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"Modulação do quimioreflexo por hipóxia e hipercapnia durante exercício submáximo na insuficiência cardíaca" ; Chemoreflex modulation by hypoxia and hypercapnia through submaximal exercise in heart failure patients

Moura, Lidia Ana Zytynski
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 22/08/2005 Português
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27.18%
A dispnéia na insuficiência cardíaca(IC) é complexa, com possível envolvimento de quimioreceptores periféricos(QP) e centrais(QC). Avaliamos a resposta de QP e QC no exercício submáximo em 15 pcts com IC e 7 ind. normais em testes ergoespirométricos de caminhada de 6 min: hipóxia isocápnica(HPX),hipercapnia hiperóxica(HPC) e ar ambiente. HPX aumentou ventilação (VE) com resposta aguda(RVA), freq. cardíaca(FC) e volume de O2 consumido;reduziu o espaço morto,distância caminhada(DC) e pressão arterial sistêmica(PAS). A HPC aumentou VE acima da HPX com RVA.Os QP têm ação maior sobre FC e PAS do que QC, apesar da maior ativação simpática.QP possuem estimulo rápido sobre VE,porém menor do que QC. ; Heart failure(HF) dyspnea is complex with potential enrolment of central(CC) and peripheric chemoreceptors(PC).We investigated CC and CP behavior through submaximal exercise in 15 HF patients and 7 normal subjects in treadmill 6-minute cardiopulmonary walking tests:isocapnic hypoxia(HPO), hypercapnia hyperoxic(HCP) and room air.HPO increased:ventilation(VE) with acute ventilatory response(AVR), heart rate (HR) and O2 uptake and reduced dead space, distance walked (DW) and systemic blood pressure(SBP).The HPC improved VE above HPO level with AVR. PC have greater action on HR and SBP than CC...

Ventilação mecânica não-invasiva em crianças com insuficiência respiratória aguda: uma revisão sistemática da literatura; Non invasive ventilation for children with acute respiratory failure: a systematic rewiew

Gonzaga, Carolina Silva
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 12/12/2007 Português
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27.49%
INTRODUÇÃO: A ventilação não-invasiva consiste na aplicação de pressão positiva na via aérea do paciente através de máscaras e interfaces sem a utilização de uma cânula intratraqueal. A presença da cânula na traquéia e outros fatores relacionados à ventilação invasiva convencional são responsáveis por diversas complicações. O uso da ventilação não-invasiva e o desenvolvimento de estudos sobre o tema têm aumentado nos últimos anos, com o objetivo de prevenir ou amenizar as complicações da ventilação invasiva. Em grupos selecionados de pacientes adultos, a ventilação nãoinvasiva é responsável pela diminuição da necessidade de intubação, mortalidade e custos hospitalares. Em pediatria, o número de estudos ainda é reduzido. OBJETIVOS: 1) Descrever os aspectos gerais relacionados ao uso da ventilação não-invasiva (interfaces, ventiladores, modos, pressões, tempo de uso e cuidados) em crianças e adolescentes com insuficiência respiratória aguda. 2) Avaliar a eficácia e a efetividade do uso da ventilação não-invasiva em crianças e adolescentes com insuficiência respiratória aguda. 3) Descrever as complicações da ventilação não-invasiva em crianças e adolescentes com insuficiência respiratória aguda. METODOLOGIA: Foi realizada uma revisão sistemática da literatura nas seguintes bases de dados: Medline...

Avaliação por processamento de imagem assistida por computador das alterações citométricas dos adipócitos do tecido celular subcutâneo da parede anterior do abdome, após hipercapnia local; Analysis of adipocytes changes by computer-assisted imaging process in abdominal wall adipose tissue after local hypercapnia

