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Family Planning in a Family Health Unit; Planejamento familiar em Unidade de Saúde da Família; Planificación familiar en Unidad de Salud de la Familia

PIERRE, Luzia Aparecida dos Santos; CLAPIS, Maria José
Fonte: Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto / Universidade de São Paulo Publicador: Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto / Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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The aim of this study was to identify the care provided by health professionals who work in family planning, in a Family Health Unit in the municipality of Ribeirao Preto, São Paulo. This was a descriptive, cross-sectional and quali-quantitative study. Data were collected through interviews with 11 health professionals. The results revealed that most professionals had not received training in family planning, and that information about contraceptive methods is transmitted in an individual way, having women as the target-public. The contraceptive methods which the professionals suggest and offer more are those considered most effective. These findings indicate that family planning care at the Family Health Unit needs to be adjusted not only to ensure quality of service, but also to ensure sexual and reproductive rights.; O objetivo deste estudo foi identificar a assistência oferecida pelos profissionais de saúde que atuam em planejamento familiar, em uma Unidade de Saúde da Família, no município de Ribeirão Preto, São Paulo. Trata-se de estudo descritivo, com corte transversal e abordagem quali-quantitativa. Os dados foram coletados por meio de entrevista com 11 profissionais da saúde. Os resultados revelaram que a maioria dos profissionais não recebeu capacitação em planejamento familiar...

Assistência em planejamento familiar em um programa de saúde da família no município de Ribeirão Preto - SP; Family Planning Care in a Family Health Program in Ribeirão Preto-SP.

Santos, Luzia Aparecida dos
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 13/02/2009 Português
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O planejamento familiar é uma ação de saúde que permite a regulação da fecundidade, faz parte da Atenção Básica, atualmente vem sendo oferecido através do Programas de Saúde da Família é um direito reprodutivo. A qualidade da assistência em planejamento familiar é imprescindível para os índices de saúde reprodutiva e sexual, sendo a oferta, a livre escolha por métodos contraceptivos e a informação dada aos clientes são elementos fundamentais para garantir a qualidade dessa assistência. Este estudo teve como objetivo descrever a assistência prestada em planejamento familiar segundo as mulheres em idade fértil e os profissionais de saúde do Núcleo de Saúde de Família I no município de Ribeirão Preto, São Paulo. Trata-se de um estudo descritivo, com abordagem quantitativa. A amostra foi composta por 242 mulheres em idade fértil cadastradas no Núcleo de Saúde da Família I e por 11 profissionais de saúde que atuavam neste serviço. Os dados foram coletados através de entrevistas estruturadas em domicilio e no serviço de saúde. A estatística descritiva e os testes quiquadrado de Pearson ou Exato de Fisher foram utilizados para a análise dos dados. Os resultados revelam que a maioria das mulheres (69...

A enfermagem e o planejamento familiar :

Coelho, Elza Berger Salema
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Tese de Doutorado Formato: [210]f.| grafs., tabs. +
Português
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Tese (Doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde.; O presente trabalho trata da análise de alguns aspectos do Planejamento Familiar voltados para a contracepção. A questão é analisada, a partir do discurso da Igreja (católica), do Estado e das Feministas buscando perceber o posicionamento da Enfermagem por meio dos seus trabalhos publicados na Revista Brasileira de Enfermagem (REBEn). O material de análise compreende o período de 1960 a 1997 e esta revista foi escolhida porque é considerada porta voz da Enfermagem, no contexto brasileiro. No discurso da Igreja o Planejamento Familiar viabiliza-se somente e exclusivamente pelo método natural, com base na argumentação de que os contraceptivos vão contra a natureza e, por conseguinte, contra a doutrina cristã e, ainda, não estão de acordo com as normas da moral. O Estado, no contexto internacional, defende posições natalistas e por isto mesmo adota estímulos, como salário família, auxilio fecundidade, auxílio maternidade. No entanto, o controle da fecundidade, para a maioria das mulheres, torna-se viável através das atividades desenvolvidas por várias instituições não governamentais, nacionais e internacionais, com parcerias dos governos estaduais ou municipais...

