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A força de preensão manual como indicador da capacidade funcional em idosos

Novo, André; Preto, Leonel; Mendes, Eugénia
Fonte: Escola Superior de Saúde, Instituto Politécnico de Bragança Publicador: Escola Superior de Saúde, Instituto Politécnico de Bragança
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Português
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A avaliação da força da mão é uma ferramenta relevante no planeamento e avaliação dos cuidados em geriatria e reabilitação. Fornece informações valiosas sobre a funcionalidade do indivíduo e ajuda a implementar e monitorizar estratégias com o objetivo de preservar ou recuperar a força muscular global.Encontrámos associações estatisticamente significativas entre os dois tipos de avaliação objetiva da força de preensão da mão em idosos. Verificámos ainda associações muito semelhantes quando comparámos as diferentes formas de avaliação da força de preensão manual e um teste de avaliação funcional (teste up and go). Concluímos pela validade do uso de qualquer destes equipamentos na prática clínica especializada, devendo a opção por um ou por outro ter em conta os custos dos mesmos.

A força de preensão manual como indicador da capacidade funcional em idosos

Novo, André; Preto, Leonel; Mendes, Eugénia
Fonte: Escola Superior de Saúde, Instituto Politécnico de Bragança Publicador: Escola Superior de Saúde, Instituto Politécnico de Bragança
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Português
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76.23%
A avaliação da força da mão é uma ferramenta relevante no planeamento e avaliação dos cuidados em geriatria e reabilitação. Fornece informações valiosas sobre a funcionalidade do indivíduo e ajuda a implementar e monitorizar estratégias com o objetivo de preservar ou recuperar a força muscular global. A amostra foi constituída por 77 idosos (49 mulheres) e a média de idades foi de 81,40 anos, sem diferenças significativas entre sexos. O idoso mais novo apresentava 65 anos e o mais velho 97. Em ambos os métodos de avaliação, a mão direita obteve melhores resultados que a esquerda. Os homens obtiveram valores de força superiores aos das mulheres. Constatámos que a força da mão declina com a idade, como se denota pelas correlações negativas encontradas. Pudemos ainda observar que o teste up and go se correlaciona negativamente com todas as formas de avaliação da força de preensão manual, o que significa que quem tem mais força executa o teste de levantar e andar em menos tempo. De referir ainda que o teste up and go se correlaciona positivamente com a idade (os indivíduos mais velhos necessitam de mais tempo para executar o teste).

A força de preensão manual como indicador da funcionalidade em idosos

Novo, André; Preto, Leonel; Mendes, Eugénia
Fonte: Escola Superior de Saúde, Instituto Politécnico de Bragança Publicador: Escola Superior de Saúde, Instituto Politécnico de Bragança
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Português
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76.31%
A avaliação da força da mão é uma ferramenta relevante no planeamento e avaliação dos cuidados em geriatria e reabilitação. Fornece informações valiosas sobre a funcionalidade do indivíduo e ajuda a implementar e monitorizar estratégias com o objetivo de preservar ou recuperar a força muscular global. Objectivos: Perceber a relação existente entre a idade, os valores obtidos através de dois métodos de avaliação da força de preensão da mão e do teste de avaliação funcional up and go. Material e métodos: Desenhou-se um estudo de carácter descritivo, quantitativo e transversal. Para avaliar a força de preensão manual utilizou-se um dinamómetro de pêra aneróide da marca Dinatest® e outro de sistema hidráulico da marca Jamar®. Foi considerado o melhor resultado de duas tentativas (peak force isométrico). Para avaliação da funcionalidade e aptidão física dos idosos utilizámos o protocolo do teste Timed Up and Go (levantar e andar), cuja confiabilidade está bem estudada pela literatura. Resultados: A amostra foi constituída por 77 idosos (49 mulheres) e a média de idades foi de 81,40 anos, sem diferenças significativas entre sexos. O idoso mais novo apresentava 65 anos e o mais velho 97. Em ambos os métodos de avaliação...

