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Percepção dos familiares de pacientes com alergia ao leite de vaca em relação ao tratamento; Perceptions of caregivers of patients with cow's milk allergy regarding the treatment

Yonamine, Glauce Hiromi
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 30/08/2011 Português
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56.05%
Introdução: Estudos demonstram que as alergias alimentares influenciam negativamente a qualidade de vida dos pacientes e familiares. Embora este tema seja importante, ainda há poucos estudos na literatura internacional e não existe estudos nacionais qualitativos em alergia alimentar. Objetivos: Compreender as percepções de familiares de crianças e adolescentes com alergia às proteínas do leite de vaca em relação à doença e seu tratamento. Trajetória Metodológica: Trata-se de um estudo qualitativo, em que foram entrevistados os familiares diretamente responsáveis pelos cuidados de crianças e adolescentes com alergia à proteína do leite de vaca confirmada, acompanhados no ambulatório de alergia alimentar da Unidade de Alergia e Imunologia do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo há, pelo menos, um ano. As entrevistas foram realizadas em condições de privacidade e foram propostas duas questões: "Fale sobre a sua experiência com o tratamento da alergia à proteína do leite de vaca" e "O que o(a) Sr(a) espera do tratamento da doença do seu(sua) filho(a)?". Os dados foram gravados, transcritos, avaliados utilizando-se o método de análise de conteúdo...

Avaliação do teste de contato atópico na alergia ao leite de vaca IgE mediada e nas doenças eosinofílicas ao trato digestório; Evaluation of atopic patch test (APT) in IgE mediated cow's milk allergic patients and those with gastrointestinal eosinophilic diseases

Souza, Flavia Rabelo Frayha de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 17/01/2012 Português
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45.9%
Objetivo: Avaliar o teste de contato atópico (TCA) em pacientes com alergia ao leite de vaca (APLV) IgE mediada - grupo 1 e naqueles com doenças eosinofílicas do trato digestório (DETD) - grupo 2, comparando os extratos de leite de vaca (LV) a 20% com o leite in natura, o tempo ideal de oclusão do teste e o valor preditivo positivo do TCA na identificação do leite como desencadeante no grupo 2, avaliada pela melhora clinica e endoscópica após dieta de restrição. Métodos: Estudo de corte transversal, com avaliação de 45 pacientes e 9 controles. O grupo 1 (n=15) com APLV IgE mediada foram diagnosticados pelo teste de provocação e prick teste positivo para LV e o grupo 2 (n=30) pela biópsia mostrando esofagite eosinofílica (15 eosinófilos/cga) ou enterocolite eosinofílica (>20 eosinófilos/cga), prick teste positivo para LV (n=15) e sintomas desencadeados pelo leite. O grupo 3 (n=9) incluiu pacientes com exclusão do diagnóstico de APLV. Utilizou-se câmaras de 12mm e LV in natura e LV a 20% como extratos ( IPI ASAC, Espanha). Os tempos de leitura foram de 24, 48 e 72 horas e considerou-se como TCA positivo, a presença de hiperemia com infiltração e formação de pápulas ou vesículas. Para avaliação do valor preditivo positivo do TCA...

Alergia alimentar : atualização prática do ponto de vista gastroenterológico; Food allergy : a practical update from the gastroenterological viewpoint

