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Incidência da sífilis congênita no Brasil e sua relação com a Estratégia Saúde da Família; Incidence of congenital syphilis in Brazil and its relationship with the Family Health Strategy; Incidencia de la sífilis congénita en Brasil y su relación con la Estrategia Salud de la Familia

Araújo, Cinthia Lociks de; Shimizu, Helena Eri; Sousa, Artur Iuri Alves de; Hamann, Edgar Merchán
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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OBJETIVO: Estimar a incidência da sífilis congênita e identificar sua relação com a cobertura da Estratégia Saúde da Família. MÉTODOS: Estudo ecológico observacional, com componentes descritivos e analíticos, desenvolvido por meio de duas abordagens: em série temporal (2003 a 2008) e focalizando dados de 2008. Os dados secundários utilizados (epidemiológicos, demográficos e socioeconômicos) foram obtidos do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. A análise de possíveis efeitos da implantação dessa Estratégia sobre a prevenção da sífilis congênita foi realizada em subgrupos selecionados de municípios, por meio de duas abordagens: a) variação média anual da taxa de incidência de sífilis congênita em diferentes estratos de cobertura da Estratégia, durante o período de 2003 a 2008, com cálculo do coeficiente de regressão linear simples; e b) análise de regressão binomial negativa, com dados de 2008, para controle de alguns fatores de confundimento. RESULTADOS: Há tendência de aumento das notificações de sífilis congênita no Brasil, com desigualdades sociais na distribuição dos casos. Observa-se uma associação negativa entre a incidência de sífilis congênita em municípios com altas coberturas da Saúde da Família; mas...

Evolução dos casos de sífilis congênita notificados no Distrito Federal em 2010

Muricy, Carmen Lucia
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
Português
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Medicina, Núcleo de Medicina Tropical, 2014.; Introdução: Apesar das diversas iniciativas implantadas no Brasil para eliminação da sífilis congênita, as metas estabelecidas não foram atingidas. A incidência deste agravo aumentou, entre os anos de 2007 e 2009, no Distrito Federal, capital do Brasil, levando ao questionamento se isto não poderia ser atribuído ao aumento da sensibilidade do sistema de vigilância. Objetivo: Analisar a evolução da SC nos casos diagnosticados no Distrito Federal, no ano de 2010, desde o nascimento até ao 24º mês de idade, a partir dos sistemas de informações da vigilância em saúde do DF. Métodos: Desenvolveu-se um estudo descritivo, em duas etapas. Na primeira, a base de dados do Sistema de Notificação do Agravo, no ano de 2010, foi analisada e na segunda, um estudo descritivo, tipo série de casos foi conduzido, para avaliar a evolução dos casos de Sífilis Congênita com indicação para o seguimento. Resultados: A população do estudo foi de 133 casos, maior parte delas nascidas vivas (84,9 %; n=113) e a taxa de incidência de sífilis congênita foi de 2,0 casos por 1.000 nascidos vivos. Pertenciam ao sexo masculino...

A Sífilis Congénita Ainda Existe! Análise Retrospectiva de 12 Anos de uma Grande Maternidade

Jacinto, S; Henriques, M; Ferreira, T; Carvalhosa, G; Costa, T; Valido, AM
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2007 Português
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67.31%
Objectivos: Estudar a prevalência, factores de risco, evolução clínica e abordagem terapêutica da sífilis congénita em recém-nascidos (RN) de risco, nascidos numa maternidade de referência com apoio perinatal diferenciado. Método: Realizou-se um estudo transversal para cálculo de prevalência à nascença de sífilis congénita, entre Janeiro de 1993 e Dezembro de 2004, através de recolha de dados registados nos processos clínicos das mães e respectivos RN. De acordo com os critérios definidos pelo Centers for Disease Control and Prevention (CDC) em 1989, os RN filhos de mãe com VDRL e/ou TPHA positivo foram divididos em três grupos de risco. Resultados: Foram identificados 467 recém-nascidos, verificando-se que a prevalência de risco de sífilis congénita à nascença se tem mantido ao longo dos anos (5,6‰). A maioria dos recém-nascidos (65%) enquadra-se no grupo de maior risco. Dezanove RN (4%) apresentaram sífilis congénita sintomática ao nascimento, a maioria pertencente ao grupo de maior risco. Outros factores de risco encontrados foram a gravidez não-vigiada, em 30% das mães, toxicodependência em 9%, coinfecção por vírus da hepatite B em 5%, por vírus da hepatite C em 4,7% e por vírus de imunodeficiência humana em 3...

