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"Avaliação da resposta clínica e citogenética em portadores de leucemia mielóide crônica, tratados com inibidor da tirosina quinase (imatinib)" ; Hematologic and cytogenetic response in chronic myeloid leukemia patients treated with inhibitor of tyrosine kinase (imatinib)

Mello, Mônika Conchon Ribeiro de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 05/10/2004 Português
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97.07%
O STI (imatinib, Glivec) é um inibidor da tirosina quinase BCR-ABL, responsável pela patogênese da leucemia mielóide crônica (LMC). Um total de 110 pacientes com LMC na fase crônica (FC) que falharam ou foram intolerantes ao tratamento com interferon, fase acelerada (FA) e crise blástica (CB) foram tratados com imatinibe entre dezembro de 2000 e setembro de 2003. Resposta hematológica completa e resposta citogenética maior foram observadas em 95,9% e 69,4% respectivamente em pacientes em FC e 93,2% e 36,4% em FA. Apenas 2 pacientes na CB estão vivos. O imatinib foi bem tolerado com altas taxas de resposta. ; STI571 (Imatinib, Glevec) is an inhibitor of the Bcr-Abl tyrosine kinase that is central to the pathogenesis of chronic myelogenous leukemia (CML). A total of 110 patients with CML chronic phase (CP) who failed or were intolerant to interferon, accelerated phase (AP) and blastic crisis (BC) were treated with imatinib from December 2000 until September 2003. Complete hematologic response and major cytogenetic response were observed in 95,9% and 69,4% respectively of patients in CP and 93,2% and 36,4% in AP. Only 2 patients are alive in BC. Imatinib is well tolerated with high rates of response

Genes hSecurina e VEGF e células endoteliais circulantes como marcadores de angiogênese em portadores de leucemia mielóide crônica; hSecurin and VEGF genes and circulating endothelial cells as markers of angiogenesis in patients with chronic myeloid leukemia

Godoy, Carla Rosa Teixeira de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 03/10/2011 Português
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96.92%
INTRODUÇÃO: O impacto do aumento de expressão do fator de crescimento endotelial no curso da Leucemia Mielóide Crônica (LMC) ainda é desconhecido, porém há relatos de que estes pacientes apresentam maior densidade vascular em medula óssea do que em indivíduos saudáveis, principalmente em crise blástica. Outro fator recentemente associado ao aumento da angiogênese é a expressão anormal da proteína hsecurina, que, por sua vez, inibi uma protease denominada separase, responsável pela separação das cromátides irmãs durante a anáfase da mitose. Por esses motivos, quantificamos células endoteliais circulantes e VEGF em portadores de LMC como marcador de angiogênese e expressão do gene hsecurina. MÉTODOS: Realizamos análise prospectiva e consecutiva de uma coorte de 31 pacientes com LMC em fase crônica ao diagnóstico, 23 em crise blástica, 30 em fase acelerada, atendidos no ambulatório de Hematologia da FMUSP e 50 indivíduos saudáveis, doadores de plaquetas por aférese, para quantificação da porcentagem de células endoteliais circulantes e subtipos pelo método de citometria de fluxo no laboratório de Imunopatologia HC/FMUSP. Desta coorte 25 pacientes em fase crônica, 14 em crise blástica, 26 em fase acelerada e 32 indivíduos saudáveis foram analisados para os genes hsecurina e VEGF por PCR quantitativo em tempo real. RESULTADOS: A mediana da porcentagem das células endoteliais circulantes foi de 0...

Papel do gene da síndrome de Wiskott Aldrich (WASP) na leucemia mielóide crônica.; The role of Wiskott Aldrich syndrome protein (WASP) in the chronic myeloid leukemia.

