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A relação entre a IL-6 e a desnutrição proteico-calórica

Rodrigues, Rosária; Novo, André; Travassos, Francisco; Castro, Rui; Azevedo, José
Fonte: Sociedade Portuguesa de Nefrologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Nefrologia
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Português
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56.28%
A desnutrição proteico-calórica (DPC) associada a um estado inflamatório crónico é comum nos doentes IRC em HD. Parece existir uma associação da DPC com a produção de citocinas pró-inflamatórias, como a interleucina-6 (IL-6). Esta relação ainda não está totalmente esclarecida mas elevações da IL-6 podem ser responsáveis pela diminuição do apetite, perda de peso, hipoalbuminémia, aumento do catabolismo proteico, lipólise e resistência à insulina. Além disso, a IL-6 é um factor preditivo de mortalidade em doentes IRC. Objectivo: Estudar a relação entre os marcadores inflamatórios IL-6, proteína C reactiva e a DPC. Material e métodos: Foi efectuado um estudo de corte transversal para avaliar a desnutrição proteico-calórica através de BIA e de um estudo analítico de doentes em HD na nossa Clinica. Foram avaliados 100 doentes IRC em HD de alto-fluxo. Recolheram-se os seguintes dados: idade, sexo, história clínica, co-morbilidade no início da HD, BIA e valores analíticos (IL-6, albumina, proteína C reactiva, dose de diálise e colesterol total). Resultados: Foram considerados desnutridos homens com índice de massa celular (BCMI)<10,5 e mulheres com BCMI<7,5. A amostra foi dividida em doentes com menos ou mais de 65 anos (n=48; n=52 resp.). Verificamos que os doentes mais novos apresentam valores superiores de BCMI (11...

Dor e qualidade de vida relacionada à saúde de pacientes com câncer: influência das citocinas pró-inflamatórias TNF-α, IL-6, IL-8 e IL -1β; Pain and health-related quality of life in patients with cancer: influence of pro-inflammatory cytokines TNF-α, IL-6, IL-8 e IL-1β

Ferreira, Karine Azevêdo São Leão
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 13/02/2008 Português
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Objetivos: avaliar a associação entre dor oncológica crônica e as citocinas pró-inflamatórias interleucina-6 (IL-6), IL-8, IL-1β e TNF-α, e a interferência destas citocinas na relação entre dor, qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS) e desempenho funcional (DF). Método: 220 pacientes ambulatoriais com câncer, que não haviam recebido nenhum tratamento antineoplásico nos últimos 30 dias, foram avaliados pelo Inventário Breve de Dor, Questionário de Dor McGill (MPQ), Inventário de Depressão de Beck, Escala de Desempenho Funcional de Karnofsky e a escala de QVRS, EORTC-QLQ-c30. Os níveis plasmáticos das citocinas foram dosados através do teste imunoenzimático ELISA e comparados entre pacientes com dor leve (G1), moderada a intensa (G2) e sem dor (G3) usando a ANOVA ou o teste de Kruskal-Wallis seguido por análise de múltiplas comparações. Os pacientes do G1 e G2 apresentavam apenas dor oncólogica e estavam em uso de analgésicos. Os do G3 tinham câncer, mas não apresentaram dor ou fizeram uso de analgésicos nos últimos 14 dias. 23 voluntários saudáveis (G4) foram incluídos como controle. A ANCOVA foi utilizada para avaliar o efeito das citocinas na relação dor, QVRS e DF. A análise de Árvore de Classificação e Regressão (CART) avaliou a relação entre citocinas e níveis de dor...

Avaliação da expressão de hepcidina e produção de IL-6 por monócitos de indivíduos  idosos; Evaluation of hepcidin expression and IL-6 production by monocytes in elderly

Miranda, Julise Cunha
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 11/08/2009 Português
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Anemia em idosos está relacionada ao aumento da morbidade e mortalidade desta população. As causas das anemias em idosos podem ser divididas em três grupos: anemia das doenças crônicas (ADC), anemia por deficiência de nutrientes, na qual se inclui a anemia por deficiência de ferro (ADF) e anemias de causas não-identificadas. A hepcidina constitui uma importante ligação entre defesa primária, inflamação e metabolismo do ferro. A hepcidina é induzida, principalmente, pela interleucina-6 (IL-6), atua como regulador negativo da absorção de ferro e é mediadora da retenção de ferro por monócitos e macrófagos durante inflamação ou infecção. Estudos recentes têm demonstrado o papel da produção desse hormônio por monócitos na homeostase do ferro, num modelo autócrino e parácrino. O presente trabalho teve por objetivo geral correlacionar os níveis de IL-6 produzidos por monócitos em cultura e a expressão de hepcidina em monócitos de indivíduos com ADC, com inflamação sem anemia, ADF e com anemias não-identificadas e, por objetivos específicos, verificar a eficiência de parâmetros hematológicos clássicos em avaliar o status férrico de idosos; comparar os níveis de IL-6 produzidos por células monocíticas em cultura...

