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Diversidade de moscas-das-frutas (Diptera, Tephritidae) em pomares comerciais de papaia e em áreas remanescentes da Mata Atlântica e suas plantas hospedeiras nativas, no município de Linhares, Espírito Santo; Fruit flies (Diptera, Tephritidae) diversity in papaya commercial orchards and in remnant areas of the Atlantic Rain Forest and their association with native host plants, in Linhares county, Espírito Santo state, Brazil

Uramoto, Keiko
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 26/04/2007 Português
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Este estudo foi conduzido em áreas remanescentes da Mata Atlântica, Reserva Natural da Companhia Vale do Rio Doce e Floresta Natural de Goytacazes (áreas preservadas), e em pomares comerciais de papaia (áreas alteradas), no município de Linhares, Estado do Espírito Santo. Os principais objetivos foram analisar comparativamente a diversidade, a abundância e o padrão de distribuição das espécies de moscas-das-frutas nesses dois hábitats (alterados e preservados), observando o impacto da mudança ambiental em relação à diversidade de espécies, além disso, verificar a associação das espécies de moscas-das-frutas com as plantas hospedeiras nativas. As moscas-das-frutas foram coletadas em armadilhas plásticas tipo McPhail com atrativo alimentar (proteína hidrolisada) por um período de cinco anos (outubro/2001 a setembro/2006). Nos remanescentes da Mata Atlântica, foram capturados 14 exemplares (machos e fêmeas) de Ceratitis capitata e 6.281 fêmeas de Anastrepha, sendo identificadas 22 espécies, além de cinco espécies possivelmente não-descritas. Nos pomares comerciais de papaia, foram capturados 30 exemplares (machos e fêmeas) de C. capitata e apenas 330 fêmeas de Anastrepha, pertencentes a 14 espécies. A diferença nos valores dos dois parâmetros (riqueza de espécies e abundância) refletiu nos valores do índice de diversidade de Margalef...

Cigarrinhas (Hemiptera: Cicadellidae) potenciais vetoras de um fitoplasma (grupo 16SrlX) associado a sintomas de Huanglongbing dos citros, suas plantas hospedeiras e quantificação do patógeno; Potential leafhopper vectors (Hemiptera: Cicadellidae) of a phytoplasma (16SrIX group) associated with citrus huanglongbing symptoms, host plants and pathogen quantification

Marques, Rodrigo Neves
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 08/04/2011 Português
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O Huanglongbing (HLB) é uma das mais temidas doenças da citricultura mundial, associada a bactérias do gênero Candidatus Liberibacter, que foram detectadas no Brasil em 2004. Em 2008, detectou-se outra bactéria associada a sintomas de HLB no Estado de São Paulo, que foi caracterizada como sendo um fitoplasma do grupo 16 SrIX. Fitoplasmas são molicutes fitopatógenos restritos ao floema de plantas, disseminados por insetos vetores. O presente trabalho buscou identificar cigarrinhas potencialmente vetoras do fitoplasma associado ao HLB e plantas hospedeiras desses insetos, bem como desenvolver uma técnica de quantificação de DNA desse patógeno em insetos e plantas. Amostragens de cigarrinhas foram realizadas quinzenalmente por 12 meses em dois pomares de laranja com histórico de ocorrência do fitoplasma 16SrIX na região norte do Estado de São Paulo, usando-se armadilhas adesivas amarelas em duas alturas (0,3 e 1,5 m) da copa de árvores cítricas, e rede de varredura na vegetação espontânea. Dados faunísticos identificaram uma espécie de Agalliinae (Agallia albidula Uhler) e três de Deltocephalinae, [Balclutha hebe (Kirkaldy), Planicephalus flavicosta (Stål) e Scaphytopius (Convelinus) marginelineatus (Stål)], como os cicadelídeos (Hemiptera: Cicadellidae) mais abundantes e frequentes nas áreas estudadas. Essas espécies predominaram na amostragem com rede de varredura e na menor altura de coleta com armadilhas adesivas...