A Política de planejamento familiar a partir da experiência vivênciada no Hospital Universitário de Florianópolis

Silva, Cristiane.
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
Português
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TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Sócio Econômico, Curso de Serviço Social.; 0 presente Trabalho de Conclusão de Curso aborda uma das questões centrais percebidas durante as atividades realizadas no Estágio Curricular Obrigatório no setor de Serviço social do Hospital Universitário de Florianópolis, no Programa de Planejamento Familiar. O interesse pelo tema surgiu da constatação que as pessoas que procuram o Serviço de Planejamento Familiar do MU desconhecem informações básicas sobre saúde reprodutiva. concepção e contracepção. Objetivando identificar a razão do desconhecimento da população interessada nos aspectos do planejamento familiar foram realizadas entrevistas coin os Postos de Saúde, com os profissionais que recepcionam as pessoas nas unidades de saúde e também con-1 algumas pessoas que procuraram o Serviço de Planejamento Familiar do HU. Para entender qual a realidade sócio-econômica e cultural dessa demanda, e principalmente como tem sido o seu acesso as informações a respeito de saúde reprodutiva, as entrevistas foram semi-estruturadas, partindo de certos questionamentos básicos que consideramos importante. Tinhamos como objetivo principal, entender por que a demanda que chega até o hospital não recebeu nem um tipo de informação ou orientação no Posto de Saúde sobre saúde reprodutiva e planejamento familiar. Na busca por essas informações foram averiguadas as singularidades. motivos...

A bioética da proteção e o programa de assistência ao planejamento familiar : a percepção das usuárias e profissionais dos ambulatórios e maternidades de Teresina-PI

Barreto, Francisca Sandra Cardoso
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
Português
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Dissertação (mestrado)-Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, 2010.; Esta dissertação apresenta o resultado da aplicação das ferramentas conceituais da Bioética da Proteção às percepções das usuárias e profissionais da saúde acerca das ações do Programa de Assistência ao Planejamento Familiar nos ambulatórios e maternidades públicas da cidade de Teresina-PI. Utilizando a metodologia qualitativa, inicialmente partiu-se da seguinte questão central: Até que ponto as ações protetoras do Planejamento Familiar atendem às necessidades de proteção de seus usuários? Teve como objetivos: (a) utilizar a Bioética da Proteção como ferramenta para discutir a moralidade das ações desenvolvidas pelo Planejamento Familiar; (b) analisar o nível de necessidade de proteção dos destinatários das ações do Planejamento Familiar; (c) verificar o nível de alcance das medidas protetoras do Planejamento Familiar de acordo com as percepções das usuárias e profissionais da saúde; e, por último, (d) discutir se as ações preconizadas pela Lei 9.263/96 de fato garantem à mulher, ao homem e ao casal a atenção integral à saúde em todos os seus ciclos vitais. O referencial teórico utilizado foi: a diferenciação entre vulnerabilidade...

Planejamento familiar na igreja católica, entre o discurso e a prática

Aguilar, Luciana Fonseca de
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Tese
Português
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Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Sociais, Centro de Estudo e Pós-Graduação em Américas, Programa de Pós-Graduação em Estudos Comparados sobre as Américas, 2014.; O presente estudo analisa a construção das relações familiares dos católicos que optaram pelo uso de métodos naturais para o planejamento familiar. O trabalho de campo para o desenvolvimento desta pesquisa foi realizado na Bay Area de San Francisco, Califórnia e Brasília. Foram levados em conta os aspectos históricos da atuação da Igreja Católica e dos agentes de planejamento familiar nos dois países. A pesquisa fundamenta-se, metodologicamente, em observação participante, entrevistas semiestruturadas, análise de documentos da Igreja, do discurso dos diferentes grupos que ensinam métodos naturais de planejamento familiar e dos homens e mulheres católicos que optam por usar tais métodos. Assim, a tese aborda questões como religiosidade, casamento, sexualidade, contracepção, gravidez, maternidade, paternidade e gênero. O pertencimento religioso é vivenciado como escolha individual assim como o é a escolha dos métodos de planejamento familiar pelos parceiros. Entre o valor da escolha religiosa e a força de ordenamento do princípio do planejamento familiar pelos métodos naturais sobre as práticas da vida dos casais...

Planejamento familiar na perspectiva do desenvolvimento

Santos,Júlio César dos; Freitas,Patrícia Martins de
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2011 Português
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O presente ensaio tem como objetivo analisar criticamente as limitações atuais do planejamento familiar aplicado na saúde pública e propor mudanças considerando o modelo das ciências sociais aplicadas à saúde e a perspectiva do desenvolvimento familiar. A proposta deste trabalho surgiu do elevado número de mulheres que solicitara o auxílio maternidade na região do Recôncavo da Bahia no ano de 2006. Através da análise das variáveis e dos métodos envolvidos no planejamento familiar, foi possível verificar as seguintes falhas: responsabilidade e participação exclusiva das mulheres, foco no indivíduo, o número de filhos como principal meta do planejamento, modelo biológico, desconsideração dos aspectos socioculturais. Neste ensaio, apresentamos a proposta de planejamento familiar na perspectiva do desenvolvimento, que será testada como modelo de intervenção em um estudo futuro.

