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Feocromocitoma de apresentação crítica - a propósito de dois casos clínicos; Pheochromocytoma crisis - two clinical case reports

Porto, João; Rodrigues, Bárbara; Guimarães, Joana; Devesa, Nuno; Vieira, J. Diniz; Alexandrino, M. Borges; Moura, J. J. Alves
Fonte: Sociedade Portuguesa de Medicina Interna Publicador: Sociedade Portuguesa de Medicina Interna
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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37.78%
O feocromocitoma é um tumor cuja forma de apresentação é muito variável, podendo em raros casos manifestar-se por disfunção sistémica multiorgânica com miocardiopatia, choque e edema pulmonar agudo. Apresentam-se dois casos clínicos ocorridos no nosso serviço nos últimos anos, e que se apresentaram dessa forma, tendo tido evolução favorável, após atitudes diagnóstica e terapêutica adequadas. Faz-se uma breve revisão sobre as principais características do feocromocitoma e discute-se esta forma particular de apresentação, que apesar de rara está descrita na literatura. Salienta-se a enorme capacidade de simulação diagnóstica do feocromocitoma.

Rastreamento de mutações nos genes VHL, SDHB e SDHD em pacientes portadores de feocromocitoma ou também, paraganglioma esporádico; Mutation screening in the VHL, SDHB and SDHD genes in patients with sporadic pheochromocytoma and/or paraganglioma

Loureiro, Vanessa Correia
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 06/03/2007 Português
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37.94%
Os feocromocitomas são tumores neuroendócrinos constituídos de células cromafins secretoras de catecolaminas e neuropeptídeos diversos, cuja manifestação clínica mais comum é a hipertensão. Doze a 24% dos tumores aparentemente esporádicos, apresentam mutações germinativas em genes até então associados a síndromes herdadas, como, RET, VHL, SDHB e SDHD. A doença de von Hippel-Lindau é causada por mutações no gene VHL. As proteínas codificadas pelos genes SDHB e SDHD fazem parte do complexo mitocondrial II e da cadeia aeróbica de transporte de elétrons. O objetivo deste projeto de pesquisa foi o rastreamento de mutações nos genes VHL, SDHB e SDHD em pacientes portadores de feocromocitoma ou, também, paraganglioma esporádicos acompanhados no Serviço de Endocrinologia do Hospital das Clínicas da FMUSP. Todos os exons dos três genes estudados foram amplificados por PCR e analisados por dHPLC. Os amplicons que apresentaram cromatogramas suspeitos ao dHPLC foram submetidos ao seqüenciamento automático. Nenhuma mutação foi encontrada no gene VHL, apenas dois polimorfismos previamente descritos no exon 1, c. -77 C>T em dois pacientes e c - 195 G>A em 58,6% do total de alelos dos pacientes estudados. No gene SDHB foram encontrados dois polimorfismos previamente descritos (c. 201-36 G>T e c.487 T>C) em quatro pacientes...

Estudo da atividade dos extratos de plantas e fungos endofíticos isolados do cerrado brasileiro em linhagem celular de feocromocitoma; Study of the activity from plants and isolated endophytic fungi extracts from brazilian savanna in pheochromocytoma cell line

Santos, Beatriz Taynara Araújo dos
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
Português
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37.65%
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Departamento de Ciências Farmacêuticas, Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas, 2014.; Introdução: Feocromocitomas são tumores altamente vascularizados derivados da medula adrenal. A maioria dos casos é benigna, mas formas malignas já foram descritas. A ressecção cirúrgica é a única forma definitiva de cura para tumores benignos, enquanto tumores malignos ainda não possuem tratamento eficaz. Os sintomas da forma maligna usualmente são tratados com quimioterapia e bloqueadores adrenérgicos, mas vários outros alvos terapêuticos estão sendo estudados recentemente. Grande parte dos medicamentos quimioterápicos comercializados é obtida por semissíntese de componentes químicos de plantas e fungos, e a biodiversidade brasileira pode auxiliar no desenvolvimento de novas drogas para esta patologia. Objetivo: Investigar a atividade antitumoral de extratos de plantas e fungos do Cerrado em linhagem celular de feocromocitoma. Métodos: A PC-12 Adh foi adquirida do BCRJ (Banco de Células do Rio de Janeiro), e cultivada em meio HAM-F12 suplementado com soro de cavalo, soro fetal bovino, bicarbonato de sódio, 10% de penicilina/estreptomicina...