Xylella fastidiosa de ameixeira: transmissão por cigarrinhas (Hemiptera: Cicadellidae) e colonização de plantas hospedeiras; Xylella fastidiosa in plum: transmission by sharphoters (Hemiptera: Cicadellidae) and colonization in host plants

Müller, Cristiane
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 12/04/2013 Português
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A Escaldadura das Folhas da Ameixeira (EFA) é a principal doença da cultura no Brasil, sendo causada pela bactéria Xylella fastidiosa e transmitida entre plantas pela ação de insetos vetores, mas há carência de informações sobre a identidade dos vetores e plantas hospedeiras para estirpes de X. fastidiosa causando EFA. Objetivando subsidiar uma proposta de manejo da EFA, foram realizados estudos sobre a transmissão de X. fastidiosa por vetores em ameixeira, identificação de plantas hospedeiras da bactéria em vegetação de cobertura dos pomares que possam servir como fontes de inóculo, capacidade de colonização de estirpes de ameixeira, cafeeiro e citros em inoculações cruzadas e validação da técnica de inoculação mecânica como método de avaliação de resistência de cultivars a X. fastidiosa em programas de melhoramento de ameixeira. Inicialmente, por meio de testes de colonização por X. fastidiosa foram identificadas Ocimum basilicum, Vernonia condensata e Pentas lanceolata como plantas não hospedeiras da bactéria, permitindo a criação de cigarrinhas sadias que foram utilizadas nos ensaios de transmissão. As cigarrinhas Macugonalia cavifrons, M. leucomelas e Sibovia sagata (Hemiptera: Cicadellidae: Cicadellinae) foram identificadas como vetoras de X. fastidiosa em ameixeira com eficiência de transmissão por indivíduo variando de 12 a 21%. Para identificação de hospedeiros alternativos do patógeno...

Cigarrinhas potenciais vetoras (Hemiptera: Cercopidae e Cicadellidae) e plantas infestantes associadas à epidemiologia da escaldadura das folhas da ameixeira; Potential hopper vectors (Hemiptera: Cercopidae and Cicadellidae) and weeds associated with the epidemiology of Plum Leaf Scald

Graner, Luiza Silva
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 07/11/2014 Português
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A Escaldadura das Folhas da Ameixeira (EFA) é uma das principais doenças que prejudicam a produção de ameixas no Brasil. Ela é causada pela bactéria Xylella fastidiosa (Wells) cujos potenciais vetores são cigarrinhas (Hemiptera: Cercopidae e Cicadellidae, Cicadellinae). Sabe-se que existem diversas espécies de cicadelídeos e cercopídeos em pomares de ameixeira, mas faltam informações sobre as plantas hospedeiras desses insetos e sua importância epidemiológica. Esta pesquisa teve por objetivo associar as cigarrinhas potenciais vetoras com as plantas de ameixeira e com plantas infestantes da vegetação de cobertura dos pomares. Para tal, realizaram-se amostragens de cigarrinhas em três pomares de ameixeira no município de Paranapanema-SP, no período de setembro/2012 a abril/2013, usando-se três métodos distintos: a) rede de varredura em plantas infestantes; b) armadilhas adesivas amarelas colocadas na copa das ameixeiras a 0,5 e 2 m acima do solo; e c) amostragens visuais em ameixeiras e certas plantas infestantes. As cigarrinhas coletadas foram triadas e identificadas em laboratório e os resultados obtidos foram submetidos à análise faunística. Para verificar se as plantas infestantes eram hospedeiras da X. fastidiosa...

Seleção de plantas hospedeiras experimentais para ensaios de transmissão da estirpe de citros de Xylella fastidiosa; Selection of experimental host plants for transmission tests of citrus strain of Xylella fastidiosa

Esteves, Mariana Bossi
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 26/01/2015 Português
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A clorose variegada dos citros (CVC) é uma das principais doenças que afeta a citricultura brasileira, causada pela bactéria Xylella fastidiosa (Wells), que coloniza o xilema de culturas de interesse econômico, além de plantas ornamentais e daninhas, sendo transmitida por cigarrinhas (Hemiptera: Cicadellidae: Cicadellinae). A compreensão do patossistema CVC é fundamental para planejar táticas eficazes de controle da doença. Entretanto, as pesquisas sobre interações patógeno-planta-vetores são escassas, devido à falta de plantas hospedeiras adequadas para ensaios de transmissão da bactéria, visto que citros não é um bom hospedeiro experimental. Assim, nesta pesquisa objetivou-se identificar espécies herbáceas que permitam a colonização sistêmica da estirpe de X. fastidiosa de citros, e avaliar seu uso como plantas-fonte e plantas-teste (indicadoras) em testes de transmissão por Bucephalogonia xanthophis (Berg). Para tal foram escolhidas as plantas Bidens pilosa L., Catharanthus roseus L., Citrus sinensis (L.) Osbeck, Medicago sativa L., Nicotiana tabacum L., Ocimum basilicum L., Parthenium hysterophorus L., Phaseolus vulgaris L., Sida rhombifolia L. e Solanum americanum Mill, que foram inoculadas mecanicamente com isolados de X. fastidiosa de citros e posteriormente avaliadas quanto à infecção por isolamento primário e reação de cadeia da polimerase (PCR). As espécies que permitiram colonização bacteriana foram posteriormente avaliadas em experimentos de transmissão por B. xanthophis...

