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Preservação da veia safena magna na cirurgia de varizes dos membros inferiores

Rollo, Hamilton Almeida; Giannini, Mariângela; Yoshida, Winston Bonetti
Fonte: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) Publicador: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 154-165
Português
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67.31%
A veia safena magna autóloga é o melhor substituto arterial nas revascularizações dos membros inferiores, importante na revascularização do miocárdio e pode ser utilizada nas cirurgias do sistema venoso e nos traumas das extremidades. A fleboextração aumenta os riscos de lesões linfáticas e neurológicas. Assim, no tratamento das varizes primárias dos membros inferiores por meio da cirurgia ou de outras técnicas, a preservação da safena é recomendável se ela for normal ou apresentar alterações que ainda permitam sua preservação pela correção da causa desencadeante. Tal correção pode ser feita por técnicas cirúrgicas. Entre elas, a cura hemodinâmica da insuficiência venosa em ambulatório (CHIVA) tem mostrado bons resultados. Recentemente, um ensaio clínico randomizado e controlado foi publicado comprovando sua eficácia. Outra técnica bastante utilizada é a da ligadura rasante da junção safenofemoral + crossectomia + ligadura das tributárias de crossa, com a qual se tem obtido resultados contraditórios. Finalmente, as técnicas que corrigem a insuficiência da safena reparando as valvas ostial e pré-ostial (valvoplastia externa) são mais fisiológicas. Um ensaio clínico internacional multicêntrico...

Nova técnica cirúrgica de preparo da veia safena para revascularização do miocárdio sem manipulação direta - no-touch

Rueda,Fabio de; Souza,Domingos; Lima,Ricardo de Carvalho; Menezes,Alexandre; Johansson,Benny; Dashwood,Michael; Thé,Emmanuel; Gesteira,Mário; Escobar,Mozart; Vasconcelos,Frederico
Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC Publicador: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2008 Português
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67.47%
FUNDAMENTO: Otimização da veia safena na revascularização miocárdica. OBJETIVO: Apresentar a técnica no-touch de preparo da veia safena. Essa técnica consiste na retirada da veia safena do seu leito, com um pedículo de tecido adiposo, protegendo-a contra espasmos, sendo desnecessário distendê-la. MÉTODOS: Estudo prospectivo e randomizado, incluindo 156 pacientes submetidos a cirurgia de revascularização miocárdica. Comparação da técnica no-touch com duas outras técnicas: convencional e intermediária. Procedeu-se à avaliação da morfologia endotelial, utilizando a microscopia. A perviabilidade das pontes foi determinada com exame angiográfico num período médio de 18 meses após a operação. A enzima óxido nítrico sintetase endotelial (eNOS) foi identificada por meio do estudo imunohistoquímico. RESULTADOS: A avaliação morfológica mostrou integridade endotelial de 97% nas veias do grupo no-touch; enquanto quase metade da superfície endotelial das veias tratadas pelas outras técnicas exibiu ausência de células endoteliais. A angiografia revelou perviabilidade de 95,4% para as pontes do grupo no-touch, 88,9 e 86,2% para as pontes do grupo convencional e intermediária, respectivamente. O estudo imunohistoquímico revelou a presença da eNOS nas três camadas que compõem a parede da veia no grupo no-touch e redução dessa enzima no grupo convencional. CONCLUSÃO: A integridade endotelial e a atividade da eNOS foram melhor preservadas com o uso da técnica no-touch. A proteção mecânica fornecida pelo tecido gorduroso circundante à veia e a atividade vasodilatadora e bloqueadora da agregação plaquetária causada pelo óxido nítrico podem ser responsáveis pela proteção da veia contra o espasmo...

Aneurisma em ponte de veia safena para artéria coronária marginal esquerda, roto para o brônquio esquerdo

Souza,Luiz César Guarita; Rojas,Salomon O.; Mazzieri,Ricardo; Senra,Dante F.; Berlinck,Marcos F.; Souza,Januário Manoel de; Oliveira,Sérgio Almeida de
Fonte: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Publicador: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/1996 Português
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67.28%
Paciente com duas cirurgias prévias de revascularização do miocárdio há 20 e 10 anos, respectivamente, apresentou subitamente quadro de dispnéia, dor torácica e hemoptise. Aos exames complementares, foi observado um grande aneurisma da ponte de veia safena para artéria marginal esquerda, parcialmente roto em brônquio esquerdo. O aneurisma foi corrigido, com sucesso, mas o paciente veio a falecer no 15º pós-operatório em conseqüência de uma infecção pulmonar.

