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Doctoral education in nursing in Brazil; Educação do doutorado em enfermagem no Brasil; La educación del doctorado en enfermería en Brasil

Rodrigues, Rosalina Aparecida Partezani; Erdmann, Alacoque Lorenzini; Silva, Isilia Aparecida; Fernandes, Josicelia Dumet; Araujo, Thelma Leite de; Vianna, Lucila Amaral Carneiro; Santos, Rosangela da Silva; Lopes, Marta Júlia Marques
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Português
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O objetivo do trabalho foi apresentar a trajetória da educação do doutorado em Enfermagem no Brasil de 1981 a 2004. Estudo descritivo, analítico que utilizou dados documentados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Nível Superior (CAPES/MEC), órgão responsável pelo reconhecimento, avaliação e coordenação de estudos de pós-graduação no Brasil. A análise dos dados evidenciou que há treze cursos de doutorado em Enfermagem, com concentração na região sudeste (69,2%), e que o ensino e a produção científica tem sido influenciados pela transição demográfica, epidemiológica e pelos movimentos históricos, sociais e políticos. A produção do conhecimento está relacionada à assistência de Enfermagem, Gestão e Práticas de Saúde e Fundamentos Teóricos do Cuidar. O programa de Doutorado tem preparado líderes em educação, pesquisa e desenvolvimento de políticas públicas, em instituições de saúde e órgãos governamentais.; El objetivo de este trabajo fue presentar la trayectoria de la educación del doctorado en Enfermería en Brasil de 1981 a 2004. Se trata de un estudio descriptivo y analítico que utilizó datos documentados por la Coordinación de Perfeccionamiento de Nivel Superior (CAPES/MEC)...

Fatores sociodemográficos, comportamentais e de saúde associados à obesidade em idosos do Distrito Federal

Figueiredo, Aline Cristino
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
Português
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Departamento de Nutrição, 2010.; INTRODUÇÃO: O Brasil, seguindo tendência mundial, passa por processos de transição demográfica, epidemiológica e nutricional, com aumento significativo da população idosa e com ocorrência de doenças crônicas, entre elas a obesidade. Prevalências elevadas e crescentes de obesidade estão sendo observadas em idosos. Diante da complexidade dos fatores que determinam o estado nutricional de idosos, são importantes estudos que investiguem as características sociodemográficas, comportamentais e de saúde destes indivíduos e a associação destas com o estado nutricional. OBJETIVO: Estimar a prevalência de obesidade em idosos e avaliar sua associação com fatores sociodemográficos, comportamentais e de saúde em amostra representativa do Distrito Federal (DF). MÉTODOS: Estudo analítico observacional do tipo transversal de base populacional do DF, realizado em 2007, com 426 idosos. O diagnóstico de obesidade foi definido pelo índice de massa corporal ≥30,0kg/m2, calculado por meio de medidas aferidas. Também foram coletadas informações sociodemográficas, comportamentais, das práticas alimentares...

Statistical methods for modeling and nowcasting the impacts of influenza epidemics

Nunes, Baltazar, 1973-
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2011 Português
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Tese de doutoramento, Estatística e Investigação Operacional (Probabilidades e Estatística), Universidade de Lisboa, Faculdade de Ciências, 2012; Influenza is an acute respiratory infection responsible for epidemics with high impact on human health. Several statistical methods have been applied to data collected from influenza surveillance systems (ISS) to assess the epidemic burden and early detect it. Given the ISS reporting delays, models have recently been developed to correct them by predicting the present situation (nowcasting) using the incomplete information collected. Thus, three objectives were defined. Review and classify the methods that use interrupted mortality time series to estimate influenza excess deaths. They were classified according to the model used to fit the time series and obtain a baseline; the influenza epidemic period estimator and the procedure used to fit the model (iterative or non iterative). This generalization led to the development of user friendly R-package, flubase, implementing all these models. Estimate influenza excess deaths in Portugal between 1980 and 2004. The seasonal excess deaths average by all causes was 2,475, of those 90% occurred in the elderly. These results suggest a similar influenza epidemics profile between Portugal and other countries in the Northern Hemisphere...

