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Terapia génica : avaliação do potencial terapêutico em células de carcinoma hepatocelular em cultura; Gene therapy : evaluation of the therapeutic potential in hepatocellular carcinoma cell lines

Ribeiro, Marta de Jesus
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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O carcinoma hepatocelular (CHC) é uma doença com mau prognóstico cuja incidência tem aumentado dramaticamente nas últimas décadas. Muitos estudos têm vindo a ser realizados e variados protocolos investigados para o seu tratamento. Apesar disso, a taxa de mortalidade dos doentes com CHC avançado ainda é muito elevada, havendo assim a necessidade de desenvolvimento de novos fármacos, e de novas opções de tratamento, que poderão ser utilizados como agentes únicos ou em combinação. Esta falta de opções terapêuticas seguras e eficientes contra muitos tipos de cancro tem vindo a incentivar o desenvolvimento de novas aplicações para a terapia génica. A terapia génica suicida envolve a entrega de um gene suicida às células-alvo, tornando-as sensíveis a determinado pró-fármaco sendo os sistemas mais utilizados a timidina cinase do Vírus Herpes Simplex (HSV-TK)/ ganciclovir (GCV) e a citosina desaminase bacteriana (CD)/ 5-fluorocitosina (5-FC). A entrega do material genético pode ser feita por vectores virais ou não virais. Devido aos problemas que têm surgido com a utilização de vectores virais, principalmente relacionados com questões de segurança, os lipossomas catiónicos surgiram como sistemas promissores...

Desenvolvimento de uma nova estratégia terapêutica para cancro da mama, envolvendo a acção combinada de terapia génica e quimioterapia.

Santos, Gabriel Gabriela de Jesus Leão Pereira dos
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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Excluindo o cancro da pele, o cancro da mama é o tipo de cancro mais frequentemente diagnosticado entre as mulheres, sendo a principal causa de morte por cancro neste género. Apesar dos recentes avanços nas estratégias terapêuticas convencionais para o cancro, a resistência a fármacos e os efeitos tóxicos secundários, frequentemente observados, têm limitado a sua aplicação clínica. Desta forma, urge o desenvolvimento de novas e eficientes estratégias anti-tumorais. Neste sentido, a terapia genética constitui uma estratégia promissora, devido à descoberta de novos alvos moleculares associados a uma doença, o que promove a oportunidade de criar novas técnicas terapêuticas, incluindo as que envolvem a p53 e microRNAs. Por outro lado, a investigação em terapia génica tem também estado focada no desenvolvimento de sistemas de transporte e entrega de material genético eficientes, sendo os complexos de lipossomas catioónicos/DNA ("lipoplexos") os mais promissores.Neste contexto, o principal objectivo deste trabalho foi criar uma nova estratégia para o tratamento de cancro da mama, consistindo na combinação de terapia génica e quimioterapia, com o intuito de proporcionar uma actividade antitumoral efectiva, com menos efeitos adversos. Assim...

Desenvolvimento de modelos animais de terapia gênica para o hormônio de crescimento utilizando queratinócitos transduzidos e injeção direta de DNA plasmidial; Development of animal models of growth hormone gene therapy using transduced keratinocytes and direct injection of naked DNA

