Página 1 dos resultados de 3 itens digitais encontrados em 0.009 segundos

Biologia de Holhymenia rubiginosa (Breddin) (Hemiptera: coreidae) em Passiflora alata curtis (Passifloraceae) e parasitóides de ovos associados; Biology of Holhymenia rubiginosa (Breddin) (Hemiptera: Coreidae) on Passiflora alata Curtis (Passifloraceae) and its egg parasitoids

Kolberg, Roberta
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
Português
Relevância na Pesquisa
37.79186%
Espécies do gênero Holhymenia são apontadas como pragas em maracujazeiros, podendo causar o murchamento e queda de frutos e botões florais. Neste trabalho, aspectos bioecológicos de Holhymenia rubiginosa foram estudados. Uma criação foi mantida em laboratório (25 ± 1 °C, 65 ± 10% UR, fotofase 12 horas) e os insetos alimentados com ramos e frutos (quando disponíveis) de Passiflora alata, solução de mel a 20% e pólen. O desenvolvimento embrionário foi avaliado nas temperaturas de 17, 21, 25 e 30 ± 1 °C. As ninfas e os casais foram mantidos nas mesmas condições da criação, alimentados com ramos e solução de mel. A duração média, em dias, e a viabilidade da fase de ovo foram de 25,4 ± 0,45 (88%); 13,2 ± 0,28 (88%); 8,8 ± 0,16 (94%) e 7,7 ± 0,17(92%), nas temperaturas de 17, 21, 25 e 30 ± 1 °C, respectivamente. A temperatura basal estimada para a fase embrionária foi 10,8 °C e a constante térmica 140,8 GD. Verificou-se diferença significativa entre a duração dos ínstares (P<0,0001), sendo o primeiro ínstar o mais curto (4,01 ± 0,02 dias) e o segundo o mais longo (15,75 ± 3,5 dias), além de ser o que apresentou maior mortalidade (75%). A longevidade de fêmeas foi 185,3 ± 17,52 dias e a de machos 133...

Efeito de genótipos de maracujazeiro sobre Dione juno juno (Cramer, 1779) (Lepidoptera: Nymphalidae) e associação ao predador Podisus nigrispinus (Dallas, 1851) (Hemiptera: Pentatomidae)

Angelini, Marina Robles
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Tese de Doutorado Formato: iv, 97 f. : il.
Português
Relevância na Pesquisa
37.778633%
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Pós-graduação em Agronomia (Entomologia Agrícola) - FCAV; O presente trabalho teve como objetivos estudar o comportamento de genótipos de maracujazeiro em relação à infestação de Dione juno juno (Cramer, 1779) (Lepidoptera: Nymphalidae), bem como verificar a influência desses genótipos sobre o predador Podisus nigrispinus (Dallas, 1851) (Hemiptera: Pentatomidae). Verificou-se a influência de genótipos de maracujazeiro sobre a preferência alimentar e os aspectos biológicos de D. juno juno. Em testes posteriores avaliou-se a atratividade e capacidade predatória de P. nigrispinus por lagartas de D. juno juno, e os aspectos biológicos do predador quando alimentado com presas, criadas em diferentes genótipos de maracujazeiro. Os experimentos foram conduzidos no Departamento de Fitossanidade da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Câmpus de Jaboticabal/SP, sendo os testes de laboratório realizados no Laboratório de Resistência de Plantas a Insetos deste mesmo local, sob condições ambientais controladas (temperatura: 26 l 1°C, U. R. de 60 l 10% e fotofase de 14 horas). Foram utilizados os genótipos de maracujazeiro Passiflora edulis Sims....

Descritores morfológicos quantitativos de passiflora setacea em cultivos orgânicos e convencionais.

VICENTINI, G. C.; COSTA, A. M.; MADALENA, J. O. de M.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 21., 2010, Natal. Frutas: saúde, inovação e responsabilidade. Natal: SBF, 2010. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 21., 2010, Natal. Frutas: saúde, inovação e responsabilidade. Natal: SBF, 2010.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE) Formato: 1 CD-ROM.
Português
Relevância na Pesquisa
47.7938%
O gênero Passiflora tem como principais características serem plantas trepadeiras herbáceas ou lenhosas de ramos cilíndricos ou quadrangulares, angulosas, suberificadas, glabras ou pilosas (TEIXEIRA, 1994). O Brasil é um dos centros da diversidade de espécies do gênero, com estimativas de que existam mais de 200 espécies muitas distribuídas nas áreas de Cerrado (Souza e Meletti, 1997). A Passiflora setacea é uma dessas espécies nativas encontradas nos biomas Cerrado e Caatinga (OLIVEIRA; RUGIERO, 2005). De acordo com a descrição botânica da espécie, a P. setacea apresenta caule cilíndrico tomentoso com tricomas suaves e macios. Estípulas setáceas, de 5 mm, decíduas. Pecíolos de 3 cm, próximos à base foliar, com um par de glândulas sésseis, medindo cerca de 1 mm de largura. Folhas de 5-8 × 6-10 cm, trilobadas (lóbulos oblongos ou oblongo-lanceolados), serreadas nos bordos, cordadas na base, trinervadas, membranáceas a subcoriáceas, normalmente pilosas em ambas as superfícies; tricomas macios ao tato; raramente glabras em uma das superfícies. Pedúnculos de 8-10 cm, robustos, articulados perto do ápice, tomentosos. Brácteas em número de três, verticiladas, situadas cerca de 1 cm da base floral, oblongo-lanceoladas...