Seleção de plantas hospedeiras pela aranha bromelícola Psecas chapoda (Salticidae)

Omena, Paula Munhoz de
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 80 f. : il. color.
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); Pós-graduação em Biologia Animal - IBILCE; A aranha Psecas chapoda (Salticidae) utiliza a planta Bromelia balansae (Bromeliaceae) como sítio de forrageamento, acasalamento e postura de ootecas, bem como abrigo contra predadores e berçário. Em contraste com outras espécies de salticídeos bromelícolas, que habitam até 7-8 espécies de bromélias em regiões litorâneas, P. chapoda habita quase exclusivamente B. balansae em regiões de Cerrado e margens de Florestas Semidecíduas. Esta especialização possivelmente ocorre porque as áreas de vida de P. chapoda são dominadas apenas por B. balansae, não havendo bromélias de outras espécies/arquiteturas disponíveis para as aranhas. Neste trabalho realizamos experimentos com os objetivos de: (1) testar se a associação de P. chapoda restringia-se a uma planta hospedeira específica ou a plantas com um tipo específico de arquitetura; (2) verificar se indivíduos adultos de P. chapoda escolhiam ativamente suas plantas hospedeiras e (3) determinar os mecanismos sensoriais envolvidos na seleção de plantas hospedeiras por P. chapoda. Nossos resultados mostraram que a especialização deste salticídeo por micro-hábitat não é espécie-específica e sim restrita a certas características arquiteturais das rosetas de suas plantas hospedeiras. Psecas chapoda...

Transmissibilidade da leprose das cercas-vivas, quebra-ventos e plantas daninhas para citros através de Brevipalpus phoenicis (Geijskes, 1939) (Acari: Tenuipalpidae)

Maia, Ozana Maria de Andrade
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: ix, 73 f. : il.
Português
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Pós-graduação em Agronomia (Entomologia Agrícola) - FCAV; No Brasil, Brevipalpus phoenicis (Geijskes, 1939) é vetor da leprose na cultura dos citros, doença responsável por significativa redução na produtividade. Objetivou-se avaliar, a capacidade de colonização de B. phoenicis sobre cercas-vivas, quebra-ventos e plantas daninhas, e a potencialidade destas como hospedeiras do vírus da leprose. Realizou-se a colonização das plantas com ácaros procedentes de uma criação-estoque sobre frutos de citros Pêra-rio, para as seguintes plantas hospedeiras intermediárias: Hibiscus sp., Malvaviscus mollis, Grevillea robusta, Mimosa caesalpiniaefolia, Bixa orellana, Euphorbia splendens, Bidens pilosa, Commelina benghalensis, Sida cordifolia, Ageratum conyzoides e Citrus sinensis. Constatou-se que a exceção de E. splendens, todas comportaram-se como hospedeiras do ácaro. Ácaros contaminados, procedentes da criação-estoque, após serem transferidos e confinados em arenas delimitadas nas plantas hospedeiras intermediárias, por um período de 7 dias, não perderam a capacidade de transmitir o vírus para mudas cítricas de Valência e Natal. Ácaros não contaminados que tiveram acesso alimentar por 3 dias nessas mesmas arenas...

Avaliação da agressividade e caracterização genética de linhagens de Ralstonia Solanacearum isoladas de diferentes plantas hospedeiras

Rodrigues, Lucas Mateus Rivero
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: vii, 68 f. : il. color., grafs., tabs.
Português
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66.76%
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Pós-graduação em Agronomia (Proteção de Plantas) - FCA; O presente trabalho teve como objetivo avaliar a agressividade de linhagens de Ralstonia solanacearum provenientes de solanáceas, plantas ornamentais e eucalipto, em plantas de batata, tomate e fumo, bem como caracterizar as linhagens por meio de técnicas moleculares. Vinte e duas linhagens foram utilizadas nos ensaios de avaliação da agressividade, em experimentos conduzidos em casa-de-vegetação evidenciaram alta severidade da doença pelas linhagens de R. solanacearum quando inoculadas em plantas de tomate e batata, sendo a batata mais afetada nas inoculações. Todas as linhagens mostraram-se agressivas, sendo que o fumo mostrou baixa suscetibilidade ao ataque das bactérias. As linhagens mais agressivas em plantas de tomate foram IBSBF 309, IBSBF 1712, IBSBF 1839, IBSBF 1882, IBSBF 1883 e IBSBF 2000, pertencentes às biovares I, II e III. As linhagens mais agressivas às plantas de fumo foram IBSBF 309, IBSBF 2131 e IBSBF 292T, pertencentes à biovar I. Foi efetuado também ensaio de microbiolização in vitro em sementes de eucalipto, a fim de se identificar possíveis linhagens patogênicas a esta espécie vegetal e concluiu-se que todas as linhagens utilizadas infectaram plantas de eucalipto ou afetaram seu crescimento. A caracterização molecular de 41 linhagens de Ralstonia solanacearum...