Força muscular e mortalidade na lista de espera de transplante de fígado; Muscle strength and mortality while on a liver transplant waiting list

CARVALHO, EM; ISERN, MRM; LIMA, PA; MACHADO, CS; BIAGINI, AP; MASSAROLLO, PCB
Fonte: Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Fisioterapia Publicador: Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Fisioterapia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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76.25%
OBJETIVO: Avaliar a força de músculos respiratórios e de mão em pacientes na lista de espera para o transplante de fígado e associá-los a mortalidade. MATERIAIS E MÉTODOS: Foram estudados retrospectivamente 132 pacientes submetidos à avaliação fisioterapêutica de rotina e que esperavam o transplante de fígado. A força dos músculos ventilatórios foi avaliada por meio das pressões inspiratória e expiratória máximas e a força do membro superior por meio de dinamometria. Os pacientes foram divididos em dois grupos: grupo A, com 51 pacientes (14 mulheres, 50,1±12,3 anos) que morreram enquanto estavam na lista de espera e grupo B, com 81 pacientes (31 mulheres, 45,0±3,8 anos) que sobreviveram até o transplante de fígado. Foi utilizado o teste de t de Student com nível de significância de 5%. RESULTADOS: Os valores médios da pressão inspiratória máxima (PImax) dos grupos A e B foram 65,7±28,0 e 77,5±33,8mmHg (p=0,04), respectivamente, e as pressões expiratórias máximas foram 72,9±32,9 e 84,4±33,1mmHg (p=0,07), respectivamente. Os valores médios da força da mão esquerda dos grupos A e B foram 18,5±8,1 e 21,5±10,5kgf (p=0,08), respectivamente, e da força da mão direita foram 20,2±9,7 e 23,5±12,5kgf (p=0...

"Comparação entre a antropometria e o raio-x de dupla varredura para a avaliação da composição corporal de idosas diabéticas tipo 2 e sua associação com a força de preensão da mão" ; "Comaparison between anthropometry and dual-energy x-ray absorptiometry to body composition evaluation of elderly diabetics type 2 women and this association with handgrip strength"

Fett, Waléria Christiane Rezende
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 18/02/2005 Português
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76.26%
IMPORTÂNCIA: Mudanças significativas na composição corporal ocorrem com o envelhecimento, havendo aumento progressivo da massa gorda e redução da massa magra. Este quadro está associado à perda de força e mobilidade, ao aumento da morbidade e mortalidade. Nos indivíduos diabéticos tipo 2, esta condição é agravada pelas alterações metabólicas impostas pela doença. OBJETIVO: Comparar as medidas da composição corporal de idosas diabéticas tipo 2 pelo método antropométrico e raio-x de dupla varredura (DEXA), e correlacioná-las à força de preensão da mão. MÉTODOS: Cinqüenta e três voluntárias de 60 a 70 anos, com índice de massa corporal (IMC, kg/m2) de 19 a 44, do Ambulatório de Diabetes do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, foram avaliadas por: medidas antropométricas, raio-x de dupla varredura e força de preensão da mão. RESULTADOS: a) composição corporal antropometria x DEXA: não houve diferença estatística entre os métodos para as médias do peso, massa corporal magra, massa corporal gorda, porcentagem de gordura total e porcentagem de gordura do braço (P > 0,05). O peso, a massa corporal magra, a massa corporal gorda e o percentual de gordura total foram significativamente correlacionados pelos dois métodos. b) índices corporais x DEXA: o IMC...

