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O desafio de construir um novo modelo assistencial em saúde

Fertonani, Hosanna Pattrig
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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48.046187%
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Enfermagem.; Trata-se de um estudo do tipo qualitativo, desenvolvido com um grupo de trabalhadores do Programa Saúde da Família - PSF, lotados em uma unidade de saúde de Maringá PR. O estudo buscou identificar o potencial do programa para superar os problemas decorrentes do modelo biomédico hegemônico, a partir da reflexão com estes trabalhadores sobre a sua prática. Participaram do estudo, 11 trabalhadores de duas equipes do PSF, e os dados foram colhidos através dos seguintes instrumentos: estudo documental, entrevista semi-estruturada, observação participante e sessões em grupo focal. Buscou-se conhecer a realidade dos trabalhadores do PSF, destacando-se as condições de trabalho, as facilidades e dificuldades na implementação das diretrizes propostas pelo programa, bem como as propostas para o enfrentamento do desafio de construir um novo modelo assistencial em saúde. A partir da observação participante e entrevista semi-estruturada, os dados foram sistematizados em categorias, que foram devolvidos aos trabalhadores para reflexão nas sessões do grupo focal. A condução do processo reflexivo foi baseada na concepção teórico-metodológica de Freire (1987...

O Trabalho no Programa Sa??de da Fam??lia do ponto de vista da atividade: a pot??ncia, os dilemas e os riscos de ser respons??vel pelatransforma????o do modelo assistencial

Gomes, Rafael da Silveira
Fonte: Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Tese de Doutorado
Português
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67.910146%
O Programa Sa??de da Fam??lia (PSF) foi implantado no Brasil em 1994, sendo creditada a ele a possibilidade de transformar o modelo assistencial, hopitaloc??ntrico e curativo. Desafio que ?? marcado pela influ??ncia da racionalidade biom??dica nas pr??ticas, valores e saberes dos trabalhadores, e os limites que ela imp??e a essa proposta. O objetivo deste estudo foi co-analisar, a partir do arcabou??o conceitual da ergonomia da atividade,ergologia e cl??nica da atividade, a atividade desenvolvida por trabalhadores do PSF, buscando compreender as condi????es e as formas de organiza????o do trabalho em que amesma acontece, bem como a produ????o de normas, saberes e valores na atividade. Para isso, optamos por utilizar uma adapta????o de duas propostas metodol??gicas: a instru????oao s??sia e a auto-confronta????o cruzada. A pesquisa foi realizada junto a m??dicos enfermeiros e agentes comunit??rios de sa??de de uma unidade b??sica de sa??de no munic??pio de Vit??ria, ES. Percebemos que os trabalhadores de sa??de do PSF t??m que lidar todo o tempo com o debate de normas e valores referentes ao modelo tradicional biom??dico e ao novo modelo proposto pelo SUS. O trabalho no PSF carrega o desafio de romper com pr??ticas sedimentadas, ainda hegem??nicas na forma????o e nos servi??os. A aproxima????o da realidade dos usu??rios...

Os centros de aten????o psicossocial: um estudo sobre a transforma????o do modelo assistencial em sa??de mental

Guljor, Ana Paula Freitas
Fonte: Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Dissertação
Português
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48.2049%
A perspectiva deste trabalho foi mapear as transforma????es do modelo assistencial em Sa??de Mental, privilegiando a an??lise do processo de constru????o de um novo paradigma. A partir de um breve resgate hist??rico, destacamos duas propostas de transforma????o da assist??ncia em Sa??de Mental pioneiras no Brasil O Centro de Aten????o Psicossocial (CAPS) Luiz Cerqueira, em S??o Paulo, e os N??cleos de Aten????o Psicossocial (NAPS), de Santos. Ambos experi??ncias que se configuraram enquanto marco referencial na constru????o de um novo Modelo Assistencial. Inaugurados em fins da d??cada de 80, tiveram suas denomina????es e din??mica de funcionamento usadas para a caracteriza????o oficial nacional dos dispositivos de assist??ncia em Sa??de Mental em Portarias do Minist??rio da Sa??de, a partir de 1992. A produ????o escrita dos coordenadores e profissionais dos servi??os e/ou programas, paralelamente a seus projetos de constitui????o, subsidiam as discuss??es sobre as no????es e conceitos constitutivos dos primeiros servi??os pautados no Paradigma da Aten????o Psicossocial em funcionamento no Brasil. Utilizando a an??lise de conte??do na modalidade de an??lise tem??tica, foram destacadas cinco categorias, a partir das quais o autor busca...

