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Prazer, contracepção e planeamento familiar na adolescência - a perspectiva do enfermeiro dos cuidados de saúde primários português!

Brás, Manuel; Anes, Eugénia; Neto, Alexandra; Brás, Maria de Fátima Morais; Praça, Maria Isabel Fernandes
Fonte: Instituto Politécnico de Bragança, Escola Superior de Saúde Publicador: Instituto Politécnico de Bragança, Escola Superior de Saúde
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Português
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O Homem desde sempre procurou conhecer os seus mecanismos biológicos, numa busca contínua de mais poder e maior bem-estar. No trilhar deste caminho, um dos marcos mais notáveis da ciência médica, foi a capacidade de interferir na biologia da reprodução. A habilidade de intervir nas funções biológicas, reflectiu-se no dimensionamento da célula familiar, sofrendo enormes e profundasalterações, espelhadas e reflectidas no tecido social, por força de várias alterações a nível dos usos e costumes, da economia e ainda no perfil etário das populações actuais. Estas profundas mudanças ocorreram talvez e especialmente, devido ao acesso a métodos contraceptivos eficazes e à possibilidade de escolher quando, quantos e em que altura ter filhos. Com o objectivo de identificar conceitos e percepções dos enfermeiros dos CSP, face à contracepção, métodos contraceptivos e sexualidade dos adolescentes, realizamos um estudo exploratório, descritivo, transversal de cariz eminentemente quantitativo. Amostragem probabilística,amostra aleatória de 1735 profissionais de enfermagem de 226 centros de saúde de Portugal.A idade média dos inquiridos é 39 anos. Mínimo 22 e máximo de 68 anos. Dos inquiridos, (93,3%)são do sexo feminino e (6...

Adolescência e desafios na contracepção e prevenção das DST/Aids: uma relação em questão para a saúde pública; Adolescence and challenges for contraception and prevention of STD / AIDS: a relation at issue on Public Health

Carvalho, Ludmila Ramos
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 27/05/2013 Português
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No presente trabalho partimos do pressuposto de que o planejamento reprodutivo e a prevenção das doenças sexualmente transmissíveis (DST), sobretudo a Aids, ganham especificidades quando considerada a fase da adolescência, de forma a se caracterizarem como um problema complexo e de natureza multidisciplinar para o campo da saúde pública. Em termos de objetivos, propomos verificar as relações existentes entre práticas contraceptivas, práticas preventivas para DST/AIDS, sexualidade e corpo, na perspectiva de adolescentes, garotos e garotas. Do ponto de vista metodológico, trata-se de uma pesquisa de natureza qualitativa, com proposta de análise discursiva a partir de relatos orais de adolescentes de ambos os sexos, colhidos através da técnica de depoimentos pessoais. Quanto aos resultados podemos observar, a despeito da presença de alguns resquícios de tradicionalismo em termos das relações de gênero, uma abertura nos discursos de garotos e garotas para a busca de relações mais igualitárias que envolvem as diferentes esferas da vida. Em relação às práticas sexuais e afetivo-sexuais, observamos que o cuidado com o corpo assume significado especial em termos de instrumento de conquista, requerendo para tal, adequá-lo a uma linguagem própria e especial bem como a determinado padrão de beleza. Em termos de considerações finais...

Repercussão da efetivação dos métodos definitivos de contracepção : ótica de casais

