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Deficiência de vitamina A e níveis de transcrito de transportadores de ferro no intestino de ratos

Moreira, Douglas dos Santos
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
Português
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Departamento de Nutrição, 2009.; Introdução: As deficiências de vitamina A e de ferro encontram-se entre as deficiências nutricionais de maior impacto sobre a Saúde Pública no Brasil e no mundo, atingindo, nos países em desenvolvimento, entre 140 a 250 milhões de adultos e cerca de 2 bilhões de pessoas no mundo, respectivamente. Estudos têm evidenciado uma relação entre o status de vitamina A e de ferro, havendo um acúmulo de ferro em tecidos de animais deficientes em vitamina A. A ação hormonal da vitamina na regulação da expressão de vários genes tem sido amplamente divulgada, e é possível que o efeito da vitamina A sobre a homeostase do ferro seja mediada por essa ação hormonal. Objetivo: Avaliar o efeito da deficiência de vitamina A sobre a expressão gênica dos transportadores de ferro (DMT-1 e ferroportina) no enterócito e no status de ferro em ratos. Metodologia: Foram utilizados 35 ratos Wistar, separados em dois grupos: Controle e Deficiente em Vitamina A, que foram tratados com dieta padrão e dieta isenta de vitamina A, respectivamente, e sacrificados aos 0, 15, 30 e 45 dias de tratamento. Os parâmetros avaliados foram: ganho de peso...

Deficiência de vitamina A altera o status de ferro e de estresse oxidativo em ratos

Rosa, Fernanda Ribeiro
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
Português
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Departamento de Nutrição, 2009.; A vitamina A apresenta uma capacidade antioxidante direta in vitro, no entanto, sua ação antioxidante in vivo, assim como seu efeito sobre os biomarcadores de estresse oxidativo, ainda não são bem estabelecidos. Um mecanismo de ação antioxidante direto, no qual a vitamina A seria capaz de reduzir moléculas radicares ou formar um aduto com espécies radicalares, estabilizando os elétrons desemparelhados por ressonância tem sido proposto. No entanto, estudos recentes sugerem um mecanismo indireto, descrevendo a existência de uma relação sinérgica entre o metabolismo de vitamina A e do ferro. A deficiência de vitamina A parece ser uma das causas da perda de homeostase do ferro resultando o acúmulo desses nos tecidos, o que leva a um desequilíbrio entre agentes oxidantes e antioxidantes e ao estabelecimento da condição de estresse oxidativo. O presente estudo avaliou o efeito da deficiência de vitamina A na concentração de ferro e no dano oxidativo em tecidos de ratos em diferentes estágios de depleção. Para tanto, 42 ratos Wistar machos foram distribuídos em dois grupos (21 ratos/grupo) e tratados com uma das seguintes dietas: Controle (CT): dieta AIN-93G e dieta deficiente em vitamina A (VA): dieta AIN-93G isenta de vitamina A. No início do estudo (T0)...

Características socioeconômicas e alimentares como intervenientes na deficiência de vitamina A em estudantes de área rural no Distrito Federal; Influence of socioeconomic and dietary factors on vitamin A deficiency among students in the rural area of the Federal District, Center-west Brazil

Graebner, Ivete Teresinha; Saito, Carlos Hiroo; Souza, Elizabeth Maria Talá de
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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Objetivo: Investigar possíveis efeitos das características socioeconômicas sobre os níveis plasmáticos de vitamina A em estudantes de uma comunidade escolar rural do Distrito Federal. Metodologia: O estudo envolveu 142 famílias rurais, cujos filhos eram estudantes da Escola Classe Osório Bacchin, localizada em Planaltina- Distrito Federal. As informações socioeconômicas foram obtidas mediante questionário aplicado aos pais ou responsáveis. As características das práticas alimentares foram obtidas pelo inquérito nutricional. A vitamina A foi dosada no plasma por Cromatografia Líquida de Alta Eficiência, sendo considerada como deficiência de vitamina A, nível inferior a 20μg/dL. Resultados: Os dados mostraram condições socioeconômicas desfavoráveis na comunidade estudada. Cerca de 60% das famílias apresentaram renda mensal de um salário mínimo, e 34% dos pais ou responsável dos estudantes eram analfabetos. Quanto à análise de vitamina A, 34% dos estudantes apresentaram deficiência. Os resultados mostraram que a prevalência de deficiência de vitamina A foi maior nos estudantes cujos responsáveis possuíam algum nível de escolarização e faixa de renda entre 2-5 salários mínimos. Embora o estudo tenha demonstrado condições socioeconômicas desfavoráveis e deficiência de vitamina A elevada...

