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Hipersensibilidade alimentar em cães; Food hypersensitivity in dogs

SALZO, P.S.; LARSSON, C.E.
Fonte: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária Publicador: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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47.6809%
Realizou-se um estudo retro e prospectivo em 117 cães com prontuários suspeitos de apresentarem hipersensibilidade alimentar. Os animais foram distribuídos em dois grupos: os do grupo I (n=86) foram atendidos em 1993 e 1994 e os do grupo II (n=31) em 1995. Os cães de ambos os grupos foram caracterizados quanto aos aspectos epidemiológicos e clínicos. Os do grupo II foram submetidos a exames complementares para a diferenciação diagnóstica do prurido, incluindo: hemograma, micológico e parasitológico cutâneo, coproparasitológico, histológico de pele e sorológicos - RAST (radioimunoensaio) e ELISA (ensaio imunoenzimático) - ambos para determinação de IgE contra antígenos alimentares -, e ao exame da dieta de eliminação seguida pela exposição provocativa. Este último exame foi o mais confiável para o estabelecimento do diagnóstico, ao determinar que 20 cães, provenientes de ambos os grupos, eram alérgicos a alimentos. Pelos RAST e ELISA, não foi possível demonstrar resultados confiáveis quando comparados aos resultados com a dieta de eliminação. Os animais acometidos foram principalmente machos, com raça definida e na faixa etária de um a seis anos. Os principais alimentos incriminados foram a carne bovina...

Percepção neural da alergia alimentar: envolvimento de mecanismos dependentes de IgE e das fibras nervosas do tipo C; Neural correlates of food allergy: role of IgE-dependent mechanisms and sensory C-fibers

Basso, Alexandre Salgado
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 20/08/2004 Português
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49.16841%
Embora alguns estudos tenham considerado a possibilidade da existência de uma relação direta entre alergia alimentar e alterações de comportamento, são escassas as evidências que sustentem esta hipótese. Relatamos neste trabalho que, após desafio oral com o antígeno, camundongos sensibilizados com ovalbumina (OVA) apresentaram maiores níveis de ansiedade, maiores níveis séricos de corticosterona e aumento da imunorreatividade para Fos no núcleo paraventricular do hipotálamo (PVN) e no núcleo central da amígdala (CeA), áreas cerebrais relacionadas com emotividade. Os neurônios ativados pela alergia alimentar no PVN e no CeA são capazes de produzir fator liberador de corticotrofina (CRF). Os dados também demonstraram que a alergia alimentar leva à ativação do núcleo do trato solitário (NTS). Além disso, observamos que animais imunizados com OVA desenvolveram aversão à ingestão de uma solução contendo clara de ovo. Um tratamento com anticorpo anti-IgE ou a indução de tolerância oral bloquearam tanto o desenvolvimento da aversão à dieta contendo o antígeno quanto a expressão de c-fos no sistema nervoso central (SNC). Para investigar o modo pelo qual se dá a comunicação entre o cérebro e o intestino de animais com alergia alimentar...

Dermatite trofoalérgica (alergia alimentar) em cães: revisão de literatura

Duranti, Roberta Gomes
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
Português
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68.88134%
As reações adversas aos alimentos agrupam-se em dois tipos: as de origem imunológica e as de origem não imunológica. A dermatite trofoalérgica, ou alergia alimentar, é definida como resposta anormal do sistema imune contra a ingestão de algum alimento ou aditivo alimentar. Não há predileção por sexo, raça ou idade, embora a maioria dos casos ocorra em cães jovens. A ocorrência da doença é controversa. A hipersensibilidade alimentar canina caracteriza-se por prurido local ou generalizado, não sazonal, que responde fracamente a terapia com corticosteróides e pode ou não ser acompanhada por sinais digestivos. Clinicamente, pode mimetizar ou estar presente concomitantemente com diversas outras dermatopatias, incluindo dermatites alérgicas como atopia ou hipersensibilidade à picada de pulgas ou outros insetos. O diagnóstico da dermatite trofoalérgica não é simples e requer abordagem metódica e direta da história clínica, exame clínico completo e investigação alimentar sob a forma de dieta de eliminação seguida de prova de desafio. Outros testes diagnósticos, como teste intradérmico, ELISA ou biópsia, por exemplo, não são conclusivos quando se trata de alergia alimentar. O tratamento de qualquer dermatite pruriginosa crônica é baseado no controle diário. O prognóstico normalmente é bom quando o alérgeno ofensor é identificado e evitado por longo período de tempo. O tratamento das infecções secundárias é fundamental...

