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Controle da broca da cana-de-açúcar Diatraea saccharalis (Fabricius, 1794) (Lepidoptera: Crambidae) através de isca tóxica; Control of sugar cane borer Diatraea saccharalis (Fabricius, 1794) (Lepidoptera: Crambidae) with toxic baits

Erler, Greice
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 18/10/2010 Português
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O objetivo desse trabalho foi estudar atrativos adicionados a inseticidas e usados na forma de isca tóxica no controle dos adultos de Diatraea saccharalis (Fabricius, 1794) (Lepidoptera: Crambidae) determinando as doses adequadas e distâncias de aplicação dessas iscas. Em laboratório, foram testadas diversas iscas, incluindo seletividade, idade e concentração das mesmas, escolha do inseticida e sua melhor dose, determinação da distância dentro da área de aplicação, efeito residual e atratividade a alguns inimigos naturais. A D. saccharalis foi mantida em condições controladas de temperatura (25+1ºC), umidade relativa (60+10%) e fotofase (14 horas). Foi avaliada a sua mortalidade 24 e 48 hs após a exposição às iscas. A seleção e concentração do atrativo e o inseticida foi feita através dos resultados que apresentaram eficiência superior a 80%. Dentre as diferentes concentrações de atrativos e de inseticidas foram obtidas às ideais para cada isca, que foram: ácido acético (2,5%); ácido acético + 3-metil-1-butanol (1,25%); calda de açúcar (20%) e açúcar (2,5%) adicionados ao cloridrato de cartape (2,0; 2,0; 1,5 e 2,0 g i.a. L-1 calda), respectivamente. Em relação ao raio de atratividade, verificou-se que a isca não atrai o adulto a longas distâncias sendo o raio de 50cm...

Attractiveness of copperleaf-based bait to leaf-cutting ants

Nagamoto, Nilson Satoru; Barbieri, Rafael Forti; Forti, Luiz Carlos; Cardoso, Sandra Regina de Sousa; Moreira, Sinara Maria; Lopes, Juliane Floriano Santos
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) Publicador: Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 931-934
Português
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36.73%
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); Processo FAPESP: 05/04587-0; Processo FAPESP: 05/04586-3; Folhas de acalifa (Acalypha spp.) são de grande aceitação pelas formigas cortadeiras e, por isso, utilizadas na manutenção de colônias em laboratório. Baseado nesses fatos, procedeu-se a uma avaliação da atratividade de isca granulada feita com folhas de Acalypha wilkesiana, usando a formiga cortadeira Atta sexdens rubropilosa como modelo, com o objetivo de determinar o seu potencial atrativo frente ao citros, atualmente utilizado na formulação comercial de iscas formicidas. Foram formuladas artesanalmente iscas atóxicas, contendo pó (90% p/p) de polpa cítrica ou de A. wilkesiana. As iscas foram colocadas simultaneamente em uma arena de forrageamento até o carregamento total de uma delas. Os resultados mostram que a isca de acalifa é menos atrativa que a de citros, o que inviabiliza a substituição.; Leaves of copperleaf (Acalypha spp.) are greatly accepted by leaf-cutting ants and therefore used to maintain colonies in the laboratory. In order to determine the attractive potential of granulated bait of Acalypha wilkesiana leaves versus citrus pulp...

Ação tóxica de ingredientes ativos em Atta sexdens rubropilosa Forel, 1908 (Hymenoptera: Formicidae) visando seu emprego em iscas formicidas

Silva, Marcílio de Souza
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Tese de Doutorado Formato: xii, 86 f. : il. color., grafs., tabs
Português
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26.59%
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Pós-graduação em Agronomia (Proteção de Plantas) - FCA; As formigas-cortadeiras são insetos sociais de grande importância agrícola devido ao seu ataque danoso aos diversos sistemas produtivos. Pertencem à tribo Attini e cultivam um fungo simbionte utilizado como alimento, a qual é considerada uma grande comunidade microbiana. Entretanto, estudos sobre o efeito da aplicação de ingredientes ativos em operárias isoladas e colônias de A. sexdens rubropilosa têm sido frequentes, mas não tem apresentado resultados satisfatórios para serem empregados no controle destes insetos. Sendo assim, o trabalho teve como objetivos: (1) avaliar o efeito de ingredientes ativos de formicidas comerciais sobre a micota de A. sexdens rubropilosa; (2) avaliar a toxicidade tópica de novos ingredientes ativos em operárias de A. sexdens rubropilosa; (3) avaliar a mortalidade de operárias de A. sexdens rubropilosa após o processo de fotólise de diafentiuron; (4) avaliar o efeito de diafentiuron adicionado em isca granulada após o processo de fotólise em colônias de A. sexdens rubropilosa. Foram utilizadas colônias de laboratório submetidas aos diferentes experimentos com aplicação de ingredientes ativos. Desta forma...