Dissecção minimamente invasiva da veia safena para obtenção de enxerto venoso na cirurgia de revascularização do miocárdio

DIAS,Ricardo Ribeiro; JATENE,Fabio B.; JATENE,Adib D.
Fonte: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Publicador: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/1997 Português
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67.36%
São apresentados os resultados iniciais de pacientes submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio (RM), nos quais os enxertos venosos foram obtidos através de técnica minimamente invasiva. A técnica consiste na dissecção da veia safena através de incisões de 3 a 4 cm, repetidas a intervalos variáveis (de 8 a 14 cm) sobre o trajeto da veia cuja liberação é feita com auxílio de afastadores apropriados, ótica de iluminação e instrumental específico. A técnica permitiu a obtenção de segmentos de veia de 30 a 65 cm (média de 51,6 cm) através de 2 a 4 incisões na pele. O método foi usado com sucesso em 8 pacientes que receberam 25 enxertos venosos, além de enxertos arteriais. A evolução do membro inferior foi bastante em todos os pacientes, possibilitando deambulação precoce, redução da dor, edemas, hematomas e excelente efeito cosmético.

Obtenção da veia safena magna através de acesso minimamente invasivo para revascularizações miocárdicas

TYSZKA,André Luiz; FUCUDA,Leila Satomi; TORMENA,Eloisa de Brida; CAMPOS,Antonio Carlos L.
Fonte: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Publicador: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2001 Português
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67.58%
Objetivo: Avaliar a possibilidade de obtenção da veia safena magna através de miniincisões de pele, a sua qualidade e a ocorrência de complicações precoces da ferida operatória. Casuística e Métodos: Foram estudados 46 pacientes, admitidos entre julho e novembro de 1999. Após miniincisões longitudinais de pele a veia safena magna foi identificada e, com auxílio de afastador de lâmina longa e estreita, delicadamente dissecada. Os pacientes foram divididos em 2 grupos na dependência da presença dos fatores de risco: anemia, aterosclerose periférica, obesidade e diabete melito. As feridas operatórias foram observadas quanto às complicações maiores e menores. Amostras da veia foram enviadas para estudo histológico. Resultados: O número médio de incisões foi 2,3, com tamanho médio de 3,5 cm e de todas incisões somadas de 7,3 cm. O tamanho médio da veia foi 34,1 cm, com tempo médio de retirada de 28,7 minutos. Foram observadas complicações menores em 5 (10,8%) pacientes; sendo hematoma local a mais comum (6,5%). Não foram observadas complicações maiores e a ressecção foi sempre possível. Em 2 casos houve lesão macroscópica da veia, sendo possível a sua correção e utilização. O estudo histológico demonstrou preservação da arquitetura tecidual e não evidenciou lesão endotelial significativa. Conclusões: A obtenção da veia safena magna através de miniincisões é possível e resulta em adequado enxerto venoso. A incidência de complicações da ferida é baixa e independente dos fatores de risco. Estes resultados preliminares sugerem que a técnica pode ser aplicada com segurança em pacientes submetidos à revascularização miocárdica...

