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Efectividade da educação para a saúde no comportamento alimentar dos adolescentes e jovens estudantes

Gaspar, Pedro João Soares
Fonte: Instituto Politécnico de Leiria Publicador: Instituto Politécnico de Leiria
Tipo: Outros
Publicado em //2006 Português
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Trabalho apresentado no âmbito do concurso de provas públicas para recrutamento de professor-adjunto, área cientifica de Ciências de Enfermagem, para a Escola Superior de Saúde de Leiria, do Instituto Politécnico de Leiria.; Capacitar os indivíduos para identificarem os seus problemas e necessidades, utilizarem adequadamente os seus recursos, e promoverem uma vida saudável, implica esforços conjuntos dos vários agentes da promoção da saúde. A forma como os jovens acedem à informação de saúde, e o impacto que esta tem nas suas práticas e comportamentos constitui uma questão de interesse fulcral neste grupo, onde não se verificou diminuição na mortalidade e morbilidade nos últimos anos. O objectivo deste estudo quantitativo, longitudinal, pré-experimental, foi averiguar a efectividade da educação para a Saúde em contexto escolar no reconhecimento das fontes de informação de saúde, no impacto auto-percepcionado da informação de saúde e nas práticas e comportamentos alimentares em 117 adolescentes e jovens de ambos os sexos, do 3º Ciclo do Ensino Básico, 9º ano, que em dois momentos distintos (antes-após) responderam a um questionário construído para o efeito. A análise dos resultados revelou que: a) a auto-percepção do impacto da informação de saúde torna-se mais positivo com a participação em acções de Educação para a Saúde em contexto escolar; b) os Pais e os Pares são as fontes de informação de saúde mais reconhecidas; c) o reconhecimento da Escola como fonte de informação de saúde aumenta com o desenvolvimento de programas de Educação para a Saúde em contexto escolar; d) as práticas e comportamentos alimentares auto-relatados pelos estudantes adolescentes tornam-se mais salutogénicas com o desenvolvimento de programas de Educação para a Saúde relacionadas com a Alimentação Saudável...

Educação para a saúde na escola : um direito dos alunos que urge satisfazer

Precioso, José
Fonte: Universidade do Minho Publicador: Universidade do Minho
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2004 Português
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Os estudos epidemiológicos revelam que muitas das doenças transmissíveis como a SIDA e a tuberculose e não transmissíveis, como as doenças cardio e cerebrovasculares, alguns cancros (como os pulmão, da mama, do estômago, do cólon e do útero), a diabetes mellitus, a doença obstrutiva crónica do pulmão, a cárie dentária, as doenças reumáticas, a osteoporose, os problemas de visão, a se do fígado, os acidentes (domésticos, de lazer, desporto, de trabalho e de trânsito), as doenças Psiquiátricas e outras patologias e incapacidades, estão frequentemente relacionadas com o estilo de das pessoas. Os factores de risco associados a muitas destas doenças são o consumo de álcool e de tabaco, a alimentação desregrada. O excesso de peso e a obesidade a insuficiente actividade física, a má gestão do stress. O abuso das drogas, bem como a factores de natureza socioeconómica geradores de fenómenos de violência e exclusão social (Ministério da Saúde, 2003). A modificação dos estilos de vida, no qual se incluem os comportamentos de saúde, exige a compreensão da sua etiologia. Sabe-se que os comportamentos estão relacionados com factores biológicos, psicológicos, micro e macrossociais e ambientais. A etiologia dos comportamentos em geral e de saúde em particular é complexa o que faz com que a promoção de condutas saudáveis e a modificação de comportamentos perniciosos seja também um processo difícil...