Status de ferro durante o processo de depleção hepática de vitamina A

Oliveira, Luciano Fernandes de
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
Português
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Departamento de Nutrição, 2010.; A deficiência de vitamina A (DVA) tem sido amplamente reportada por alterar a homeostase do ferro (Fe) resultando no acúmulo deste nos tecidos. Entretanto, não há ainda, consenso na literatura quanto ao efeito da DVA sobre os níveis de hemoglobina (Hb), do hematócrito, e dos índices hematimétricos. O presente estudo avaliou o efeito da DVA nos níveis corporais de Fe, em ratos, durante o período de instalação da depleção hepática de VA. 52 ratos Wistar, machos recém desmamados, foram aclimatados por 3 dias. Após este período, 10 destes animais foram sacrificados para verificação dos parâmetros basais(T0). Os demais ratos foram distribuídos em dois grupos; o grupo controle (CT) que recebeu uma dieta padrão para rodedores e o grupo deficiente em vitamina A que recebeu a dieta padrão deficiente em vitamina A. Após 15 (T15), 30 (T30) e 45 (T45) dias de tratamento, sete animais de cada grupo foram sacrificados por deslocamento cervical. O sangue foi coletado por punção cardíaca em dois frascos, com e sem Ácido etileno diamino tetracético (EDTA), para análise do hemograma total e ferritina sérica, respectivamente. O fígado...

Deficiência de vitamina A leva ao aumento de transcritos de hepcidina no fígado e acúmulo de ferro no baço de ratos machos recém-desmamados; Vitamin A deficiency leads to the increase of hepcidin transcripts in the liver and the build up of Iron in the spleen on young male rats

Beal, Fabiani Lage Rodrigues
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Tese
Português
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Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, 2012.; Este trabalho avaliou o impacto da deficiência de vitamina A na expressão gênica dos transctritos de hepcidina e ferroportina hepáticos, em ratos, submetidos à depleção dietética de vitamina A por 45 dias. Também foram avaliados o teor de ferro nesses órgãos, os valores séricos de ferro e os de retinol hepático. Os 52 animais foram divididos em dois grupos, de acordo com o tipo de dieta: o grupo de animais alimentados com dieta controle (CT) e o grupo de animais alimentados com dieta deficiente em vitamina A (-VA). Em cada grupo de tratamento, quatro subgrupos foram criados, para que a avaliação dos parâmetros fosse realizada em diferentes momentos de acompanhamento: no tempo inicial (T0), aos 15 dias de tratamento (T15), aos 30 dias de tratamento (T30) e aos 45 dias de tratamento (T45). Aos 15 dias de tratamento, os animais do grupo - VA , quando comparados com o grupo CT, apresentaram uma redução de 57% no nível de retinol hepático; menores concentrações de ferro no intestino; bem como menores valores de ferritina sérica. Aos 30 dias de tratamento, o grupo VA apresentou valores de retinol sérico indetectáveis; de transcritos de hepcidina no fígado mais elevados; e menores valores dos transcritos de ferroportina no intestino e baço...