Costa, Célia Sampaio
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 04/08/2009 Português
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27.49%
Recentes estudos vêm demonstrando os efeitos benéficos da infiltração percutânea de dióxido de carbono em diferentes campos da Medicina, inclusive como alternativa para tratamento de depósitos localizados de gordura formados após lipoaspiração da parede abdominal. É possível que os efeitos dessa terapia encontrem-se relacionados à capacidade do método em aumentar a circulação sangüínea local, bem como aos efeitos lipolíticos do CO2 sobre adipócitos do tecido envolvido. Entretanto, até a presente data, poucos estudos avaliaram os efeitos histológicos e citométricos sobre adipócitos, presentes no tecido subcutâneo da parede abdominal. O objetivo do presente estudo foi avaliar os efeitos da infusão de gás carbônico sobre a população e morfologia de adipócitos da parede abdominal. Quinze voluntárias, com média de idade de 34 anos, foram submetidas a sessões de infusão de CO2 durante três semanas consecutivas (duas sessões por semana com intervalos de dois a três dias entre cada sessão). O volume de gás carbônico infundido por sessão, em pontos previamente demarcados, foi sempre calculado com base na superfície da área a ser tratada, com volume de gás de 250 mL/100 cm de superfície tratada. Utilizou-se As áreas foram demarcados respeitando-se o limite eqüidistante 2 cm entre elas. Em cada ponto de punção se injetou 10 mL...

Em busca da região epileptiforme em pacientes com epilepsia do lobo temporal: métodos alternativos baseados em fMRI e EEG-fMRI; Searching for epileptiform region in patients with temporal lobe epilepsy: alternative methods based on fMRI and EEG-fMRI

Pastorello, Bruno Fraccini
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 25/08/2011 Português
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27.49%
A epilepsia do lobo temporal (ELT) é a forma mais comum de epilepsia e a mais resistente ao tratamento medicamentoso. Existem diversos tipos de drogas anti-epilépticas usadas no controle das crises. Entretanto, em alguns casos, esse tipo de tratamento não é eficaz e a cirurgia para remoção da zona epileptogênica (ZE) pode ser uma alternativa recomendada. A ZE é definida como aquela onde as crises são originadas. Trata-se de um conceito teórico e, atualmente, não existem técnicas capazes de delimitá-la precisamente. Na prática, exames de EEG, vídeo-EEG, MEG, SPECT, PET e diversas técnicas de MRI, em especial as funcionais, têm sido usados para mapear zonas relacionadas à ZE. Contudo, em alguns casos, os resultados permanecem não convergentes e a determinação da ZE inconclusiva. Desse modo, é evidente a importância do surgimento de novas metodologias para auxiliar a localização da ZE. Assim, pois, o objetivo deste trabalho foi desenvolver dois métodos para a avaliação da ZE, ambos baseados na imagem funcional por ressonância magnética. No primeiro, investigamos possíveis alterações da resposta hemodinâmica (HRF) quando da modulação da pressão parcial de CO2. Para tanto, fizemos um estudo sobre 22 pacientes com ELT e 10 voluntários assintomáticos modulando a pressão parcial de CO2 sanguíneo cerebral por um protocolo de manobra de pausa respiratória e outro de inalação passiva de CO2/ar. Os resultados mostram que o tempo de onset da HRF tende a ser maior e a amplitude da HRF tende a ser menor em áreas do lobo temporal de pacientes com ELT quando comparados com os dados de voluntários assintomáticos. Além disso...

Efeito da terapêutica com beta-bloqueador na resposta dos quimiorreflexos e ergorreflexo em pacientes com insuficiência cardíaca; Effect of beta-blocker therapeutics on the chemoreflex and ergoreflex response in heart failure patients

Belli-Marin, Juliana Fernanda Canhadas
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 04/04/2014 Português
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27.18%
A intolerância ao exercício físico na insuficiência cardíaca (IC) está relacionada a alterações hemodinâmicas e neurohumorais pela complexa interação dos reflexos cardiovasculares. Os quimiorreflexos central e periférico e o ergorreflexo estão envolvidos na hiperventilação de repouso e durante o exercício, contribuindo para intolerância ao esforço. Os objetivos do estudo foram avaliar o efeito da terapêutica com beta-bloqueador (betab) na resposta dos quimiorreflexos central e periférico e do ergorreflexo por meio das alterações da resposta ventilatória durante o teste de caminhada de seis minutos (T6M); e avaliar o efeito da sua otimização também sobre as catecolaminas plasmáticas e peptídeo natriurético do tipo B (BNP). Foram estudados 15 pacientes masculinos, 49.5 ± 2.5 anos, com diagnóstico de IC há mais de 3 meses, sem histórico de tratamento com betab, com fração de ejeção (FEVE) 25.9 ± 2.5%, classe funcional I-III (NYHA). Estes pacientes poderiam estar em uso de inibidores da enzima conversora da angiotensina, bloqueadores do receptor da angiotensina II e antagonista do receptor da aldosterona. Todos os indivíduos realizaram testes: ergoespirométrico em esteira segundo o protocolo de Naughton...