Célula muscular esquelética resistente à insulina apresenta resposta alterada à IL-6 no metabolismo de carboidrato, mas não no de lipídio.; Insulin-resistant skeletal muscle cell shows altered response to IL-6 on carbohydrate metabolism but not on lipid metabolism.

Guimarães, Daniella Esteves Duque
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 23/03/2012 Português
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56.28%
A interleucina-6 (IL-6) é uma citocina com dupla função na sensibilidade à insulina. O objetivo desse estudo foi investigar o efeito da IL-6 durante 1 e 24 horas no metabolismo de células musculares resistentes à insulina. Em células de indivíduos saudáveis, 1 hora de exposição à IL-6 aumentou a síntese de glicogênio e a captação de glicose além de pJAK2 e pSTAT3, mas não em células de diabéticos tipo 2. Diferentemente, a IL-6 aumentou a oxidação de ácido graxo em ambos os grupos. Por outro lado, em células musculares da linhagem L6, a IL-6, em 24 horas, reduziu a síntese de glicogênio e a captação de glicose em condições normais, mas não em células resistentes à insulina. Além de reduzir pJak2, pStat3 e pAkt. A IL-6 aumentou oxidação de ácido graxo e pACC em ambos os grupos. Sendo assim, células musculares resistentes à insulina apresentam uma resposta alterada ao efeito da IL-6. Nessas células, o efeito dessa citocina está abolido no metabolismo de carboidratos mas permanece efetivo no lipídico.; Interleukin-6 (IL-6) is a cytokine with a dual role in modulating insulin sensitivity. The aim of this study was to investigate the effect of IL-6 exposure for 1 hour and 24 hours on metabolism of insulin-resistant skeletal muscle cells. In muscle cells from healthy subjects...

Comparação entre os biomarcadores inflamatórios procalcitonina (PCT), interleucina-6 (IL-6) e proteína-C reativa (PCR) para diagnóstico infeccioso e evolução de febre em pacientes neutropênicos submetidos a transplante de células tron; Comparison between inflammatory biomarkers procaltinonin (PCT), interleukin-6 (IL-6) and C-reactive protein (CRP) for infection diagnosis and fever evolution in neutropenic patients, submitted to hematopoietic stem cell transplantation (HSCT)

Massaro, Karin Schmidt Rodrigues
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 25/06/2013 Português
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Introdução: No presente estudo foram avaliados biomarcadores na ocorrência de febre em pacientes neutropênicos após transplante de células tronco hematopoiéticas (TCTH). Objetivo: O objetivo principal foi avaliar os valores séricos de biomarcadores: proteína C reativa (PCR), procalcitonina (PCT) e IL-6 (interleucina-6) que possam identificar precocemente infecção em TCTH. Outro objetivo foi fatores de risco para óbito nessa população. Métodos: Os biomarcadores foram avaliados em um estudo prospectivo que incluiu 296 pacientes neutropênicos, submetidos a TCTH autólogo ou alogênico. Os biomarcadores PCT, PCR e IL-6 foram dosados nos seguintes momentos:dia da neutropenia constatada sem febre, evento febril ou hipotermia (T < 35ºC), 24 h após a febre ou hipotermia, 72 horas após a febre ou hipotermia e febre prolongada ou seja 48 horas após a coleta no momento anterior ou na persistência da febre, cinco dias após a coleta no momento anterior. Os dados clínicos e laboratoriais, foram avaliados até a evolução para alta ou o óbito, em uma planilha Excel® 2003 e foram processados pelos programas SPSS e STATA. Os pacientes foram classificados nos seguintes grupos (I- afebril; II- febre de origem indeterminada FOI e III- febre clinica ou microbiologicamente comprovada) em relação a cada marcador estudado (PCT...