A Prevenção Primária da Alergia Alimentar é Possível? – Caso Clínico

Pinheiro, A; Gomes, S; Paiva, M; Gaspar, A
Fonte: Sociedade Portuguesa de Imunoalergologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Imunoalergologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2009 Português
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58.917812%
A alergia alimentar tem expressão e gravidade crescentes em idade pediátrica. Estando documentada maior incidência familiar, têm sido tentadas medidas de prevenção primária, cuja efi cácia permanece controversa. Descreve-se o caso de uma criança de alto risco que fez prevenção primária de alergia alimentar. Apresentou, no entanto, desde os 2 meses, eczema atópico e, aos 12 meses, reacção anafiláctica após ingestão acidental de peixe. Testes cutâneos por picada e IgE específicas positivos para diversos peixes e ovo. Apesar da evicção prescrita, aos 22 meses ocorreu nova reacção anafiláctica, no infantário, após inalação de vapores de peixe e, aos 42 meses, vómitos após ingestão acidental de alimento contendo ovo. A prevenção primária da alergia ao leite de vaca foi eficaz. Este caso salienta a complexidade da abordagem preventiva da alergia alimentar e destaca a necessidade do envolvimento da família e da escola na prevenção e na actuação rápida e eficaz na anafilaxia alimentar.

Alergia Alimentar Múltipla

Pinheiro, A; Prates, S
Fonte: Centro Editor Livreiro da Ordem dos Médicos Publicador: Centro Editor Livreiro da Ordem dos Médicos
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2011 Português
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58.530234%
A alergia alimentar múltipla é uma resposta imune adversa a mais do que um alimento. Quando uma criança é alérgica a vários alimentos, o quadro clínico pode ser grave e a evicção dos alergénios implicados leva a restrições dietéticas importantes. Descrevemos o caso de uma criança de quatro anos com eczema atópico grave e alergia alimentar múltipla. Apresentou Imunoglobulina (Ig)E específica positiva aos oito meses para leite, trigo, centeio, cevada, glúten, soja, ovo (gema e clara) e iniciou evicção destes alimentos. Aos 20 meses tentou introduzir trigo, suspendendo após agravamento do eczema atópico. Aos três anos teve reacção anafiláctica após contacto com queijo. Aos quatro anos mantém evicção de leite, ovo, trigo, glúten, cevada e centeio. As restrições alimentares nestes doentes são grandes, havendo necessidade de controlo rigoroso dos alimentos ingeridos para evicção de reacções adversas e prevenção de carências nutricionais. É importante a abordagem multidisciplinar.

Alergia a Perceves no Contexto da Síndrome Ácaros-Crustáceos-Moluscos-Baratas

Marinho, S; Gaspar, A; Morais-Almeida, M; Postigo, I; Guisantes, J; Martínez, J; Rosado-Pinto, J
Fonte: Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica Publicador: Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2005 Português
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48.59212%
Introdução: A tropomiosina dos invertebrados é o pan-alergénio que une crustáceos, moluscos, aracnídeos, insectos e parasitas, encontrando-se significativa homologia de sequência entre as proteínas dos vários grupos. Os perceves são um tipo de crustáceo particularmente apreciado e consumido no nosso país; no entanto, a alergia a este crustáceo é uma situação bastante rara da qual só existe um trabalho publicado na literatura. Caso clínico: Apresentamos o caso de uma criança do sexo masculino, de 9 anos de idade, com asma brônquica, rinoconjuntivite alérgica e eczema atópico, sensibilizada a ácaros e baratas. Aos 7 anos, 10 minutos após a primeira ingestão de perceves, refere síndrome de alergia oral, angioedema periorbitário e rinoconjuntivite. Aos 8 anos, ocorreram 4 episódios semelhantes após ingestão de caracol, camarão, lula e choco (referindo ingestão prévia destes alimentos sem queixas). Aos 9 anos, refere episódio de urticária da face e angioedema periorbitário com inalação de vapores de cozedura de camarão. Foram realizados testes cutâneos por prick que se revelaram positivos para perceves, camarão, caracol, lula, choco, polvo e amêijoa em natureza, e para gamba, caranguejo e mexilhão com extractos comerciais. Os doseamentos de IgE específica sérica revelaram-se positivos para camarão...

