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Coping e auto-eficácia em pais de crianças e adolescentes com diabetes tipo 1

Correia, Ana Catarina da Rocha
Fonte: [s.n.] Publicador: [s.n.]
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2010 Português
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55.92%
Dissertação de Mestrado apresentada à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de Mestre em Psicologia, especialização em Psicologia Clínica e da Saúde.; O presente trabalho pretende analisar a relação entre a percepção de autoeficácia geral e as estratégias de coping adoptadas por pais de crianças/adolescentes com diabetes tipo 1. Participaram no presente estudo 98 pais/mães de crianças/adolescentes com diabetes tipo 1, adultos de ambos os sexos (56 mulheres e 42 homens), com idades compreendidas entre os 27 e 53 anos de idade (M= 38,45; DP= 4,753). Os participantes responderam ao Questionário de Modos de Lidar com os Acontecimentos (QMLA) (Ribeiro & Santos, 2001) e à Escala de Auto-eficácia Geral (Ribeiro, 1995). Os resultados do estudo apontam para a existência de diferenças significativas entre sexos para a escala de auto-eficácia geral (t= 1,960; p=0,05) - os pais de crianças/adolescentes com diabetes tipo 1 apresentam uma melhor auto-eficácia do que as mães. Para além disso, ao nível das estratégias de coping, apenas se encontram diferenças estatisticamente significativas relativamente ao “Distanciamento” (t= 2,204; p=0,03) – as mães de crianças/ adolescentes com diabetes tipo 1 apresentam melhores esforços cognitivos de desprendimento e minimização dos problemas do que os pais. Constatou-se que o coping...

Composição corporal de crianças e adolescentes com deficiência da hormona do crescimento

Ferreira, Carla Andreia Lima
Fonte: Porto : edição de autor Publicador: Porto : edição de autor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 2 vols.(tese+relatório); 30 cm
Português
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75.76%
Resumo da tese:Intodução: A DHC em crianças e em adolescentes tem efeito na composição corporal e nos parâmetros antropómetricos, com o aumento da massa gorda e diminuição da massa magra corporal e baixa estatura. O tratamento precoce com HC pode reverter estes valores para perto dos normais e prevenir a obesidade, dislipidemias, doenças cardiovasculares, osteoporose e. diabetes mellitus tipo 2, complicações observadas principalmente em adultos DHC com a descontinuidade do tratamento na infância ou adolescência. Objectivos: Avaliar a composição corporal de crianças e adolescentes com diagnóstico deficiência primária da hormona de crescimento e com tratamento (Grup 1). Avaliar com crianças e adolescentes com idade dentro da mesma faixa etária e com atraso de crescimento estaturo-ponderal sem patologia hormonal associada (Grupo 2). Material e Métodos: Foram avaliados crianças e adolescentes com idades compreendidas entre 3 e 16 anos com atraso de crescimento estaturo-ponderal, um grupo de 12 do sexo masculino e 4 do sexo feminino com diagnóstico de DHC e um grupo de 8 elementos de sexo masculino e 4 do sexo feminino sem patologia hormonal associada, que frequentam a Consulta Externa do Departamento de Pediatria do Hospital S. João. O protocolo de avaliação incluíu; avaliação de parâmetros antropómetricos actuais...

Cirurgia de bypass gástrico e Diabetes Mellitus Tipo 2 : Monografia : Gastric Bypass Surgery and Type 2 Diabetes Mellitus