Análise da força de preensão palmar em recém-nascidos pré-termo e de termo; Analysis of the palmar grasping strength in preterm and full-term infants

Dionisio, Jadiane
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 21/06/2012 Português
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66.15%
O objetivo do estudo foi descrever e comparar a força de preensão palmar em recém-nascidos de termo (RNT) e pré-termo tardios (RNPT) nas primeiras 72 horas de vida. A força de preensão palmar foi avaliada com o equipamento M-Flex®, sendo realizadas três medidas para cada mão em cada neonato entre 12-24h, 25-48h e 49-72 h de vida. Foi utilizado os testes t-Student e Anova two-way, considerando-se significante p<0,05. Foram estudados 306 recém-nascidos (219 RNT e 87 RNPT),divididos em três grupos. Os RNT apresentaram maior força de preensão quando comparados aos RNPT em cada idade:12-24h (t=4,64, p=0,00); 25-48h (t= 2,54, p=0,01, t=8,02, p=0,00); 49-72h (t=0,95, p=0,01, t= 1,84, p=0,06). O mesmo comportamento foi observado na comparação entre as três idades (força: F=2,67, p=0,00; tempo F=2,18, p=0,02). Na análise de cada grupo os RNT apresentaram maior força de preensão entre 49-72 h de vida, em relação à idade entre 12-24h (t=0,22, p=0,01) e 25-48h (t=0,06, p=0,001), enquanto os RNPT apresentaram diminuição da força (F=3,55, p=0,02) e do tempo (F=23,10, p=0,00) de preensão palmar entre 12 e 72 h. Os autores concluíram que houve aumento significativo da força de preensão palmar nas primeiras 72 horas de vida nos RNT. No entanto...

Evolução fisiológica da sensibilidade e da força da mão com o envelhecimento; Physiologic evolution of sensitivity and hand strength with aging

Silva, Silmara Nicolau Pedro da
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 08/02/2013 Português
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116.27%
Introdução: Os estudos, a respeito das condições de sensibilidade e força ao longo da vida, ainda são escassos, principalmente os que abordam vários aspectos da sensibilidade como sensibilidade à pressão, vibratória, dolorosa e da força de pinça e preensão. Algumas pesquisas apontam para a redução da força muscular com o avanço da idade, mas desconhecem o seu comportamento, magnitude e os hábitos de vida que podem influenciar nessa evolução. Objetivo: Analisar, através de testes específicos, a evolução da sensibilidade e da força manual em grupo de voluntários saudáveis nas diferentes idades acima de 20 anos e investigar a influência de alguns hábitos de vida. Casuística e Métodos: A força e a sensibilidade das mãos foram avaliadas em um estudo seccional em 116 voluntários humanos. Realizamos testes específicos de sensibilidade e de força em um grupo de voluntários saudáveis acima de 20 anos, compreendida entre 21 e 96 anos de idade. A pesquisa foi desenvolvida entre 2006 e 2010 e avaliou 70 mulheres e 46 homens. Foram aplicados testes de avaliação bimanual das forças de pinça e preensão (dinamômetros B&L Pinch-Gauge® e Jamar®), sensibilidades ao toque (Monofilamentos de Semmes-Weinstein)...

Analise da atividade eletrica e da força dos musculos flexores da mão apos estimulação eletrica neuromuscular

Rinaldo Roberto de Jesus Guirro
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 24/03/2000 Português
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66.29%
o objetivo desta pesquisa foi analisar o efeito de dois protocolos de estimulação elétrica neuromuscular (NMES) na atividade elétrica dos músculos flexores da mão, bem como da força de 24 voluntárias na faixa etária de 18 a 24 anos (X = 21,3 :t 2,5) divididas igualmente em 4 grupos (NMES de baixa frequência em 45° de flexão ou extensão da mão e NMES de média frequência em 45° de flexão ou extensão). Ambos protocolos utilizaram o pulso quadrático bifásico simétrico, com TON-TOFF de 5 segundos, sendo a média frequência à 2500 Hz e duração de 100 I..Is (modulado em 50 Hz) e a baixa frequência à 50 Hz com pulso de 300 I..Is. A estimulação foi de 30 minutos diários, perfazendo um total de 15 sessões. Os sinais analisados foram durante uma contração isométrica voluntária máxima de quatro segundos. A estimulação foi realizada nas posições de 45° de flexão ou extensão da mão, sendo que em cada grupo os sinais foram coletados tanto na flexão quanto na extensão de 45°. A análise estatística constou de uma análise exploratória dos dados, onde aplicou-se o teste de normalidade de SHAPIRO-WILK para as variáveis força e densidade espectral de potência. Para os dados normalizados, utilizou-se o teste t de Student para dados pareados. Os dados para os quais não é razoável a suposição de normalidade foram analisados através do teste das Ordens Assinaladas de Wilcoxon. Os resultados demonstraram uma correlação linear positiva forte (r = 0...