Níveis plasmáticos de liqüoricos de interleucina-6 e fator de necrose tumora-alfa em recém nascidos a termo com encefalopatia hipóxico-isquêmica

Silveira, Rita de Cássia dos Santos
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Português
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56.27%
Objetivo: Avaliar os níveis plasmáticos e liqüóricos de IL-6 e TNF-α em recém- -nascidos a termo com Encefalopatia hipóxico-isquêmica (EHI), comparando-os com recém- -nascidos a termo sépticos sem meningite e sem EHI e com recém-nascidos controles. Método: Foi realizado um estudo de caso-controle com três grupos de recém-nas-cidos a termo: grupo I, 20 recém-nascidos controles com escore de Apgar ≥ 9 no primeiro e quinto minutos de vida; grupo II, 19 recém-nascidos sépticos, sem meningite, com escore de Apgar ≥ 9 no primeiro e quinto minutos de vida; grupo III, 19 recém-nascidos asfixiados ca-racterizados pelo escore de Apgar ≤ 4 e ≤ 6 no primeiro e quinto minutos de vida, respecti-vamente, pH umbilical < 7,20 e/ou lactato arterial umbilical > 3,0 mmol/L, e necessidade de ventilação com pressão positiva pelo menos durante 2 minutos após o nascimento. Foram coletadas amostras de sangue e de líqüor nas primeiras 48 horas de vida para determinação dos níveis de IL-6 e TNF-α pela técnica de enzimoimunoensaio, utilizando-se kits R & D Systems. Resultados: Os três grupos foram semelhantes quanto ao peso de nascimento, ida-de gestacional, classificação peso/ idade gestacional, tipo de parto e tempo médio da coleta de sangue e líqüor. As medianas dos níveis plasmáticos de IL-6 foram semelhantes entre sépticos e asfixiados e significativamente superiores aos controles (p < 0...

Efeito do exercício físico sobre a liberação de interleucina-1[beta], interleucina-6 e fator de necrose tumoral-[alfa] em homens portadores de doença pulmonar obstrutiva crônica

Chiesa, Daniela
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Português
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56.47%
A atividade física intensa pode induzir resposta inflamatória subclínica e aumento nos níveis plasmáticos de citocinas pró-inflamatórias. O objetivo deste estudo foi avaliar a relação entre a liberação de citocinas (IL-1β, IL-6, e TNF-α), o exercício físico agudo e o exercício regular em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Foram estudados 18 pacientes do sexo masculino com DPOC moderada a muito grave, divididos em dois grupos: 11 pacientes foram incluídos em programa de reabilitação pulmonar (RP) durante 8 semanas e 7 pacientes sem atividade física regular foram incluídos como grupo controle (C). Todos os pacientes realizaram espirometria, teste de exercício cardiopulmonar incremental máximo e teste de endurance em cicloergômetro com carga constante (60% da carga máxima do teste incremental) no início do projeto e após oito semanas. Foi coletado sangue venoso periférico para dosagem de citocinas, antes e 15 minutos após os testes de endurance (TE1 e TE2). IL-1β, IL-6, e TNF-α foram dosadas com kits ELISA específicos (Quantikine®, R&D Systems). Os pacientes submetidos à RP liberaram menos IL-1β que os controles após o treinamento (RP: TE1 0,96±0,66; TE2 -0,24±0,27 pg/ml; grupo C: TE1 -1...

Velocidade de crescimento e níveis de interleucina-6 na artrite idiopática juvenil; Growth velocity and interleukin-6 levels in juvenile idiopathic arthritis

Souza, Letícia da Silva
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Português
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66.4%
Objetivos: Avaliar associações da velocidade de crescimento com marcadores inflamatórios e dose cumulativa de glicorticóide em uma coorte de pacientes com Artrite Idiopática Juvenil acompanhados por 1 ano. Material e Métodos: Foram avaliados 79 pacientes com AIJ segundo critérios da ILAR. A atividade clínica da doença foi classificada por médicos reumatologistas pediátricos. Os dados antropométricos foram mensurados e classificados de acordo com as normas da Organização Mundial da Saúde. Foram utilizadas curvas de velocidade de crescimento segundo Tanner; considerou-se baixa velocidade de crescimento valores de escore Z ≤ -2. Concentrações séricas de IL-6 foram mensuradas por ELISA no período basal, e valores acima de 1 pg/ml foram considerados elevados. Resultados: Baixa velocidade de crescimento teve uma prevalência de 25,3% e esteve associada com atividade da doença no período do seguimento (p=0,085), valores elevados de IL-6 (interleucina-6) (p=0,003), velocidade de sedimentação globular (VSG) (p=0,022) e proteína C reativa (PCR) (p=0,001) e maior dosagem cumulativa de glicocorticóide (0=0,044). Na regressão linear múltipla tendo como variável dependente a velocidade de crescimento, observou-se que somente os níveis elevados de IL-6 foram independente e negativamente associados com a velocidade de crescimento (p=0...