Lima, Raquel Maria de Coelho
Fonte: Porto : edição de autor Publicador: Porto : edição de autor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 2 vols.(tese + relatório); 30 cm
Português
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#Universidade do Porto, Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação, Licenciatura em Ciências da Nutrição--Dissertações#Ciências da Nutrição--Tese de licenciatura#Áreas de estágio--Nutrição Clínica--Investigação Científica (Avaliação Nutricional-Lipocalibrador)--Relatório de estágio--sessões de educação alimentar: Alimentação e saúde, sessão dirigida a alunos, entre os 15 e os 18 anos, que frequentam cursos profissionais (CEF- Mesa e Bar), no Agrupamento de Escolas de Fiães, Aveiro.--sessões de educação alimentar: Alimentação e saúde - Hábitos Alimentares, Actividade Física e Distúrbios Alimentares, sessão dirigida a alunos, dos sétimos anos de escolaridade, da Escola Secundaria Dr. Manuel Gomes de Almeida, Espinho.--sessões de educação alimentar: Distúrbios Alimentares, sessão dirigida a alunos, dos sétimos e oitavos anos da Escola E.B. 2,3 de Paços de Brandão, Santa Maria da Feira.--sessões de educação alimentar: Alimentação saudável e distúrbios alimentares, sessão dirigida a alunos, do décimo ano de escolaridade da Escola E.B. 2,3 Infias, Vizela.--sessões de educação alimentar: Culinária saudável para diabéticos, sessão dirigida a diabéticos e seus familiares e publico em geral, do Hospital de São Sebastião, Santa Maria da Feira.--sessões de educação alimentar: Nutrição e Alimentação nas crianças/adolescentes, sessão dirigida a psicólogos, ao serviço no Concelho de Santa Maria da Feira.#Diabetes Mellitus Tipo 2#Derivação Gástric
Resumo da tese: Nos últimos anos a obesidade e a diabetes mellitus tipo 2 (DM 2) têm atingido proporções assustadoras. É sugerido que factores inflamatórios segregados pelo tecido adiposo poderão estar na base da resistência à insulina e na indução de um estado de stress metabólico nas células beta pancreáticas, prejudicando o seu normal funcionamento e conduzindo ao desenvolvimento da DM 2. Entre os tratamentos conservadores da obesidade encontram-se a dieta, a actividade física e a terapêutica farmacológica. No entanto, dado que os resultados a longo prazo nem sempre são os melhores começou a ser ponderada, como último recurso, a terapêutica cirúrgica da obesidade. Esta encontra-se recomendada para indivíduos com IMC igual ou superior a 40 Kg/m2 ou igual ou superior a 35 Kg/m2 quando associado a outras comorbilidades (como por exemplo a DM 2). Ao longo deste trabalho serão focados os principais aspectos que relacionam a cirurgia de bypass gástrico com o tratamento da DM 2. A intervenção cirúrgica de bypass gástrico proporciona a redução ponderal através de dois mecanismos principais: restrição energética e malabsorção. Após observações da melhoria do estado metabólico e do controlo glicémico dos diabéticos tipo 2 sujeitos à cirurgia de bypass gástrico...

Níveis séricos de proteína C reactiva e perfil lipídico numa população de crianças e adolescentes com Diabetes Mellitus tipo 1 : trabalho de investigação : C-reactive protein and lipid levels in young subjects with type 1 diabetes mellitus

Simões, Alexandra Filipa Rosa
Fonte: Porto : edição de autor Publicador: Porto : edição de autor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 2 vols.(tese + relatório); 30 cm
Português
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85.89%
Resumo da tese:Introdução: O processo aterosclerótico parece ter início na infância e agravar-se com a elevação da glicemia e colesterol séricos. A proteína C reactiva (PCR) é um marcador bioquímico independente do risco de Doença Cardiovascular (DCV) em adultos, mas a sua relação com a dislipidemia e outros factores de risco em adolescentes com Diabetes Mellitus tipo 1 (DM1) permanece ainda desconhecida. Objectivo: Estudar a associação entre os níveis de PCR e o perfil lipídico em crianças e adolescentes com DM1. Métodos: A amostra foi constituída por 77 crianças/adolescentes (M=40; F=37) com DM1 e idades compreendidas entre os 7 e 19 anos, seguidas na consulta externa de Endocrinologia e Diabetologia Pediátrica (HSJ). Foi realizada a avaliação antropométrica, bioquímica e registo dos valores de pressão arterial. Resultados: A amostra estudada apresentava uma média de duração da doença de 8,44 ± 2,88 anos. Da população diabética total, 18,18% (n=14) tinham valores de PCR superiores aos valores de referência (≥3 mg/dL). Valores elevados de PCR foram fracamente associados com valores elevados de triglicerídeos e com o excesso de peso/obesidade. Apesar das restantes variáveis lipídicas não estarem correlacionadas com a PCR...