O modelo assistencial de saúde e o atendimento de enfermagem prestado à mulher com vistas ao Aleitamento Materno (AM)

Pereira,Maria José Bistafa; Assis,Marluce Maria Araújo; Reis,Márcia Cristina G. dos
Fonte: Associação Brasileira de Enfermagem Publicador: Associação Brasileira de Enfermagem
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/1999 Português
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57.625947%
O presente trabalho procura mostrar que as práticas desenvolvidas no atendimento à mulher com vistas ao aleitamento materno, transcende uma ação técnica individual, pois, estas práticas estão inseridas dentro de uma organização institucional, pautadas em um modelo de saúde predominante determinado nas relações sociais e organizativas que se dão nas diferentes instituições e sociedades. Objetiva estabelecer relações entre o modelo preconizado pelo SUS e a prática realizada pelas enfermeiras ao atender à mulher na promoção do aleitamento materno, nas Unidades Básicas de Saúde(UBS) da SMS-RP. Adotamos como trajetória metodológica depoimentos das enfermeiras que atuam nas UBSs através de entrevistas semi-estruturadas. O tratamento dos dados foi embasado na análise de conteúdo de BARDIN (1977). O estudo mostrou que há um descompasso entre o postulado teórico e o que é efetivado na prática cotidiana, uma vez que, na concretude dos serviços de saúde as ações de enfermagem se subordinam ao modelo biomédico, centrado na queixa do cliente, privilegiando ações médico assistenciais, reforçando o prontoatendimento, não se detectando mudanças significativas no que diz respeito a integralidade das ações de saúde. É possível que as enfermeiras tenham se aproximado de uma outra forma de compreensão do lidar com a mulher...

Vivenciando a experiência da parturição em um modelo assistencial humanizado

Silva,Larissa Mandarano da; Barbieri,Márcia; Fustinoni,Suzete Maria
Fonte: Associação Brasileira de Enfermagem Publicador: Associação Brasileira de Enfermagem
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2011 Português
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47.93328%
Tratou-se de um estudo qualitativo baseado na abordagem fenomenológica com o objetivo de compreender as experiências de puérperas que vivenciaram o trabalho de parto e o parto em um modelo assistencial humanizado. Os dados foram coletados em um hospital localizado na cidade de São Paulo, onde foram entrevistadas oito puérperas. Da análise dos dados surgiram os temas: Suportando o trabalho de parto e Tendo a oportunidade de resgatar a autonomia, e o fenômeno desvelado foi "Vivendo a ambiguidade da parturição em um modelo assistencial humanizado". Os relatos evidenciaram sentimentos como dor, medo e ansiedade, porém, possibilitou a participação e resgate da autonomia. Embora o estudo tenha sido realizado em um modelo assistencial considerado humanizado, as experiências das puérperas revelam que ainda se distanciam de uma efetiva humanização, conforme seus princípios. Este estudo pode ser utilizado para nortear ações educativas voltadas à humanização e gerar mudanças assistenciais

Atenção à saúde mental na rede básica: estudo sobre a eficácia do modelo assistencial

Amaral,Márcia A. do
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/1997 Português
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57.502695%
INTRODUÇÃO: Objetivou-se analisar a implementação da política de saúde mental para a rede básica de saúde, no Município de Campinas, SP (Brasil). MATERIAL E MÉTODO: Foi feito estudo epidemiológico descritivo de uma amostra de 150 pacientes egressos de um hospital psiquiátrico e encaminhados aos centros de saúde para continuidade do tratamento. Durante 4 meses após a alta, foi verificado o comparecimento dos pacientes às atividades, assim como a ocorrência de reinternações. RESULTADOS: Foram encontrados 48,6% dos pacientes em alta hospitalar que não demandaram atendimento nos centros de saúde e dos que o fizeram, 51,4% abandonaram o tratamento num período de 4 meses. A prevalência de reinternações em 4 meses foi de 24,7%, sendo maior entre os pacientes com diagnóstico de psicoses. CONCLUSÕES: Foram evidenciados problemas na implementação da política de saúde mental para a rede básica relativos à definição das políticas, à organização do processo de trabalho das equipes de saúde e aos resultados alcançados. Foi referendado o diagnóstico de que a transformação do modelo manicomial demanda a existência de novos equipamentos de reabilitação psicossocial e a articulação intersetorial para alcançar seus objetivos de desospitalização e resgate da cidadania dos doentes mentais.