Bello, Heloisa Maria Reckziegel
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
Português
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A realização deste estudo teve como ponto de partida as inquietações e dúvidas manifestadas por usuários durante o atendimento realizado em um programa de aconselhamento ao planejamento familiar no município de Campo Bom, quando a opção era por um dos métodos definitivos de contracepção. Este estudo tem como objetivo conhecer a percepção de casais sobre as repercussões da efetivação dos métodos definitivos de contracepção na saúde da mulher, do homem, no relacionamento do casal e convivência familiar, bem como verificar o que pensam hoje a respeito dos motivos que influenciaram a sua escolha. O tipo do estudo é exploratório descritivo de caráter qualitativo. Participaram deste estudo 16 casais, escolhidos aleatoriamente, residentes em diversos bairros da cidade de Campo Bom. A coleta de dados foi realizada através de entrevista semi-estruturada com os cônjuges em momentos diversos. Os dados foram analisados através da análise de conteúdo proposta por Bardin (2000). Após a transcrição das entrevistas e a análise dos dados, estes foram desmembrados em unidades de significados gerando as categorias: motivos da escolha e repercussões da efetivação do método. Da primeira categoria emergiram os temas: a saúde da mulher e as conseqüências do uso do anticoncepcional oral; a saúde da mulher frente às gestações e dos fatores sócio-afetivos determinando o tamanho da prole. A segunda categoria contou com temas...

Contracepção oral de emergência: crenças, conhecimentos e consumo nos estudantes do Instituto Politécnico de Lisboa

Coelho, André; Cristos, Ana; Mesquita, Mónica; Guimarães, Teresa; Graça, Anabela
Fonte: Instituto Politécnico de Lisboa Publicador: Instituto Politécnico de Lisboa
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em /09/2010 Português
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Em Portugal, o recurso à contracepção oral de emergência (COE) tem aumentado nos últimos anos, sobretudo nas faixas etárias mais jovens. Constituindo os conhecimentos e crenças de um indivíduo factores determinantes do seu comportamento em determinado domínio, importa abordá-los no âmbito da COE, de forma a identificar os processos que presidem à adopção deste tipo de contracepção e, a partir daí, delinear estratégias de intervenção. Objectivo do estudo: identificar e caracterizar as práticas contraceptivas dos estudantes, sobretudo no que concerne à COE, bem como as suas crenças e conhecimentos sobre este método contraceptivo.

Contracepção no Pós-Parto

Godinho, C; Lopes, J
Fonte: Maternidade Dr. Alfredo da Costa Publicador: Maternidade Dr. Alfredo da Costa
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2001 Português
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A contracepção eficaz no período pós parto promove a melhoria da saúde reprodutora e infantil. É um período de grande confusão e ansiedade para a mulher. O reinício da fertilidade e da menstruação, a amamentação e o reinício da actividade sexual são índices importantes a considerar na escolha do método mais apropriado. A educação e o aconselhamento correctos são determinantes para a contracepção eficaz e adequada. Nesta revisão é feita uma descrição sumária dos métodos contraceptivos disponíveis para este período, as suas características, as principais vantagens e inconvenientes, a sua eficácia e quando devem ser iniciados.

Contracepção no Pós-Parto

Godinho, C; Lopes, J
Fonte: Maternidade Dr. Alfredo da Costa Publicador: Maternidade Dr. Alfredo da Costa
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2001 Português
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37.38%
A contracepção eficaz no período pós parto promove a melhoria da saúde reprodutora e infantil. É um período de grande confusão e ansiedade para a mulher. O reinício da fertilidade e da menstruação, a amamentação e o reinício da actividade sexual são índices importantes a considerar na escolha do método mais apropriado. A educação e o aconselhamento correctos são determinantes para a contracepção eficaz e adequada. Nesta revisão é feita uma descrição sumária dos métodos contraceptivos disponíveis para este período, as suas características, as principais vantagens e inconvenientes, a sua eficácia e quando devem ser iniciados.