Prevalência de obesidade em pessoas idosas: o cenário na microrregião 4.2 do Recife/PE

Maria Vieira EsKinazi, Fernanda; Paula de Oliveira Marques, Ana (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
Português
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INTRODUÇÃO: O Brasil, seguindo tendência mundial, passa por processo de transição demográfica, epidemiológica e nutricional, com aumento significativo da população idosa e com ocorrências de doenças crônicas. A prevalência elevada e crescente de obesidade está sendo observada em idosos. Diante da complexidade dos fatores que determinam este agravo, estudos que investiguem as características sociodemográficas, comportamentais e de saúde destes indivíduos e a associação destas com a obesidade são importantes. OBJETIVO: Estimar a prevalência de obesidade em idosos e avaliar a sua associação com fatores sociodemográficos, acesso aos serviços de saúde, atividade física, condição de saúde e circunferência da cintura. MÉTODO: Estudo descritivo, transversal de base populacional, realizado em uma amostra representativa (n=274) da população idosa na Microrregião 4.2 do Município de Recife. O diagnóstico de obesidade foi definido pelo IMC ≥ 30 Kg/m2 (OMS), calculado por meio de medidas aferidas. Realizou-se estatística descritiva, teste de associações simples do IMC com as variáveis independentes, utilizando-se o qui-quadrado de Pearson e o teste exato de Fisher, e para verificação do efeito independente das variáveis...

Vigilância para acidentes e violência: instrumento para estratégias de prevenção e controle

Waldman,Eliseu Alves; Mello Jorge,Maria Helena de
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1999 Português
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A rápida e expressiva elevação da morbi-mortalidade por acidentes e violência constituiu um dos pontos mais relevantes da transição epidemiológica no Brasil, a partir dos anos 80. A complexidade do problema implica a aplicação de medidas no âmbito de políticas sociais, elaboração de legislação específica e desenvolvimento de instrumentos de intervenção voltados à prevenção, ao tratamento e à reabilitação dos atingidos, o que pressupõe a identificação de grupos e fatores de risco. O objetivo deste texto é discutir aspectos conceituais e operacionais da utilização da vigilância em eventos adversos à saúde relacionados a acidentes e à violência. Apresentados os conceitos, características comuns e aspectos relativos à operacionalização dos sistemas de vigilância, independente do evento adverso à saúde a que se destinam, foram discutidas algumas questões específicas relativas à elaboração de definições de caso, à identificação de fontes de informação e à coleta dos dados de interesse, buscando identificar diferenças da utilização da vigilância para acidentes e violência se comparadas com a aplicação deste instrumento para doenças infecciosas, salientando entre elas que, para a identificação de fatores de risco...

Anos de vida perdidos por mortalidade: um dos componentes da carga de doenças

Nedel,Fúlvio B; Rocha,Maria; Pereira,Joaquín
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/1999 Português
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OBJETIVO: Calculou-se a carga de doença devida à mortalidade, os anos de vida perdidos por "morte prematura" (AVP), nos Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, comparando alguns resultados com o Brasil. MÉTODOS: Baseou-se nos anos de vida ajustados em função da incapacidade (AVAI), indicador que agrega mortalidade e morbidade em uma medida global. As populações de estudo foram os óbitos de residentes nos Estados em 1994 e no Brasil em 1993. RESULTADOS: Embora a maior carga por mortalidade seja imposta por causas ligadas a um estágio mais avançado da transição epidemiológica, tanto o Rio Grande do Sul como Santa Catarina, mas principalmente o Brasil, sofrem importante carga por doenças do subdesenvolvimento. As lesões representam o segundo grupo nos Estados e terceiro no Brasil. CONCLUSÃO: O indicador permite comparar agravos de alta e baixa letalidade, sendo instrumento útil na gestão e controle social das políticas e ações de saúde.

Sobre o risco necessário de apostar no futuro

Amâncio-Filho,Antenor
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/1994 Português
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O Brasil atravessa momento de grave crise econômica, política e social, resultado, basicamente, de um modelo econômico centralizador e excludente. A crise se agrava na medida em que o país enfrenta, de modo simultâneo, transições demográficas, epidemiológica e tecnológica, tornando urgente e necessário o esforço conjunto e articulado dos diversos segmentos sociais no sentido de enfrentar o desafio de alterar o panorama existente, construindo um novo possível histórico, tendo por horizonte uma sociedade diferente da atual, menos desigual, mais justa e solidária, para garantir a existência das gerações futuras.