Avaliação do efeito citotóxico da metformina em linhagens celulares de adenocarcinoma de próstata e de feocromocitoma

Meireles, Cinthia Gabriel
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
Português
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37.87%
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, 2015.; O câncer é uma doença que acomete diferentes órgãos do organismo, com comportamento biológico variável. O adenocarcinoma de próstata corresponde a 10% do total de cânceres. O feocromocitoma é um tumor neuroendócrino derivado de células cromafins que se encontram na medula da glândula supra-renal. Tem sido descrito efeito inibidor da metformina sobre sobrevivência e crescimento celular, in vitro, em algumas linhagens celulares de câncer. O presente estudo tem como objetivo investigar o efeito citotóxico da metformina em linhagens celulares de adenocarcinoma de próstata humano e de feocromocitoma de ratos. Foram utilizadas duas linhagens de adenocarcinoma de próstata humano, LNCaP (andrógeno-sensível) e PC3 (andrógeno-resistente) e células de feocromocitoma, PC12-Adh. Foi utilizado o ensaio de MTT para a determinar a viabilidade celular antes, após tratamentos e na associação de fármacos. Para avaliar se metformina altera o ciclo celular da linhagem PC12-Adh foi realizado ensaio com citometria de fluxo, usando concentrações de 20,85mM de metformina e 8,23μM de sunitinib. Por meio de Western Blot...

Captação diferenciada de meta-iodobenzilgnanidina em paciente com feocromocitoma bilateral e neoplasm endócrina múltipla tipo 2A

Oliveira,Marcus M.S.; Soares,Débora V.; Violante,Alice H.D.; Gadelha,Mônica R.; Corbo,Rossana; Dock,Dione C.A.; Vaisman,Mário
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/1999 Português
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O feocromocitoma que ocorre na síndrome de Neoplasia endócrina múltipla tipo 2A (NEM-2A), também conhecida como síndrome de Sipple, é muitas vezes bilateral e multicêntrico. O uso da cintilografia com meta-iodobenzilguanidina (M-IBG) é um método seguro e eficaz para o diagnóstico de localização do feocromocitoma, particularmente nos casos de sítio extra-adrenal, recorrência pós-operatória ou doença metastática maligna. Apresentamos o caso de uma paciente feminina de 26 anos com NEM-2A e feocromocitoma adrenal bilateral (visualizado na Ressonância Nuclear Magnética e confirmado pelo exame histopatológico), cuja cintilografia com I131 M-IBG revelou marcada diferença de captação entre as adrenais (mínima à direita e mais intensa à esquerda). Relevante no caso, foi o fato do tumor à direita ser muito maior (5,5 cm de diâmetro) do que à esquerda (3,0 cm de diâmetro), funcionalmente iguais (caracterizado por complicações pré-operatórias quando da manipulação cirúrgica) e histopatologicamente similares. Concluímos que nos casos de NEM-2A, a captação negativa ou discreta de M-IBG não exclui a necessidade de exploração cirúrgica bilateral das adrenais.

Patogênese molecular do feocromocitoma

Dahia,Patricia L.M.
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2001 Português
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37.78%
Feocromocitoma é um tumor raro originário de células neuroectodérmicas. Em aproximadamente 10% dos casos, estes tumores são herdados. Existem múltiplas formas familiares de feocromocitomas, entre as quais a neoplasia endócrina do tipo 2, a síndrome de von Hippel Lindau, a neurofibromatose tipo 1, formas familiares isoladas de feocromocitoma e possivelmente outros subtipos menos bem caracterizados. Ao mesmo tempo em que se tem observado nos últimos anos um importante avanço quanto à definição do defeito genético responsável pela maior parte das síndromes hereditárias associadas ao feocromocitoma, houve pouco progresso na caracterização da patogênese molecular das variantes esporádicas destes tumores, assim como em grande parte das formas familiares isoladas. Esta revisão apresenta um resumo dos aspectos moleculares das diversas formas de feocromocitomas familiares e esporádicos e finaliza com a proposição de estudos futuros que possam contribuir para elucidar alguns dos muitos aspectos da gênese deste tumor que ainda permanecem obscuros.

