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Avaliação da ingestão alimentar em jovens atletas de elite na modalidade de hóquei em patins

Ribeiro, Catarina; Pinto, Elisabete; Camões, Miguel
Fonte: Centro de Investigação em Desporto, Saúde e Desenvolvimento Humano Publicador: Centro de Investigação em Desporto, Saúde e Desenvolvimento Humano
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Português
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66.66%
Este trabalho teve como objectivo avaliar a ingestão alimentar em atletas adolescentes, na modalidade de Hóquei em Patins, durante as fases de pré-competição, competição e pós-competição. Monitorizaram-se 20 atletas com idades entre os 13 e os 17 anos. As avaliações foram realizadas entre Fevereiro e Março de 2010. Foi usado um questionário estruturado, que teve como objectivo recolher informação acerca da ingestão alimentar durante o ciclo competitivo. Procedeu-se ainda à avaliação antropométrica dos atletas em questão (peso, estatura, composição corporal e perímetro da cintura). Os atletas apresentaram um índice de massa corporal médio de 21,6kg/m2±2,4 e uma percentagem de gordura corporal média de 14,6%±4,7. Destes atletas, 50% reportam fazer algum tipo de suplementação. Relativamente aos macronutrientes, 85% dos atletas consideram que os Glícidos são cruciais para este desporto. Quanto à hidratação, no período competitivo observou-se que 85% da amostra apenas ingere água quando o sintoma sede é desencadeado. No período pós-competição, 40% da amostra refere que dá importância à alimentação, contudo 70% não tem noção das recomendações existentes. Os atletas avaliados evidenciaram diversos erros alimentares e pouca capacidade de adequação da ingestão em função do ciclo competitivo.

Estado nutricional e ingestão alimentar numa população de idosos institucionalizados|

Marques, Filipa dos Santos Cunha e
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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66.95%
O processo de envelhecimento acarreta muitas alterações (fisiológicas, sociais e psicológicas) que interferem directamente com a ingestão alimentar e estado nutricional dos idosos. Objectivos: O principal objectivo deste estudo foi avaliar o estado nutricional e a ingestão alimentar de um grupo de idosos institucionalizados. Para além da caracterização da amostra do ponto de vista do estado nutricional e da ingestão alimentar, pretendeu-se analisar a relação entre estes dois parâmetros e ainda determinar alguns factores que possam interferir com os mesmos. Métodos: O estudo foi desenvolvido num lar de idosos, sendo a amostra composta por 128 indivíduos. Desenvolveu-se um inquérito (composto por: uma parte de identificação, uma parte de avaliação antropométrica, uma parte de avaliação clínica e bioquímica, e o registo alimentar), que incluía o Mini-Nutritional Assessment (MNA). A avaliação do estado nutricional foi obtida a partir da recolha de dados antropométricos (peso, altura, distância do joelho ao calcanhar, Índice de Massa Corporal (IMC), perímetro do braço e da perna), da aplicação do questionário Mini Nutritional Assessment (MNA), e da recolha de dados bioquímicos (glicemia, colesterol total...

Densidade mineral óssea, composição corporal e ingestão alimentar de adolescentes modelos de passarela; Bone mineral density, body composition, and food intake of adolescent runway models

RODRIGUES, Alexandra M; CINTRA, Isa P; SANTOS, Luana C; MARTINI, Lígia Araújo; MELLO, Marco T; FISBERG, Mauro
Fonte: Rio de Janeiro Publicador: Rio de Janeiro
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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OBJETIVO: Avaliar a densidade mineral óssea (DMO) e relacioná-la com a ingestão alimentar e composição corporal de adolescentes modelos de passarela. MÉTODOS: Estudo transversal avaliando 33 modelos e 33 não modelos de 15 a 18 anos pareadas por idade e índice de massa corporal (IMC). A densidade mineral óssea da coluna (L1-L4) foi avaliada por meio da técnica da absorciometria de feixe duplo de energia (Lunar® DPX Alpha), e a composição corporal, pela técnica de pletismografia. A ingestão alimentar foi avaliada por meio do registro alimentar de 3 dias. RESULTADOS: A média de idade das adolescentes foi de 16,75±1,04 anos, sendo que 24 por cento apresentaram IMC abaixo dos valores ideais para a idade. Não houve diferença de DMO entre modelos (1,108±0,080 g/cm2) e não modelos (1,096±0,102 g/cm2) (p > 0,05), sendo identificada uma porcentagem de 6 por cento de baixa DMO para a idade. Observou-se que a média de ingestão de energia foi menor entre as modelos em comparação às adolescentesnão modelos (1.480,93±582,95 versus 1.973,00±557,63 kcal) (p > 0,05) e que a maioria das adolescentes de ambos os grupos apresentou consumo inadequado de micronutrientes, ressaltando-se a baixa ingestão de cálcio. Verificou-se correlação significativa da DMO apenas com a massa magra (kg) (modelos r = 0...

