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Avaliação da resposta humoral à vacina pneumocócica 7-valente em crianças com Aids; Evaluation of humoral response to heptavalent pneumococcal conjugate vaccine in HIV-infected children; Evaluación de la vacuna neumocócica 7-valente en la respuesta humoral de niños con SIDA

COSTA, Isabel de Camargo; GUILARDI, Fabiana; KMILIAUSKIS, Mariana Acenjo; ARSLANIAN, Christina; BALDACCI, Evandro Roberto
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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66.11%
OBJETIVO: A doença pneumocócica invasiva é importante causa de morbi-mortalidade em crianças infectadas pelo HIV. O objetivo do estudo foi avaliar quantitativamente a resposta com anticorpos aos sete sorotipos pneumocócicos da vacina em um grupo de crianças infectadas pelo HIV. MÉTODOS: Estudo realizado com 40 crianças infectadas pelo HIV, com idade entre 2 e 9 anos, em seguimento em ambulatório especializado no município de São Paulo, em 2002-2003. A dosagem de anticorpos IgG contra os polissacarídeos da cápsula pneumocócica foi realizada por meio de ensaio imunoenzimático (ELISA). Os anticorpos foram dosados imediatamente antes e um mês após a aplicação da segunda dose da vacina. Utilizaram-se dois critérios para avaliar a resposta à vacina: títulos de anticorpos >1,3 µg/mL na sorologia pós-imunização e aumento >4 vezes nos títulos da sorologia pós em relação à pré-imunização. RESULTADOS: Para o primeiro critério (>1,3 µg/mL), 26 (65%) crianças obtiveram resposta sorológica à vacina, 12 (30%) delas apresentaram títulos de IgG pós-imunização em níveis de pelo menos 1,3 µg/mL para todos os sorotipos. Para o segundo critério (incremento >4 vezes nos títulos para quatro sorotipos ou mais)...

Excreção cervicovaginal do vírus da imunodeficiência humana (HIV) ao longo do ciclo menstrual em mulheres soropositivas acompanhadas em serviço especializado de São Paulo; Human immunodeficiency virus (HIV) cervicovaginal shedding during the menstrual cycle in seropositive women followed at a specialized care center in São Paulo

Lima, Carla Andreia Baggetti Ferraz de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 14/01/2008 Português
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A via sexual é a principal forma de transmissão inter-humana da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). Com o incremento do número de mulheres infectadas por esse agente retroviral, o estudo de particularidades da biologia do vírus no trato genital feminino adquiriu maior importância. Com o objetivo de avaliar a excreção genital do HIV ao longo do ciclo menstrual, coletaram-se, nas diversas fases de dois ciclos, lavados cervicovaginais de 17 mulheres soropositivas para essa infecção e acompanhadas em serviço ambulatorial especializado de São Paulo. O RNA viral livre foi quantificado por RT-PCR e o DNA proviral por PCR em tempo real, empregando sistema TaqMan. Avaliou-se ainda a carga viral plasmática de HIV, o número de células CD4+ periféricas e presença de co-infecção genital. Detectou-se excreção de RNA-HIV e de DNA proviral, respectivamente, em 18,8% e 31,3% das pacientes. Todas as pacientes que apresentaram excreção de RNA viral também exibiram a de DNA proviral, incluindo paciente com viremia de HIV indetectável. Não houve variação significativa da excreção genital do vírus durante o ciclo menstrual. Em 6 dessas pacientes, que apresentaram co-infecção genital previamente à admissão no estudo...

Desenvolvimento de um estudo piloto de uma pesquisa que visa identificar fatores de risco associados às infecções pelo HIV, hepatites B, C e sífilis em população carcerária; Desenvolvimento de um estudo piloto de uma pesquisa que visa identificar fatores de risco associados às infecções pelo HIV, hepatites B, C e sífilis em população carcerária