Níveis séricos e no fluido peritoneal de leptina e interleucina-6 e expressão gênica e protéica da leptina e do seu receptor : isoforma longa no endométrio tópico e ectópico de mulheres com endometriose

Nacul, Andrea Prestes
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Português
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66.4%
A endometriose é caracterizada pela presença de tecido endometrial localizado fora da cavidade uterina como peritônio, ovários e septo reto-vaginal e sua prevalência gira em torno de 6% a 10%. Mulheres com endometriose podem ser assintomáticas ou apresentar queixas de dismenorréia, dispareunia, dor pélvica crônica e/ou infertilidade. Em relação à patogênese, a teoria da menstruação retrógrada é bem aceita, embora alterações na biologia molecular do endométrio pareçam ser fundamentais para o desenvolvimento dos implantes endometrióticos. Evidências indicam que a endometriose está associada com aumento das concentrações de citoquinas pró-inflamatórias, fatores de crescimento e de angiogênese no fluido peritoneal (FP). Entre as citoquinas, a leptina é uma proteína derivada do gene da obesidade (Ob) que, além de ações no balanço energético, ingestão alimentar e controle do peso corporal também apresenta atividades imunorregulatórias e angiogênicas. A interleucina-6 (IL-6) é uma glicoproteína secretada por diversos tipos de células, incluindo macrófagos peritoneais e células estromais endometriais. A IL-6 é um marcador da resposta inflamatória de fase aguda e tem diversas atividades biológicas como indução da expressão do fator de crescimento do endotélio vascular (VEGF)...

Níveis de interleucina-6 e fator de necrose tumoral-alfa no liquor de recém-nascidos a termo com encefalopatia hipóxico-isquêmica; Levels of interleukin-6 and tumor necrosis factor-alpha in the cerebrospinal fluid of full-term newborns with hypoxic-ischemic encephalopathy

Silveira, Rita de Cássia dos Santos; Procianoy, Renato Soibelmann
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Português
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56.27%
Objetivo: avaliar os níveis liquóricos de IL-6 e TNF-a em recém-nascidos a termo com encefalopatia hipóxico-isquêmica (EHI), comparando-os com os de recém-nascidos controles. Metodologia: estudo caso-controle realizado no período de julho de 1999 a outubro de 2001, incluindo dois grupos de recémnascidos a termo: controle, com 20 recém-nascidos sem sepse e/ou meningite e com escore de Apgar > 9 no primeiro e quinto minutos de vida; e casos, com 15 recém-nascidos asfixiados, caracterizados pelo escore de Apgar < 4 e < 6 no primeiro e quinto minutos de vida, respectivamente, pH umbilical < 7,20 e/ou lactato arterial umbilical > 3,0 mmol/l e necessidade de ventilação com pressão positiva pelo menos durante 2 minutos após o nascimento. Foram coletadas amostras de liquor nas primeiras 48 horas de vida, para determinação dos níveis de IL-6 e TNF-a pelo método de enzimoimunoensaio. Resultados: os grupos não diferiram quanto ao peso de nascimento, idade gestacional, classificação quanto ao peso e idade gestacional, tipo de parto e tempo médio de obtenção do liquor; seus exames foram obtidos em média com 17 horas de vida. Nos recémnascidos asfixiados, as medianas dos níveis liquóricos foram: 157,5 pg/ml para IL-6 e 14...

A influência do tempo de coleta sobre os níveis de interleucina-6 na sepse neonatal precoce; The role of sample collection timing on interleukin-6 levels in early-onset neonatal sepsis

Procianoy, Renato Soibelmann; Silveira, Rita de Cássia dos Santos
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Português
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56.28%
Objetivo: Avaliar os diferentes achados perinatais e o tempo da coleta da amostra em recém-nascidos com sepse neonatal precoce, comparando os recém-nascidos com nível baixo e alto de IL-6. Métodos: Oitenta e cinco recém-nascidos com sinais clínicos de sepse e/ou hemoculturas positivas tiveram plasma coletado na avalia- ção inicial da sepse neonatal precoce nas primeiras 96 horas de vida. Foram divididos em: a) acima (grupo de nível elevado) e b) igual ou abaixo (grupo de nível baixo) da mediana da IL-6 do grupo total. Resultados: A mediana da IL-6 para o grupo total foi de 89 pg/ml. Os grupos de nível elevado e de nível baixo foram constituídos por 42 e 43 recém-nascidos, respectivamente. Não houve diferença significativa entre ambos os grupos quanto a idade gestacional, peso de nascimento, proporção de parto cesariano, escores de Apgar, número de recém-nascidos cujas mães tiveram fator de risco para infecção, número de mães que receberam antibiótico intraparto e número de hemoculturas positivas. A mediana da IL-6 plasmática do grupo de nível elevado foi 287 pg/ml, e do grupo de nível baixo foi 46 pg/ml (p < 0,001). A mediana do tempo de coleta foi 17,5 horas de vida no grupo de nível elevado e 36 horas de vida no grupo de nível baixo (p < 0...