Obtenção minimamente invasiva de veia safena para cirurgia de revascularização do miocárdio

Martins,Antônio S.; Andrade,Rubens R.; Silva,Marcos A. Moraes; Oliveira,Reinaldo A.; Campos,Nelson L. K.; Mola,Ricardo de; Souza,Ademar R.; Vidotto,Júlio; Padovani,Carlos
Fonte: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Publicador: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2004 Português
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67.42%
OBJETIVO: Analisar, comparativamente, a obtenção minimamente invasiva com o uso do MINI-HARVEST® e com instrumental tradicional adaptado. MÉTODO: De junho de 1996 a janeiro de 1999, 63 pacientes submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio tiveram suas veias safenas retiradas segundo técnica minimamente invasiva. Nos 30 primeiros pacientes da série utilizou-se método de visão direta com auxílio de dois afastadores de Langenbeck, e nos 33 restantes utilizou-se o MINI-HARVEST®. RESULTADOS: A idade média dos pacientes era de 61 ± 8,75 anos, sendo 52 homens e 11 mulheres. Quarenta e cinco pacientes eram diabéticos, 45 apresentavam sobrepeso/obesidade, 25 eram tabagistas ativos, 32 apresentavam história pregressa de infarto do miocárdio. O tempo médio de retirada da veia safena com afastadores Langenbeck foi de 34,2 ± 8,14 minutos e com o MINI-HARVEST® de 39,20 ± 9,12 minutos. A extensão de veia retirada foi similar nos dois grupos, variando de 10 a 30 cm. Houve uma deiscência superficial no grupo com afastadores de Langenbeck. Houve necessidade de reversão para método tradicional de retirada em dois casos do grupo MINI-HARVEST® e um do grupo Langenbeck. A incidência de infarto transoperatório foi 4...

Fatores de risco que afetam as complicações da dissecação da veia safena na revascularização cirúrgica do miocárdio

Abbaszadeh,Monir; Arabnia,MK; Rabbani,A; Mandegar,MH; Vahedi,S
Fonte: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Publicador: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2008 Português
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67.49%
OBJETIVO: O problema da cicatrização de feridas é comumente observado após procedimentos de revascularização do miocárdio. Nosso objetivo é determinar a prevalência e os indicadores de complicação na dissecação da veia safena após procedimentos de revascularização coronária. MÉTODOS: Após revisão e aprovação pelo comitê de ética da instituição, uma revisão retrospectiva de 4029 procedimentos de revascularização foi realizada com enxerto da veia safena durante um período de seis anos. Treze fatores de risco para aqueles que desenvolveram complicações extensas nas feridas da perna foram analisados e comparados com toda a coorte de pacientes submetidos a procedimentos de revascularização semelhantes durante o mesmo período. RESULTADOS: Complicações nas feridas do membro inferior ocorreram em 68 pacientes (1,7%), 43 deles precisaram de intervenção cirúrgica adicional. Foram realizados 17 desbridamentos de feridas, nove transplantes de pele, uma angioplastia, 11 fasciotomias, três procedimentos vasculares e duas transferências livre de tecidos. Das treze variáveis analisadas pela análise multivariada, sexo feminino, IMC, uso de enxerto de veia torácica interna, doença vascular periférica, o uso de balão intra-aórtico no pós-operatório e hiperlipidemia pré-existente foram identificados como indicadores independentes significativos de complicações extensas nas feridas a perna (p<0...

Intercorrências clínicas no membro submetido à exérese de veia safena magna para revascularização do miocárdio

Belczak,Cleusa Ema Quilici; Tyszka,André Luiz; Godoy,Jose Maria Pereira de; Ramos,Rubiana Neves; Belczak,Sergio Quilici; Caffaro,Roberto Augusto
Fonte: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Publicador: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2009 Português
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67.53%
OBJETIVO: Avaliar as intercorrências clínicas nos membros submetidos a retirada da veia safena magna por técnica de incisões escalonadas para sua utilização como enxerto venoso na revascularização do miocárdio. MÉTODOS: Selecionou-se aleatoriamente 44 pacientes submetidos a revascularização do miocárdio utilizando a veia safena magna retirada por incisões escalonadas há mais de 3 meses. Critérios de exclusão: retirada da veia safena de ambos os lados; safenectomia prévia do membro contralateral; etiologias de edema de causas sistêmicas, tais como cardíacas, renais, tireoideanas, hepáticas e insuficiência venosa nos membros inferiores (MMII), representada por varizes exuberantes com ou sem alterações tróficas. Foram avaliados as seguintes variáveis: idade, sexo, diabetes, tempo de cirurgia, presença de intercorrências, como edema, parestesias, infecção, linforréia, erisipela e trombose venosa profunda. A avaliação foi clínica e o diagnóstico do diabete foi feito pelos exames do pré-operatório para cirurgia. Para análise estatística foram empregados o teste qui-quadrado, teste exato de Fisher e teste t de Student, considerando erro alfa de 5%. RESULTADOS: O tempo entre avaliação e cirurgia foi de 3 a 187 meses...