Maerrawi, Ilham El
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 21/08/2009 Português
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76.2%
Introdução: A população confinada é um segmento exposto a certas situações que aumentam sua vulnerabilidade frente às doenças sexualmente transmissíveis. Infecções pelo HIV, hepatites B e C e sífilis encontram no sistema prisional um ambiente favorável às suas propagações. Estudos em população confinada são cercados de entraves tanto burocráticos como relacionados com a ética e segurança. Assim, assume grande importância um estudo - piloto para, entre outras coisas, identificar pontos prós e contras que possam surgir durante a execução do estudo principal. Objetivo: Desenvolver um estudo piloto para uma pesquisa sobre fatores de risco comportamentais referentes à contaminação pelas infecções pelo HIV, hepatites B e C e sífilis numa população carcerária. Métodos: Estudo epidemiológico transversal. Em julho de 2007, numa amostra de conveniência, 107 reeducandos foram estrevistados usando um questionário padrão e tecnica face-face. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do HCFMUSP. Resultados: Foram realizadas todas as etapas planejadas, a saber: Reuniões na unidade: entre a direção e diversas equipes da unidade prisional; Convite aos participantes: contato com representantes dos reeducandos; Assinatura do TCLE: após formalização do convite à participação do estudo e Aplicação do questionário. Realizadas reuniões sistemáticas para ajuste do questionário. Feita a capacitação de entrevistadores. Elaborado um banco de dados no Microsoft Office para receber os dados por meio de dupla digitação. Foram entrevistados 16...

Expressão ex vivo de fatores antivirais em mães infectadas por HIV-1 e recém-natos.; Ex vivo expression of antiviral factors in mothers infected by HIV-1 and newborns.

Pereira, Natalli Zanete
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 16/04/2013 Português
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75.98%
A transmissão vertical mãe-recém-nato é a principal fonte de infecção pediátrica. O tratamento antirretroviral vem reduzindo a transmissão vertical, mas também tem elevado o número de infantes expostos não infectados, os quais vêm mostrando maior risco de morbidade e mortalidade. Este dado salienta a importância de avaliar as características imunológicas, relacionadas à resposta inata no binômio mãe e recém-nato. A proposta do trabalho foi avaliar a expressão de fatores antivirais em células mononucleares (CMN), tecido placentário e no colostro de mães infectadas por HIV e cordão umbilical (RN), comparadas com mães-RN controle não infectadas. Os dados mostram que há uma ativa expressão dos fatores antivirais, sejam constitutivos ou induzíveis por IFN, nas mães infectadas por HIV e nos RN expostos. No sítio de interface materno-fetal, decídua e face fetal da placenta, foi detectado um perfil alterado de expressão dos fatores antivirais, especialmente da proteína APOBEC3G. Apesar da relativa imaturidade imunológica dos RNs, a infecção materna por HIV gerou um perfil semelhante de expressão dos fatores antivirais nos RN, por uma complexa interação de fatores relacionados a gestação e a infecção.; Vertical transmission mother-newborn is the main source of pediatric infection. The antiretroviral therapy has reduced vertical transmission...

Estudo das infecções pelo HTLV-I e pelo HTLV-II como fatores prognósticos em uma coorte de portadores do HIV acompanhados em Santos-SP; Study on infections caused by HTLV-I and HTLV-II as prognostic factors in a cohort of HIV-positive patients followed up in Santos-SP

Etzel, Arnaldo
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 06/08/2004 Português
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66.26%
s retrovírus humanos incluem o vírus da imunodeficiência humana (HIV), agente causal da síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS), e os vírus linfotrópicos de células T humanas do tipo I (HTLV-I) e do tipo II (HTLV-II), estes associados etiologicamente a doenças de natureza linfoproliferativa e/ou neurodegenerativa. Apresentam as mesmas formas de transmissão, resultando em fatores comuns de risco e em sobreposição de populações expostas. Embora os três vírus sejam linfotrópicos, o HIV se apresenta com altas taxas de replicação e proporciona a morte celular em todos os estágios da infecção, enquanto o HTLV-I e o HTLV-II podem causar proliferação e eventualmente transformação celular. O efeito do HTLV-I e do HTLV-II sobre o sistema imunológico como um dos fatores que interferem na evolução da AIDS envolve um grande interesse e ainda é motivo de controvérsia. Pesquisas in vitro sugerem que o HTLV-I e o HTLV-II podem aumentar a replicação e a expressão do HIV. Alguns estudos clínico-epidemiológicos apontam na direção de que exista efeito da concomitância das infecções pelo HIV e pelo HTLV-I ou pelo HTLV-II sobre a evolução da progressão da AIDS. Em um estudo anterior, desenvolvido entre portadores do HIV atendidos no Centro de Referência em AIDS de Santos-SP...

