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Gender and schooling inequalities in risk and protective factors for chronic diseases among Brazilian adults, through telephone survey; Desigualdades de sexo e escolaridade em fatores de risco e proteção para doenças crônicas em adultos Brasileiros, por meio de inquéritos telefônicos

MALTA, Deborah Carvalho; MOURA, Erly Catarina; MORAIS NETO, Otaliba Libanio de
Fonte: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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OBJECTIVES: To assess risk and protective factors for chronic noncommunicable diseases (CNCD) and to identify social inequalities in their distribution among Brazilian adults. METHODS: The data used were collected in 2007 through VIGITEL, an ongoing population-based telephone survey. This surveillance system was implemented in all of the Brazilian State capitals, over 54,000 interviews were analyzed. Age-adjusted prevalence ratios for trends at different schooling levels were calculated using Poisson regression with linear models. RESULTS: These analyses have shown differences in the prevalence of risk and protective factors for CNCD by gender and schooling. Among men, the prevalence ratios of overweight, consumption of meat with visible fat, and dyslipidemia were higher among men with more schooling, while tobacco use, sedentary lifestyle, and high-blood pressure were lower. Among women, tobacco use, overweight, obesity, high-blood pressure and diabetes were lower among men with more schooling, and consumption of meat with visible fat and sedentary lifestyles were higher. As for protective factors, fruit and vegetables intake and physical activity were higher in both men and women with more schooling. CONCLUSION: Gender and schooling influence on risk and protective factors for CNCD...

Aprendizagem de movimentos seqüenciais de dedos em idosos saudáveis: efeitos da escolaridade; Learning sequential movements of fingers in normal elderly: effects of education

Neves, Erica Tardelli das
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 20/06/2008 Português
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Aprendizado motor é o processo pelo qual o sistema nervoso modifica suas respostas motoras. Sendo um processo implícito, tem como principais características o desenvolvimento lento, baseado em um grande número de repetições, cujos resultados só podem ser verificados por meio da modificação do desempenho. Muitos aspectos do processo de aprendizado motor têm sido estudados, dentre eles o efeito do envelhecimento neste processo. Com o crescimento mundial da população idosa o interesse sobre as características do envelhecer tem aumentado consideravelmente. No Brasil, grande parte da população idosa é composta por pessoas com baixa escolaridade, entretanto existem poucos estudos que descrevam como o cérebro desses idosos se comporta durante a vida, e principalmente como esses indivíduos se comportam quando são submetidos à aprendizagem de novos comportamentos. Esse trabalho tem como objetivo investigar a influência da escolaridade no desempenho motor de indivíduos idosos normais em uma tarefa de movimentos de oposição de dedos. Para isso foram avaliados 42 sujeitos acima dos 60 anos, divididos em dois grupos: um de baixa escolaridade 1-7 anos de ensino formal, com idade média de (66,5 e DP 5,4) e outro de alta escolaridade com 8 anos ou mais de ensino formal com idade média de (68...

Prática de atividade física e sua relação com a escolaridade em adultos de Ermelino Matarazzo, Zona Leste de São Paulo, SP; Physical activity and its relationship with schooling in adult Ermelino Matarazzo, Eastern Zone of São Paulo, SP

Costa, Evelyn Fabiana
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 29/10/2009 Português
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Objetivo: Verificar a associação da prática de diferentes domínios da atividade física com a escolaridade em pessoas adultas. Métodos: Este estudo foi do tipo transversal de base populacional. Foi realizado um inquérito domiciliar em uma amostra de 890 adultos com 18 anos ou mais moradores do distrito de Ermelino Matarazzo na Zona Leste do município de São Paulo. As atividades físicas no lazer e como forma de locomoção/deslocamento foram avaliadas através do questionário internacional de atividades físicas (IPAQ) versão longa e a limpeza pesada de casa e as atividades físicas no trabalho foram avaliadas utilizando os módulos do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL). A escolaridade foi avaliado pelo grau de formação e padronizada posteriormente em anos de estudo. Análise estatística: Foi utilizado análise de regressão de Poisson para verificar a associação entre a prática de atividades físicas nos diferentes domínios e o nível de escolaridade. Foram elaborados modelos separados para homens e mulheres. As variáveis dependentes foram: ativos no lazer (150 minutos semanais de atividades moderadas ou vigorosas), ativos como forma de locomoção/deslocamento (150 minutos semanais de atividades de caminhada e de bicicleta)...