Estratégia de Saúde da Família em Florianópolis: integração, coordenação e posição na rede assistencial

Sisson,Maristela Chitto; Andrade,Selma Regina de; Giovanella,Lígia; Almeida,Patty Fidelis de; Fausto,Márcia Cristina Rodrigues; Souza,Cleusa Rosalia Pacheco de
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 Português
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58.091997%
O estudo buscou examinar o modelo assistencial da atenção básica em saúde em Florianópolis, a partir da implementação da Estratégia Saúde da Família, e analisar suas possibilidades de conduzir a organização do sistema de saúde quanto à integração à rede de serviços com coordenação dos cuidados desde a perspectiva dos atores sociais envolvidos. Utilizou-se como metodologia o estudo de caso com abordagens quantitativas e qualitativas e diversas fontes de informação convergentes trianguladas. Foram entrevistadas 789 famílias e 343 profissionais responderam ao questionário do inquérito. A análise do modelo baseou-se nas dimensões: posição da estratégia de saúde da família na rede assistencial; mecanismos de integração da rede assistencial; disponibilidade e uso de informações sobre a atenção prestada e integração do PSF com programas de saúde coletiva e ações de vigilância à saúde. Os resultados mostraram que é preciso avançar mais para a consecução dessas dimensões e para que se constitua em estratégia de reordenamento do SUS, com um mínimo de impacto sobre a conversão do modelo assistencial. O fortalecimento da Estratégia Saúde da Família na posição de porta de entrada preferencial integrada à rede...

Modelo assistencial e estratégia saúde da família no nível local: análise de uma experiência

Senna,Mônica de Castro Maia; Cohen,Mirian Miranda
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2002 Português
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67.983057%
Este artigo examina o impacto produzido pela implantação da estratégia saúde da família na organização dos serviços locais, tomando como referência a experiência do Programa Médico de Família (PMF) em Niterói/ RJ. Parte-se do entendimento de que a adoção do PMF foi impulsionada pelo avanço do processo de descentralização setorial em curso no país. Discute-se a perspectiva de inauguração de um novo modelo assistencial com base em três temas centrais: a) a relação com o sistema local de saúde; b) a questão do controle social; e c) a gestão de recursos humanos em saúde. Entende-se que o modelo assistencial não é dado a priori, mas construído no cotidiano das relações políticas entre atores sociais com graus diferenciados de incorporação de suas demandas pelo poder público, o que dá lugar a retraduções diversas do modelo proposto por esta política.

Modelo assistencial em saúde: conceitos e desafios para a atenção básica brasileira

Fertonani,Hosanna Pattrig; Pires,Denise Elvira Pires de; Biff,Daiane; Scherer,Magda Duarte dos Anjos
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2015 Português
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47.983057%
Trata de uma reflexão teórica com objetivo de resgatar o debate conceitual sobre modelo assistencial em saúde e os desafios para a atenção básica no Brasil. O estudo caracteriza diferentes conceitos e terminologias relativas à expressão modelo assistencial e mostra que a saúde da família promoveu ampliação do acesso e incorporação do acolhimento e humanização das práticas. No entanto, verifica-se a persistência da centralidade do tratamento de patologias e dos cuidados ao corpo biológico, as dificuldades na implantação da integralidade e déficits na formação das equipes e nas condições e relações de trabalho. Concluiu que o termo modelo assistencial é polissêmico e que, embora existam propostas e políticas estruturantes de um modelo que avance em relação ao paradigma biomédico, as dificuldades para sua implementação são significativas.

Um modelo de educação em saúde para o Programa Saúde da Família: pela integralidade da atenção e reorientação do modelo assistencial

Alves,Vânia Sampaio
Fonte: UNESP Publicador: UNESP
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2005 Português
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67.910146%
Partindo da concepção de que as políticas de saúde se materializam nos serviços, mediante as ações de atores sociais e suas práticas cotidianas, este ensaio tem o objetivo de refletir sobre as práticas de educação em saúde no contexto do Programa Saúde da Família (PSF). Pretende-se apreciar a assimilação do princípio da integralidade nessas práticas e, desta maneira, contribuir para o debate sobre os alcances e limites da estratégia do PSF para a reorientação do modelo assistencial a partir da atenção básica. Na conjuntura atual da política de saúde brasileira, o PSF tem desempenhado papel estratégico para a construção e consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS). A partir de uma revisão histórica das práticas de educação em saúde e dos discursos sanitários a elas subjacentes, são reconstituídas as racionalidades determinantes de tais práticas. O modelo hegemônico de educação em saúde, em sua essência divergente do princípio da integralidade, é caracterizado e discutido em comparação a um modelo de práticas de educação em saúde emergente, denominado neste ensaio de modelo dialógico, cuja lógica manteria coerência com a integralidade da atenção.

