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Prevalência e fatores de risco associados a reações a alimentos e diagnóstico médico de alergia alimentar referidos pelos pais em crianças de Ribeirão Preto e São Luís; Prevalence and risk factors associated with parent reported reactions to food and medical diagnosis of food allergy in children of Ribeirão Preto and São Luís

Zeppone, Sílvio César
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 19/05/2015 Português
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69.10592%
Objetivo: Avaliar a prevalência e fatores de risco associados a reações adversas a alimentos (RAA) e diagnóstico médico de alergia alimentar referidas pelos pais em crianças de um a três anos de vida. Métodos: Estudo de coorte prospectivo de crianças nascidas em Ribeirão Preto, São Paulo e São Luís, Maranhão, no ano de 2010, e avaliadas para esse estudo nos três primeiros anos de vida. Em Ribeirão Preto, foram incluidas 3740 das 7702 crianças nascidas no ano de 2010. Em São Luís, participaram do estudo 3320 das 5166 crianças avaliadas ao nascimento no mesmo ano. Os responsáveis pelas crianças responderam questões referentes à ocorrência de reações adversas após a ingestão de alimentos e diagnóstico médico prévio de alergia alimentar. O estudo das associações entre os desfechos e as variáveis independentes de interesse foi feito por meio de análise univariada e por modelos log-binomiais ajustados, obtendo-se medidas de risco relativo (RR) e seus intervalos de confiança (IC). Resultados: A prevalência de reações adversas a alimentos (RAA) referidas pelos pais e de diagnóstico médico de alergia a pelo menos um alimento foi, respectivamente, de 10,7% (399/3740) e 4,4% (164/3716) em Ribeirão Preto...

Alergia alimentar : atualização prática do ponto de vista gastroenterológico; Food allergy : a practical update from the gastroenterological viewpoint

Ferreira, Cristina Helena Targa; Seidman, Ernest
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Português
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58.917812%
Objetivo: Apresentar uma revisão atualizada e crítica sobre alergias alimentares, focando principalmente em tratamento e prevenção. Fontes dos dados:Revisão da literatura publicada obtida através do banco de dados MEDLINE, sendo selecionados os mais atuais e representativos do tema (2000-2006). A pesquisa incluiu os sites da European Society of Pediatric Gastroenterology, Hepatology and Nutrition (ESPGHAN) e American Academy of Pediatrics (AAP). Síntese dos dados: A prevalência de doenças alérgicas tem aumentado nas últimas décadas e alergia alimentar parece fazer parte desse aumento. Alergia alimentar é muito mais comum em pediatria e apresenta impacto médico, financeiro e social significativos em crianças menores e suas famílias. Tratamento e prevenção da alergia alimentar são desafios maiores do ponto de vista da saúde pública e para as comunidades médica e científica. Há muita informação incorreta e condutas médicas discutíveis nessa área. Apresentamos e discutimos as recomendações publicadas pelos Comitês de Nutrição da ESPGHAN juntamente com a Sociedade Européia Pediátrica de Alergologia e Imunologia Clínica (ESPACI) e AAP. Conclusão: Excesso de diagnósticos de alergia alimentar é bastante prevalente. Há necessidade de uniformização de definições e procedimentos diagnósticos.Oobjetivo primário do manejo deve ser o de instituir medidas efetivas de prevenção das alergias alimentares. Há necessidade de métodos precisos para confirmar ou excluir o diagnóstico. Os pacientes necessitam tratamento apropriado através da eliminação de alimentos que causam sintomas...