A Prevenção Primária da Alergia Alimentar é Possível? – Caso Clínico

Pinheiro, A; Gomes, S; Paiva, M; Gaspar, A
Fonte: Sociedade Portuguesa de Imunoalergologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Imunoalergologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2009 Português
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58.917812%
A alergia alimentar tem expressão e gravidade crescentes em idade pediátrica. Estando documentada maior incidência familiar, têm sido tentadas medidas de prevenção primária, cuja efi cácia permanece controversa. Descreve-se o caso de uma criança de alto risco que fez prevenção primária de alergia alimentar. Apresentou, no entanto, desde os 2 meses, eczema atópico e, aos 12 meses, reacção anafiláctica após ingestão acidental de peixe. Testes cutâneos por picada e IgE específicas positivos para diversos peixes e ovo. Apesar da evicção prescrita, aos 22 meses ocorreu nova reacção anafiláctica, no infantário, após inalação de vapores de peixe e, aos 42 meses, vómitos após ingestão acidental de alimento contendo ovo. A prevenção primária da alergia ao leite de vaca foi eficaz. Este caso salienta a complexidade da abordagem preventiva da alergia alimentar e destaca a necessidade do envolvimento da família e da escola na prevenção e na actuação rápida e eficaz na anafilaxia alimentar.

Alergia Alimentar Múltipla

Pinheiro, A; Prates, S
Fonte: Centro Editor Livreiro da Ordem dos Médicos Publicador: Centro Editor Livreiro da Ordem dos Médicos
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2011 Português
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58.530234%
A alergia alimentar múltipla é uma resposta imune adversa a mais do que um alimento. Quando uma criança é alérgica a vários alimentos, o quadro clínico pode ser grave e a evicção dos alergénios implicados leva a restrições dietéticas importantes. Descrevemos o caso de uma criança de quatro anos com eczema atópico grave e alergia alimentar múltipla. Apresentou Imunoglobulina (Ig)E específica positiva aos oito meses para leite, trigo, centeio, cevada, glúten, soja, ovo (gema e clara) e iniciou evicção destes alimentos. Aos 20 meses tentou introduzir trigo, suspendendo após agravamento do eczema atópico. Aos três anos teve reacção anafiláctica após contacto com queijo. Aos quatro anos mantém evicção de leite, ovo, trigo, glúten, cevada e centeio. As restrições alimentares nestes doentes são grandes, havendo necessidade de controlo rigoroso dos alimentos ingeridos para evicção de reacções adversas e prevenção de carências nutricionais. É importante a abordagem multidisciplinar.

Alergia a Perceves no Contexto da Síndrome Ácaros-Crustáceos-Moluscos-Baratas

Marinho, S; Gaspar, A; Morais-Almeida, M; Postigo, I; Guisantes, J; Martínez, J; Rosado-Pinto, J
Fonte: Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica Publicador: Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2005 Português
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48.59212%
Introdução: A tropomiosina dos invertebrados é o pan-alergénio que une crustáceos, moluscos, aracnídeos, insectos e parasitas, encontrando-se significativa homologia de sequência entre as proteínas dos vários grupos. Os perceves são um tipo de crustáceo particularmente apreciado e consumido no nosso país; no entanto, a alergia a este crustáceo é uma situação bastante rara da qual só existe um trabalho publicado na literatura. Caso clínico: Apresentamos o caso de uma criança do sexo masculino, de 9 anos de idade, com asma brônquica, rinoconjuntivite alérgica e eczema atópico, sensibilizada a ácaros e baratas. Aos 7 anos, 10 minutos após a primeira ingestão de perceves, refere síndrome de alergia oral, angioedema periorbitário e rinoconjuntivite. Aos 8 anos, ocorreram 4 episódios semelhantes após ingestão de caracol, camarão, lula e choco (referindo ingestão prévia destes alimentos sem queixas). Aos 9 anos, refere episódio de urticária da face e angioedema periorbitário com inalação de vapores de cozedura de camarão. Foram realizados testes cutâneos por prick que se revelaram positivos para perceves, camarão, caracol, lula, choco, polvo e amêijoa em natureza, e para gamba, caranguejo e mexilhão com extractos comerciais. Os doseamentos de IgE específica sérica revelaram-se positivos para camarão...