Pereira, Welbert de Oliveira
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 04/11/2011 Português
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96.92%
Bcr-Abl é a tirosina quinase (TK) responsável por causar a Leucemia Mielóide Crônica (LMC). Os últimos estudos de follow-up mostram que apenas 50% dos pacientes tratados com a segunda geração de inibidores de TK atinge a remissão completa, o que significa que metade desses pacientes necessita de um algo melhor do que está disponível. Wiskott Aldrich Syndrome Protein (WASP) é um gene essencial para o bom desenvolvimento e função das células hematopoiéticas. Ante esse contexto, decidimos investigar se WASP poderia ter algum papel ou relevância na LMC. Em conclusão, Bcr-Abl suprime a expressão WASP por um mecanismo epigenético. A re-expressão de WASP torna as células mais suscetíveis à apoptose em resposta ao Imatinib. Sugerimos que a recuperação da expressão WASP deve ser discutida como estratégia para a terapia da LMC.; Bcr-Abl is the tyrosine kinase (TK) responsible for causing Chronic Myeloid Leukemia (CML). This fusion protein up- and down-regulates several genes and pathways, producing a strong resistance to apoptosis and a blockage of cell maturation in the hematopoietic compartment. The last follow-up studies provided that only 50% of the patients treated with second generation achieve complete remission...

Expressão de microRNAs em células Bcr-Abl1 positivas: associação com a resistência à apoptose e fisiopatologia da Leucemia Mielóide Crônica; MicroRNA expression in Bcr-Abl1 positive cells: association with apoptosis resistance and Chronic Myeloid Leukemia physiopathology

Ferreira, Aline Fernanda
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 25/05/2012 Português
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96.91%
A leucemia mielóide crônica (LMC) é uma doença mieloproliferativa resultante da expansão clonal da célula hematopoética precursora. Sua fisiopatologia está associada ao cromossomo (cr) Philadelphia (Ph) originado da t(9;22) e ao oncogene bcr-abl1 que codifica a proteína Bcr-Abl1 com constitutiva atividade de tirosinoquinase (TK). A expressão de Bcr-Abl determina a leucemogênese por meio da alteração da adesão das células progenitoras leucêmicas ao estroma medular e resistência à apoptose. Os inibidores de TK, o mesilato de imatinibe, dasatinibe e nilotinibe são utilizados no tratamento da LMC, entretanto, casos de resistência têm sido relacionados à presença de mutações em Bcr-Abl1, duplicação do cr Ph e superexpressão do gene bcr-abl1. A resistência ou refratariedade de alguns pacientes ao tratamento com inibidores de TK impulsiona a realização de estudos para melhor conhecimento da fisiopatologia da LMC e descrição de novos alvos terapêuticos. Nesse contexto, o presente estudo investigou a participação de microRNAs na modulação da expressão de genes que regulam a apoptose. O objetivo geral deste trabalho foi investigar o efeito de bcr-abl1 e da atividade tirosinoquinase de Bcr-abl na expressão desses miRNAs em linhagens celulares e pacientes com LMC. O RNA das linhagens celulares...

Impacto da introdução do regime de condicionamento Fludarabina e Busulfano, no transplante alogênico de células progenitoras hematopoiéticas para portadores de Leucemia Mielóide Crônica, em fase crônica: a experiência de um centro brasileiro

Souza, Mair Pedro de
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 133 f.
Português
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96.89%
Pós-graduação em Pesquisa e Desenvolvimento (Biotecnologia Médica) - FMB; Estudo retrospectivo com a finalidade de avaliar o impacto da introdução de um regime alternativo de condicionamento para transplantes de medula óssea alogênicos com doadores aparentados, totalmente compatíveis, portadores de Leucemia Mielóide Crônica, em Fase Crônica. No período de agosto de 1996 a julho de 2008, foram incluídos 158 pacientes, analisados em dois diferentes momentos: o primeiro inclui os pacientes transplantados antes de 2004, quando 72(45%) deles, foram tratados com a combinação Busulfano e Ciclofosfamida (BUCY). Neste período inicial os dados demonstraram melhores resultados nos pacientes abaixo de 30 anos. No segundo período (após 2004) o regime de condicionamento era orientado em função da idade do receptor, condições clínicas, e pelo histórico individual de comorbidades. Com um total de 86 pacientes, transplantados até o final da análise, 44(28%) deles receberam a combinação BUCY e 42(27%) indivíduos foram alocados para o protocolo envolvendo Busulfano e Fludarabina (FLUBU). As informações do grupo transplantado antes de 2004 mostram forte influência da idade do receptor, acima ou abaixo de 30 anos, na Sobrevida Global (p=0...