Planejamento familiar: significado para mulheres em idade reprodutiva

Silva,Raimunda Magalhães da; Araújo,Kelly Nóbrega Cavalcante de; Bastos,Lya Araújo Costa; Moura,Escolástica Rejane Ferreira
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/05/2011 Português
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O estudo teve como objetivo compreender o significado do planejamento familiar dado por mulheres em idade reprodutiva, identificar suas percepções sobre a assistência recebida e a participação do parceiro nas decisões do uso do método anticoncepcional. Trata-se de um estudo descritivo, com abordagem qualitativa, desenvolvido com 24 mulheres que participavam do Programa de Planejamento Familiar (PF) em uma Unidade Básica de Saúde da Família de Fortaleza (Ceará), no período de agosto a outubro de 2007. As informações contidas nas entrevistas foram gravadas, organizadas em temáticas e analisadas com base no conceito de significado do interacionismo simbólico. Os resultados evidenciaram três temáticas significativas: o significado de planejamento familiar dado por mulheres em idade fértil; interações de mulheres em idade fértil em um serviço de planejamento familiar; e participação masculina no planejamento familiar conforme significado feminino. Constatou-se que o significado de planejamento familiar para essas mulheres está relacionado a evitar filhos e com valores pertinentes às suas realidades cultural, econômica e social. A assistência é recebida de forma isolada, não priorizando as necessidades da mulher...

Planejamento familiar no Brasil

dos Santos, Evanguelia Kotzias Atherino; Zampieri, Maria de Fátima Mota; de Oliveira, Maria Conceição; Carcereri, Daniela Lemos; Correa, Ana Patrícia; Tognoli, Heitor
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Publicado em // Português
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O objeto inicia explicando que a assistência de enfermagem em planejamento familiar deve integrar o conjunto de ações de atenção à mulher, ao homem ou ao casal. Enfatiza que o respeito aos direitos sexuais e reprodutivos deve ser a base ético-política dessa assistência e que a atuação da equipe de saúde deve estar pautada em princípios de cidadania e de direito dos cidadãos. Lembra que a competência de enfermagem deve incluir atividades educativas, aconselhamento e atividades clínicas. Ressalta que o Ministério da Saúde determina como competência dos profissionais de saúde nos serviços de Planejamento Familiar a assistência em concepção e contracepção, cabendo ao Estado assegurar todos os métodos aceitos e seguros, respeitando a escolha de indivíduos. Destaca as diferenças entre planejamento familiar, controle de natalidade e direito reprodutivo, abordando também uma apresentação sobre a taxa de natalidade. Termina enfatizando que as ações de planejamento familiar inseridas na Atenção Básica, e sob a responsabilidade dos municípios, foram definidas na Norma Operacional da Assistência (NOAS-SUS), em 2001, sendo uma das sete áreas prioritárias de intervenção, e apresentando uma animação sobre fatos políticos históricos e atuais sobre o planejamento familiar no Brasil e no mundo. Unidade 4 do módulo 6 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família.