Ferreira, Cristina Helena Targa; Seidman, Ernest
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Português
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55.91%
Objetivo: Apresentar uma revisão atualizada e crítica sobre alergias alimentares, focando principalmente em tratamento e prevenção. Fontes dos dados:Revisão da literatura publicada obtida através do banco de dados MEDLINE, sendo selecionados os mais atuais e representativos do tema (2000-2006). A pesquisa incluiu os sites da European Society of Pediatric Gastroenterology, Hepatology and Nutrition (ESPGHAN) e American Academy of Pediatrics (AAP). Síntese dos dados: A prevalência de doenças alérgicas tem aumentado nas últimas décadas e alergia alimentar parece fazer parte desse aumento. Alergia alimentar é muito mais comum em pediatria e apresenta impacto médico, financeiro e social significativos em crianças menores e suas famílias. Tratamento e prevenção da alergia alimentar são desafios maiores do ponto de vista da saúde pública e para as comunidades médica e científica. Há muita informação incorreta e condutas médicas discutíveis nessa área. Apresentamos e discutimos as recomendações publicadas pelos Comitês de Nutrição da ESPGHAN juntamente com a Sociedade Européia Pediátrica de Alergologia e Imunologia Clínica (ESPACI) e AAP. Conclusão: Excesso de diagnósticos de alergia alimentar é bastante prevalente. Há necessidade de uniformização de definições e procedimentos diagnósticos.Oobjetivo primário do manejo deve ser o de instituir medidas efetivas de prevenção das alergias alimentares. Há necessidade de métodos precisos para confirmar ou excluir o diagnóstico. Os pacientes necessitam tratamento apropriado através da eliminação de alimentos que causam sintomas...

Efeito da polimerização com a enzima transglutaminase na redução do potencial alergênico do isolado protéico de soro do leite; Effect of polimerization with the enzime transglutaminase in reduction the potential alergenic of isolate whey protein

Celia de Jesús França
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 30/11/2012 Português
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45.86%
Estudos indicam que cerca de 2,5% dos recém-nascidos sofrem reações de hipersensibilidade ao leite bovino. Os principais componentes alergênicos do soro do leite bovino são as proteínas ß-Lactoglobulina (ß-Lg) e a-Lactoalbumina (a-La). A enzima transglutaminase (TG) tem sido utilizada para modificar as proteínas do soro do leite, podendo reduzir o seu potencial antigênico. O objetivo desse trabalho foi estudar o efeito do pH e relação enzima substrato (E:S) na polimerização do Isolado proteico do soro do leite (IPS) com a TG em diferentes condições utilizando a Metodologia de Superfície de Resposta, e avaliar a redução do potencial antigênico das proteínas pela suscetibilidade dos produtos obtidos à digestão com pepsina. O estudo da polimerização do IPS foi realizado por meio de experimentos fatoriais 22, nos quais as variáveis independentes foram a relação enzima:substrato (E:S) (15,7 ¿ 56,9 U TG /g de proteína) e pH (5,0 ¿ 8,4). A variável dependente foi a polimerização das amostras avaliada pela concentração relativa das proteínas ß-Lg ([ß-Lg]) e a-La ([a-La]) após a reação de polimerização, medida por densitometria do gel. Para o estudo da polimerização, foram realizados dois DCCR(Delineamento Composto Central Rotacional): DCCR 1 no qual foi utilizado o IPS sem qualquer tratamento e DCCR 2 no qual foi utilizado o IPS tratado termicamente. Para condição do DCCR 2...

Alergia às proteínas do leite de vaca : Monografia : Cow`s Milk Protein Allergy

Teixeira, Liliana Marlene Oliveira
Fonte: Porto : edição de autor Publicador: Porto : edição de autor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 2 vols.(tese + relatório); 30 cm
Português
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55.99%
Resumo da tese: A alergia às proteínas do leite de vaca é uma reacção de hipersensibilidade às proteínas do leite de vaca, onde intervêm mecanismos imunológicos e que pode incluir reacções mediadas ou não por lgE. A APLV é, principalmente, uma doença da infância, sendo mais prevalente durante o primeiro ano de vida. Os sinais e sintomas são, muitas vezes, difíceis de objectivar, sendo os sintomas cutâneos (50-70%) e os gastrointestinais (50-60%) os mais frequentes. Um correcto diagnóstico e tratamento são fundamentais para prevenir consequências para o desenvolvimento da criança. Actualmente não existe cura para a APLV, no entanto, vários são os tratamentos existentes, como dieta de eliminação, fórmulas hipoalergénicas, indução de tolerância oral e tratamento de emergência. A maioria das crianças (80%) recupera até ao 3º ano de vida. Vários são os factores de risco que influenciam o desenvolvimento de APLV, como história familiar de atopia e início tardio da diversificação alimentar. Medidas como o aleitamento materno entre 4-6 meses ou, na sua impossibilidade, utilização de fórmulas hipoalergénicas e iniciação da diversificação alimentar entre os 4-6 meses podem prevenir o seu desenvolvimento. Contudo...