Estudo da expressão do Gene ABR em leucemia mieloide cronica (LMC) utilizando real-time RT-PCR (qPCR); Expression of active BCR related (ABR) gene in chronic myeloid leukemia (CML) real-time RT-PCR (qPCR)

Carolina Yaeko Namasu
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 17/07/2006 Português
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96.89%
Leucemia mielóide crônica (LMC) é uma doença mieloproliferativa crônica resultante de alteração citogenética t(9;22) (q34; q11) que acarreta atividade constitutiva de tirosino-quinase por meio da proteína quimérica BCR-ABL. Esta alteração ocorre nas células precursoras hematopoéticas e pode ser detectada em todas as células descendentes. O mesilato de imatinibe (Glivec®) é um inibidor do receptor do fator de crescimento derivado de plaquetas (PDGF-R), proteína quinase do BCR-ABL, administrado com sucesso a pacientes portadores de LMC. Porém, algumas formas de resistência ao tratamento têm sido apontadas, e as mais conhecidas envolvem o surgimento de mutações no domínio com atividade de quinase da proteína BCR-ABL. Entretanto, parece claro que o surgimento mutações adquiridas que acarretem ganho de função não é capaz de explicar todos os casos de resistência e que outros sistemas gênicos podem estar envolvidos neste fenótipo adverso. O gene ABR possui grande homologia com o gene BCR e aparentemente apresenta funções características e outras compartilhadas com esse último. Neste trabalho, avaliamos a expressão do gene ABR em amostras de medula óssea e sangue periférico de pacientes portadores de LMC em fase crônica ao diagnóstico e em pacientes que receberam transplante alogênico de medula óssea...

Avaliação do transcriptoma da leucemia mieloide cronica por ORESTES (Open Reading Frame Expression Sequence Tags); CML transcriptome analysis using ORESTES (Open Reading Frame Expression Sequence Tags)

Fernando Lopes Alberto
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 14/02/2003 Português
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96.96%
Câncer é o resultado de anomalias no genoma acumuladas ao longo do tempo e corresponde a doença genética mais freqüente na população humana. Os últimos anos têm presenciado enormes avanços tecnológicos que facilitaram o desenvolvimento de técnicas para análise em larga escala do conjunto dos genes expressos nos diferentes tecidos, sendo responsável pela explosão do conhecimento em medicina molecular. No presente trabalho avaliamos o transcriptoma da leucemia mielóide crônica através da técnica de ORESTES (Open Reading Frame Expressed Sequence Tags). As seqüências geradas foram agrupadas de acordo com sua homologia através do pacote de bioinformática Phrap. Essa estratégia aumentou o grau de cobertura genômica, já que as seqüências originais apresentavam tamanho máximo de 500 a 700 bases. Após a retirada dos contaminantes, obtivemos 2933 agrupamentos de seqüências (contigs) e 11568 seqüências isoladas. Cada contig representa um gene em potencial e o seu conjunto foi submetido a comparação com o banco de dados público nr para possibilitar a anotação e classificação funcional. Os agrupamentos ORESTES foram classificados em comunicação celular (19%); crescimento, desenvolvimento e manutenção celular (9%); metabolismo celular (30%); estrutura...