Atenção integral à saúde da mulher no planejamento familiar para enfermeiro

Santos, Evanguelia Kotzias Atherino dos; Zampieri, Maria de Fátima Mota; Oliveira, Maria Conceição de; Carcereri, Daniela Lemos; Correa, Ana Patrícia; Tognoli, Heitor; Freitas, Tanise Gonçalves de
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Publicado em // Português
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Tópico 1 – Planejamento Familiar no Brasil: considerações históricas e situação atual O tópico apresenta um histórico das políticas de saúde, no passado, com ações direcionadas à gravidez e ao parto que abordavam a mulher apenas do ponto de vista biológico e como cuidadora da família. Mostra que, a partir de 1984, a PAISM começou a apresentar princípios norteadores para a saúde da mulher, desenhado políticas de planejamento familiar, secundado pelo CIDD/1994 e pela Lei de Planejamento Familiar, em 96, garantindo direito à sexualidade e reprodução, proibindo o controle demográfico. Apresenta, também, a NOAS-SUS de 2001, inserindo o planejamento familiar na AB, terminando com uma reflexão sobre o tema. Tópico 2 – Indicadores de taxa de fecundidade no Brasil O tópico compara as altas taxas de fecundidade do passado, no país, com os índices atuais, mostrando o gráfico da história do planejamento familiar durante mais de 50 anos, interpretando a tendência de declínio verificada. Tópico 3 – Principais eixos e o papel do enfermeiro da ESF no Planejamento Familiar O tópico apresenta os principais eixos do planejamento familiar e o papel do enfermeiro na estrutura da ESF, a saber: aumento da oferta de métodos anticoncepcionais; ampliação de acesso à esterilização cirúrgica; introdução à reprodução humana assistida no SUS. Trata da importância da humanização e da integralidade do atendimento garantindo prioridade à questão da reprodução na AB e da proposta do MS de educação para a livre escolha informada. Aborda diversidade de métodos contraceptivos para homens e mulheres e o papel de orientação da enfermagem para escolha acertada do método e para as ações preventivas e educativas de planejamento familiar. Tópico 4 – Métodos contraceptivos com sua aceitabilidade...

Atenção integral à saúde da mulher no planejamento familiar para médico

Carcereri, Daniela Lemos; Santos, Evanguelia Kotzias Atherino dos; Tognoli, Heitor; Oliveira, Maria Conceição de; Freitas, Tanise Gonçalves
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Publicado em // Português
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Tópico 1 – Atenção integral à saúde da mulher no Planejamento Familiar O tópico aborda o planejamento familiar como parte integrante do conjunto de ações das equipes de AB relacionadas à saúde da mulher, do homem, do casal e da família e como uma questão de direitos da sexualidade e reprodução de base ética e política que inclui concepção e contracepção. Tópico 2 – Planejamento Familiar no Brasil: considerações históricas e situação atual O tópico apresenta o histórico das políticas de saúde da mulher, no passado, com ações direcionadas à gravidez e ao parto que abordavam a mulher apenas do ponto de vista biológico e como cuidadora da família. Mostra que, a partir de 1984, a PAISM começou a apresentar princípios norteadores para a saúde da mulher, desenhado políticas de planejamento familiar, secundado pelo CIDD/1994 e pela Lei de Planejamento Familiar, em 96, garantindo direito à sexualidade e reprodução, proibindo o controle demográfico. Apresenta, também, a NOAS-SUS de 2001, inserindo o planejamento familiar na AB, terminando com uma reflexão sobre o tema. Tópico 3 – Indicadores de taxas de fecundidade e uso de anticoncepcionais por grupo etário no Brasil O tópico compara as altas taxas de fecundidade do passado...

Planejamento familiar no Brasil

dos Santos, Evanguelia Kotzias Atherino; Zampieri, Maria de Fátima Mota; de Oliveira, Maria Conceição; Carcereri, Daniela Lemos; Correa, Ana Patrícia; Tognoli, Heitor
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Formato: Unidade 4 do módulo 6 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família. Arquivo .zip contendo página html com recursos de texto, imagens e animações em flash.
Português
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O objeto inicia explicando que a assistência de enfermagem em planejamento familiar deve integrar o conjunto de ações de atenção à mulher, ao homem ou ao casal. Enfatiza que o respeito aos direitos sexuais e reprodutivos deve ser a base ético-política dessa assistência e que a atuação da equipe de saúde deve estar pautada em princípios de cidadania e de direito dos cidadãos. Lembra que a competência de enfermagem deve incluir atividades educativas, aconselhamento e atividades clínicas. Ressalta que o Ministério da Saúde determina como competência dos profissionais de saúde nos serviços de Planejamento Familiar a assistência em concepção e contracepção, cabendo ao Estado assegurar todos os métodos aceitos e seguros, respeitando a escolha de indivíduos. Destaca as diferenças entre planejamento familiar, controle de natalidade e direito reprodutivo, abordando também uma apresentação sobre a taxa de natalidade. Termina enfatizando que as ações de planejamento familiar inseridas na Atenção Básica, e sob a responsabilidade dos municípios, foram definidas na Norma Operacional da Assistência (NOAS-SUS), em 2001, sendo uma das sete áreas prioritárias de intervenção, e apresentando uma animação sobre fatos políticos históricos e atuais sobre o planejamento familiar no Brasil e no mundo. Unidade 4 do módulo 6 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família.; 1.0; Ministério da Saúdes/OPAS/OMS