Expressão dos fatores LIF (Fator Inibitório de Leucemia), IL-6 (Interleucina-6), STAT-3 (Ativador de Transcrição-3) e telomerase em coriocarcinomas; Expression of LIF (Leukemia Inhibitory Factor), IL-6 (Interleukin-6), STAT-3 (Activator of Transcription-3) and telomerase in choriocarcinomas

Luciana Pietro
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 11/12/2013 Português
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56.28%
A invasão do endométrio pelo trofoblasto extraviloso é fundamental no desenvolvimento do feto e da placenta, processo este controlado por fatores ligados à atividade imunológica e hormonal que, quando alterada, pode resultar em interrupção da gestação e/ou geração das chamadas doenças trofoblásticas gestacionais. Em algumas situações, pode haver evolução para o coriocarcinoma, neoplasia maligna do trofoblasto, em que há evidências da atuação das moléculas ligadas ao processo de fusão celular e inflamação. Porém, os estudos neste tema são incipientes e inconclusivos. Considerando essas informações, o objetivo deste trabalho é estudar de forma comparativa a expressão das citocinas LIF, IL-6 e do ativador de transcrição STAT-3, além da telomerase, em material de aborto, de placenta normal a termo e de coriocarcinoma. Métodos: a expressão destas moléculas foi avaliada pelos métodos: imunoistoquímica (IHQ), imunofluorescência (IF), Western Blotting (WB) e Real-Time PCR (RT-PCR), em amostras de material de aborto, placenta normal a termo e coriocarcinoma (N=12 cada um). Os ensaios de WB e Real-Time PCR empregaram material a fresco de placenta normal a termo e seu cultivo celular e cultura da linhagem BeWo. Resultados: no material de aborto...

Acurácia diagnóstica do leucograma, proteína C-reativa, interleucina-6 e fator de necrose tumoral-alfa na sepse neonatal tardia

Caldas,Jamil P. S.; Marba,Sérgio T. M.; Blotta,Maria H. S. L.; Calil,Roseli; Morais,Sirlei S.; Oliveira,Rômulo T. D.
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 Português
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66.38%
OBJETIVO: Avaliar o valor do leucograma, proteína C-reativa (PCR), interleucina-6 (IL-6) e do fator de necrose tumoral-alfa (TNF-α), isoladamente e em conjunto, na detecção da sepse neonatal tardia. MÉTODOS: Estudo de validação diagnóstica. A PCR, IL-6 e TNF-α foram dosados por quimioluminescência à suspeita clínica, 24 e 48 horas depois, e o leucograma unicamente à suspeita. De acordo com evolução clínica e resultados de culturas, três grupos foram definidos: sepse comprovada (SC), sepse provável (SP) e não infectados (NI). Os testes estatísticos utilizados foram os de Wilcoxon, qui-quadrado e análise de variância de Friedman e os limites de corte foram obtidos pela construção da curva ROC. RESULTADOS: Estudaram-se 82 crianças, sendo 42 no grupo SC, 16 no SP e 24 NI. Nos três momentos, as medianas da PCR e da IL-6 mostraram-se significativamente mais elevadas nos grupos SC e SP, e as do TNF-α alteraram-se apenas no grupo SC. Os índices diagnósticos da PCR foram elevados nos três momentos e com acurácia superior a do leucograma e semelhante a da IL-6 e a do TNF-α em suas primeiras medidas. Entre as citocinas, não houve diferença estatística entre elas, nem em relação ao leucograma. A associação dos testes não aumentou a capacidade diagnóstica...