Dermatite trofoalérgica (alergia alimentar) em cães: revisão de literatura

Duranti, Roberta Gomes
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
Português
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68.88134%
As reações adversas aos alimentos agrupam-se em dois tipos: as de origem imunológica e as de origem não imunológica. A dermatite trofoalérgica, ou alergia alimentar, é definida como resposta anormal do sistema imune contra a ingestão de algum alimento ou aditivo alimentar. Não há predileção por sexo, raça ou idade, embora a maioria dos casos ocorra em cães jovens. A ocorrência da doença é controversa. A hipersensibilidade alimentar canina caracteriza-se por prurido local ou generalizado, não sazonal, que responde fracamente a terapia com corticosteróides e pode ou não ser acompanhada por sinais digestivos. Clinicamente, pode mimetizar ou estar presente concomitantemente com diversas outras dermatopatias, incluindo dermatites alérgicas como atopia ou hipersensibilidade à picada de pulgas ou outros insetos. O diagnóstico da dermatite trofoalérgica não é simples e requer abordagem metódica e direta da história clínica, exame clínico completo e investigação alimentar sob a forma de dieta de eliminação seguida de prova de desafio. Outros testes diagnósticos, como teste intradérmico, ELISA ou biópsia, por exemplo, não são conclusivos quando se trata de alergia alimentar. O tratamento de qualquer dermatite pruriginosa crônica é baseado no controle diário. O prognóstico normalmente é bom quando o alérgeno ofensor é identificado e evitado por longo período de tempo. O tratamento das infecções secundárias é fundamental...

Alergia alimentar em idade pediátrica

Santalha, M.; Correia, F.; Costa, A.; Macedo, L.; Alendouro, P.; Matos, A.
Fonte: Nascer e Crescer Publicador: Nascer e Crescer
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /06/2013 Português
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59.20431%
Introdução: A prevalência da alergia alimentar, em idade pediátrica, é cerca de 4-6%. Os principais alimentos responsabilizados por alergia são o leite e clara do ovo, sendo a clínica de alergia, geralmente transitória. Objetivo e métodos: Caracterizar casos de alergia alimentar persistentes ou menos frequentes em idade pediátrica, seguidos na consulta de pediatria/doenças alérgicas num hospital nível II. O diagnóstico baseou-se na anamnese, testes cutâneos, doseamento de IgE sérica especifica e, na ausência de contra-indicações, prova de provocação oral. Num caso realizou-se ISAC® (immuno solid - phase allergen chip) e Imunoblotting para melhor esclarecimento diagnóstico. Foram excluídas as alergias à clara do ovo e às proteínas do leite de vaca com aquisição de tolerância ao longo da infância. Um caso de alergia às proteínas do leite de vaca foi incluído pela não aquisição de tolerância, tornando-o assim uma forma menos frequente. Resultados: Selecionaram-se 12 casos, dos quais 75% (9) eram do sexo masculino. Registaram-se antecedentes familiares de alergias em 58,3% (7) e 83,3% (10) tinham concomitantemente outra manifestação de atopia. Constatamos sete casos de alergia ao kiwi e quatro casos de polissensibilização alimentar. As formas de apresentação clínica foram: urticária [66...

A Prevenção Primária da Alergia Alimentar é Possível? – Caso Clínico

Pinheiro, A; Gomes, S; Paiva, M; Gaspar, A
Fonte: Sociedade Portuguesa de Imunoalergologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Imunoalergologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2009 Português
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58.917812%
A alergia alimentar tem expressão e gravidade crescentes em idade pediátrica. Estando documentada maior incidência familiar, têm sido tentadas medidas de prevenção primária, cuja efi cácia permanece controversa. Descreve-se o caso de uma criança de alto risco que fez prevenção primária de alergia alimentar. Apresentou, no entanto, desde os 2 meses, eczema atópico e, aos 12 meses, reacção anafiláctica após ingestão acidental de peixe. Testes cutâneos por picada e IgE específicas positivos para diversos peixes e ovo. Apesar da evicção prescrita, aos 22 meses ocorreu nova reacção anafiláctica, no infantário, após inalação de vapores de peixe e, aos 42 meses, vómitos após ingestão acidental de alimento contendo ovo. A prevenção primária da alergia ao leite de vaca foi eficaz. Este caso salienta a complexidade da abordagem preventiva da alergia alimentar e destaca a necessidade do envolvimento da família e da escola na prevenção e na actuação rápida e eficaz na anafilaxia alimentar.