A Sífilis Congénita Ainda Existe! Análise Retrospectiva de 12 Anos de uma Grande Maternidade

Jacinto, S; Henriques, M; Ferreira, T; Carvalhosa, G; Costa, T; Valido, AM
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2007 Português
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67.31%
Objectivos: Estudar a prevalência, factores de risco, evolução clínica e abordagem terapêutica da sífilis congénita em recém-nascidos (RN) de risco, nascidos numa maternidade de referência com apoio perinatal diferenciado. Método: Realizou-se um estudo transversal para cálculo de prevalência à nascença de sífilis congénita, entre Janeiro de 1993 e Dezembro de 2004, através de recolha de dados registados nos processos clínicos das mães e respectivos RN. De acordo com os critérios definidos pelo Centers for Disease Control and Prevention (CDC) em 1989, os RN filhos de mãe com VDRL e/ou TPHA positivo foram divididos em três grupos de risco. Resultados: Foram identificados 467 recém-nascidos, verificando-se que a prevalência de risco de sífilis congénita à nascença se tem mantido ao longo dos anos (5,6‰). A maioria dos recém-nascidos (65%) enquadra-se no grupo de maior risco. Dezanove RN (4%) apresentaram sífilis congénita sintomática ao nascimento, a maioria pertencente ao grupo de maior risco. Outros factores de risco encontrados foram a gravidez não-vigiada, em 30% das mães, toxicodependência em 9%, coinfecção por vírus da hepatite B em 5%, por vírus da hepatite C em 4,7% e por vírus de imunodeficiência humana em 3...

Sífilis congénita

Ferreira, M; Janeiro, P; Aguiar, T; Barroso, R; Brito, MJ
Fonte: Sociedade Portuguesa de Doenças Infecciosas e Microbiologia Clínica, Publicador: Sociedade Portuguesa de Doenças Infecciosas e Microbiologia Clínica,
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2010 Português
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67.3%
Introdução: Programas de rastreio e a existência de terapêutica eficaz não têm alterado a morbilidade da sífilis que permanece um importante problema de saúde pública. Objectivo: Identificar factores de risco para a sífilis materna e calcular o risco de sífilis congénita à nascença num hospital da zona metropolitana de Lisboa. Métodos: estudo retrospectivo, durante seis anos, dos recém-nascidos filhos de mães com VDRL (Venereal Disease Research Laboratory) e/ou TPHA (Treponema pallidum particle hemaglutination) positivos na gravidez. Analisaram-se parâmetros sociodemográficos, história da gravidez, comorbilidades maternas, diagnóstico, terapêutica e evolução dos recém-nascidos. Resultados: Total de 187 mães e 103 recém-nascidos VDRL positivos. Quarenta e nove por cento das mães tinham entre 26 e 35 anos, 46% eram de origem africana e 65% apresentavam escolaridade incompleta. Vinte e sete (14,4%) apresentavam factores de risco: co-infecção VIH (18), hepatite B (11), hepatite C (3), toxicodependência (4) e alcoolismo (1). A gravidez foi vigiada em 88% dos casos e 44,4% realizaram terapêutica correcta. Registaram-se 66 (64%) casos de sífilis congénita provável e nenhum caso de sífilis congénita definitiva. Conclusão: a ocorrência de sífilis congénita e o importante número de grávidas com serologia positiva para VDRL indicam que os programas de cuidados pré-natais e as medidas de prevenção de doenças sexualmente transmitidas são insuficientemente cumpridas.