Crescimento de crianças diabéticas em controle ambulatorial em hospital universitário

Cunh,Edna F.; Silva Jr.,Gildásio R.; Clemente,Eliete L.S.; Gomes,Marília B.
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/1999 Português
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65.7%
Com o objetivo de estudar o crescimento de pacientes com diabetes mellitus tipo 1 (DM1) acompanhados no Ambulatório da Disciplina de Diabetes do Hospital Universitário Pedro Ernesto - UERJ, foram avaliados, em corte transversal, 34 crianças e adolescentes com média (±DP) de 12±3,7 anos de idade, sendo 19 do sexo masculino. A idade de início do DM1 era de 7,8±4,1 anos e a duração da doença 4,2±3,1 anos. A mediana (variação) da relação altura para idade representada por unidades de desvio-padrão, escore Z, (Z A/I), foi de -0,05 (-1,8 a 1,1). Apenas 8,8% e 20,6% do grupo tiveram Z A/I menores que -1,5 e -1, respectivamente. O Z A/I mostrou-se significativamente diferente entre os subgrupos de £5 anos (SG1) e de >5 anos de doença (SG2), sendo, respectivamente: 0,26 (-1,47 a 1,10) e -0,77 (-1,88 a 0,73); p=0,03. SG1 e SG2 diferem também na idade de início do DM1 que é maior nos pacientes do SG1, respectivamente: 9,2±3,9 anos e 5,2±3,3 anos; p=0,01 Houve correlação negativa do Z A/I com o tempo de doença no grupo geral (r=-0,47; p<0,01). Quando o grupo foi subdividido por índice de hemoglobina glicada (hemoglobina glicada / máximo valor da normalidade) em controle adequado (<1...

Avaliação antropométrica e bioquímica de crianças e adolescentes com diabetes do tipo 1 comparados a um grupo de não diabéticos de mesmo nível sócio-econômico

Castro,Juni C.; Goulart,Eugênio M.A.; Camargos,Aroldo F.; Chagas,Antônio J. das
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2000 Português
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85.7%
O objetivo deste trabalho foi verificar possíveis diferenças entre parâmetros nutricionais, antropométricos e bioquímicos, de crianças e adolescentes diabéticos, atendidos por equipe multidisciplinar, no Setor de Endocrinologia Pediátrica do Hospital das Clínicas da UFMG, quando comparados a um grupo de não diabéticos proveniente do mesmo hospital. Foram estudados 100 diabéticos e 100 não diabéticos equivalentes quanto a idade, sexo e indicadores sociais: índice de aglomeração, renda familiar mensal e escolaridade dos pais. Nestes, foram verificamos peso, altura, IMC e os índices antropométricos altura/idade, peso/idade e peso/altura. Foram dosados o colesterol total e frações, triglicerídeos e a hemoglobina glicosilada. Os grupos não diferiram quanto à média de peso e estatura, IMC e os índices peso/idade, peso/altura e altura/idade. Quando o índice altura/idade foi analisado no percentil 10 os diabéticos estavam mais baixos. Metade dos pacientes diabéticos apresentou um controle metabólico considerado ruim. O colesterol e as frações estavam mais elevados nos diabéticos (p<0,0001) e triglicerídeos e VLDL estavam próximos ao limiar de significância. No grupo diabético, não houve correlação entre o tempo de doença e a altura. Em conclusão...

Microalbuminúria em pacientes diabéticos tipo 1: prevalência e fatores associados

Piccirillo,Laura J.; Cunha,Edna F.; Gonçalves,Maria de F.R.; Clemente,Eliete L.S.; Neves,Ricardo; Gomes,Marília de B.
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2002 Português
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Para avaliar a freqüência da microalbuminúria e fatores clínicos e metabólicos associados, estudamos 72 pacientes com diabetes tipo 1 [DM1, 38F/34M, sendo 6 crianças, 17 adolescentes e 49 adultos, com 22,7±9,5 anos e 7 anos (0,1-37,5) de duração da doença]. A taxa de excreção de albumina (EUA) foi determinada em amostra noturna de urina de 10h. Microalbuminúria foi definida como EUA > ou = 20 e <200mig/min em pelo menos 2 de 3 amostras de urina, 25% mostraram-se microalbuminúricos (16 adultos e 2 adolescentes) e tinham maiores médias de idade (27,3±5,8 vs 20,9±10,1 anos, p<0,001), duração do DM [11,0 (0,1-17,0) vs 5,9 (1,0-37,5) anos, p<0,05], índice de massa corporal (22,7±2,6 vs 20,7±3,1, p<0,05), uréia (32,4±7,8 vs 28,3±5,9mg/dl, p<0,05), creatinina [0,7 (0,6-1,2) vs 0,6 (0,4-1,1) mg/dl, p<0,05] e maior freqüência de retinopatia (33% vs 9,4%, p<0,05) quando comparados aos normoalbuminúricos. Na regressão linear múltipla em stepwise, tendo a EUA como variável dependente, a única variável independente associada e preditora foi a idade (r²= 0,13, p<0,05). Concluímos que a idade foi um fator determinante no surgimento da microalbuminúria. Apesar de não termos observado microalbuminúria em crianças sugerimos que a triagem nesta faixa etária deve ser discutida no contexto específico de cada serviço de atendimento ao diabetes.