Exposições Acidentais na Alergia Alimentar

Antunes, J; Sousa, F; Paes, MJ; Chambel, M; Prates, S; Leiria-Pinto, P
Fonte: Sociedade Portguesa de Alergologia e Imunologia Clínica Publicador: Sociedade Portguesa de Alergologia e Imunologia Clínica
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2011 Português
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59.250757%
Introdução: A recomendação habitual no tratamento da alergia alimentar é a evicção completa, até à aquisição de tolerância. É importante perceber em que situações ocorrem falhas na evicção, de forma a orientar o melhor possível o doente com alergia alimentar. Objectivo: Conhecer a frequência e caracterizar as exposições acidentais, num grupo de doentes com alergia alimentar. Material e métodos: A partir dos registos do Serviço de Imunoalergologia do Hospital Dona Estefânia, foram seleccionados doentes com idade ≤ 10 anos com alergia às proteínas do leite de vaca, ovo, peixe, amendoim ou frutos secos. Os pais/prestadores de cuidados responderam a um inquérito telefónico referente ao alimento implicado, falhas na dieta e sintomas. Resultados: Contactou -se um grupo de 65 doentes com idade média de 4,3 anos (63% do sexo masculino), totalizando 69 casos de alergia alimentar – cerca de 42 casos de alergia ao leite, 11 casos de alergia ao peixe, 10 de alergia ao ovo, 5 de alergia aos frutos secos e 1 de alergia ao amendoim. Na maioria dos casos a primeira reacção foi desencadeada por ingestão (95,6%) e foi imediata (78,3%), manifestando -se por sintomas mucocutâneos (MC) em 75,4%, gastrintestinais em 33...

Alergia Alimentar em Crianças numa Consulta de Imunoalergologia

Morais-Almeida, M; Prates, S; Pargana, E; Arêde, C; Godinho, N; Tavares, C; Carreiro-Martins, P; Rosa, E; Pires, G; Gaspar, A; Rosado-Pinto, J
Fonte: Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica Publicador: Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //1999 Português
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59.213423%
Estima-se que a prevalência de alergia alimentar nos países Ocidentais seja de cerca de 2 % na população geral e até 8% em crianças, não existindo dados concretos no que diz respeito a Portugal. Objectivos: Avaliar a prevalência de alergia alimentar e identificar os alergenos alimentares principais numa população de crianças observadas na Consulta de Imunoalergologia do Hospital de Dona Estefânia num período de 12 meses. Métodos: Foi feita uma revisão de registos clínicos dos 4879 doentes com idade igual ou inferior a 18 anos observados na Consulta durante o ano de 1998. O diagnóstico baseou-se na história clínica, testes cutâneos por prick e prova de provocação oral. Foram incluídos os casos de alergia alimentar clinicamente relevante nos últimos três anos de vida. Resultados: Foi identificada uma prevalência de alergia alimentar de 8,5% (414 casos, correspondendo a 477 quadros de alergia alimentar), sendo o alimento alergénico mais importante o leite, seguido por ovo e peixe. No subgrupo de crianças com idade superior a 12 anos o padrão foi bastante diferente, surgindo os crustáceos, o peixe, o amendoim, os frutos frescos e secos como principais alergenos. A maioria das crianças (83%) apresentou sensibilização a apenas um alimento. Clinicamente...

Exposições Acidentais na Alergia Alimentar

Antunes, J; Sousa, F; Paes, MJ; Chambel, M; Prates, S; Leiria-Pinto, P
Fonte: Sociedade Portguesa de Alergologia e Imunologia Clínica Publicador: Sociedade Portguesa de Alergologia e Imunologia Clínica
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2011 Português
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59.250757%
Introdução: A recomendação habitual no tratamento da alergia alimentar é a evicção completa, até à aquisição de tolerância. É importante perceber em que situações ocorrem falhas na evicção, de forma a orientar o melhor possível o doente com alergia alimentar. Objectivo: Conhecer a frequência e caracterizar as exposições acidentais, num grupo de doentes com alergia alimentar. Material e métodos: A partir dos registos do Serviço de Imunoalergologia do Hospital Dona Estefânia, foram seleccionados doentes com idade ≤ 10 anos com alergia às proteínas do leite de vaca, ovo, peixe, amendoim ou frutos secos. Os pais/prestadores de cuidados responderam a um inquérito telefónico referente ao alimento implicado, falhas na dieta e sintomas. Resultados: Contactou -se um grupo de 65 doentes com idade média de 4,3 anos (63% do sexo masculino), totalizando 69 casos de alergia alimentar – cerca de 42 casos de alergia ao leite, 11 casos de alergia ao peixe, 10 de alergia ao ovo, 5 de alergia aos frutos secos e 1 de alergia ao amendoim. Na maioria dos casos a primeira reacção foi desencadeada por ingestão (95,6%) e foi imediata (78,3%), manifestando -se por sintomas mucocutâneos (MC) em 75,4%, gastrintestinais em 33...