Transição epidemiológica, modelo de atenção à saúde e previdência social no Brasil: problematizando tendências e opções políticas

Teixeira,Carmen Fontes
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2004 Português
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Repercussão das doenças crônicas não-transmissíveis na concessão de benefícios pela previdência social

Moura,Alda Alice Gomes de; Carvalho,Eduardo Freese de; Silva,Neiton José Carvalho da
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2007 Português
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Este artigo busca identificar a repercussão das Doenças Crônicas Não-Transmissíveis (DCNT) na concessão de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez, a partir das agências do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), no período 2000-2002. Foi analisado o universo dos 17.970 benefícios concedidos, nas duas modalidades, do conjunto das agências localizadas em Recife. Inicialmente, foram identificados os benefícios por todos os grandes grupos de doenças, de acordo com a CID-10. As doenças osteomusculares (DO) e as doenças do aparelho circulatório (DAC) são as principais causas para concessão de auxílio-doença. Para aposentadoria por invalidez, as DAC, os transtornos mentais (TMC), e as DO são as três primeiras causas. As principais causas específicas de benefícios dentro dos grandes grupos das DCNT, foram identificadas, para a concessão de auxílio-doença, a hipertensão arterial, a diabetes mellitus, as artroses, o câncer da mama e do intestino, os transtornos do humor e a esquizofrenia. Em relação às aposentadorias por invalidez, as doenças cerebrovasculares, a diabetes mellitus, as artroses, o câncer do aparelho digestivo e a esquizofrenia. Dos benefícios concedidos, a maioria foi para homens (66%)...

Triagem neonatal: o desafio de uma cobertura universal e efetiva

Botler,Judy; Camacho,Luiz Antônio Bastos; Cruz,Marly Marques da; George,Pâmela
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2010 Português
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Programas de triagem neonatal (PTN) visam detectar portadores de várias doenças congênitas em recém-natos assintomáticos para uma intervenção efetiva. A coleta do teste é a primeira etapa do processo, devendo ser universal e precoce. Foi feita revisão sobre cobertura e momento de coleta em PTN de diversos países. A busca foi realizada em fontes diversas, de 1998 e 2008, com descritores "triagem neonatal" e "cobertura". A falta de desenho de estudo típico impediu o rigor necessário a uma revisão sistemática. Os dados foram agrupados em macrorregiões. O Canadá teve cobertura de 71% em 2006. A Europa teve cobertura de 69% em 2004, com dados de 38 países. Na Ásia e Pacífico, houve dados de dezenove países. No Oriente Médio e Norte da África, houve dados de quatro países. Na América Latina, a cobertura foi de 49% em 2005, com dados de catorze países. No Brasil, a cobertura foi de 80% em 2005. Sobre o momento da coleta, houve doze relatos. A transição epidemiológica contribuiu para o êxito dos PTN. Regiões mais desenvolvidas têm coberturas e momento de coleta mais adequados. No Brasil, a iniciativa do governo ampliou o acesso ao teste, mas coletas tardias indicam a necessidade de ações educativas e de organizações profissionais na definição de diretrizes específicas.

Novas competências profissionais em saúde e o envelhecimento populacional brasileiro: integralidade, interdisciplinaridade e intersetorialidade

Motta,Luciana Branco da; Aguiar,Adriana Cavalcanti de
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2007 Português
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Este trabalho discute as características da formação médica frente ao processo de envelhecimento e as especificidades da atenção à saúde do idoso, de forma a sistematizar as competências necessárias para profissionais de saúde. A premissa é que existe uma distância marcante entre, por um lado, conteúdos necessários à boa prática geriátrica e diretrizes das políticas de saúde e educação e, por outro lado, o currículo atual da graduação e da pós-graduação. A transição epidemiológica e demográfica coloca a Geriatria e Gerontologia como uma especialidade com mercado em expansão, tanto no setor público como privado, implicando a discussão da normatização da formação e distribuição de RH na saúde. Porém, a pouca valorização da presença de seus conteúdos nos currículos não reflete apenas uma questão pedagógica. Ao que tudo indica, apesar da legislação existente, ainda não está clara a importância destes conteúdos para a sociedade. A inclusão do processo de envelhecimento como curso de vida e em todos os seus aspectos nos currículos de graduação é uma prioridade. É também necessário ampliar a discussão sobre o papel da pós-graduação, da educação permanente e da educação continuada a fim de fazer frente ao desafio de envelhecer com qualidade.