Avaliação da força de preensão da mão, força dos membros inferiores e capacidade funcional em idosos activos e sedentários

Pires, Ana Filipa; Castro, Ana Paula; Seixas, Carolina; Tomás, Mª Teresa; Coutinho, Isabel; Carolino, Elisabete
Fonte: Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa Publicador: Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /05/2008 Português
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66.31%
Introdução: A prática de exercício físico regular tem impacto na melhoria da aptidão física global dos idosos. Objectivos: O objectivo deste estudo descritivo foi analisar se a prática de exercício físico regular influencia a força de preensão global da mão, a força dos membros inferiores e a capacidade funcional em indivíduos residentes no concelho de Loures, com idade superior a 60 anos de idade. Metodologia: Através de um questionário de caracterização da população foi seleccionada, uma amostra de 60 indivíduos habitantes do concelho de Loures (de idades entre 60 e 91 anos), dos quais 30 praticam exercício físico regular e 30 não praticam qualquer tipo de exercício físico. A força de preensão da mão foi avaliada através de um dinamómetro portátil, a força dos membros inferiores através do teste de sentar e levantar da cadeira (TSLC), a capacidade funcional através do teste de 6 minutos de marcha (T6MM) e a percepção subjectiva de esforço (RPE), segundo a escala de Borg. Resultados: Para esta amostra concluiu-se que a prática regular de actividade física influencia o Peak Force (PF) da mão direita (p=0,037), o PF da mão esquerda (p=0,022), a Endurance (ED) da mão esquerda (p=0,017), o número de execuções correctas no TSLC (p=0...

Avaliação da força de preensão em indivíduos expostos e não expostos a actividade manual específica (repetitividade e exposição ao frio): estudo comparativo

Mendes, Maria João; Granjo, Maria Irene; Ferreira, Anabela; Matos, Judite; Tomás, Mª Teresa; Carolino, Elisabete; Coutinho, Isabel
Fonte: Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa Publicador: Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em /01/2007 Português
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66.27%
1º Prémio para melhor comunicação em poster.; A avaliação da força de preensão da mão é objecto de estudo para os profissionais de saúde no geral e para os fisioterapeutas em particular porque da força da mão dependem quase todas as actividades da vida diária. Esta importância é acrescida se para a actividade profissional a mão funcionar como principal instrumento de trabalho pois para além de realizar movimentos finos, ela deverá ser capaz de desempenhar tarefas que necessitem de força considerável. A avaliação da força de preensão é objecto de vários estudos pois constitui um indicador relevante do estado geral da força do indivíduo e portanto é utilizada em testes de aptidão física. Fornece também um índice objectivo da integridade funcional dos membros superiores. A força de preensão manual global foi mensurada através do Dinamómetro Portátil Computorizado Biometrics E-Link seguindo a padronização recomendada pela Associação Americana de Terapeutas da Mão (AATM). Avaliaram-se três parâmetros da força: Peak Force (pico máximo da força), Time to Peak (tempo que leva a atingir esse mesmo pico) e a Endurance (capacidade de manter a força durante o tempo de teste). Estes foram relacionados com a idade...

