01), e o HOMA (2,3±2,3 versus1,0±0...

Avaliação da força isocinética e efeitos de um programa de treinamento físico composto por exercícios de força alta intensidade e aeróbio de moderada intensidade em crianças e adolescentes com leucemia linfóide aguda; Isokinetic strength assessment and effects of an exercise training program comprising high-intensity resistance exercises and moderate-intensity aerobic exercises in children and adolescents with Acute Lymphoblastic Leukemia

Muratt, Mavi Diehl
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 26/05/2011 Português
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Introdução: o tratamento para leucemia aumentou a sobrevida de pacientes com leucemia aguda linfóide (LLA), mas a redução da força, a fadiga crônica e a qualidade de vida ainda são fatores de preocupação nessa população. Objetivo: comparar força isocinética em pacientes com LLA versus controles saudáveis. Além disso, investigar os efeitos de um programa de treinamento de força de alta intensidade combinado com exercício aeróbio de moderada intensidade em pacientes com LLA. Método: No intuito de responder aos objetivos distintos dessa dissertação, dois estudos sequênciais foram realizados. O primeiro deles trata-se de uma investigação transversal da força isocinética em pacientes com LLA versus controles saudáveis. Já o segundo teve como foco testar um programa de treinamento físico composto por exercícios intensos de força e aeróbios moderados por meio de um desenho prospectivo e longitudinal. No estudo 1, foram recrutados dez pacientes (grupo LLA) durante a fase de manutenção do tratamento de alto risco de LLA. Um grupo de dez crianças saudáveis, pareadas por idade, gênero, estatura e IMC foram selecionadas para o grupo controle (grupo CTRL). Para avaliar a força isocinética de membros inferiores e superiores...

Relação entre a força propulsora e a velocidade nos quatro estilos competitivos da natação; Relationship between the propulsive force and speed in the four competitive strokes in swimming

Santos Junior, Joel Moraes
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 29/01/2013 Português
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Embora muitos estudos tenham investigado a contribuição da força propulsora na velocidade de nadadores, a maioria das pesquisas se restringiu ao estilo crawl e no nado como um todo. Sendo assim, o objetivo do presente estudo foi mensurar e comparar a força propulsora e o desempenho de velocidade nos quatro estilos competitivos e verificar a relação entre elas durante o nado completo, o nado somente de pernas e o nado somente de braços em nadadores competitivos. Participaram do estudo 37 nadadores do sexo masculino com experiência competitiva de no mínimo dois anos, com idade entre 15 e 19 anos. A amostra foi dividida pelos estilos borboleta (n=9), costas (n=7), peito (n=9) e crawl (n=12). Foram medida as variáveis de força propulsora (VFP) no nado atado (NA) nas seguintes situações; força propulsora máxima de nado em 10 segundos (FPM10), força propulsora máxima de pernas em 10 segundos (FPMp), força propulsora máxima de braços em 10 segundos (FPMb), força propulsora máxima de nado em 25 segundos (FPM25) força propulsora média de nado em 25 segundos (FPm25). Também foi mensurada a velocidade nas metragens de 15 e 50 metros (V15 e V50). Cada nadador realizou os testes de força e velocidade nos principais estilos de competição. Os resultados demonstraram correlações entre as VFP com a velocidade para os quatro estilos competitivos no nado completo (entre r=0...

Relação do valgo dinâmico do joelho com a força muscular do quadril e tronco em indivíduos com síndrome patelofemoral; Relationship between dynamic knee valgus with hip and trunk strength in patients with and without patellofemoral pain syndrome

Almeida, Gabriel Peixoto Leão
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 26/08/2013 Português
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Introdução: A síndrome da dor patelofemoral (SDP) é definida como queixa dolorosa na região anterior do joelho, mais comumente na face medial da patela. Teoriza-se que o déficit de força dos músculos estabilizadores do quadril e do controle dinâmico do membro inferior esteja relacionado com o desenvolvimento da SDP. Objetivos: O objetivo primário foi comparar o ângulo de projeção no plano frontal (APPF) do joelho e a força isométrica dos músculos do quadril e tronco em indivíduos com e sem SDP. O objetivo secundário foi analisar a correlação do APPF com a força dos músculos do quadril e tronco. Métodos: A amostra foi composta por 43 mulheres, divididas em dois grupos: Dor Patelofemoral (GDP, n = 22) e Controle (GC, n = 21). A força dos músculos abdutores, rotadores laterais e extensores do quadril e flexão lateral de tronco (Core lateral) foram avaliados com um dinamômetro isométrico. A avaliação da força foi bilateral para calcular o Índice de Simetria entre os Membros (ISM). O complexo póstero-lateral do quadril foi calculado pela soma dos três grupos musculares do quadril divido por três. O APPF foi avaliado com uma câmera digital durante step down em três desfechos: a) Inicial: antes de iniciar o movimento; b) Final: ao final do movimento de step down; e c) Final-Inicial: diferença entre os ângulos inicial e final. Para análise do APPF foi utilizado o Software de Avaliação Postural (SAPo). Resultados: O GDP apresentou APPF Final e Final-Inicial 5...