Mínimas alterações hormonais em paciente com grande feocromocitoma

Lima,Josivan G. de; Bandeira,Francisco; Bandeira,Cristina H.; Paula,Maurício de; Nóbrega,Maria L.C.; Costa,Saul O. e; Nóbrega,Lúcia H.C.
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2006 Português
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Relatamos caso clínico no qual o paciente apresentou sintomas sugestivos de feocromocitoma, grande tumor (maior que 50 g) e mínima alteração laboratorial, exemplificando uma armadilha diagnóstica. Um homem de 31 anos apresentou dois episódios de abdômen agudo, sendo o último acompanhado por cefaléia, hipertensão arterial, rubor facial, sudorese e palidez cutânea. Em outra internação, o paciente apresentava hipertensão arterial sustentada e arritmia cardíaca. Em relação aos testes laboratoriais, apenas o ácido vanil-mandélico foi levemente alterado. Cintilografia com MIBG foi realizada e sugeriu a presença de grande massa adrenal compatível com feocromocitoma. Uma amostra histopatológica da peça foi obtida após cirurgia e confirmou esta hipótese. Esse caso sugere que em pacientes que possuem sintomas sugestivos de feocromocitoma, mesmo com valores normais de catecolaminas plasmáticas e metanefrinas urinárias, devemos considerar as possibilidades de um grande tumor metabolizando catecolaminas em seu interior ou que sofreu necrose hemorrágica.

Cefaléia em pacientes com feocromocitoma: influência da hipertensão arterial

PIOVESAN,ELCIO JULIATO; MOELLER,LAURA; PIOVESAN,LICIANE MAIA; WERNECK,LINEU CESAR; CARVALHO,JOÃO LUIS GASTÃO DE
Fonte: Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO Publicador: Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/1998 Português
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37.65%
A cefaléia no feocromocitoma é elemento diagnóstico importante, que pode caracterizar uma reação do organismo frente a oscilações hormonais patológicas. Após averiguação da hipertensão arterial e da cefaléia em 20 pacientes durante os períodos de descompensação do feocromocitoma, sugerimos que a hipertensão arterial isolada não é o único fator desencadeante dos fenômenos álgicos cranianos. A possibilidade das variações nas catecolaminas, adrenomedulina e outras substâncias neuroendócrinas deve ser melhor esclarecida para comprovar esta hipótese.

Feocromocitoma: uma causa rara de hipertensão arterial na infância

Georgetti,Flávia Carolina D.; Eugênio,Gisela de Rezende
Fonte: Sociedade de Pediatria de São Paulo Publicador: Sociedade de Pediatria de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2007 Português
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OBJETIVO: Relatar o caso de um adolescente com feocromocitoma, uma causa rara de hipertensão arterial na infância. DESCRIÇÃO: Adolescente internado em unidade de terapia intensiva infantil em decorrência de emergência hipertensiva, conseqüente à presença de feocromocitoma em adrenal esquerda, diagnosticado por meio de tomografia computadorizada do abdome e pela dosagem de adrenalina e noradrenalina urinárias. O paciente foi submetido à adrenalectomia esquerda, após o uso de alfa-bloqueador para controle do quadro hipertensivo. O anatomopatológico confirmou o diagnóstico do tumor. No pós-operatório, o paciente permaneceu estável, possibilitando a suspensão dos anti-hipertensivos. COMENTÁRIOS: Os feocromocitomas são tumores capazes de produzir catecolaminas, especialmente adrenalina e/ou noradrenalina. Cerca de 85 a 95% dos tumores são únicos, benignos e encontrados na medula adrenal. O feocromocitoma é um tumor de incidência rara e apenas 10 a 20% ocorrem na infância, representando uma causa rara de hipertensão arterial. Esta última é um sinal freqüente na maioria das crianças (80%), podendo ser acompanhada por cefaléia e sudorese. A encefalopatia hipertensiva consiste em uma forma de apresentação excepcional da doença. O diagnóstico pode ser realizado...