Educação para a Saúde; Conceitos, práticas e necessidades de formação

Carvalho, Amâncio; Carvalho, Graça Simões de
Fonte: Lusociência Publicador: Lusociência
Tipo: Livro
Publicado em /06/2006 Português
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Em 1984 a Comissão Regional da Europa da Organização Mundial de Saúde (OMS) aprovou as metas regionais de Saúde para Todos sob a qual deveriam assentar as bases da política de saúde dos vários estados membros. As estratégias para se atingirem tais metas são as seguintes: a promoção de estilos de vida saudáveis; a protecção do ambiente; a prestação de cuidados de saúde adequados e ajustados à população; e a criação de medidas de suporte pertinentes a nível da pesquisa e informação (Amorim, 2000). A problemática da Educação para a Saúde (EpS), como processo orientado para a utilização de estratégias que ajudem os indivíduos e a comunidade a adoptar ou modificar comportamentos que permitam um melhor nível de saúde, vem sendo objecto de uma reflexão crescente por parte de instituições, grupos profissionais e autores em artigos de literatura específica (OMS, 1985). De facto, no dizer de Sanmartí (1985), a consecução de elevados níveis de saúde e a prevenção de mortes prematuras dependem, em grande medida, da adopção por parte dos indivíduos, grupos e comunidades, de comportamentos saudáveis. Daí a importância e o interesse actual pela EpS, que em todo o mundo se fundamenta nos seguintes aspectos (Navarro...

As escolas promotoras de saúde : uma via para promover a saúde e a educação para a saúde da comunidade escolar

Precioso, José
Fonte: Educação Publicador: Educação
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2009 Português
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Os resultados de inúmeros estudos epidemiológicos revelam que muitas das doenças transmissíveis e não transmissíveis, estão frequentemente relacionadas com o estilo de vida das pessoas. Sabe-se que os comportamentos estão relacionados com factores biológicos, psicológicos, micro e macrossociais e ambientais. Uma das vias mais promissoras para promover a adopção de comportamentos saudáveis e a modificação de condutas prejudiciais à saúde e de forma sustentada, é a Educação para a Saúde (EpS). Neste artigo tentaremos justificar a necessidade da Educação para a Saúde na escola, as vias para a implementar e a caracterização das Escolas Promotoras de Saúde.; The results of innumerous epidemiologic studies reveal that many of the transmissible and non-transmissible diseases are frequently related to people’s lifestyle. It is known that behaviours are related to biologic, psychological, micro and macro-social and environmental factors. One of the most promising ways to promote the adoption of healthy behaviours and the changing of conducts harmful to health and in a sustained manner is Health Education. In this article we will try to justify the need of Health Education at school, the ways to implement it and the characterization of Health Promoting Schools.

Percepção de professores de 15 países sobre saúde e educação para a saúde

Carvalho, Graça Simões de; Pironom, J.; Jourdan, Didier; Berger, Dominique
Fonte: Universidade da Beira Interior. Departamento de Psicologia e Educação Publicador: Universidade da Beira Interior. Departamento de Psicologia e Educação
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2010 Português
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A Educação para a saúde em meio escolar tem vindo a ser implementada através de uma diversidade de estratégias, dependendo do conceito de saúde e de educação para a saúde. Tradicionalmente, tem-se preocupado em fornecer essencialmente conhecimentos científicos, assumindo que uma pessoa saudável é aquela que tem todos os seus órgãos em bom funcionamento. Em contraste com esta perspectiva enquadrada no modelo biomédico (M-B), tem-se vindo a consolidar o modelo biopsicosocial (M-BPS) que engloba uma perspectiva holística da saúde. Neste estudo analisamos e comparamos as concepções dos professores de 15 países sobre a saúde e a educação para a saúde. Diferem geográfica e socio-culturalmente, sendo 3 do norte da Europa (Finlândia, Estónia e Hungria), 5 do Sul (Portugal, França, Itália, Roménia e Chipre), 3 do Norte de África (Marrocos, Argélia e Tunísia), 2 de África Subsaariana, 1 do Próximo Oriente (Líbano) e um da América do Sul (Brasil). Em cada país aplicou-se o questionário do projecto BIOHEAD-CITIZEN a 6 amostras (professores em exercício e futuros professores do Ensino Primário, de Biologia e de Língua Nacional) num total de 6001 respondentes. Os resultados mostraram diferenças significativas entre os países...