Laços afectivos maternos na alergia alimentar

Lopo, Teresa M. D.
Fonte: Instituto Superior de Psicologia Aplicada Publicador: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2002 Português
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47.996045%
Dissertação de Mestrado em Psicossomática; O trabalho consiste num estudo exploratório sobre o funcionamento psicológico de mães de rapazes alérgicos alimentares. Pretendeu-se evidenciar um padrão comum relativamente ao tipo de laços afectivos, emocionais e de vinculação que estabeleceram durante a infância e adolescência, com a família e actualmente com os pares e o respectivo filho alérgico. As seis mães que fazem parte desta amostra vivem com o marido e filhos. Todas tiveram ou têm algumas manifestações de tipo alérgico. A bateria de instrumentos utilizada para estudar as relações afectivas interpessoais que as pessoas aprendem e usam normalmente desde o nascimento e durante o ciclo de vida, foi a mesma que a Professora Doutora Cristina Canavarro usou na sua Dissertação de Doutoramento à Faculdade de Psicologia de Coimbra em 1977. Consistiu a) numa Escala de Memórias de Infância sobre Estilos Educativos Parentais, EMBU, b) numa prova semi-projectiva de Desenhos de Círculos Representativos da Proximidade Emocional estabelecida com os pais, em separado, ao longo de várias fases do ciclo de vida, DCRF, c) numa Escala de Vinculação do Adulto, EVA e d) num Inventário de Sintomas Psicopatológicos...

Influência da dieta hipossódica e da alergia alimentar no tratamento da epilepsia

Leite,Carlos Eduardo
Fonte: Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO Publicador: Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/1981 Português
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47.996045%
É feita uma apreciação dos métodos de tratamento da epilepsia no início do século como o jejum, a dieta desidratante e a restrição de cloreto de sódio. O autor se fixa neste último, julgando que ele possa ser um fator desencadeante de crises epilépticas. Apresenta oito casos tratados com dietas restritas em cloreto de sódio, havendo melhora do quadro convulsivo em todos os pacientes. Fato surpreendente foi a melhora concomitante do comportamento em geral, da excitabilidade e de dores de cabeça, referidos pelos doentes e seus familiares. Por fim, é realçada a importância da alergia alimentar como causa de crises epilépticas.

Hipersensibilidade alimentar em cães

Salzo,P.S.; Larsson,C.E.
Fonte: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária Publicador: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 Português
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47.6809%
Realizou-se um estudo retro e prospectivo em 117 cães com prontuários suspeitos de apresentarem hipersensibilidade alimentar. Os animais foram distribuídos em dois grupos: os do grupo I (n=86) foram atendidos em 1993 e 1994 e os do grupo II (n=31) em 1995. Os cães de ambos os grupos foram caracterizados quanto aos aspectos epidemiológicos e clínicos. Os do grupo II foram submetidos a exames complementares para a diferenciação diagnóstica do prurido, incluindo: hemograma, micológico e parasitológico cutâneo, coproparasitológico, histológico de pele e sorológicos - RAST (radioimunoensaio) e ELISA (ensaio imunoenzimático) - ambos para determinação de IgE contra antígenos alimentares -, e ao exame da dieta de eliminação seguida pela exposição provocativa. Este último exame foi o mais confiável para o estabelecimento do diagnóstico, ao determinar que 20 cães, provenientes de ambos os grupos, eram alérgicos a alimentos. Pelos RAST e ELISA, não foi possível demonstrar resultados confiáveis quando comparados aos resultados com a dieta de eliminação. Os animais acometidos foram principalmente machos, com raça definida e na faixa etária de um a seis anos. Os principais alimentos incriminados foram a carne bovina...