O efeito do treinamento e destreinamento na força muscular de meninos pré-púberes

Fontoura, Andrea Silveira da
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
Português
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A treinabilidade de força em crianças tem sido bastante explorada, mas ainda existem alguns questionamentos: O quanto a força decresce quando a criança interrompe o treinamento? O objetivo deste estudo foi avaliar o comportamento da força muscular dinâmica isotônica (1-RM), pico de torque isocinético e pico de torque isométrico, na extensão de joelho (EJ) e na flexão de cotovelo (FC) de meninos durante 24 semanas, sendo 12 semanas de treinamento e 12 de destreinamento de força. Um grupo experimental (EX) de 7 meninos (9,4±1,6 anos) pré-púberes treinou de forma dinâmica, três vezes por semana, durante 12 semanas, com intensidade entre 60 e 85% do teste de 1-RM, obtendo um aumento de 78% e 67% na força de 1-RM da EJ e da FC respectivamente. No grupo controle (CO) participaram 7 meninos pré-púberes, pareados ao EX pela idade (9,7±1,7 anos). Eles não alteraram significativamente a força nas primeiras 12 semanas, mas, ao final das 24 semanas, aumentaram a força de 1-RM em 41% e 53% na EJ e FC, respectivamente. Após 12 semanas de destreinamento, a força absoluta de 1-RM da EJ e da FC do grupo EX apresentou uma queda estatisticamente não significativa de 33% e 21%, respectivamente. Quando corrigida pelo peso corporal e massa corporal magra (MCM)...

A treinabilidade da força de meninos escolares pré-púberes e púberes submetidos a um programa de treinamento de força

Pinto, Ronei Silveira
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
Português
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O treinamento de força é praticado por adultos e idosos que visam ao melhoramento do rendimento desportivo ou ao aprimoramento da aptidão física, sendo consensual, no meio científico, as adaptações musculares e ósseas proporcionadas por essa prática. No entanto, a treinabilidade da força em crianças é discutida, principalmente, em função das controvérsias existentes entre estudos, referentes às adaptações provocadas pelo treinamento em nível muscular, bem como sobre as diferenças existentes entre os estágios de maturação. Sendo assim, as crianças são treináveis em relação à força muscular? O objetivo deste estudo foi avaliar a treinabilidade das forças de flexão do cotovelo e extensão do joelho em meninos escolares prépúberes e púberes submetidos a um programa de treinamento de força dinâmico e individualizado e comparálos com um grupo controle. O treinamento foi realizado 3 vezes por semana, durante 12 semanas, com 3 séries de 10-12 repetições, a uma intensidade de 60% a 85% do 1-RM. Também foi avaliada a especificidade do treinamento, comparando-se os ganhos obtidos nas forças dinâmica e estática dos membros superiores e inferiores. Os resultados indicaram que meninos pré-púberes e púberes submetidos ao treinamento apresentaram ganhos significativos na força muscular dinâmica (1-RM)...

Aspectos fisiológicos da produção de força em remadores

Baptista, Rafael Reimann
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
Português
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Atualmente a ciência do esporte requer abordagens que combinem o estudo de aspectos biomecânicos e fisiológicos para o correto entendimento dos fenômenos relacionados ao desempenho humano. Desta forma, o objetivo geral deste estudo foi analisar as relações e as diferenças entre os formatos de curva de força x tempo e as respostas fisiológicas e biomecânicas de remadores. Quinze remadores (24,47±5,21 anos, 83,51±7,19 kg, 185,50±6,53 cm e 13,68±1,65 % de gordura), foram submetidos a um teste cardiopulmonar de exercício em remoergômetro. Foram medidas as respostas de VO2, VCO2, VE, RER, MET, lactato, FC, força, potência e impulso, tanto no estágio de limiar de lactato quanto no estágio máximo alcançado pelos remadores. O Tratamento estatístico foi composto por Teste t-Student para amostras independentes, Correlação Linear de Pearson, Teste Qui-Quadrado de McNemar e ANOVA one-way. O nível de significância adotado foi de 5%. Os remadores foram classificados em dois grupos: stroke (pico de força na primeira metade da curva de força x tempo) e bow (pico de força na segunda metade da curva de força x tempo). No estágio de limiar de lactato foram identificados três remadores com perfil stroke e 12 com perfil bow...