A deficiência de vitamina A modula o metabolismo de ferro via eritropoiese ineficaz de forma independente da resposta inflamatória

Cunha, Marcela de Sá Barreto da
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
Português
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Departamento de Nutrição, Programa de Pós-Graduação em Nutrição Humana, 2013.; Introdução A vitamina A em suas diferentes formas, os retinoides, regulam a expressão de diversos genes, incluindo genes relacionados à diferenciação celular e à resposta anti-inflamatória. Além disso, os metabolismos da vitamina A e do ferro estão relacionados por um mecanismo ainda não esclarecido, mas sugere-se que a vitamina A module os níveis de mRNA de Hamp, que codifica o hormônio hepcidina, peptídeo central na regulação sistêmica de ferro. Considerando que a expressão de hepcidina é regulada por diversos fatores, incluindo o status de ferro, a eritropoiese e a inflamação e que a vitamina A pode modular o estado inflamatório e o metabolismo de ferro, o presente estudo investigou o efeito da deficiência de vitamina A nos biomarcadores moleculares do metabolismo de ferro e da resposta inflamatória e a expressão dos genes envolvidos nestes sistemas. Métodos Trinta ratos Wistar machos foram tratados por 59 dias com uma das seguintes dietas: dieta Controle; dieta deficiente em vitamina A (VAD); dieta deficiente em ferro (FeD); dieta deficiente em vitamina A e ferro (VAFeD) e dieta todo-trans ácido retinoico (atRA). O fígado...

Prevalência de deficiência de vitamina A e fatores associados em pré-escolares de Teresina, Piauí, Brasil

Paiva,Adriana de Azevedo; Rondó,Patrícia Helen de Carvalho; Gonçalves-Carvalho,Cecília Maria Resende; Illison,Vanessa Kristinne; Pereira,Joilane Alves; Vaz-de-Lima,Lourdes Rehder Andrade; Oliveira,Carmem Aparecida de; Ueda,Mirthes; Bergamaschi,Denise
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2006 Português
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A deficiência de vitamina A constitui um problema de saúde pública no Nordeste brasileiro. O objetivo deste estudo foi determinar a prevalência da deficiência de vitamina A e os fatores associados em pré-escolares de Teresina, Piauí, Brasil. Os níveis de retinol sérico foram determinados por HPLC, e foram investigadas as características sócio-econômicas e demográficas de 631 crianças com idade de 36 a 83 meses. Investigou-se a associação entre os níveis de retinol e as variáveis de interesse por análise de regressão linear uni e multivariada. O nível médio de retinol foi de 1,21mmol/L (IC95%: 1,17-1,25µmol/L), independente do sexo (p = 0,259). A hipovitaminose A (retinol < 0,69µmol/L) foi observada em 15,4% das crianças (IC95%: 12,7-18,4), com tendência à diminuição com o avanço da idade; 29% das crianças (IC95%: 25,2-32,4) tinham valores aceitáveis de retinol, mas não adequados (0,70 a 1,04µmol/L). Encontrou-se associação positiva entre níveis de retinol e idade, renda per capita, suplementação prévia com vitamina A e escolaridade materna. A prevalência de hipovitaminose A representa um problema moderado de saúde pública, ressaltando a importância das estratégias de combate a essa carência na região.

Tributo a Manoel da Gama Lobo (1835-1883), pioneiro na epidemiologia da deficiência de vitamina A no Brasil

Vasconcelos,Francisco de Assis Guedes de; Santos,Leonor Maria Pacheco
Fonte: Casa de Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Casa de Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2007 Português
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Analisa a contribuição do médico paraense Manoel da Gama Lobo à história da epidemiologia da deficiência de vitamina A no Brasil. Tem como foco central de investigação a obra "Da oftalmia brasiliana", publicada originalmente em 1865. A trajetória acadêmica de Gama Lobo, particularmente essa obra, nos leva a identificar estreitos laços de comunhão entre o cientista e o grupo de médicos da Escola de Medicina Tropicalista Baiana. Embora não se possa creditar a Gama Lobo uma possível filiação às idéias do movimento abolicionista, algumas das passagens de "Da oftalmia brasiliana" indicam que esse cientista foi, no mínimo, um defensor do direito humano à alimentação para os escravos brasileiros.