Oliveira, Nélio Alessandro de Jesus
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 03/12/2010 Português
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Queratinócitos são células bastante atrativas para a transferência gênica ex vivo e liberação sistêmica, uma vez que as proteínas secretadas por estas células podem atingir a circulação via um mecanismo similar ao processo natural. No presente trabalho, queratinócitos transduzidos mediante um vetor retroviral com o gene do hormônio de crescimento de camundongo (mGH) foram submetidos a um tratamento de aderência ao colágeno e à análise clonal, com o intuito de enriquecer esta população de queratinócitos em células-tronco. O principal resultado foi um aumento da viabilidade celular in vitro dos queratinócitos tratados, que poderá se refletir num aumento da durabilidade da secreção do hormônio in vivo, quando realizado o implante de culturas organotípicas em camundongos anões imunodeficientes (lit/scid). Foi também utilizado um modelo de terapia gênica in vivo, baseado na eletrotransferência de DNA plasmidial (naked DNA), contendo o gene do hormônio de crescimento humano (hGH), no músculo quadríceps de camundongos anões (lit/lit) e anões imunodeficientes (lit/scid). Foram padronizadas as condições de eletroporação em 8 pulsos de 50 V e 20 ms com 0,5 s de intervalo, utilizando um plasmídeo com o promotor da ubiquitina C e a sequência genômica do hGH. A administração de uma dose única de 50 g do plasmídeo pUC-UBI-hGH em camundongos lit/scid...

Desenvolvimento e caracterização de sistemas de liberação tópica a base de cristais líquidos para veiculação de siRNA na terapia gênica; Development and characterization of topical delivery systems based on liquid crystals for siRNA in gene therapy

Depieri, Lívia Vieira
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 10/05/2012 Português
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A terapia gênica por interferência de RNA (RNAi) trata-se de um processo de silenciamento pós-transcricional capaz de suprimir a expressão de um determinado gene. A RNAi é uma proposta terapêutica promissora para o tratamento de muitas doenças severas que ainda não possuem cura ou terapias bem definidas. Porém, é necessário o desenvolvimento de sistemas de liberação clinicamente adequados, seguros e eficazes para se viabilizar essa nova terapêutica, uma vez que obstáculos na administração e distribuição in vivo comprometem o uso clínico dos siRNAs (small interfering RNA). Paralelamente, a liberação tópica de siRNAs surge como uma alternativa promissora para o tratamento de patologias cutâneas. Neste contexto, a presente pesquisa teve como objetivo o desenvolvimento de um sistema de liberação baseado em nanotecnologia para a liberação tópica de siRNAs, visando introduzir a terapia gênica como nova abordagem para o tratamento de patologias cutâneas. Como sistema de liberação, foram desenvolvidas nanodispersões líquido-cristalinas aquosas, compostas por monoleína (MO), um lipídeo polar biocompatível, associadas ou não com ácido oléico (AO). Foram incorporados a esses sistemas os adjuvantes catiônicos polietilenoimina (PEI) e oleilamina (OAM) para obtenção das nanodispersões. Dentre as nanodispersões aquosas desenvolvidas...

Terapia gênica : contribuição para uma abordagem farmacológica

Burlamaque-Neto, Antônio Carlos
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
Português
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A transferência de material genético para dentro das células de um indivíduo com o objetivo de conferir um benefício terapêutico ao corrigir uma anormalidade ou proporcionar às células uma nova função constitui a essência da terapia gênica. Seu princípio baseia-se no entendimento de que algumas doenças são causadas por defeitos em um ou mais genes, levando à produção descontrolada ou à supressão de uma proteína essencial para o funcionamento das células. Doenças monogênicas (como os erros inatos do metabolismo), câncer, doenças cardiovasculares, desordens neurodegenerativas e doenças adquiridas (infecciosas, por exemplo) são alvos da terapia gênica. Na terapia gênica, o agente terapêutico em questão é o material genético de interesse. Tanto os elementos regulatórios quanto o gene de interesse são clonados em um plasmídio de expressão, que é, então, utilizado para a construção de vetores de transferência virais e não virais. Bicamadas lipídicas microscópicas denominadas lipossomos são vetores não virais comumente utilizados. Este trabalho teve como objetivo iniciar uma adaptação das abordagens da farmacologia ao estudo de vetores não virais em terapia gênica e padronizar a detecção da green fluorescent protein (GFP) por espectrofotometria de fluorescência...