Aderência dos pacientes com leucemia mielóide crônica à terapia com inibidores de tirosino quinase; Adherence to tyrosine kinase inhibitors treatment in patients with chronic myeloid leukemia

Maria Helena de Almeida
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 04/02/2013 Português
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97.05%
A leucemia mieloide crônica e uma doença clonal, caracterizada por uma translocação recíproca entre os cromossomos 9 e 22. A introdução do tratamento com inibidores de tirosino quinase, administrado por via oral, revolucionou e melhorou drasticamente o tratamento destes pacientes, porem a eficácia deste tratamento esta diretamente relacionada ao uso desta medicação a longo prazo. Pacientes e métodos: 137 pacientes com leucemia mieloide crônica, em uso de inibidores de tirosino quinase, tiveram a sua aderência avaliada em três diferentes momentos: seis meses retrospectivo, seis e doze meses prospectivos. Três diferentes métodos indiretos foram utilizados para a avaliação da aderência: o teste de Morisky, o diário de medicação e o índice de posse da medicação. Resultados: não houve diferença significante quando consideramos os três diferentes momentos em que avaliação foi realizada e o método considerado mais efetivo para a avaliação da aderência foi considerado o índice de posse da medicação (p=0.0001). Considerando as informações acima, o método utilizado para a avaliação da aderência foi o índice de posse da medicação avaliado apos, aproximadamente, 12 meses de analise. A mediana de aderência observada neste estudo foi de 96...

Leucemia mieloide crônica : aspectos clínicos e fatores que infuenciaram a resposta citogenética em pacientes tratados com imatinibe no estado do Piauí; Chronic myeloid leukemia : clinical aspects and factors that influenced the cytogenetic response in patients treated with imatinib in the state of Piauí

Mônica Fortes Napoleão do Rêgo
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 29/07/2014 Português
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96.89%
A Leucemia Mieloide Crônica (LMC) é uma neoplasia mieloproliferativa, caracterizada pela presença do cromossomo Philadelphia, que é o resultado da translocação balanceada entre os braços longos dos cromossomos 9 e 22 que corresponde à formação do gene híbrido BCR-ABL, que codifica uma proteína quimérica com atividade tirosina-quinase, diretamente implicada na patogênese da doença. O mesilato de imatinibe (IM) é um inibidor seletivo dessa enzima e tem sido usado como terapia alvo-específica na LMC com excelentes resultados em estudos clínicos. É controverso na literatura se estes resultados sao reproduzíveis na população em geral e que processos podem ser implementados para otimizá-los. No nosso estudo realizamos uma análise de pacientes com LMC que tomaram IM entre 2002 e 2013, atendidos no Hospital São Marcos, em Teresina-PI. Teve, como objetivo, caracterizar a LMC no Piauí do ponto de visto clínico e laboratorial, avaliar a eficácia do tratamento com IM em portadores de LMC fase crônica e acelerada, através da resposta citogenética aos 12 meses. Investigou-se a influência dos seguintes fatores na resposta citogenética completa aos 12 meses: idade, sexo, fase da doença, tempo entre o diagnóstico e o início do IM...

Análise dos transcritos da translocação t(9;22) em Leucemia Mielóide Crônica

Barboza,Luciana P.; Souza,Jamison M.; Simões,Felippe V.; Bragança,Iracema C.; Abdelhay,Eliana
Fonte: Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia e Terapia Celular Publicador: Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia e Terapia Celular
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2000 Português
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97.12%
A leucemia mielóide crônica é uma doença proliferativa do sistema hematopoiético, caracterizada pela expansão clonal de uma célula tronco primitiva e pluripotente denominada "stem cell", que tem a capacidade de se diferenciar em células mielóides, monocíticas, megacariocíticas e células B e T. Em homeostase, existe um equilíbrio entre proliferação, diferenciação e renovação das células tronco, equilíbrio este que se encontra alterado em pacientes com Leucemia mielóide crônica, devido a uma proliferação e diferenciação aumentada e anormal relacionada à atividade de tirosino quinase do produto do gene quimérico BCR/ABL resultante da translocação t(9;22), que se apresenta como marcador da doença. Vários transcritos quiméricos têm sido descritos e acredita-se que a gravidade do quadro clínico dependa do tipo de mRNA gerado. No presente trabalho analisamos 28 amostras de 27 pacientes diagnosticados com Leucemia mielóide crônica. Todos possuíam a translocação t(9;22) e foram analisados para a presença dos transcritos resultantes das fusões b3a2 ou b2a2 por RT-PCR e Nested-PCR, técnicas que se mostraram mais sensíveis para a identificação dos transcritos. Entre os pacientes, 12% apresentaram fusão b3a2...