Incidência da sífilis congênita no Brasil e sua relação com a Estratégia Saúde da Família

Araújo,Cinthia Lociks de; Shimizu,Helena Eri; Sousa,Artur Iuri Alves de; Hamann,Edgar Merchán
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2012 Português
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67.36%
OBJETIVO: Estimar a incidência da sífilis congênita e identificar sua relação com a cobertura da Estratégia Saúde da Família. MÉTODOS: Estudo ecológico observacional, com componentes descritivos e analíticos, desenvolvido por meio de duas abordagens: em série temporal (2003 a 2008) e focalizando dados de 2008. Os dados secundários utilizados (epidemiológicos, demográficos e socioeconômicos) foram obtidos do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. A análise de possíveis efeitos da implantação dessa Estratégia sobre a prevenção da sífilis congênita foi realizada em subgrupos selecionados de municípios, por meio de duas abordagens: a) variação média anual da taxa de incidência de sífilis congênita em diferentes estratos de cobertura da Estratégia, durante o período de 2003 a 2008, com cálculo do coeficiente de regressão linear simples; e b) análise de regressão binomial negativa, com dados de 2008, para controle de alguns fatores de confundimento. RESULTADOS: Há tendência de aumento das notificações de sífilis congênita no Brasil, com desigualdades sociais na distribuição dos casos. Observa-se uma associação negativa entre a incidência de sífilis congênita em municípios com altas coberturas da Saúde da Família; mas...

Sífilis congênita: evento sentinela da qualidade da assistência pré-natal

Domingues,Rosa Maria Soares Madeira; Saracen,Valeria; Hartz,Zulmira Maria De Araújo; Leal,Maria Do Carmo
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2013 Português
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67.3%
OBJETIVO: Analisar a assistência pré-natal na prevenção da transmissão vertical da sífilis. MÉTODOS: Estudo transversal representativo para as gestantes de baixo risco atendidas em unidades de saúde do município do Rio de Janeiro, RJ, período de 2007 a 2008. A identificação de gestantes com diagnóstico de sífilis na gestação foi feita por meio de entrevistas, verificação do cartão de pré-natal e busca de casos notificados em sistemas públicos de informação em saúde. Os casos de sífilis congênita foram identificados por meio de busca nos sistemas de informação em saúde: Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) e Sistema de Informações Hospitalares (SIH) do SUS. RESULTADOS: Foram identificados 46 casos de sífilis na gestação e 16 casos de sífilis congênita com uma prevalência estimada de 1,9% (IC95% 1,3;2,6) de sífilis na gestação e de 6/1.000 (IC95% 3;12/1.000) de sífilis congênita. A taxa de transmissão vertical foi de 34,8% e três casos foram fatais, um abortamento, um óbito fetal e um óbito neonatal, com proporções elevadas de baixo peso e prematuridade. A trajetória assistencial das gestantes mostrou falhas na assistência...

Relação entre a cobertura da Estratégia Saúde da Família e o diagnóstico de sífilis na gestação e sífilis congênita

Saraceni,Valéria; Miranda,Angélica Espinosa
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2012 Português
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67.3%
Este estudo procurou correlacionar as informações disponíveis em sistemas nacionais de informação em saúde sobre notificações de sífilis em gestante, sífilis congênita e cobertura populacional da Estratégia Saúde da Família (FHS). As estimativas de notificação foram calculadas de acordo com o Estudo Sentinela Parturiente de 2004 do Ministério da Saúde e os dados observados foram obtidos na Internet, nas páginas da Secretaria de Vigilância em Saúde e da Secretaria de Atenção em Saúde, para o ano de 2008. As razões observadas sobre estimadas para sífilis em gestante e sífilis congênita e a cobertura populacional da FHS por macrorregião brasileira não apresentaram correlação (r = -0,28 e r = -0,40, respectivamente). A FHS se apresenta como local privilegiado para realização do pré-natal e, logicamente, fonte da notificação compulsória de sífilis em gestante. Acoplando diagnóstico com o tratamento adequado da sífilis na gestante e no parceiro, a FHS é instrumento primordial para a eliminação da sífilis congênita no Brasil. Expansão da cobertura e cuidado de qualidade são essenciais para o alcance da meta.