Prevalência de adultos e idosos insuficientemente ativos moradores em áreas de unidades básicas de saúde com e sem Programa Saúde da Família em Pernambuco, Brasil

Alves,João Guilherme Bezerra; Siqueira,Fernando Vinholes; Figueiroa,José Natal; Facchini,Luiz Augusto; Silveira,Denise Silva da; Piccini,Roberto Xavier; Tomasi,Elaine; Thumé,Elaine; Hallal,Pedro C.
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2010 Português
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A transição epidemiológica no Brasil, em parte, é explicada pelos baixos níveis de atividade física da população. Entretanto, poucos estudos têm explorado atividade física em populações de baixa renda. Nesta realidade, as unidades básicas de saúde (UBS) ganham importância. Em estudo com delineamento transversal, avaliou-se a prevalência de sedentarismo e fatores associados em 1.018 adultos e 1.010 idosos, residentes em áreas de UBS de dez municípios com mais de 100 mil habitantes no Estado de Pernambuco, Brasil. A prevalência de sedentarismo foi de 37,18% (IC95%: 34,0-40,2) para adultos e de 68,3% (IC95%: 65,3-71,3) para idosos. A identificação da prática de atividade física como um dos fatores mais importantes para a manutenção da saúde esteve associado com sedentarismo no grupo dos idosos. Foi verificado um menor percentual de sedentarismo entre adultos associado com uma autopercepção de saúde satisfatória. Conclui-se que a prevalência de sedentarismo em áreas de abrangência das UBS em Pernambuco é mais elevada quando comparada com a Região Sul.

Mortalidade por câncer de mama e câncer de colo do útero em município de porte médio da Região Sudeste do Brasil, 1980-2006

Rodrigues,Anselmo Duarte; Bustamante-Teixeira,Maria Teresa
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2011 Português
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Analisar a tendência da mortalidade por câncer de mama e câncer de colo do útero em mulheres residentes no Município de Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil, no período de 1980 a 2006. Os dados sobre os óbitos foram obtidos do Sistema de Informação sobre Mortalidade; as taxas de mortalidade específicas foram calculadas por idade e padronizadas pela população mundial. Para análise de tendência, foram aplicados modelos de regressão polinomial. O câncer de mama foi a principal causa de óbito entre as neoplasias na população de mulheres residentes no município, enquanto o câncer de colo do útero oscilou entre a segunda e a quarta causa no período do estudo. A análise de tendência mostrou queda da mortalidade por câncer de colo do útero (p = 0,001) e tendência de crescimento na mortalidade por câncer de mama (p = 0,035) ao longo dos anos da série. A mortalidade por câncer de mama e colo do útero no Município de Juiz de Fora sugere um processo de transição epidemiológica em andamento, com tendência crescente na mortalidade por câncer de mama e persistência de taxas elevadas por câncer de colo do útero.

Estrutura etária, natalidade e mortalidade do povo indígena Xavante de Mato Grosso, Amazônia, Brasil

Souza,Luciene Guimarães de; Santos,Ricardo Ventura; Coimbra Jr.,Carlos Everaldo Alvares
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 Português
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Os macrodeterminantes das condições demográficas e de saúde dos povos indígenas no Brasil são razoavelmente bem conhecidos. Geralmente, envolvem aspectos como restrição territorial, introdução de doenças, mudanças nas relações econômicas e sociais internas e externas aos grupos, acesso diferenciado a serviços de saúde. Neste trabalho, apresentamos dados demográficos e epidemiológicos relativos aos Xavante, povo indígena localizado em Mato Grosso. São feitas comparações com dados disponíveis para a população indígena geral e para a população brasileira. As informações para os indígenas apontam para indicadores de mortalidade extremamente elevados, em muito superando as médias nacionais. Além disso, sinalizam para uma concentração de óbitos em crianças, sobretudo aquelas menores de cinco anos de idade. Os resultados sugerem ainda que os indígenas estão atravessando um complexo processo de transição epidemiológica, no qual, ainda que as doenças infecciosas e parasitárias persistam como importantes causas de óbito, nota-se também um peso expressivo de doenças crônicas não transmissíveis e de lesões, envenenamentos e causas externas. Ressalta-se que é fundamental que sejam aprimorados os sistemas de registro e coleta de dados demográficos e epidemiológicos acerca dos povos indígenas no Brasil.