Deficiência de Vitamina A em mães e filhos no Estado de Pernambuco

Miglioli,Teresa Cristina; Fonseca,Vania Matos; Gomes Junior,Saint Clair; Lira,Pedro Israel Cabral de; Batista Filho,Malaquias
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/05/2013 Português
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Analisou-se a prevalência e os fatores associados à deficiência de vitamina A (DVA) em mães (664) e seus filhos (790) menores de cinco anos em Pernambuco/2006. Estudo transversal populacional, com amostra representativa do meio urbano e rural. A DVA foi definida como níveis de retinol sérico < 20µg/dL para os dois grupos (mães e filhos). Análises bi e multivariadas foram realizadas utilizando o modelo log-log complementar como função de ligação adotando-se modelo de ordenação hierárquica explicativa da DVA para as crianças e modelo logístico para as mães. A prevalência de DVA foi 6,9% nas mães e 16,1% em seus filhos, com ocorrências semelhantes para cada grupo na comparação urbano x rural. Na área urbana, o regime de ocupação da moradia teve relação significante com a DVA nas mães. Para crianças urbanas, após o ajuste final do modelo, figuraram como variáveis preditivas a idade da mãe; nº de consultas pré-natais e peso ao nascer. No meio rural a DVA materna se associou à DVA dos filhos RP = 3,99 (IC:1,73-9,19), ao peso ao nascer e diarreia nos últimos 15 dias. A DVA mantém-se como um problema de saúde pública em Pernambuco, com marcantes diferenças de prevalência e fatores associados em mães e filhos.

Panorama das ações de controle da deficiência de vitamina A no Brasil

Martins,Maisa Cruz; Oliveira,Yedda Paschoal de; Coitinho,Denise Costa; Santos,Leonor Maria Pacheco
Fonte: Pontifícia Universidade Católica de Campinas Publicador: Pontifícia Universidade Católica de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2007 Português
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OBJETIVO: Este trabalho propõe-se a descrever a trajetória da implantação das ações de controle da deficiência de vitamina A no Brasil. MÉTODOS: Trata-se de estudo baseado em dados secundários, obtidos nos registros, documentos técnicos e relatórios oficiais do Instituto Nacional de Alimentação e Nutrição, autarquia do Ministério da Saúde extinta em 1997, da Coordenação Geral da Política Nacional de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, e informações obtidas com informantes-chaves, empregando a abordagem multidimensional alicerçada na tríade: estrutura-processo-resultado. RESULTADOS: O Brasil foi pioneiro na iniciativa de introduzir a distribuição de vitamina A nas campanhas nacionais de imunização, estratégia posteriormente preconizada pela Organização Mundial da Saúde e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância. Desde 1983, o Ministério da Saúde utiliza megadoses de vitamina A, como uma das ações para combater a deficiência deste micronutriente. O percentual de cobertura da população alvo (crianças de 6 a 59 meses) tem aumentado, alcançando 72% e 68%, nos anos de 2002 e 2003, respectivamente. Essas coberturas são semelhantes às registradas nos 40 países que adotam esta estratégia. Desde 2001 o programa foi ampliado para beneficiar puérperas...

Deficiência de vitamina A em pré-escolares da cidade do Recife, nordeste do Brasil