O efeito do trabalho infantil na estatura final de adultos jovens e características de sua escolaridade - Estudo da coorte de nascidos vivos entre 1978/79, nos hospitais de Ribeirão Preto, SP; The effects of child labor on the final height and schooling level of a 22-25 years old population-based-cohort from Ribeirão Preto, Brazil. 2005. 158 f. Thesis (Doctoral) Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2005.

Cortez, Solange Aparecida Estevão
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 05/08/2005 Português
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CORTEZ, S.A.E. O efeito do trabalho infantil na estatura final de adultos jovens e características de sua escolaridade - Estudo da coorte de nascidos vivos entre 1978/79, nos hospitais de Ribeirão Preto, SP. 2005. 158 f. Tese (Doutorado) Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2005. Justificativa: Efeitos negativos a saúde da criança têm sido associados ao trabalho infantil. Entretanto, seus efeitos sobre o desenvolvimento humano ainda precisam ser melhor avaliados em razão do pequeno número de estudos existentes da deficiência de controle de fatores socioeconômicos. Objetivo: avaliar o efeito do trabalho infantil na estatura final e algumas características da escolaridade de jovens entre 22-25 anos pertencentes à coorte de nascidos vivos de parto único hospitalar de Ribeirão Preto, SP - 1978/79. Métodos: O presente estudo incluiu 2063 jovens, pertencentes a coorte inicial de 6827 nascidos vivos na cidade de Ribeirão Preto, Brasil (1978/79). Foram seguidos 30,2% dos homens e 33,5% das mulheres. O trabalho infantil foi classificado de acordo com a idade de início do primeiro trabalho: < 14, 14-16 e 17+ anos. Determinantes da altura foram considerados variáveis de confusão na análise...

Avaliação do desempenho de idosos normais em um protocolo de produção e reconhecimento de gestos: influência do sexo, da idade e escolaridade no perfil de normalidade; Evaluation of the performance of normal elderly in a protocol of gesture production and recognition: influence of age, gender and education

Cavalcante, Karla Rodrigues
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 08/09/2004 Português
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A apraxia é uma desordem dos movimentos aprendidos que não é resultado de fraqueza ou alteração sensitiva. Esta alteração pode ser devida a um prejuízo na execução têmporo-espacial ou na própria elaboração do gesto. Um protocolo de avaliação de praxias deve conter elementos que sejam capazes de avaliar o sistema executivo sem a interferência do sistema conceitual e vice-versa. Para isso o sujeito deve produzir gestos, bem como deve ser capaz de reconhecê-los. Contudo essa avaliação pode sofrer influência de variáveis como a idade, o sexo e a escolaridade. Esse trabalho tem como objetivo avaliar a influência das variáveis sexo, idade e escolaridade no desempenho de indivíduos idosos saudáveis em um protocolo de produção e reconhecimento de gestos, bem como a confiabilidade intra e inter-examinador do protocolo de produção e a confiabilidade intra-examinador do protocolo de reconhecimento. Para isso foram avaliados 96 indivíduos divididos em dois grupos. Um grupo formado por indivíduos com idades de 60 a 74 anos e outro grupo formado por indivíduos com idades iguais ou superiores a 75 anos. Cada grupo era formado por um número igual de homens e mulheres e era subdivido em quatro grupos de acordo com a escolaridade: analfabetos...