Respostas respiratórias à hipóxia e hipercapnia de frangos de corte provenientes de ovos incubados em diferentes temperaturas

Capalbo, Aretuza Carregari
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: vii, 57 p. : il.
Português
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27.49%
Pós-graduação em Zootecnia - FCAV; A temperatura é um dos requerimentos fisiológicos fundamental para o bom desenvolvimento embrionário de aves. O objetivo do presente estudo foi avaliar o efeito de alterações da temperatura de incubação sobre parâmetros da incubação (perda de peso dos ovos, eclosão e eclodibilidade, bicagem interna, externa e nascimento e avaliação dos neonatos), ventilação (VE), temperatura corporal (TC) e peso do pulmão e peso do coração em condições basais, e após a exposição à hipóxia (10%O2) ou à hipercapnia (7%CO2) de frango de corte. Foram incubados ovos férteis de matrizes da linhagem Cobb®, com 44 semanas de idade, procedentes de incubatório comercial, de acordo com os seguintes tratamentos: ovos incubados em condições normais de temperatura (37,5ºC); com temperatura elevada (38,5ºC) por 10 dias finais de incubação e com temperatura reduzida (36,5ºC) por 10 dias finais da incubação. Durante a incubação foi observado que a temperatura não afetou eclosão e eclodibilidade. A perda de peso foi maior nos animais incubados em temperatura quente e menor em temperatura fria. A temperatura não influenciou na qualidade dos pintainhos, contudo, ovos incubados em temperatura quente apresentaram redução no tempo de nascimento diferente da temperatura fria que prologa o tempo. Após a eclosão...

Estudo comparativo de dois metodos de ventilação mecanica : hipercapnia permissiva em volume controlado e hipercapnia permissiva em pressão controlada, em pacientes com a sindrome da angustia respiratoria aguda

Milena Pelosi Rizk Sperling
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 29/07/2002 Português
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27.81%
O objetivo principal desse estudo foi comparar dois métodos de ventilação mecânica associados à hipercapnia permissiva, aplicados em pacientes com SARA, visto que não há consenso precedente acerca da melhor modalidade ventilatória associada à adoção de pequenos volumes correntes, quanto ao mínimo de agressão pulmonar à lesão preexistente e alteração na mortalidade desses pacientes. A adoção de baixos volumes correntes deve-se ao consenso de que a adoção de altos volumes, em torno de 10 a15 ml/Kg peso, é prejudicial ao sistema respiratório tendo relação com aumento de mortalidade em pacientes com SARA. Comparou-se a Ventilação à Volume Controlado e a Ventilação à Pressão Controlada com relação a parâmetros respiratórios e hemodinâmicos, assim como foi analisada a evolução desses parâmetros durante três dias seguidos e verificada a influência da evolução dos mesmos parâmetros no óbito. Esse estudo foi prospectivo e randomizado, com 7 pacientes ventilados à Volume Controlado e 9 à Pressão Controlada, com variação de volume corrente entre 6 e 8 ml/Kg peso, com conseqüente hipercapnia permissiva, tendo sido calculado o PEEP-ideal. Os pacientes apresentavam à inclusão Pa02/Fi02 abaixo de 200...

Efeito da hipercapnia aguda sobre o pH intramucoso gástrico.