Magdala Sales de Azevedo, Maria; Kruse Grande de Arruda, Ilma (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
Português
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Introdução: Dentre as deficiências nutricionais de maior relevância, a deficiência de vitamina A (DVA) está presente como um grande problema de saúde pública no Brasil. E crianças em idade pré-escolar estão entre os grupos de risco para o desenvolvimento da DVA. Objetivo: Avaliar o consumo e o retinol sérico em crianças em idade pré-escolar, de ambos os sexos, de creches públicas da cidade do Recife/PE - Brasil. Métodos: Estudo de corte transversal, envolvendo 344 crianças, de 24 a 60 meses de idade selecionadas por amostragem do tipo aleatório sistemático de 18 creches públicas do Recife, em 2007. O consumo alimentar foi avaliado pelo Recordatório de 24h e pela pesagem direta, e comparado com os valores da Dietary Reference Intakes (DRI s). O status de vitamina A foi avaliado pelo retinol sérico. Resultados: A prevalência de níveis inadequados de retinol sérico (<0,70mmol/L) foi de 7,7% (IC 95% 4,88 11,81), caracterizando a DVA como problema de saúde pública do tipo leve, segundo critérios da Organização Mundial de Saúde. Por outro lado, 29,6% (IC 95% 24,22 35,63) das crianças apresentaram níveis aceitáveis ou marginais (0,70 a 1,04mmol/L) de retinol. Em relação ao consumo de vitamina A...

Percepção de profissionais da saúde sobre o Programa brasileiro de combate a deficiência de vitamina A

Rossana de Sousa Brito, Virgínia; Gorete Lucena de Vasconcelos, Maria (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
Português
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A Deficiência de Vitamina A (DVA) é um importante problema nutricional no Brasil, sendo o Nordeste do país considerado como área de risco. A influência que a DVA possui na morbidade e mortalidade do grupo materno-infantil levou o Ministério da Saúde a instituir o Programa Nacional de Suplementação da Vitamina A com o objetivo de prevenir e combater essa carência. O estado da Paraíba, pioneiro na suplementação da vitamina desde 1983, em crianças menores de cinco anos, apresenta a DVA ainda como um problema de saúde pública, segundo estudos desenvolvidos ao longo das ultimas duas décadas. Nesse contexto, este estudo tem como objetivo investigar a percepção de profissionais da saúde sobre o Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A. Trata-se de um estudo descritivo, exploratório, conduzido pela abordagem qualitativa, com a participação de 15 profissionais da saúde com atuação em Unidades Básicas de Saúde e Maternidades, na cidade de Campina Grande Paraíba, Brasil. A amostragem foi do tipo intencional com profissionais que atuavam no Programa, há pelo menos um ano. O número de participantes foi definido pelo critério de saturação teórica. A coleta de informações ocorreu no período de fevereiro a maio de 2010...

Deficiência de vitamina A em gestantes adolescentes e seus recém-nascidos : um estudo prospectivo; Vitamin A deficiency in pregnant adolescents and in their newborns : a prospective study

Geania de Sousa Paz Lima
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 17/07/2014 Português
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A alta incidência de gravidez na adolescência e a maior vulnerabilidade desse grupo às deficiências nutricionais são fatos bem documentados. Todavia, a deficiência de vitamina A (DVA), que é considerada problema de saúde pública em países em desenvolvimento, não tem sido devidamente investigada nesse grupo de risco. O presente estudo caracterizou o estado nutricional relativo à vitamina A em gestantes adolescentes e seus recém-nascidos, segundo indicadores dietético, funcional e bioquímico, em um grupo assistido em maternidade escola de Teresina-PI. Inicialmente, 151 gestantes adolescentes sem enfermidades diagnosticadas no período pré-gestacional, não fumantes, na faixa etária de 10 a 19 anos, com 20 semanas ou menos de gestação, sem uso de suplementos vitamínico-minerais contendo vitamina A, aceitaram participar do estudo. Permaneceram até o final 126 gestantes, que foram investigadas quanto às condições socioeconômicas, obstétricas e aos indicadores funcional e dietético. Para identificar a presença de cegueira noturna (XN), no início e final da gravidez, utilizou-se entrevista proposta pela OMS. Para o inquérito alimentar, foram aplicados 03 recordatórios de 24 horas, sendo um no primeiro contato com a gestante (até a 20ª semana de gestação)...