Incidência e fatores de risco para sífilis congênita em Belo Horizonte, Minas Gerais, 2001-2008

Lima,Marina Guimarães; Santos,Rejane Ferreira Reis dos; Barbosa,Guilherme José Antonini; Ribeiro,Guilherme de Sousa
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2013 Português
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67.36%
A sífilis congênita permanece como um problema de saúde pública no Brasil. Este estudo busca descrever a evolução da incidência da sífilis congênita em Belo Horizonte entre 2001 e 2008 e determinar fatores de risco associados ao diagnóstico da doença. Os dados sobre os casos de sífilis congênita e sobre a população de nascidos vivos foram obtidos do Sistema de Informações de Agravos de Notificação (SINAN) e do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC), respectivamente. Análise de regressão logística multivariada utilizou a população de nascidos vivos como grupo de referência para identificar fatores de risco independentes para sífilis congênita. A incidência anual da sífilis congênita apresentou uma tendência crescente, de 0,9 para 1,6 casos por 1.000 nascidos vivos entre 2001 e 2008. Fatores de risco independentes para sífilis congênita incluíram: escolaridade materna < 8 anos (OR: 1,3; IC 95%: 1,2-1,4), cor materna parda ou negra (2,1; 1,5-2,8) e a ausência de realização de pré-natal (11,4; 8,5-15,4). A forte associação entre ausência de pré-natal e ocorrência de sífilis congênita indica que a universalização do pré-natal é crucial para o controle deste agravo. O efetivo controle do agravo no Brasil dependerá também de ações para reduzir as iniquidades sociais em saúde.

Epidemiologia, clínica e evolução de recém-nascidos com sífilis congênita

Vaccari, Alessandra
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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67.49%
OBJETIVO: Estudar a epidemiologia, os aspectos clínicos e a evolução de crianças que tiveram diagnóstico de sífilis congênita e receberam tratamento no período neonatal, assim como daquelas cujas mães tiveram sífilis gestacional e foram tratadas durante a gestação.MÉTODOS: A amostra, de conveniência, foi composta por todos os recém-nascidos vivos cujas mães tinham sorologia positiva para sífilis na gestação e/ou no parto, nascidos no Hospital São Lucas da PUCRS (HSL) no período de maio de 1997 a dezembro de 2004. Adicionalmente, foram incluídos recém-nascidos com sífilis congênita provenientes de outros hospitais. No período do estudo, todos os pacientes foram encaminhados para acompanhamento de rotina no Ambulatório de Infecções Congênitas do HSL. Para avaliar a nutrição, calculamos a percentagem da mediana do peso final para cada paciente, tomando como referência os gráficos de peso sobre idade da Organização Mundial da Saúde. Os dados foram coletados prospectivamente, digitados e analisados no Epi Info, versão 3. 4. Os resultados foram expressos em frequências percentuais e também foram utilizados os testes Qui-quadrado (ou exato de Fisher quando indicado) para associações e o Mann-Whitney/Wilcoxon para comparação entre médias. O nível de significância adotado foi P<0...