A Prevenção Primária da Alergia Alimentar é Possível? – Caso Clínico

Pinheiro, A; Gomes, S; Paiva, M; Gaspar, A
Fonte: Sociedade Portuguesa de Imunoalergologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Imunoalergologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2009 Português
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45.74%
A alergia alimentar tem expressão e gravidade crescentes em idade pediátrica. Estando documentada maior incidência familiar, têm sido tentadas medidas de prevenção primária, cuja efi cácia permanece controversa. Descreve-se o caso de uma criança de alto risco que fez prevenção primária de alergia alimentar. Apresentou, no entanto, desde os 2 meses, eczema atópico e, aos 12 meses, reacção anafiláctica após ingestão acidental de peixe. Testes cutâneos por picada e IgE específicas positivos para diversos peixes e ovo. Apesar da evicção prescrita, aos 22 meses ocorreu nova reacção anafiláctica, no infantário, após inalação de vapores de peixe e, aos 42 meses, vómitos após ingestão acidental de alimento contendo ovo. A prevenção primária da alergia ao leite de vaca foi eficaz. Este caso salienta a complexidade da abordagem preventiva da alergia alimentar e destaca a necessidade do envolvimento da família e da escola na prevenção e na actuação rápida e eficaz na anafilaxia alimentar.

A Prevenção Primária da Alergia Alimentar é Possível? – Caso Clínico

Pinheiro, A; Gomes, S; Paiva, M; Gaspar, A
Fonte: Sociedade Portuguesa de Imunoalergologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Imunoalergologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2009 Português
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45.74%
A alergia alimentar tem expressão e gravidade crescentes em idade pediátrica. Estando documentada maior incidência familiar, têm sido tentadas medidas de prevenção primária, cuja efi cácia permanece controversa. Descreve-se o caso de uma criança de alto risco que fez prevenção primária de alergia alimentar. Apresentou, no entanto, desde os 2 meses, eczema atópico e, aos 12 meses, reacção anafiláctica após ingestão acidental de peixe. Testes cutâneos por picada e IgE específicas positivos para diversos peixes e ovo. Apesar da evicção prescrita, aos 22 meses ocorreu nova reacção anafiláctica, no infantário, após inalação de vapores de peixe e, aos 42 meses, vómitos após ingestão acidental de alimento contendo ovo. A prevenção primária da alergia ao leite de vaca foi eficaz. Este caso salienta a complexidade da abordagem preventiva da alergia alimentar e destaca a necessidade do envolvimento da família e da escola na prevenção e na actuação rápida e eficaz na anafilaxia alimentar.

Colite alérgica: características clínicas e morfológicas da mucosa retal em lactentes com enterorragia

Diaz,Norys Josefina; Patricio,Francy Silva; Fagundes-Neto,Ulysses
Fonte: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE ; Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD ; Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD ; Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG; Sociedade Brasileira de Hepatologia - SBH; Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED Publicador: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE ; Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD ; Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD ; Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG; Sociedade Brasileira de Hepatologia - SBH; Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2002 Português
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45.75%
RACIONAL: Recentes estudos indicam a importância do infiltrado eosinofílico na mucosa retal que, juntamente com os dados clínicos, pode servir para estabelecer o diagnóstico de colite alérgica. OBJETIVOS: Descrever, prospectivamente, as características clínicas e a morfologia da mucosa retal em pacientes com enterorragia e suspeita diagnóstica de alergia às proteínas do leite de vaca. MATERIAL E MÉTODOS: Foram estudados 20 pacientes, menores de 6 meses para descrever suas características clínicas e a histologia da mucosa retal que foi comparada com um grupo controle, com suspeita de megacólon congênito. RESULTADOS: A idade média dos pacientes foi 97 ± 47 dias; enterorragia teve início antes dos 120 dias em 85% deles; em vigência de aleitamento materno (40%) artificial ou misto (60%). O achado histológico, estatisticamente significativo, foi o infiltrado aumentado de eosinófilos, na mucosa retal, em 18 pacientes. CONCLUSÃO: Pode-se afirmar que esses achados constituem, associados aos dados clínicos, os mais importantes elementos no diagnóstico de colite alérgica, em pacientes menores de 6 meses com enterorragia, que estejam recebendo aleitamento materno e/ou aleitamento artificial.