Assimetria de anticorpos contra os grupos sanguíneos A e B Galα1-3Gal desfavorece o grupo sanguíneo B contra infecção por HIV

Onsten, Tor Gunnar Hugo
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Português
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75.9%
A principal hipótese para explicar o polimorfismo do sistema dos grupos sanguíneos ABH humana é a co-evolução com patógenos. Através de modelagem matemática já foi demonstrado que patógenos bacterianos que utilizam os glicanos ABH de superfície como receptores de adesão favorecem os fenótipos A e B enquanto os patógenos virais revestidos por estes glicanos favorecem o fenótipo nulo O que possui anticorpos naturais anti-A e anti-B. Limitações práticas têm impedido demonstrar até o presente momento como a co-evolução entre patógenos e hospedeiro atua sobre os anticorpos naturais contra os glicanos ABH. O presente trabalho demonstra pela primeira vez em uma grande população de doadores de sangue (N: 271.410) que a assimetria dos grupos sanguíneos do sistema ABO e seus respectivos anticorpos associados à reação cruzada do anti- Galα1-3Gal pode explicar a freqüência significativamente maior de infecção por HIV em doadores de sangue do grupo sanguíneo B. A reação cruzada anti-B causada pela maior capacidade de imuno-reconhecimento do anticorpo anti- Galα1-3Gal presente nos grupos sanguíneos A e O comparada ao encontrado no grupo B pode também justificar o predomínio do alelo A sobre o alelo B na maioria das populações humanas.; Co evolution with pathogens is the principal hypothesis to explain the polymorphism of the ABO blood group system. Mathematic models demonstrate that bacterial pathogens exploring ABH surface glycans as attachment receptors impose selective pressure in favour of A and B phenotypes while glycan covered viruses favor act in favour of the O phenotype who’s serum contains natural occurring anti-A and anti-B antibodies. Natural antibodies against ABH glycans acting in co evolution between hosts and pathogens has by practical limitations not been demonstrated until present. The present study demonstrated for the first time in a great population of blood donors (N: 271.410) that the asymmetry of ABO blood group system antigens and antibodies in associated with cross reacting anti- Galα1-3Gal antibodies can explain the higher frequency of HIV infection in blood donors of group B and also the higher frequency of the A allele compared to the B allele in most human populations.

O virus Epstein-Barr no tecido pulmonar de crianças com pneumonia intersticial e aids; Epstein-Barr virus in lung tissue of HIV-1 infected children with interstitial pneumonitis

Adyleia Aparecida Dalbo Contrera Toro
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 29/02/2008 Português
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INTRODUÇÃO: A infecção pelo HIV desencadeia diversificadas e extensas alterações no mecanismo de defesa do pulmão, o que se traduz em maior número de infecções por germes habituais ou oportunistas e processos imunológicos diversos como a pneumonia intersticial linfocítica (PIL), a hiperplasia linfóide (HLP) ou neoplasias. A infecção simultânea do HIV e do EBV pode aumentar o risco de HLP/ PIL. OBS.: O resumo na integra poderá ser visualizado no link ou texto completo da tese digital.; BACKGROUND: Pulmonary Lymphoid Hyperplasia (PLH) / Lymphoid Interstitial Pneumonitis (LIP) complex is common in HIV infected children. It may reflect a particular response to HIV from a developing immune system, and is also related to exposure to Epstein-Barr virus (EBV). Note: the complete abstract is avaiable with the link or full eletronic digital theses or dissertations.

Resposta humoral na infecção por VIH-2 : impacto no diagnóstico, prevenção e evolução viral