Impacto de uma melhor governança corporativa e uma maior escolaridade do conselho de administração e da diretoria executiva no d-beta das empresas

Kawakami, Marcos Yoshiro
Fonte: Fundação Getúlio Vargas Publicador: Fundação Getúlio Vargas
Tipo: Dissertação
Português
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O desenvolvimento do mercado financeiro e, principalmente, a abertura para o capital externo impulsionaram o desenvolvimento das boas práticas de governança corporativa. Um de seus benefícios é reduzir o custo de captação da empresa e, consequentemente, gerar maior valor para a companhia. Com o novo cenário, o conselho de administração tem um papel fundamental na atividade de governança corporativa, supervisionando a diretoria executiva. O presente trabalho investiga se a adoção de melhores práticas de governança corporativa diminui o risco das empresas. Adicionalmente, analisa se um grau de escolaridade mais alto entre membros do conselho de administração e da diretoria executiva impacta no risco. Para atingir o objetivo, adotou-se o método dos mínimos quadrados para regredir o risco, variável dependente, contra as variáveis independentes nível de governança corporativa e grau de escolaridade. Para o cálculo do risco, utilizaremos a metodologia apresentada por Estrada (2007), o downside beta, ou seja, risco que considera apenas os retornos negativos. Os resultados do estudo sugeriram que um nível de governança corporativa mais alto está presente nas empresas que apresentam um maior risco visto pelo mercado...

Influência da escolaridade na hipertrofia miocárdica de pacientes em hemodiálise

Martin, Rosana dos Santos e Silva; Franco, Roberto Jorge da Silva; Matsubara, Beatriz Bojikian; Zanati, Silméia Garcia; Barretti, Pasqual; Martin, Luis Cuadrado; Balbi, André Luís; Antunes, Aline Araújo; Martins, Antônio Sérgio
Fonte: Sociedade Brasileira de Nefrologia Publicador: Sociedade Brasileira de Nefrologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 71-76
Português
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INTRODUÇÃO: A doença renal crônica apresenta elevado risco cardiovascular. Dados da população geral associam as doenças cardiovasculares a baixo nível de escolaridade, porém nenhum trabalho avaliou essa associação entre pacientes em hemodiálise. OBJETIVO: Avaliar a associação entre nível educacional, hipertensão e hipertrofia do ventrículo esquerdo em pacientes submetidos a hemodiálise crônica. MÉTODOS: Foi aplicado um questionário socioeconômico padrão a 79 pacientes em hemodiálise, no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (UNESP). Dados clínicos, laboratoriais e ecocardiográficos foram extraídos dos prontuários. Os pacientes foram divididos em dois grupos de acordo com a mediana da escolaridade: o grupo I foi constituído por pacientes com escolaridade < três anos, e grupo II por pacientes com escolaridade superior a três anos. RESULTADOS: Pressão arterial, ganho de peso interdialítico e variáveis com diferença estatística entre os dois grupos ao nível de p < 0,2 foram selecionadas para análise múltipla. Na análise múltipla, associações independentes foram consideradas ao nível de p < 0,05. A média de idade dos pacientes foi 57 ± 12.8 anos, 46 pacientes eram homens (57%) e 53 eram brancos (67%). As variáveis selecionadas para análise múltipla foram: idade (p = 0...