Wiltgen, Janete Eunice
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: 29 p.| grafs.,tabs.
Português
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27.18%
Trabalho de Conclusão de Curso - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Departamento de Clínica Médica, Curso de Medicina, Florianópolis, 1996

Ventilação mecânica convencional em pediatria

Rotta,Alexandre T.; Steinhorn,David M.
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/05/2007 Português
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27.49%
OBJETIVO: Revisar os vários desafios existentes na ventilação mecânica de pacientes pediátricos com doenças de resistência elevada das vias aéreas, complacência pulmonar anormal ou pulmões normais. FONTES DOS DADOS: Dados originais coletados em nossa unidade de tratamento intensivo pediátrico e em nosso laboratório de pesquisa animal. Artigos pertinentes incluídos na base de dados MEDLINE durante os últimos 10 anos. Também foram incluídos capítulos de livros e estudos definitivos, a critério dos autores, sobre asma, síndrome do desconforto respiratório agudo, ventilação mecânica, lesão pulmonar induzida pelo ventilador e hipercapnia permissiva. SÍNTESE DOS DADOS: O foco da ventilação mecânica de pacientes com doenças que resultam em resistência elevada das vias aéreas deve centrar-se na hipercapnia permissiva e prevenção de hiperinsuflação dinâmica, permitindo exalação total antes do início da inspiração subseqüente. A pressão expiratória final positiva deve ser usada comedidamente para evitar atelectasia e facilitar a sincronia em pacientes com respiração espontânea. A ventilação mecânica de pacientes com doenças de complacência pulmonar anormal deve levar em consideração a distribuição heterogênea da lesão pulmonar. O enfoque deve ser na prevenção de volutrauma e atelectrauma...

Hipercapnia acentuada durante circulação extracorpórea em cirurgia para revascularização do miocárdio: relato de caso

Nascimento,Maurício Serrano; Bernardes,Cassiano Franco; Medeiros,Roberta Louro de
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2002 Português
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27.18%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A função primordial de desviar o sangue do coração e retorná-lo oxigenado à circulação sistêmica é conseguida às custas de importantes alterações na fisiologia cardiopulmonar. O objetivo deste relato é apresentar uma complicação anestésica que ocorreu durante a CEC e alertar para a necessidade da interação de toda a equipe anestésico-cirúrgica na prevenção de eventos adversos per-operatórios. RELATO DO CASO: Paciente feminina, parda, 56 anos, 95 kg, altura 1,65 m, estado físico ASA IV, portadora de insuficiência renal crônica em hemodiálise, foi admitida para realização de revascularização do miocárdio. A monitorização constou de eletrocardiograma (ECG), medida invasiva da pressão arterial, oximetria de pulso, capnografia, temperatura esofágica, pressão venosa central e análise dos gases anestésicos. A paciente recebeu como medicação pré-anestésica, midazolam (0,05 mg.kg-1), por via venosa. Iniciou-se indução venosa com fentanil (16 µg.kg-1), etomidato (0,3 mg.kg-1) e pancurônio (0,1 mg.kg-1). A manutenção foi feita com oxigênio, isoflurano (0,5 - 1 CAM) e infusão contínua de fentanil. A gasometria arterial colhida após a indução demonstrou: pH: 7,41; PaO2: 288 mmHg; PaCO2: 38 mmHg; HCO3: 24 mmol.L-1; BE: 0 mmol.L-1; SatO2: 100%. A segunda gasometria arterial...

Uso de atracúrio para o bloqueio da musculatura extrínseca do bulbo ocular em cães submetidos à anestesia inalatória sob ventilação espontânea

Carregaro,A.B.; Gerardi,P.M.; Mujalli,M.C.L.C.; Martins,F.S.
Fonte: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária Publicador: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2006 Português
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27.18%
Comparou-se o bloqueio da musculatura extrínseca do bulbo ocular com três doses de atracúrio em cães submetidos à anestesia inalatória sob ventilação espontânea. Em estudo cego, foram utilizados seis cães, pré-medicados com 0,1mg/kg de acepromazina intravenoso (IV), anestesiados com 5mg/kg de propofol, entubados e mantidos sob anestesia inalatória com 1,5% de isofluorano e submetidos a quatro tratamentos: não tratados (controle), tratados com 25µg/kg (G25) de atracúrio IV, com 50µg/kg (G50) de atracúrio IV e com 75µg/kg (G75) de atracúrio IV. Mensuraram-se: pressão parcial de CO2 expirado (ETCO2), freqüência cardíaca (FC), freqüência respiratória (¦), saturação arterial de oxiemoglobina (SatO2) e tempo de centralização do bulbo ocular. Nos grupos tratados com atracúrio, o ETCO2 aumentou aos 5min, e permaneceu aumentado até 10min em G50 e até 20min em G75, sendo este o único tratamento cuja concentração de ETCO2 apresentou-se acima de 50mmHg. Não houve reinalação de CO2 em nenhum grupo. Em G75, observou-se aumento crescente da ¦ até os 40min e considerável bradicardia após 10min; ambos retornaram aos valores basais após esse período. A centralização do bulbo ocular foi crescente de acordo com a dose: G25...