O futuro no presente : contributos do pensamento de Hans Jonas em educação para a saúde

Feio, Ana Goreti Oliveira
Fonte: Universidade do Minho Publicador: Universidade do Minho
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2011 Português
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Dissertação de mestrado em Ciências da Educação (área de especialização em Educação para a Saúde); As enormes conquistas científico-tecnológicas do século passado arrastam, neste novo século, a humanidade para um estado de dependência tecnocientífica. Este facto, envolto numa utópica concepção de progresso e associado a um capitalismo que o financia, levanta sérios problemas à concretização dos ideais de equidade, fraternidade e, até, de humanidade, defendidos em vários documentos internacionais, como a Declaração Universal dos Direitos do Homem, base das diversas Declarações da ONU sobre educação e saúde. Tornou-se, portanto, urgente, repensar e reposicionar a tecnologia, herdeira da ciência moderna, no contexto da vida humana, uma vez que ela, depois de ter tomado conta das acções, parece estar a contaminar o que o Homem tem de humano. Neste contexto, o pensamento de Hans Jonas sobre as potencialidades do agir humano e as consequências futuras que daí poderão advir, podem configurar uma poderosa base de reflexão sobre a humanidade presente e a construção da humanidade futura. Jonas propõe a necessidade de criação de uma nova ética orientada para o futuro e assente sob o princípio responsabilidade. Desta forma...

(Re)construir perspectivas metodológicas na educação para a saúde e educação para o desenvolvimento sustentável : acção e competência de acção como um desafio educativo

Vilaça, Teresa
Fonte: Universidade de Évora. Centro de Investigação em Educação e Psicologia (CIEP) Publicador: Universidade de Évora. Centro de Investigação em Educação e Psicologia (CIEP)
Tipo: Parte de Livro
Publicado em /12/2008 Português
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A acção e participação dos alunos são dois conceitos centrais introduzidos em Portugal no debate político nacional e, mais especificamente, no currículo das escolas na educação para a saúde e educação para o desenvolvimento sustentável, a nível dos projectos Escola Promotora de Saúde e Eco-Escolas. Estes conceitos, associados ao conceito de competência de acção, têm vindo a ser cada vez mais enfatizados na investigação internacional neste âmbito. O objectivo deste artigo é analisar o poder e o potencial dos projectos Escola Promotora de Saúde e Eco-Escolas para desenvolver a competência de acção nos alunos. Especificamente, após uma breve revisão da evolução das linhas orientadoras internacionais para a promoção da saúde e o desenvolvimento sustentável focando as implicações na educação da inter-relação saúde humana e ambiente, serão apresentados os projectos acima referidos e examinada investigação recente que clarifica os conceitos de participação, acção e competência de acção na comunidade escolar.; Universidade do Minho. Instituto de Educação, Centro de Investigação em Educação (CIEd)

Dos modelos de educação para a saúde tradicionais aos modelos de capacitação : abordagens metodológicas da educaçãos sexual em Portugal do 7º ao 12º anos de escolaridade

Vilaça, Teresa
Fonte: ENCIGA Publicador: ENCIGA
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em /11/2007 Português
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No actual debate sobre promoção da saúde, as Nações Unidas reconhecem que a posse do maior grau possível de saúde é um dos direitos fundamentais de todo o ser humano, sem nenhuma discriminação, por isso, reflecte um conceito de saúde positivo e inclusivo, como um factor determinante da qualidade de vida, que inclui o bem-estar mental e espiritual. Neste sentido, a promoção da saúde é um processo de capacitação das pessoas para exercerem um controlo maior sobre a sua saúde e os determinantes da saúde e assim melhorá-la. A Carta de Bangkok (2005) defendeu uma mudança no contexto para a promoção da saúde como consequência da situação mundial actual: desigualdades em saúde entre e dentro dos países, capacidade nacional limitada para promover a saúde em muitos países, globalização, mudança ambiental, a urbanização, mudanças demográficas, doenças novas e doenças emergentes, avanços na ciência médica e na tecnologia da informação e o papel do estado. As estratégias de promoção de saúde preconizadas pela Carta respondem a essas mudanças e preocupações, estão dirigidas para os riscos de saúde e para os vários determinantes da saúde e reforçam os Objectivos do Desenvolvimento do Milénio. A globalização tem aberto novos meios para a cooperação e para o desenvolvimento social e económico dos países e as estratégias de saúde desta última Carta apoiam as evidências disponíveis: a participação e a capacitação individual e da comunidade são fundamentais para o desenvolvimento sustentável da promoção da saúde; as intervenções de educação e promoção da saúde que usam combinações de estratégias são mais eficazes; o acesso à informação e à educação para a saúde é fundamental para adquirir um alto nível de literacia em saúde...