Desenvolvimento de força em crianças e jovens nas aulas de Educação Física

Braga, Fernando Cesar Camargo
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
Português
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A força é das capacidades motoras a mais importante para o movimento. Visto que não há movimento em que a mesma não se faça presente. Desta forma, a força se torna importante para as atividades competitivas e recreativas. O que nos leva a sugerir que o desenvolvimento da força faça parte dos planejamentos das aulas de Educação Física. Portanto este estudo teve por objetivo verificar a eficácia de um programa de treinamento de força nas aulas de Educação Física em adolescentes do sexo masculino com idades variando entre 10 e 14 anos. E, também, o resultado do treinamento nas suas expressões de força máxima, força explosiva e força-resistência dos escolares. Participaram do estudo 230 alunos do sexo masculino (10 a 14 anos), após assinarem um termo de consentimento. O grupo experimental (GE=131) participou do programa de treinamento durante 12 semanas, duas vezes por semana. Os exercícios realizados eram pliométricos e calistênicos, sem uso de aparelhos. A execução dos exercícios se deu em forma de circuito. O tempo de treinamento era de 15 minutos durante as aulas de Educação Física. O grupo controle (GC=99) não participou das atividades especificas para o desenvolvimento da força, mas mantiveram as atividades normais das aulas de Educação Física. A força máxima...

Efeitos de três diferentes programas de treinamento de força na qualidade de vida de idosas

Moraes, Kelly Cristina de Mello
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
Português
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O processo de envelhecimento populacional está acontecendo em vários países. O conceito de envelhecimento abrange um conjunto de alterações que ocorrem progressivamente na vida adulta e que parecem estar associados com, a viabilidade do indivíduo. Nesta perspectiva, alguns estudos relacionam a atividade física regular, sistemática, com o processo de envelhecimento saudável, principalmente quanto ao seu impacto na qualidade de vida de idosos. Estudos revelam que o treinamento de força é essencial para o equilíbrio, para subir e descer escadas, para sentar e levantar de cadeiras, para a diminuição do risco de quedas, para a aquisição da capacidade funcional geral e para a mobilidade dos idosos. De certa forma, para a realização destas tarefas diárias, são necessários níveis moderados de força muscular, e esta passa a adquirir uma importância cada vez mais acentuada com o envelhecimento. Entretanto, aliado ao treinamento de força, o treinamento de potência e o treinamento de força reativa também contribuem para a promoção da qualidade de vida da terceira idade. Assim, o objetivo do presente estudo foi identificar se há diferenças nos efeitos provocados por três tipos de treinamento de força na qualidade de vida das idosas submetidas a doze semanas de treinamento de força. Participaram do programa de treinamento 45 indivíduos do sexo feminino...

Efeitos de três diferentes tipos de treinamento de força das adaptações neuromuculares e morfológicas no desempenho de capacidades funcionais em mulheres idosas

Correa, Cleiton Silva
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
Português
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Os diferentes tipos de treinamento de força (TF) apresentam distintas adaptações do tecido muscular como o desenvolvimento de força máxima, potência e/ou força reativa muscular. Dentre estes tipos de TF, estão os treinamentos de força Tradicional, Treinamento de Potência e de Treinamento de Força Reativa, em que está presente o ciclo-alongamento-encurtamento (CAE). A habilidade de produzir força rapidamente requer a participação intensa das fibras do tipo IIX, condição esta frequentemente reduzida em mulheres idosas. A força rápida tem importância significativa para homens e mulheres de todas as idades, destacando-se ainda mais em mulheres idosas. A prescrição de um tipo de TF que melhor desenvolva as atividades de vida diária (AVD) é primordial para a manutenção da independência física e qualidade de vida de idosas. Assim o objetivo principal do trabalho foi avaliar e comparar as adaptações neuromusculares, morfológicas e funcionais em mulheres idosas submetidas a três tipos específicos de treinamento de força. Na revisão de literatura a metodologia embasou-se em pesquisa bibliográfica, utilizando artigos atuais e clássicos da literatura sobre TF em mulheres idosas (publicados, principalmente, a partir de 2000) selecionados nas bases de dados Pubmed e Sportdiscus...

