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Fatores locacionais dos profissionais do conhecimento : o caso da Fundação CERTI em Florianópolis; Locational Factors of Knowledge Workers : the case study of the CERTI Foundation in Florianópolis

Alexis Maximiliano Frick
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 28/08/2012 Português
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As últimas décadas do Século XX foram marcadas pela transição dos países centrais para uma economia baseada no conhecimento, o que gerou impactos significativos na dinâmica locacional das atividades econômicas, um dos quais é a posição central que os recursos humanos qualificados assumem na organização espacial das firmas. A localização da indústria intensiva em conhecimento é, cada vez mais, determinada pela presença local de profissionais qualificados que atuam com produção, processamento e transferência de conhecimento e informações, denominados, nesta pesquisa, de profissionais do conhecimento. Estes profissionais, por sua vez, apresentam uma dinâmica espacial diferenciada da apresentada por outros recursos humanos. Tal diferenciação surge, de um lado, pela escassez desses trabalhadores no mercado de trabalho, que gera um leque maior de opções de emprego para os mesmos, e, de outro, pelos valores e características peculiares dessas pessoas, que em geral priorizam fatores não econômicos em sua decisão de trabalharem uma empresa. Apesar da importância e da organização espacial diferenciada dos profissionais do conhecimento, a grande maioria das pesquisas sobre a dinâmica locacional dos novos setores intensivos em conhecimento é realizada desde o ponto de vista da firma...

A ECONOMIA DA CULTURA E O MERCADO DE TRABALHO NO SETOR CULTURAL EM SANTA CATARINA

Peled, Rayana de Azevedo
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: 87 f.
Português
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TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Sócio-Econômico. Economia.; A cultura ocupa cada vez mais espaço dentro das discussões contemporâneas das instituições internacionais e dos formuladores de políticas públicas, bem como pelos responsáveis pela sua produção e disseminação na suas mais diversas formas e áreas. Além de mostrar um panorama da construção do conceito de Economia da Cultura ao longo das últimas décadas de sua existência, o presente trabalho buscou fazer um mapeamento das atividades ligadas à economia da cultura em Santa Catarina, através da análise do mercado de trabalho formal neste setor. O estudo analisou as modificações estruturais sobre o mercado de trabalho catarinense deste setor que, assim como se verifica em âmbito global, é marcado por uma informalidade histórica. A pesquisa se baseou quantitativamente nos dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), disponibilizados pelo Ministério do Trabalho e Emprego e numa análise qualitativa de tais dados com base em pesquisa bibliográfica sobre o tema. Observou-se, de maneira cada vez mais nítida, o processo de inserção da mulher no mercado formal de trabalho da área cultural o que reforça a tendência dos últimos anos de maior feminilização do trabalho. Também cresceu a participação dos trabalhadores com maior qualificação e menores salários. Com relação à idade dos ocupados...

VII Congresso Internacional A vez e a voz das mulheres migrantes em Portugal e na diáspora : mobilidades, tempos e espaços

Ramos, Maria da Conceição Pereira; Ramos, Natália; Silva, Ana Isabel Mateus da
Fonte: Universidade Aberta. CEMRI Publicador: Universidade Aberta. CEMRI
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em //2015 Português
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O VII Congresso Internacional A Vez e a Voz das Mulheres Migrantes em Portugal e na Diáspora: Mobilidades, Tempos e Espaços tem lugar em 2015 na Universidade do Porto, após se ter realizado anteriormente em universidades de diferentes continentes: University of Toronto, Canadá (2003); University of California, Berkeley, EUA (2005); Universidade de Macau, China (2007); Universidade Federal do Paraná, Brasil (2009); Université de Paris/Ouest, França (2011); Universidade dos Açores, Portugal (2013).; Num contexto de globalização e de crescente mobilidade humana e interculturalidade, assiste-se ao forte aumento da migração internacional, diversificação dos fluxos migratórios, aumento da migração feminina, intensificação dos contactos interculturais e intercâmbios transnacionais e alteração dos contextos sociais, económicos e políticos que condicionam os processos de expatriação, os fluxos migratórios de saída e de retorno e a sua integração. Ao nível internacional e também em Portugal, país tradicional de forte emigração e de grande diáspora espalhada pelo mundo, mas igualmente de imigração mais recente, as dinâmicas migratórias fazem-se sentir intensamente de múltiplas formas em diferentes dimensões da vida das mulheres e dos homens...

Economia e política cultural: acesso, emprego e financiamento

Silva, Frederico A. Barbosa da
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); Brasil. Ministério da Cultura Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); Brasil. Ministério da Cultura
Tipo: Livros
Português
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Discute e analisa as relações entre economia e cultura nas dimensões do acesso, da geração de emprego, e de financiamento. Aborda dificuldades, evidenciadas em algumas características do consumo e da oferta cultural. Trata da dinâmica do setor cultural em termos de suas atividades e ocupações, da dinâmica do mercado de trabalho dos setores culturais e de suas características socioeconômicas. Aponta também alguns dos obstáculos relacionados às finanças municipais e à grande heterogeneidade das administrações locais em termos organizacionais e na disponibilidade de recursos. Apresenta textos de intervenção na forma de avaliações ou notas técnicas, que responderam a questões conjunturais ou a demandas circunstanciais marcados por um viés instrumental e normativo, com o qual são abordados aspectos de programas, ações ou projetos do Ministério da Cultura, fornecendo subsídios para a formulação e a reformulação de políticas públicas no País em matéria de cultura.; 317 p. : il.

Antes da Economia Criativa vem a Economia da Cultura: a arte, brasileira, de colocar o carro à frente dos bois.

Machado Neto, Manoel Marcondes; Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Departamento de Ciências Administrativas; Ferreira, Lusia Angelete
Fonte: PragMATIZES - Revista Latino-Americana de Estudos em Cultura; PragMATIZES – Revista Latinoamericana de Estudios en Cultura; PragMATIZES - Latin American Journal of Cultural Studies Publicador: PragMATIZES - Revista Latino-Americana de Estudos em Cultura; PragMATIZES – Revista Latinoamericana de Estudios en Cultura; PragMATIZES - Latin American Journal of Cultural Studies
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; Artigo Avaliado pelos Pares; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf
Publicado em 01/07/2014 Português
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A partir de todo o trabalho envolvido na produção do livro “Economia da Cultura: contribuições para a construção do campo e histórico da gestão de organizações culturais no Brasil”, chamou a atenção dos autores a reincidência – de 1920 a 2010 (período que o estudo abrangeu) – dos mesmos erros. Não há falhas novas, mas sempre os mesmos velhos vícios crônicos: vai-e-vem político, fortalecimento e enfraquecimento cíclicos de ideias e organizações, mobilização e desmobilização de setores inteiros, além da aguda dependência do Estado, nas três esferas: federal, estadual e municipal. Com isto, não se criou uma mentalidade empresarial, não se criou oportunidades ou se amparou quem se dispusesse a correr os riscos de empreender. Nossa produção artístico-cultural é rica (e até reconhecida internacionalmente como das melhores, em alguns gêneros), mas absolutamente irrelevante do ponto de vista econômico, como, aliás, demonstraram em palestra realizada no Centro Cultural da UERJ, em 2011, dois economistas dedicados ao universo do livro e das artes plásticas, George Kórnis e Fábio Sá Earp: “o Brasil detém 2,7% do PIB mundial; 1% do comércio internacional e, apenas, 0,25% do mercado de artes”.