Os desafios nas entrelinhas : análise do Plano de Eliminação da Sífilis Congênita no estado de Sergipe no contexto da Rede Cegonha; Challenges in the lines : Analysis of the Congenital Syphilis Elimination Plan in Sergipe state in the context of "Cegonha" network

André Luiz Baião Campos
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 25/02/2015 Português
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67.38%
Este estudo aborda o Plano de Eliminação da Sífilis Congênita implementado em Sergipe desde 2010 . Através de análise dos dados epidemiológicos do estado no que diz respeito a este indicador, o tema é revisitado a partir da experiência do autor como participante da gestão estadual. Tem como marcos os lançamentos de protocolos específicos e o próprio Plano Estadual de Eliminação da Sífilis Congênita no estado, que coincidiu com a construção, pelo Ministério da Saúde, da rede de atenção materno-infantil denominada Rede Cegonha, a partir de 2011. O estudo busca compreender a lógica em que foi pensado este Plano. Como a gestão das políticas e programas têm interferido ou não no trabalho das equipes ESF. Analisa se o modelo de gestão contribui para que haja mais ou menos efeitos as ações previstas no enfrentamento das questões em saúde pública. A sífilis é uma doença infecciosa, causada pela bactéria Treponema pallidum. Sua transmissão se dá por via sexual e, na forma congênita, transplacentária. Além das medidas gerais para se evitar a transmissão das DSTs, o diagnóstico e tratamento das gestantes e parceiros infectados é a forma eficaz de se evitar a transmissão vertical para o feto. Isso torna a sífilis congênita um bom indicador para se avaliar a Atenção Primária à Saúde...

Sífilis na gestação e sífilis congênita na regional de saúde do Paranoá, 2011.

Paula, Larissa Araújo de
Fonte: Universidade Católica de Brasília Publicador: Universidade Católica de Brasília
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: Texto
Português
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67.43%
Introdução: Este trabalho de conclusão de curso cujo tema versa a Sífilis na gestação e sífilis congênita na regional de saúde do Paranoá, que atualmente, figuram como uma das DST's mais comuns e que mais atinge a população com maior incidência na adolescência. Há então a necessidade de se determinar os riscos desses agravos e de se implantar estratégias de prevenção para a gestantes, parceiros e recém nascidos. Segundo o Ministério da Saúde - Programa Nacional de DST/ Aids (2006), a transmissão vertical da sífilis permanece um grande problema de saúde pública no Brasil. Das várias doenças que podem ser transmitidas durante o ciclo grávido puerperal, a sífilis é a que tem as maiores taxas de transmissão. No Brasil, estudos de representatividade nacional estimam uma prevalência em gestantes de 1,6% da infecção, em 2004, representando cerca de 50 mil parturientes com sífilis ativa e uma estimativa de 15 mil crianças nascendo com sífilis congênita para aquele ano, em média. Objetivo Geral: Analisar a incidência de sífilis na gestação e congênita que acometeram as gestantes e bebês na Regional de Saúde do Paranoá. Métodos e materiais: Trata-se de um estudo de Coorte retrospectivo utilizando prontuários de gestantes...

Sífilis congênita no Ceará: análise epidemiológica de uma década; Sífilis congénita en Ceará: análisis epidemiológico de una década; Congenital syphilis in Ceará: epidemiological analysis of one decade

Costa, Camila Chaves da; Freitas, Lydia Vieira; Sousa, Deise Maria do Nascimento; Oliveira, Lara Leite de; Chagas, Ana Carolina Maria Araújo; Lopes, Marcos Venícios de Oliveira; Damasceno, Ana Kelve de Castro
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem Publicador: Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/02/2013 Português
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67.43%
Se objetivó evaluar la incidencia de la sífilis congénita en Ceará entre 2000 y 2009; describir perfil epidemiológico de gestantes cuyos recién nacidos presentaron sífilis congénita y verificar la realización del prenatal y de tratamiento de sus compañeros. Estudio documental, realizado en julio 2010, sobre banco de datos disponible en Núcleo de Información y Análisis en Salud, conteniendo informaciones del Sistema Nacional de Patologías de Notificación Obligatoria. Se notificaron 290 casos de sífilis congénita, demostrando una serie creciente año tras año. La mayoría de las gestantes tenía entre 20 y 34 años (1832-62,7%), ninguna o escasa escolarización (162355,4%) y prenatal efectuado (207770,9%). El tratamiento inadecuado de las gestantes y la falta de tratamiento de sus compañeros son una realidad en el SUSCE. La incidencia de sífilis congénita indica la calidad de atención prenatal. Consecuentemente, su aumento en los últimos diez años resalta necesidad de acciones orientadas a su control.; This study evaluates the incidence of congenital syphilis in the Brazilian state of Ceará from 2000 to 2009, describes the epidemiologic profile of pregnant women whose newborns had congenital syphilis and verifies the receipt of prenatal care and treatment of their partners. It is a retrospective study that was conducted in July 2010 using a Center for Information and Analysis in Health database that contains information on National Notifiable Diseases. There were 2...