Efeitos de diferentes programas de treinamento de força no meio aquático com diferentes volumes nas adaptações neuromusculares de mulheres jovens; Effects of differents aquatic resistance training performed with differents volumes on neuromuscular adaptations in young women

Schoenell, Maira Cristina Wolf
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
Português
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36.84%
Diversos estudos têm relatado incrementos na força muscular a partir de treinamentos com diferentes metodologias no meio aquático. No entanto, não foram encontradas abordagens sobre a utilização de séries únicas e múltiplas no treinamento de força no meio aquático. O objetivo do presente estudo foi comparar os incrementos na força muscular dinâmica máxima, na força de resistência e na força de potência em mulheres jovens e sedentárias, submetidas ao treinamento de força no meio aquático, com diferentes volumes de treinamento. Sessenta e seis mulheres jovens e saudáveis (24,72±4,33 anos) foram aleatoriamente divididas em dois grupos: Série Simples (1S) e Séries Múltiplas (3S), durante a primeira etapa do treinamento, composta por 10 semanas. Após este período, sessenta mulheres continuaram o treinamento por mais um período de dez semanas e foram aleatoriamente sub-divididas em quatro grupos de estudo: simples/simples (SS), simples/múltipla (SM), múltipla/simples (MS) e múltipla/múltipla (MM). Todos os grupos realizaram duas sessões semanais durante as 20 semanas, sendo que os exercícios foram executados em máxima velocidade por trinta segundos e foram realizados em forma de circuito, com intervalo de dois a três minutos entre cada grupo muscular. Foram realizadas avaliações nas etapas pré-treinamento...

Efeito crônico do alongamento realizado antes ou após treinamento de força de isquiotibiais na flexibilidade e na força

Almeida, Paulo Henrique Foppa de
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Teses e Dissertações Formato: application/pdf
Português
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36.82%
Resumo: Introducao: A literatura indica que tanto o alongamento como o treinamento de forca podem aumentar a forca e a flexibilidade. Porem, nao se sabe se a realizacao concomitante das duas atividades pode incrementar estes ganhos. Objetivo: Verificar o efeito do alongamento realizado antes ou apos os treinos de forca dos musculos isquiotibiais na flexibilidade e na forca muscular. Metodos: Foram recrutados 35 militares (18,5 } 0,41 anos), os quais foram distribuidos de forma balanceada e aleatoria pela forca normalizada de isquiotibiais em 4 grupos: Treinamento de Forca (TF) (n=9) - exercicio para isquiotibiais duas vezes por semana, durante 8 semanas; Alongamento Antes (AA) (n=9) - alongamento dos isquiotibiais imediatamente antes do treinamento de forca; Alongamento Depois (AD) (n=9) - alongamento dos isquiotibiais imediatamente depois do treinamento de forca; Controle (CC) (n=8). O treinamento de forca consistiu de exercicio para os isquiotibiais, composto por 3 series de 8-12 repeticoes maximas. O alongamento foi realizado em posicao estatica para isquiotibiais em duas repeticoes, com duracao de 30 segundos e intervalo de 10 segundos. Foi utilizada a celula de carga e o teste de 1RM para medir a forca muscular e fotogrametria para medir a flexibilidade...

Comparação dos efeitos da utilização de métodos lineares e não lineares no treino e destreino da força em voleibolistas

Ribeiro, Bruno Valdemar Rodrigues
Fonte: Universidade de Évora Publicador: Universidade de Évora
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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36.8%
O volume de treino é considerado como um dos componentes principais do treino de força, refletindo a quantidade de trabalho que é realizada durante uma sessão de treino. No que se refere à sua distribuição ao longo de ciclos de treino, a literatura carece de estudos que abordem diferentes modelos de periodização e suas consequências no desempenho do atleta. O objetivo do estudo é comparar os efeitos do treino da Força, do Índice de Elasticidade e do respetivo destreino entre dois modelos de periodização, o Método de Treino Linear e Método de Treino Não Linear. Assim, pretende-se contribuir para o desenvolvimento dos processos do treino da força e verificar qual o método de treino que incrementa maiores índices de força. A amostra é constituída por vinte praticantes masculinos de voleibol, sendo formados dois grupos, um pertencente ao Método de Treino Linear (N=10) e outro grupo ao Método Treino Não Linear (N=10). Ambos os grupos treinam 3 vezes por semana. O treino engloba trabalho de Força Máxima, Força Explosiva e Força de Resistência e serão feitas 3 avaliações: 1ª avaliação inicial; 2ª após 9 semanas de treino e 3ª após 4 semanas de destreino. Os resultados encontrados indicam que 9 semanas de treino...

