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Características físicas e químicas de frutos de maracujazeiro-amarelo enxertado em três porta-enxertos

Cavichioli, José Carlos; Corrêa, Luiz de Souza; Boliani, Aparecida Conceição; Santos, Pedro César dos
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 906-914
Português
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36.825723%
O mercado de frutas frescas do maracujá-amarelo valoriza a qualidade interna e externa dos frutos. Assim, este trabalho teve o objetivo de avaliar o efeito do porta-enxerto e do tipo de enxertia na qualidade dos frutos de maracujazeiro-amarelo (Passiflora edulis Sims). O experimento foi conduzido no município de Adamantina-SP, no período de abril de 2006 a junho de 2007, adotando-se o delineamento em blocos ao acaso, em esquema fatorial 3 x 2 + 1 tratamento adicional, com quatro repetições. Os porta-enxertos avaliados foram: P. edulis (maracujá-amarelo), P. alata (maracujá-doce) e P. gibertii (maracujá-giberti), em dois tipos de enxertia: hipocotiledonar e convencional por garfagem tipo fenda cheia e um tratamento adicional, sem enxertia. Utilizou-se como copa o maracujazeiro-amarelo (Passiflora edulis Sims). Avaliaram-se o comprimento, o diâmetro, a massa fresca e a classificação dos frutos no período de novembro de 2006 a abril de 2007, a massa e a espessura da casca dos frutos, o rendimento do suco, o teor de sólidos solúveis totais (SST), a acidez total titulável (ATT) e o ratio (SST/ATT) dos frutos no mês de dezembro de 2006. O diâmetro e a massa fresca de frutos obtidos de plantas enxertadas sobre P. gibertii foram inferiores em relação aos de plantas pé-franco e aos de plantas enxertadas sobre P. alata. Os maiores comprimentos de frutos foram encontrados em plantas não enxertadas. Os porta-enxertos utilizados não influenciaram no teor de SST...

Características físicas e químicas de frutos de maracujazeiro-amarelo enxertado em três porta-enxertos

Cavichioli,José Carlos; Corrêa,Luiz de Souza; Boliani,Aparecida Conceição; Santos,Pedro César dos
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2011 Português
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36.825723%
O mercado de frutas frescas do maracujá-amarelo valoriza a qualidade interna e externa dos frutos. Assim, este trabalho teve o objetivo de avaliar o efeito do porta-enxerto e do tipo de enxertia na qualidade dos frutos de maracujazeiro-amarelo (Passiflora edulis Sims). O experimento foi conduzido no município de Adamantina-SP, no período de abril de 2006 a junho de 2007, adotando-se o delineamento em blocos ao acaso, em esquema fatorial 3 x 2 + 1 tratamento adicional, com quatro repetições. Os porta-enxertos avaliados foram: P. edulis (maracujá-amarelo), P. alata (maracujá-doce) e P. gibertii (maracujá-giberti), em dois tipos de enxertia: hipocotiledonar e convencional por garfagem tipo fenda cheia e um tratamento adicional, sem enxertia. Utilizou-se como copa o maracujazeiro-amarelo (Passiflora edulis Sims). Avaliaram-se o comprimento, o diâmetro, a massa fresca e a classificação dos frutos no período de novembro de 2006 a abril de 2007, a massa e a espessura da casca dos frutos, o rendimento do suco, o teor de sólidos solúveis totais (SST), a acidez total titulável (ATT) e o ratio (SST/ATT) dos frutos no mês de dezembro de 2006. O diâmetro e a massa fresca de frutos obtidos de plantas enxertadas sobre P. gibertii foram inferiores em relação aos de plantas pé-franco e aos de plantas enxertadas sobre P. alata. Os maiores comprimentos de frutos foram encontrados em plantas não enxertadas. Os porta-enxertos utilizados não influenciaram no teor de SST...

Raleio de frutos em lichieira 'Bengal'

Santos,Carlos Eduardo Magalhães dos; Silva,José Osmar da Costa e; Cavatte,Rithiely da Paschoa Queiroz; Salomão,Luiz Carlos Chamhum; Bruckner,Claudio Horst
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 Português
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Originária da região sudeste da China, a lichieira tem apresentado significativo crescimento em área cultivada nos últimos anos devido aos excelentes sabor e aroma dos frutos. Porém, alternâncias de produção, associadas ao baixo vingamento de frutos, são problemas importantes da cultura. O raleio de frutos pode contribuir para a redução da alternância de produção e aumentar o percentual de frutos comercializáveis e de melhor qualidade, através do ganho em tamanho. Objetivou-se, neste trabalho, avaliar o efeito do raleio de frutos em lichieira 'Bengal' para as condições de cultivo em Viçosa, Minas Gerais. O experimento foi conduzido no delineamento experimental em blocos casualizados, com 5 tratamentos e 7 repetições, sendo cada planta uma repetição. Os tratamentos consistiram em diferentes intensidades de raleio manual representados pelo número de frutos deixados nas panículas do ramo terminal, sendo: T1: 3 frutos/ramo; T2: 6 frutos/ramo; T3: 9 frutos/ramo; T4: 12 frutos/ramo; T5: sem raleio (controle). Analisaramse o comprimento longitudinal e equatorial dos frutos (cm), a massa de fruto (g); a massa da casca, polpa e semente (g); o teor de sólidos solúveis totais (ºBrix); a acidez titulável da polpa (% ácido málico); a percentagem de matéria seca da polpa...

Tamaño óptimo de muestra para evaluar el patrón de crecimiento de frutos de naranjo 'Valencia late'

Avanza,María Mercedes; Bramardi,Sergio Jorge; Mazza,Silvia Matilde
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2010 Português
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Los modelos de crecimiento de frutos describen la evolución de su tamaño a lo largo del período de desarrollo. Con fines de pronóstico, estos modelos permiten estimar en forma anticipada el tamaño que alcanzarán los frutos al momento de la cosecha. Para lograr estimaciones insesgadas del tamaño de frutos a cosecha es necesario un diseño adecuado de muestreo en la etapa de recolección de datos. El objetivo del presente trabajo fue determinar el tamaño óptimo de muestra, compuesta por árboles (n) y frutos (m), para establecer modelos de crecimiento de frutos de naranjo 'Valencia late', que permitan estimar la distribución de tamaño a la cosecha. Se trabajó con el diámetro ecuatorial de frutos previo a la cosecha, proveniente de dos huertos comerciales ubicados en la provincia de Corrientes, Argentina, durante tres temporadas. Mediante modelos mixtos se estimaron las componentes de varianzas entre árboles y frutos, y posteriormente a partir de dos tipos de metodologías se determinó el tamaño de muestra óptimo. La variabilidad entre frutos fue superior a la variabilidad entre árboles. Para la determinación del patrón de crecimiento de frutos de naranjo 'Valencia late' mediante un muestreo bietápico, se sugiere seleccionar 7 árboles y 30 frutos de cada árbol...