Comparação entre as insulinas regular pré-jantar e NPH no almoço como a terceira aplicação de insulina no tratamento de adolescentes com diabetes melito do tipo 1 em um Serviço Público de Saúde

Gabbay,Mônica A.L.; Mori,Denise; Giuffrida,Fernando; Dib,Sérgio A.
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2004 Português
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A maioria dos pacientes com diabetes do tipo 1 (DM1) são acompanhados em serviços de Saúde Pública. O controle glicêmico nas crianças, por várias razões, não atinge as metas desejadas. Neste estudo, comparamos 2 estratégias de otimização da administração de insulina em 53 adolescentes DM1 com controle glicêmico inadequado no esquema convencional (insulina NPH 2 vezes ao dia). Regime A: NPH + Regular (R) antes do café, insulina R antes do jantar e NPH ao deitar. Regime B: NPH + R antes do café e almoço e NPH ao deitar. O estudo clínico de coorte, longitudinal, aberto, randomizado com 12 meses de duração foi realizado em um hospital público. O IMC (A: 23,4±3,5Kg/m² x B: 23,5±0,8Kg/m²), a dose diária média de insulina (A: 1,04±0,28U/Kg/d x B: 1,08±0,22U/ Kg/d), assim como a freqüência de hipoglicemia severa (A: 9,4% x B: 7,5%), foi semelhante nos 2 grupos durante o estudo. Entretanto, a HbA1c ao final do estudo foi significativamente menor no regime B (9%) comparado ao regime A (7,5%; p= 0,05). Em conclusão, mostramos que a introdução da insulina NPH + R no almoço associada ao tradicional esquema de insulina NPH + R como desjejum pela manhã e NPH ao deitar é superior ao esquema de insulina R pré-jantar associada à insulina NPH + R pela manhã e NPH ao deitar para o controle glicêmico...

Diabetes e doenças auto-imunes: prevalência de doença celíaca em crianças e adolescentes portadores de diabetes melito tipo 1

Mont-Serrat,Camila; Hoineff,Claudio; Meirelles,Ricardo M. R.; Kupfer,Rosane
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 Português
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105.84%
OBJETIVO: Determinar a prevalência de doença celíaca em crianças e adolescentes portadores de diabetes melito tipo1 (DM1) no Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia Luiz Capriglione (IEDE). MÉTODOS: Foram analisadas amostras de sangue de 120 crianças e adolescentes portadores de DM1 do Ambulatório de Diabetes do IEDE para a pesquisa do anticorpo antitransglutaminase tecidual humana IgA e dosagem da IgA sérica. Aqueles com sorologia positiva foram encaminhados para endoscopia digestiva alta com biópsia de intestino delgado para a confirmação da doença celíaca. RESULTADOS: O anticorpo foi positivo em três dos 120 pacientes analisados. Todos os positivos apresentaram biópsia de intestino delgado confirmatória para doença celíaca, gerando prevalência desta doença no grupo estudado de 2,5%. CONCLUSÃO: A prevalência de doença celíaca encontra-se aumentada entre crianças e adolescentes com DM1 acompanhadas no IEDE quando comparadas à normalidade. Como a maioria é assintomática, recomenda-se o rastreamento periódico desta doença em todas as crianças com DM1.

Mineralização óssea em crianças e adolescentes com diabetes melito tipo 1

Vargas,Deisi M.; Rigotti,Tatiana; Gütz,Cibelli N.R.M.; Lobe,Maria Cláudia S.; Fernades,Jucílio de A.
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2003 Português
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75.69%
OBJETIVO: estudar a ocorrência de redução da massa óssea e seus fatores prognósticos em um grupo de pacientes pediátricos com diabetes melito tipo 1. MÉTODOS: estudamos 23 pacientes portadores de diabetes melito tipo 1, com idade média de 10,9±2,9 anos. Analisou-se a massa óssea, ingestão de cálcio, IMC, peso, estatura, estágio puberal, dose de insulina, duração do diabetes, cálcio, fósforo, fosfatase alcalina, peptídeo C e hemoglobina glicosilada. A massa óssea foi avaliada em coluna lombar, através de densitometria óssea, e expressa em desvio padrão da média para idade e sexo (DP). A ingestão de cálcio foi calculada através de recordatório alimentar, o IMC, calculado de acordo com a fórmula de Quetelet, e o estágio puberal definido segundo os critérios de Tanner-Whitehouse. Utilizou-se a regressão linear simples para o estudo das relações entre as variáveis e a u-Mann-Whitney na comparação entre grupos. RESULTADOS: observamos que a média da densidade mineral óssea (DMO) foi normal (-0,75±1,01 DP). No entanto, verificamos que 39,1% dos pacientes apresentavam osteopenia. Ao comparar os dados dos pacientes osteopênicos (n = 9) com os não osteopênicos (n = 14), observamos que o peptídeo C do grupo osteopênico foi superior (0...