AIDS e grau de escolaridade no Brasil: evolu????o temporal de 1986 a 1996

Medeiros, Maria Goretti Pereira Fonseca; Bastos, Francisco In??cio Pinkusfeld Monteiro; Derrico, Monica; Andrade, Carla Louren??o Tavares de; Travassos, Claudia Maria de Rezende; Szwarcwald, Celia Landmann
Fonte: Escola Nacional de Sa??de P??blica/ Funda????o Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Sa??de P??blica/ Funda????o Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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Este trabalho analisa a evolu????o temporal dos casos de AIDS por grau de escolaridade como vari??vel identificadora do n??vel s??cio-econ??mico do caso. Todos os casos de AIDS em indiv??duos com idades entre 20 e 69 anos, notificados at?? 29 de maio de 1999, diagnosticados entre 1986 e 1996, foram inclu??dos no estudo. As taxas de incid??ncia para ambos os sexos foram calculadas segundo dois graus de escolaridade - "grau 1" (casos com at?? oito anos de estudo) e "grau 2" (com mais de oito anos de estudo) -, por regi??o e ano de diagn??stico. Entre os homens, as taxas de incid??ncia de AIDS para aqueles com menor escolaridade ultrapassam (sendo mais evidente na Regi??o Sudeste) ou se aproximam das taxas dos homens com maior escolaridade. Para as mulheres, a evolu????o temporal das taxas mostrou maior ritmo de crescimento entre as mulheres de menor escolaridade para todas as regi??es, sendo que, na Sudeste, as taxas entre as mulheres com menor escolaridade ultrapassa as taxas daquelas com maior escolaridade em anos anteriores a 1989. Concluindo, a presente an??lise mostra, de forma consistente, que a epidemia de AIDS no Brasil se iniciou nos estratos sociais de maior escolaridade, com progressiva dissemina????o para os estratos sociais de menor escolaridade.

Tabagismo e escolaridade no Brasil, 2006

Silva,Gulnar Azevedo e; Valente,Joaquim Gonçalves; Almeida,Liz Maria de; Moura,Erly Catarina de; Malta,Deborah Carvalho
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2009 Português
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OBJETIVO: Analisar a prevalência de tabagismo e uso acumulado de cigarro na vida e fatores associados. MÉTODOS: Foram analisados dados referentes aos 54.369 indivíduos com idade >18 anos entrevistados pelo sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL), realizado nas capitais brasileiras e Distrito Federal em 2006. Foram calculadas as prevalências de tabagismo estratificadas por escolaridade segundo sexo para as cidades de cada região e as razões de prevalência brutas e ajustadas por número de pessoas e de cômodos no domicílio. O consumo de cigarros na vida (maços-ano) foi analisado segundo escolaridade e sexo por região. RESULTADOS: No Brasil, a prevalência de tabagismo foi significativamente maior entre homens e mulheres com baixa escolaridade (até oito anos de estudo = 24,2% e nove ou mais = 15,5%). Esta diferença diminuiu com a idade ou se inverteu entre os mais idosos. Observou-se diminuição de risco de ser fumante para a população de maior escolaridade, independentemente do número de pessoas e de cômodos por domicílio. A prevalência de fumantes com consumo intenso de cigarros foi maior entre os de escolaridade mais baixa, principalmente entre mulheres da região Norte. A exceção foram os homens da região Sul...

Influência da escolaridade na hipertrofia miocárdica de pacientes em hemodiálise

Martin,Rosana dos Santos e Silva; Franco,Roberto Jorge da Silva; Matsubara,Beatriz Bojikian; Zanati,Silméia Garcia; Barretti,Pasqual; Martin,Luis Cuadrado; Balbi,André Luis; Antunes,Aline Araújo; Martins,Antônio Sérgio
Fonte: Sociedade Brasileira de Nefrologia Publicador: Sociedade Brasileira de Nefrologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2010 Português
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INTRODUÇÃO: A doença renal crônica apresenta elevado risco cardiovascular. Dados da população geral associam as doenças cardiovasculares a baixo nível de escolaridade, porém nenhum trabalho avaliou essa associação entre pacientes em hemodiálise. OBJETIVO: Avaliar a associação entre nível educacional, hipertensão e hipertrofia do ventrículo esquerdo em pacientes submetidos a hemodiálise crônica. MÉTODOS: Foi aplicado um questionário socioeconômico padrão a 79 pacientes em hemodiálise, no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (UNESP). Dados clínicos, laboratoriais e ecocardiográficos foram extraídos dos prontuários. Os pacientes foram divididos em dois grupos de acordo com a mediana da escolaridade: o grupo I foi constituído por pacientes com escolaridade < três anos, e grupo II por pacientes com escolaridade superior a três anos. RESULTADOS: Pressão arterial, ganho de peso interdialítico e variáveis com diferença estatística entre os dois grupos ao nível de p < 0,2 foram selecionadas para análise múltipla. Na análise múltipla, associações independentes foram consideradas ao nível de p < 0,05. A média de idade dos pacientes foi 57 ± 12.8 anos, 46 pacientes eram homens (57%) e 53 eram brancos (67%). As variáveis selecionadas para análise múltipla foram: idade (p = 0...