Isca tóxica e disrupção sexual no controle da mosca-da-fruta sul-americana e da mariposa-oriental em pessegueiro

Härter,Wagner da Roza; Grützmacher,Anderson Dionei; Nava,Dori Edson; Gonçalves,Rafael da Silva; Botton,Marcos
Fonte: Embrapa Informação Tecnológica; Pesquisa Agropecuária Brasileira Publicador: Embrapa Informação Tecnológica; Pesquisa Agropecuária Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2010 Português
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47.26%
O objetivo deste trabalho foi avaliar o emprego simultâneo de isca tóxica e da técnica de disrupção sexual, com uso de feromônio sexual, para o controle de Anastrepha fraterculus e Grapholita molesta, em pomar comercial de pessegueiro. Foram utilizados três pomares de 0,5 ha, com os seguintes tratamentos: pomar 1, manejo com isca tóxica (Biofruit 3% + Malathion 500 CE a 200 mL por 100 L), aplicada nas plantas da borda do pomar quando o nível de controle era atingido, e uso da disrupção sexual por meio da aplicação de feromônio (Splat Grafo) em 1.000 pontos por ha; pomar 2, manejo convencional, constituído por pulverizações com inseticidas de contato e ingestão de 2 a 3 vezes ao ano; pomar 3, testemunha, sem controle. A população de adultos das duas espécies e o dano em ponteiros e frutos foram monitorados nas safras 2007/2008 e 2008/2009. O uso simultâneo da isca tóxica e da técnica de disrupção sexual reduziu em mais de 90% a captura de adultos de A. fraterculus e G. molesta. Nas duas safras, os danos reduziram de 62-85% em ponteiros, e de 98-99% nos frutos, em comparação à testemunha sem controle.

Controle químico de Anastrepha fraterculus (Wied.) (Diptera: Tephritidae) em laboratório

Scoz,Priscila Lang; Botton,Marcos; Garcia,Mauro Silveira
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2004 Português
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26.33%
O efeito de quatro novos grupos químicos de inseticidas incluindo avermectina (benzoato de emamectina), éter piretróide (etofemprox), neoniconitnóide (imidacloprid, thiacloprid e thiamethoxan) e naturalyte (spinosad) foram avaliados em laboratório (25 ± 3ºC, umidade relativa de 70 ± 10% e fotofase de 12 horas), visando ao controle de adultos e ovos/larvas de Anastrepha fraterculus comparando-os com os fosforados fenthion e thrichlorphon. O benzoato de emamectina não foi eficiente no controle de adultos de A. fraterculus via contato e ingestão. O etofenprox, imidacloprid, spinosad e thiamethoxan foram eficientes no controle de adultos de A. fraterculus via contato e ingestão, proporcionando maior mortalidade via ingestão. Os novos inseticidas não provocaram mortalidade significativa de ovos/larvas de A. fraterculus localizados no interior de maçãs, enquanto que os fosforados fenthion e thrichlorphon resultaram em 100% de mortalidade das fases imaturas e adultos. Os novos inseticidas apresentam potencial para uso nas iscas tóxicas, substituindo os fosforados para o controle de adultos.

Isca tóxica e disrupção sexual no controle da mosca-da-fruta sul-americana e da mariposa-oriental em pessegueiro.

HARTER, W. da R.; GRUTZMACHER, A. D.; NAVA, D. E.; GONÇALVES, R. da S.; BOTTON, M.
Fonte: Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, v.45, n.3, p.229-235, mar. 2010 Publicador: Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, v.45, n.3, p.229-235, mar. 2010
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Português
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Resumo ? O objetivo deste trabalho foi avaliar o emprego simultâneo de isca tóxica e da técnica de disrupção sexual, com uso de feromônio sexual, para o controle de Anastrepha fraterculus e Grapholita molesta, em pomar comercial de pessegueiro. Foram utilizados três pomares de 0,5 ha, com os seguintes tratamentos: pomar 1, manejo com isca tóxica (Biofruit 3% + Malathion 500 CE a 200 mL por 100 L), aplicada nas plantas da borda do pomar quando o nível de controle era atingido, e uso da disrupção sexual por meio da aplicação de feromônio (Splat Grafo) em 1.000 pontos por ha; pomar 2, manejo convencional, constituído por pulverizações com inseticidas de contato e ingestão de 2 a 3 vezes ao ano; pomar 3, testemunha, sem controle. A população de adultos das duas espécies e o dano em ponteiros e frutos foram monitorados nas safras 2007/2008 e 2008/2009. O uso simultâneo da isca tóxica e da técnica de disrupção sexual reduziu em mais de 90% a captura de adultos de A. fraterculus e G. molesta. Nas duas safras, os danos reduziram de 62?85% em ponteiros, e de 98?99% nos frutos, em comparação à testemunha sem controle.; 2010

Tecnologias para o manejo da mosca-das-frutas [Anastrepha fraterculus Wied. 1830 (Diptera: Tephritidae)] e Grapholita [Grapholita molesta Busck 1916 (Lepidoptera: Tortricidae)] em pessegueiro.