Contracepção em jovens universitários portugueses

Reis, Marta; Matos, Margarida Gaspar de
Fonte: Instituto Superior de Psicologia Aplicada Publicador: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2008 Português
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A sexualidade nos seus múltiplos aspectos é considerada uma área de grande importância no desenvolvimento do ser humano. O impacto causado pela infecção do vírus da imunodeficiência Humana/síndrome da imunodeficência adquirida (VIH/SIDA), juntando-se a outros riscos ligados à actividade sexual, como a gravidez não desejada, fez com que a sexualidade passasse a ser considerada como uma questão de urgência social e epidemiológica e como um factor que pode ter um forte impacto negativo ao nível da saúde, considerando-se, assim, os jovens, a nível mundial, como um grupo especialmente vulnerável em termos de saúde sexual. Esta investigação avaliou os comportamentos sexuais, nomeadamente a contracepção dos jovens universitários portugueses. Administraram-se 436 questionários a 113 rapazes e 323 raparigas, entre os 18 e os 24 anos. Os resultados obtidos demonstram que a maioria é sexualmente activa, teve a sua primeira relação sexual aos 16 anos ou mais e utilizou como primeira contracepção o preservativo. Actualmente os métodos contraceptivos escolhidos habitualmente por estes jovens são o preservativo e a pílula com intenção de prevenir, quer uma infecção sexualmente transmissível, quer uma gravidez indesejada (70.2%). Os rapazes tiveram a primeira relação sexual mais cedo que as raparigas e não utilizaram qualquer método contraceptivo ou utilizaram o coito interrompido...

A propósito do imprevisto: Dimensões socio-cognitivas na adesão das mulheres à contracepção

Costa, Emília Isabel Martins Teixeira da
Fonte: Instituto Superior de Psicologia Aplicada Publicador: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2001 Português
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Dissertação de Mestrado em Psicologia da Saúde; Esta investigação teve como objectivo, explicitar a relação existente, entre dimensões socio-cognitivas e adesão das mulheres à contracepção, num grupo de puerperas de um hospital distrital. A adesão é o conceito central do estudo, tendo-se recorrido à sua mensuração de uma forma considerada indirecta, pelo planeamento da gravidez. Após consentimento informado, todos os participantes preencheram um protocolo de investigação. Recorreu-se ao uso de vários instrumentos de auto-preenchimento, através dos quais se pretendeu avaliar não só a adesão à contracepção, mas também, as dimensões socio-cognitivas, nomeadamente o nível de informação de carácter contraceptivo, a valorização da gravidez, a satisfação com o suporte social, a auto-eficácia geral percepcionada, o locus de controlo para a saúde e a atitude face à sexualidade. Participaram neste estudo 171 mulheres, com uma média de idades de 27.67 anos (s= 4.60). 66.7% das mulheres referem ter abandonado o método contraceptivo em uso antes da gravidez actual pelo desejo de engravidar, 26.9 % utilizavam inadequadamente o contraceptivo e 6.4% não usavam qualquer tipo de contracepção. 71.3% das mulheres considera a gravidez actual planeada...

Tromboembolismo venoso associado à contracepção hormonal combinada :

Batarda, Marisa Alexandra Rodrigues Soares
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /05/2010 Português
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Introdução: A contracepção hormonal combinada (CHC) foi introduzida no fim da década de 50 e ainda no início da década de 60 foram descritos casos de tromboembolismo venoso (TEV) associados ao uso de CHC. Em 2003 a Organização Mundial de Saúde (OMS) desenvolveu uma lista de recomendações para a adequação da prescrição de CHC ao perfil individual de risco de TEV, com vista a diminuir a sua ocorrência e consequências. Objectivo: Avaliar a adequação da prescrição da CHC ao perfil individual de risco de TEV. Métodos: Realizaram-se dois estudos descritivos em paralelo. Um estudo incluiu 50 mulheres em idade fértil que faziam terapêutica de CHC, entrevistadas para avaliação do seu perfil de risco de TEV, de acordo com a OMS. O outro estudo, do tipo “série de casos”, incluiu todas as doentes do sexo feminino internadas no Centro Hospitalar da Cova da Beira (CHCB) entre 01 de Julho de 2008 a 30 de Junho de 2009, com o diagnóstico clínico de TEV, para avaliar a história de exposição a factores de risco de TEV, nomeadamente CHC. Resultados: Das 50 entrevistadas que faziam CHC, 35 (70,0%) apresentavam factores de risco de TEV. Destas, 10 (20,0%) possuíam um perfil de risco de TEV classificado nas categorias 3 ou 4 da OMS. Quando questionadas sobre o conhecimento dos diversos factores de risco de TEV associados ao uso de CHC...