Desenvolvimento de critério objetivo para a sinalização da ingestão alimentar deficiente de paciente hospitalizado

Silva, Anne Rocha Faria
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 78 f.
Português
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Pós-graduação em Alimentos e Nutrição - FCFAR; Considerando que durante o período de internação hospitalar ocorre um agravamento do quadro nutricional dos pacientes, a presente pesquisa foi realizada visando a criação, implantação e validação de um critério objetivo de sinalização da diminuição da ingestão alimentar de pacientes hospitalizados, para a intervenção imediata pelo profissional de nutrição O trabalho foi realizado em hospital geral, com capacidade para 190 pacientes e com uma ocupação média de 60% dos leitos e se desenvolveu nas alas de internação de pacientes do Sistema Único de Saúde. O Serviço de Nutrição e Dietética do hospital conta com 27 funcionários, sendo dois nutricionistas, um para a área de produção e outro para dietoterapia. Para a implantação do sistema de sinalização, foi necessário, primeiro realizar a adequação do cardápio e a escolha do ponto de corte, que servia como sinalizador de ingestão inadequada e motivo de intervenção do profissional da nutrição e, posteriormente, treinamento das copeiras. Estipulou-se, com base nas referências adotadas, uma resto-ingestão de 50% como ponto de corte, a partir do qual as copeiras deveriam sinalizar. As copeiras foram treinadas...; Considering that during hospitalization an aggravation of the nutritional picture of the patients occurs...

Insulin action/signaling in amygdala of controls and obeses animals : effects on food intake, inflammation and ER stress = Regulação da ação e sinalização de insulina em amígdala de animais controles e obesos : efeitos na ingestão alimentar, via inflamatória e stress de retículo endoplasmático; Regulação da ação e sinalização de insulina em amígdala de animais controles e obesos : efeitos na ingestão alimentar, via inflamatória e stress de retículo endoplasmático

Maria Fernanda Condes Areias
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 14/12/2012 Português
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56.88%
A insulina tem efeitos anorexigênicos, reduzindo o peso corporal. Entretanto, a maior parte dos estudos teve como foco a ação e sinalização de insulina no hipotálamo. Assim, o primeiro objetivo do trabalho foi investigar a expressão e grau de fosforilação das proteínas da via de sinalização de insulina (IR/Akt), assim como a modulação da ingestão alimentar após estímulo com insulina na região da amígdala em animais controles. No segundo objetivo, investigamos se o bloqueio farmacológico da via da insulina com LY24002 na amígdala alterou a ingestão alimentar em resposta à insulina. O consumo de dieta hiperlipídica tem sido associado à resistência à insulina no hipotálamo. Assim, o terceiro objetivo foi investigar se a obesidade induz resistência à insulina nessa região e em adição investigar se a via inflamatória IKK/NFkB e o ER stress estavam alterados em amígdala de animais obesos. Obervou-se que após a injeção de insulina na amígdala, não houve diferença no peso corpóreo após 24 horas em animais controles. Em relação à ingestão alimentar, quatro horas após a injeção de insulina na amígdala, não houve diferença, entretanto, após 8, 12 e 24 horas houve uma diminuição na ingestão alimentar em animais controles. Após o bloqueio da PI3q com o inibidor farmacológico LY (240002)...