Papel da P190 BCR-ABL como parâmetro de recaída na leucemia mielóide crônica

Andrade,Gabriela V.
Fonte: Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia e Terapia Celular Publicador: Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia e Terapia Celular
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2008 Português
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96.9%
A leucemia mielóide crônica (LMC) é uma desordem hematológica mieloproloferativa clonal causada por uma mutação em uma célula-tronco pluripotente, resultando na proliferação e acúmulo de células mielóides e seus progenitores. O cromossomo Philadelphia é o resultado de uma translocação recíproca de material genético entre os genes abl (Abelson murine leukemia) no cromossomo 9, e o bcr (breakpoint cluster region) no cromossomo 22, resultando na formação do gene quimérico BCR-ABL. Neste trabalho, 45 pacientes foram acompanhados de forma seqüencial, de acordo com as avaliações periódicas individuais, e 360 amostras foram selecionadas e analisadas pela técnica da reação em cadeia da polimerase (PCR) através da técnica qualitativa para as isoformas características da P210BCR-ABL (b3a2 e b2a2) e P190BCR-ABL (e1a2). No nosso estudo no pré-TMO, observou-se uma prevalência das isoformas características da LMC (b3a2 e/ou b2a2), fato imprescindível para que o paciente fosse acompanhado dentro do protocolo da LMC. A isoforma e1a2, característica da LLA, foi detectada em 11 pacientes em conjunto com essas isoformas. A detecção do transcrito e1a2 foi avaliada quanto ao seu provável papel na LMC, e foi um dos parâmetros de avaliação deste estudo.

Acompanhamento farmacoterapêutico dos pacientes com leucemia mieloide crônica em uso de mesilato de imatinibe na Universidade Federal do Ceará

Aquino,Sterfen S.; Gonçalves,Romélia P.; Silva,Lilianne B.
Fonte: Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia e Terapia Celular Publicador: Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia e Terapia Celular
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2009 Português
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96.91%
Leucemia mieloide crônica (LMC) é uma desordem genética de etiologia desconhecida, caracterizada por crescimento aumentado e não regulado de células precursoras mieloides na medula óssea. LMC está associada com uma característica translocação cromossômica chamada de cromossoma Philadelphia. Esse é um estudo observacional descritivo de pacientes com LMC do Hospital Universitário Walter Cantídio, Universidade Federal de Ceará, Brasil. O objetivo foi estudar a eficácia e a frequência de efeitos colaterais da terapia com mesilato de imatinibe. Vinte e seis pacientes foram incluídos: 09 em fase crônica (34,61%), 06 em fase acelerada (23,08%) e 11 em crise blástica (42,31 %). Os casos em fase crônica tiveram intolerância prévia para interferon alfa (IFN- α). Resposta hematológica completa foi observada em sete pacientes, cinco em fase crônica, um em acelerada e um em crise blástica. Durante o primeiro ano de tratamento, quatro pacientes em fase crônica mostraram resposta citogenética completa. Um destes pacientes perdeu a resposta posteriormente. Nenhum paciente em fase acelerada ou crise blástica mostrou resposta citogenética completa. Entre os 18 pacientes que estavam vivos no fim do estudo, apenas quatro (22...