Perfil clínico e laboratorial de pacientes pediátricos e adolescentes com diabetes tipo 1

Jose,Laura Pereira da Silva; Cardoso-Demartini,Adriane de A.; Liberatore Junior,Raphael D. R.; Paulino,Maria Fernanda Vanti Macedo; Lemos-Marini,Sofia Helena Valente de; Guerra-Júnior,Gil; Rodrigues,Albertina Gomes
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 Português
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75.77%
OBJETIVO: Realizar a avaliação clínica e laboratorial dos pacientes com diabetes melito tipo 1 em três hospitais públicos em São Paulo (SP), uma vez que o diabetes melito tipo 1 é uma doença crônica que ocorre principalmente em crianças e adolescentes. MÉTODOS: Estudo transversal com pacientes em acompanhamento em centros de referência em São José do Rio Preto (FAMERP), Campinas (UNICAMP) e São Paulo (Conjunto Hospitalar do Mandaqui). Dados como gênero, idade, duração do diabetes, dose diária de insulina, número de aplicações diárias de insulina e hemoglobina glicosilada (HbA1c) foram analisados. RESULTADOS: Foram avaliados 239 pacientes (131 do sexo feminino); a idade média foi de 13,1±4,7 anos e o tempo médio de duração do diabetes foi de 6,6±4,2 anos. As doses diárias de insulina variaram de 0,1 a 1,78 unidades/kg/dia (0,88±0,28), e 180 (74,7%) pacientes faziam somente duas aplicações por dia. A HbA1c variou de 4,6 a 17,9% (10,0±2,3%). CONCLUSÕES: Embora os hospitais incluídos neste estudo sejam centros de referência para o seguimento de pacientes com diabetes melito em três cidades do estado de São Paulo, um dos estados mais desenvolvidos do Brasil, o controle da glicemia avaliado através da HbA1c não foi adequado. Isso confirma o fato de que...

Prevalência de obesidade em crianças e adolescentes com diabetes melito tipo 1

Cardoso-Demartini,Adriane de André; Ono,Allan Hiroshi de A.; Andrade,Gabriel Costa de; Liberatore Junior,Raphael Del Roio
Fonte: Sociedade de Pediatria de São Paulo Publicador: Sociedade de Pediatria de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2008 Português
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65.66%
OBJETIVO: Conhecer a prevalência de obesidade e sua distribuição por sexo e idade em pacientes com diabetes melito tipo 1 (DM1), em acompanhamento em Serviço de Endocrinologia Pediátrica. MÉTODOS: Estudo transversal descritivo de pacientes em acompanhamento no Serviço de Endocrinologia Pediátrica do Hospital de Base de São José do Rio Preto, avaliando as seguintes variáveis: sexo, idade, dose e número de aplicações diárias de insulina, hemoglobina glicada (HbA1c), peso, estatura e índice de massa corpórea (IMC). A definição de sobrepeso e obesidade baseou-se nas curvas de IMC para a idade do Centers for Disease Control and Prevention (CDC, 2000). RESULTADOS: Foram incluídos 77 portadores de DM1 (44 meninas e 33 meninos) com idade entre três e 18 anos (média: 13,4). A determinação de HbA1c variou de 4,1 a 10,6% (média: 7,7%) e o IMC, de 15,1 a 28,6 kg/m² (média: 23,2). Conforme critérios do CDC, 8% dos pacientes (três meninas e três meninos) apresentavam obesidade e 8% (duas meninas e quatro meninos), sobrepeso. CONCLUSÕES: Nesta casuística de pacientes diabéticos, a prevalência de sobrepeso e obesidade não se mostrou diferente de populações não diabéticas.