Ingestão de nutrientes e estado nutricional de crianças em dieta isenta de leite de vaca e derivados

Medeiros,Lilian C. S.; Speridião,Patrícia G. L.; Sdepanian,Vera L.; Fagundes-Neto,Ulysses; Morais,Mauro B.
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2004 Português
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45.89%
OBJETIVO: Avaliar a ingestão alimentar e o estado nutricional de crianças em dieta isenta de leite de vaca e derivados. MÉTODOS: Foram avaliadas 26 crianças, na primeira consulta realizada em ambulatório de gastroenterologia pediátrica, que vinham recebendo dieta isenta de leite de vaca e derivados (média de idade = 19,1 meses) e 30 crianças com dieta normal, isto é, sem nenhum tipo de restrição alimentar (média de idade = 16,8 meses). Empregou-se o método do dia alimentar habitual para a obtenção dos dados sobre consumo alimentar. A ingestão alimentar foi comparada entre os grupos e em relação às Dietary Reference Intakes (DRIs). O estado nutricional foi avaliado com base nos escores z de peso/idade, estatura/idade e peso/estatura. RESULTADOS: O grupo em dieta isenta de leite de vaca apresentou menor ingestão de energia (p = 0,005), proteínas (p < 0,001), lipídios (p < 0,001), cálcio (p < 0,001) e fósforo (p < 0,001) quando comparado ao grupo controle. Houve maior número de crianças no grupo em dieta isenta de leite de vaca com ingestão de energia, cálcio e fósforo inferior às DRIs em comparação ao grupo controle. As médias dos escores z dos grupos com dieta isenta de leite de vaca e controle, foram...

Desempenho de pais de crianças em dieta de exclusão do leite de vaca na identificação de alimentos industrializados com e sem leite vaca

Weber,Thabata Koester; Speridião,Patrícia da Graça Leite; Sdepanian,Vera Lucia; Fagundes Neto,Ulysses; Morais,Mauro Batista de
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2007 Português
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65.93%
OBJETIVO: Investigar o desempenho de pais de crianças em dieta isenta da proteína do leite de vaca no reconhecimento de expressões e alimentos que contenham ou não proteínas do leite de vaca. MÉTODOS: Foram entrevistados 24 pais de crianças em dieta de exclusão do leite de vaca e derivados e 23 sem necessidade de nenhum tipo de dieta de exclusão. Foi questionado se reconheciam 12 expressões relacionadas ao leite de vaca. A seguir, foi solicitado que classificassem 10 produtos industrializados quanto ao conteúdo ou não de proteínas do leite de vaca. RESULTADOS:Termos iniciados com a palavra leite foram os mais reconhecidos pelos dois grupos. Os responsáveis por crianças em dieta de exclusão reconheceram mais freqüentemente as palavras proteína do leite de vaca, traços do leite e formulação ou preparação láctea (p < 0,05). Caseína, caseinato, lactoalbumina e lactoglobulina foram reconhecidas por menos de 25,0% dos entrevistados. O número de identificação correta dos 10 produtos industrializados foi maior para os produtos com leite de vaca nos dois grupos. A mediana de acertos dos produtos com leite de vaca (n = 5) pelos pais em dieta de exclusão (4,0) foi maior que a do grupo controle (3,0; p = 0,005). Leitura de pelo menos um rótulo associou-se com maior chance de identificação correta de mais de cinco dos 10 produtos (razão de chance = 8...