Ingestão alimentar, gasto energético e composição corporal em usuárias do contraceptivo com acetato de medroxiprogesterona de depósito em seguimento de 12 meses = : Food intake, energy expenditure and body composition assessment in depot medroxyprogesterone acetate users up to 12 months; Food intake, energy expenditure and body composition assessment in depot medroxyprogesterone acetate users up to 12 months

Priscilla de Nazaré Silva dos Santos
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 30/08/2013 Português
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O acetato de medroxiprogesterona de depósito (AMPD) é um contraceptivo de uso trimestral, considerado seguro e altamente eficaz, dispensado pelo setor público de vários países entre eles o Sistema Único de Saúde, SUS. Usuárias de contraceptivos hormonais frequentemente se preocupam com efeitos imediatos do uso, entre eles o ganho de peso corporal. Os estudos sobre variação de peso em usuárias de AMPD mostram resultados controversos e, entre os que mostram ganho de peso em gordura em parte das usuárias, não é clara a etiologia do ganho. Poucos estudos avaliaram a ingestão alimentar e gasto energético destas usuárias. Objetivos: Avaliar a ingestão alimentar, ganho de peso e a composição corporal em novas usuárias do contraceptivo acetato de medroxiprogesterona de depósito (AMPD). Desenho do estudo: Ensaio clínico com 20 usuárias de DPMA e 20 de dispositivo intrauterino de cobre (DIU TCu380A), pareadas por idade (±1) e IMC (±1), seguidas por 12 meses. Incluídas mulheres saudáveis, de 18-40 anos, sem antecedentes que pudessem interferir no peso corporal, não obesas e nunca usuárias de AMPD. Avaliou-se a ingestão alimentar (recordatório alimentar), composição corporal (DXA), medidas de cincunferência e dobras cutâneas. As variáveis foram: sociodemográficas...

Estudo da variação circadiana da UPR no hipotálamo e suas implicações na ingestão alimentar; A study about the circadian variation of UPR at the hypothalamus and its consequences in food intake

Caroline Costa Mesquita
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 15/05/2015 Português
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Os ritmos circadianos de ingestão alimentar se estabelecem com objetivo de manter a homeostasia de nutrientes no meio celular, frente a variações intrínsecas ao ciclo claro/escuro. Neste sentido, a gliconeogênese de roedores é suprimida no período noturno, no qual há ocorrência de um surto alimentar bifásico que compreende aproximadamente 90% de todo o aporte calórico diário. Estes eventos apresentam, entre si, uma relação causal, onde o próprio aumento dos nutrientes circulantes, principalmente a glicose, controla a gliconeogênese. O padrão inverso é observado na fase clara do ciclo claro/escuro. Recentes estudos têm demonstrado que, a ativação farmacológica de vias da Unfolded Protein Response (UPR), no sistema nervoso central, resulta em resistência à ação anorexigênica da insulina e, consequentemente, aumento da ingestão alimentar através de um mecanismo não completamente esclarecido. A UPR é uma resposta celular adaptativa que atenua a taxa de tradução de mRNAs, aumenta a proteólise e, deste modo, recupera o fenótipo celular. Esta reposta, quando ativada cronicamente, pode resultar em morte celular programada e resistência à insulina. No entanto, ainda não estava claro se a via do ATF6 da UPR tem...

Impacto da ingestão alimentar no controlo glicémico de diabéticos tipo 2 não-insulinotratados

Almeida, Sandra Cristina Magalhães de
Fonte: Porto : edição de autor Publicador: Porto : edição de autor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 2 vols.(tese + relatório); 30 cm
Português
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Resumo da tese: A prevalência da diabetes mellitus (DM) tipo 2 a nível mundial está a aumentar, prevendo-se a duplicação do número de diabéticos até 2030. A adopção de hábitos alimentares de acordo com as recomendações nutricionais é essencial na melhoria do controlo glicémico do diabético. A distribuição da ingestão alimentar ao longo do dia deverá ser baseada nas preferências individuais do doente, não existindo recomendações especificas sobre a necessidade e composição nutricional da ceia. Objectivos: (1) Caracterizar a ingestão alimentar de uma amostra de utentes diabéticoa; (2) Avaliar a associação entre a ingestão alimentar e o controlo glicémico, considerando o número de refeições diárias e a existência e composição da ceia; (3) Avaliar a associação entre o tempo de jejum nocturno e a ocorrência de hipoglicemias nocturnas. Métodos: Estudo transversal realizado em utentes diabéticos tipo 2 não-insulinotratados do Centro de Saúde (CS) da Senhora da Hora. A amostra foi constituída por 61 indivíduos (31 mulheres e 30 homens). Recolheram-se dados sócio-demográficos, clínicos, antropométricos, controlo glicémico e frequência em consulta de nutrição. Aplicou-se um questionário alimentar de recordação das 24 horas precedentes e colocaram-se questões sobre a alimentação habitual dos inquiridos. Resultados: Existem associações negativas entre a idade e a glicemia capilar em jejum (GJ) e entre a escolaridade e a hemoglobina glicosilada (HbA1c). Os vários grupos de actividade profissional actual e profissão anterior têm um controlo glicémico significativamente diferente. Quanto à ingestão alimentar...