Transformação de uma estrutura asilar em uma atual instituição assistencial psiquiátrica no Estado de Alagoas : reinternações

Rodrigues Cavalcanti, Rosimeire; Coelho Bastos Filho, Othon (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
Português
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58.02544%
A autora aborda a evolução do modelo assistencial psiquiátrico através do tempo, em diferentes países, focalizando a situação brasileira e em particular a do estado das Alagoas. Realiza um estudo descritivo relatando as mudanças radicais, criação de serviços alternativos e investimento em recursos humanos, ocorridos no modelo assistencial do Hospital Escola Portugal Ramalho (HEPR) da cidade de Maceió Alagoas, no período de 1994 a 2003. Verificou-se uma redução do número de leitos psiquiátricos em 21,98% e um aumento da população do estado das Alagoas da ordem de 10,29%. Foram analisadas as características socioeconômicas e demográficas da população reinternada que se manteve estável ao longo do período, sendo superior ao número de novas hospitalizações. Foram igualmente investigados os fatores determinantes das reinternações, seus desfechos clínicos e os diagnósticos dos pacientes. Utilizou-se como fonte secundária dados que foram coletados nos prontuários dos pacientes reinternados no HEPR no referido período. Dos 813 pacientes selecionados por amostragem aleatória sistemática, o gênero predominante foi o masculino (68,50%), com idade entre 30 e 50 anos (53,4%), em sua maioria solteiros (75...

Desafios de um modelo assistencial em defesa da vida, da saúde e da segurança

Fertonani, Hosanna Pattrig
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 235 p.| il., grafs., tabs.
Português
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48.29503%
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Florianópolis, 2010; As práticas assistenciais em saúde fundamentam-se no modelo biomédico, apesar das críticas aos limites deste modelo com relação ao entendimento da complexidade da vida humana e do processo saúde-doença. A Estratégia Saúde da Família (ESF) tem sido apontada como fundamental para a construção de um novo modelo assistencial em saúde, incorporando novas práticas assistenciais, com vistas à superação dos problemas decorrentes do modelo da biomedicina. Neste modelo, o usuário e sua família são considerados no seu contexto social e cultural e o processo saúde-doença compreendido em uma perspectiva ampla dos multideterminantes e das multidimensionalidades do viver humano. Assim, convivem atualmente, nas unidades básicas de saúde, dois modelos assistenciais, o modelo biomédico hegemônico e o modelo proposto pela ESF, sendo um desafio para os trabalhadores, equipes, serviços de saúde e pesquisadores do setor, a transformação do velho modelo em um novo modelo assistencial, que contemple as diretrizes da ESF/SUS e princípios de defesa da vida, da saúde e da segurança. Nesse contexto...

Rede assistencial em saúde da família

Universidade Aberta do SUS da Universidade Federal do Maranhão - UNA-SUS/UFMA
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Tipo: Texto Formato: Recurso textual no formato PDF contendo 17 páginas.
Português
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57.7404%
Texto que compõe as unidades 1 e 2 do módulo 2 “Rede Assistencial em Saúde” do Curso de Capacitação em Dependência Química, produzido pela UNA-SUS/UFMA. Aborda o conceito e atribuições do SUS, a Reforma do Modelo Assistencial em Psiquiatria e a Rede de Atenção à Saúde Mental.; Ministério da Saúde

Mental health care in health centers: study of the efficacy of the care given; Atenção à saúde mental na rede básica: estudo sobre a eficácia do modelo assistencial