Adrenalectomía laparoscópica bilateral sincrónica en feocromocitoma bilateral

Castillo C., Octavio A.; Campos P., Rodrigo; Henríquez D., Rene; Bravo P., Juan
Fonte: Sociedad de Cirujanos de Chile Publicador: Sociedad de Cirujanos de Chile
Tipo: Artículo de revista
Português
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Indexación: Scielo; Aim: To evaluate 8 cases of bilateral pheochromocytoma and laparoscopic synchronous treatment. Patients and Methods: From May 1999 to May 2010, 8 patients with bilateral pheochromocytoma were found. A complete preoperative workup was done. Results: We perform 8 transperitoneal laparoscopic bilateral synchronous adrenalectomy. There was no open converted procedure. Mean operative time was 184.37 min. (range 95 to 300 min). Mean hospital stay was 3.8 days (range 3 to 5 days). Mean blood loss was 191.25 ml (range 0 to 500 min). In 7 cases the histopathological result was of pheochromocytoma and 1 as a malignant pheochomocytoma based on its histology. Conclusions: With very well establish diagnostic disease, an appropriate anesthetic strategy and as surgical skills, laparoscopic bilateral synchronic adrenalectomy is a feasible and safe surgical technique for bilateral pheochromocytomas.; Introducción: La incidencia del feocromocitoma varía entre un 0,005 y un 0,1% y de estos sólo un 10% se presenta en forma bilateral. El objetivo de este trabajo es presentar nuestra experiencia en adrenalectomía laparoscópica bilateral sincrónica en pacientes con diagnóstico de feocromocitoma bilateral. Se revisa la literatura y se analizan nuestros resultados. Material y Métodos: Se realiza una revisión retrospectiva de todos los pacientes sometidos a una adrenelectomía laparoscópica bilateral sincrónica entre mayo de 1999 y mayo de 2010...

Feocromocitoma asociado a neurofibromatosis de von Recklinghausen

Herrera,Ramón N.; Miotti,Julio A.; Fuentes,Claudio M.; Robles,Silvia P.; Amenabar,Jesús M.; Luciardi,Héctor L.
Fonte: Medicina (Buenos Aires) Publicador: Medicina (Buenos Aires)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2007 Português
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37.78%
El feocromocitoma es un tumor glandular adrenal secretor de hormonas epinefrina y norepinefrina, responsables de regular la frecuencia cardíaca y la presión arterial, entre otras funciones. Este tumor puede ocurrir solo o en combinación con otros desórdenes; los factores genéticos y ambientales juegan un rol clave en su aparición. La neurofibromatosis tipo 1 (NF-1) es un desorden genético frecuente que se hereda en forma autosómica dominante, caracterizado por la formación de neurofibromas (tumores que involucran los nervios tisulares) en piel, tejido subcutáneo, nervios craneales y espinales. La NF-1 se diagnostica generalmente con el examen físico. No existe un tratamiento curativo para la NF-1, pero hay modos de tratar algunas de sus complicaciones. La hipertensión arterial en la neurofibromatosis causada por un feocromocitoma es extremadamente rara con una incidencia de menos del 1% en menores de 10 años y en adultos jóvenes. Presentamos el caso clínico de una mujer joven con hipertensión de reciente diagnóstico, con la infrecuente asociación de neurofibromatosis y feocromocitoma. Discutimos los mecanismos fisiopatológicos subyacentes y sus implicancias clínicas.