Alimentação e educação para a saúde no 1º CEB com orientação CTS

Santos, Sónia Gabriela Ferreira dos
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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O presente trabalho, a concepção e implementação de uma sequência didática de cariz CTS para alunos do 1.º CEB sobre alimentação no âmbito da educação para a saúde, foi desenvolvido no intuito de dar resposta à problemática dos lanches pouco saudáveis encontrada no contexto. Assenta ainda na importância da educação em ciências para os primeiros anos de escolaridade e a sua pertinência justifica-se pela atualidade e relevância do tema. Foi suportado por pilares teóricos como a educação para o desenvolvimento sustentável, cidadania e literacia científica, a orientação CTS e a perspetiva do ensino por pesquisa, bem como a educação alimentar numa perspetiva de educação para a saúde. Os seus objetivos passam por averiguar qual o impacte do projeto de intervenção-investigação nas aprendizagens dos alunos, assim como no desenvolvimento profissional da professorainvestigadora que o concebeu e implementou, A sequência didática incluiu estratégias e atividades diversificadas, desenvolvidas ao longo de quinze sessões, tendo sido complementada pela tabela dos lanches, onde se registaram e analisaram os lanches trazidos pelos alunos da turma durante cinco semanas da implementação do projeto, assim como pela dinamização do blogue da turma...

Avaliação da prática da educação para a saúde na área da sida nos cuidados de saúde primários

Chaves, Cláudia; Duarte, João; Ferreira, Manuela; Dionísio, Rui
Fonte: Instituto Politécnico de Viseu Publicador: Instituto Politécnico de Viseu
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /06/2010 Português
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Entre múltiplos problemas que hoje afectam o utente infectado pelo VIH/SIDA, emerge uma questão de fundo relacionada com a sua interacção com os serviços de saúde primários, sobretudo as atitudes e comportamentos dos profissionais de saúde em relação aos utentes infectados, e a informação e conhecimentos que os profissionais de saúde detêm em relação à SIDA, que influenciam negativamente ou positivamente, de acordo com os contextos, a forma como eles são tratados na nossa sociedade, remetendo-os para uma posição desfavorável. Foi nosso desejo podermos, de alguma forma, contribuir para a consciencialização sobre o potencial dos profissionais de saúde, como agentes educativos, no âmbito da educação para a saúde na área da SIDA. Apontam-se, nesta pesquisa, alguns factores (sócio-demográficos, profissionais, cognitivos e psicológicos) que, de forma diferenciada, afectam a educação para a saúde na área da SIDA. A investigação realizada foi principalmente de tipo quantitativo (descritivo e correlacional), tendo sido precedida de uma análise de 18 entrevistas semi-estruturadas a profissionais de saúde (médicos e enfermeiros) a exercer funções em Centros de Saúde do distrito de Viseu, na qual se baseou a identificação das dimensões e temáticas da educação para a saúde no âmbito da SIDA mais comuns ou expressivas e a construção dos 59 itens da versão inicial da “Escala da Educação para a Saúde” que foi utilizada para medir a variável central. O estudo subsequente baseou-se numa amostra de 190 profissionais de saúde (143 enfermeiros e 47 médicos) de ambos os sexos...