Análise de pacientes com leucemia mieloide crônica com resistência primária ou secundária ao mesilato de imatinibe

Alves,Rita de Cássia S.
Fonte: Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia e Terapia Celular Publicador: Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia e Terapia Celular
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2009 Português
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96.88%
O mesilato de imatinibe, como terapia alvo, se revelou altamente eficiente na leucemia mielóide crônica. Um desafio é a resistência primária ou secundária, principalmente nas fases avançadas da doença. Na secundária, as mutações pontuais no domínio quinase ABL são o mecanismo mais frequente. Estudou-se no período de outubro de 2000 a dezembro de 2005, 112 pacientes no Serviço de Hematologia e Hemoterapia da Santa Casa de São Paulo. O objetivo foi caracterizar o perfil dos resistentes e pesquisar a presença de mutação. Encontrou-se maior porcentagem de resistentes nas fases mais avançadas. Foram fatores de risco para resistência na fase crônica o número de plaquetas superior a 450.000/mm³ pré-imatinibe ou plaquetas inferior a 50.000/mm³ durante o tratamento. A taxa de resposta hematológica completa e o tempo para obtenção foram semelhantes entre os resistentes e não resistentes. Observou-se menor sobrevida global nos resistentes. Destacaram-se dez pacientes resistentes com resposta citogenética completa pós 12 meses, "responsivos tardios", cuja freqüência de resposta hematológica e citogenética foi semelhante aos não resistentes (100%). A sobrevida livre de progressão foi similar até aos 40 meses e a sobrevida global até aos 70 meses. A sobrevida global e as respostas foram superiores aos demais resistentes. Referente à pesquisa de mutação...

Vías de señalización asociadas a BCR-ABL en la progresión de leucemia mieloide crónica

Moreno Guerrero, Leydi Magaly
Fonte: Pontifícia Universidade Javeriana Publicador: Pontifícia Universidade Javeriana
Formato: PDF
Português
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96.96%
La leucemia mieloide crónica (LMC) es una neoplasia mieloproliferativa caracterizada por la proliferación desordenada y el bloqueo madurativo de células de linaje mieloide en la médula ósea (MO) manifestándose en tejidos periféricos. Esta enfermedad representa el 15%-20% del total de casos nuevos de leucemia en adultos y desde el punto de vista citogenético, en el 90-100% de los pacientes con LMC se produce la translocación t(9;22) (también conocida como cromosoma Filadelfia –Ph-), en la que el gen ABL localizado en el brazo largo del cromosoma 9 se transloca al cromosoma 22 y el gen BCR localizado en el brazo largo del cromosoma 22 se transloca al cromosoma 9. Es importante profundizar en los mecanismos celulares en los que los transcritos BCR-ABL y sus productos de corriente abajo de la cascada de señalización influyen en la activación de distintas vías que conducen a la evolución desde la fase crónica (de mejor respuesta al tratamiento) hasta la progresión de la enfermedad en las fases acelerada y crisis blástica (de peor pronóstico) y conocer los parámetros clínicos y biológicos que se deben emplear en estos pacientes para la realización de un diagnóstico, seguimiento y manejo terapéutico adecuado.

Expressão de DIDO em células Bcr-Abl+: associação com resistência a apoptose e fisiopatologia da leucemia mielóide crônica; DIDO gene expression in Bcr-Abl+ cells: association to apoptosis resistance and pathophysiology of chronic myeloid leukemia

Coelho, Maria Gabriela Berzoti
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 06/08/2015 Português
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97.02%
Na leucemia mielóide crônica (LMC) a proteína Bcr-Abl possui atividade tirosina-quinase constitutivamente ativada, induzindo a mieloproliferação e a resistência das células à apoptose. A maioria dos pacientes na fase crônica da LMC tratados com inibidores de tirosina-quinase (TKIs), como o mesilato de imatinibe, apresenta remissão citogenética completa da doença, mas uma parcela desses pacientes tem se mostrado resistente à terapia. A fisiopatologia da LMC e os mecanismos celulares e moleculares envolvidos na resistência à terapia com TKIs são diversos e precisam ser melhor estudados. Nesse contexto, o objetivo do presente estudo foi quantificar os níveis de expressão do gene DIDO, incluindo suas diferentes isoformas (DIDO 1, 2 e 3) e promotores (DIDO PP e PD) em controles e em pacientes com LMC nas diferentes fases da doença, tratados ou não com TKIs, bem como em linhagens celulares BCR-ABL1+ sensíveis (S) e resistentes (R) ao mesilato de imatinibe (MI). A literatura relata que DIDO 1 participa do processo de apoptose e que alterações na expressão de DIDO 2 e DIDO 3 podem estar associadas com o desenvolvimento de neoplasias mielóides. Dessa forma, foram estudados 60 pacientes com LMC e 57 controles, assim como as linhagens celulares HL-60...