Miocardiopatía dilatada y feocromocitoma

González González,José Luis; Menéndez Núñez,Joaquín; Escarpanter,Julio César; Lazo,Alba Abela
Fonte: Revista Cubana de Cirugía Publicador: Revista Cubana de Cirugía
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2013 Português
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El feocromocitoma, un tumor de baja incidencia con un comportamiento benigno en la mayoría de los casos, puede ser el responsable de extensas manifestaciones cardiovasculares.Las manifestaciones sobre el miocardio pueden ser de profundas consecuencias, pues llegan a producir una miocardiopatía dilatada con insuficiencia cardiaca severa. La exéresis del tumor suele ser curativa en el 90 % de los casos y el manejo perioperatorio muy complejo. Se presenta un paciente joven portador de un feocromocitoma , que sometido a la larga acción de las catecolaminas llegó a desarrollar una miocardiopatía dilatada con criterio de trasplante cardiaco. La cirugía adrenal fue curativa en nuestro paciente.

Feocromocitoma y anestesia: Revisión del tema a propósito de un caso

Sotolongo Molina,Yolanda; Vigoa Sánchez,Lázaro P; Pérez de Prado Valdivia,Juan C
Fonte: Revista Cubana de Cirugía Publicador: Revista Cubana de Cirugía
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2002 Português
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37.65%
Se reporta el caso de un paciente al cual se le realizó resección de un feocromocitoma en el Instituto de Nefrología. Se describen sus antecedentes, anestesia general orotraqueal, control hemodinámico con lidocaína y nitropusiato de sodio y monitoreo transoperatorio empleado. Se realizó una revisión bibliográfica a través del Medline, a la luz de los conocimientos actuales de la atención perioperatoria, métodos anestésicos, terapéutica con vasodilatadores, bloqueadores alfa y beta adrenérgicos, sulfato de magnesio y bloqueadores de los canales de calcio utilizados en el paciente con feocromocitoma

Feocromocitoma: diagnóstico y resultados del tratamiento quirúrgico

Copo Jorge,José A; Savío López,Andrés M; Soliva Domínguez,Ramón; Recio Pando,Héctor
Fonte: Revista Cubana de Cirugía Publicador: Revista Cubana de Cirugía
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2002 Português
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37.65%
Se realizó estudio prospectivo que incluyó a todos los pacientes con feocromocitoma, operados en el Servicio de Cirugía General del Hospital Clinicoquirúrgico "Hermanos Ameijeiras", durante el período comprendido entre junio de 1984 y junio de 2000. Incluyó a 33 pacientes, 24 mujeres y 9 hombres. Predominó la afección en la tercera, cuarta y quinta décadas de la vida. La hipertensión arterial fue la manifestación clínica principal, presente en el 85 % de los casos; el incidentaloma y la neoplasia endocrina múltiple (NEM) IIA fueron otras formas de presentación. La tomografía axial computadorizada y el ultrasonido tuvieron una sensibilidad de 95 y 100 %, respectivamente, para el diagnóstico de la entidad. La adrenalectomía fue el tratamiento de elección y la lumbar (84,8 %), la vía de abordaje más empleada. La apertura pleural fue el accidente más frecuente y las complicaciones predominantes fueron el neumotórax y el hematoma lumbar. El resultado final del tratamiento fue bueno en 28 pacientes (84,84 %) y ocurrieron 2 fallecimientos (6,1 %)

Carcinoma renal y feocromocitoma ipsilateral

Rodríguez García,Nuria; Pascual Mateo,Carlos; Llanes González,Luis; Escalera Almendros,Carlos; Berenguer Sánchez,Antonio
Fonte: Archivos Españoles de Urología (Ed. impresa) Publicador: Archivos Españoles de Urología (Ed. impresa)
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/05/2005 Português
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37.78%
OBJETIVO: presentación de un caso de asociación entre cáncer renal y feocromocitoma ipsilateral, tratado mediante cirugía laparoscópica. MÉTODO: describimos el caso de una paciente de 67 años que presenta dolor lumbar izquierdo e infecciones urinarias de repetición. Se practicaron ecografía y CT abdominal, que revelaron carcinoma renal y masa suprarrenal ipsilateral confirmada con RMN. Con diagnóstico de carcinoma renal izquierdo y probable metástasis suprarrenal se realizó nefrectomía y suprarrenalectomía izquierda laparoscópica. RESULTADOS: el estudio anatomopatológico de la pieza quirúrgica demostró un carcinoma de células renales cromófobo y un feocromocitoma suprarrenal. CONCLUSIONES: la asociación de carcinoma renal y feocromocitoma es infrecuente, como así los sugiere la escasa bibliografía al respecto. La presencia de una masa suprarrenal en un paciente con historia de tumor primario suele corresponder frecuentemente a una enfermedad metastásica pero no debe descartarse un proceso neoplásico primario suprarrenal.