Níveis séricos de interleucina-6 (IL-6), interleucina-18 (IL-18) e proteína C reativa (PCR) na síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do ST em pacientes com diabete tipo 2

Souza,José Roberto Matos; Oliveira,Romulo Tadeu; Blotta,Maria Heloisa S. L.; Coelho,Otávio Rizzi
Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC Publicador: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2008 Português
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66.55%
FUNDAMENTO: A aterosclerose é uma doença inflamatória e níveis séricos de marcadores inflamatórios, como a interleucina 6 (IL-6), interleucina-18 (IL-18) e proteína C reativa (PCR), são utilizados para avaliação de pacientes em quadros de coronariopatia. No paciente com diabete do tipo 2, a aterosclerose está relacionada a um maior número de eventos como infarto e morte, quando comparado aos pacientes sem diabete. OBJETIVO: Avaliar a resposta inflamatória nos pacientes com diabete e eventos agudos de instabilidade coronariana. MÉTODOS: Selecionamos primariamente dois grupos de pacientes. O primeiro grupo foi composto por pacientes ambulatoriais diabéticos com angina estável (D-SCC) e presença de coronariopatia ao estudo coronariográfico (n = 36). O segundo grupo foi composto por pacientes diabéticos atendidos no pronto-socorro com quadro de síndrome coronariana aguda (D-SCA) sem supradesnivelamento do ST (n = 38). Como controle, foram utilizados pacientes sem diabete com SCA (n = 22) e SCC (n = 16). As concentrações séricas de PCR, IL-6 e IL-18 foram determinadas pelas técnicas de nefelometria (PCR) e ELISA (IL-6 e IL-18). RESULTADOS: Níveis mais elevados de IL-6 foram observados em pacientes com ou sem diabete e SCA em relação ao grupo com SCC. Por sua vez...

Avaliação dos níveis séricos de interleucina-6 e interleucina-10 nos pacientes submetidos à colecistectomia laparoscópica versus convencional

Silveira,Fábio Porto; Nicoluzzi,João Eduardo; Saucedo Júnior,Nestor Saucedo; Silveira,Fábio; Nicollelli,Guilherme Matiolli; Maranhão,Bruno Souza De Albuquerque
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2012 Português
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66.54%
OBJETIVO: Correlacionar a dosagem sérica pré-operatória e pós-operatória de interleucina-6 (IL-6) e interleucina-10 (IL-10) entre pacientes submetidos à colecistectomia laparotômica versus videolaparoscópica. MÉTODOS: De um total de 20 pacientes, 18 foram incluídos no estudo, sendo nove submetidos à colecistectomia laparoscópica e os outros nove utilizando a técnica laparotômica. As concentrações séricas de IL-6 e IL-10 foram dosadas em ambos os grupos. As amostras de sangue foram obtidas nos tempos de 24 horas no pré-operatório, quatro, 12 e 24 horas após o procedimento. Os grupos foram comparados em relação à idade, sexo, índice de massa corpórea (IMC), tempo de anestesia e de operação. RESULTADOS: Não houve diferenças significativamente estatísticas entre os grupos relacionadas à idade, sexo, IMC, tempo de anestesia e de operação. A comparação entre a colecistectomia laparotômica e laparoscópica demonstrou diferenças estatísticas nos níveis de IL-6 no tempo 12 horas após operação (218,64pg/ml laparotômica versus 67,71pg/ml laparoscópica, p=0,0003) e IL-10 no tempo de 24 horas após o procedimento (24,46pg/ml aberta versus 10,17pg/ml laparoscópica, p <0,001). CONCLUSÃO: Houve aumento das dosagens de interleucinas-6 e 10 após o trauma cirúrgico. Ocorreu aumento significativo dos níveis das interleucinas analisadas no grupo laparotômico em comparação com o grupo laparoscópico.

Interleucina 6 e proteína c reativa no diagnóstico de sepse tardia no recém-nascido