HÄRTER, W. da R.
Fonte: 2009. Publicador: 2009.
Tipo: Teses/dissertações (ALICE) Formato: 72 p.
Português
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O pessegueiro tem como pragas-chave a mosca-das-frutas sul-americana Anastrepha fraterculus (Wied.) e a mariposa-oriental Grapholita molesta (Busck.). Para o controle destas espécies, iscas-tóxicas e feromônios sexuais foram avaliados visando substituir as pulverizações com inseticidas fosforados na cultura. No primeiro experimento, o efeito dos inseticidas (acetamiprido - Mospilan, 30g/100L, espinosade - Tracer 480 SC, 20 mL/100L e malationa - Malathion 500 CE, 200 mL/100L), associados aos atrativos alimentares melaço de cana (7%) e proteína hidrolisada (Biofruit®, 3%) e a isca comercial Success® (1:1,5) foram avaliados para o controle de A. fraterculus em laboratório. As iscas tóxicas contendo malationa, espinosade e o produto comercial Success foram igualmente eficientes no controle de A. fraterculus. A isca-tóxica à base de malationa causou 100% de mortalidade as 24 horas igualando-se quando comparado com as 72 horas do inseticida espinosade. Acetamiprido não proporcionou mortalidade significativa por ingestão e os atrativos melaço e proteína hidrolisada foram equivalentes entre si. Em plantas de pessegueiro, foi observado que o residual das iscas contendo proteína hidrolisada (3%) apresentaram a mesma eficiência que o melaço (7%)...

Biologia de Ceratitis capitata (Wiedemann, 1824) (Diptera: Tephritidae) em frutos de caquizeiro, macieira e videira e efeito de iscas tóxicas para o seu controle e sobre o parasitoide Diachasmimorpha longicaudata (Ashmead, 1905) (Hymenoptera: Braconidae) em laboratório.

ZANARDI, O. Z.
Fonte: 2011. Publicador: 2011.
Tipo: Teses/dissertações (ALICE) Formato: 77 f.
Português
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A mosca-do-mediterrâneo Ceratitis capitata (Wiedemann, 1824) (Diptera: Tephritidae) é uma das pragas de maior importância da fruticultura. Neste trabalho foi estudada a biologia de C. capitata em frutos de caquizeiro, macieira e videira e avaliado o efeito de iscas tóxicas no controle da espécie e sobre o parasitoide D. longicaudata em laboratório. No experimento de biologia foi observado que a maior duração do estágio larval ocorreu em maçã ?Gala? (21,07 dias), seguido por uva ?Itália? (18,20 dias) e caqui ?Fuyu? (16,97 dias). Larvas que alimentaram-se de caqui apresentaram maior peso médio de pupa em comparação com uva e maçã. A maior viabilidade pupal foi observada em insetos que utilizaram uva (82,30%) e caqui (80,76%) como hospedeiro, diferindo de maçã (70,78%). A maior duração do período ovo-adulto foi observada em maçã (35,14 dias), seguido por uva (32,55 dias) e caqui (29,36 dias). O período de pré-oviposição foi de 10,43 e 11,74 dias para fêmeas provenientes de uva e maçã, respectivamente, enquanto que em caqui este período foi de apenas 4,90 dias. A maior fecundidade média diária e total foi observada em fêmeas provenientes de frutos de caqui (11,52 e 363,87 ovos/fêmea), diferindo de uva (8...

Atividade de forrageamento de Linepithema micans (Hymenoptera: Formicidae) em videira.

FERRARI, L.; NONDILLO, A.; BUENO, O. C.; BOTTON, M.
Fonte: In: ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 9.; ENCONTRO DE PÓS-GRADUANDOS DA EMBRAPA UVA E VINHO, 5., 2011, Bento Gonçalves. Resumos... Bento Gonçalves: Embrapa Uva e Vinho, 2011. Publicador: In: ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 9.; ENCONTRO DE PÓS-GRADUANDOS DA EMBRAPA UVA E VINHO, 5., 2011, Bento Gonçalves. Resumos... Bento Gonçalves: Embrapa Uva e Vinho, 2011.
Tipo: Resumo em anais de congresso (ALICE) Formato: p. 38.
Português
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Neste trabalho, foi estudado a preferência alimentar (tipo de alimento) e os períodos de atividade de forrageamento de L.micans durante o dia em diferentes épocas do ano.; 2011; Resumo.