Leucemia Mielóide Crónica Juvenil: Caso Clínico

Guimarães, Paulo; Godinho, Cristina; Fonseca, Teimo; Pinto, Armando; Guedes, Margarida; Machado, António
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Formato: application/pdf
Publicado em 25/09/2014 Português
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96.96%
A Leucemia Mielóide Crónica Juvenil é uma doença mieloproliferativa rara, ocorrendo predominantemente antes dos dois anos de idade.A apresentação clínica inclui exantema facial, adenomegalias, hepatoesplenomegalia e manifestações hemorrágicas. Hematologicamente verifica-se anemia, leucocitose (com monocitose e «desvio para a esquerda») e trombocitopenia.A sobrevida média é inferior a nove meses, sendo o óbito geralmente causado por uma intercorrência infecciosa. O transplante de medula óssea tem sido até à data o único tratamento capaz de alcançar a cura.Apresenta-se o caso clínico duma criança com acondroplasia, em que é feito aos 14 meses de idade o diagnóstico de Leucemia Mielóide Crónica Juvenil. Não foi ainda referida na literatura qualquer relação entre estas duas entidades.

Avaliação da resposta molecular e da expressão dos genes ABCF2, ALOX15B, PAWR, ncFOXO3A, ncMYLIP e ncSLC44A2 em pacientes com leucemia mielóide crônica em uso de inibidores de tirosina quinase de segunda geração; Evaluation of molecular response and expression of ABCF2, ALOX15B, PAWR, ncFOXO3A, ncMYLIP e ncSLC44A2 genes in patients with chronic myeloid leukemia treated with second generation tyrosine kinase inhibitors

Beatriz Felicio Ribeiro
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 13/02/2015 Português
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96.88%
A Leucemia Mielóide Crônica (LMC) é uma neoplasia mieloproliferativa crônica caracterizada pela presença do cromossomo Filadélfia (Ph) e produção da fusão proteica BCR-ABL que possui atividade tirosina quinase. O tratamento da LMC é realizado com inibidores de tirosina quinase (TKIs) e apesar das altas taxas de respostas obtidas com imatinibe, alguns pacientes são resistentes ou intolerantes ao tratamento, sendo necessário a troca para um TKI de segunda geração (nilotinibe ou dasatinibe). O monitoramento das respostas obtidas ao longo do tratamento permite identificar os pacientes que estão em um "estado seguro" (resposta ótima) e os que podem falhar ao tratamento. Os mecanismos de resistência ao tratamento são multifatoriais e a identificação desses mecanismos pode contribuir para o desenvolvimento de novas estratégias para o tratamento dos casos resistentes. Em um trabalho anterior do nosso grupo foram identificados diversos genes e RNAs longos não codificantes diferencialmente expressos em pacientes responsivos e não responsivos ao dasatinibe, entre eles os genes ABCF2, ALOX15B, PAWR, ncFOXO3A, ncMYLIP e ncSLC44A2. O objetivo desse trabalho foi avaliar a resposta molecular em pacientes com LMC em uso de inibidores de tirosina quinase de segunda geração (dasatinibe ou nilotinibe) após falha ou intolerância a um ou dois TKIs e avaliar a expressão dos genes ABCF2...