Alergia Alimentar em Crianças numa Consulta de Imunoalergologia

Morais-Almeida, M; Prates, S; Pargana, E; Arêde, C; Godinho, N; Tavares, C; Carreiro-Martins, P; Rosa, E; Pires, G; Gaspar, A; Rosado-Pinto, J
Fonte: Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica Publicador: Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //1999 Português
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59.213423%
Estima-se que a prevalência de alergia alimentar nos países Ocidentais seja de cerca de 2 % na população geral e até 8% em crianças, não existindo dados concretos no que diz respeito a Portugal. Objectivos: Avaliar a prevalência de alergia alimentar e identificar os alergenos alimentares principais numa população de crianças observadas na Consulta de Imunoalergologia do Hospital de Dona Estefânia num período de 12 meses. Métodos: Foi feita uma revisão de registos clínicos dos 4879 doentes com idade igual ou inferior a 18 anos observados na Consulta durante o ano de 1998. O diagnóstico baseou-se na história clínica, testes cutâneos por prick e prova de provocação oral. Foram incluídos os casos de alergia alimentar clinicamente relevante nos últimos três anos de vida. Resultados: Foi identificada uma prevalência de alergia alimentar de 8,5% (414 casos, correspondendo a 477 quadros de alergia alimentar), sendo o alimento alergénico mais importante o leite, seguido por ovo e peixe. No subgrupo de crianças com idade superior a 12 anos o padrão foi bastante diferente, surgindo os crustáceos, o peixe, o amendoim, os frutos frescos e secos como principais alergenos. A maioria das crianças (83%) apresentou sensibilização a apenas um alimento. Clinicamente...

Alergia alimentar a frutos em crianças : estudos in vivo e in vitro

Soares, Elisa Mafalda da Fonseca Gravito
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /06/2011 Português
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69.09216%
Introdução. A prevalência da alergia alimentar tem vindo a aumentar nas últimas décadas. Na população pediátrica, o seu conhecimento é ainda escasso, principalmente em Portugal. Material e Metodologia. Estudo analítico transversal de uma população pediátrica, dos 3-11 anos, inscrita nas escolas da Cova da Beira. Inicialmente, foi aplicado um questionário preliminar para avaliar a presença de reacção adversa a alimentos. Posteriormente, as crianças com questionário positivo para os frutos frescos foram avaliadas em consulta, para aplicação de um questionário alargado e, realização de testes de hipersensibilidade in vivo e in vitro para os frutos suspeitos e alergénios com reactividade cruzada para frutos (látex e pólenes). Resultados. Por questionário, a prevalência das reacções adversas a frutos foi 3-5 vezes superior à da Alergia Alimentar a Frutos (AAF) propriamente dita. A frequência da AAF foi de 0,53% (IC 95% [0,24;0,82]). Os frutos mais implicados foram o kiwi e o pêssego. A clínica predominante foi a de reacção imediata, unissintomática e mucocutânea localizada, nomeadamente a Síndrome de alergia oral. Os frutos apresentaram elevada sensibilização cruzada com o látex e os pólenes. Conclusão. A frequência da AAF foi semelhante à de outros países europeus. Na Cova da Beira...