Oportunidades perdidas na prevenção da sífilis congênita e da transmissão vertical do HIV; Oportunidades perdidas en la prevención de la sífilis congénita y de la transmisión vertical del HIV; Missed opportunities for congenital syphilis and HIV perinatal transmission prevention

Rodrigues, Celeste Souza; Guimarães, Mark Drew Crosland; César, Cibele Comini
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/10/2008 Português
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67.33%
OBJETIVO: Estimar a prevalência de oportunidade perdida de prevenção a sífilis e HIV entre gestantes que tiveram acesso ao pré-natal e fatores associados a não-testagem para esses agravos. MÉTODOS: Estudo transversal com amostra aleatória de 2.145 puérperas do Brasil, 1999 e 2000 admitidas em maternidades para parto ou curetagem e que haviam realizado pelo menos uma consulta de pré-natal. A não-realização de exame de teste para sífilis e/ou anti-HIV durante a gravidez foi usada como marcador para oportunidade perdida de prevenção. Mulheres que realizaram apenas exame de sífilis ou apenas o anti-HIV, ou não realizaram nenhum, foram comparadas àquelas que realizaram os dois (categoria de referência). A prevalência de oportunidade perdida de prevenção foi estimada para cada categoria, com intervalo de confiança de 95%. Os fatores associados com oportunidade perdida de prevenção foram analisados por meio de regressão logística multinomial. RESULTADOS: A prevalência de oportunidade perdida de prevenção para a realização do teste de sífilis ou anti-HIV foi de 41,2% e 56,0%, respectivamente. A análise multivariada indicou que raça/cor (não branca), escolaridade (< 8 anos de estudo), estado civil (solteira)...

Incidência da sífilis congênita no Brasil e sua relação com a Estratégia Saúde da Família; Incidencia de la sífilis congénita en Brasil y su relación con la Estrategia Salud de la Familia; Incidence of congenital syphilis in Brazil and its relationship with the Family Health Strategy

Araújo, Cinthia Lociks de; Shimizu, Helena Eri; Sousa, Artur Iuri Alves de; Hamann, Edgar Merchán
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/06/2012 Português
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67.51%
OBJETIVO: Estimar a incidência da sífilis congênita e identificar sua relação com a cobertura da Estratégia Saúde da Família. MÉTODOS: Estudo ecológico observacional, com componentes descritivos e analíticos, desenvolvido por meio de duas abordagens: em série temporal (2003 a 2008) e focalizando dados de 2008. Os dados secundários utilizados (epidemiológicos, demográficos e socioeconômicos) foram obtidos do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. A análise de possíveis efeitos da implantação dessa Estratégia sobre a prevenção da sífilis congênita foi realizada em subgrupos selecionados de municípios, por meio de duas abordagens: a) variação média anual da taxa de incidência de sífilis congênita em diferentes estratos de cobertura da Estratégia, durante o período de 2003 a 2008, com cálculo do coeficiente de regressão linear simples; e b) análise de regressão binomial negativa, com dados de 2008, para controle de alguns fatores de confundimento. RESULTADOS: Há tendência de aumento das notificações de sífilis congênita no Brasil, com desigualdades sociais na distribuição dos casos. Observa-se uma associação negativa entre a incidência de sífilis congênita em municípios com altas coberturas da Saúde da Família; mas...