A dimensão ética na educação para a saúde

Paul,Patrick
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2005 Português
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A ética, como julgamento de apreciação das condutas positivas e negativas, tanto no que diz respeito ao usuário como ao profissional, coloca de início a problemática do desejo e do conhecimento. A educação para a saúde, através dos três modelos classicamente referidos da saúde positiva, da saúde negativa e da saúde global, vai interrogar de variadas maneiras o posicionamento ético em função dos pontos de vista diferentes fortemente ligados às representações sociais. Além disso, o questionamento ético da saúde inscreve-se também naquele, mais largo, da filosofia da educação entre praxis e poïesis. Mas ele impõe também a aceitação do acidente como imperativo que valoriza o erro, com a introdução da complexidade vindo quebrar o dogma das certezas. Reunir as diferentes facetas da saúde e de sua educação sugere então, finalmente, que tomar cuidado é viver o mais autenticamente possível, com o educar para a saúde significando formar e formar-se para a autenticidade.

A sociologia de Gilberto Freyre e a educação para a saúde

Bertolli Filho,Claudio
Fonte: Programa de Pós-Graduação em Educação para a Ciência, Universidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Ciências, campus de Bauru. Publicador: Programa de Pós-Graduação em Educação para a Ciência, Universidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Ciências, campus de Bauru.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2003 Português
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No contexto reavaliador dos escritos de Gilberto Freyre, pouco tem sido abordado das idéias deste autor no referente à compreensão do Homem como uma entidade ao mesmo tempo biológica e cultural. Este artigo tem como objetivo apresentar as principais propostas freyrianas no campo da sociologia da medicina e, na sequência, avaliar as possibilidades de aplicação dessas idéias nas iniciativas voltadas para a educação para a saúde.

A educação para a saúde dos trabalhadores no contexto da acumulação flexível: novos desafios

Araújo,Elizabeth Garzuze da Silva
Fonte: Fundação Oswaldo Cruz, Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio Publicador: Fundação Oswaldo Cruz, Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2004 Português
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137.60271%
Este artigo apresenta parte dos resultados de uma pesquisa com trabalhadores numa refinaria de petróleo, durante a implantação de novas tecnologias em sua planta industrial. A pesquisa buscou verificar o que estas modificações no processo de trabalho produzem na saúde dos trabalhadores. Os resultados mostraram que as novas tecnologias de automação alteram o conteúdo do trabalho, pois a máquina embute a ciência, não deixando mais transparecer o nexo causal entre a doença e a ferramenta de trabalho. Com base nos resultados, discutem-se aspectos que podem contribuir para a construção de uma nova pedagogia de educação para a saúde, que tome o trabalho como princípio educativo.

Educação para a Saúde – Educação para a Cidadania: Relato de Duas Experiências de Extensão Comunitária; Educação para a Saúde – Educação para a Cidadania: Relato de Duas Experiências de Extensão Comunitária; Educação para a Saúde – Educação para a Cidadania: Relato de Duas Experiências de Extensão Comunitária; Educação para a Saúde – Educação para a Cidadania: Relato de Duas Experiências de Extensão Comunitária

Toldy, Teresa; Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Fernando Pessoa; Jólluskin, Gloria; Centro de Estudos Culturais, da Linguagem e do Comportamento (CECLICO), Universidade Fernando Pessoa; Silva, Isabel; Centro de Estudos Culturais, da
Fonte: Fundação Fernando Pessoa/Edições Universidade Fernando Pessoa Publicador: Fundação Fernando Pessoa/Edições Universidade Fernando Pessoa
Tipo: article; article; article; article Formato: application/pdf
Publicado em 01/08/2012 Português
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128.1047%
The purpose of this study is to present two experiences of health and citizenship education developed in community outreach projects conducted in a university context – Project “More Health” and Project “Learning to Grow in Paranhos”. In this article, we reckon the challenge universities face in order to become an instrument for health promotion, within their role as institutions that promote the well-being of the communities in which they are integrated. This paper also considers the contributions of community outreach projects to a broader training of future professionals and to educate university students in order to prepare them as more actively involved and more socially responsible citizens, underlining the importance of providing students with experiences of social participation and community inclusion.; O objectivo do presente estudo é apresentar duas experiências de educação para a saúde e para a cidadania desenvolvidas no âmbito de projectos de extensão comunitária realizadas em contexto universitário – O Projecto Mais Saúde e o Projecto Aprender a Crescer em Paranhos. No presente artigo reflecte-se sobre o desafio com que as Universidades se confrontam no sentido de se tornarem, enquanto instituições com um papel de relevo na promoção do bem-estar das comunidades em que se encontram integradas...