Avaliação da força isocinética e força de preensão palmar em portadores da trissomia 21 no DF

Sousa, Hugo Alves de
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
Português
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36.8%
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, 2009.; Introdução: A Síndrome de Down é a mais comum e bem conhecida de todas as Síndromes mal formativas da espécie humana. Os portadores da Síndrome de Down exibem características marcantes, das quais a hipotonia muscular e a frouxidão ligamentar se tornam evidentes por impedirem que a força muscular resultante da atividade de diferentes grupos musculares e articulações seja eficiente para atingir o resultado esperado, pelo fato de um frouxo sistema de alavancas consumir todo o esforço. Existem poucos estudos analisando as características da força muscular em indivíduos com Síndrome de Down. Objetivo: O objetivo do presente trabalho foi avaliar a força isocinética do joelho e a força de preensão manual em indivíduos do sexo masculino portadores da Trissomia 21 e correlacionar os dados obtidos com indivíduos normais. Método: O presente estudo contou com a participação de 26 indivíduos distribuídos em dois grupos, dos quais 13 formaram o grupo de portadores da Trissomia 21 - Síndrome de Down (GE) e 13 indivíduos normais sem síndrome de Down formaram o grupo controle (GC). Cada grupo foi constituído de indivíduos do gênero masculino...

Treinamento de força para crianças e pré-adolescentes: uma metanálise sobre alterações do crescimento longitudinal, força e composição corporal, influenciadas pelo exercício resistido

Frois, Rafael Rodrigues de Sousa
Fonte: Universidade Católica de Brasília Publicador: Universidade Católica de Brasília
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: Texto
Português
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36.78%
Esta pesquisa teve como objetivo analisar o Tamanho do Efeito do Treinamento de Força sobre as variáveis força, composição corporal e crescimento longitudinal. Para tanto, foi realizada a busca de estudos sobre Treinamento de Força com crianças e pré-adolescentes, seguida de análise estatística dos dados relacionados às respostas do Treinamento de Força sobre crescimento longitudinal, força e composição corporal. Foram encontrados 22 estudos sobre as variáveis crescimento longitudinal, alterações na força de MMSS e MMII e composição corporal, utilizando diversas metodologias de TF em crianças e pré-púberes de 7 a 12 anos de idade. A análise de alteração da força de MMSS demonstrou-se favorável para os grupos experimentais (TE global = 0,83; IC 95% = 3,7/7,38). O mesmo ocorreu nas análises da força de MMII (TE global = 0,72; IC 95% = 5,5/12,51). O aumento de massa magra também revelou-se superior para os indivíduos que treinaram (TE global = 0,21; IC 95% = 0,6/2,7). Os ganhos de massa gorda foram superiores nos grupos experimentais (TE global = 0,41; IC 95% = 0,66/1,37). O nível de crescimento longitudinal foi superior para os grupos experimentais (TE global = 0,46; IC 95% = 1,4/2,4). Portanto, esta pesquisa sugere que o Treinamento de Força é uma intervenção favorável para ganhos de força e hipertrofia muscular em indivíduos de 7 a 12 anos de idade. Além disso...

Avaliação da massa e força muscular em pacientes no pré e pós-transplante cardíaco; Evaluation of muscle mass and strength in patients in the pre and post heart transplant

Fernandes, Lenise Castelo Branco Camurça
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 15/09/2015 Português
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INTRODUÇÃO: Existem poucos estudos demonstrando que anormalidades musculares esqueléticas em pacientes com insuficiência cardíaca crônica persistem meses após o transplante cardíaco. No presente estudo, objetivamos avaliar massa muscular, e força muscular periférica e respiratória em pacientes no pré-transplante cardíaco, e no seguimento precoce (6 meses) e tardio (1,5 e 3 anos) pós-transplante cardíaco. Objetivamos verificar ainda a correlação entre força muscular periférica e respiratória em pacientes no pré e pós-transplante cardíaco. Comparamos, por fim, os dados de pacientes do pré-transplante cardíaco com um grupo controle de indivíduos saudáveis sem doença cardíaca. MÉTODOS: Tratou-se de estudo prospectivo do tipo coorte. Foram selecionados todos os pacientes em lista de espera para transplante cardíaco do Hospital de Messejana, do período de agosto de 2011 a março de 2013. Avaliamos idade, gênero, causas da insuficiência cardíaca, hipertensão, diabetes, tempo de espera na lista, tempo de internamento pós-transplante, tempo de ventilação mecânica, medida da força muscular respiratória, da força muscular periférica, da espessura do adutor do polegar, média bilateral da área de secção transversal do músculo psoas maior...