Teste de desencadeamento alimentar oral na confirmação diagnóstica da alergia à proteína do leite de vaca

Lins,Maria das Graças Moura; Horowitz,Márcia Raquel; Silva,Giselia Alves Pontes da; Motta,Maria Eugênia Farias Almeida
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2010 Português
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55.9%
OBJETIVO: Verificar a prevalência de alergia à proteína do leite de vaca em crianças com sintomas atribuídos à ingestão do leite de vaca. MÉTODOS: Foram estudadas 65 crianças com sintomas atribuídos à ingestão do leite de vaca. A definição diagnóstica ocorreu após teste de desencadeamento alimentar oral aberto, realizado no mínimo 15 dias após dieta de exclusão e ausência de sintomas, com período de observação de até 4 semanas após o teste. Considerou-se caso (alergia à proteína do leite de vaca positiva; n = 35) criança com reaparecimento do sintoma que motivou a realização do teste, e comparação (alergia à proteína do leite de vaca negativa; n = 30) aquela sem sintomas após o período de observação do teste. RESULTADOS: A mediana de idade foi 5 meses (P 25-75% 2-9 meses) no grupo caso e 7 meses (P 25-75% 4-11 meses) no grupo comparação (p = 0,05). O teste não confirmou alergia à proteína do leite de vaca em 46,8% dos pacientes com sintomas atribuídos à ingestão de leite de vaca. Reação tardia ocorreu em 77,1% (27/35) dos casos com teste positivo, sendo 18/27 na primeira, 3/27 na segunda e 6/27 na terceira semana de observação. Encontrou-se associação estatística significante entre manifestações cutâneas e teste positivo (p = 0...

Apresentação clínica da alergia ao leite de vaca com sintomatologia respiratória

CARVALHO JUNIOR,FÁBIO FERREIRA DE
Fonte: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2001 Português
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46.06%
Os alérgenos do leite de vaca são os primeiros antígenos a entrar em contato com a criança. A sintomatologia, em geral multissistêmica, pode estar relacionada ao trato gastrointestinal, à pele e, raramente, ao aparelho respiratório. Objetivo: Descrever algumas características clínicas e epidemiológicas de crianças com alergia ao leite de vaca com sintomas respiratórios. Casuística e método: Foram avaliadas retrospectivamente 17 crianças com acometimento do trato respiratório imediato à ingestão de leite de vaca que, com a exclusão deste tipo de alimento por quatro a seis semanas, se tornaram assintomáticas e, posteriormente, voltaram a apresentar sintomas respiratórios com a reintrodução, em ambiente hospitalar, do leite de vaca. Resultados: Não houve diferença quanto ao sexo e 14 das 17 crianças tinham antecedentes atópicos familiares. O tempo médio do aleitamento materno exclusivo foi de 2,9 meses e o do início dos sintomas, de 3,6 meses. Oito dos dez testes de hipersensibilidade cutânea imediata ao leite de vaca foram positivos. As manifestações clínicas foram: lactente chiador (nove), asma (cinco), otite de repetição (duas), deficiência seletiva de IgA associada com broncoespasmo (duas), rinoconjuntivite alérgica (uma). Conclusão: Em lactentes chiadores a alergia ao leite de vaca deve ser incluída no diagnóstico diferencial e em pacientes com antecedentes familiares atópicos deve ser estimulado o aleitamento materno exclusivo. Entretanto...