Terapia gênica; Gene therapy

Nardi, Nance Beyer; Teixeira, Leonardo Augusto Karam; Silva, Eduardo Filipe Avila
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Português
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Terapia gênica é um procedimento médico que envolve a modificação genética de células como forma de tratar doenças. Os genes influenciam praticamente todas as doenças humanas, seja pela codificação de proteínas anormais diretamente responsáveis pela doença, seja por determinar suscetibilidade a agentes ambientais que a induzem. A terapia gênica é ainda experimental, e está sendo estudada em protocolos clínicos para diferentes tipos de doenças. O desenvolvimento de métodos seguros e eficientes de transferência gênica para células humanas é um dos pontos mais importantes na terapia gênica. Apesar do grande esforço dirigido na última década para o aperfeiçoamento dos protocolos de terapia gênica humana, e dos avanços importantes na pesquisa básica, as aplicações terapêuticas da tecnologia de transferência gênica continuam ainda em grande parte teóricas. O potencial da terapia gênica é muito grande, devendo ainda causar grande impacto em todos os aspectos da medicina.; Gene therapy is a medical intervention that involves modifying the genetic material of living cells to fight disease. Genes influence virtually every human disease, either by encoding for abnormal proteins, which are directly responsible for the disease...

Mucopolissacaridoses : mecanismos patogênicos e abordagens terapêuticas baseadas em terapia gênica e reposição enzimática

Baldo, Guilherme
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Português
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O presente trabalho teve como objetivo estudar a patogênese das mucopolissacaridoses (MPS), em especial em órgãos de difícil correção pelas terapias atualmente disponíveis, bem como desenvolver novos tratamentos para estas doenças. Nossos estudos em camundongos MPS I e VII evidenciaram um aumento na atividade de proteases, incluindo catepsinas e metaloproteases, que podem contribuir para a patogênese da doença na aorta, articulações e cérebro. Ainda nestes órgãos, foi observada a ativação de vias inflamatórias, como o sitema complemento e a via dos receptores toll like, bem como um processo neuroinflamatório, e também podem ter papel fundamental no aparecimento das anormalidades. Dois protocolos de terapia gênica foram testados e, enquanto a microencapsulação celular atingiu apenas uma correção transitória in vivo (possivelmente por uma formação de fibrose pericapsular), o uso de um vetor retroviral levou a níveis séricos de alfa-L-iduronidase (IDUA) superiores aos níveis normais, com correção da doença no sistema nervoso central. Por fim, o uso da terapia de reposição enzimática desde o nascimento demonstrou uma melhora nas vísceras, especialmente aorta e válvulas cardíacas, e uma redução na formação de anticorpos contra a enzima. De forma surpreendente...

Terapia génica no tratamento da doença de Parkinson

Fontes, Albina de Jesus Ventura
Fonte: Universidade do Algarve Publicador: Universidade do Algarve
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2011 Português
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Dissertação de mest., Ciências Farmacêuticas, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Univ. do Algarve, 2011; A presente dissertação aborda o tratamento da doença de Parkinson através da Terapia Génica. A doença de Parkinson é uma doença neurodegenerativa progressiva que manifesta-se principalmente na idade adulta. Actualmente o tratamento convencional é farmacológico e sintomático ou por estimulação cerebral, no caso de perda de eficácia dos fármacos. Os fármacos utilizados não curam, tem alguns efeitos adversos e acção terapêutica limitada. Como tal, é necessário investir em outras terapêuticas que evitem a progressão da doença ou mesmo possibilitem a cura. A Terapia Génica foi considerada uma possível alternativa ao tratamento convencional, tendo sido estudada em modelos animais e muito recentemente foram realizados ensaios clínicos em seres humanos. No entanto, nenhuma das estratégias e avanços desenvolvidos foram efectivos para o tratamento em seres humanos, pois apresentam várias limitações havendo a necessidade de estudos mais aprofundados. A aplicação da Terapia Génica no tratamento da doença de Parkinson ainda não é possível mas pensa-se ser uma questão de tempo até os conhecimentos e métodos actuais evoluírem...