Marcelino, José Maria, 1959-
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2011 Português
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Tese de doutoramento, Ciências Biomédicas (Ciências Biopatalógicas), Universidade de Lisboa, Faculdade de Medicina, 2011; Os indivíduos infectados pelo VIH-2 progridem mais lentamente do que os infectados pelo VIH-1, e estima-se que mais de 95% dos indivíduos infectados por VIH-2 estejam incluídos na definição clínica de long-term nonprogressors. Esta diferença faz do VIH-2 um potencial modelo de estudo de uma infecção VIH atenuada que pode fornecer uma visão única da patogénese da infecção VIH-1. Até ao momento, os mecanismos responsáveis pelo fenótipo atenuado do VIH-2 não são bem conhecidos. A carga viral plasmática é inferior nos indivíduos infectados pelo VIH-2 do que pelo VIH-1. Isto sugere que a principal diferença entre os dois tipos de VIH pode estar no grau de replicação viral, e presume que a resposta imunológica do hospedeiro contribui directamente para um controlo mais eficiente da replicação do VIH-2. Actualmente não existem dúvidas de que a maioria dos indivíduos infectados pelo VIH-1 ou VIH-2 produzem anticorpos neutralizantes (AcNT) autólogos e heterólogos. Contudo, existe alguma controvérsia sobre se os AcNT controlam de facto a replicação viral, uma vez que na maioria dos casos não se observa correlação inversa entre o título de AcNT e a carga viral plasmática. Na realidade...

Infecção pelo HIV, hepatites B e C e sífilis em moradores de rua, São Paulo

Brito,Valquiria O. C.; Parra,Deolinda; Facchini,Regina; Buchalla,Cassia Maria
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2007 Português
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66.15%
OBJETIVO: Estimar a prevalência das infecções pelo HIV, vírus das hepatites B e C, e da sífilis em moradores de rua. MÉTODOS: Estudo transversal com intervenção educativa, realizado no município de São Paulo, de 2002 a 2003. Selecionou-se amostra de conveniência de moradores de rua que utilizavam albergues noturnos, segundo os critérios: >18 anos e não apresentar distúrbios psiquiátricos. Em entrevistas, foram coletados dados sociodemográficos e de comportamento, e realizados exames laboratoriais para HIV, hepatite B e C e sífilis, e aconselhamento pós-teste. RESULTADOS: Participaram 330 usuários dos albergues, com 40,2 anos (média), 80,9% homens, nas ruas, em média, há um ano. Observaram-se prevalências de 1,8% de HIV, 8,5% de vírus de hepatite C, 30,6% de infecção pregressa por hepatite B, 3,3% de infecção aguda ou crônica pelo vírus hepatite B e 5,7% de sífilis. Uso consistente de preservativo foi referido por 21,3% e uso de droga injetável, por 3% dos entrevistados. A positividade para HIV foi de 10% e 50% para vírus da hepatite C entre usuários de drogas injetáveis, versus 1,5% para HIV e 7,3% para hepatite C nos demais, evidenciando associação entre esse vírus e uso de droga injetável. Prisão anterior foi referida por 7...

Associação entre violência por parceiro íntimo contra a mulher e infecção por HIV

Barros,Claudia; Schraiber,Lilia Blima; França-Junior,Ivan
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2011 Português
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75.98%
OBJETIVO: Analisar a associação entre a violência por parceiro íntimo contra mulheres e a infecção ou suspeita de infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). MÉTODOS: Estudo transversal com base em dados de questionários aplicados face-a-face e de prontuários médicos de 2.780 mulheres de 15 a 49 anos, atendidas em unidades do sistema único de saúde da Grande São Paulo, SP, em 2001-2002. As mulheres foram categorizadas em: usuárias em tratamento por serem "soropositivas para o HIV", com "suspeita de HIV" e aquelas que procuraram os serviços por outros motivos. A violência por parceiro íntimo contra mulheres na vida foi categorizada por gravidade e recorrência dos episódios de violência. A associação com o desfecho foi testada pelo modelo de Poisson com variância robusta e ajustada por variáveis sociodemográficas, sexuais e reprodutivas. RESULTADOS: A prevalência de violência foi de 59,8%. Sofrer violência reiterada e grave apresentou maior associação de infecção confirmada pelo HIV (RP = 1,91). A violência independente da gravidade e da recorrência dos episódios apresentou maior associação para a suspeita de infecção por HIV (RP = 1,29). CONCLUSÕES: A violência por parceiro íntimo contra mulheres tem papel relevante nas situações de suspeita e confirmação da infecção pelo HIV...