Força de preensão palmar em crianças e adolescentes saudáveis

Moura,Patrícia Martins de L. S.; Moreira,Demóstenes; Caixeta,Ana Paula L.
Fonte: Sociedade de Pediatria de São Paulo Publicador: Sociedade de Pediatria de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2008 Português
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OBJETIVO: Revisão de literatura sobre força de preensão palmar em crianças e adolescentes saudáveis na faixa etária de quatro a 18 anos de idade. FONTES DE DADOS: Medline, Lilacs e SciELO, no período de 2000 a 2007, utilizando-se as palavras-chave: aperto, mão, força, preensão, criança e adolescente. SÍNTESE DOS DADOS: A importância da mensuração da força de preensão é fornecer um índice objetivo da integridade funcional dos membros superiores. Estudos avaliando a força da preensão palmar vêm sendo descritos desde 1956, porém a maioria dos artigos engloba a população adulta (19 a 44 anos) e adulta média (45 a 64 anos). Somente um artigo foi publicado no Brasil a respeito da força de crianças e adolescentes. Os trabalhos relatados correlacionam a força de preensão palmar e variáveis antropométricas. CONCLUSÕES: Estudos com delineamento adequado e amostras representativas são necessários para avaliar a força da preensão em crianças e adolescentes no Brasil. Observou-se que os meninos têm força de preensão palmar maior que as meninas, principalmente após 11 anos de idade. Os fatores antropométricos como peso e altura foram os que mais significantemente se associaram à força de preensão palmar.

Força muscular e mortalidade na lista de espera de transplante de fígado

Carvalho,EM; Isern,MRM; Lima,PA; Machado,CS; Biagini,AP; Massarollo,PCB
Fonte: Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Fisioterapia Publicador: Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Fisioterapia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2008 Português
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76.25%
OBJETIVO: Avaliar a força de músculos respiratórios e de mão em pacientes na lista de espera para o transplante de fígado e associá-los a mortalidade. MATERIAIS E MÉTODOS: Foram estudados retrospectivamente 132 pacientes submetidos à avaliação fisioterapêutica de rotina e que esperavam o transplante de fígado. A força dos músculos ventilatórios foi avaliada por meio das pressões inspiratória e expiratória máximas e a força do membro superior por meio de dinamometria. Os pacientes foram divididos em dois grupos: grupo A, com 51 pacientes (14 mulheres, 50,1±12,3 anos) que morreram enquanto estavam na lista de espera e grupo B, com 81 pacientes (31 mulheres, 45,0±3,8 anos) que sobreviveram até o transplante de fígado. Foi utilizado o teste de t de Student com nível de significância de 5%. RESULTADOS: Os valores médios da pressão inspiratória máxima (PImax) dos grupos A e B foram 65,7±28,0 e 77,5±33,8mmHg (p=0,04), respectivamente, e as pressões expiratórias máximas foram 72,9±32,9 e 84,4±33,1mmHg (p=0,07), respectivamente. Os valores médios da força da mão esquerda dos grupos A e B foram 18,5±8,1 e 21,5±10,5kgf (p=0,08), respectivamente, e da força da mão direita foram 20,2±9,7 e 23,5±12,5kgf (p=0...

Estudo comparativo da força muscular da mão entre cadetes homens e mulheres da Força Aérea Brasileira