Terapia gênica

Nardi,Nance Beyer; Teixeira,Leonardo Augusto Karam; Silva,Eduardo Filipe Ávila da
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2002 Português
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Terapia gênica é um procedimento médico que envolve a modificação genética de células como forma de tratar doenças. Os genes influenciam praticamente todas as doenças humanas, seja pela codificação de proteínas anormais diretamente responsáveis pela doença, seja por determinar suscetibilidade a agentes ambientais que a induzem. A terapia gênica é ainda experimental, e está sendo estudada em protocolos clínicos para diferentes tipos de doenças. O desenvolvimento de métodos seguros e eficientes de transferência gênica para células humanas é um dos pontos mais importantes na terapia gênica. Apesar do grande esforço dirigido na última década para o aperfeiçoamento dos protocolos de terapia gênica humana, e dos avanços importantes na pesquisa básica, as aplicações terapêuticas da tecnologia de transferência gênica continuam ainda em grande parte teóricas. O potencial da terapia gênica é muito grande, devendo ainda causar grande impacto em todos os aspectos da medicina.

Terapia gênica, doping genético e esporte: fundamentação e implicações para o futuro

Artioli,Guilherme Giannini; Hirata,Rosário Dominguez Crespo; Lancha Junior,Antonio Herbert
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2007 Português
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A busca pelo desempenho ótimo tem sido uma constante no esporte de alto rendimento. Para tanto, muitos atletas acabam utilizando drogas e métodos ilícitos, os quais podem ter importantes efeitos adversos. A terapia gênica é uma modalidade terapêutica bastante recente na medicina, cujos resultados têm, até o momento, indicado sua eficácia no tratamento de diversas doenças graves. O princípio da terapia gênica consiste na transferência vetorial de materiais genéticos para células-alvo, com o objetivo de suprir os produtos de um gene estruturalmente anormal no genoma do paciente. Recentemente, o potencial para uso indevido da terapia gênica entre atletas tem despertado a atenção de cientistas e de órgãos reguladores de esporte. A transferência de genes que poderiam melhorar o desempenho esportivo por atletas saudáveis, método proibido em 2003, foi denominado de doping genético. Os genes candidatos mais importantes para doping genético são os que codificam para GH, IGF-1, bloqueadores da miostatina, VEGF, endorfinas e encefalinas, eritropoetina, leptina e PPAR-delta. Uma vez inserido no genoma do atleta, o gene se expressaria gerando um produto endógeno capaz de melhorar o desempenho atlético. Assim, os métodos atuais de detecção de doping não são sensíveis a esse tipo de manipulação...

Desenvolvimento de nanosistemas farmacêuticos para terapia gênica

Veríssimo, Lourena Mafra
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia; Biotecnologia Industrial; Biotecnologia em Agropecuária; Biotecnologia em Recursos Naturais; Biotecn Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia; Biotecnologia Industrial; Biotecnologia em Agropecuária; Biotecnologia em Recursos Naturais; Biotecn
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Português
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Gene therapy is one of the major challenges of the post-genomic research and it is based on the transfer of genetic material into a cell, tissue or organ in order to cure or improve the patient s clinical status. In general, gene therapy consists in the insertion of functional genes aiming substitute, complement or inhibit defective genes. The achievement of a foreigner DNA expression into a population of cells requires its transfer to the target. Therefore, a key issue is to create systems, vectors, able to transfer and protect the DNA until it reaches the target. The disadvantages related to the use of viral vectors have encouraged efforts to develop emulsions as non-viral vectors. In fact, they are easy to produce, present suitable stability and enable transfection. The aim of this work was to evaluate two different non-viral vectors, cationic liposomes and nanoemulsions, and the possibility of their use in gene therapy. For the two systems, cationic lipids and helper lipids were used. Nanoemulsions were prepared using sonication method and were composed of Captex® 355; Tween® 80; Spam® 80; cationic lipid, Stearylamine (SA) or 1,2-dioleoyl-3-trimethylammoniumpropane (DOTAP) and water (Milli-Q®). These systems were characterized by average droplet size...