Abordagem laboratorial no diagnóstico da alergia alimentar

Cocco,Renata Rodrigues; Camelo-Nunes,Inês Cristina; Pastorino,Antonio Carlos; Silva,Luciana; Sarni,Roseli Oselka S.; Rosário Filho,Nelson Augusto; Solé,Dirceu
Fonte: Sociedade de Pediatria de São Paulo Publicador: Sociedade de Pediatria de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2007 Português
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59.14761%
OBJETIVO: Revisar os exames laboratoriais disponíveis utilizados no diagnóstico da alergia alimentar mediada ou não por IgE. FONTES DE DADOS: Artigos publicados em base de dados PubMed e Embase (língua inglesa e portuguesa) nos últimos dez anos. As palavras-chave utilizadas como fonte de busca foram "alergia alimentar", "diagnóstico" e "laboratório", isolados e/ou associados. SÍNTESE DOS DADOS: A abordagem diagnóstica das reações alérgicas a alimentos inclui história clínica completa, estudos laboratoriais, dietas de eliminação e desencadeamentos cegos com alimentos. Recentemente, a medida quantitativa de anticorpos IgE específicos a alimentos tem mostrado ser mais preditiva de alergia alimentar sintomática mediada por IgE. Níveis séricos de IgE específica a alimento que excedam os valores diagnósticos indicam que o paciente tem chance maior que 95% de apresentar uma reação alérgica se ingerir o alimento em questão. Estes "valores de decisão" foram definidos para alguns alimentos e resultados inconsistentes são obtidos ao se estudar diferentes populações. Os desencadeamentos com alimento, especialmente o duplo-cego controlado por placebo (DADCCP), representa a maneira mais confiável de estabelecer ou descartar o diagnóstico de hipersensibilidade alimentar. CONCLUSÕES: Número crescente de aquisições tem melhorado o valor preditivo de alguns testes laboratoriais empregados no diagnóstico de alergias alimentares. Entretanto...

O conhecimento de pediatras sobre alergia alimentar: estudo piloto

Sole,Dirceu; Jacob,Cristina Miuki A.; Pastorino,Antônio Carlos; Porto Neto,Arnaldo; Burns,Dennis Alexander; Sarinho,Emanuel Sávio C.; Prado,Evandro Alves do; Soares,Francisco José P.; Rizzo,Maria Cândida V.; Silva,Maria das Graças N.; Rubini,Norma de
Fonte: Sociedade de Pediatria de São Paulo Publicador: Sociedade de Pediatria de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2007 Português
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58.917812%
OBJETIVO: Avaliar o conhecimento de pediatras sobre alergia alimentar. MÉTODOS: Dados obtidos de questionário padronizado, postado e respondido por pediatras filiados à Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Digitação dos dados em planilha Excel e análise de freqüência de respostas afirmativas em porcentagem. RESULTADOS: Foram analisados 895 questionários preenchidos por pediatras de todo o país, com predomínio da região Sudeste (61,6%). Segundo os pediatras entrevistados, as manifestações diagnósticas de alergia alimentar são: respiratórias, cutâneas e sistêmicas, em iguais proporções. Ainda segundo estes pediatras, leite de vaca (98,9%), clara de ovo (58,7%) e amendoim (50,9%) são os principais alimentos associados a essas manifestações. Embora 74,8% dos respondedores tivessem identificados os corantes e aditivos alimentares como responsáveis pela alergia alimentar, apenas 19,4% conheciam o código de identificação da tartrazina. CONCLUSÕES: Os dados apresentados reforçam a necessidade de ampliação dos conhecimentos dos profissionais de saúde sobre o diagnóstico e tratamento da alergia alimentar, com o objetivo de garantir o uso de critérios diagnósticos e terapêuticos mais adequados.

Síndrome de Frey simulando eritema malar por alergia alimentar

Mozes,Fabiana; Tukiyama,Fabiana Uthida; Castro,Ana Paula B. M.; Corradi,Gabriela Ackel; Pastorino,Antonio Carlos; Fomin,Ângela Bueno F.; Jacob,Cristina Miuki A.
Fonte: Sociedade de Pediatria de São Paulo Publicador: Sociedade de Pediatria de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2007 Português
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59.034004%
OBJETIVO: Relatar um caso de síndrome de Frey em lactente, cujo eritema malar foi inicialmente associado à alergia alimentar. DESCRIÇÃO DO CASO: Lactente de um ano de idade, encaminhado ao ambulatório de alergia alimentar com eritema malar unilateral, localizado na área de distribuição do nervo auriculotemporal, após a ingestão de frutas e legumes. Nesta época, o paciente encontrava-se em dieta de restrição destes alimentos devido ao diagnóstico clínico de alergia alimentar. O paciente apresentava história de parto vaginal e tocotraumatismo. COMENTÁRIOS: O diagnóstico da síndrome de Frey (síndrome auriculotemporal ou de sudorese gustativa) foi estabelecido com base nas características clínicas do eritema malar desencadeado após a ingestão de alimentos e exclusão do diagnóstico de alergia alimentar. Nestes pacientes, o dano ao nervo auriculotemporal decorre, em geral, de tocotraumatismo, com regeneração alterada das fibras nervosas, resultando no eritema malar com a estimulação gustativa. Este caso ressalta a necessidade do diagnóstico correto da alergia alimentar, de tal modo que não sejam impostas dietas restritivas desnecessárias ao paciente. Em pacientes com eritema malar na trajetória do nervo auriculotemporal após ingestão de alimentos...