AIDS e grau de escolaridade no Brasil: evolução temporal de 1986 a 1996

Fonseca,Maria Goretti; Bastos,Francisco Inácio; Derrico,Monica; Andrade,Carla L. Tavares de; Travassos,Cláudia; Szwarcwald,Celia Landmann
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2000 Português
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Este trabalho analisa a evolução temporal dos casos de AIDS por grau de escolaridade como variável identificadora do nível sócio-econômico do caso. Todos os casos de AIDS em indivíduos com idades entre 20 e 69 anos, notificados até 29 de maio de 1999, diagnosticados entre 1986 e 1996, foram incluídos no estudo. As taxas de incidência para ambos os sexos foram calculadas segundo dois graus de escolaridade - "grau 1" (casos com até oito anos de estudo) e "grau 2" (com mais de oito anos de estudo) -, por região e ano de diagnóstico. Entre os homens, as taxas de incidência de AIDS para aqueles com menor escolaridade ultrapassam (sendo mais evidente na Região Sudeste) ou se aproximam das taxas dos homens com maior escolaridade. Para as mulheres, a evolução temporal das taxas mostrou maior ritmo de crescimento entre as mulheres de menor escolaridade para todas as regiões, sendo que, na Sudeste, as taxas entre as mulheres com menor escolaridade ultrapassa as taxas daquelas com maior escolaridade em anos anteriores a 1989. Concluindo, a presente análise mostra, de forma consistente, que a epidemia de AIDS no Brasil se iniciou nos estratos sociais de maior escolaridade, com progressiva disseminação para os estratos sociais de menor escolaridade.

A tendência cambiante da relação entre escolaridade e risco de obesidade no Brasil (1975-1997)

Monteiro,Carlos Augusto; Conde,Wolney Lisboa; Castro,Inês Rugani Ribeiro de
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2003 Português
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A partir de três inquéritos comparáveis realizados no último quarto do século vinte nas duas mais populosas regiões brasileiras, evidenciou-se uma mudança substancial na tendência secular da obesidade segundo níveis de escolaridade da população. Enquanto no primeiro período (1975-1989), o risco de obesidade foi ascendente em todos os níveis de escolaridade, tendendo a ascensão a ser máxima para homens e mulheres com maior escolaridade; no segundo período (1989-1997), o aumento da obesidade foi máximo para indivíduos sem escolaridade, registrando-se estabilidade ou mesmo diminuição da enfermidade nos estratos femininos de média ou alta escolaridade. Como resultado da tendência recente, diminui a relação positiva entre escolaridade e risco de obesidade em homens e acentua-se a relação inversa que já vinha se observando na população feminina. As principais implicações dos achados deste estudo são apreciadas do ponto de vista da Saúde Pública.

Desempenho de adultos brasileiros normais na prova semântica: efeito da escolaridade