Contributo dos músculos respiratórios para a fisiopatologia da hipercápnia na doença pulmonar crónica estabilizada: parte 1 = The role of the respiratory muscles in the pathophisiology of chronic hypercapnia in clinically stable chronic obstructive pulmonary diseases: part 1

Bárbara, Cristina; Carmo, Miguel Mota; Gonçalves, Isabel; Rendas, António Bensabat; Ávila, Ramiro; Correia, Iolanda; Santos, Rosa; Canteiro, Maria Camila
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pneumologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Pneumologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2001 Português
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38.32%
Rev Port Pneumol. VII(2): 191-208, 2001; Este trabalho resultou de um projecto de parceria entre o Departamento de Pneumologia do Hospital de Pulido Valente e o Departamento de Fisiopatologia da Faculdade de Ciências Médicas de Lisboa e constituíu a dissertação de doutoramento do seu primeiro autor. Debruça-se sobre a importância dos músculos respiratórios no ecodir da hipercápnia crónica na fase avançada da história natural da doença pulmonar obstrutiva crónica. (...)]. Os doentes com doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) podem desenvolver hipercápnia crónica em dado momento da sua história natural, correspondendo o aparecimento desta condição a uma fase de maior gravidade clínica. Os mecanismos fisiopatológicos que levam à hipercápnia crónica são ainda hoje incompletamente compreendidos. Apesar da retenção de CO2 estar na dependência da gravidade da obstrução das vias aéreas, existe uma variabilidade considerável na relação entre os valores de PaCO2 e o volume expiratório forçado em um segundo (FEV1). Existem outros factores, como alterações de ventilação-perfusão, perturbações do comando ventilatório, fraqueza dos músculos respiratórios, o próprio padrão respiratório e a hiperinsuflação pulmonar...

Contributo dos músculos respiratórios para a fisiopatologia da hipercápnia na doença pulmonar crónica estabilizada : parte 2 = The role of the respiratory muscles in the pathophisiology of chronic hypercapnia in clinically stable chronic obstructive pulmonary diseases: part 2

Bárbara, Cristina; Carmo, Miguel Mota; Gonçalves, Isabel; Rendas, António Bensabat; Ávila, Ramiro; Correia, Iolanda; Santos, Rosa; Canteiro, Maria Camila
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pneumologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Pneumologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2001 Português
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37.98%
Rev Port Pneumol. VII(2): 210-233, 2001; Este trabalho resultou de um projecto de parceria entre o Departamento de Pneumologia do Hospital de Pulido Valente e o Departamento de Fisiopatologia da Faculdade de Ciências Médicas de Lisboa e constituíu a dissertação de doutoramento do seu primeiro autor. Debruça-se sobre a importância dos músculos respiratórios no ecodir da hipercápnia crónica na fase avançada da história natural da doença pulmonar obstrutiva crónica. (...)]. Os doentes com doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) podem desenvolver hipercápnia crónica em dado momento da sua história natural, correspondendo o aparecimento desta condição a uma fase de maior gravidade clínica. Os mecanismos fisiopatológicos que levam à hipercápnia crónica são ainda hoje incompletamente compreendidos. Apesar da retenção de CO2 estar na dependência da gravidade da obstrução das vias aéreas, existe uma variabilidade considerável na relação entre os valores de PaCO2 e o volume expiratório forçado em um segundo (FEV1). Existem outros factores, como alterações de ventilação-perfusão, perturbações do comando ventilatório, fraqueza dos músculos respiratórios, o próprio padrão respiratório e a hiperinsuflação pulmonar...