Estado nutricional de crianças, adolescentes e adultos no contexto da transição epidemiológica

da Conceição Chaves de Lemos, Maria; Batista Filho, Malaquias (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
Português
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155.9%
Objetivou-se, no conjunto dos três artigos aqui apresentados, estudar aspectos de uma nova agenda de nutrição em saúde coletiva que está se delineando, como resultado do processo de rápidas mudanças que estão ocorrendo no Brasil e no mundo, caracterizado epidemiologicamente como transição nutricional, tendo como pólos de representação a passagem entre a desnutrição das crianças para o sobrepeso/obesidade das populações adultas. Esta transição se acompanha e mesmo se caracteriza pela associação da desnutrição energética e protéica (DEP) com as doenças infecciosas, do mesmo modo como o sobrepeso/obesidade se correlaciona com as doenças crônicas não transmissíveis dos adultos. Entre estes dois grupos biológicos (crianças e adultos) se encontram os adolescentes, como hospedeiros intermediários, no sentido de faixa etária, entre os dois outros. No sentido de contribuir com o questionamento desta nova situação no âmbito das pesquisas científicas, fezse uma abordagem sobre a ocorrência do diabetes tipo 2 em crianças e adolescentes, mediante uma revisão bibliográfica convencional. Os resultados dos artigos evidenciam que, de fato, o diabetes mellitus do tipo 2 vem aumentando rapidamente em crianças e adolescentes de países ricos e pobres nos últimos 30 anos...

Correlação da aptidão cardiorespiratória com os fatores de risco para desenvolvimento de doenças cardiovasculares em meninos e meninas portadores de diabetes Mellitus Tipo 1

Miculis, Cristiane Petra
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Teses e Dissertações Formato: application/pdf
Português
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85.81%
Resumo: O principal objetivo foi relacionar a aptidão cardiorrespiratória com as variáveis da composição corporal, da pressão arterial e dos perfis lipídico e metabólico, de meninos e meninas portadores de diabetes mellitus tipo 1. Métodos: Foram selecionados 50 crianças e adolescentes, de ambos os sexos, entre 9 e 17 anos, portadores de diabetes tipo 1. A avaliação antropométrica incluiu peso, estatura, dobras cutâneas e circunferências corporais. Foi realizado o cálculo da porcentagem da gordura corporal, do somatório de dobras cutâneas, da massa gorda, da massa livre de gordura, do índice de massa corporal e da relação cintura-quadril. No dia da avaliação foram mensuradas a pressão arterial e a glicemia pré-teste de corrida e foi aplicado o questionário de atividade física. Para a maturação foram utilizados os estágios de Tanner. Para os exames laboratoriais foram analisados os níveis de lipídios, triglicerídeos, glicemia de jejum e hemoglobina glicada. Ao final do dia de avaliação, foi realizado o teste de corrida vai e vem de 20 metros para verificar o nível de aptidão cardiorrespiratória. Para as análises dos dados foram efetuadas a correlação parcial de Pearson, teste t e freqüência relativa...

Saúde bucal em crianças e adolescentes com Diabetes Tipo 1

Carneiro, Vera Lúcia
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Teses e Dissertações Formato: application/pdf
Português
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95.9%
Resumo: Criancas e adolescentes com Diabetes Mellitus tipo 1 (DM1) apresentam alteracoes significativas na saude bucal. O objetivo deste estudo foi avaliar a influencia de fatores associados ao diabetes sobre a saude bucal de criancas e adolescentes com DM1. Foi realizado um estudo transversal incluindo 87 criancas e adolescentes (29 meninos e 59 meninas) com DM1 com idades entre 5 e 15 anos em acompanhamento no Ambulatorio de Diabetes da Unidade de Endocrinologia Pediatrica do Hospital de Clinicas da Universidade Federal do Parana. As seguintes informacoes foram coletadas do prontuario medico: tempo de diagnostico do DM1, valores medios de hemoglobina glicada (HbA1c) e nivel de escolaridade materna. Os participantes foram divididos em tres grupos conforme os valores de HbA1c: HbA1c . 8% (n = 11), HbA1c > 8% e . 10% (n = 45), e HbA1c > 10% (n=31). Proporcionalmente, mais meninas foram incluidas nos grupos com valores mais elevados de HbA1c. O tempo medio de diagnostico do DM1 foi de um ano em 15%, um a tres anos em 16% e mais de tres anos em 69%. A saude bucal foi avaliada utilizando-se o indice de Higiene Oral Simplificado (IHOS), o Indice Periodontal Comunitario (IPC), o indice Cariados, Perdidos e Obturados (CPOD) para dentes permanentes e foi determinado o fluxo salivar estimulado (FSE). A avaliacao bucal foi realizada por um pesquisador calibrado com um Kappa intra-examinador de 0...