Conhecimento da rotulagem de produtos industrializados por familiares de pacientes com alergia a leite de vaca

Binsfeld,Bruna de Lima; Pastorino,Antonio Carlos; Castro,Ana Paula B. M.; Yonamine,Glauce Hiromi; Gushken,Andréa Keiko F.; Jacob,Cristina Miuki A.
Fonte: Sociedade de Pediatria de São Paulo Publicador: Sociedade de Pediatria de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2009 Português
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76.05%
OBJETIVO: Avaliar a capacidade de identificação dos termos relacionados ao leite de vaca em rótulos de produtos industrializados por familiares de pacientes com alergia à bebida. MÉTODOS: Estudo transversal, descritivo, baseado em entrevista com familiares de pacientes. Inicialmente, aplicou-se um questionário sobre o hábito de leitura de rótulos e identificação de termos relacionados ao leite e, posteriormente, apresentaram-se rótulos de 12 produtos industrializados para que os familiares decidissem sobre a sua exclusão da dieta do paciente. RESULTADOS: Dos 52 entrevistados, 80,8% eram mães e 79,0% apresentavam nível médio ou superior de escolaridade. A mediana do tempo em seguimento já com orientação para dieta de exclusão era de dois anos e sete meses (três meses a 17 anos e seis meses). A leitura habitual de rótulos de alimentos, medicamentos e cosméticos foi relatada por 57,7%, 59,6% e 46,2% dos familiares, respectivamente. Entre as reações alérgicas ocorridas no seguimento, 39,5% foram relacionadas a erros na leitura de rótulos. Lactose, caseína e caseinato foram os termos identificados por 92,3%, 38,5% e 23,1% dos familiares, respectivamente. Lactato foi interpretado como presença de leite de vaca por 51...

Teste de provocação oral aberto na confirmação de alergia ao leite de vaca mediada por IgE: qual seu valor na prática clínica?

Mendonça,Raquel Bicudo; Cocco,Renata Rodrigues; Sarni,Roseli Oselka S; Solé,Dirceu
Fonte: Sociedade de Pediatria de São Paulo Publicador: Sociedade de Pediatria de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2011 Português
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46.04%
OBJETIVO: Revisar os principais protocolos de padronização para o teste de provocação oral aberto aplicado a crianças com suspeita de alergia ao leite de vaca mediada por imunoglobulina E. FONTES DE DADOS: Foram selecionados artigos publicados, nos últimos dez anos, nas bases de dados Medline, Lilacs e SciELO, utilizando-se os descritores de assunto: "hipersensibilidade alimentar", "leite de vaca", "alergia ao leite de vaca", "teste de provocação oral", "crianças" e "diagnóstico". SÍNTESE DOS DADOS: O teste de provocação oral é o método mais fidedigno para estabelecer ou excluir o diagnóstico de alergia alimentar e sua forma aberta pode ser a primeira opção, quando apenas reações objetivas são esperadas. O local para realizar o teste deve possuir todos os recursos para tratamento de emergência. Como preparo, o paciente deve seguir dieta de exclusão do alimento suspeito e descontinuar o uso de medicamentos que possam interferir no resultado do teste. Habitualmente, utilizam-se 8 a 10g de leite em pó ou 100mL de leite fluido, oferecidos em volumes progressivos, a intervalos de dez a 60 minutos. Apesar da rigidez do método, ainda existem situações em que há dificuldade de interpretação dos resultados; por isso...

Avaliação clínica e evolutiva de crianças em programa de atendimento ao uso de fórmulas para alergia à proteína do leite de vaca

