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Variabilidade ou Convergência? Análise Regional da Fecundidade em Portugal (1980-2009)

Cruz, Fábio David Gonçalves
Fonte: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa Publicador: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /09/2011 Português
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Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Gestão do Território; Esta investigação estuda as diferenças regionais da fecundidade com o objectivo de apurar se há uma tendência para o aumento ou para a diminuição das assimetrias entre regiões de Portugal. Os níveis de fecundidade foram medidos através do Indicador Conjuntural de Fecundidade que indica o número médio de filhos por mulher. No entanto, este indicador não traduz o efeito do tempo causado pelo adiamento da idade média da mãe ao nascimento de um filho. Deste modo, a análise foi complementada com o recurso ao Indicador Conjuntural de Fecundidade (ajustado) segundo a fórmula de Bongaarts e Feeney, que indica o potencial de recuperação de nascimentos adiados. O cálculo destes indicadores foi sustentado pelas fontes estatísticas disponibilizadas pelo Instituto Nacional de Estatística. Para as últimas duas décadas, os resultados indicam uma tendência de declínio no número médio de filhos por mulher nas regiões NUTS III, com a excepção da Grande Lisboa, Península de Setúbal e Algarve. Aliás, em 2009, os valores mais elevados no Indicador Conjuntural de Fecundidade estavam nestas regiões estatísticas. O nível máximo de 1...

Fecundidade das populações e das gerações em Portugal, 1960-2005

Oliveira,Isabel Tiago de
Fonte: Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa Publicador: Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2008 Português
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Este artigo discute o efeito do adiamento dos nascimentos nos indicadores clássicos de intensidade de fecundidade. Numa primeira análise compara-se a evolução da fecundidade mostrada nos indicadores populacionais com a revelada pelos indicadores decorrentes da observação das gerações ao longo do ciclo de vida. A comparação destas perspectivas mostra um declínio muito mais acentuado nos índices sintéticos de fecundidade, observados na população em cada momento, do que nas descendências finais das gerações correspondentes. Numa outra análise é calculado o índice sintético de fecundidade ajustado, segundo a variação de calendário, de acordo com Bongaarts e Feeney. Esta estimativa aponta para a possibilidade de efeitos de recuperação dos nascimentos de 1,4 para 1,6 filhos por mulher.