Grau de conhecimento, atitudes e práticas de puérperas sobre a infecção por HIV e sua prevenção

Brasil,Raquel Ferreira Gomes; Moreira,Maysa Mayran Chaves; Teles,Liana Mara Rocha; Damasceno,Ana Kelve de Castro; Moura,Escolástica Rejane Ferreira
Fonte: Escola Paulista de Enfermagem, Universidade Federal de São Paulo Publicador: Escola Paulista de Enfermagem, Universidade Federal de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2014 Português
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75.93%
Objetivo: Avaliar o grau de conhecimento, atitudes e práticas de puérperas sobre a infecção por HIV e sua prevenção. Métodos: Estudo transversal com 278 puérperas internadas no sistema de alojamento conjunto. Foram realizadas entrevistas com a utilização de um questionário para avaliar o conhecimento, a atitude e a prática sobre a infecção pelo HIV e sua prevenção. Resultados: A idade das puérperas variou de 13 a 43 anos, prevalecendo faixa entre 20 e 34 anos. Predominou escolaridade entre 8 e 11 anos de estudos e união estável. Apenas 54 (19,4%) puérperas apresentaram conhecimento adequado, 6 (2,2%) atitude e 4 (1,4%) práticas adequadas. Conclusão: O conhecimento foi inadequado devido ao baixo percentual de puérperas que souberam citar pelo menos três formas de transmissão e três formas de prevenção do vírus; a atitude inadequada foi marcada pelo elevado percentual de puérperas que percebem como "improvável" infectar-se com o HIV e "pouco provável" o mesmo ocorrer com seu parceiro. A prática inadequada foi influenciada pelo baixo percentual de realização do teste anti-HIV nos períodos preconizados e pelo não uso do preservativo durante a gravidez.

Diferenças na apresentação clínico-radiológica da tuberculose intratorácica segundo a presença ou não de infecção por HIV

Picon,Pedro Dornelles; Caramori,Maria Luiza Avancini; Bassanesi,Sérgio Luiz; Jungblut,Sandra; Folgierini,Marcelo; Porto,Nelson da Silva; Rizzon,Carlos Fernando Carvalho; Ferreira,Roberto Luiz Targa; Freitas,Tânia Mariza de; Jarczewski,Carla Adriane
Fonte: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2007 Português
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75.97%
OBJETIVO: Descrever as diferenças na apresentação clínico-radiológica da tuberculose segundo a presença ou não de infecção por HIV. MÉTODOS: Examinou-se uma amostra consecutiva de 231 adultos com tuberculose pulmonar bacilífera internados em hospital de tisiologia. A presença de infecção por HIV, AIDS e fatores associados foi avaliada e as radiografias de tórax foram reinterpretadas. RESULTADOS: Havia 113 pacientes HIV-positivos (49%). Estes pacientes apresentavam maior freqüência de tuberculose pulmonar atípica (lesões pulmonares associadas a linfonodomegalias intratorácicas), tuberculose de disseminação hemática e tuberculose pulmonar associada a linfonodomegalias superficiais e menor freqüência de lesões pulmonares escavadas do que os pacientes HIV-negativos. Isto também ocorreu entre os pacientes HIV-positivos com AIDS e os HIV-positivos sem AIDS. Não se observaram diferenças entre os pacientes HIV-positivos sem AIDS e os HIV-negativos. Os valores medianos de CD4 foram menores nos pacientes HIV-positivos com linfonodomegalias intratorácicas e lesões pulmonares em comparação aos com lesões pulmonares exclusivas (47 vs. 266 células/mm³; p < 0,0001), nos pacientes HIV-positivos com AIDS em comparação aos HIV-positivos sem AIDS (136 vs. 398 células/mm³; p < 0...

Associação entre violência por parceiro íntimo contra a mulher e infecção por HIV; Association between intimate partner violence against women and HIV infection; Asociación entre violencia contra la mujer por pareja íntima e infección por VIH

BARROS, Claudia; SCHRAIBER, Lilia Blima; FRANÇA-JUNIOR, Ivan
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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76.02%
OBJETIVO: Analisar a associação entre a violência por parceiro íntimo contra mulheres e a infecção ou suspeita de infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). MÉTODOS: Estudo transversal com base em dados de questionários aplicados face-a-face e de prontuários médicos de 2.780 mulheres de 15 a 49 anos, atendidas em unidades do sistema único de saúde da Grande São Paulo, SP, em 2001-2002. As mulheres foram categorizadas em: usuárias em tratamento por serem "soropositivas para o HIV", com "suspeita de HIV" e aquelas que procuraram os serviços por outros motivos. A violência por parceiro íntimo contra mulheres na vida foi categorizada por gravidade e recorrência dos episódios de violência. A associação com o desfecho foi testada pelo modelo de Poisson com variância robusta e ajustada por variáveis sociodemográficas, sexuais e reprodutivas. RESULTADOS: A prevalência de violência foi de 59,8%. Sofrer violência reiterada e grave apresentou maior associação de infecção confirmada pelo HIV (RP = 1,91). A violência independente da gravidade e da recorrência dos episódios apresentou maior associação para a suspeita de infecção por HIV (RP = 1,29). CONCLUSÕES: A violência por parceiro íntimo contra mulheres tem papel relevante nas situações de suspeita e confirmação da infecção pelo HIV...