Avaliação das idades óssea e dental de crianças e adolescentes portadores de Diabetes Mellitus Tipo 1

Bezerra, Ilana Sanamaika Queiroga
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Teses e Dissertações Formato: application/pdf
Português
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85.84%
Resumo: O diabetes mellitus tipo 1 (DM1) é considerado o distúrbio endócrino-metabólico mais comum da infância e adolescência com consequências que podem afetar o desenvolvimento do seu portador. Além disso, é uma doença que demonstra aumento da incidência em faixas etárias cada vez mais jovens. O objetivo deste trabalho foi avaliar as idades óssea e dental de crianças e adolescentes portadores de DM1. Para isso, foi realizado um estudo transversal caso-controle composto por dois grupos: Grupo 1) 41 radiografias carpais e 41 radiografias panorâmicas de crianças e adolescentes portadores de DM1 tratadas na Unidade de Endocrinologia Pediátrica do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná e grupo 2) 41 radiografias carpais e 41 radiografias panorâmicas de crianças e adolescentes não portadores de DM1 e de outras doenças sistêmicas, obtidas dos prontuários da Faculdade de Odontologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Os grupos foram pareados por sexo, cada um composto por 15 meninos e 26 meninas, com idades aproximadas, na faixa etária de 5 a 15 anos de idade. Todas as radiografias foram obtidas em equipamentos semelhantes, mascaradas e digitalizadas em um scanner apropriado. A idade óssea foi mensurada pelo método de Greulich & Pyle e a idade dental...

Síndrome metabólica e fatores de risco relacionados em crianças e adolescentes com excesso de peso na cidade do Natal

Macedo, Taisa Barreto Medeiros de Araujo
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde; Ciências da Saúde Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde; Ciências da Saúde
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
Português
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105.82%
Nas últimas décadas, houve grande aumento da prevalência de obesidade, inclusive na faixa etária pediátrica. Com isso, aumentou o número de crianças e adolescentes afetados por síndrome metabólica (SM), diabetes tipo 2 (DM2) e doenças cardiovasculares (DCV), doenças anteriormente consideradas quase exclusivas de adultos. Os objetivos do estudo foram identificar e correlacionar marcadores antropométricos (IMC- índice de massa corpórea, CA- circunferência abdominal, RCQ- razão cintura/quadril, RCArazão cintura altura e PSE- prega subescapular), PAS e PAD- pressão arterial sistólica e diastólica, respectivamente, e laboratoriais (CT- colesterol total, HDL, LDL, TGL- triglicérides, I/G- razão insulina glicose, HOMA- homeostatic model assessment for insulin resistance) de risco para o desenvolvimento de SM e observar a sua prevalência em crianças e adolescentes com excesso de peso. Foi conduzido estudo transversal, em amostra aleatória, de conveniência, onde foram avaliadas 60 crianças e adolescentes com excesso de peso, atendidas no ambulatório de endocrinologia pediátrica do Hospital de Pediatria da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) com idade mínima e máxima de 7 e 15 anos, de maio de 2009 a abril de 2010. Foram admitidos os indivíduos que apresentavam sobrepeso (IMC P > 85 e < 95) ou obesidade (IMC P > 95) (CDC...

O Papel da Hemoglobina A1c no Rastreio de Intolerância à Glicose e da Diabetes Tipo 2 em Crianças e Adolescentes Obesos; The Role of Haemoglobin A1c in Screening Obese Children and Adolescents for Glucose Intolerance and Type 2 Diabetes

Galhardo, J; Shield, J
Fonte: Centro Editor Livreiro da Ordem dos Médicos Publicador: Centro Editor Livreiro da Ordem dos Médicos
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2015 Português
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125.83%
Introdução: Em 2012, um comité internacional de peritos em diabetes aconselhou a hemoglobina glicada como teste de rastreio de intolerância à glicose e diabetes mellitus tipo 2 no adulto e em idade pediátrica. O objetivo deste estudo foi avaliar a utilidade deste exame numa população de crianças e adolescentes obesos, maioritariamente de etnia caucasiana. Material e Métodos: Foram recrutados 226 doentes [índice de massa corporal z-score 3,35 ± 0,59, 90% caucasianos, 55% do sexo feminino, idade mediana de 12,3 (âmbito: 8,9 – 17,6) anos] referenciados à consulta de obesidade pediátrica de um hospital terciário, com critérios para rastreio de diabetes mellitus tipo 2. Situações de hemoglobinopatia ou de alteração da sobrevida eritrocitária foram excluídas. Todos os indivíduos foram submetidos a uma prova de tolerância à glicose oral e à medição da hemoglobina glicada. Resultados: Segundo a prova de tolerância à glicose oral, 13 (4,9%) eram pré-diabéticos e nenhum diabético. De acordo com a hemoglobina glicada, 32 seriam pré-diabéticos (29 falsos-positivos) e um diabético (falso positivo, sendo este, na realidade, apenas intolerante à glicose). Por outro lado, 10 pré-diabéticos não seriam identificados (falsos-negativos). A área sob a curva receiver operator characteristic analysis da hemoglobina glicada foi 0...