Alergia alimentar: atualização prática do ponto de vista gastroenterológico

Ferreira,Cristina Targa; Seidman,Ernest
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2007 Português
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69.13498%
OBJETIVOS: Apresentar uma revisão atualizada e crítica sobre alergias alimentares, focando principalmente em tratamento e prevenção. FONTES DOS DADOS: Revisão da literatura publicada obtida através do banco de dados MEDLINE, sendo selecionados os mais atuais e representativos do tema (2000-2006). A pesquisa incluiu os sites da European Society of Pediatric Gastroenterology, Hepatology and Nutrition (ESPGHAN) e American Academy of Pediatrics (AAP). SÍNTESE DOS DADOS: A prevalência de doenças alérgicas tem aumentado nas últimas décadas e alergia alimentar parece fazer parte desse aumento. Alergia alimentar é muito mais comum em pediatria e apresenta impacto médico, financeiro e social significativos em crianças menores e suas famílias. Tratamento e prevenção da alergia alimentar são desafios maiores do ponto de vista da saúde pública e para as comunidades médica e científica. Há muita informação incorreta e condutas médicas discutíveis nessa área. Apresentamos e discutimos as recomendações publicadas pelos Comitês de Nutrição da ESPGHAN juntamente com a Sociedade Européia Pediátrica de Alergologia e Imunologia Clínica (ESPACI) e AAP. CONCLUSÃO: Excesso de diagnósticos de alergia alimentar é bastante prevalente. Há necessidade de uniformização de definições e procedimentos diagnósticos. O objetivo primário do manejo deve ser o de instituir medidas efetivas de prevenção das alergias alimentares. Há necessidade de métodos precisos para confirmar ou excluir o diagnóstico. Os pacientes necessitam tratamento apropriado através da eliminação de alimentos que causam sintomas...

Abordagem laboratorial no diagnóstico da alergia alimentar

Cocco,Renata Rodrigues; Camelo-Nunes,Inês Cristina; Pastorino,Antonio Carlos; Silva,Luciana; Sarni,Roseli Oselka S.; Rosário Filho,Nelson Augusto; Solé,Dirceu
Fonte: Sociedade de Pediatria de São Paulo Publicador: Sociedade de Pediatria de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2007 Português
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59.14761%
OBJETIVO: Revisar os exames laboratoriais disponíveis utilizados no diagnóstico da alergia alimentar mediada ou não por IgE. FONTES DE DADOS: Artigos publicados em base de dados PubMed e Embase (língua inglesa e portuguesa) nos últimos dez anos. As palavras-chave utilizadas como fonte de busca foram "alergia alimentar", "diagnóstico" e "laboratório", isolados e/ou associados. SÍNTESE DOS DADOS: A abordagem diagnóstica das reações alérgicas a alimentos inclui história clínica completa, estudos laboratoriais, dietas de eliminação e desencadeamentos cegos com alimentos. Recentemente, a medida quantitativa de anticorpos IgE específicos a alimentos tem mostrado ser mais preditiva de alergia alimentar sintomática mediada por IgE. Níveis séricos de IgE específica a alimento que excedam os valores diagnósticos indicam que o paciente tem chance maior que 95% de apresentar uma reação alérgica se ingerir o alimento em questão. Estes "valores de decisão" foram definidos para alguns alimentos e resultados inconsistentes são obtidos ao se estudar diferentes populações. Os desencadeamentos com alimento, especialmente o duplo-cego controlado por placebo (DADCCP), representa a maneira mais confiável de estabelecer ou descartar o diagnóstico de hipersensibilidade alimentar. CONCLUSÕES: Número crescente de aquisições tem melhorado o valor preditivo de alguns testes laboratoriais empregados no diagnóstico de alergias alimentares. Entretanto...