Resección laparoscópica de feocromocitoma y quiste pancreático en un paciente con enfermedad de Von Hippel-Lindau

Castillo,O.; Kerkebe,M.; Vitagliano,G.; Arellano,L.
Fonte: Actas Urológicas Españolas Publicador: Actas Urológicas Españolas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/03/2007 Português
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37.78%
Introducción: La enfermedad de Von Hippel-Lindau es una condición autosómica dominante, caracterizada por la presencia de hemangioblastomas cerebelosos, angiomas retinianos, quistes y tumores viscerales. Reportamos una experiencia en la resección por vía laparoscópica de un feocromocitoma y quiste pancreático en un paciente con enfermedad de Von Hippel-Lindau. Material y método: Paciente de 20 años de edad, sexo masculino, con historia de enfermedad de Von Hippel-Lindau, a quien en estudio de hipertensión arterial se le encuentra una masa suprarrenal izquierda de 5 cm. de diámetro y la evaluación bioquímica orienta hacia un feocromocitoma. Es llevado a adrenalectomía laparoscópica y como hallazgo intraoperatorio se encuentra un quiste de 3 cm. en relación a la cola del páncreas, el cual se reseca en el curso de la misma intervención. Resultados: El tiempo operatorio fue de 120 minutos. No se registraron complicaciones intra o postoperatorias. El sangrado quirúrgico fue < 50 mL y la estadía hospitalaria fue de 3 días. El estudio de anatomía patológica confirmó el diagnóstico de feocromocitoma de la glándula suprarrenal y la lesión quística fue informada como cistoadenoma microquístico mucoso del páncreas. Conclusión: La técnica laparoscópica nos ha permitido realizar el abordaje quirúrgico de lesiones en diferentes órganos abdominales en el mismo tiempo operatorio con excelente resultado. A nuestro entender...

Eritema nodoso como presentación de feocromocitoma

Gallego Domínguez,S.; Pascua Molina,F. J.; Caro Mancilla,A.; González Núñez,A.
Fonte: Anales de Medicina Interna Publicador: Anales de Medicina Interna
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/08/2005 Português
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37.78%
El eritema nodoso es una paniculitis septal de diversas etiologías: infecciosas, medicamentosas, secundarias a enfermedades sistémicas o idiopáticas. Describimos el caso de una paciente de 47 años con antecedentes de hipertensión arterial de varios años de evolución, que presenta cuadro de sucesivos brotes de lesiones cutáneas eritematosas y pruriginosas en miembros inferiores, siendo diagnosticadas mediante biopsia cutánea de eritema nodoso. En el estudio etiológico se efectúa ecografía abdominal descubriendo masa sólida hipodensa de 7 x 5 cm situada en glándula adrenal izquierda. Determinaciones de catecolaminas y Vanilmandélico se encuentran aumentadas en suero y orina, llegándose a un diagnóstico final de feocromocitoma. El feocromocitoma es un tumor de la médula adrenal de células cromafines derivadas de la cresta neural secretoras de catecolaminas, poco frecuente, sin diferencias entre sexos y con un pico de incidencia entre la tercera y cuarta décadas de la vida. El 90% son esporádicos, identificándose únicamente como causante de hipertensión arterial entre el 0,1 y el 0,2% de los casos. La aparición de eritema nodoso (E.N.) como un síntoma más en el contexto evolutivo de un feocromocitoma, es una relación escasamente documentada en la bibliografía consultada. Cabría pensar en una posible coincidencia...