Avaliação da ingestão alimentar de indivíduos idosos com demência

Duarte, Maria João; Guerreiro, Catarina Sousa; Bernardo, A.; Almeida, M. C.; Mendes, Lino
Fonte: Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa Publicador: Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em /10/2011 Português
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A alimentação é uma das actividades básicas da vida diária que se torna um problema comum em idosos, especialmente naqueles com demência. Os principais factores que podem interferir com esta actividade básica são o ambiente onde ocorrem as refeições, a incapacidade cognitiva para iniciar e prosseguir estratégias de alimentação de uma forma eficaz, o declínio de habilidades neuromotoras e a presença de deficits perceptivos. Estes factores estão por sua vez associados a diferentes dificuldades no processo de alimentação. Os indivíduos com demência apresentam, assim, uma maior probabilidade de desenvolver um quadro de desnutrição, constituindo a ingestão alimentar inadequada um importante factor de risco a ele associada. A avaliação da ingestão alimentar (AIA) constitui um parâmetro que integra a avaliação do estado nutricional dos indivíduos. A observação directa consiste em observar e registar a ingestão alimentar (qualitativa e quantitativa) do indivíduo na altura em que este a efectua. O recall 24H é um método em que o entrevistador (o Dietista) questiona o entrevistado (o doente) acerca de todos os alimentos consumidos num período de 24h definido, quer em termos de qualidade, quer de quantidade. Objectivo do estudo - Avaliar a ingestão alimentar dos indivíduos do Hospital Residencial do Mar (HRMar)...

Relação entre a ingestão alimentar e a composição corporal em idosos intitucionalizados

Carreira, Tânia Vieira
Fonte: Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz Publicador: Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /10/2013 Português
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Dissertação para a obtenção do grau de Mestre em Nutrição Clínica; Introdução: são poucos os estudos científicos existentes sobre a relação entre a ingestão alimentar e a composição corporal em idosos institucionalizados, sendo que existe uma grande controvérsia de resultados. Esta controvérsia pode ser causada pelas alterações fisiológicas ocasionadas pelo envelhecimento, nomeadamente a redistribuição do tecido adiposo, bem como o aparecimento de patologias que podem gerar factores de confundimento.; Objectivos: avaliar a existência de correlação entre a ingestão alimentar e a composição corporal dos idosos, bem como a avaliar os parâmetros antropométricos, a fim de determinar a ocorrência de excesso de peso ou de desnutrição dos idosos avaliados, assim como os riscos associados.; Materiais e Métodos: este estudo consistiu na pesagem directa de todas as refeições ingeridas por 13 idosos (11 do sexo feminino e 2 do sexo masculino) do Lar Montepio Rainha D. Leonor, de Caldas da Rainha, durante 5 dias consecutivos, a fim de determinar a ingestão de nutrientes. Antes e depois desta intervenção todos os idosos foram pesados e medidos (altura, circunferência abdominal) para aferir os seus parâmetros antropométricos. Os dados recolhidos foram tratados em dois programas distintos. No Microsoft Excel® realizou-se a estatística descritiva dos dados...