Amaral, Márcia A. do
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/06/1997 Português
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57.502695%
INTRODUÇÃO: Objetivou-se analisar a implementação da política de saúde mental para a rede básica de saúde, no Município de Campinas, SP (Brasil). MATERIAL E MÉTODO: Foi feito estudo epidemiológico descritivo de uma amostra de 150 pacientes egressos de um hospital psiquiátrico e encaminhados aos centros de saúde para continuidade do tratamento. Durante 4 meses após a alta, foi verificado o comparecimento dos pacientes às atividades, assim como a ocorrência de reinternações. RESULTADOS: Foram encontrados 48,6% dos pacientes em alta hospitalar que não demandaram atendimento nos centros de saúde e dos que o fizeram, 51,4% abandonaram o tratamento num período de 4 meses. A prevalência de reinternações em 4 meses foi de 24,7%, sendo maior entre os pacientes com diagnóstico de psicoses. CONCLUSÕES: Foram evidenciados problemas na implementação da política de saúde mental para a rede básica relativos à definição das políticas, à organização do processo de trabalho das equipes de saúde e aos resultados alcançados. Foi referendado o diagnóstico de que a transformação do modelo manicomial demanda a existência de novos equipamentos de reabilitação psicossocial e a articulação intersetorial para alcançar seus objetivos de desospitalização e resgate da cidadania dos doentes mentais.; INTRODUCTION: The implementation of the mental health policy in the health centers of Campinas...

A assistência domiciliar: conformando o modelo assistencial e compondo diferentes interesses/necessidades do setor saúde; La atención domiliciaria: conformando el modelo asistencial y componiendo diferentes intereses/necesidades del sector salud; Home care: configurating the care model and joining different interests/needs in the care sector

Pereira, Maria José Bistafa; Mishima, Silvana Martins; Fortuna, Cinira Magali; Matumoto, Sílvia
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto Publicador: Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/12/2005 Português
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48.06746%
Neste estudo objetiva-se proceder à análise de um serviço de Assistência Domiciliar (AD) do setor privado, sob a luz da conformação do Modelo Assistencial. Elegeu-se como instrumentos para coleta de dados o grupo focal e a entrevista semi-estruturada junto aos trabalhadores de enfermagem do nível médio e coordenadores do serviço. Para organização do material empírico recorreu-se ao processo metodológico do Discurso do Sujeito Coletivo. Ficou evidente que o reconhecimento dos elementos constituintes do Modelo Assistencial entre os atores sociais, envolvidos no projeto, é fundamental para negociar, compor e instrumentalizar o atendimento de diferentes interesses, bem como a potência da AD em ser um dispositivo para a revisão do conceito do processo saúde/doença/cuidado e, portanto, promover incorporações de valores que levem a mudanças no seu modo de agir, em direção a um modelo assistencial comprometido em estabelecer relação acolhedora, marcada pelo compromisso e responsabilização pela saúde dos usuários.; La finalidad de este estudio es proceder al análisis de un servicio de Atención Domiciliaria del sector privado, bajo la perspectiva de la conformación del Modelo Asistencial. Elegimos como instrumentos de recopilación de datos el grupo focal y la entrevista semiestructurada...

Estratégia de Saúde da Família em Florianópolis: integração, coordenação e posição na rede assistencial; Family Health Strategy in Florianópolis: integration, coordination and position in the local healthcare network

Sisson, Maristela Chitto; Andrade, Selma Regina de; Giovanella, Lígia; Almeida, Patty Fidelis de; Fausto, Márcia Cristina Rodrigues; Souza, Cleusa Rosalia Pacheco de
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2011 Português
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58.091997%
O estudo buscou examinar o modelo assistencial da atenção básica em saúde em Florianópolis, a partir da implementação da Estratégia Saúde da Família, e analisar suas possibilidades de conduzir a organização do sistema de saúde quanto à integração à rede de serviços com coordenação dos cuidados desde a perspectiva dos atores sociais envolvidos. Utilizou-se como metodologia o estudo de caso com abordagens quantitativas e qualitativas e diversas fontes de informação convergentes trianguladas. Foram entrevistadas 789 famílias e 343 profissionais responderam ao questionário do inquérito. A análise do modelo baseou-se nas dimensões: posição da estratégia de saúde da família na rede assistencial; mecanismos de integração da rede assistencial; disponibilidade e uso de informações sobre a atenção prestada e integração do PSF com programas de saúde coletiva e ações de vigilância à saúde. Os resultados mostraram que é preciso avançar mais para a consecução dessas dimensões e para que se constitua em estratégia de reordenamento do SUS, com um mínimo de impacto sobre a conversão do modelo assistencial. O fortalecimento da Estratégia Saúde da Família na posição de porta de entrada preferencial integrada à rede...