Ceccon,Maria Esther J. R.; Vaz,Flávio A.C.; Diniz,Edna M. A.; Okay,Thelma S.
Fonte: Associação Médica Brasileira Publicador: Associação Médica Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2006 Português
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66.38%
OBJETIVO: Verificar a acurácia da interleucina 6 (IL-6) e da proteína C reativa (PCR) para o diagnóstico de sepse tardia no recém-nascido (RN). MÉTODOS: Trata-se de estudo de coorte prospectivo com 43 RNs internados com suspeita de sepse tardia na UTIN. Foram dosados no dia da suspeita diagnóstica (dia 0) e nos dias 1, 3 e 7 de evolução os níveis séricos da IL-6 e da PCR e calculado o melhor valor de coorte para o diagnóstico de sepse. Também foram calculados os índices de sensibilidade (S), especificidade (E), valor preditivo positivo e negativo (VPP, VPN) para cada um dos testes, assim como para a combinação entre eles. RESULTADOS: Os níveis séricos da IL-6 e da PCR estiveram acima do ponto de coorte nos RN com sepse e com sepse presumível com diferenças significantes entre ambos os grupos, nos quais a única diferença foi hemocultura positiva no primeiro. Foi possível afastar esse diagnóstico em seis RNs. Para o diagnóstico de sepse, a IL-6 obteve os melhores índices no dia da suspeita diagnóstica, dia 0 (S: 88,9%, E: 80%, VPP: 76,2%, VPN: 90,9%), seguida da proteína C reativa (S: 94%, E: 78,3%, VPP: 77,3%, VPN: 94,7%) 24 horas após. A combinação dos dois (IL 6/PCR) mostrou-se mais adequada para o diagnóstico precoce no dia 0 e até 24 horas de evolução com S e VPN de 100%. CONCLUSÃO: A combinação de IL6/PCR apresentou acurácia para o diagnóstico de sepse. A evolução destes testes ao longo dos dias refletiu a evolução clínica dos RN.

La Interleucina-6 secretada per les cèl·lules de Kupffer és la responsable de la iniciació del procés de regeneració hepàtica post-hepatectomia parcial en un model animal experimental

Aldeguer i Manté, Xavier
Fonte: Bellaterra : Universitat Autònoma de Barcelona, Publicador: Bellaterra : Universitat Autònoma de Barcelona,
Tipo: Tesis i dissertacions electròniques; info:eu-repo/semantics/doctoralThesis Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em //2005 Português
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Consultable des del TDX; Títol obtingut de la portada digitalitzada; Es requereix la Interleucina 6 (IL-6) per a la regeneració normal del fetge però la font específica d'aquest factor de creixement roman desconeguda. En aquest estudi s'ha investigat si el senyal s'origina del macròfag resident al fetge, la cèl.lula de Kupffer. Per a dur a terme aquesta recerca, s'ha utilitzat un model animal de trasplantament de moll d'os en ratolins. Específicament, s'han remplaçat les cèl.lules derivades del moll d'os del receptor que inclouen, per tant, les cèl.lules de Kupffer, per les del donant amb les seves corresponents característiques genotípiques. Els receptors, en aquest cas, eren ratolins deficients genèticament en la seva capacitat de producció d'IL-6, ratolins knockout IL-6 (KO IL-6), i dels que havia quedat abastament demostrat a la literatura que eren incapaços de tenir una regeneració hepàtica normal. Aquests ratolins s'irradiaven amb una dosi coneguda letal de 1000 RADs i se'ls rescatava amb el trasplantament del moll d'os de ratolins de la mateixa soca però genèticament normals (IL-6 +/+), és a dir amb capacitat de producció d'IL-6. D'aquesta manera, es pretén la creació d'un animal quimera, en el que l'única font d'IL-6 provingués de les seves cèl.lules derivades del moll d'os. Es trasplantaven un total de 107 cèl.lules. Inversament...

Función de la concentración sérica de interleucina 6 y proteína C-reactiva para diferenciar la etiología de la septicemia neonatal

Celik,Istemi H.; Demirel,Gamze; Uras,Nurdan; Oguz,erife S.; Erdeve,Omer; Dilmen,Ugur
Fonte: Archivos argentinos de pediatría Publicador: Archivos argentinos de pediatría
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2015 Português
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Introducción. En la práctica clínica, hemos observado una concentración elevada de interleucina 6 (IL-6) en los casos de septicemia por gramnegativos. Objetivo. Investigar la relación entre las concentraciones de IL-6 y proteína C-reactiva (PCR) y la determinación temprana de la septicemia neonatal por gramnegativos o grampositivos. Población y métodos. Se compararon el recuento de leucocitos y las concentraciones de IL-6 y PCR entre los distintos grupos. Resultados. Los grupos de infección por gramnegativos, infección por grampositivos y micosis estaban formados por 73, 82 y 15 pacientes, respectivamente. Los valores de corte ideales de IL-6 entre el grupo de infección por gramnegativos y el de infección por grampositivos y el de micosis eran 202 pg/ml y 57 pg/ml, respectivamente. En el grupo de micosis se observaron concentraciones de PCR más altas que en los grupos de infección por gramnegativos e infección por grampositivos. Conclusiones. Hasta donde sabemos, este es el estudio de mayor envergadura notificado con el objetivo de determinar los valores de corte de IL-6 para diferenciar la etiología de la septicemia neonatal. Los microorganismos gramnegativos provocaron una producción de IL-6 diez veces mayor. La evaluación de IL-6 y PCR resulta útil para diagnosticar...