Aguiar,Ana Laissa O.; Maranhão,Clarissa Marques; Spinelli,Lívia Carvalho; Figueiredo,Roberta Marinho de; Maia,Jussara Melo C.; Gomes,Rosane Costa; Maranhão,Hélcio de Sousa
Fonte: Sociedade de Pediatria de São Paulo Publicador: Sociedade de Pediatria de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2013 Português
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55.9%
OBJETIVO: Determinar características clínicas e evolutivas de crianças acompanhadas em programa de referência para fornecimento de fórmulas especiais para alergia ao leite de vaca. MÉTODOS: Estudo descritivo, realizado em amostra de conveniência, com 214 crianças até três anos, com diagnóstico clínico e/ou teste padronizado de provocação oral aberto, referenciadas ao Programa de Fórmulas para Alergia ao Leite de Vaca, em Hospital Universitário Pediátrico de Natal, Rio Grande do Norte (2007/2009). Avaliaram-se dados clínico-epidemiológicos e indicação de fórmulas (soja, hidrolisado ou aminoácido) à consulta inicial, além de resposta clínica e evolução nutricional (Anthro-OMS 2006) após três meses. Aplicaram-se os testes do qui-quadrado e t pareado nas análises, considerando-se significante p<0,05. RESULTADOS: Ao primeiro atendimento, a média de idade foi de 9,0±6,9 meses. Manifestações digestórias foram observadas em 81,8%; cutâneas, em 36,9%; e respiratórias, em 23,8%. Escore Z do IMC <-2,0 desvios padrão (DP) foi encontrado em 17,9% das crianças com sintomas digestórios isolados, em 41,7% em uso de leite de vaca e em 8,7% com outras fórmulas (p<0,01). Fórmula de proteína isolada de soja foi usada em 61...

Alergia à proteína do leite de vaca em crianças: avaliação clínica e concentrações séricas de interferon- γ e interleucina- 4

das Graças Moura Lins, Maria; Eugenia Farias Almeida Motta, Maria (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
Português
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76.08%
Introdução O diagnóstico da alergia à proteína do leite de vaca através de sintomas é bastante falível, representa mais ou menos a metade dos casos suspeitos. A produção e as concentrações do Interferon-γ e Interleucina-4 têm sido estudadas como sinalizadores das reações inflamatórias na alergia à proteína do leite de vaca em atividade e na tolerância oral com ações contrarreguladoras. Objetivos. 1- Determinar a frequência de alergia em crianças com sintomas de intolerância ao leite de vaca. 2 - Determinar as concentrações séricas do interferon-gama e da interleucina-4 em crianças com sintomas suspeitos de alergia à proteína do leite de vaca. Método. Foram estudada 65 crianças (2-84 meses), com intolerância ao leite de vaca, foram estudadas. Informações da história clínica, níveis e IgE total e específicas, Interferon-γ, Interleucina-4 e teste do desencadeamento alimentar oral, realizado para determinação das crianças com e sem alergia à proteína do leite de vaca foram registrados em formulário estruturado.Os sintomas entre os dois grupos foram analisados. As idades e citocinas foram sumarizadas como medianas e comparadas pelo teste de Mann-Whitney. As diferenças entre as variáveis categóricas foram determinadas pelo teste qui-quadrado. Os testes estatísticos foram considerados significantes com p< 0...

Diagnosis of Eosinophilic Esophagitis in an Infant Undergoing Milk Oral Immunotherapy - A Case Report

Morais Silva, P; Antunes, J; Chambel, M; Prates, S; Leiria-Pinto, P
Fonte: Associazione Italiana Allergologi Immunologi Territoriali e Ospedalier Publicador: Associazione Italiana Allergologi Immunologi Territoriali e Ospedalier
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2014 Português
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55.74%
Although the standard of care for cow’s milk (CM) allergy is strict food avoidance, oral immunotherapy (OIT) is being widely investigated as an alternative management option in certain cases. Immediate adverse reactions to OIT have been described, but its long-term effects are much less often reported. We present the case of a girl diagnosed with IgE-mediated CM allergy that was proposed for our CM OIT protocol at the age of 3 years. The first sessions (dose escalation up to 5 ml) were well tolerated, however eight hours after her daily morning dose of 5ml CM the child developed late episodes of vomiting. No other symptoms, particularly immediately after CM ingestion, were reported. These episodes became progressively worse and on the third day she presented mild dehydration and blood eosinophilia. After OIT interruption, a progressive clinical improvement was observed. An esophageal endoscopy was performed, showing signs of eosinophilic esophagitis (EoE) with peak 20 eosinophils/hpf. After treatment with topical swallowed fluticasone (500 mcg bid) and a CM-free diet for 4 months, the child was asymptomatic and endoscopy and biopsy findings were normal. The long-term effects of milk OIT are still in part unknown. We hypothesize that eosinophilic esophagitis may have been a consequence of OIT in this case. The findings seem to indicate that food allergy may play a role in the pathogenesis of esophageal eosinophilia and stress the importance of a well programmed long-term follow-up of patients that have undergone milk OIT.