Síndrome de Frey simulando eritema malar por alergia alimentar

Mozes,Fabiana; Tukiyama,Fabiana Uthida; Castro,Ana Paula B. M.; Corradi,Gabriela Ackel; Pastorino,Antonio Carlos; Fomin,Ângela Bueno F.; Jacob,Cristina Miuki A.
Fonte: Sociedade de Pediatria de São Paulo Publicador: Sociedade de Pediatria de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2007 Português
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59.034004%
OBJETIVO: Relatar um caso de síndrome de Frey em lactente, cujo eritema malar foi inicialmente associado à alergia alimentar. DESCRIÇÃO DO CASO: Lactente de um ano de idade, encaminhado ao ambulatório de alergia alimentar com eritema malar unilateral, localizado na área de distribuição do nervo auriculotemporal, após a ingestão de frutas e legumes. Nesta época, o paciente encontrava-se em dieta de restrição destes alimentos devido ao diagnóstico clínico de alergia alimentar. O paciente apresentava história de parto vaginal e tocotraumatismo. COMENTÁRIOS: O diagnóstico da síndrome de Frey (síndrome auriculotemporal ou de sudorese gustativa) foi estabelecido com base nas características clínicas do eritema malar desencadeado após a ingestão de alimentos e exclusão do diagnóstico de alergia alimentar. Nestes pacientes, o dano ao nervo auriculotemporal decorre, em geral, de tocotraumatismo, com regeneração alterada das fibras nervosas, resultando no eritema malar com a estimulação gustativa. Este caso ressalta a necessidade do diagnóstico correto da alergia alimentar, de tal modo que não sejam impostas dietas restritivas desnecessárias ao paciente. Em pacientes com eritema malar na trajetória do nervo auriculotemporal após ingestão de alimentos...

Alergia alimentar: fatores de risco e diagnóstico em crianças, na cidade do Recife

José Fernandes Costa, Aldo; Alves Pontes da Silva, Giselia (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
Português
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68.581255%
Alergia alimentar (AA) afeta de 2% a 6% das crianças abaixo de cinco anos de idade. Chama-se a atenção para a importância da vulnerabilidade genética associada aos fatores de risco ambientais na gênese desse processo alérgico. O presente estudo procurou avaliar a associação de fatores de risco ambientais no desenvolvimento de AA em menores na faixa etária de um a cinco anos de idade, na cidade de Recife-PE, além de analisar a acurácia dos testes cutâneos de hipersensibilidade e imunoglobulina E (IgE) específica em crianças com alergia à proteína do leite de vaca (APLV) e manifestações clínicas predominantemente gastrintestinais. O estudo foi do tipo casocontrole, onde os CASOS foram crianças que apresentaram skin prick test (SPT) e atopy patch test (APT) positivos para o mesmo alérgeno ou desencadeamento oral aberto positivo para o alimento suspeito. Os CONTROLES foram definidos como a criança do mesmo sexo e idade do CASO, porém sem história de AA. A partir das informações das crianças que se submeteram ao desencadeamento oral aberto, também foi realizado um estudo comparativo entre os casos (desencadeamento oral positivo) e um grupo de comparação (desencadeamento oral negativo). As exposições avaliadas foram constituídas de: quadros infecciosos maternos e a composição da sua dieta durante o período gestacional; fatores socioeconômicos; tipo do parto; utilização de antibiótico pela criança no primeiro ano de vida; ocorrência de internação hospitalar nesse período...

Anafilaxia e alergia alimentar: O resultado de uma intervenção na comunidade; ANAPHYLAXIS AND FOOD ALLERGY: THE RESULT OF AN INTERVENTION IN THE COMMUNITY

Ferreira, Helena; Ferreira, Carla; Silva, Armandina; Costa, Alberto; Pedrosa, Cláudia
Fonte: Centro Hospitalar do Porto Publicador: Centro Hospitalar do Porto
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /09/2015 Português
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68.917812%
Introdução e Objectivos: A anafilaxia é uma emergência médica potencialmente fatal quando não tratada, sendo importante a disseminação do conhecimento desta entidade na comunidade. O objectivo deste trabalho foi avaliar os resultados da implementação de uma acção de formação sobre conceitos básicos de alergia alimentar e anafilaxia, dirigida a funcionários de escolas e infantários, pretendendo-se desenvolver a sua capacidade em reconhecer a situação clínica e intervir correcta e precocemente. Métodos: Entre Dezembro de 2013 e Março de 2014 foram visitadas seis instituições frequentadas por crianças seguidas na Consulta de Pediatria por anafilaxia alimentar. Foram recrutados funcionários das instituições e aplicado um questionário antes e depois da sessão teórico-prática sobre alergia alimentar e anafilaxia. Este questionário foi aprovado para ser usado neste projeto pela Sociedade Portuguesa de Alergologia Pediátrica. Para avaliação da pontuação global dos conhecimentos cada resposta correta foi cotada com um ponto, sendo que a pontuação máxima era de oito pontos. O estudo estatístico incluiu análise descritiva, cálculo de frequências e estudo comparativo através do teste t de Student. O tratamento estatístico foi efetuado com recurso a software estatístico (SPSS Statistics ver- são 20). Resultados: Participaram na formação 77 funcionários...