Contracepção em jovens universitários portugueses

Reis, Marta; Faculdade de Motricidade Humana; Matos, Margarida Gaspar de; Faculdade de Motricidade Humana
Fonte: ISPA - Instituto Universitário Publicador: ISPA - Instituto Universitário
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em 23/11/2012 Português
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A sexualidade nos seus múltiplos aspectos é considerada uma área de grande importância no desenvolvimento do ser humano. O impacto causado pela infecção do vírus da imunodeficiência Humana/síndrome da imunodeficiência adquirida (VIH/SIDA), juntando-se a outros riscos ligados à actividade sexual, como a gravidez não desejada, fez com que a sexualidade passasse a ser considerada como uma questão de urgência social e epidemiológica e como um factor que pode ter um forte impacto negativo ao nível da saúde, considerando-se, assim, os jovens, a nível mundial, como um grupo especialmente vulnerável em termos de saúde sexual. Esta investigação avaliou os comportamentos sexuais, nomeadamente a contracepção dos jovens universitários portugueses. Administraram-se 436 questionários a 113 rapazes e 323 raparigas, entre os 18 e os 24 anos. Os resultados obtidos demonstram que a maioria é sexualmente activa, teve a sua primeira relação sexual aos 16 anos ou mais e utilizou como primeira contracepção o preservativo. Actualmente os métodos contraceptivos escolhidos habitualmente por estes jovens são o preservativo e a pílula com intenção de prevenir, quer uma infecção sexualmente transmissível, quer uma gravidez indesejada (70.2%). Os rapazes tiveram a primeira relação sexual mais cedo que as raparigas e não utilizaram qualquer método contraceptivo ou utilizaram o coito interrompido...

Relendo a política de contracepção: o olhar de um profissional sobre o cotidiano das unidades públicas de saúde

Stephan-Souza,Auta Iselina
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/1995 Português
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37.49%
Este ensaio é parte de um estudo mais amplo sobre a relação do Estado brasileiro e a política contraceptiva e precede uma investigação nas unidades de saúde do Rio de Janeiro, onde pretende analisar o pensamento de profissionais e usuárias sobre a contracepção. Retrata as considerações de uma assistente social que vivenciou as ações de planejamento familiar em unidades periféricas de saúde e pretende oferecer contribuições que possam facilitar o trabalho nesta área. Para isto discute alguns elementos que interferem na prática, tais como a formação acadêmica, as representações sociais e também tece críticas ao PAISM como política oficial de contracepção.

Desafios da contracepção juvenil: interseções entre gênero, sexualidade e saúde

Brandão,Elaine Reis
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2009 Português
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37.38%
Este artigo aborda, sob uma perspectiva socioantropológica, os desafios postos aos jovens na gestão da vida afetivo-sexual, no que tange à prevenção de gravidez imprevista. Discute algumas dificuldades por eles encontradas no manejo da contracepção, no decorrer de suas trajetórias afetivo-sexuais, identificando situações propensas à não-utilização de métodos anticonceptivos (MAC). Trata-se de pesquisa qualitativa, cujo material empírico agrupa 73 entrevistas em profundidade, com jovens de ambos os sexos, de 18 a 24 anos de idade, provenientes de três capitais do país (Salvador, Rio de Janeiro e Porto Alegre) e de dois segmentos sociais (popular e médio), que passaram por ao menos um episódio de gravidez na adolescência. A análise temática dos dados reúne elementos afins e recorrentes nas narrativas juvenis, além dos contrastes de gênero e classe social. Os resultados relativos às dificuldades dos jovens de usar continuamente os MAC foram agrupados em eixos temáticos: contexto do relacionamento; relação com a família no que tange à sexualidade; efeitos colaterais dos métodos hormonais; descuido com a contracepção; dificuldades dos serviços de saúde; “falha” dos MAC; forte concepção da paternidade nos segmentos populares; uso de preservativo com parceiras “desconhecidas”; uso de coito interrompido...