Panorama das ações de controle da deficiência de vitamina A no Brasil; Overview of actions to control vitamin A deficiency of in Brazil

Martins, Maisa Cruz; Oliveira, Yedda Paschoal de; Coitinho, Denise Costa; Santos, Leonor Maria Pacheco
Fonte: Pontifícia Universidade Católica de Campinas Publicador: Pontifícia Universidade Católica de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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145.93%
Objetivo: Este trabalho propõe-se a descrever a trajetória da implantação das ações de controle da deficiência de vitamina A no Brasil. Métodos: Trata-se de estudo baseado em dados secundários, obtidos nos registros, documentos técnicos e relatórios oficiais do Instituto Nacional de Alimentação e Nutrição, autarquia do Ministério da Saúde extinta em 1997, da Coordenação Geral da Política Nacional de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, e informações obtidas com informantes-chaves, empregando a abordagem multidimensional alicerçada na tríade: estrutura-processo-resultado. Resultados: O Brasil foi pioneiro na iniciativa de introduzir a distribuição de vitamina A nas campanhas nacionais de imunização, estratégia posteriormente preconizada pela Organização Mundial da Saúde e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância. Desde 1983, o Ministério da Saúde utiliza megadoses de vitamina A, como uma das ações para combater a deficiência deste micronutriente. O percentual de cobertura da população alvo (crianças de 6 a 59 meses) tem aumentado, alcançando 72% e 68%, nos anos de 2002 e 2003, respectivamente. Essas coberturas são semelhantes às registradas nos 40 países que adotam esta estratégia. Desde 2001 o programa foi ampliado para beneficiar puérperas...

Nível sérico de zinco e sua associação com deficiência de vitamina A em crianças pré-escolares

Ferraz,Ivan S.; Daneluzzi,Júlio C.; Vannucchi,Hélio; Jordão Jr.,Alceu A.; Ricco,Rubens G.; Del Ciampo,Luiz A.; Martinelli Jr.,Carlos E.; Engelberg,Alexander A. D'Angio; Bonilha,Luis R. C. M.; Custódio,Viviane I. C.
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2007 Português
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146.01%
OBJETIVOS: Identificar a prevalência da deficiência de zinco em uma população com alta prevalência de deficiência de vitamina A; verificar se a deficiência de zinco apresenta associação com deficiência de vitamina A; verificar a influência de alguns fatores de risco (idade, sexo, diarréia e febre) na gênese da deficiência de zinco. MÉTODOS: Estudo transversal com 182 crianças saudáveis com idades > 24 meses e < 72 meses. Obtiveram-se amostras de sangue periférico em jejum para dosagem dos níveis séricos de zinco. Também foram obtidas informações sobre a presença de diarréia e/ou febre nos 15 dias precedentes à pesquisa. A identificação da deficiência de vitamina A foi realizada através do teste de dose-resposta após 30 dias a uma suplementação com vitamina A -+S30DR. RESULTADOS: Das crianças estudadas, 0,5% (1/182) apresentou nível sérico de zinco < 65 µg/dL; entretanto, 74,7% (136/182) apresentavam deficiência de vitamina A. Não houve correlação entre os níveis séricos de zinco e os de retinol. Episódios febris e/ou diarréicos não alteraram os níveis de zinco. Não houve também diferença entre os níveis de zinco entre os sexos. As crianças com idade entre > 48 e < 60 meses de idade tenderam a apresentar menores níveis de zinco do que as demais faixas etárias. CONCLUSÃO: A prevalência de deficiência de zinco foi baixa e não representou fator de risco para deficiência de vitamina A. As crianças com idades entre > 48 e < 60 meses tenderam a apresentar menores médias de nível sérico de zinco do que as demais faixas etárias. Febre e/ou diarréia prévios ao estudo não alteraram os níveis séricos de zinco.