Machado,Olivia; Correia,Sheilla de Medeiros; Mansur,Letícia Lessa
Fonte: Pró-Fono Produtos Especializados para Fonoaudiologia Ltda. Publicador: Pró-Fono Produtos Especializados para Fonoaudiologia Ltda.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2007 Português
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TEMA: nas modernas visões sobre as bases neuropsicobiológicas da linguagem, aceita-se seu funcionamento em estreita relação com sistemas de suporte, como atenção e memória. A memória semântica constitui a base do conhecimento, comunicação e aprendizado. O conhecimento semântico se consolida com a exposição a informações e a possibilidade de integração dessas informações. Assim sendo, a idade e a escolaridade podem estar associadas ao conhecimento semântico. OBJETIVO: analisar a interferência do nível de escolaridade no desempenho, de adultos brasileiros normais, na prova semântica. MÉTODO: cinqüenta e seis brasileiros normais, vinte do sexo masculino, trinta e seis do feminino, com faixa etária variando entre vinte e sessenta e cinco anos, e escolaridade entre um e vinte anos, foram divididos em dois grupos, de acordo com o nível de escolaridade. O Grupo 1 (N = 31) com um a oito anos de escolaridade; e o Grupo 2 (N = 25) com escolaridade acima de oito anos. A prova semântica consistiu em apresentar questões, em relação a dez figuras, sobre categoria, traço físico, e função, e após as questões solicitar a nomeação dessas figuras. Resultados: o nível de escolaridade influenciou o desempenho dos sujeitos. Houve diferença entre os Grupos em julgamento de traços semânticos e na nomeação...

Desigualdades de sexo e escolaridade em fatores de risco e proteção para doenças crônicas em adultos Brasileiros, por meio de inquéritos telefônicos

Malta,Deborah Carvalho; Moura,Erly Catarina; Morais Neto,Otaliba Libanio de
Fonte: Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2011 Português
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OBJETIVOS: Analisar os fatores de risco e proteção para doenças crônicas não-transmissíveis (DCNT) e identificar as desigualdades sociais na sua distribuição entre adultos brasileiros. MÉTODOS: Os dados utilizados foram coletados em 2007, por meio do VIGITEL, inquérito telefônico contínuo, em todas as capitais dos estados do Brasil, tendo sido analisadas pouco mais de 54.000 entrevistas. Foi calculada a razão de prevalência ajustada por idade, e as tendências em diversos níveis de escolaridade foram calculadas utilizando a regressão de Poisson com modelos lineares. RESULTADOS: Foram descritas diferenças na prevalência de fatores de risco e proteção para DCNT, por sexo e escolaridade. Entre homens, as prevalências do excesso de peso, consumo de carnes com gordura aparente e dislipidemia foram maiores na faixa de maior escolaridade, enquanto o uso do tabaco, estilo de vida sedentário e hipertensão arterial foram menores. Entre as mulheres, o uso do tabaco, excesso de peso, obesidade, hipertensão e diabetes foram menores na faixa de maior escolaridade. O consumo de carnes com gorduras visíveis e estilos de vida sedentários foram maiores na faixa de maior escolaridade. Quanto aos fatores de proteção, o consumo de frutas e verduras e atividade física aumentaram em homens e mulheres com o aumento da escolaridade. CONCLUSÃO: Sexo e escolaridade exercem influência nos fatores de risco e proteção para DCNT...

Tabagismo e escolaridade no Brasil, 2006; Tabaquismo y escolaridad en Brasil, 2006; Tobacco smoking and level of education in Brazil, 2006

Silva, Gulnar Azevedo e; Valente, Joaquim Gonçalves; Almeida, Liz Maria de; Moura, Erly Catarina de; Malta, Deborah Carvalho
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/11/2009 Português
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OBJETIVO: Analisar a prevalência de tabagismo e uso acumulado de cigarro na vida e fatores associados. MÉTODOS: Foram analisados dados referentes aos 54.369 indivíduos com idade >;18 anos entrevistados pelo sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL), realizado nas capitais brasileiras e Distrito Federal em 2006. Foram calculadas as prevalências de tabagismo estratificadas por escolaridade segundo sexo para as cidades de cada região e as razões de prevalência brutas e ajustadas por número de pessoas e de cômodos no domicílio. O consumo de cigarros na vida (maços-ano) foi analisado segundo escolaridade e sexo por região. RESULTADOS: No Brasil, a prevalência de tabagismo foi significativamente maior entre homens e mulheres com baixa escolaridade (até oito anos de estudo = 24,2% e nove ou mais = 15,5%). Esta diferença diminuiu com a idade ou se inverteu entre os mais idosos. Observou-se diminuição de risco de ser fumante para a população de maior escolaridade, independentemente do número de pessoas e de cômodos por domicílio. A prevalência de fumantes com consumo intenso de cigarros foi maior entre os de escolaridade mais baixa, principalmente entre mulheres da região Norte. A exceção foram os homens da região Sul...