Conhecimento, consumo e acesso à contracepção de emergência entre mulheres universitárias no sul do Estado de Santa Catarina

Alano,Graziela Modolon; Costa,Laise Nunes; Miranda,Luziane Righeto; Galato,Dayani
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2012 Português
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37.38%
A contracepção de emergência tem sido utilizada na prevenção da gravidez não planejada. Este estudo objetivou investigar o conhecimento, o consumo e o acesso desse método entre mulheres universitárias do Sul do Estado de Santa Catarina. Trata-se de estudo observacional, transversal, aplicando-se formulário de setembro a outubro de 2008. Participaram 360 mulheres entre 18 e 45 anos, a maioria da classe econômica B2 ou superior (74,2%), onde 79,4% já haviam mantido relação sexual. Destas, 48,6% haviam utilizado a contracepção de emergência, sendo mais frequente quanto menor a idade. O método foi usado em média 2,4 vezes e 87,1% administraram-no até 24 horas após a relação sexual. Foram referidas reações adversas por 20,9% das usuárias, sendo as mais comuns, alterações menstruais (44,8%) e náuseas (44,8%). Os principais motivos para o uso do método foram: não uso do preservativo (44,6%) e rompimento do mesmo (39,6%). Das entrevistadas, 15,0% não souberam responder ou responderam de modo errado à questão sobre a não prevenção de Doença Sexualmente Transmissível pelo método e 97,8% negaram ter alterado o método utilizado rotineiramente. Apenas 2,9% das mulheres adquiriram o medicamento mediante prescrição médica e 35...

Necessidade insatisfeita por contracepção entre mulheres grávidas, Distrito Sanitário II, Recife

dos Santos Ribeiro, Márcia; Velho Barreto Araujo, Thália (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
Português
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37.73%
A mudança no perfil demográfico do Brasil ocorreu de forma rápida, a taxa de fecundidade total que era de 6,3 na década de 60 atingiu o valor de 1,8 filhos por mulher em 2006. Essa mudança foi resultado de transformações sociais, culturais e econômicas ocorridas no país. Além disso, outro aspecto responsável pela queda na taxa de fecundidade foi o aumento do conhecimento e do uso de anticoncepcionais, sendo esse um dos principais fatores. No entanto, uma alta prevalência de uso de métodos não significa necessariamente um alcance por parte das mulheres de suas intenções reprodutivas. Necessidades insatisfeitas por contracepção - discordância entre o comportamento reprodutivo, o não uso de contracepção, e o desejo de espaçar ou limitar o número de filhos - são reportadas tanto em países em desenvolvimento como em países desenvolvidos. Este estudo teve como objetivo estimar a prevalência de necessidades insatisfeitas por contracepção e analisar os fatores associados a essas necessidades entre mulheres grávidas cadastradas ao Programa de Saúde da Família do Recife no Distrito Sanitário II. A população do estudo foi composta por 1.120 mulheres grávidas entre 18 e 49 anos de idade sendo o desenho do estudo transversal e explanatório. Essa pesquisa observou que 30...

Conhecimentos, atitudes e práticas sobre contracepção para adolescentes

Costa, Gilka Paiva Oliveira
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde; Ciências da Saúde Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde; Ciências da Saúde
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Português
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37.64%
Conhecer o fenômeno da gravidez no contexto da adolescência, considerando a importância da contracepção como valioso recurso deprevenção, é uma abordagem que carece de atenção e norteia esta pesquisa, cujoobjetivo é avaliar a vivência sexual dos adolescentes e uso de métodos contraceptivos a partir do que eles conhecem sobre esses métodos e de suas atitudes frente à contracepção. Trata-se de um estudo exploratório, conduzido com estudantesdo 7º ao 9º ano de escolaridade. Os instrumentos de coleta de dados foram construídos e validados com análise das melhores condições para obtenção derespostas coerentes. As variáveis consideradas para análise foram: comunicação, atitudes, conhecimentos sobre contracepção, sexo, idade e comportamento sexual. As análises foram realizadas através dos cálculos de frequência, testes de qui-quadrado, t de student e regressão logística (considerou-se p<0,05). Os instrumentos foram validados com alfa de Cronbach de 0,70. Houve dificuldades para aobtenção de dados confiáveis nos auto-relatos dos sujeitos, verificando-se a necessidade de investigar a coerência das repostas mesmo utilizando instrumentos já validados. Dos 570 participantes, 68,8% tinha até 14 anos. Apresentaram pouco conhecimento e atitudes desfavoráveis ou ambivalentes à contracepção. Apenas 65% conversaram sobre o tema e 21...