Prevalência do refluxo na veia safena parva em varizes primárias não complicadas dos membros inferiores pelo eco-Doppler colorido

Secchi,Fabio; Miyamotto,Marcio; França,Graciliano José; Oliveira,Aguinaldo de; Vidal,Enrique Antônio; Timi,Jorge R. Ribas; Moreira,Ricardo C. Rocha
Fonte: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) Publicador: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2006 Português
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67.43%
OBJETIVO: Determinar a prevalência de refluxo venoso na veia safena parva em membros inferiores com varizes primárias não complicadas pelo eco-Doppler colorido. MÉTODO: No período de 18 meses, 1.953 pacientes foram submetidos ao eco-Doppler colorido de membros inferiores por doença venosa. Destes, 1.631 com varizes primárias não complicadas foram selecionados para esta análise, sendo que 1.383 eram do sexo feminino (84,79%) e 248 (15,21%) do sexo masculino. A média de idade dos pacientes foi de 42,89 (± 0,48) anos, variando de 13 a 85 anos. Dos 1.631 pacientes, 1.323 foram submetidos a exame bilateral e 308 a exame unilateral, totalizando 2.954 membros inferiores com varizes primárias não complicadas avaliados. Desse total, 1.461 eram membros inferiores direitos e 1.493, esquerdos. Todos os exames foram realizados seguindo o mesmo protocolo. RESULTADO: Dos 2.954 membros inferiores avaliados, 372 (12,59%) apresentaram refluxo em veia safena parva. A prevalência nos homens foi de 14,08% e, nas mulheres, de 12,35%. O refluxo da safena parva foi maior no membro inferior esquerdo (13.13%) do que no direito (12,05%). A prevalência do refluxo foi significativamente maior nos pacientes acima de 60 anos. CONCLUSÃO: O refluxo da veia safena parva é relativamente comum...

Comparação entre o laser endovenoso e a fleboextração total da veia safena interna: resultados em médio prazo

Medeiros,Charles Angotti Furtado de
Fonte: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) Publicador: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2006 Português
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67.39%
OBJETIVO: Comparar a fotocoagulação endovenosa com laser diodo e a fleboextração total da veia safena interna. MÉTODOS: Trata-se de um estudo prospectivo, controlado e cego de 20 pacientes com varizes sintomáticas e insuficiência bilateral da veia safena interna que foram operados entre março de 2002 e fevereiro de 2004. Para cada caso, foram realizadas aleatoriamente (sorteio) as duas técnicas, sendo uma em cada lado. A avaliação pós-operatória consistiu na aplicação de questionários, exame físico e fotografia digital em todos os pacientes desde o 7º dia de pós-operatório. Também foi realizado controle ultra-sonográfico no 30º dia de pós-operatório e pletismografia a ar no 60º dia após a cirurgia. Este projeto foi aprovado pela comissão de ética, e os pacientes foram incluídos ao assinarem o consentimento pós-informação. Os dados foram submetidos a análise estatística com os programas SPSS e SAS. RESULTADOS: A técnica que utilizou o laser endovenoso apresentou dor semelhante, mas menos edema e menos hematoma durante o pós-operatório. O índice de melhora estética e de satisfação com a cirurgia foi de 100% para as duas técnicas, mas a maioria dos pacientes respondeu que o membro operado com o laser foi o mais beneficiado. Houve melhora do tempo de enchimento venoso nos dois grupos...