Estabilidade estrutural e funcional de lectinas submetidas à irradiação gama : potencial aplicação em alergia alimentar

Fernando de Melo Vaz, Antônio; Tereza dos Santos Correia, Maria (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
Português
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58.68744%
Em alergias, apesar de sinais e sintomas típicos variados, o alérgeno proteico, através de seus epítopos lineares e conformacionais, é o principal responsável pela iniciação e manutenção da resposta alérgica inflamatória. A principal razão para o sucesso dessas proteínas na orquestração da alergia é a sua estabilidade estrutural, o que as tornam relativamente estáveis ao calor, aos extremos de pH, a proteases e a diversos métodos de processamento alimentar. Esta tese tem o objetivo de esclarecer o mecanismo pelo qual a irradiação de alimento atua sobre a estabilidade estrutural e funcional de alérgenos alimentares proteicos, e como esses conseguem proteger a sua estrutura enovelada nativa contra esse tipo de perturbação física. Os alérgenos selecionados para este estudo foram as lectinas: da semente da leguminosa Cratylia mollis (Cramoll), do feijão da leguminosa Canavalia ensiformis (Con-A) e a aglutinina do gérmen do trigo (WGA), visto que são proteínas bem estudadas e com estrutura resolvida, assim como suas vias de enovelamentodesenovelamento e desnaturação. Utilizamos técnicas espectroscópicas para investigarmos a relação estrutura-estabilidade dos alérgenos (lectinas), tanto na sua forma nativa quanto irradiada. Descrevemos...

IgG4 específica de alimentos – sem valor no diagnóstico de alergia alimentar

Moinho, Rita Xavier; Hospital Pediátrico Carmona da Mota, Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Formato: application/pdf
Publicado em 15/05/2014 Português
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48.68744%
Testes serológicos que doseiam a Imunoglobulina (Ig) G4 específica de vários alimentos são promovidos por laboratórios para o diagnóstico de alergia alimentar. É frequente a positividade destes testes para inúmeros alimentos, não se correlacionando com a clínica. Este facto alia-se à falta de evidência científica de propriedades libertadoras de histamina deste anticorpo e à escassez de estudos controlados no valor diagnóstico destes testes. Por outro lado, estudos comprovam que a IgG4 específica de alimentos está relacionada com a exposição repetida a antigénios de alimentos e a sua presença é um indicador de tolerância imunológica. Em conclusão, os testes de IgG4 específica de alimentos não indicam alergia nem intolerância alimentar, mas antes uma resposta imunológica fisiológica do organismo aos componentes alimentares, não devendo ser utilizados no diagnóstico de alergia alimentar.

Alergia alimentar em cães; Food allergy in dog's

Fernandes, Marcos Eduardo
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 11/11/2005 Português
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58.68744%
As alergias alimentares em cães representam cerca de 1% das dermatoses dos cães, é uma doença pouco conhecida com relação a sua etiopatogenia, diagnóstico e tratamento. O objetivo geral é analisar a bibliografia de 1990 até 2003 e levantar o estado atual da arte sobre “Alergia Alimentar em cães”. Foi realizada revisão bibliográfica consultando o sistema de base de dados CAB Abstracts (Commonwealth Agriculture Bureau) e AGRIS. Utilizamos os unitermos: “Dog”, “sensitivity”, “ hipersensitivity”, “ food ”e “allergy”. Ao todo, foram coletados 160 trabalhos do CAB e 58 do AGRIS, somando 218 trabalhos. Destes 218 trabalhos, foram eliminados 74 escritos em outras línguas, que não a língua inglesa ou portuguesa, e 38 trabalhos que foram encontrados tanto no CAB quanto no AGRIS. Dos 106 trabalhos restantes, 21 foram escolhidos para serem inseridos neste trabalho de revisão. Quanto ao desenho de estudo foram coletados: 10 ensaios clínicos, nove revisões e dois levantamentos. Dos 21 trabalhos, 13 foram publicados nos Estados Unidos, cinco no Reino Unido, dois na Nova Zelândia e um na Austrália. Os anos com o maior número de publicações foram: 1992, 1994 e 2002. Os trabalhos foram divididos em seis temas, para melhor abordá-los: definição de conceitos...