Atenção integral à saúde da mulher no planejamento familiar para enfermeiro

Santos, Evanguelia Kotzias Atherino dos; Zampieri, Maria de Fátima Mota; Oliveira, Maria Conceição de; Carcereri, Daniela Lemos; Correa, Ana Patrícia; Tognoli, Heitor; Freitas, Tanise Gonçalves de
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Formato: Conteúdo Online do módulo de Atenção integral à saúde da mulher: Atenção integral à saúde da mulher no planejamento familiar para enfermeiro. Unidade 2 do módulo 12 para dentista que compõe o Curso de Especialização Multiprofissional em Saú
Português
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Tópico 1 – Planejamento Familiar no Brasil: considerações históricas e situação atual O tópico apresenta um histórico das políticas de saúde, no passado, com ações direcionadas à gravidez e ao parto que abordavam a mulher apenas do ponto de vista biológico e como cuidadora da família. Mostra que, a partir de 1984, a PAISM começou a apresentar princípios norteadores para a saúde da mulher, desenhado políticas de planejamento familiar, secundado pelo CIDD/1994 e pela Lei de Planejamento Familiar, em 96, garantindo direito à sexualidade e reprodução, proibindo o controle demográfico. Apresenta, também, a NOAS-SUS de 2001, inserindo o planejamento familiar na AB, terminando com uma reflexão sobre o tema. Tópico 2 – Indicadores de taxa de fecundidade no Brasil O tópico compara as altas taxas de fecundidade do passado, no país, com os índices atuais, mostrando o gráfico da história do planejamento familiar durante mais de 50 anos, interpretando a tendência de declínio verificada. Tópico 3 – Principais eixos e o papel do enfermeiro da ESF no Planejamento Familiar O tópico apresenta os principais eixos do planejamento familiar e o papel do enfermeiro na estrutura da ESF, a saber: aumento da oferta de métodos anticoncepcionais; ampliação de acesso à esterilização cirúrgica; introdução à reprodução humana assistida no SUS. Trata da importância da humanização e da integralidade do atendimento garantindo prioridade à questão da reprodução na AB e da proposta do MS de educação para a livre escolha informada. Aborda diversidade de métodos contraceptivos para homens e mulheres e o papel de orientação da enfermagem para escolha acertada do método e para as ações preventivas e educativas de planejamento familiar. Tópico 4 – Métodos contraceptivos com sua aceitabilidade...

Atenção integral à saúde da mulher no planejamento familiar para médico

Carcereri, Daniela Lemos; Santos, Evanguelia Kotzias Atherino dos; Tognoli, Heitor; Oliveira, Maria Conceição de; Freitas, Tanise Gonçalves
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Formato: Conteúdo Online do módulo de Atenção integral à saúde da mulher: Atenção integral à saúde da mulher no planejamento familiar para médico. Unidade 2 do módulo 12 para dentista que compõe o Curso de Especialização Multiprofissional em Saúde
Português
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Tópico 1 – Atenção integral à saúde da mulher no Planejamento Familiar O tópico aborda o planejamento familiar como parte integrante do conjunto de ações das equipes de AB relacionadas à saúde da mulher, do homem, do casal e da família e como uma questão de direitos da sexualidade e reprodução de base ética e política que inclui concepção e contracepção. Tópico 2 – Planejamento Familiar no Brasil: considerações históricas e situação atual O tópico apresenta o histórico das políticas de saúde da mulher, no passado, com ações direcionadas à gravidez e ao parto que abordavam a mulher apenas do ponto de vista biológico e como cuidadora da família. Mostra que, a partir de 1984, a PAISM começou a apresentar princípios norteadores para a saúde da mulher, desenhado políticas de planejamento familiar, secundado pelo CIDD/1994 e pela Lei de Planejamento Familiar, em 96, garantindo direito à sexualidade e reprodução, proibindo o controle demográfico. Apresenta, também, a NOAS-SUS de 2001, inserindo o planejamento familiar na AB, terminando com uma reflexão sobre o tema. Tópico 3 – Indicadores de taxas de fecundidade e uso de anticoncepcionais por grupo etário no Brasil O tópico compara as altas taxas de fecundidade do passado...