The Role of Haemoglobin A1c in Screening Obese Children and Adolescents for Glucose Intolerance and Type 2 Diabetes; O Papel da Hemoglobina A1c no Rastreio de Intolerância à Glicose e da Diabetes Tipo 2 em Crianças e Adolescentes Obesos

Galhardo, Júlia; Unidade de Endocrinologia Pediátrica e Diabetes. Hospital de Dona Estefânia. Centro Hospitalar de Lisboa Central. Lisboa. Portugal. Department of Clinical Sciences. Institute of Child Life & Health. University of Bristol. Bristol. Rein
Fonte: Ordem dos Médicos Publicador: Ordem dos Médicos
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 30/06/2015 Português
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135.84%
Introduction: In 2012, an international expert committee in diabetes wrote in favor of screening adult and paediatric patients for glucose intolerance and type 2 diabetes using glycated haemoglobin. The aim of this study was to evaluate glycated haemoglobin utility as a screening tool in a young obese mainly Caucasian population.Material and Methods: Children [(n = 266), body mass index z-score 3.35 ± 0.59, 90% Caucasian 90%, 55% female, median age 12.3 (range: 8.9 - 17.6) years old] recently referred to a tertiary hospital-based obesity clinic underwent a routine oral glicose tolerance test and glycated haemoglobin measurement. Exclusion criteria: abnormal forms of haemoglobin and conditions linked to increased erythrocyte turnover.Results: The oral glicose tolerance test diagnosed 13 (4.9%) subjects as prediabetic but none as diabetic. According to glycated haemoglobin, 32 would be prediabetic (29 false positives) and one would be diabetic (when he was only glucose intolerant). On the other hand, 10 prediabetic patients would not have been identified (false negatives). Glycated haemoglobin receiver operator characteristic analysis area under the curve was 0.59 (CI 95% 0.40 - 0.78), confirming its reduced capacity to identify prediabetes. Better results were achieved when calculating receiver operator characteristic analysis area under the curve for fasting glucose (0.76;CI 95% 0.66 - 0.87)...

Intervalo de referência para 1,5 anidroglucitol e polimorfismos funcionais da região promotora do gene do receptor para produtos de glicação avançada (RAGE) em crianças e adolescentes portadores de diabetes mellitus tipo 1

Gomes, Letícia Carneiro
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Dissertação Formato: 104f. : il. algumas color., grafs., tabs.; application/pdf
Português
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Orientadora : Profª. Drª. Fabiane Gomes de M. Rego; Co-orientadores : Proª Drª. Suzana Nesi França e Prof. Dr. Geraldo Picheth; Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas. Defesa: Curitiba, 29/04/2015; Inclui referências; Área de concentração: Análises clinicas; Resumo: O Diabetes Mellitus é uma doença prevalente no mundo, considerada uma epidemia pela organização Mundial de Saúde (OMS). A estimativa da prevalência mundial está em torno de 8,3 % e, no Brasil em 9,4 % na última avaliação. A forma mais comum de diabetes em crianças e adolescentes é o DM1, correspondendo a 10% de todos os casos. O adequado controle glicêmico no diabetes está relacionado diretamente com a redução no desenvolvimento e na severidade das complicações associadas à patologia como a retinopatia, neuropatia, nefropatia e doença cardiovascular. O 1,5 anidroglucitol, um poliol de origem natural derivado da glucose, está associado com incursões hiperglicêmicas. Um teste diagnóstico que quantifica no soro o 1,5-anidroglucitol (1,5AG) foi recentemente aprovado pelo FDA como um índice de controle glicêmico em pacientes diabéticos. O objetivo deste trabalho foi estudar o efeito do biomarcador 1...