Ingestão de nutrientes e estado nutricional de crianças em dieta isenta de leite de vaca e derivados

Medeiros,Lilian C. S.; Speridião,Patrícia G. L.; Sdepanian,Vera L.; Fagundes-Neto,Ulysses; Morais,Mauro B.
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2004 Português
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OBJETIVO: Avaliar a ingestão alimentar e o estado nutricional de crianças em dieta isenta de leite de vaca e derivados. MÉTODOS: Foram avaliadas 26 crianças, na primeira consulta realizada em ambulatório de gastroenterologia pediátrica, que vinham recebendo dieta isenta de leite de vaca e derivados (média de idade = 19,1 meses) e 30 crianças com dieta normal, isto é, sem nenhum tipo de restrição alimentar (média de idade = 16,8 meses). Empregou-se o método do dia alimentar habitual para a obtenção dos dados sobre consumo alimentar. A ingestão alimentar foi comparada entre os grupos e em relação às Dietary Reference Intakes (DRIs). O estado nutricional foi avaliado com base nos escores z de peso/idade, estatura/idade e peso/estatura. RESULTADOS: O grupo em dieta isenta de leite de vaca apresentou menor ingestão de energia (p = 0,005), proteínas (p < 0,001), lipídios (p < 0,001), cálcio (p < 0,001) e fósforo (p < 0,001) quando comparado ao grupo controle. Houve maior número de crianças no grupo em dieta isenta de leite de vaca com ingestão de energia, cálcio e fósforo inferior às DRIs em comparação ao grupo controle. As médias dos escores z dos grupos com dieta isenta de leite de vaca e controle, foram...

Densidade mineral óssea, composição corporal e ingestão alimentar de adolescentes modelos de passarela

Rodrigues,Alexandra M.; Cintra,Isa P.; Santos,Luana C.; Martini,Ligia A.; Mello,Marco T.; Fisberg,Mauro
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 Português
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OBJETIVO: Avaliar a densidade mineral óssea (DMO) e relacioná-la com a ingestão alimentar e composição corporal de adolescentes modelos de passarela. MÉTODOS: Estudo transversal avaliando 33 modelos e 33 não modelos de 15 a 18 anos pareadas por idade e índice de massa corporal (IMC). A densidade mineral óssea da coluna (L1-L4) foi avaliada por meio da técnica da absorciometria de feixe duplo de energia (Lunar® DPX Alpha), e a composição corporal, pela técnica de pletismografia. A ingestão alimentar foi avaliada por meio do registro alimentar de 3 dias. RESULTADOS: A média de idade das adolescentes foi de 16,75±1,04 anos, sendo que 24% apresentaram IMC abaixo dos valores ideais para a idade. Não houve diferença de DMO entre modelos (1,108±0,080 g/cm2) e não modelos (1,096±0,102 g/cm2) (p > 0,05), sendo identificada uma porcentagem de 6% de baixa DMO para a idade. Observou-se que a média de ingestão de energia foi menor entre as modelos em comparação às adolescentes não modelos (1.480,93±582,95 versus 1.973,00±557,63 kcal) (p > 0,05) e que a maioria das adolescentes de ambos os grupos apresentou consumo inadequado de micronutrientes, ressaltando-se a baixa ingestão de cálcio. Verificou-se correlação significativa da DMO apenas com a massa magra (kg) (modelos r = 0...

Ingestão alimentar em pacientes com doença inflamatória intestinal

Silva,Alice Freitas da; Schieferdecker,Maria Eliana Madalozzo; Amarante,Heda Maria Barska dos Santos
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2011 Português
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RACIONAL: Pacientes com doença inflamatória intestinal podem apresentar deficiências nutricionais. OBJETIVO: Verificar a adequação da ingestão alimentar de pacientes com doença de Crohn e retocolite ulcerativa inespecífica. MÉTODOS: Para avaliação da ingestão alimentar de 55 pacientes, 28 com doença de Crohn e 27 com retocolite ulcerativa atendidos em ambulatório de gastroenterologia, utilizou-se o Recordatório Alimentar de 24 Horas e o Questionário de Frequência Alimentar. A atividade inflamatória da doença foi avaliada pelos níveis séricos de proteína C reativa e o Índice de Harvey e Bradshaw. Para comparação de médias foi usado o teste t não pareado e, para as médias não paramétricas, o teste de Mann-Whitney, considerando nível de significância valor de p<0,05. RESULTADOS: Os pacientes tinham idade entre 19 e 63 anos e tempo de diagnóstico de 7,9 anos (1 a 22). De acordo com a ingestão alimentar identificou-se deficiência na ingestão de energia, fibras, ferro, potássio, sódio, magnésio, cálcio, menadiona, riboflavina, niacina, folato, ácido pantotênico, tocoferol e colecalciferol na doença de Crohn e na retocolite ulcerativa em atividade ou em remissão. A ingestão de legumes, frutas, laticínios e feijão foi baixa...