Educação para a saúde: conceito e prática dos alunos de enfermagem

Sora, Ana Margarida Paredes
Fonte: [s.n.] Publicador: [s.n.]
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
Publicado em //2010 Português
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128.012295%
Monografia apresentada à Universidade Fernando Pessoa para obtenção do grau Licenciada em Enfermagem; SUMÁRIO Com esta investigação pretendeu-se fazer uma reflexão sobre a Educação para a Saúde: Conceito e Prática dos Alunos de Enfermagem, uma vez que, nos dias de hoje os Profissionais de Saúde têm uma responsabilidade crescente na prevenção da doença e promoção da saúde.Tendo como suporte a investigação de alguns autores e dada a pertinência do tema, formulou-se, para este estudo, a seguinte pergunta de partida: Qual o conceito e prática dos alunos do 4º ano da Licenciatura em Enfermagem relativamente à Educação para a Saúde? A revisão bibliográfica efectuada permitiu a construção deste estudo ao longo do qual são abordados os temas: Evolução da Enfermagem; Definição; Teorias e Modelos; Educação para a Saúde um Processo Holístico; Como e Onde se desenvolvem; Níveis de Prevenção; Como Planear, Desenvolver e Avaliar; Papel do Enfermeiro e a Dimensão Ética em Educação para a Saúde. Para dar resposta à questão de investigação e aos objectivos definidos, foi desenvolvido um estudo descritivo simples, sendo utilizado o método quantitativo na análise dos dados. Como instrumento de colheita de dados foi aplicado um questionário a uma amostra constituida por 38 alunos de Enfermagem a frequentar o 4º Ano da Licenciatura...

Percepção de professores de 15 países sobre educação para a saúde e para a sexualidade

Carvalho, Graça Simões de; Tracana, Rosa Branca; Araújo, Elaine Sandra Nicolini Nabuco de; Caldeira, Ana Maria de Andrade; Berger, Dominique
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em /12/2010 Português
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A Educação para a saúde em meio escolar tem vindo a ser implementada através de uma diversidade de estratégias, dependendo do conceito de saúde e de educação para a saúde. Neste estudo analisamos e comparamos as concepções dos professores e futuros professores de 15 países sobre a saúde, a educação para a saúde, a sexualidade e a educação para a sexualidade. Os países envolvidos neste estudo diferem geográfica e socio-culturalmente, sendo 3 do norte da Europa (Finlândia, Estónia e Hungria), 5 do Sul (Portugal, França, Itália, Roménia e Chipre), 3 do Norte de África (Marrocos, Argélia e Tunísia), 2 de África Subsariana (Senegal e Burkina-Faso), 1 do Próximo Oriente (Líbano) e um da América do Sul (Brasil). Em cada país aplicou-se o questionário do projecto BIOHEAD-CITIZEN a 6 amostras (professores em exercício e futuros professores do Ensino Primário, de Biologia e de Língua Nacional) num total de 6001 respondentes. Para a análise do questionário, procedemos inicialmente à análise de componentes principais que permitem criar uma topografia das respostas e as associações entre as variáveis. Seguidamente realizámos análises discriminantes para sublinhar a importância da formação académica e do nível de ensino (ensino básico ou secundário)...

A dimensão ética na educação para a saúde; The ethical dimension in health education; La dimension éthique dans l'éducation à la santé

Paul, Patrick
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/04/2005 Português
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A ética, como julgamento de apreciação das condutas positivas e negativas, tanto no que diz respeito ao usuário como ao profissional, coloca de início a problemática do desejo e do conhecimento. A educação para a saúde, através dos três modelos classicamente referidos da saúde positiva, da saúde negativa e da saúde global, vai interrogar de variadas maneiras o posicionamento ético em função dos pontos de vista diferentes fortemente ligados às representações sociais. Além disso, o questionamento ético da saúde inscreve-se também naquele, mais largo, da filosofia da educação entre praxis e poïesis. Mas ele impõe também a aceitação do acidente como imperativo que valoriza o erro, com a introdução da complexidade vindo quebrar o dogma das certezas. Reunir as diferentes facetas da saúde e de sua educação sugere então, finalmente, que tomar cuidado é viver o mais autenticamente possível, com o educar para a saúde significando formar e formar-se para a autenticidade.; Ethics, as a value judgement about positive and negative attitudes regarding the users as well as the professional, raises at the onset the issue of desire and knowledge. Through the three models traditionally referred to - positive health...