Escolaridade e padrões de ganho de peso na vida adulta no Brasil: Estudo Pró-Saúde

Fonseca,Maria de Jesus Mendes da; França,Rosana de Figueiredo; Faerstein,Eduardo; Werneck,Guilherme Loureiro; Chor,Dóra
Fonte: Organización Panamericana de la Salud Publicador: Organización Panamericana de la Salud
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2012 Português
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Este estudo teve como objetivo investigar a associação entre a escolaridade (considerada como indicador de posição socioeconômica) do respondente e a de seus pais e os padrões de ganho de peso na vida adulta. Foram analisados os dados de 2 582 participantes da linha de base (1999) do Estudo Pró-Saúde, investigação longitudinal de funcionários de uma universidade no Rio de Janeiro, Brasil. Utilizaram-se questionários autoadministrados para investigar os padrões de ganho de peso na vida adulta. Foram estimadas as razões de chance (OR) e seus intervalos de confiança de 95% (IC95%) para a associação entre escolaridade dos pais e do respondente e aumento de peso constante ou cíclico, tendo o peso estável como referência, por meio de modelos de regressão logística multinomial. Para os homens, menor escolaridade do pai representou chance cerca de 55% menor de peso cíclico do que de manter o peso constante (OR = 0,45; IC95% = 0,26 a 0,78), enquanto para as mães a escolaridade menor associou-se à maior chance de peso cíclico, embora sem significância estatística (OR = 1,68; IC95% = 0,94 a 3,00). Não houve associação significativa entre escolaridade do respondente e história de peso entre homens. Entre as mulheres...

Tabagismo e escolaridade no Brasil, 2006

Silva,Gulnar Azevedo e; Valente,Joaquim Gonçalves; Almeida,Liz Maria de; Moura,Erly Catarina de; Malta,Deborah Carvalho
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2009 Português
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OBJETIVO: Analisar a prevalência de tabagismo e uso acumulado de cigarro na vida e fatores associados. MÉTODOS: Foram analisados dados referentes aos 54.369 indivíduos com idade >18 anos entrevistados pelo sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL), realizado nas capitais brasileiras e Distrito Federal em 2006. Foram calculadas as prevalências de tabagismo estratificadas por escolaridade segundo sexo para as cidades de cada região e as razões de prevalência brutas e ajustadas por número de pessoas e de cômodos no domicílio. O consumo de cigarros na vida (maços-ano) foi analisado segundo escolaridade e sexo por região. RESULTADOS: No Brasil, a prevalência de tabagismo foi significativamente maior entre homens e mulheres com baixa escolaridade (até oito anos de estudo = 24,2% e nove ou mais = 15,5%). Esta diferença diminuiu com a idade ou se inverteu entre os mais idosos. Observou-se diminuição de risco de ser fumante para a população de maior escolaridade, independentemente do número de pessoas e de cômodos por domicílio. A prevalência de fumantes com consumo intenso de cigarros foi maior entre os de escolaridade mais baixa, principalmente entre mulheres da região Norte. A exceção foram os homens da região Sul...