Terapia génica da insuficiência cardíaca: potencial clínico da sobrexpressão da SERCA2a

Oliveira, Diogo Fernando Gonçalves de
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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Sendo responsáveis por cerca de 40% dos óbitos, as doenças cardiovasculares constituem a principal causa de morte em Portugal, constituindo também uma importante causa de incapacidade. Entre estas patologias, a insuficiência cardíaca assume um papel de destaque no que diz respeito à mortalidade e morbilidade das doenças cardiovasculares devido às crescentes taxas de incidência e prevalência. Apesar dos medicamentos das diferentes classes farmacológicas indicados para o tratamento da insuficiência cardíaca terem vindo a contribuir para a melhoria da condição clínica dos doentes, face ao grande número de hospitalizações e mortes, impõe-se a adoção de estratégias terapêuticas mais eficazes. O aprofundamento do conhecimento dos mecanismos moleculares e celulares bem como dos alvos responsáveis pelo desenvolvimento da insuficiência cardíaca possibilitaram a abordagem desta condição recorrendo à terapia génica. A identificação duma relação direta entre a proteína Sarcoplasmatic Reticulum Ca2+-ATPase (SERCA2a) e os níveis de Ca2+ que estão envolvidos no processo de contração e relaxamento do coração conduziram a estudos pré-clínicos e clínicos envolvendo a sobrexpressão desta proteína. Assim...

Estabelecimento de um protocolo pré-clínico de terapia gênica, baseada em vetores adeno-associados, direcionado para o tratamento das manifestações do sistema nervoso central em um modelo murino de mucopolissacaridose tipo I

Coura, Renata dos Santos
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Português
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As mucopolissacaridoses (MPS) constituem um subgrupo de doenças lisossomais de depósito, causadas pela deficiência em uma enzima lisossomal envolvida no catabolismo de glicosaminoglicanos. A ausência de degradação destas moléculas leva ao seu acúmulo nos lisossomas, conduzindo a um processo de dano ou degeneração celular. A maior parte das MPS apresenta desordens neurológicas. As formas serveras de MPS I [déficite em α-L-iduronidase (IDUA)] caracterizam-se por manifestações neurológicas severas. Atualmente, as abordagens terapêuticas para MPSI resumem-se ao transplante de medula óssea (TMO) e à terapia de reposição enzimática (TRE). O TMO haplo-idêntico ou geno-idêntico pode desacelerar ou mesmo parar o processo patológico, inclusive a neurodegeneração. As taxas de mortalidade e morbidade, entretanto, são elevadas. A TRE não é eficaz contra o comprometimento do sistema nervoso central (SNC), já que a enzima não pode atravessar a barreira hemato-encefálica. As lesões de depósito lisossomal são difusas por todo o SNC. Assim, o objetivo é fornecer a enzima para todo ou quase todo o encéfalo. Isto pode ser alcançado através de terapia gênica in situ, injetando vetores virais diretamente no parênquima cerebral...

Terapia génica: opción terapéutica para neoplasias, infecciones y enfermedades monogénicas

Cavagnari,Brian M.
Fonte: Archivos argentinos de pediatría Publicador: Archivos argentinos de pediatría
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2011 Português
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Durante las últimas dos décadas, los resultados de varios protocolos de terapia génica llevaron al descreimiento de la comunidad médica. Sin embargo, en años recientes se obtuvieron resultados muy exitosos que la reposicionaron como una opción prometedora para el tratamiento de muchas enfermedades. Frente a este resurgimiento del interés de la comunidad científca internacional en la terapia génica, resulta apropiado que el médico generalista comprenda sus fortalezas y limitaciones. El objetivo de este artículo es comentar la forma en que la terapia génica encara actualmente el tratamiento de patologías tan diversas como neoplasias, infecciones y enfermedades monogénicas.