Resistência tensional do pericárdio bovino fixado em glutaraldeído comparada com a da veia safena magna

Miyamotto,Marcio; Del Valle,Carlos Eduardo; Moreira,Ricardo Cesar Rocha; Timi,Jorge R. Ribas
Fonte: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) Publicador: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 Português
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67.57%
CONTEXTO: O uso do pericárdio bovino como remendo na endarterectomia de carótida é uma alternativa à veia safena magna. As vantagens do pericárdio incluem facilidade de obtenção, menor tempo operatório e principalmente menor índice de ruptura. OBJETIVO: Avaliar a resistência tensional do pericárdio bovino tratado com glutaraldeído e compará-la com a da veia safena magna. MÉTODOS: Os remendos de pericárdio bovino (grupo I, n = 20) e de veia safena magna (grupo II, n = 20) foram recortados em dimensões iguais (50 x 5 mm) e preparados de modo habitual a sua utilização. Os grupos foram submetidos a ensaio de tração e comparados em relação a força de ruptura, força máxima e tensão de ruptura utilizando-se o teste t de Student. A correlação da espessura do remendo com a força de ruptura também foi analisada utilizando-se o coeficiente de correlação linear de Pearson. RESULTADOS: Os parâmetros força de ruptura e força máxima foram significativamente maiores no grupo dos remendos de pericárdio bovino: 1,97 versus 1,36 kgf (p = 0,001230) e 2,27 versus 1,51 kgf (p = 0,0001087), respectivamente. A tensão de ruptura média para o material pericárdio bovino também foi maior (193,99±43,05 versus 49,19±22...

Preservação da veia safena magna na cirurgia de varizes dos membros inferiores

Rollo,Hamilton Almeida; Giannini,Mariângela; Yoshida,Winston Bonetti
Fonte: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) Publicador: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 Português
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67.31%
A veia safena magna autóloga é o melhor substituto arterial nas revascularizações dos membros inferiores, importante na revascularização do miocárdio e pode ser utilizada nas cirurgias do sistema venoso e nos traumas das extremidades. A fleboextração aumenta os riscos de lesões linfáticas e neurológicas. Assim, no tratamento das varizes primárias dos membros inferiores por meio da cirurgia ou de outras técnicas, a preservação da safena é recomendável se ela for normal ou apresentar alterações que ainda permitam sua preservação pela correção da causa desencadeante. Tal correção pode ser feita por técnicas cirúrgicas. Entre elas, a cura hemodinâmica da insuficiência venosa em ambulatório (CHIVA) tem mostrado bons resultados. Recentemente, um ensaio clínico randomizado e controlado foi publicado comprovando sua eficácia. Outra técnica bastante utilizada é a da ligadura rasante da junção safenofemoral + crossectomia + ligadura das tributárias de crossa, com a qual se tem obtido resultados contraditórios. Finalmente, as técnicas que corrigem a insuficiência da safena reparando as valvas ostial e pré-ostial (valvoplastia externa) são mais fisiológicas. Um ensaio clínico internacional multicêntrico...

Avaliação da insuficiência da veia safena magna com classificação C2 e C3 (CEAP) pela pletismografia a ar e pelo eco-Doppler colorido

Seidel,Amélia Cristina; Rossetti,Leandro Pablos; Juliano,Yara; Novo,Neil Ferreira; Miranda Jr,Fausto
Fonte: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) Publicador: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2012 Português
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67.49%
CONTEXTO: Com a presença de refluxo venoso, há necessidade de avaliar a gravidade clínica da doença pela quantificação do efeito hemodinâmico da incompetência venosa e definição de sua distribuição anatômica. OBJETIVO: Determinar a correlação da pletismografia a ar com o grau de refluxo pelo eco-Doppler na insuficiência da veia safena magna no quadro clínico C2 e C3 da CEAP. MÉTODOS: Foram examinados, prospectivamente, 87 membros com refluxo da veia safena magna determinado pelo eco-Doppler e 32 membros sem sinais ou sintomas de doença venosa. Todos foram submetidos ao exame clínico, pletismografia e eco-Doppler de membros inferiores. Do eco-Doppler foram utilizados os parâmetros: diâmetro da veia safena em sete níveis, velocidade e tempo de refluxo. Da pletismografia foram considerados o índice de enchimento venoso, a fração de ejeção e a fração de volume residual. RESULTADOS: Dos 119 membros, 61 pertenciam à classe C2. Na comparação do diâmetro da veia nos grupos controle e estudo houve diferença estatisticamente significante, exceto ao nível do maléolo. Utilizando-se a Correlação de Spearman para análise dos índices da pletismografia e eco-Doppler foram observadas algumas significâncias...