Modelo assistencial em saúde: conceitos e desafios para a atenção básica brasileira

Fertonani,Hosanna Pattrig; Pires,Denise Elvira Pires de; Biff,Daiane; Scherer,Magda Duarte dos Anjos
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2015 Português
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Trata de uma reflexão teórica com objetivo de resgatar o debate conceitual sobre modelo assistencial em saúde e os desafios para a atenção básica no Brasil. O estudo caracteriza diferentes conceitos e terminologias relativas à expressão modelo assistencial e mostra que a saúde da família promoveu ampliação do acesso e incorporação do acolhimento e humanização das práticas. No entanto, verifica-se a persistência da centralidade do tratamento de patologias e dos cuidados ao corpo biológico, as dificuldades na implantação da integralidade e déficits na formação das equipes e nas condições e relações de trabalho. Concluiu que o termo modelo assistencial é polissêmico e que, embora existam propostas e políticas estruturantes de um modelo que avance em relação ao paradigma biomédico, as dificuldades para sua implementação são significativas.

Atenção à saúde mental na rede básica: estudo sobre a eficácia do modelo assistencial

Amaral,Márcia A. do
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/1997 Português
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57.502695%
INTRODUÇÃO: Objetivou-se analisar a implementação da política de saúde mental para a rede básica de saúde, no Município de Campinas, SP (Brasil). MATERIAL E MÉTODO: Foi feito estudo epidemiológico descritivo de uma amostra de 150 pacientes egressos de um hospital psiquiátrico e encaminhados aos centros de saúde para continuidade do tratamento. Durante 4 meses após a alta, foi verificado o comparecimento dos pacientes às atividades, assim como a ocorrência de reinternações. RESULTADOS: Foram encontrados 48,6% dos pacientes em alta hospitalar que não demandaram atendimento nos centros de saúde e dos que o fizeram, 51,4% abandonaram o tratamento num período de 4 meses. A prevalência de reinternações em 4 meses foi de 24,7%, sendo maior entre os pacientes com diagnóstico de psicoses. CONCLUSÕES: Foram evidenciados problemas na implementação da política de saúde mental para a rede básica relativos à definição das políticas, à organização do processo de trabalho das equipes de saúde e aos resultados alcançados. Foi referendado o diagnóstico de que a transformação do modelo manicomial demanda a existência de novos equipamentos de reabilitação psicossocial e a articulação intersetorial para alcançar seus objetivos de desospitalização e resgate da cidadania dos doentes mentais.

Um modelo de educação em saúde para o Programa Saúde da Família: pela integralidade da atenção e reorientação do modelo assistencial

Alves,Vânia Sampaio
Fonte: UNESP Publicador: UNESP
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2005 Português
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67.910146%
Partindo da concepção de que as políticas de saúde se materializam nos serviços, mediante as ações de atores sociais e suas práticas cotidianas, este ensaio tem o objetivo de refletir sobre as práticas de educação em saúde no contexto do Programa Saúde da Família (PSF). Pretende-se apreciar a assimilação do princípio da integralidade nessas práticas e, desta maneira, contribuir para o debate sobre os alcances e limites da estratégia do PSF para a reorientação do modelo assistencial a partir da atenção básica. Na conjuntura atual da política de saúde brasileira, o PSF tem desempenhado papel estratégico para a construção e consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS). A partir de uma revisão histórica das práticas de educação em saúde e dos discursos sanitários a elas subjacentes, são reconstituídas as racionalidades determinantes de tais práticas. O modelo hegemônico de educação em saúde, em sua essência divergente do princípio da integralidade, é caracterizado e discutido em comparação a um modelo de práticas de educação em saúde emergente, denominado neste ensaio de modelo dialógico, cuja lógica manteria coerência com a integralidade da atenção.

Modelo assistencial e estratégia saúde da família no nível local: análise de uma experiência

Senna,Mônica de Castro Maia; Cohen,Mirian Miranda
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2002 Português
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67.983057%
Este artigo examina o impacto produzido pela implantação da estratégia saúde da família na organização dos serviços locais, tomando como referência a experiência do Programa Médico de Família (PMF) em Niterói/ RJ. Parte-se do entendimento de que a adoção do PMF foi impulsionada pelo avanço do processo de descentralização setorial em curso no país. Discute-se a perspectiva de inauguração de um novo modelo assistencial com base em três temas centrais: a) a relação com o sistema local de saúde; b) a questão do controle social; e c) a gestão de recursos humanos em saúde. Entende-se que o modelo assistencial não é dado a priori, mas construído no cotidiano das relações políticas entre atores sociais com graus diferenciados de incorporação de suas demandas pelo poder público, o que dá lugar a retraduções diversas do modelo proposto por esta política.