Contracepção em adolescentes nos últimos 15 anos: perspectiva de um Centro de Atendimento a Jovens; CONTRACEPTION IN ADOLESCENTS OVER THE LAST 15 YEARS: PERSPECTIVE OF A YOUTH SERVICE CENTER

Silva, Teresa Teixeira da; Lima, Tânia; Vieira, Bruna; Conde, Cidália; Fernandes, Mónica; Santos, Joana; Teixeira, Marcília; Oliveira, Teresa
Fonte: Centro Hospitalar do Porto Publicador: Centro Hospitalar do Porto
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /09/2015 Português
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37.58%
Introdução: O aconselhamento contraceptivo é um elemento chave na estratégia da prevenção da gravidez e das infecções sexualmente transmissíveis nos adolescentes. Objectivo: Avaliar o comportamento das adolescentes que recorreram a um Centro de Atendimento a Jovens (CAJ) nos últimos 15 anos relativamente à sua saúde sexual e reprodutiva e escolha contraceptiva. Materiais e Métodos: Estudo retrospectivo de adolescentes do sexo feminino com idade inferior a 18 anos, que recorreram pela primeira vez ao CAJ nos anos de 1997, 2002, 2007 e 2012 (grupos 1,2,3 e 4, respectivamente). Os dados foram analisados utilizando os programas SPSS 21.0 e Microsoft Excel 2007. Resultados: A maioria das adolescentes era sexualmente activa (61,5% em 1997 vs 76,5% em 2012, p=0,01) e verificou- -se um aumento, ao longo dos anos, das adolescentes que realizavam contracepção hormonal regular previamente à consulta (8,4% em 1997 vs 21,4% em 2012, p<0,001). Nas adolescentes que não realizavam Contracepção Hormonal (CH) e recorreram à consulta para a iniciar, verificaram-se os seguintes resultados: 1997 - 98,6% iniciaram Contracepção Oral Combinada (COC); 2002 – 100% iniciaram CH [99,1% - COC; 0,9% implante sub-cutâneo]; 2007 - 90...

Tromboembolismo venoso associado à contracepção hormonal combinada :; prescrição adequada ao risco individual?

Batarda, Marisa Alexandra Rodrigues Soares
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /05/2010 Português
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Introdução: A contracepção hormonal combinada (CHC) foi introduzida no fim da década de 50 e ainda no início da década de 60 foram descritos casos de tromboembolismo venoso (TEV) associados ao uso de CHC. Em 2003 a Organização Mundial de Saúde (OMS) desenvolveu uma lista de recomendações para a adequação da prescrição de CHC ao perfil individual de risco de TEV, com vista a diminuir a sua ocorrência e consequências. Objectivo: Avaliar a adequação da prescrição da CHC ao perfil individual de risco de TEV. Métodos: Realizaram-se dois estudos descritivos em paralelo. Um estudo incluiu 50 mulheres em idade fértil que faziam terapêutica de CHC, entrevistadas para avaliação do seu perfil de risco de TEV, de acordo com a OMS. O outro estudo, do tipo “série de casos”, incluiu todas as doentes do sexo feminino internadas no Centro Hospitalar da Cova da Beira (CHCB) entre 01 de Julho de 2008 a 30 de Junho de 2009, com o diagnóstico clínico de TEV, para avaliar a história de exposição a factores de risco de TEV, nomeadamente CHC. Resultados: Das 50 entrevistadas que faziam CHC, 35 (70,0%) apresentavam factores de risco de TEV. Destas, 10 (20,0%) possuíam um perfil de risco de TEV classificado nas categorias 3 ou 4 da OMS. Quando questionadas sobre o conhecimento dos diversos factores de risco de TEV associados ao uso de CHC...