La terapia génica cerebral: conquista y horizonte de lo ‘nano'

Rafael,Castro
Fonte: Revista iberoamericana de ciencia tecnología y sociedad Publicador: Revista iberoamericana de ciencia tecnología y sociedad
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2013 Português
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La terapia génica cerebral consiste en la introducción de ácidos nucleicos en el tejido nervioso con un propósito terapéutico. Mediante la terapia génica (TG) no invasiva, este materialgenético es introducido indirectamente por vía sanguínea, evitando su inyección directa en el parénquima cerebral y el daño de la barrera hematoencefálica. Dicha terapia supone nuevas y excitantes perspectivas para el tratamiento de numerosas enfermedades neurológicas para las cuales no existen tratamientos farmacológicos efectivos. En los últimos años se ha producido un giro espectacular en las estrategias para la transferencia génica no invasiva del sistema nervioso central. El desarrollo de nuevos serotipos de vectores adenoasociados y de una gama de nanopartículas funcionalizadas permite introducir y expresar material génico en el tejido nervioso tras la administración periférica de dichos vectores. Los estudios en animales resultan altamente prometedores y es probable que en los próximos años den lugar a procedimientos de terapia génica útiles y seguros para su uso en pacientes. En el horizonte de la TG se abre la nanotecnología con el desarrollo de nuevos materiales y formación de vectores híbridos que mejoren la eficiencia y selectividad...

Terapia génica: ¿Qué es y para qué sirve?

Ruiz Castellanos,M.; Sangro,B.
Fonte: Anales del Sistema Sanitario de Navarra Publicador: Anales del Sistema Sanitario de Navarra
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/04/2005 Português
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La terapia génica se ha desarrollado como un método de acercamiento al tratamiento de las enfermedades humanas basado en la transferencia de material genético a las células de un individuo. Habitualmente la finalidad de esta transferencia de material genético es restablecer una función celular que estaba abolida o defectuosa, introducir una nueva función o bien interferir con una función existente. Así, las distintas estrategias de la terapia génica se basan en la combinación de tres elementos clave, el material genético a transferir, el método de transferencia y el tipo celular que incorporará dicho material genético. Inicialmente la atención se centró en el tratamiento de las enfermedades hereditarias monogénicas, pero posteriormente la mayor parte de los ensayos clínicos (más de cuatrocientos) han abordado el tratamiento del cáncer. En China se ha aprobado un producto genético para su comercialización: un adenovirus que transfiere la versión correcta del gen supresor de tumores p53. Y a finales de los 90, un grupo de niños con inmunodeficiencia combinada severa fue exitosamente tratado mediante la transferencia ex vivo a células de su médula ósea de la versión correcta del gen alterado, aunque algunos de estos niños han desarrollado más adelante síndromes linfoproliferativos por la activación de un oncogén en las células corregidas. La terapia génica humana es factible y puede ser útil...

Terapia génica en la insuficiencia cardiaca

Reyes-Juárez,José Luis; Zarain-Herzberg,Ángel
Fonte: Elsevier Publicador: Elsevier
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 Português
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La terapia génica como estrategia de tratamiento para la insuficiencia cardiaca es un área en la que en los últimos 10 años la investigación se ha incrementado importantemente; es una de las de mayor promesa para obtener una terapia exitosa para la insuficiencia cardiaca, pues ofrece la posibilidad de corregir los defectos básicos de la enfermedad a escala celular. Uno de los primeros pasos a considerar en el uso de esta terapia es la forma de administrar el material genético; los vectores que han mostrado mayor utilidad en el miocardio son los adenovirus y los virus adeno-asociados; la administración local ha demostrado ser superior a la administración periférica. Se han identificado distintos mecanismos fisiopatológicos, susceptibles de ser modificados por terapia génica, entre los que se encuentran la regulación de los flujos de Ca2+ durante el proceso del acoplamiento excitación-contracción, alteraciones en la señalización intracelular y en el sistema adrenérgico, el desarrollo de apoptosis, y la angiogénesis. En la actualidad ya existen datos de ensayos clínicos en humanos empleando algunas de estas estrategias. El objeto de la presente revisión es hacer un recuento de los datos existentes en la literatura...