Prevalencia de sífilis gestacional e incidencia de sífilis congénita, Cali, Colombia, 2010

Galeano-Cardona,Claudia Lucena; García-Gutiérrez,William Darío; Congote-Arango,Lina María; Vélez-García,María Adelaida; Martínez-Buitrago,Diana Milena
Fonte: Revista Colombiana de Obstetricia y Ginecología Publicador: Revista Colombiana de Obstetricia y Ginecología
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2012 Português
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Objetivo: determinar la prevalencia de sífilis gestacional e incidencia de sífilis congénita de la ciudad de Cali, Colombia en el año 2010. Materiales y métodos: estudio de corte transversal descriptivo. La población de estudio correspondió a las embarazadas que tuvieron control prenatal y asistieron para la atención de parto en Cali, y cuyo resultado materno y perinatal se conoció. Se excluyeron las pacientes con la ficha epidemiológica mal diligenciada. Se evaluaron las características sociodemográficas clínicas de las gestantes con sífilis gestacional, se estimó la prevalencia de sífilis gestacional e incidencia de sífilis congénita en la ciudad de Cali en el año 2010. Resultados: la prevalencia de sífilis gestacional encontrada fue de 1,4%, la incidencia de sífilis congénita para la ciudad de Cali fue del 2,5 por 1000 nacidos vivos en el año 2010. El 35% de las pacientes con serología positiva son tratadas inadecuadamente. Conclusiones: la prevalencia de sífilis gestacional es mayor a la esperada por la Organización Panamericana de la Salud.

TRATAMIENTO DE LA SÍFILIS GESTACIONAL Y PREVENCIÓN DE LA SÍFILIS CONGÉNITA EN UN HOSPITAL PÚBLICO EN BOGOTÁ, 2010

Vanegas-Castillo,Nayibe; Cáceres-Buitrago,Yenny Nataly; Jaimes-González,Carlos Augusto; Ángel-Muller,Edith; Rubio-Romero,Jorge Andrés
Fonte: Revista de la Facultad de Medicina Publicador: Revista de la Facultad de Medicina
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2011 Português
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Antecedentes. La sífilis afecta a la mujer gestante y es transmitida al feto. Hay incremento de su incidencia en países no desarrollados y poblaciones vulnerables. Objetivo. Evaluar el cumplimiento de las recomendaciones del Centro de Control de Enfermedades(CDC) para el tratamiento de casos intrahospitalarios de sífilis gestacional y congénita. Material y métodos. Estudio retrospectivo basado en registros de notificación e historias clínicas de gestantes y neonatos de un hospital público de Bogotá entre enero 1 y octubre 31 de 2010. Resultados Se identificaron 40 casos de sífilis gestacional: 12,5% con diagnóstico de aborto sin control prenatal, 12,5% en gestaciones en curso (una término en aborto), 72,5% durante el parto y 2,5% en puerperio. Sólo 45% estaban afiliadas a la seguridad social, la tasa de analfabetismo fue 12%. El 100% de los casos encontrados latentes y 58% de los compañeros no recibió tratamiento. Se identificaron 25 casos de sífilis congénita. Hubo 2 (8,3%) casos confirmados de neurosífilis congénita. Todos los neonatos recibieron tratamiento para sífilis congénita como escenarios 1 y 2 del CDC independiente del tratamiento materno recibidido. Conclusión. La sífilis gestacional y congénita afecta grupos vulnerables. Se debe tratar integralmente a la gestante y su hijo...