Intervenção coronária percutânea em pontes de veia safena com uso de stents farmacológicos: resultados agudos e tardios dos pacientes incluídos no registro DESIRE

Costa Jr.,Jose de Ribamar; Sousa,Amanda G. M. R.; Moreira,Adriana; Costa,Ricardo; Maldonado,Galo; Cano,Manuel; Pinto,Ibraim; Campos,Cantídio; Staico,Rodolfo; Feres,Fausto; Dib,Maria Helena; Pavanello,Ricardo; Sousa,J. Eduardo
Fonte: Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista - SBHCI Publicador: Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista - SBHCI
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 Português
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67.47%
INTRODUÇÃO: Mesmo com o advento dos stents farmacológicos, a intervenção coronária percutânea em pontes de veia safena permanece desafiadora, com elevada incidência de complicações agudas e incerteza dos resultados tardios. Neste estudo, buscamos avaliar os resultados clínicos de pacientes com lesões em pontes de veia safena tratados com stents farmacológicos. MÉTODO: Entre maio de 2002 e janeiro de 2009, 151 pacientes com 196 lesões em pontes de veia safena foram consecutivamente submetidos a intervenção coronária percutânea com 211 stents farmacológicos e incluídos neste estudo. Os pacientes foram pré-tratados com enoxaparina, clopidogrel e ácido acetilsalicílico por 3 a 5 dias antes da intervenção coronária percutânea. A terapia antiplaquetária dupla (ácido acetilsalicílico + clopidogrel) foi prescrita por 12 meses. Objetivou-se determinar as taxas de eventos cardíacos adversos maiores (ECAM) no período hospitalar e na fase tardia. Seguimento clínico foi obtido com 1, 6 e 12 meses e, então, anualmente. RESULTADOS: A média de idade da população avaliada foi de 68,2 anos, com predominância do sexo masculino (89,1%). Diabetes melito foi observado em 30,7% dos casos e a média de idade dos enxertos venosos foi de 10...

Incidência e preditores de eventos cardiovasculares adversos maiores no tratamento percutâneo contemporâneo de enxertos de veia safena

Sousa,Andre Luiz Silveira; Lavall,Guilherme Cruz; Salgado,Constantino Gonzalez; Mattos,Nelson Durval Ferreira Gomes de; Falcão,Carlos Henrique Eiras; Silva,Suzana Alves da; Branco,Rodrigo Verney Castello; Assad,João Alexandre Rezende; Feijó,Andre Luiz
Fonte: Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista - SBHCI Publicador: Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista - SBHCI
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2011 Português
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67.47%
INTRODUÇÃO: Pacientes submetidos a intervenção coronária percutânea (ICP) em enxertos de veia safena caracteristicamente exibem maior risco de eventos cardiovasculares adversos maiores (ECAM). Foram avaliados a incidência e os preditores de ECAM no cenário atual, em que dispositivos de proteção distal e de aspiração de trombos e o uso de stents farmacológicos fazem parte da prática diária. MÉTODOS: Neste estudo foram avaliados 69 casos consecutivos de pacientes com enxertos de veia safena, tratados com stents, entre janeiro de 2005 e dezembro de 2008. Foram avaliadas as características clínicas, angiográficas e relacionadas ao procedimento, bem como a incidência e preditores de ECAM na evolução tardia. RESULTADOS: A média de idade dos pacientes foi de 72 ± 10,2 anos, 79,7% eram do sexo masculino, 31,9% eram diabéticos, e 56,5% foram tratados na vigência de síndrome coronária aguda. Foram abordados 71 enxertos de veia safena, com lesões predominantemente localizadas no corpo (35,3%), tratadas mais frequentemente com stents farmacológicos (82,8%). Dispositivos de proteção distal foram utilizados em 31,9% e de aspiração de trombo em 1,4% dos pacientes, e em 30,4% foram utilizados inibidores da glicoproteína IIb/IIIa. No-reflow ocorreu em 8...