Tolerância Oral e Prevenção da Alergia Alimentar

Mota, H. Carmona da
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Formato: application/pdf
Publicado em 22/09/2014 Português
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68.865864%
Enquanto a alergia alimentar predomina nos primeiros meses de vida, a respiratória acentua-se a partir dessa idade, o que pode ser devido tanto a um mero factor de exposição como ao facto do subsistema imune mucoso digestivo (GALT) ser distinto do respiratório.A relativa raridade de reacções imunes à ingestão de novos alimentos é atribuída ao fenómeno da tolerância oral — a antítese de imunização.A tolerância oral depende de exposições repetidas; a ingestão duma dose única sensibiliza, em especial nos primeiros dias de vida. Estes factos explicam o risco dos biberões na Maternidade, a RN amamentados.O papel da dieta na prevenção de alergia alimentar foi sumariado.A evicção de alergenos da dieta da grávida não é eficaz; a da mãe que amamenta é ainda experimental.A evicção de alergenos da dieta da mãe e do lactente, pode reduzir a incidência de alergia alimentar na infância mas não da respiratória.Nas crianças de alto risco, não amamentadas, devem preferir-se fórmulas intensamente hidrolisadas.A exposição precoce a múltiplos alimentos pode desencadear eczema atópico em lactentes de risco.

Alergia alimentar a frutos em crianças : estudos in vivo e in vitro

Soares, Elisa Mafalda da Fonseca Gravito
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /06/2011 Português
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69.09216%
Introdução. A prevalência da alergia alimentar tem vindo a aumentar nas últimas décadas. Na população pediátrica, o seu conhecimento é ainda escasso, principalmente em Portugal. Material e Metodologia. Estudo analítico transversal de uma população pediátrica, dos 3-11 anos, inscrita nas escolas da Cova da Beira. Inicialmente, foi aplicado um questionário preliminar para avaliar a presença de reacção adversa a alimentos. Posteriormente, as crianças com questionário positivo para os frutos frescos foram avaliadas em consulta, para aplicação de um questionário alargado e, realização de testes de hipersensibilidade in vivo e in vitro para os frutos suspeitos e alergénios com reactividade cruzada para frutos (látex e pólenes). Resultados. Por questionário, a prevalência das reacções adversas a frutos foi 3-5 vezes superior à da Alergia Alimentar a Frutos (AAF) propriamente dita. A frequência da AAF foi de 0,53% (IC 95% [0,24;0,82]). Os frutos mais implicados foram o kiwi e o pêssego. A clínica predominante foi a de reacção imediata, unissintomática e mucocutânea localizada, nomeadamente a Síndrome de alergia oral. Os frutos apresentaram elevada sensibilização cruzada com o látex e os pólenes. Conclusão. A frequência da AAF foi semelhante à de outros países europeus. Na Cova da Beira...

Efeito do ??mega-3 na alergia alimentar em camundongos, modelo de curto prazo experimental

Vasconcelos, Larissa Fernanda Melo
Fonte: Centro Universitário de Brasília Publicador: Centro Universitário de Brasília
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
Português
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68.530234%
O papel dos ??cidos graxos poli-insaturados sobre o sistema imune tem sido estudado nos ??ltimos anos com o objetivo de elucidar a din??mica dos eicosanoides derivados dos ??cidos graxos da fam??lia ??mega-3, os ??cidos eicosapentaenoico (EPA) e docosaexaenoico (DHA), na modula????o das respostas al??rgicas. Os interesses atuais giram em torno dos ??cidos graxos ??mega-3, uma vez que estes podem atuar como inibidores da s??ntese dos mediadores inflamat??rios derivados do acido araquid??nico, pertencente ?? fam??lia ??mega-6. Neste trabalho foi investigado o efeito da suplementa????o diet??tica com ??mega-3 (fonte de ??leo de peixe) em um modelo experimental de alergia alimentar de curto prazo. Os camundongos, f??meas da linhagem C57BL/6 foram sensibilizados ou n??o com inje????o intraperitoneal com 10??g ovalbumina acrescido de hidr??xido de alum??nio e salina. Os animais foram divididos em quatro grupos cada um com cinco animais, os animais teste al??rgicos foram alimentados com a dieta acrescida de 14% de ovalbumina para induzir o processo anafil??tico em seguida foram tratados com uma dieta regular enriquecida com 10% de ??leo de peixe para o grupo de animais teste e controle durante sete dias consecutivos. Os demais grupos receberam apenas ra????o padr??o. Os camundongos do grupo al??rgico teste e os animais controles que receberam ra????o acrescida com ??mega-3 apresentaram n??veis s??ricos aumentados de neutr??filos...