Bebida ?? base de quinoa real e leite de coco ??? desenvolvimento, aceitabilidade, caracteriza????o F??sico-qu??mica e microbiol??gica

Solorzano, Juliana Lins
Fonte: Centro Universitário de Brasília Publicador: Centro Universitário de Brasília
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
Português
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48.251504%
A alergia alimentar ao leite de vaca vem aumentando sua incid??ncia na popula????o. Neste contexto, as bebidas vegetais ganham mercado e s??o cada vez mais utilizadas. Estas geralmente se utilizam de leguminosas, cereais e oleaginosas, como a soja, as castanhas e o arroz; por??m algumas vezes esses componentes isolados n??o proporcionam uma fonte balanceada de todos os macronutrientes e tamb??m apresentam alta incid??ncia de alergia. Dessa forma, o presente trabalho objetivou o desenvolvimento de uma bebida ?? base de quinoa real e leite de coco, enfatizando a valoriza????o dos seus atributos nutricionais. Haja vista que o primeiro trata de um pseudocereal fonte de prote??nas de alto valor biol??gico, e o segundo ?? fonte de ??cidos graxos e amino??cidos essenciais. Al??m disso, foi realizada an??lise f??sico-qu??mica e microbiol??gica, somada ?? realiza????o de teste de aceitabilidade e teste de inten????o de compra. Como resultados desses, a bebida de quinoa com leite de coco obteve boa composi????o lip??dica, baixo ??ndice glic??mico, baixo valor cal??rico, reduzido teor de a????cares (??Brix), pH de car??ter mais ??cido, baixo ??ndice prot??ico, excesso de umidade e baixa concentra????o de fibras e cinzas ??? quando comparado aos estudos de bebidas vegetais. Al??m disso...

Efeito do ??mega-3 na alergia alimentar em camundongos, modelo de curto prazo experimental

Vasconcelos, Larissa Fernanda Melo
Fonte: Centro Universitário de Brasília Publicador: Centro Universitário de Brasília
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
Português
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68.530234%
O papel dos ??cidos graxos poli-insaturados sobre o sistema imune tem sido estudado nos ??ltimos anos com o objetivo de elucidar a din??mica dos eicosanoides derivados dos ??cidos graxos da fam??lia ??mega-3, os ??cidos eicosapentaenoico (EPA) e docosaexaenoico (DHA), na modula????o das respostas al??rgicas. Os interesses atuais giram em torno dos ??cidos graxos ??mega-3, uma vez que estes podem atuar como inibidores da s??ntese dos mediadores inflamat??rios derivados do acido araquid??nico, pertencente ?? fam??lia ??mega-6. Neste trabalho foi investigado o efeito da suplementa????o diet??tica com ??mega-3 (fonte de ??leo de peixe) em um modelo experimental de alergia alimentar de curto prazo. Os camundongos, f??meas da linhagem C57BL/6 foram sensibilizados ou n??o com inje????o intraperitoneal com 10??g ovalbumina acrescido de hidr??xido de alum??nio e salina. Os animais foram divididos em quatro grupos cada um com cinco animais, os animais teste al??rgicos foram alimentados com a dieta acrescida de 14% de ovalbumina para induzir o processo anafil??tico em seguida foram tratados com uma dieta regular enriquecida com 10% de ??leo de peixe para o grupo de animais teste e controle durante sete dias consecutivos. Os demais grupos receberam apenas ra????o padr??o. Os camundongos do grupo al??rgico teste e os animais controles que receberam ra????o acrescida com ??mega-3 apresentaram n??veis s??ricos aumentados de neutr??filos...