Planejamento familiar: ações e serviços de enfermagem/saúde

Casarin, Sidnéia Tessmer
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande Publicador: Universidade Federal do Rio Grande
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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Dissertação(mestrado) - Universidade Federal do Rio Grande, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Escola de Enfermagem, 2010.; O planejamento familiar foi regulamentado oficialmente no Brasil em 1996, pela Lei 9.263 e corresponde ao direito que homens e mulheres têm de decidirem sobre quantos filhos desejam ter e em que momento de suas vidas, cabendo ao Sistema Único de Saúde a garantia de serviços com ações/atividades resolutivos para esse fim. Este estudo teve como objetivo conhecer as ações/atividades e os serviços de planejamento familiar oferecidos aos usuários do Sistema Único de Saúde da 3ª Coordenadoria Regional de Saúde, do Rio Grande do Sul, e a atuação da enfermeira. Caracterizou-se por ser do tipo exploratório, descritivo, com abordagem qualitativa. A entrevista semiestruturada foi a técnica utilizada na coleta de dados junto às vinte e duas enfermeiras coordenadoras das ações de enfermagem ou coordenadoras das ações de planejamento familiar nos municípios da referida regional de saúde. Os dados foram coletados no período compreendido entre 27 de julho e 06 de outubro de 2009. Visando contemplar o objetivo do estudo e responder aos pressupostos, utilizou-se o método da análise temática. Como resultado da análise interpretativa dos dados...

Planejamento familiar em Unidade de Saúde da Família; Planificación familiar en Unidad de Salud de la Familia; Family Planning in a Family Health Unit

Pierre, Luzia Aparecida dos Santos; Clapis, Maria José
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto Publicador: Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf; application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/12/2010 Português
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66.47%
O objetivo deste estudo foi identificar a assistência oferecida pelos profissionais de saúde que atuam em planejamento familiar, em uma Unidade de Saúde da Família, no município de Ribeirão Preto, São Paulo. Trata-se de estudo descritivo, com corte transversal e abordagem quali-quantitativa. Os dados foram coletados por meio de entrevista com 11 profissionais da saúde. Os resultados revelaram que a maioria dos profissionais não recebeu capacitação em planejamento familiar, sendo que a informação sobre os métodos anticoncepcionais é transmitida de forma individual, tendo como público-alvo as mulheres. Os métodos anticoncepcionais, considerados mais eficazes, são aqueles sobre os quais os profissionais mais orientam e oferecem. Os achados apontam que a assistência em planejamento familiar na Unidade de Saúde da Família necessita de adequações, não só para assegurar a qualidade do serviço prestado como também para assegurar direitos sexuais e reprodutivos.; El objetivo de este estudio fue identificar la asistencia ofrecida por los profesionales de la salud que actúan en la planificación familiar, en una Unidad de Salud de la Familia, en el municipio de Ribeirao Preto, Sao Paulo. Se trata de un estudio descriptivo con corte transversal y abordaje cuali-cuantitativo. Los datos fueron recolectados por medio de entrevista con 11 profesionales de la salud. Los resultados revelaron que la mayoría de los profesionales no recibió capacitación en planificación familiar...

PARTICIPACIÓN MASCULINA EN EL PLANEAMIENTO FAMILIAR: ¿LO QUÉ PIENSAN LAS MUJERES?; MEN’S PARTICIPATION IN FAMILY PLANNING: WHAT DO THE WOMEN THINK?; PARTICIPAÇÃO MASCULINA NO PLANEJAMENTO FAMILIAR: O QUE PENSAM AS MULHERES?

Cruz, Rachel; Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira-IMIP; de Morais, Ana Cláudia Brito; Pinto, Sarah de Lima; Universidade Regional do Cariri-URCA; Amorim, Ludwig Tenório Cruz Gomes; Faculdade Pernambucana de Saúde-FPS.; Sampaio, Karla
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; Pesquisa qualitativa; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 19/12/2014 Português
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ABSTRACT: This is descriptive research with a qualitativeapproach, which aimed to investigate women’s perceptionregarding male participation in family planning. Interviewswere held with 20 women in February – July 2012, in acenter of excellence in reproductive care, in the state ofCeará. Two categories emerged from the accounts: Thepartner’s contribution in contraception and What dowomen think regarding the man’s participation in familyplanning? The women perceive the men’s participation asinsufficient, and believe that a more effective contributionwould include the partners accompanying them tothe consultations. They recognize this contribution asimportant, but some show acceptance in relation to theman’s absence, and do not demand this involvement.In making their selections on their own, and takingresponsibility for the contraception, the women absolvethe partners from an attribution which is of both,reinforcing the socially constructed and – consciously orunconsciously – accepted idea that it is they who are givenresponsibility for reproductive matters.; Trata-se de pesquisa descritiva com abordagem qualitativa, cujo objetivo foi conhecer a percepçãofeminina sobre a participação dos homens no planejamento familiar. Entrevistou-se 20 mulheres no períodode fevereiro a julho de 2012...