Avaliação de inseticidas e iscas tóxicas para o controle de Linepithema micans na cultura da videira.

LERIN, S.; NONDILLO, A.; BUENO, O. C.; BOTTON, M.
Fonte: In: ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 9.; ENCONTRO DE PÓS-GRADUANDOS DA EMBRAPA UVA E VINHO, 5., 2011, Bento Gonçalves. Resumos... Bento Gonçalves: Embrapa Uva e Vinho, 2011. Publicador: In: ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 9.; ENCONTRO DE PÓS-GRADUANDOS DA EMBRAPA UVA E VINHO, 5., 2011, Bento Gonçalves. Resumos... Bento Gonçalves: Embrapa Uva e Vinho, 2011.
Tipo: Resumo em anais de congresso (ALICE) Formato: p. 39.
Português
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O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de inseticidas e formulações de iscas tóxicas visando ao controle de L. micans.; 2011; Resumo.

Sistema de alerta.

NAVA, D. E.; MELO, M.; UENO, B.
Fonte: Cultivar Hortaliças e Frutas, Pelotas, v. 10, n. 71, p. 26-28, dez. 2011/jan. 2012. Publicador: Cultivar Hortaliças e Frutas, Pelotas, v. 10, n. 71, p. 26-28, dez. 2011/jan. 2012.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Português
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Diante da diminuição no número de inseticidas disponíveis para o controle de pragas em pêssego cresce a preocupação com o ataque de insetos como a mosca-das-frutas. Pesquisadores e produtores do sul do Rio Grande do Sul têm apostado no monitoramento e em mecanismos para prever a ocorrência da praga, na busca por alternativas mais eficientes de manejo.; 2011

Acesso livre.

ZART, M.; FERNANDES, O. A.; BOTTON, M.
Fonte: Cultivar Hortaliças e Frutas, Pelotas, v. 8, n. 57, p. 12-15, ago. 2009. Publicador: Cultivar Hortaliças e Frutas, Pelotas, v. 8, n. 57, p. 12-15, ago. 2009.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Português
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Pesquisadores apontam Anastrepha fraterculus, a mosca-das-frutas, como importante praga ddifusora de doenças nos parreiras. Os danos são causados pelas fêmeas, que perfuram o fruto para realizar a postura, e pelas larvas, que se alimentam da polpa e abrem caminho para a entrada de outros microorganismos causadores de podridões. Uma das alternativas para conter a praga é o emprego de isca tóxica, formulada com proteína hidrolisada e adição de inseticida fosforado registrado para a cultura.; 2009

Avaliação de iscas tóxicas para controle de mosca-das-frutas (Anastrepha fraterculus) em pomar comercial de amora e framboesa.

SEBBEN, V. H.; SANTOS, R. S. S. dos
Fonte: In: ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 10.; ENCONTRO DE PÓS-GRADUANDOS DA EMBRAPA UVA E VINHO, 6., 2012, Bento Gonçalves. Resumos... Bento Gonçalves: Embrapa Uva e Vinho, 2012. Publicador: In: ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 10.; ENCONTRO DE PÓS-GRADUANDOS DA EMBRAPA UVA E VINHO, 6., 2012, Bento Gonçalves. Resumos... Bento Gonçalves: Embrapa Uva e Vinho, 2012.
Tipo: Resumo em anais de congresso (ALICE) Formato: p. 22.
Português
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2012; Resumo.

Iscas tóxicas usadas para o controle de mosca-das-frutas atraem o polinizador Apis mellifera?

ROSA, J. M. da; ARIOLI, C. J.; BOTTON, M.; GRUTZMACHER, A. D.; PADILHA, A. C.; SILVA, C. P. da
Fonte: In.:ENCONTRO NACIONAL SOBRE FRUTICULTURA DE CLIMA TEMPERADO, 14., 2015, Fraiburgo, SC. Anais...(v.2 - Resumos). Caçador: Epagri, v. 2 (trabalhos), 2015. p. 126. Publicador: In.:ENCONTRO NACIONAL SOBRE FRUTICULTURA DE CLIMA TEMPERADO, 14., 2015, Fraiburgo, SC. Anais...(v.2 - Resumos). Caçador: Epagri, v. 2 (trabalhos), 2015. p. 126.
Tipo: Resumo em anais de congresso (ALICE)
Português
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2015