Contributo dos músculos respiratórios para a fisiopatologia da hipercápnia na doença pulmonar crónica estabilizada : parte 3 = The role of the respiratory muscles in the pathophisiology of chronic hypercapnia in clinically stable chronic obstructive pulmonary diseases: part 3

Bárbara, Cristina; Carmo, Miguel Mota; Gonçalves, Isabel; Rendas, António Bensabat; Ávila, Ramiro; Correia, Iolanda; Santos, Rosa; Canteiro, Maria Camila
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pneumologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Pneumologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2001 Português
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37.98%
Rev Port Pneumol. VII(2): 234-250, 2001; Este trabalho resultou de um projecto de parceria entre o Departamento de Pneumologia do Hospital de Pulido Valente e o Departamento de Fisiopatologia da Faculdade de Ciências Médicas de Lisboa e constituíu a dissertação de doutoramento do seu primeiro autor. Debruça-se sobre a importância dos músculos respiratórios no ecodir da hipercápnia crónica na fase avançada da história natural da doença pulmonar obstrutiva crónica. (...)]. Os doentes com doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) podem desenvolver hipercápnia crónica em dado momento da sua história natural, correspondendo o aparecimento desta condição a uma fase de maior gravidade clínica. Os mecanismos fisiopatológicos que levam à hipercápnia crónica são ainda hoje incompletamente compreendidos. Apesar da retenção de CO2 estar na dependência da gravidade da obstrução das vias aéreas, existe uma variabilidade considerável na relação entre os valores de PaCO2 e o volume expiratório forçado em um segundo (FEV1). Existem outros factores, como alterações de ventilação-perfusão, perturbações do comando ventilatório, fraqueza dos músculos respiratórios, o próprio padrão respiratório e a hiperinsuflação pulmonar...

Contributo dos músculos respiratórios para a fisiopatologia da hipercápnia na doença pulmonar crónica estabilizada : parte 4 = The role of the respiratory muscles in the pathophisiology of chronic hypercapnia in clinically stable chronic obstructive pulmonary diseases: part 4

Bárbara, Cristina; Carmo, Miguel Mota; Gonçalves, Isabel; Rendas, António Bensabat; Ávila, Ramiro; Canteiro, Maria Camila; Correia, Iolanda
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pneumologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Pneumologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2001 Português
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37.98%
Rev Port Pneumol. VII(2): 251-263, 2001; Este trabalho resultou de um projecto de parceria entre o Departamento de Pneumologia do Hospital de Pulido Valente e o Departamento de Fisiopatologia da Faculdade de Ciências Médicas de Lisboa e constituíu a dissertação de doutoramento do seu primeiro autor. Debruça-se sobre a importância dos músculos respiratórios no ecodir da hipercápnia crónica na fase avançada da história natural da doença pulmonar obstrutiva crónica. (...)]. Os doentes com doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) podem desenvolver hipercápnia crónica em dado momento da sua história natural, correspondendo o aparecimento desta condição a uma fase de maior gravidade clínica. Os mecanismos fisiopatológicos que levam à hipercápnia crónica são ainda hoje incompletamente compreendidos. Apesar da retenção de CO2 estar na dependência da gravidade da obstrução das vias aéreas, existe uma variabilidade considerável na relação entre os valores de PaCO2 e o volume expiratório forçado em um segundo (FEV1). Existem outros factores, como alterações de ventilação-perfusão, perturbações do comando ventilatório, fraqueza dos músculos respiratórios, o próprio padrão respiratório e a hiperinsuflação pulmonar...

Efeitos de diferentes volumes correntes e da pressão expiratória final positiva sobre a troca gasosa na fístula broncopleural experimental