A educação para a saúde nos jovens com diabetes Tipo 1

Serrabulho,L.; Matos,M.G.; Nabais,J.V.; Raposo,J.F.
Fonte: Sociedade Portuguesa de Psicologia da Saúde Publicador: Sociedade Portuguesa de Psicologia da Saúde
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2015 Português
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As mudanças sociais, ocupacionais, familiares e emocionais na vida dos jovens com diabetes tipo 1 podem afetar a adesão ao tratamento e a sua qualidade de vida. Uma das ferramentas mais úteis, e que poderá constituir uma importante mais-valia para ultrapassar estas dificuldades, é a educação para a saúde providenciada pela equipa multidisciplinar que acompanha os jovens.O objetivo deste artigo é avaliar os comportamentos, estilos de vida e suporte social dos jovens com diabetes tipo 1 e avaliar a satisfação em relação às atividades de educação que lhes são proporcionadas.Foram realizados estudos quantitativos com 91 adolescentes e 278 jovens adultos, um estudo qualitativo com41 adolescentes e estudos de avaliação de satisfação dos jovens. A média de "satisfação com a vida" nos adolescentes é 7,2 ± 1,7 e nos jovens adultos é 6,6 ± 1,7 (escala 0-10).A maior parte dos jovens evidencia hábitos alimentares saudáveis e adesão satisfatória à atividade física, insulinoterapia e vigilância glicemica. Contudo,a média de HbA1c é superior ao recomendado. Consideram ter bom suporte da equipa de saúde e referem os benefícios das atividades com outros jovens.Podemos concluir que os participantes têm estilos de vida satisfatórios...

Educação para a saúde

Ribeiro,José Luís Pais
Fonte: Sociedade Portuguesa de Psicologia da Saúde Publicador: Sociedade Portuguesa de Psicologia da Saúde
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2015 Português
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Neste artigo fazemos uma apresentação da importância e da emergência da educação para a saúde, salientando os principais marcos que lhe deram origem. Fazemos referência aos aspetos da educação como a idade, contexto e objetivos que mudam de pessoa para pessoa ou de grupo para grupo. Ilustramos com a referência a programas cuja aplicação em amplos setores, está documentada na literatura científica, justificando a sua importância e utilidade.

Projetos de Educação para a Saúde em meio escolar: Da avaliação às práticas de referência

Dias,Maria Leonor da Costa; Loureiro,Maria João de Miranda Nazaré; Loureiro,Maria Isabel Guedes
Fonte: Centro de Investigação em Educação. Instituto de Educação da Universidade do Minho Publicador: Centro de Investigação em Educação. Instituto de Educação da Universidade do Minho
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2013 Português
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Planear intervenções pertinentes e eficazes no âmbito da Educação para a Saúde (EpS) em meio escolar determina a implementação de procedimentos de avaliação que traduzam, não só um balanço da ação desenvolvida, mas contribuam, igualmente, para a reflexão em torno do processo de implementação da EpS na realidade escolar portuguesa, com vista à otimização qualitativa das intervenções. À luz deste pressuposto, e visando estabelecer uma ligação entre a análise teórica e a reflexão a partir de uma prática concreta, o presente artigo tem como objetivos: (i) apresentar o modelo avaliativo instituído no estudo multicasos de índole qualitativa "Escola, Saúde e Sociedade: Estudos de Avaliação de Projetos de Educação para a Saúde", que se desenvolveu entre 2009/2011; (ii) divulgar as práticas de referência usadas num dos Projetos de Educação para a Saúde envolvidos no estudo, o qual evidenciou os critérios de qualidade que podem levar a considerá-lo como um ‘bom’ projeto.