Deficiência de vitamina A em idosos do Programa de Saúde da Família de Camaragibe, PE, Brasil

Nascimento,Ana Luiza; da Silva Diniz,Alcides; Grande de Arruda,Ilma kruze
Fonte: Sociedad Latinoamericana de Nutrición Publicador: Sociedad Latinoamericana de Nutrición
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2007 Português
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A deficiência de vitamina A (DVA) tem sido considerada como um problema de saúde pública, sobretudo, em países em desenvolvimento. No entanto, sua dimensão na população idosa, ainda não foi devidamente avaliada. Este estudo teve como objetivo identificar a prevalência de DVA em idosos do Programa de Saúde da Família (PSF), de Camaragibe, PE. Corte transversal, com amostra representativa de 315 indivíduos ≥ 60 anos, de ambos os sexos, inscritos no PSF de Camaragibe, em 2003. O status de vitamina A foi avaliado pelas concentrações séricas de retinol e pelo inquérito de freqüência do consumo de alimentos-fonte de vitamina A. A prevalência de DVA (retinol sérico < 1,05 microMol/L) foi de 26,1% (IC95% 21,2 - 31,6). A freqüência de consumo de alimentos fonte de vitamina A de origem animal e vegetal, = 3x/semana, foi de 46,1% (IC95% 40,7 - 52,0) e 63,2% (IC95% 57,5 - 69,5), respectivamente. As concentrações séricas de retinol não mostraram correlação com o sexo (p= 0,54), com a idade (p= 0,34), nem com o consumo de alimentos fonte de vitamina A (p> 0,05). A DVA entre idosos do PSF de Camaragibe mostrou-se uma carência nutricional importante. Logo, um plano integrado de prevenção e controle do problema seria fortemente recomendável nesse contexto

Deficiência de vitamina A em pré-escolares da cidade do Recife, Nordeste do Brasil

Sales de Azevedo,Maria Magdala; Coelho Cabral,Poliana; Diniz,Alcides da Silva; Fisberg,Mauro; Fisberg,Regina Mara; Grande de Arruda,Ilma Kruze
Fonte: Sociedad Latinoamericana de Nutrición Publicador: Sociedad Latinoamericana de Nutrición
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2010 Português
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145.88%
O objetivo deste estudo foi avaliar a prevalência de deficiência de vitamina A (DVA) em pré-escolares da cidade do Recife, Nordeste Brasileiro. A amostra foi composta por 344 crianças, de 24 a 60 meses, de ambos os sexos, em 18 creches públicas da cidade do Recife, em 2007. O estado nutricional de vitamina A foi avaliado pelos indicadores bioquímico (retinol sérico) e dietético (inquérito de consumo alimentar) e o status pondo-estatural através dos índices antropométricos peso/idade (P/I), altura/idade (A/I) e peso/altura (P/A). A prevalência de níveis de retinol sérico baixos (<-2 escores -Z) nos pré-escolares foram de 2,5% para o indicador P/I, de 8,6% quanto ao A/I e de 1,5% em relação ao P/A. Os dados acima evidenciam a importância da institucionalização para o adequado estado nutricional das crianças e manutenção dos estoques adequados de vitamina A. Todavia, são necessários mais estudos enfocando pré-escolares não institucionalizados, ou seja, crianças que vivem fora do ambiente privilegiado das creches.

Prevalência de deficiência de vitamina A e fatores associados em pré-escolares de Teresina, Piauí, Brasil