Toneloto,Maria Gabriela Cavicchia; Terzi,Renato Giuseppe Giovanni; Silva,William Adalberto; Moraes,Ana Cristina de; Moreira,Marcos Mello
Fonte: Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB Publicador: Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2008 Português
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27.68%
OBJETIVO: O presente estudo foi desenhado para identificar o efeito da pressão expiratória final positiva (PEEP) e o volume corrente pulmonar ideal para ventilar animais com fístula broncopleural produzida cirurgicamente, com o intuito de reduzir a vazão da fístula sem afetar a troca gasosa. MÉTODOS: Avaliação hemodinâmica e respiratória da troca gasosa foi obtida em cinco porcos jovens, saudáveis, da linhagem Large White, ventilados mecanicamente no modo ventilatório volume controlado com FiO2 de 0.4 e relação inspiração:expiração em torno de 1:2, com freqüência respiratória mantida em 22 cpm. A fístula broncopleural foi produzida pela ressecção da língula. Um sistema de drenagem a selo d'água foi instalado e o tórax foi hermeticamente fechado. A troca gasosa e o débito da fístula broncopleural foram medidos com animais ventilados sequencialmente com volumes correntes de 4 ml/kg, 7 ml/kg e 10 ml/Kg alternando zero de pressão expiratória final positiva (ZEEP) e PEEP de 10 cmH2O, sempre na mesma ordem. RESULTADOS: Esses dados são atribuídos à ventilação alveolar reduzida e às anormalidades da ventilação/perfusão que foram atenuadas com volumes correntes mais altos. PEEP aumentou o vazamento de ar pela fístula...

Análisis de factores relacionados con hipercapnia crónica en la distrofia miotónica

Aruj, Patricia; Monteiro, Sergio G.; de Vito, Eduardo
Fonte: Medicina (buenos Aires) Publicador: Medicina (buenos Aires)
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:ar-repo/semantics/artículo; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf
Português
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37.81%
La distrofia miotónica (DM) es la distrofia muscular más común en adultos. Diversos factores pueden explicar la retención crónica de CO2. La selección de pacientes, diferentes estadios evolutivos y formas de evaluación, pueden explicar los resultados disímiles al respecto. Nuestros objetivos fueron caracterizar la función respiratoria y analizar los factores relacionados con la retención crónica de CO2 en la DM. Se incluyeron 27 pacientes ambulatorios consecutivos, estables clínicamente y se los agrupó como normocápnicos e hipercápnicos (PaCO2 ≥ 43 mm Hg). Se determinaron capacidad vital forzada (FVC), presiones estáticas máximas, tiempo de apnea voluntaria, escala de Epworth y gases arteriales. La quimiosensibilidad al CO2 se evaluó mediante la reinhalación de CO2 (método de Read). La pendiente ∆P0.1/∆PCO2 expresa la quimiosensibilidad al CO2. El 59.3% tenían hipercapnia. La FVC y la fuerza muscular respiratoria fueron normales o mostraron disminución leve a moderada, sin diferencias significativas en ambos grupos. La inadecuada respuesta al CO2 (pendientes ∆P0.1/∆PCO2 bajas (< 0.1 cmH2O/mm Hg) o planas) se asoció con hipercapnia (p < 0.005) y ésta significó un riesgo 11.6 veces mayor de inadecuada respuesta al CO2. El grupo con pendiente ∆P0.1/∆PCO2 baja-plana mostró mayor PaCO2 (p = 0.0017) y tiempo de apnea voluntaria más prolongado (p = 0.002). Concluimos que...

Hipercapnia nocturna y oxigenoterapia en el paciente con enfermedad pulmonar obstructiva crónica caracterización fenotípica, predicción y manejo /

Tárrega Camarasa, Julia
Fonte: Bellaterra : Universitat Autònoma de Barcelona, Publicador: Bellaterra : Universitat Autònoma de Barcelona,
Tipo: Tesis i dissertacions electròniques; info:eu-repo/semantics/doctoralThesis Formato: application/pdf
Publicado em //2008 Português
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38.03%
Títol obtingut de la portada digitalitzada; Consultable des del TDX; El abandono del hábito tabáquico y la oxigenoterapia crónica domiciliaria (OCD) son los únicos tratamientos que han demostrado frenar la progresión de la EPOC. Sin embargo, la oxigenoterapia puede favorecer el desarrollo de hipercapnia, sobre todo durante el sueño. La presencia de hipercapnia diurna se ha considerado como factor del mal pronóstico. Puede acentuar la disfunción muscular y favorece el desarrollo de fatiga muscular. Influye en la contractilidad cardiaca, favorece la presencia de arritmias y puede producir lesiones estructurales a nivel del miocardio. No se conoce el significado clínico ni las consecuencias a medio - largo plazo de la presencia de hipoventilación nocturna asociada a la oxigenoterapia (HVN). La OCD se suele administrar a través de un concentrador y sondas nasales. El flujo de oxígeno necesario se ajusta en vigilia, y se recomienda incrementar en 1L/min durante el sueño. Conocer la prevalencia de los pacientes con EPOC e indicación de OCD que van a desarrollar HVN puede ser importante para conseguir un mejor control de la enfermedad. El poder detectar, a priori, este subgrupo de pacientes permitiría mejorar la relación coste-eficacia del tratamiento de la insuficiencia respiratoria. Nos planteamos el presente trabajo...