Successful oral tolerance induction to cow's milk in a child with allergy to extensively hydrolysed formula

Santos, N; Gaspar, A; Borrego, LM; Morais-Almeida, M
Fonte: Elsevier Publicador: Elsevier
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2014 Português
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55.75%

Ultrassonografia com Doppler em cores e em escala de cinzas para avaliação intestinal em lactentes assintomáticos e com alergia à proteína do leite de vaca

Epifanio, Matias
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Tese de Doutorado
Português
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56.03%
Objetivo: Avaliar se o processo inflamatório intestinal, em crianças com APLV, pode ser detectado através da ultrassonografia em escala de cinzas e com Doppler em cores. Introdução: Alergia à proteína do leite de vaca é um problema pediátrico comum na prática clínica, com uma variabilidade de sinais clínicos, sintomas e difícil de diagnóstico. Ultrassonografia em escala de cinza e com Doppler em cores tem sido, cada vez mais, utilizada para avaliar processos inflamatórios abdominais. Métodos: Este estudo avaliou os dados clínicos e os exames ultrassonográficos em escala de cinza e ao Doppler, de 34 crianças. O estudo foi dividido em duas etapas, com delineamentos complementares: uma etapa inicial, constituindo um estudo de casos e controles e uma segunda etapa constituindo um ensaio clínico. Dezessete crianças, entre 0-6 meses de idade, com suspeita de alergia à proteína do leite de vaca, e 17 lactentes assintomáticas, da mesma idade, foram avaliadas por um investigador cego, que determinou a densidade vascular e a espessura da parede intestinal, em diferentes partes do tubo digestivo. As variáveis clínicas e US foram avaliadas em três tempos, no grupo com suspeita: ao início, após quatro semanas de uma fórmula hidrolisada de aminoácidos...

PERCEPÇÃO DOS FAMILIARES DE PACIENTES COM ALERGIA AO LEITE DE VACA EM RELAÇÃO AO TRATAMENTO; PERCEPTIONS OF CAREGIVERS OF PATIENTS WITH COW’S MILK ALLERGY REGARDING THE TREATMENT

Yonamine, Glauce Hiromi; Contim, Divanice; Castro, Ana Paula Beltran Moschione; Jacob, Cristina Miuki Abe; Pastorino, Antonio Carlos
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 23/01/2013 Português
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55.99%
Este estudo qualitativo teve como objetivo compreender as percepções de familiares de crianças eadolescentes com alergia à proteína do leite de vaca (APLV) em relação à doença e seu tratamento.Foram realizadas nove entrevistas e foi utilizado o método de análise de conteúdo. Surgiram trêscategorias com subcategorias: tratamento e educação do paciente e familiares (experiências vividas,base do tratamento e como lidar com a doença), resolução da doença (expectativa e melhoragradativa), qualidade de vida (inclusão social, cotidiano familiar e custo dos alimentos). Os familiaresvivenciaram dificuldades durante o início do tratamento, mas revelaram que as orientações fornecidasno seguimento tornaram as adaptações à doença mais fáceis. Comentaram sobre as dificuldades emobter a colaboração de outros membros da família em relação à dieta de exclusão, suas experiênciasfrente a uma reação alérgica, dúvidas quanto ao tratamento e lacunas do conhecimento sobre adoença entre outros médicos e na população em geral. Alguns deles acreditavam que não haviatratamento para a APLV, porque não existiam medicamentos ou vacinas, mas mantinham a esperançada descoberta de uma cura. A maioria dos familiares estava satisfeita com a melhora gradativa dosseus filhos...