Teixeira,Marcela Donatelli Meibach; Gomes,Daniele Aparecida; Gonçalves,Gláucia Helena; Shimano,Suraya Gomes Novais; Shimano,Antonio Carlos; Fonseca,Marisa de Cássia Registro
Fonte: Universidade de São Paulo Publicador: Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 Português
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66.18%
O objetivo do estudo foi quantificar a força muscular da mão, nos movimentos de preensão palmar e três tipos de pinça, comparando os cadetes homens e mulheres. Foram avaliados 31 cadetes da Academia da Força Aérea Basileira, sendo 17 homens e 14 mulheres, com os dinamômetros Jamar e Preston Pinch Gauge. A média de preensão das mulheres foi de 31,4 kgf no lado dominante e 29,3 kgf no lado não-dominante; nos homens, foi 43,6 e 41,2 kgf, respectivamente (p<0,01). Na pinça lateral, a média feminina foi de 7,4 kgf e masculina, 10,2 kgf, no lado dominante (p<0,01); na pinça trípode, a média das mulheres foi de 7,2 kgf no lado dominante e 7,1 kgf do lado não-dominante; nos homens, foi respectivamente de 9,8 kgf e 9,5 kgf (p<0,01); na pinça polpa-a-polpa, as médias femininas foram de 4,9 e 4,6 kgf nos lados dominante e não-dominante; dos homens, foram de 6,5 e 5,7 kgf nos lados dominante e não-dominante, respectivamente (p<0,01). A força de preensão palmar, pinça lateral, pinça trípode e pinça polpa-a-polpa foi significantemente maior nos cadetes masculinos do que nas mulheres. Ambos os sexos mostraram mais força do lado dominante do que no não-dominante, exceto na pinça trípode. Quando comparados à população em geral...

Correlações entre força de preensão manual e variáveis antropométricas da mão de jovens adultos

Fernandes,Luciane Fernanda Rodrigues Martinho; Bertoncello,Dernival; Pinheiro,Nanci Mendes; Drumond,Luana Cosenza
Fonte: Universidade de São Paulo Publicador: Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2011 Português
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76.34%
O objetivo do estudo foi correlacionar a força de preensão palmar em diferentes posições de abertura, com variáveis antropométricas da mão. Participaram 73 voluntários de ambos os sexos (40 homens e 33 mulheres), com idade média de 23±4,61 anos. As medidas antropométricas largura da palma, comprimento do dedo indicador, espessura da palma, largura da mão, circunferência da palma e da mão foram realizadas bilateralmente. Para as medidas lineares, utilizou-se um paquímetro digital e, para as medidas de circunferência, a fita métrica. As medidas de força de preensão foram realizadas por meio de um dinamômetro hidráulico (UFTM) Jamar®. Os valores antropométricos foram correlacionados com as medidas de força nas cinco posições de abertura. Os homens e as mulheres tiveram maior força na mão direita e, entre as posições, a maior força dos homens foi na de número 3 (45,5±15,53 kgf) e das mulheres, na de posição 2 (25,5±6,28 kgf). Verificaram-se correlações significativas entre a força e os valores antropométricos nas medidas da largura da mão e circunferência da palma - que representam a maior medida transversal e o maior trofismo da mão, respectivamente, no grupo dos homens e a medida de comprimento do dedo...

Força de preensão palmar: métodos de avaliação e fatores que influenciam a medida

Dias,Jonathan Ache; Ovando,Angélica Cristiane; Külkamp,Wladymir; Borges Junior,Noé Gomes
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 Português
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66.15%
A avaliação da força de preensão manual (FPM) do tipo palmar é frequentemente utilizada, especialmente, no âmbito fisioterápico e desportivo. A busca por valores normativos tem sido foco de alguns estudos, mas os diferentes instrumentos e protocolos dificultam a generalização dos resultados. Além disso, existem diversos fatores que podem influenciar a FPM como o sexo, a idade, a dominância, o horário de avaliação, o posicionamento corporal, a sinceridade do esforço, as características antropométricas e o tamanho da empunhadura. Este trabalho teve como objetivo realizar uma revisão crítico-narrativa do estado da arte relacionado a medidas da FPM e alguns aspectos referentes à sua interpretação. De acordo com o universo bibliográfico revisado, em avaliações de FPM parece ser fundamental a utilização de um dinamômetro que permita a mensuração de curvas força vs tempo e que possibilite o ajuste contínuo da empunhadura de acordo com as dimensões da mão. Recomenda-se ainda: padronizar o horário de avaliação, avaliar ambas as mãos, realizar no mínimo três avaliações em cada mão, adotar um posicionamento corporal padrão, utilizar incentivo verbal e/ou visual e corrigir a força pela massa corporal. A padronização dos métodos de avaliação e interpretação dos resultados pode permitir a construção de valores de referência confiáveis e universalmente aceitos.