Produção científica em nutrição e percepção pública da fome e alimentação no Brasil

Coutinho,Marília; Lucatelli,Márcio
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2006 Português
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Há uma contradição entre a percepção de diferentes setores da elite quanto às questões da fome e nutrição no Brasil. Por um lado, o carro-chefe da política social do atual governo brasileiro é o Programa Fome Zero. Esse programa se baseia na concepção de que a condição de fome é socialmente relevante no País. Por outro lado, a comunidade científica na área de nutrição, por meio de estudos epidemiológicos, destaca a obesidade como um dos problemas de saúde pública mais graves no Brasil. O motivo pelo qual a percepção pública está dissociada da produção de conhecimento sobre o assunto tem raízes antigas, relacionadas às dificuldades de institucionalizar a ciência no Brasil. Isso se refletiu numa relativa falta de legitimidade do discurso científico. A novidade nessa situação é a conquista de maior visibilidade internacional, pela comunidade científica em epidemiologia nutricional. O futuro da aplicação prática dos resultados da pesquisa em epidemiologia nutricional no Brasil depende da dinâmica das agendas políticas sobre fome e nutrição, e dos setores a elas associados. O objetivo do estudo foi explorar essa situação por meio da análise de dados cientométricos sobre a produção científica...

Fórum. Envelhecimento populacional e as informações de saúde do PNAD: demandas e desafios contemporâneos. Introdução

Veras,Renato
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2007 Português
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Este artigo examina a nova realidade demográfica e epidemiológica brasileira com base em dados coletados e organizados no Suplemento de Saúde da Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios (PNAD Saúde). E aponta a urgência de mudanças e inovação nos paradigmas de atenção à saúde da população idosa com uma abordagem preventiva fundamentada em programas abrangentes de educação e cuidado integral. Destaca como conceitos-chave para políticas públicas a necessidade de preservar a autonomia, a participação, o cuidado, a auto-satisfação e a possibilidade de o idoso atuar em variados contextos sociais. Trata ainda da contribuição de autores para o fórum de discussão sobre Envelhecimento Humano e os Inquéritos da PNAD Saúde, coordenado por Cadernos de Saúde Pública, com estudos sobre o padrão de acesso e utilização dos serviços de saúde pelos idosos, sobre o quadro epidemiológico do câncer de mama na população feminina da terceira idade e sobre a validade do uso de respondente substituto na pesquisa sobre a auto-avaliação da saúde, constatando-se que as informações da PNAD são consistentes e podem ser utilizadas pela comunidade científica.

A mortalidade por doenças infecciosas no início e no final do século XX no Município de São Paulo

Buchalla,Cássia Maria; Waldman,Eliseu Alves; Laurenti,Ruy
Fonte: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2003 Português
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A melhora das condições de vida do homem durante o século XX contribuiu para transformações da estrutura demográfica e para mudanças dos padrões de morbi-mortalidade. Com o objetivo de discutir essas mudanças, pretende-se comparar os dados de mortalidade do Município de São Paulo em 1901, 1960 e 2000. As causas de morte foram obtidas das seguintes fontes: Anuários Estatísticos da FSEADE, para 1901; Anuário de 1961 do Departamento de Estatística do Estado e CD-ROM de Mortalidade do Ministério da Saúde, para o ano de 2000. Os demais dados - de população, de nascidos vivos, coeficientes de mortalidade geral e infantil - foram obtidos do CD-ROM "500 anos de Divisão territorial e 100 anos de Estatísticas Demográficas Municipais" da FSEADE. Do início até o final do século XX, a população do Município de São Paulo aumentou 36 vezes, o número de nascimentos quase 24 e o número de óbitos 13,6 vezes. No entanto, as taxas de mortalidade diminuíram, a mortalidade geral foi 2,6 vezes menor no ano 2000 e a mortalidade infantil 11,3 vezes menor. A proporção de óbitos por doenças infecciosas declina de 45,7% do total de óbitos em 1901 para 9,7% em 2000. Em 1901, entre as 10 principais causas de morte no Município...