Avaliaçao pelo Ecodoppler colorido da prevalencia de refluxo no coto da veia safena magna em pacientes com recidiva de varizes pós-safenectomia

França, Graciliano José
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Teses e Dissertações Formato: application/pdf
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67.67%
Resumo: Varizes recidivadas são um problema clínico comum, podendo a taxa de recidiva atingir 50% em cinco anos de pós-operatório. Atualmente o método de escolha na avaliação das varizes recidivadas é o ecodoppler colorido, por ser um exame não invasivo, que fornece dados anatômicos e hemodinâmicos. O objetivo do presente trabalho é avaliar, através do ecodoppler colorido, a prevalência de refluxo no coto da veia safena magna em pacientes com recidiva de varizes póssafenectomia, de forma isolada e associada a outras causas de recidiva. Durante um período de três anos, foram avaliados prospectivamante através do ecodoppler colorido 469 pacientes com quadro clínico de varizes recidivadas. O grupo era formado por 45 homens e 424 mulheres, com média de idade de 53,5 anos, variando entre 25-82 anos. Foram analisados ao todo 683 membros inferiores. Em cada membro foram avaliados todos os pontos de refluxo do sistema superficial, profundo e veias perfurantes que pudessem ser responsáveis pela recidiva de forma isolada ou associada. O coto da veia safena magna foi identificado com refluxo em 188 dos 683 membros estudados, o que corresponde a 27,54% dos casos, sendo na maioria das vezes (24,75%) associado a outras causas e recidiva. Os outros pontos de refluxo observados como causa de recidiva foram: veia safena magna residual na coxa (4...

Analise histopatologica da veia safena magna como fator preditivo da patencia precoce do enxerto arterial

Timi, Jorge Rufino Ribas
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Teses e Dissertações Formato: application/pdf
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Resumo: Os objetivos deste estudo foram realizar uma análise histológica da veia safena magna utilizada como enxerto arterial, definido por um método semi-quantitativo a sua qualidade; relacionar a qualidade da veia safena magna como fator isolado na patência precoce dos enxertos arteriais; determinar a influência do sexo e faixa etária dos pacientes na qualidade da veia safena magna; e, ainda, analisar isoladamente a túnica íntima e as camadas musculares longitudinal e circular da túnica média, no tocante a sua qualidade e relação com a faixa etária e sexo dos pacientes e a patência precoce dos enxertos (a patência precoce foi definida ao final do sexto mês de pós-operatório). Ao final da realização de uma revascularização de membro inferior, com o uso de um enxerto de veia safena magna, um segmento circular, de no mínimo um centímetro de comprimento, retirado da porção distai da veia foi encaminhado para estudo histopatológico. Foi analisada a hiperplasia intimai e a hipertrofia das camadas musculares longitudinal e circular da média. Cada uma das três camadas foi classificada em 3 graus de acordo com suas alterações: I - alterações discretas; II - moderadas e III - acentuadas. Para cada grau foi atribuída uma pontuação: grau I - 1 ponto; grau II - 2 pontos e grau III - 3 pontos. Pela somatória da pontuação de cada uma das camadas...

Intercorrências clínicas no membro submetido à exérese de veia safena magna para revascularização do miocárdio; Clinical complications of limb undergone harvesting of great saphenous vein for coronary artery bypass grafting using bridge technique

BELCZAK, Cleusa Ema Quilici; TYSZKA, André Luiz; GODOY, Jose Maria Pereira de; RAMOS, Rubiana Neves; BELCZAK, Sergio Quilici; CAFFARO, Roberto Augusto
Fonte: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Publicador: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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OBJETIVO: Avaliar as intercorrências clínicas nos membros submetidos a retirada da veia safena magna por técnica de incisões escalonadas para sua utilização como enxerto venoso na revascularização do miocárdio. MÉTODOS: Selecionou-se aleatoriamente 44 pacientes submetidos a revascularização do miocárdio utilizando a veia safena magna retirada por incisões escalonadas há mais de 3 meses. Critérios de exclusão: retirada da veia safena de ambos os lados; safenectomia prévia do membro contralateral; etiologias de edema de causas sistêmicas, tais como cardíacas, renais, tireoideanas, hepáticas e insuficiência venosa nos membros inferiores (MMII), representada por varizes exuberantes com ou sem alterações tróficas. Foram avaliados as seguintes variáveis: idade, sexo, diabetes, tempo de cirurgia, presença de intercorrências, como edema, parestesias, infecção, linforréia, erisipela e trombose venosa profunda. A avaliação foi clínica e o diagnóstico do diabete foi feito pelos exames do pré-operatório para cirurgia. Para análise estatística foram empregados o teste qui-quadrado, teste exato de Fisher e teste t de Student, considerando erro alfa de 5%. RESULTADOS: O tempo entre avaliação e cirurgia foi de 3 a 187 meses...