Terapia génica con citocinas contra cáncer cervicouterino

Bermúdez-Morales,Víctor Hugo; Peralta-Zaragoza,Oscar; Madrid-Marina,Vicente
Fonte: Instituto Nacional de Salud Pública Publicador: Instituto Nacional de Salud Pública
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2005 Português
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66.77%
La terapia génica es una excelente alternativa para el tratamiento de muchas enfermedades. La capacidad para manipular el DNA ha permitido dirigir la terapia génica para corregir la función de un gen alterado, aumentar la expresión de un gen o activar la respuesta inmune. Así, se puede proponer el uso del DNA como un medicamento capaz de controlar, corregir o curar una enfermedad. La terapia génica contra cáncer tiene un potencial enorme, y en la última década se han obtenido resultados muy alentadores del uso del DNA para controlar diversas neoplasias en modelos animales, lo cual ha permitido su aplicación en protocolos experimentales en humanos. Esta revisión concentra una reseña de los fundamentos de la terapia génica y su aplicación en cáncer cervical, desde el punto de vista de las alteraciones de la respuesta inmune enfocadas al microambiente tumoral y el uso de las citocinas como moduladores de la respuesta inmune.

Terapia génica con citocinas contra cáncer cervicouterino

Bermúdez-Morales,Víctor Hugo; Peralta-Zaragoza,Oscar; Madrid-Marina,Vicente
Fonte: Instituto Nacional de Salud Pública Publicador: Instituto Nacional de Salud Pública
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2005 Português
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La terapia génica es una excelente alternativa para el tratamiento de muchas enfermedades. La capacidad para manipular el DNA ha permitido dirigir la terapia génica para corregir la función de un gen alterado, aumentar la expresión de un gen o activar la respuesta inmune. Así, se puede proponer el uso del DNA como un medicamento capaz de controlar, corregir o curar una enfermedad. La terapia génica contra cáncer tiene un potencial enorme, y en la última década se han obtenido resultados muy alentadores del uso del DNA para controlar diversas neoplasias en modelos animales, lo cual ha permitido su aplicación en protocolos experimentales en humanos. Esta revisión concentra una reseña de los fundamentos de la terapia génica y su aplicación en cáncer cervical, desde el punto de vista de las alteraciones de la respuesta inmune enfocadas al microambiente tumoral y el uso de las citocinas como moduladores de la respuesta inmune.

Terapia gênica

Nardi,Nance Beyer; Teixeira,Leonardo Augusto Karam; Silva,Eduardo Filipe Ávila da
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2002 Português
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66.86%
Terapia gênica é um procedimento médico que envolve a modificação genética de células como forma de tratar doenças. Os genes influenciam praticamente todas as doenças humanas, seja pela codificação de proteínas anormais diretamente responsáveis pela doença, seja por determinar suscetibilidade a agentes ambientais que a induzem. A terapia gênica é ainda experimental, e está sendo estudada em protocolos clínicos para diferentes tipos de doenças. O desenvolvimento de métodos seguros e eficientes de transferência gênica para células humanas é um dos pontos mais importantes na terapia gênica. Apesar do grande esforço dirigido na última década para o aperfeiçoamento dos protocolos de terapia gênica humana, e dos avanços importantes na pesquisa básica, as aplicações terapêuticas da tecnologia de transferência gênica continuam ainda em grande parte teóricas. O potencial da terapia gênica é muito grande, devendo ainda causar grande impacto em todos os aspectos da medicina.