Associação entre violência por parceiro íntimo contra a mulher e infecção por HIV; Asociación entre violencia contra la mujer por pareja íntima e infección por VIH; Association between intimate partner violence against women and HIV infection

Barros, Claudia; Schraiber, Lilia Blima; França-Junior, Ivan
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/04/2011 Português
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76.02%
OBJETIVO: Analisar a associação entre a violência por parceiro íntimo contra mulheres e a infecção ou suspeita de infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). MÉTODOS: Estudo transversal com base em dados de questionários aplicados face-a-face e de prontuários médicos de 2.780 mulheres de 15 a 49 anos, atendidas em unidades do sistema único de saúde da Grande São Paulo, SP, em 2001-2002. As mulheres foram categorizadas em: usuárias em tratamento por serem "soropositivas para o HIV", com "suspeita de HIV" e aquelas que procuraram os serviços por outros motivos. A violência por parceiro íntimo contra mulheres na vida foi categorizada por gravidade e recorrência dos episódios de violência. A associação com o desfecho foi testada pelo modelo de Poisson com variância robusta e ajustada por variáveis sociodemográficas, sexuais e reprodutivas. RESULTADOS: A prevalência de violência foi de 59,8%. Sofrer violência reiterada e grave apresentou maior associação de infecção confirmada pelo HIV (RP = 1,91). A violência independente da gravidade e da recorrência dos episódios apresentou maior associação para a suspeita de infecção por HIV (RP = 1,29). CONCLUSÕES: A violência por parceiro íntimo contra mulheres tem papel relevante nas situações de suspeita e confirmação da infecção pelo HIV...

HIV/HCV coinfection at an university hospital in Recife, Brazil; Co-infecção por HIV/HCV em hospital universitário de Recife, Brasil; Coinfección por HIV/HCV en hospital universitario de Recife, Brasil

Carvalho, Flávia Helena Pontes de; Coêlho, Maria Rosângela Cunha Duarte; Vilella, Tatiana de Aguiar Santos; Silva, Jéfferson Luis Almeida; Melo, Heloísa Ramos de Lacerda
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/02/2009 Português
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66%
OBJETIVO: Estimar a prevalência do vírus da hepatite C (HCV) e fatores de risco associados com a co-infecção em pessoas soropositivas para HIV. MÉTODOS: Estudo do tipo transversal, descritivo e analítico, com 343 portadores do HIV atendidos em um hospital universitário de Recife (PE), no período de março a dezembro de 2003. Os pacientes foram submetidos a um questionário padronizado sobre os fatores de risco. Nas amostras de soro foram pesquisados o anti-HCV pelo ELISA, o HCV-RNA por meio da RT-PCR e a identificação dos genótipos foi realizada no equipamento ABI377 (PE Biosystems®). As análises estatísticas utilizadas foram a univariada, a multivariada e a regressão logística múltipla. RESULTADOS: A prevalência encontrada para o HCV foi de 4,1% (14/343) pelo ELISA e de 3,2 % (11/343) quando utilizada a RT-PCR. Os genótipos mais freqüentes foram 1b (45%), 3 (33%) e 1a (22%). A faixa etária com maior proporção de co-infectados foi a de 30 a 39 anos, com predomínio do sexo masculino (64,3%). Após regressão logística múltipla, apenas a variável transfusão sangüínea permaneceu como fator de risco para o HCV (OR=4,28; IC 95%: 1,44;12,73). CONCLUSÕES: A prevalência da co-infecção HIV/HCV foi baixa, a transfusão sangüínea foi um fator de risco e o genótipo 1b do HCV foi o mais freqüente.; OBJETIVO: Estimar la prevalencia de virus de hepatitis C (HCV) y factores de riesgo asociados con la coinfección en personas seropositivas para HIV. MÉTODOS: Estudio de tipo transversal...