Resistência tecidual da veia safena magna : comparação da porção distal proximal

Del Valle, Carlos Eduardo
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Dissertação Formato: 67 f. : il., tabs.; application/pdf
Português
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Orientador: Prof. Dr. Jorge R. Ribas Timi; Co-orientador: Prof. Dr. Jorge Eduardo F. Mathias; Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Clínica Cirúrgica. Defesa: Curitiba, 30/01/2007; Inclui referências; Área de concentração : Nutrição e cicatrização em cirurgia; Resumo: A endarterectomia de carótida é reconhecida como um procedimento seguro, efetivo e durável para prevenção primária e secundária do acidente vascular cerebral. O método de fechamento da arteriotomia após a endarterectomia mais aceito na atualidade é a arterioplastia com remendo (patch) longitudinal. Os materiais disponíveis para uso como remendo são: veia autógena (veia safena magna e outras), remendos sintéticos (politetrafluoretileno, poliéster) e remendos biológicos (pericárdio bovino). As vantagens da utilização da veia safena magna como material de remendo são as baixas taxas de oclusão e reestenose e seu baixo índice de infecção. As desvantagens são o maior tempo cirúrgico, as complicações locais decorrentes da colheita da veia, o comprometimento da veia para utilização futura e a possibilidade de ruptura do remendo em pacientes cujas veias foram colhidas na região do tornozelo. O objetivo do presente trabalho é verificar se há diferença na resistência tecidual entre a safena magna proximal (nível inguinal) e distal (nível do tornozelo)...

Revascularização completa do miocárdio. Pontes seqüenciais de veia safena, anastomoses seqüenciais da artéria torácica interna e enxertos compostos: análise de 165 casos consecutivos

RABELO,Raul Corrêa; REIS FILHO,Fernando Antônio Roquete; BERNARDES,Rodrigo de Castro; MOTTA,Giancarlo Grossi; LIMA,Luiz Cláudio Moreira; GONÇALVES,Leonardo Augusto D'Ávila; RABELO,Walter; MARINO,Roberto Luiz; MARINO,Marcos Antônio; BRASIL,Juliana A.
Fonte: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Publicador: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/1997 Português
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Buscando a revascularização completa do miocárdio, 165 casos foram analisados dentre 359 pacientes submetidos a cirurgia de revascularização do miocárdio, no período de janeiro de 1995 a janeiro de 1996, com pontes de veia safena e/ou artéria torácica interna, de forma seqüencial, ou associadas como enxertos compostos. Destes, 132 receberam pontes seqüenciais de veia safena servindo a 2 ou mais ramos arteriais coronários, 25 foram tratados através de anastomoses seqüenciais de artéria torácica interna, de forma simples, interessando aos ramos interventricular anterior e diagonais da coronária esquerda, enquanto 8 receberam enxertos compostos de artéria torácica interna direita e esquerda associados a segmentos de veias safenas, que terminavam em ramos das artérias coronárias direita e esquerda. Em 96% os casos a operação programada foi realizada, obtendo-se revascularização completa. Ocorreu um único (0,6%) óbito hospitalar conseqüente a infarto do miocárdio transoperatório, seguido de síndrome de baixo débito cardíaco; a morbidade não diferiu daquela presente nos procedimentos usuais de revascularização cirúrgica do miocárdio. Os cuidados na dissecção e preparo dos pedículos da artéria torácica interna...