Comparação de dois métodos de avaliação de força de preensão manual

Preto, Leonel; Novo, André; Mendes, Eugénia
Fonte: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra Publicador: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Português
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76.35%
A avaliação da força da mão é uma ferramenta relevante no planeamento e avaliação dos cuidados em geriatria e reabilitação. Fornece informações valiosas sobre a funcionalidade do indivíduo e ajuda a implementar e monitorizar estratégias com o objetivo de preservar ou recuperar a força muscular global. Tradicionalmente muito usada em medicina do trabalho, a força de preensão voluntária da mão tem vindo a ser descrita como um dos métodos mais rápidos, simples e objetivos para avaliar a aptidão física, a função muscular global e a presença de sarcopenia. Esta medida tem sido também utilizada na avaliação do estado nutricional de indivíduos em situações de fragilidade, como doentes ou idosos, institucionalizados ou não. A força de preensão manual foi, também, identificada como importante preditor de morbilidade e mortalidade em indivíduos de meia-idade e idosos (Sasaki, Kasagi, Yamada, & Fujica, 2007). Desenhou-se um estudo de carácter descritivo, quantitativo e transversal, que decorreu em cinco instituições do Concelho de Bragança, com o objetivo de correlacionar os valores obtidos através de dois métodos de avaliação da força de preensão da mão. Para avaliar a força de preensão manual utilizou-se um dinamómetro de pêra aneróide da marca Dinatest® e outro de sistema hidráulico da marca Jamar®. Foram realizadas duas avaliações...

Correlações entre força de preensão manual e variáveis antropométricas da mão de jovens adultos; Correlations between grip strength and anthropometric variables of young adults'hand

Fernandes, Luciane Fernanda Rodrigues Martinho; Bertoncello, Dernival; Pinheiro, Nanci Mendes; Drumond, Luana Cosenza
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/06/2011 Português
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76.34%
O objetivo do estudo foi correlacionar a força de preensão palmar em diferentes posições de abertura, com variáveis antropométricas da mão. Participaram 73 voluntários de ambos os sexos (40 homens e 33 mulheres), com idade média de 23±4,61 anos. As medidas antropométricas largura da palma, comprimento do dedo indicador, espessura da palma, largura da mão, circunferência da palma e da mão foram realizadas bilateralmente. Para as medidas lineares, utilizou-se um paquímetro digital e, para as medidas de circunferência, a fita métrica. As medidas de força de preensão foram realizadas por meio de um dinamômetro hidráulico (UFTM) Jamar®. Os valores antropométricos foram correlacionados com as medidas de força nas cinco posições de abertura. Os homens e as mulheres tiveram maior força na mão direita e, entre as posições, a maior força dos homens foi na de número 3 (45,5±15,53 kgf) e das mulheres, na de posição 2 (25,5±6,28 kgf). Verificaram-se correlações significativas entre a força e os valores antropométricos nas medidas da largura da mão e circunferência da palma - que representam a maior medida transversal e o maior trofismo da mão, respectivamente, no grupo dos homens e a medida de comprimento do dedo...

Medida da força de flexão dos dedos da mão através de órtese dinâmica com dinamômetro; Measurement of the flexing force of the fingers by a dynamic splint with a dynamometer