Derechos reproductivos: el discurso e la práctica de los enfermeros referida a la planificación familiar; Reproductive rights: nurses’ speech and practice on family planning; DIREITOS REPRODUTIVOS: O DISCURSO E A PRÁTICA DOS ENFERMEIROS SOBRE PLANEJAMENTO FAMILIAR

Lindner, Sheila Rubia; Coelho, Elza Berger Salema; Büchele, Fátima; Soares, Cristiane
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 07/02/2007 Português
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Este artigo se propõe investigar o conhecimento e a prática dos profissionais enfermeiros envolvidos na atenção à saúde da mulher sobre "Direitos Reprodutivos" tendo como foco o Planejamento Familiar. Para tanto desenvolvemos uma pesquisa qualitativa, com o método de análise do Discurso do Sujeito Coletivo (DSC). Evidenciamos que em relação ao Planejamento Familiar o que ocorre é a distribuição dos contraceptivos e a orientação destes exclusivamente, prejudicando o direito à escolha e à decisão por parte da mulher. Evidenciamos dissonância entre o discurso e o que é praticado nas Unidades de Saúde pelos profissionais em relação aos Direitos Reprodutivos com ênfase no Planejamento Familiar. Destaca-se um trabalho baseado na demanda, não refletindo sobre o seu "fazer", não concretizando o que colocam como importante para a saúde da mulher, que é a autonomia desta como sujeito capaz de decidir por si mesmo, assegurando os direitos reprodutivos.; Este artículo se propone a investigar el conocimiento y la práctica de los profesionales enfermeros vinculados a la atención de la salud de la mujer...

Planejamento familiar na perspectiva do desenvolvimento

Santos,Júlio César dos; Freitas,Patrícia Martins de
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2011 Português
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O presente ensaio tem como objetivo analisar criticamente as limitações atuais do planejamento familiar aplicado na saúde pública e propor mudanças considerando o modelo das ciências sociais aplicadas à saúde e a perspectiva do desenvolvimento familiar. A proposta deste trabalho surgiu do elevado número de mulheres que solicitara o auxílio maternidade na região do Recôncavo da Bahia no ano de 2006. Através da análise das variáveis e dos métodos envolvidos no planejamento familiar, foi possível verificar as seguintes falhas: responsabilidade e participação exclusiva das mulheres, foco no indivíduo, o número de filhos como principal meta do planejamento, modelo biológico, desconsideração dos aspectos socioculturais. Neste ensaio, apresentamos a proposta de planejamento familiar na perspectiva do desenvolvimento, que será testada como modelo de intervenção em um estudo futuro.

Planejamento familiar: significado para mulheres em idade reprodutiva

Silva,Raimunda Magalhães da; Araújo,Kelly Nóbrega Cavalcante de; Bastos,Lya Araújo Costa; Moura,Escolástica Rejane Ferreira
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/05/2011 Português
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O estudo teve como objetivo compreender o significado do planejamento familiar dado por mulheres em idade reprodutiva, identificar suas percepções sobre a assistência recebida e a participação do parceiro nas decisões do uso do método anticoncepcional. Trata-se de um estudo descritivo, com abordagem qualitativa, desenvolvido com 24 mulheres que participavam do Programa de Planejamento Familiar (PF) em uma Unidade Básica de Saúde da Família de Fortaleza (Ceará), no período de agosto a outubro de 2007. As informações contidas nas entrevistas foram gravadas, organizadas em temáticas e analisadas com base no conceito de significado do interacionismo simbólico. Os resultados evidenciaram três temáticas significativas: o significado de planejamento familiar dado por mulheres em idade fértil; interações de mulheres em idade fértil em um serviço de planejamento familiar; e participação masculina no planejamento familiar conforme significado feminino. Constatou-se que o significado de planejamento familiar para essas mulheres está relacionado a evitar filhos e com valores pertinentes às suas realidades cultural, econômica e social. A assistência é recebida de forma isolada, não priorizando as necessidades da mulher...