Desenvolvimento de um inquérito para avaliação da ingestão alimentar de grupos populacionais

Sales,Regiane Lopes de; Silva,Margarida Maria Santana; Costa,Neuza Maria Brunoro; Euclydes,Marilene Pinheiro; Eckhardt,Vivian Fernandes; Rodrigues,Cláudia Márcia Antunes; Tinôco,Adelson Luiz Araújo
Fonte: Pontifícia Universidade Católica de Campinas Publicador: Pontifícia Universidade Católica de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2006 Português
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66.68%
OBJETIVOS: Este trabalho procurou desenvolver um instrumento para obtenção de dados relativos ao consumo alimentar, de caráter qualitativo e quantitativo, para avaliar a ingestão dietética em estudos populacionais. MÉTODOS: Inicialmente foram coletados dados sobre a ingestão alimentar de uma amostra representativa de moradores da cidade de Viçosa (n=119). Para conhecer os alimentos mais consumidos e seus porcionamentos, foram utilizados os métodos recordatório de 24h e pesagem direta. A entrevista ocorreu no horário do almoço ou jantar, com pesagem de todos os alimentos constantes na refeição e de porções referidas como consumidas nas últimas 24h, usou-se também álbum fotográfico como auxiliar na estimativa do peso da porção. RESULTADOS: A partir dos 60 alimentos mais consumidos e dos porcionamentos identificados, foi desenvolvido um inquérito baseado no método Freqüência de Consumo Alimentar semi-quantitativo, com 65 itens e um álbum fotográfico de alimentos. Realizou-se um estudo piloto para avaliação desta metodologia em uma sub-amostra (n=34). Para comparação entre os dois métodos, avaliaram-se o valor energético e os macronutrientes, utilizando o coeficiente de Pearson e o teste "t" de Student...

Desafios na medição quantitativa da ingestão alimentar em estudos populacionais

Anjos,Luiz Antonio dos; Souza,Danielle Ribeiro de; Rossato,Sinara Laurini
Fonte: Pontifícia Universidade Católica de Campinas Publicador: Pontifícia Universidade Católica de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2009 Português
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A avaliação da ingestão alimentar em populações é uma medida cada vez mais presente em estudos epidemiológicos para a investigação da relação entre nutrição e doenças crônicas não transmissíveis já que as atuais recomendações indicam a necessidade de se manter uma vida ativa com controle da ingestão alimentar. A medida da ingestão alimentar quantitativa é geralmente feita por meio de recordatório (ou diário) alimentar de 24h ou por questionários semiquantitativos de freqüência alimentar. O presente artigo discute os principais fatores que envolvem a obtenção e a análise dessas informações, particularmente no que diz respeito à ingestão energética. Fica evidente a necessidade de aprimorar as condições de obtenção das informações sobre as porções ingeridas, as tabelas de composição química de alimentos e da estimativa do gasto energético para a determinação das recomendações energéticas.

Efeitos agudos de diferentes intensidades de exercício sobre a ingestão alimentar pós-exercício