Incidência e fatores de risco para sífilis congênita em Belo Horizonte, Minas Gerais, 2001-2008

Lima,Marina Guimarães; Santos,Rejane Ferreira Reis dos; Barbosa,Guilherme José Antonini; Ribeiro,Guilherme de Sousa
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2013 Português
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67.36%
A sífilis congênita permanece como um problema de saúde pública no Brasil. Este estudo busca descrever a evolução da incidência da sífilis congênita em Belo Horizonte entre 2001 e 2008 e determinar fatores de risco associados ao diagnóstico da doença. Os dados sobre os casos de sífilis congênita e sobre a população de nascidos vivos foram obtidos do Sistema de Informações de Agravos de Notificação (SINAN) e do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC), respectivamente. Análise de regressão logística multivariada utilizou a população de nascidos vivos como grupo de referência para identificar fatores de risco independentes para sífilis congênita. A incidência anual da sífilis congênita apresentou uma tendência crescente, de 0,9 para 1,6 casos por 1.000 nascidos vivos entre 2001 e 2008. Fatores de risco independentes para sífilis congênita incluíram: escolaridade materna < 8 anos (OR: 1,3; IC 95%: 1,2-1,4), cor materna parda ou negra (2,1; 1,5-2,8) e a ausência de realização de pré-natal (11,4; 8,5-15,4). A forte associação entre ausência de pré-natal e ocorrência de sífilis congênita indica que a universalização do pré-natal é crucial para o controle deste agravo. O efetivo controle do agravo no Brasil dependerá também de ações para reduzir as iniquidades sociais em saúde.

Sífilis congênita: evento sentinela da qualidade da assistência pré-natal

Domingues,Rosa Maria Soares Madeira; Saracen,Valeria; Hartz,Zulmira Maria De Araújo; Leal,Maria Do Carmo
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2013 Português
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OBJETIVO: Analisar a assistência pré-natal na prevenção da transmissão vertical da sífilis. MÉTODOS: Estudo transversal representativo para as gestantes de baixo risco atendidas em unidades de saúde do município do Rio de Janeiro, RJ, período de 2007 a 2008. A identificação de gestantes com diagnóstico de sífilis na gestação foi feita por meio de entrevistas, verificação do cartão de pré-natal e busca de casos notificados em sistemas públicos de informação em saúde. Os casos de sífilis congênita foram identificados por meio de busca nos sistemas de informação em saúde: Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) e Sistema de Informações Hospitalares (SIH) do SUS. RESULTADOS: Foram identificados 46 casos de sífilis na gestação e 16 casos de sífilis congênita com uma prevalência estimada de 1,9% (IC95% 1,3;2,6) de sífilis na gestação e de 6/1.000 (IC95% 3;12/1.000) de sífilis congênita. A taxa de transmissão vertical foi de 34,8% e três casos foram fatais, um abortamento, um óbito fetal e um óbito neonatal, com proporções elevadas de baixo peso e prematuridade. A trajetória assistencial das gestantes mostrou falhas na assistência...

Incidência da sífilis congênita no Brasil e sua relação com a Estratégia Saúde da Família

Araújo,Cinthia Lociks de; Shimizu,Helena Eri; Sousa,Artur Iuri Alves de; Hamann,Edgar Merchán
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2012 Português
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OBJETIVO: Estimar a incidência da sífilis congênita e identificar sua relação com a cobertura da Estratégia Saúde da Família. MÉTODOS: Estudo ecológico observacional, com componentes descritivos e analíticos, desenvolvido por meio de duas abordagens: em série temporal (2003 a 2008) e focalizando dados de 2008. Os dados secundários utilizados (epidemiológicos, demográficos e socioeconômicos) foram obtidos do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. A análise de possíveis efeitos da implantação dessa Estratégia sobre a prevenção da sífilis congênita foi realizada em subgrupos selecionados de municípios, por meio de duas abordagens: a) variação média anual da taxa de incidência de sífilis congênita em diferentes estratos de cobertura da Estratégia, durante o período de 2003 a 2008, com cálculo do coeficiente de regressão linear simples; e b) análise de regressão binomial negativa, com dados de 2008, para controle de alguns fatores de confundimento. RESULTADOS: Há tendência de aumento das notificações de sífilis congênita no Brasil, com desigualdades sociais na distribuição dos casos. Observa-se uma associação negativa entre a incidência de sífilis congênita em municípios com altas coberturas da Saúde da Família; mas...