Silva, Silmara Nicolau Pedro da; Mattar Jr, Rames; Bolliger Neto, Raul; Pereira, Cesar Augusto Martins
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/10/2005 Português
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66.25%
OBJETIVO E MÉTODOS: Em virtude do desconhecimento relativo às forças que atuam em uma articulação durante o processo de reabilitação da mão, foi confeccionada uma órtese dinâmica que, acoplada a um dinamômetro, mediu, através de cálculos trigonométricos, a força (entre 0 a 600gf), flexora na articulação interfalângica proximal do terceiro dedo, a 30º, 45º, 60º e 90º de flexão. Estas medidas foram obtidas, em uma população de 40 adultos voluntários, 20 do sexo feminino e 20 do masculino, e confrontadas com idade, sexo e medidas antropométricas como estatura, envergadura e comprimento do dedo. RESULTADOS: Os resultados do estudo demonstraram que o tendão flexor é submetido à máxima força no início da flexão e que a força no tendão flexor diminui conforme aumenta o grau de amplitude articular. Observou uma relação entre o comprimento do dedo e a magnitude da força exercida no tendão durante a flexão do dedo, sendo que nos dedos mais compridos os tendões são submetidos a forças maiores. Quando comparou a estatura e envergadura com a magnitude da força aplicada no tendão flexor, observou uma relação positiva em todos os graus de flexão estudados, exceto a 30º. O sexo masculino apresentou maior força em todos os graus de amplitude articular. CONCLUSÕES: Conclui que é possível medir a força de flexão transmitida pelos tendões flexores através de uma órtese acoplada a um dinamômetro...

Comparative study of maximum isometric grip strength in different sports; Estudo comparativo da força de preensão isométrica máxima em diferentes modalidades esportivas

Borges Junior, Noé Gomes; Universidade do Estado de Santa Catarina. Florianópolis, SC.; Domenech, Susana Cristina; Universidade do Estado de Santa Catarina. Florianópolis, SC.; Dias, Jonathan Ache; Universidade do Estado de Santa Catarina. Florianópol
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC. Brasil Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC. Brasil
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; "Avaliado por Pares",; ; Avaliado por Pares; Descritiva, Exploratória Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 22/06/2009 Português
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http://dx.doi.org/10.5007/1980-0037.2009v11n3p292 The objective of this study was to compare maximum isometric grip strength (Fmax)between different sports and between the dominant (FmaxD) and non-dominant (FmaxND) hand. Twenty-nine male aikido (AI), jiujitsu (JJ), judo (JU) and rowing (RO) athletes and 21non-athletes (NA) participated in the study. The hand strength test consisted of maintainingmaximum isometric grip strength for 10 seconds using a hand dynamometer. The position of the subjects was that suggested by the American Society of Hand Therapy. Factorial 2X5 ANOVA with Bonferroni correction, followed by a paired t test and Tukey test, was used for statistical analysis. The highest Fmax values were observed for the JJ group when using the dominant hand,followed by the JU, RO, AI and NA groups. Variation in Fmax could be attributed to handdominance (30.9%), sports modality (39.9%) and the interaction between hand dominance andsport (21.3%). The present results demonstrated significant differences in Fmax between the JJ and AI groups and between the JJ and NA groups for both the dominant and non-dominant hand. Significant differences in Fmax between the dominant and non-dominant hand were only observed in the AI and NA groups. The results indicate that Fmax can be used for comparisonbetween different sports modalities...

Força de preensão da mão: quantificação, determinantes e utilidade clínica

Mendes,Joana; Azevedo,Ana; Amaral,Teresa F.
Fonte: ArquiMed - Edições Científicas AEFMUP Publicador: ArquiMed - Edições Científicas AEFMUP
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2013 Português
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Existem várias abordagens para a avaliação do estado nutricional que diferem, por exemplo, de acordo com a idade e o estado de saúde do indivíduo. As alterações do estado nutricional têm implicações na função muscular, pelo que a força de preensão da mão (FPM) pode ser utilizada para identificar desnutrição. A FPM é habitualmente quantificada com o recurso a dinamómetros manuais e este é um método válido, simples e objectivo. Além do estado nutricional, a FPM varia com o sexo, a idade, a altura, o índice de massa corporal, o nível de actividade física, a actividade profissional e o estado cognitivo. A diminuição da FPM associa-se de forma consistente ao comprometimento do estado funcional, ao aumento de complicações pós-operatórias e do tempo de internamento hospitalar, bem como ao aumento da mortalidade.