Avaliação da resposta humoral à vacina pneumocócica 7-valente em crianças com Aids; Evaluación de la vacuna neumocócica 7-valente en la respuesta humoral de niños con SIDA; Evaluation of humoral response to heptavalent pneumococcal conjugate vaccine in HIV-infected children

Costa, Isabel de Camargo; Guilardi, Fabiana; Kmiliauskis, Mariana Acenjo; Arslanian, Christina; Baldacci, Evandro Roberto
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/10/2008 Português
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66.11%
OBJETIVO: A doença pneumocócica invasiva é importante causa de morbi-mortalidade em crianças infectadas pelo HIV. O objetivo do estudo foi avaliar quantitativamente a resposta com anticorpos aos sete sorotipos pneumocócicos da vacina em um grupo de crianças infectadas pelo HIV. MÉTODOS: Estudo realizado com 40 crianças infectadas pelo HIV, com idade entre 2 e 9 anos, em seguimento em ambulatório especializado no município de São Paulo, em 2002-2003. A dosagem de anticorpos IgG contra os polissacarídeos da cápsula pneumocócica foi realizada por meio de ensaio imunoenzimático (ELISA). Os anticorpos foram dosados imediatamente antes e um mês após a aplicação da segunda dose da vacina. Utilizaram-se dois critérios para avaliar a resposta à vacina: títulos de anticorpos >;1,3 µg/mL na sorologia pós-imunização e aumento >;4 vezes nos títulos da sorologia pós em relação à pré-imunização. RESULTADOS: Para o primeiro critério (>;1,3 µg/mL), 26 (65%) crianças obtiveram resposta sorológica à vacina, 12 (30%) delas apresentaram títulos de IgG pós-imunização em níveis de pelo menos 1,3 µg/mL para todos os sorotipos. Para o segundo critério (incremento >;4 vezes nos títulos para quatro sorotipos ou mais)...

Infecção pelo HIV, hepatites B e C e sífilis em moradores de rua, São Paulo; HIV infection, hepatitis B and C and syphilis in homeless people, in the city of São Paulo, Brazil

Brito, Valquiria O. C.; Parra, Deolinda; Facchini, Regina; Buchalla, Cassia Maria
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/12/2007 Português
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66.18%
OBJETIVO: Estimar a prevalência das infecções pelo HIV, vírus das hepatites B e C, e da sífilis em moradores de rua. MÉTODOS: Estudo transversal com intervenção educativa, realizado no município de São Paulo, de 2002 a 2003. Selecionou-se amostra de conveniência de moradores de rua que utilizavam albergues noturnos, segundo os critérios: >;18 anos e não apresentar distúrbios psiquiátricos. Em entrevistas, foram coletados dados sociodemográficos e de comportamento, e realizados exames laboratoriais para HIV, hepatite B e C e sífilis, e aconselhamento pós-teste. RESULTADOS: Participaram 330 usuários dos albergues, com 40,2 anos (média), 80,9% homens, nas ruas, em média, há um ano. Observaram-se prevalências de 1,8% de HIV, 8,5% de vírus de hepatite C, 30,6% de infecção pregressa por hepatite B, 3,3% de infecção aguda ou crônica pelo vírus hepatite B e 5,7% de sífilis. Uso consistente de preservativo foi referido por 21,3% e uso de droga injetável, por 3% dos entrevistados. A positividade para HIV foi de 10% e 50% para vírus da hepatite C entre usuários de drogas injetáveis, versus 1,5% para HIV e 7,3% para hepatite C nos demais, evidenciando associação entre esse vírus e uso de droga injetável. Prisão anterior foi referida por 7...