Peso ao nascer de crianças brasileiras menores de dois anos

Viana,Kelly de Jesus; Taddei,José Augusto de Aguiar Carrazedo; Cocetti,Monize; Warkentin,Sarah
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2013 Português
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O baixo peso ao nascer tem grande relação com risco de morrer no primeiro ano de vida. Estudos mostram sua associação com problemas de desenvolvimento na infância e doenças na vida adulta. Dada a importância desse indicador, o objetivo deste estudo foi investigar os fatores sociais, demográficos, biológicos e ambientais envolvidos na sua determinação. Analisaram-se dados da Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Criança e da Mulher (PNDS-2006), incluindo apenas crianças menores de 24 meses de vida. A prevalência de baixo peso ao nascer no Brasil foi de 6,1%. Os fatores de risco identificados foram sexo feminino, residir nas macrorregiões Sul e Sudeste e ser filho de mães com baixa escolaridade ou tabagistas. Houve mudanças no perfil do baixo peso ao nascer, com maior prevalência em regiões mais desenvolvidas economicamente, refletindo a transição epidemiológica perinatal, caracterizada por mudanças nos padrões de assistência ao parto e incorporação dos avanços tecnológicos na assistência perinatal, além de fatores de risco biológicos conhecidos associados à pobreza e à desinformação.

O envelhecimento da população mundial: um desafio novo

Kalache,Alexandre; Veras,Renato P.; Ramos,Luiz Roberto
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/1987 Português
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O envelhecimento populacional é hoje um fenômeno universal, característico tanto dos países desenvolvidos como, de modo crescente, do Terceiro Mundo. São apresentados dados que ilustram a verdadeira revolução demográfica desde o início do século e estimativas até o ano 2025. Os fatores responsáveis pelo envelhecimento são discutidos, com especial referência ao declínio tanto das taxas de fecundidade como das de mortalidade. Em conjunto, tais declínios levam a um menor ingresso de jovens em populações que passam a viver períodos mais longos. Esse processo gradativo é conhecido como "transição epidemiológica" e seus vários estágios são abordados. As repercussões para a sociedade, de populações progressivamente mais idosas são consideráveis, particularmente no que diz respeito à saúde. Os padrões de mortalidade e morbidade são discutidos e o conceito de autonomia, como uma forma de quantificar qualidade de vida, é introduzido. É proposta redefinição do próprio conceito de envelhecimento, refletindo a realidade médico-social do Terceiro Mundo. São formuladas questões sobre a interação envelhecimento-mudanças sociais em curso nos países subdesenvolvidos, cujas respostas podem ser grandemente facilitadas pelo uso do método epidemiológico.

Mortalidade feminina no período reprodutivo em localidade urbana da região sudeste do Brasil: evolução nos últimos 20 Anos

Carvalheiro,Clarisse D.G.; Manço,Amábile R. X.
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/1992 Português
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Estudou-se o comportamento da mortalidade na mulher de 15 a 49 anos, no período 1985 a 1989 comparando-o a 1970 a 1974, no Município de Ribeirão Preto, SP (Brasil). Os dados de óbitos foram obtidos nos Cartórios de Registro Civil e os de população estimados a partir dos 2 últimos censos. Analisou-se a mortalidade segundo procedência, estado civil, 7 grupos etários qüinqüenais e causas, segundo a Classificação Internacional de Doenças (9ª Revisão, 1975). Ocorreram 1.471 óbitos no período, sendo 705 os de residentes. As 4 principais causas de morte em ordem decrescente, foram: doenças do aparelho circulatório, neoplasmas, lesões e envenenamentos e doenças infecciosas e parasitárias. Os coeficientes específicos de mortalidade segundo grupos etários qüinqüenais, aumentam de modo geral com o avançar da idade, porém com valores menores que os da década anterior, particularmente aqueles codificados no Capítulo I. Os indicadores estudados mostram tendência ao declínio das doenças infecciosas e parasitárias e aumento concomitante das doenças crônico-degenerativas, ou seja, a ocorrência de uma transição epidemiológica vinculada às contradições inerentes ao estado atual de desenvolvimento do país.