Paiva,Adriana de Azevedo; Rondó,Patrícia Helen de Carvalho; Gonçalves-Carvalho,Cecília Maria Resende; Illison,Vanessa Kristinne; Pereira,Joilane Alves; Vaz-de-Lima,Lourdes Rehder Andrade; Oliveira,Carmem Aparecida de; Ueda,Mirthes; Bergamaschi,Denise
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2006 Português
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A deficiência de vitamina A constitui um problema de saúde pública no Nordeste brasileiro. O objetivo deste estudo foi determinar a prevalência da deficiência de vitamina A e os fatores associados em pré-escolares de Teresina, Piauí, Brasil. Os níveis de retinol sérico foram determinados por HPLC, e foram investigadas as características sócio-econômicas e demográficas de 631 crianças com idade de 36 a 83 meses. Investigou-se a associação entre os níveis de retinol e as variáveis de interesse por análise de regressão linear uni e multivariada. O nível médio de retinol foi de 1,21mmol/L (IC95%: 1,17-1,25µmol/L), independente do sexo (p = 0,259). A hipovitaminose A (retinol < 0,69µmol/L) foi observada em 15,4% das crianças (IC95%: 12,7-18,4), com tendência à diminuição com o avanço da idade; 29% das crianças (IC95%: 25,2-32,4) tinham valores aceitáveis de retinol, mas não adequados (0,70 a 1,04µmol/L). Encontrou-se associação positiva entre níveis de retinol e idade, renda per capita, suplementação prévia com vitamina A e escolaridade materna. A prevalência de hipovitaminose A representa um problema moderado de saúde pública, ressaltando a importância das estratégias de combate a essa carência na região.

Anemia e deficiência de vitamina A em crianças menores de cinco anos assistidas pela Estratégia Saúde da Família no Estado de Pernambuco, Brasil

Paula,Weslla Karla Albuquerque Silva de; Caminha,Maria de Fátima Costa; Figueirôa,José Natal; Batista Filho,Malaquias
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2014 Português
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O objetivo do presente estudo foi descrever a prevalência e os fatores associados à anemia e à deficiência de vitamina A (DVA) em crianças menores de cinco anos assistidas pela Estratégia Saúde da Família. Estudo transversal, realizado em Pernambuco, Brasil, em 2006. Foram selecionadas crianças entre 6 e 59 meses de idade, que tiveram realizadas dosagens de hemoglobina e retinol sérico, perfazendo amostras de 945 e 563 crianças respectivamente. A presença de anemia foi determinada pelo nível de hemoglobina < 11 g/dL e DVA pelo nível de retinol sérico < 0,70 μmol/L. Realizaram-se análises univariada e ajustada por regressão múltipla de Poisson, utilizando modelo hierarquizado. A prevalência de anemia foi de 35%, diminuindo com o aumento do número de pessoas por cômodo, idade materna e idade da criança. No que concerne à DVA, sua prevalência foi de 16%, aumentando em locais onde o destino do lixo era inadequado e em crianças que apresentaram diarreia nos últimos quinze dias. A prevalência de anemia foi maior que o dobro encontrada para a DVA, chamando atenção a influência dos fatores ambientais sobre a DVA.

A deficiência de vitamina A no Brasil: um panorama

Souza,Walnéia Aparecida de; Vilas Boas,Olinda Maria Gomes da Costa
Fonte: Organización Panamericana de la Salud Publicador: Organización Panamericana de la Salud
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2002 Português
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A deficiência prolongada de vitamina A pode causar uma grave doença carencial, a hipovitaminose A, que pode, por sua vez, acarretar xeroftalmia e cegueira. Embora possa ser prevenida, a hipovitaminose A ainda é um problema de saúde pública em vários países em desenvolvimento. O presente artigo traça um panorama da informação disponível sobre a deficiência de vitamina A no mundo e especialmente no Brasil. Além disso, discute o impacto social da hipovitaminose A, um importante determinante da morbidade e mortalidade em crianças, e a relevância da prevenção no combate a essa desordem. Apesar dos estudos já realizados no Brasil, as informações disponíveis não são suficientes para que se possa diagnosticar a magnitude e a gravidade da hipovitaminose A em nível nacional, especialmente porque todos os estudos se apóiam em amostras pequenas, e os inquéritos clínicos e bioquímicos são escassos, além de apresentar resultados contraditórios. Mesmo assim, é possível constatar que o consumo de vitamina A é baixo nas classes sociais pobres e que o nível de ingestão recomendado pela Organização Mundial da Saúde não é alcançado pela maioria das crianças. Em parte, isso poderia ser evitado com orientação alimentar relativa aos alimentos ricos em vitamina A e esclarecimento sobre tabus alimentares. Nesse contexto...