AIDS e grau de escolaridade no Brasil: evolução temporal de 1986 a 1996

Fonseca,Maria Goretti; Bastos,Francisco Inácio; Derrico,Monica; Andrade,Carla L. Tavares de; Travassos,Cláudia; Szwarcwald,Celia Landmann
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2000 Português
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Este trabalho analisa a evolução temporal dos casos de AIDS por grau de escolaridade como variável identificadora do nível sócio-econômico do caso. Todos os casos de AIDS em indivíduos com idades entre 20 e 69 anos, notificados até 29 de maio de 1999, diagnosticados entre 1986 e 1996, foram incluídos no estudo. As taxas de incidência para ambos os sexos foram calculadas segundo dois graus de escolaridade - "grau 1" (casos com até oito anos de estudo) e "grau 2" (com mais de oito anos de estudo) -, por região e ano de diagnóstico. Entre os homens, as taxas de incidência de AIDS para aqueles com menor escolaridade ultrapassam (sendo mais evidente na Região Sudeste) ou se aproximam das taxas dos homens com maior escolaridade. Para as mulheres, a evolução temporal das taxas mostrou maior ritmo de crescimento entre as mulheres de menor escolaridade para todas as regiões, sendo que, na Sudeste, as taxas entre as mulheres com menor escolaridade ultrapassa as taxas daquelas com maior escolaridade em anos anteriores a 1989. Concluindo, a presente análise mostra, de forma consistente, que a epidemia de AIDS no Brasil se iniciou nos estratos sociais de maior escolaridade, com progressiva disseminação para os estratos sociais de menor escolaridade.

Desigualdades de sexo e escolaridade em fatores de risco e proteção para doenças crônicas em adultos Brasileiros, por meio de inquéritos telefônicos

Malta,Deborah Carvalho; Moura,Erly Catarina; Morais Neto,Otaliba Libanio de
Fonte: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2011 Português
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OBJETIVOS: Analisar os fatores de risco e proteção para doenças crônicas não-transmissíveis (DCNT) e identificar as desigualdades sociais na sua distribuição entre adultos brasileiros. MÉTODOS: Os dados utilizados foram coletados em 2007, por meio do VIGITEL, inquérito telefônico contínuo, em todas as capitais dos estados do Brasil, tendo sido analisadas pouco mais de 54.000 entrevistas. Foi calculada a razão de prevalência ajustada por idade, e as tendências em diversos níveis de escolaridade foram calculadas utilizando a regressão de Poisson com modelos lineares. RESULTADOS: Foram descritas diferenças na prevalência de fatores de risco e proteção para DCNT, por sexo e escolaridade. Entre homens, as prevalências do excesso de peso, consumo de carnes com gordura aparente e dislipidemia foram maiores na faixa de maior escolaridade, enquanto o uso do tabaco, estilo de vida sedentário e hipertensão arterial foram menores. Entre as mulheres, o uso do tabaco, excesso de peso, obesidade, hipertensão e diabetes foram menores na faixa de maior escolaridade. O consumo de carnes com gorduras visíveis e estilos de vida sedentários foram maiores na faixa de maior escolaridade. Quanto aos fatores de proteção, o consumo de frutas e verduras e atividade física aumentaram em homens e mulheres com o aumento da escolaridade. CONCLUSÃO: Sexo e escolaridade exercem influência nos fatores de risco e proteção para DCNT...

A tendência cambiante da relação entre escolaridade e risco de obesidade no Brasil (1975-1997)

Monteiro,Carlos Augusto; Conde,Wolney Lisboa; Castro,Inês Rugani Ribeiro de
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2003 Português
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A partir de três inquéritos comparáveis realizados no último quarto do século vinte nas duas mais populosas regiões brasileiras, evidenciou-se uma mudança substancial na tendência secular da obesidade segundo níveis de escolaridade da população. Enquanto no primeiro período (1975-1989), o risco de obesidade foi ascendente em todos os níveis de escolaridade, tendendo a ascensão a ser máxima para homens e mulheres com maior escolaridade; no segundo período (1989-1997), o aumento da obesidade foi máximo para indivíduos sem escolaridade, registrando-se estabilidade ou mesmo diminuição da enfermidade nos estratos femininos de média ou alta escolaridade. Como resultado da tendência recente, diminui a relação positiva entre escolaridade e risco de obesidade em homens e acentua-se a relação inversa que já vinha se observando na população feminina. As principais implicações dos achados deste estudo são apreciadas do ponto de vista da Saúde Pública.