Feocromocitoma

Costa,Liane; Gomes,António Taveira
Fonte: ArquiMed - Edições Científicas AEFMUP Publicador: ArquiMed - Edições Científicas AEFMUP
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2008 Português
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O feocromocitoma é uma neoplasia rara, produtora de catecolaminas, cuja origem mais frequente é a medula su-pra-renal. Tem um amplo espectro de apresentações clínicas mas a tríade sintomática de cefaleias, palpitações e hipersudorese, acompanhada de hipertensão arterial é muito característica. As crises hipertensivas e os eventos cardiovasculares potencialmente fatais causados por esta neoplasia decorrem do efeito potente da estimulação adrenérgica e justificam a importância de um diagnóstico célere e de uma abordagem terapêutica eficaz no controlo sintomático e na prevenção de complicações. O diagnóstico de feocromocitoma é obtido por testes bioquímicos sanguíneos ou urinários em que se evidencie excesso de catecolaminas ou dos seus metabolitos. Estes devem ser realizados em todos os doentes com clínica sugestiva, nos indivíduos assintomáticos que apresentem um incidentaloma supra-renal ou naqueles em que exista predisposição genética conhecida (p.e. síndrome de neoplasias endócrinas múltiplas tipo 2, doença de von Hippel Lindau, neurofibromatose tipo 1, síndrome de paragangliomas familiares). A avaliação imagiológica de um feocromocitoma - através de TC (tomografia computorizada)...

Oclusión intestinal en una paciente portadora de un Feocromocitoma no diagnosticado: Manejo anestésico

Otero,Ignacio; Kohn,Eduardo
Fonte: Anestesia Analgesia Reanimación Publicador: Anestesia Analgesia Reanimación
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2014 Português
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37.78%
El feocromocitoma es un tumor productor de catecolaminas que procede de las células cromafines del sistema nervioso simpático que puede causar hipertensión severa entre otros trastornos sistémicos. Pueden ser esporádicos o encontrarse asociados a varias enfermedades genéticas: neoplasia endocrina múltiple tipo 2, enfermedad de von Hippel-Lindau, neurofibromatosis de tipo 1 y paraganglioma familiar. Cuando un paciente en el que se sospecha la presencia de un feocromocitoma se presenta con una ugencia quirúrgica representa un gran desafío para el anestesiólogo, ya que en esta situación la mortalidad aumenta notablemente. Presentamos el caso de una paciente que resultó ser portadora de un feocromocitoma, integrando un síndrome MEN 2b con masas suprarrenales bilaterales que se presentó en la urgencia con una oclusión intestinal con una crisis hipertensiva severa con edema agudo de pulmón.

Feocromocitoma gigante abscedado: A propósito de un caso

De Jesús,Jenny; García,Franklin; Fung,Liliana; Hernández,Evelyn
Fonte: Sociedad Venezolana de Endocrinología y Metabolismo Publicador: Sociedad Venezolana de Endocrinología y Metabolismo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2015 Português
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37.94%
Objetivos: Describir la presentación de un caso clínico de feocromocitoma gigante abscedado benigno debido a su baja frecuencia clínica. Caso clínico: Paciente masculino de 53 años, con enfermedad actual desde agosto/2013 caracterizada por hiporexia, astenia, dolor en hipocondrio derecho, concomitantemente fiebre en 39°C y pérdida de peso de 12 Kg en 4 meses, siendo referido a este centro. Durante su hospitalización presenta cifras tensionales elevadas y palpitaciones. Se realiza ecosonograma abdominal en 2 oportunidades con hallazgos de lesión ocupante de espacio (LOE) en segmentos hepáticos V y VI y lesión parenquimatosa renal derecha grado II. Se realiza TAC abdomino-pélvica con doble contraste donde se evidencia LOE suprarrenal derecho de aspecto neoproliferativo; se solicitan catecolaminas en orina de 24 horas que reportaron elevadas. Se inicia α y β bloqueo con doxazosin y propranolol. Posteriormente se realiza intervención quirúrgica: adrenalectomía derecha con vaciamiento ganglionar y nefrectomía derecha. Macroscópicamente se observó tumor adrenal de 25 cm de diámetro, con contenido purulento fétido en su interior, cuyo cultivo reportó Salmonella sp. La biopsia concluyó en feocromocitoma quístico abscedado con ausencia de hallazgos sugestivos de malignidad. Conclusión: El feocromocitoma es un tumor neuroendocrino con una baja prevalencia...