Análisis de factores relacionados con hipercapnia crónica en la distrofia miotónica

Aruj,Patricia K.; Monteiro,Sergio G.; De Vito,Eduardo L.
Fonte: Medicina (Buenos Aires) Publicador: Medicina (Buenos Aires)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2013 Português
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La distrofia miotónica (DM) es la distrofia muscular más común en adultos. Diversos factores pueden explicar la retención crónica de CO2. La selección de pacientes, diferentes estadios evolutivos y formas de evaluación, pueden explicar los resultados disímiles al respecto. Nuestros objetivos fueron caracterizar la función respiratoria y analizar los factores relacionados con la retención crónica de CO2 en la DM. Se incluyeron 27 pacientes ambulatorios consecutivos, estables clínicamente y se los agrupó como normocápnicos e hipercápnicos (PaCO2 ≥ 43 mm Hg). Se determinaron capacidad vital forzada (FVC), presiones estáticas máximas, tiempo de apnea voluntaria, escala de Epworth y gases arteriales. La quimiosensibilidad al CO2 se evaluó mediante la reinhalación de CO2 (método de Read). La pendiente ∆P0.1/∆PCO2 expresa la quimiosensibilidad al CO2. El 59.3% tenían hipercapnia. La FVC y la fuerza muscular respiratoria fueron normales o mostraron disminución leve a moderada, sin diferencias significativas en ambos grupos. La inadecuada respuesta al CO2 (pendientes ∆P0.1/∆PCO2 bajas (< 0.1 cmH2O/mm Hg) o planas) se asoció con hipercapnia (p < 0.005) y ésta significó un riesgo 11.6 veces mayor de inadecuada respuesta al CO2. El grupo con pendiente ∆P0.1/∆PCO2 baja-plana mostró mayor PaCO2 (p = 0.0017) y tiempo de apnea voluntaria más prolongado (p = 0.002). Concluimos que...

Gradiente alveolo-arterial de O2 en la EPOC con hipercapnia

Carrión Valero,F.; Martínez Francés,M.; Perpiñá Tordera,M.; Pascual Izuel,J.Mª.; Marín Pardo,J.
Fonte: Anales de Medicina Interna Publicador: Anales de Medicina Interna
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/03/2001 Português
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Objetivo: Analizar si el cálculo del gradiente alveolo arterial de O2 (AaPO2) permite clasificar a los pacientes con hipercapnia de origen broncopulmonar y analizar como influye en el resultado la existencia de diferentes valores de cociente respiratorio (R). Método: Estudiamos a 45 pacientes con enfermedad crónica de la vía aérea e hipercapnia, en situación estable. Calculamos la AaPO2 (PAO2-PaO2) mediante las ecuaciones simplificada (PAO2=PIO2-PaCO2/R) y completa (PAO2= PIO2-PaCO2 (FIO2+(1-FIO2)/R) para R entre 0,6-1,1. Se consideró que el paciente estaba bien clasificado cuando su AaPO2 era superior al teórico (fórmula de Mellemgaard). Resultados: a) la AaPO2 mediante la ecuación simplificada clasificó erróneamente al 20% de los sujetos (9/45), mientras que la fórmula completa, con R = 0,8, lo hizo adecuadamente en el 91% de los sujetos (41/45) y b) la modificación del valor R en el cálculo sólo permitió clasificar mejor a dos pacientes. Conclusiones: El cálculo de la AaPO2 mediante la fórmula completa y R=0,8 es la mejor forma de clasificar a los pacientes con EPOC e hipercapnia, por lo que recomendamos su utilización en la clínica diaria.