Prevalência de HIV em gestantes e transmissão vertical segundo perfil socioeconômico, Vitória, ES; Factores asociados a recidiva en hanseníasis en Mato Grosso, Centro-oeste de Brasil; HIV prevalence in pregnant women and vertical transmission in according to socioeconomic status, Southeastern Brazil

Vieira, Anne Caroline Barbosa Cerqueira; Miranda, Angélica Espinosa; Vargas, Paulo Roberto Merçon de; Maciel, Ethel Leonor Noia
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/08/2011 Português
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OBJETIVO: Descrever a prevalência de infecção por HIV em gestantes e a taxa de transmissão vertical, segundo o perfil socioeconômico dos bairros de residência das mães. MÉTODOS: Estudo ecológico exploratório utilizando a base de dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação de gestantes HIV-positivas e aids em crianças notificadas entre 2000 e 2006 em Vitória, ES. Para análise das informações socioeconômicas foi utilizado o Índice de Qualidade Urbana. A prevalência de HIV em gestantes e a taxa de transmissão vertical foram calculadas. A distribuição espacial dos casos foi realizada no programa Terraview 3.2.0. Para verificar a associação entre a qualidade urbana e a prevalência de HIV em gestantes utilizou-se o modelo de regressão de Poisson. RESULTADOS: Um total de 137 gestantes e 14 crianças infectadas por transmissão vertical foi notificado no período. Sete crianças correspondiam a mães HIV-positivas sem notificação de caso no período analisado. A prevalência de infecção em gestantes no período foi de 0,44% e a taxa de transmissão vertical foi de 9,7%. CONCLUSÕES: A prevalência de infecção por HIV em gestantes e a transmissão vertical associam-se à qualidade urbana do bairro de residência...

Infecção pelo HIV, hepatites B e C e sífilis em moradores de rua, São Paulo

Brito,Valquiria O. C.; Parra,Deolinda; Facchini,Regina; Buchalla,Cassia Maria
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2007 Português
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OBJETIVO: Estimar a prevalência das infecções pelo HIV, vírus das hepatites B e C, e da sífilis em moradores de rua. MÉTODOS: Estudo transversal com intervenção educativa, realizado no município de São Paulo, de 2002 a 2003. Selecionou-se amostra de conveniência de moradores de rua que utilizavam albergues noturnos, segundo os critérios: >18 anos e não apresentar distúrbios psiquiátricos. Em entrevistas, foram coletados dados sociodemográficos e de comportamento, e realizados exames laboratoriais para HIV, hepatite B e C e sífilis, e aconselhamento pós-teste. RESULTADOS: Participaram 330 usuários dos albergues, com 40,2 anos (média), 80,9% homens, nas ruas, em média, há um ano. Observaram-se prevalências de 1,8% de HIV, 8,5% de vírus de hepatite C, 30,6% de infecção pregressa por hepatite B, 3,3% de infecção aguda ou crônica pelo vírus hepatite B e 5,7% de sífilis. Uso consistente de preservativo foi referido por 21,3% e uso de droga injetável, por 3% dos entrevistados. A positividade para HIV foi de 10% e 50% para vírus da hepatite C entre usuários de drogas injetáveis, versus 1,5% para HIV e 7,3% para hepatite C nos demais, evidenciando associação entre esse vírus e uso de droga injetável. Prisão anterior foi referida por 7...

Associação entre violência por parceiro íntimo contra a mulher e infecção por HIV

Barros,Claudia; Schraiber,Lilia Blima; França-Junior,Ivan
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2011 Português
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OBJETIVO: Analisar a associação entre a violência por parceiro íntimo contra mulheres e a infecção ou suspeita de infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). MÉTODOS: Estudo transversal com base em dados de questionários aplicados face-a-face e de prontuários médicos de 2.780 mulheres de 15 a 49 anos, atendidas em unidades do sistema único de saúde da Grande São Paulo, SP, em 2001-2002. As mulheres foram categorizadas em: usuárias em tratamento por serem "soropositivas para o HIV", com "suspeita de HIV" e aquelas que procuraram os serviços por outros motivos. A violência por parceiro íntimo contra mulheres na vida foi categorizada por gravidade e recorrência dos episódios de violência. A associação com o desfecho foi testada pelo modelo de Poisson com variância robusta e ajustada por variáveis sociodemográficas, sexuais e reprodutivas. RESULTADOS: A prevalência de violência foi de 59,8%. Sofrer violência reiterada e grave apresentou maior associação de infecção confirmada pelo HIV (RP = 1,91). A violência independente da gravidade e da recorrência dos episódios apresentou maior associação para a suspeita de infecção por HIV (RP = 1,29). CONCLUSÕES: A violência por parceiro íntimo contra mulheres tem papel relevante nas situações de suspeita e confirmação da infecção pelo HIV...