Feminismo e a polêmica da contracepção no Brasil (1970-1980)

Petersen, Janine; UFSC
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2004 Português
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37.49%
This article objectives to show as several colonization companies, that acted in selling of agricultural lots in the Half-West catarinense had evidenced in this marketing the possibility of Italian migrants re-create their sociocultural and economic pratices. It will analize propagandas of some company, published in the periodical Staffetta Riograndense of Caxias do Sul, in the first decades of the settling.; A história da contracepção no Brasil contou com a participação de diversos personagens. Dentre eles podemos destacar o movimento feminista, que ressurgiu nas décadas de 60 e 70, não especificamente por causa a da luta pela contracepção, mas que discutiu amplamente este assunto. Este artigo se propõe a perceber como o movimento feminista no Brasil, inserido em um contexto de Ditadura Militar, discutiu a questão da contracepção e o controle demográfico.

Contracepção em adolescentes nos últimos 15 anos: perspectiva de um Centro de Atendimento a Jovens

Silva,Teresa Teixeira da; Lima,Tânia; Vieira,Bruna; Conde,Cidália; Fernandes,Mónica; Santos,Joana; Teixeira,Marcília; Oliveira,Teresa
Fonte: Centro Hospitalar do Porto Publicador: Centro Hospitalar do Porto
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2015 Português
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Introdução: O aconselhamento contraceptivo é um elemento chave na estratégia da prevenção da gravidez e das infecções sexualmente transmissíveis nos adolescentes. Objectivo: Avaliar o comportamento das adolescentes que recorreram a um Centro de Atendimento a Jovens (CAJ) nos últimos 15 anos relativamente à sua saúde sexual e reprodutiva e escolha contraceptiva. Materiais e Métodos: Estudo retrospectivo de adolescentes do sexo feminino com idade inferior a 18 anos, que recorreram pela primeira vez ao CAJ nos anos de 1997, 2002, 2007 e 2012 (grupos 1,2,3 e 4, respectivamente). Os dados foram analisados utilizando os programas SPSS 21.0 e Microsoft Excel 2007. Resultados: A maioria das adolescentes era sexualmente activa (61,5% em 1997 vs 76,5% em 2012, p=0,01) e verificou-se um aumento, ao longo dos anos, das adolescentes que rea lizavam contracepção hormonal regular previamente à consulta (8,4% em 1997 vs 21,4% em 2012, p<0,001). Nas adolescentes que não realizavam Contracepção Hormonal (CH) e recorreram à consulta para a iniciar, verificaram-se os seguintes resultados: 1997 98,6% iniciaram Contracepção Oral Combinada (COC); 2002 - 100% iniciaram CH [99,1% COC; 0,9% implante sub-cutâneo]; 2007 90,9% iniciaram CH [83% COC; 16...

Relendo a política de contracepção: o olhar de um profissional sobre o cotidiano das unidades públicas de saúde

Stephan-Souza,Auta Iselina
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/1995 Português
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Este ensaio é parte de um estudo mais amplo sobre a relação do Estado brasileiro e a política contraceptiva e precede uma investigação nas unidades de saúde do Rio de Janeiro, onde pretende analisar o pensamento de profissionais e usuárias sobre a contracepção. Retrata as considerações de uma assistente social que vivenciou as ações de planejamento familiar em unidades periféricas de saúde e pretende oferecer contribuições que possam facilitar o trabalho nesta área. Para isto discute alguns elementos que interferem na prática, tais como a formação acadêmica, as representações sociais e também tece críticas ao PAISM como política oficial de contracepção.