Lins,Tatiana Acioli; Neves,Pedro Rogério da Silva; Tenório,Thiago Ricardo dos Santos; Cruz,Aline Daniela; Santana,Carla Caroliny de Almeida; Prado,Wagner Luiz do
Fonte: Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo Publicador: Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2011 Português
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56.72%
O objetivo do presente estudo foi verificar os efeitos agudos de diferentes intensidades de exercício aerróbio (40 e 80% do VO2pico) sobre a ingestão alimentar pós-exercício. Participaram do estudo 18 adultos jovens, eutróficos (22,20 ± 1,72 kg/m²) e fisicamente ativos. Todos os sujeitos foram submetidos aleatoriamente a três condições experimentais: controle (sem exercício); EBI, exercício de baixa intensidade (40% doVO2pico) e EAI, exercício de alta intensidade (80% do VO2pico). As sessões de exercício foram isocalróricas (350 kcal). Após 120 minutos de recuperação passiva, os voluntários tinham livre acesso a um "buffet" variado de alimentos, a ingestão alimentar foi determinada atravéz da pesagem dos alimentos ingeridos. Os dados alimentares obtidos foram então tabulados e analisados por meio do "software" Nutwin 6.0 (UNIFESP, 2002), para estimativa do consumo energético total (kcal) e ingestão dos macronutrientes (carboidratos, proteínas e lipídeos) em gramas. Os resultados não demonstram nenhuma diferença na ingesto alimentar entre as condições experimentais analisadas. Dessa forma, podemos concluir que a ingestão alimentar pós-exercício não se mostrou dependente da intensidade do esforóo em curto prazo em indivíduos adultos jovens fisicamente ativos.

Alcoolismo e tabagismo em idosos: relação com ingestão alimentar e aspectos socioeconômicos

Senger,Ana Elisa Vieira; Ely,Luísa Scheer; Gandolfi,Talita; Schneider,Rodolfo Herberto; Gomes,Irênio; De Carli,Geraldo Attilio
Fonte: Universidade do Estado do Rio Janeiro Publicador: Universidade do Estado do Rio Janeiro
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2011 Português
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66.62%
OBJETIVOS: Verificar a prevalência do alcoolismo e tabagismo em idosos residentes na cidade de Porto Alegre, RS, e estabelecer sua relação entre a ingestão alimentar diária e o nível socioeconômico, de acordo com o sexo, grupo etário, escolaridade, renda, situação e composição familiar. MÉTODOS: Esta pesquisa fez parte do Projeto Estudo Multidimensional dos Idosos de Porto Alegre (EMIPOA), que foi desenvolvida pelo IGG/PUCRS. As entrevistas foram realizadas no ambulatório do Instituto de Geriatria e Gerontologia do Hospital São Lucas da PUCRS. Foi aplicado um questionário com dados socioeconômicos e de saúde por profissionais treinados. RESULTADOS: Dos 832 entrevistados, 71,2% eram mulheres e 28,8% homens. A faixa etária mais prevalente foi de 60 a 69 anos (44,8%). Com prevalência na faixa etária acima citada de 7,5% para alcoolistas e 23,9% para tabagistas. O alcoolismo e o tabagismo prevaleceram entre os homens, 11,7% e 20,8%, respectivamente. Em relação à escolaridade, a maior prevalência foi entre alcoolistas e tabagistas que possuíam apenas o 1º grau, 4,7% e 16,1%, respectivamente. Observou-se que dentre os idosos alcoolistas ou fumantes, a maioria não tem relação familiar (P<0,001). Já em relação à ingestão alimentar...

Regulação hormonal na ingestão alimentar: um breve relato; Hormonal regulation of food intake: A brief review

Maior, Alex Souto
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 30/09/2012 Português
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66.73%
O objetivo deste trabalho de revisão foi dissertar sobre a regulação hormonal da ingestão alimentar e dopeso corporal. A ingestão de macronutrientes, o gasto energético e o balanço entre a síntese de hormô-nios que aumentam a atividade dos neurônios orexígenos e anorexígenos são fatores determinantesna regulação da ingestão alimentar e no controle do peso corporal. Os hormônios leptina, insulina e opeptídeo YY são grandes potenciadores da atividade dos neurônios anorexígenos POMC/CART. Poroutro lado, a ação da grelina aumenta a atividade dos neurônios orexígenos NPY/AgRP. Estes hormônios sintetizados perifericamente atravessam a barreira-hemato-encefálica e se ligam aos seus receptores no núcleo arqueado hipotalâmico com o objetivo de regular a ingestão alimentar e controlar obalanço energético. Estes mecanismos revelam a complexidade do controle do balanço energético etodos os centros envolvidos na busca pela homeostase energética; The purpose of a literature review was to explain about the hormonal regulation and neural control of thefood intake and body weight. The ingestion of macronutrients, the energy cost of food and hormonesynthesis that increases the activity of the orexygenic and anorexygenic neurons are determinative factors in the regulation of the food intake and body weight. The leptin...