Monitoramento de doença residual mínima em leucemia mielóide crônica por PCR em tempo real

Almeida,Priscilla S. R.; Saddi,Vera Aparecida
Fonte: Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia e Terapia Celular Publicador: Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia e Terapia Celular
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2007 Português
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96.96%
O monitoramento de doença residual mínima (DRM) em leucemia mielóide crônica é extremamente importante, pois possibilita o diagnóstico precoce de eventuais recidivas da doença. Este estudo visa apresentar uma revisão bibliográfica sobre a aplicação e a avaliação da eficácia do método de PCR em tempo real no monitoramento da doença residual mínima em pacientes com leucemia mielóide crônica. O método fornece informações a respeito do número e cinética das células tumorais residuais, sendo atualmente o padrão ouro para seu monitoramento. O uso de transcrição reversa associada à PCR em tempo real tornou a quantificação de mRNA mais simples e precisa. A metodologia mais utilizada é a TaqMan, que emprega a atividade exonucleásica 5'-3' da Taq DNA Polimerase. O monitoramento da DRM é feito após transplante de medula óssea ou após terapias baseadas em drogas, como o interferon-a e o mesilato de imatinibe. Entretanto, os estudos sobre o assunto apresentam os dados de maneiras conflitantes, dificultando a interpretação e comparação dos resultados. A determinação e uniformização dos cut-offs em diversas condições se fazem necessárias a fim de que a metodologia de PCR em tempo real seja aplicada na clínica.

Resultados citogéneticos en pacientes con leucemia mieloide crónica

Quesada Dorta,Marlene; Pantaleón Florido,Gretta; Bello Álvarez,Daisy; Casanueva Calero,Karina; Carnot Uría,José
Fonte: Revista Cubana de Medicina Publicador: Revista Cubana de Medicina
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 Português
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Introducción: La leucemia mieloide crónica es una enfermedad mieloproliferativa caracterizada por 3 fases evolutivas. La evaluación citogenética de la enfermedad permite confirmar el diagnóstico y establecer el pronóstico. Objetivo: Reportar los resultados del estudio citogenético de 180 pacientes con diagnóstico clínico de leucemia mieloide crónica y correlacionarlos con las 3 fases de dicha neoplasia. Métodos: El análisis cromosómico de las muestras de médula ósea se realizó por las técnicas de bandas G y los cariotipos se clasificaron según los criterios del Sistema Internacional de Nomenclatura Cromosómica. Resultados: El 94 % de los pacientes estudiados presentó la translocación t(9;22), que apareció con mayor frecuencia en los individuos en fase crónica (87,5 %). En contraste, las anomalías cromosómicas secundarias al cromosoma Philadelphia resultaron las más frecuentes en los que estaban en fase acelerada y en crisis blástica (81,5 % y 96 %, respectivamente). Los resultados obtenidos confirman la relación que existe entre las alteraciones cromosómicas y las diferentes fases evolutivas de la leucemia mieloide crónica.

Atención farmacéutica y envío domiciliario de medicación a pacientes con leucemia mieloide crónica

San José Ruiz,Begoña; Gil Lemus,María Ángeles; Figuero Echeverría,María Puy
Fonte: Farmacia Hospitalaria Publicador: Farmacia Hospitalaria
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/02/2015 Português
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Objetivo: El objetivo de este artículo es describir la puesta en marcha de un modelo de envío domiciliario y atención farmacéutica presencial y no presencial a pacientes con leucemia mieloide crónica en tratamiento con inihibidores de tirosin kinasa. Método: Los pacientes diagnosticados de leucemia mieloide crónica fueron seleccionados como población susceptible de recibir este nuevo modelo de atención. Esta elección respondía a cuatro características: cronicidad de la patología, periodicidad de las consultas médicas, valor del seguimiento farmacéutico y conservación a temperatura ambiente de los medicamentos. Resultados: De 68 pacientes diagnosticados de leucemia mieloide crónica en tratamiento con inhibidores de tirosin kinasa se eligieron 42 por acudir a las consultas médicas de hematología con una periodicidad superior a tres meses. Se les envió una carta de presentación y un cuestionario sobre sus preferencias. Dieciséis expresaron su deseo de participar en el nuevo modelo. El departamento jurídico redactó un contrato para garantizar la confidencialidad, así como un modelo de consentimiento informado. Se estableció un modelo logístico de reparto basado en rutas y horarios definidos. Previo a la inclusión en el programa...