Alergia alimentar em idade pediátrica

Santalha,Marta; Correia,Filipa; Costa,Alberto; Macedo,Liliana; Alendouro,Paula; Matos,Águeda
Fonte: Centro Hospitalar do Porto Publicador: Centro Hospitalar do Porto
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2013 Português
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59.20431%
Introdução: A prevalência da alergia alimentar, em idade pediátrica, é cerca de 4-6%. Os principais alimentos responsabilizados por alergia são o leite e clara do ovo, sendo a clínica de alergia, geralmente transitória. Objetivo e métodos: Caracterizar casos de alergia alimentar persistentes ou menos frequentes em idade pediátrica, seguidos na consulta de pediatria/doenças alérgicas num hospital nível II. O diagnóstico baseou-se na anamnese, testes cutâneos, doseamento de IgE sérica especifica e, na ausência de contra-indicações, prova de provocação oral. Num caso realizou-se ISAC® (immuno solid- phase allergen chip) e Imunoblotting para melhor esclarecimento diagnóstico. Foram excluídas as alergias à clara do ovo e às proteínas do leite de vaca com aquisição de tolerância ao longo da infância. Um caso de alergia às proteínas do leite de vaca foi incluído pela não aquisição de tolerância, tornando-o assim uma forma menos frequente. Resultados: Selecionaram-se 12 casos, dos quais 75% (9) eram do sexo masculino. Registaram-se antecedentes familiares de alergias em 58,3% (7) e 83,3% (10) tinham concomitantemente outra manifestação de atopia. Constatamos sete casos de alergia ao kiwi e quatro casos de polissensibilização alimentar. As formas de apresentação clínica foram: urticária [66...

Anafilaxia e alergia alimentar: O resultado de uma intervenção na comunidade

Ferreira,Helena; Ferreira,Carla; Silva,Armandina; Costa,Alberto; Pedrosa,Cláudia
Fonte: Centro Hospitalar do Porto Publicador: Centro Hospitalar do Porto
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2015 Português
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Introdução e Objectivos: A anafilaxia é uma emergên cia médica potencialmente fatal quando não tratada, sendo importante a disseminação do conhecimento desta entidade na comunidade. O objectivo deste trabalho foi avaliar os resultados da implementação de uma acção de formação sobre conceitos básicos de alergia alimentar e anafilaxia, dirigida a funcionários de escolas e infantários, pretendendo-se desenvolver a sua capacidade em reconhecer a situação clínica e intervir correcta e precocemente. Métodos: Entre Dezembro de 2013 e Março de 2014 foram visitadas seis instituições frequentadas por crianças seguidas na Consulta de Pediatria por anafilaxia alimentar. Foram recrutados funcionários das instituições e aplicado um questionário antes e depois da sessão teórico-prática sobre alergia alimentar e anafilaxia. Este questionário foi aprovado para ser usado neste projeto pela Sociedade Portuguesa de Alergologia Pediátrica. Para avaliação da pontuação global dos conhecimentos cada resposta correta foi cotada com um ponto, sendo que a pon tuação máxima era de oito pontos. O estudo estatístico incluiu análise descritiva, cálculo de frequências e estudo comparativo através do teste t de Student. O tratamento estatístico foi efetuado com recurso a software estatístico (SPSS Statistics versão 20). Resultados: Participaram na formação 77 funcionários...