Efeitos agudos de diferentes intensidades de exercício sobre a ingestão alimentar pós-exercício; Acute effects of exercise intensity on pos-exercise food intake in young men

Lins, Tatiana Acioli; Neves, Pedro Rogério da Silva; Tenório, Thiago Ricardo dos Santos; Cruz, Aline Daniela; Santana, Carla Caroliny de Almeida; Prado, Wagner Luiz do
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola de Educação Física e Esporte Publicador: Universidade de São Paulo. Escola de Educação Física e Esporte
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/06/2011 Português
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O objetivo do presente estudo foi verificar os efeitos agudos de diferentes intensidades de exercício aerróbio (40 e 80% do VO2pico) sobre a ingestão alimentar pós-exercício. Participaram do estudo 18 adultos jovens, eutróficos (22,20 ± 1,72 kg/m²) e fisicamente ativos. Todos os sujeitos foram submetidos aleatoriamente a três condições experimentais: controle (sem exercício); EBI, exercício de baixa intensidade (40% doVO2pico) e EAI, exercício de alta intensidade (80% do VO2pico). As sessões de exercício foram isocalróricas (350 kcal). Após 120 minutos de recuperação passiva, os voluntários tinham livre acesso a um "buffet" variado de alimentos, a ingestão alimentar foi determinada atravéz da pesagem dos alimentos ingeridos. Os dados alimentares obtidos foram então tabulados e analisados por meio do "software" Nutwin 6.0 (UNIFESP, 2002), para estimativa do consumo energético total (kcal) e ingestão dos macronutrientes (carboidratos, proteínas e lipídeos) em gramas. Os resultados não demonstram nenhuma diferença na ingesto alimentar entre as condições experimentais analisadas. Dessa forma, podemos concluir que a ingestão alimentar pós-exercício não se mostrou dependente da intensidade do esforóo em curto prazo em indivíduos adultos jovens fisicamente ativos.; The aim of this study was to investigate the acute effects of different aerobic exercise intensities (40 and 80% do VO2peak) on post-exercise food intake. The sample was composed of eighteen healthy...

Composição corporal, gasto energético e ingestão alimentar em modelos brasileiras; Body composition, energy expenditure and food intake in brazilian fashion models

Rodrigues, Alexandra Magna; Universidade Federal de São Paulo, Departamento de Pediatria. São Paulo, SP.; Cintra, Isa de Pádua; Universidade Federal de São Paulo, Departamento de Pediatria. São Paulo, SP.; Santos, Luana Caroline dos; Universidade de
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC. Brasil Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC. Brasil
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; "Avaliado por Pares",; ; Avaliado por Pares; Correlacional Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 09/12/2008 Português
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http://dx.doi.org/10.5007/1980-0037.2009v11n1p1 O objetivo desse estudo foi comparar a composição corporal, taxa de metabolismo em repouso e ingestão alimentar entre adolescentes modelos e não modelos. Participaram do estudo 33 modelos e 33 não modelos, de 15 a 18 anos, pareadas por idade e IMC. A avaliação da composição corporal foi realizada por meio da técnica de pletismografia. A taxa de metabolismo em repouso (TMR) foi obtida pelo método da calorimetria indireta e a avaliação da ingestão alimentar foi realizada por meio de um registro alimentar de 3 dias alternados. Não houve diferença estatisticamente significante em relação aos valores médios de percentual de gordura corporal entre os grupos estudados (p>0,05). Entretanto, ao classificar as adolescentes quanto ao percentual de gordura corporal, observou-se que nenhuma modelo apresentou percentual de gordura corporal menor do que 15%, enquanto 15,2% das adolescentes não modelos apresentaram baixo percentual de gordura corporal (p<0,05). Os valores de TMR (kcal/d) foram semelhantes entre modelos (1367,22) e não modelos (1309,43) (p>0,05). Em relação à ingestão de energia, observou-se que a média de ingestão energética foi 1480,93kcal ± 582...