Valor pronóstico y discriminatorio de la interleucina-6 y la proteína C-reactiva en la meningitis

Noda Albelo,Amauri; Araña Rosains,Manuel; Vidal Tallet,Arturo; Casal Menéndez,Xiomara
Fonte: Revista Cubana de Pediatría Publicador: Revista Cubana de Pediatría
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 Português
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INTRODUCCIÓN. La meningitis se caracteriza por una marcada respuesta inflamatoria en el espacio subaracnoideo, que se acompaña de la producción intratecal de múltiples mediadores entre los que se hallan citocinas como el factor de necrosis tumoral alfa, la interleucina-1-beta y la interleucina-6. El objetivo del presente estudio fue estimar la concentración de interleucina-6 (IL-6) y proteína C-reactiva en el líquido cefalorraquídeo y el suero de pacientes con meningitis; determinar la posible relación entre estas concentraciones y la etiología de la meningitis; y precisar si existe asociación entre estas variables y la estadía hospitalaria. MÉTODOS. Se seleccionó una muestra de 18 pacientes con meningitis: 6 pacientes con diagnóstico de meningitis de etiología bacteriana y 12 pacientes con diagnóstico de meningitis aséptica. A ambos grupos se les realizó cuantificación de IL-6 y proteína C-reactiva en el líquido cefalorraquídeo (LCR) y el suero, además, citología y proteínas en LCR. RESULTADOS. Las concentraciones de IL-6 en el líquido cefalorraquídeo en la meningitis bacteriana resultaron superiores a las del suero de estos pacientes y a las del LCR y suero de pacientes con meningitis aséptica. La proteína C-reactiva alcanzó cifras superiores en el suero de la meningitis bacteriana. La concentración de IL-6 en líquido se correlacionó directamente con la estadía hospitalaria. CONCLUSIONES. La concentración de IL-6 en el líquido cefalorraquídeo y de la proteína C-reactiva en el suero puede contribuir a la precisión del diagnóstico diferencial entre meningitis aséptica y bacteriana. La concentración de IL-6 en el LCR permite valorar la envergadura del proceso inflamatorio que tiene lugar en el sistema nervioso central en la meningitis. La concentración de IL-6 selectivamente elevada en el LCR es un marcador de la compartimentalización de la respuesta inflamatoria y un potencial indicador del daño en el sistema nervioso central en la meningitis bacteriana.

Eficacia de la cuantificación de interleucina- 6 en el líquido cefalorraquídeo para el diagnóstico de meningitis bacteriana neonatal

Ortiz- Ibarra,Federico Javier; Reyna- Figueroa,Jesús; Aldana- Cuevas,Rodrigo Efrén; Lara- Sánchez,Jacqueline
Fonte: Instituto Nacional de Salud, Hospital Infantil de México Federico Gómez Publicador: Instituto Nacional de Salud, Hospital Infantil de México Federico Gómez
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2005 Português
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Introducción. Una gran variedad de citocinas se producen en el sistema nervioso central como respuesta a infección microbiana, elevándose de manera consistente para ser consideradas indicadores de infección, por lo que bien podría servir para el diagnóstico de meningitis neonatal. Objetivo: conocer las concentraciones de interleucina- 6 (IL- 6) en líquido cefalorraquídeo (LCR) del recién nacido (RN) con meningitis bacteriana y determinar la eficacia de la prueba en el diagnóstico de meningitis. Material y métodos. Este estudio se realizó de manera prospectiva de diciembre de 2002 a julio de 2003, en el que se midieron las concentraciones de IL- 6 en el LCR de 58 RN con sospecha de sepsis a los que se les realizó punción lumbar para la obtención y análisis del LCR. Resultados. Catorce de los 58 RN cursaron con meningitis bacteriana. La media de la concentración de IL- 6 en el grupo de no expuestos fue de 15.4 pg/mL, mientras que en el grupo expuesto fue de 9 994 pg/mL (P <0.05). Los resultados de sensibilidad (92%), especificidad (100%), valor predictivo positivo y área bajo la curva ROC, muestran una concentración de IL- 6 igual o mayor de 50 pg/mL en el LCR como positivo para diagnóstico de meningitis neonatal. Conclusiones. La determinación de la concentración de IL- 6 en LCR puede ser herramienta útil en el diagnóstico de meningitis...