Interações evolutivas entre borboletas da tribo troidini (Papilionidae, Papilioninae) e suas plantas hospedeiras no genero Aristolochia (Aristolochiaceae)

Karina Lucas da Silva-Brandão
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 06/04/2005 Português
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Uma filogenia dos membros Neotropicais da tribo Troidini (Lepidoptera: Papilionidae) foi obtida a partir da seqüência de três genes codificadores de proteínas: dois mitocondriais (COI e COII) e um nuclear (EF-1?). Análises de Parcimônia e Bayesiana de 33 taxa resultaram em árvores bastante similares, independentemente do método utilizado, com os 27 Troidini sempre formando um ramo monofilético. O gênero Battus é grupo irmão dos demais Troidini, seguido pelo ramo formado pelos taxa Paleotropicais (aqui representados por três espécimes). O gênero Euryades é o próximo ramo, e grupo irmão dos Parides. O gênero Parides é monofilético, e está dividido em quatro grupos principais pela análise de Máxima Parcimônia, com o grupo mais basal composto das espécies com cauda do SE do Brasil. Otimizações de Caráter de dados ecológicos e morfológicos sobre a filogenia proposta para os troidines indicaram que o uso de várias espécies de Aristolochia é o caráter ancestral, ao invés do uso de poucas ou de uma única planta hospedeira. Para os outros três caracteres, os estados ancestrais foram ausência de uma cauda longa, floresta como habitat primário e oviposição de ovos solitários ou em grupos dispersos de vários ovos. Uma filogenia baseada no gene cloroplástico matK e na região não-codificadora entre os genes trnL-trnF...

Cerambicideos associados a melastomataceas : biologia e padrão de utilização das plantas hospedeiras, Serra do Japi, Jundiai-SP

Hipolito Ferreira Paulino Neto
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 14/03/2003 Português
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Cerambycidae constitui um dos maiores grupos de insetos, apresentando distribuição cosmopolita, sendo muito abundantes e diversificados nos trópicos. As larvas destes besouros são brocadoras de madeira, utilizando troncos vivos ou mortos. Este estudo investigou aspectos da biologia de Oncideres humeralis Thoms (Cerambycidae: Lamiinae), especificidade cerambicídeo-planta hospedeira, utilização das diferentes espécies de plantas presentes na área de estudo e o impacto causado sobre a população de uma de suas hospedeiras. As observações de campos foram feitas na Serra do Japi, Sudeste do Brasil, registrando-se dados referentes à biologia, ecologia e comportamento da espécie. Oncideres humeralis adultos ocorrem entre dezembro e março, período utilizado essencialmente para a reprodução. Assim que copula, a fêmea inicia o corte da planta, que é interrompido para ovipor e após ovipor, retoma o corte, garantindo que o ramo utilizado venha a cair. Ela mastiga um pequeno furo circular na casca dos ramos e deposita seus ovos entre a casca e o cerne, colocando em média, seis oviposições por planta e dois ovos por oviposição. Ovos eclodem entre 20 e 25 dias após oviposição. Os ovos são colocados nas bifurcações dos ramos...

Biologia e ecologia de Phloea subquadrata Spinola, 1837 (Heteroptera: Phloeidae) : uso de plantas hospedeiras e dinamica populacional na Serra do Japi, Jundiai, SP; Biology and ecology of Phloea subquadrata Spinola, 1837 ( Heteroptera: Phloeidae) : host plant utilization and population dynamics in Serra do Japi, Jundiai, SP

Adriana Trevizoli Salomão
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 14/02/2007 Português
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Phloea subquadrata (Heteroptera: Phloeidae) é um pentatomóideo fitófago que vive sobre troncos de árvores, aos quais se assemelha devido à coloração e ao corpo altamente modificado. Este trabalho verificou os padrões de uso de plantas hospedeiras pelo inseto, incluindo seleção de espécies e sua relação com características estruturais das plantas na Serra do Japi, Sudeste do Brasil. Também foram investigadas a estrutura e dinâmica populacional durante três anos em plantas de Myrciaria jaboticaba. P. subquadrata foi registrado em dez espécies de Myrtaceae, ocorrendo preferencialmente em plantas com caules descamantes em relação a plantas com caules não-descamantes, e ocupou os maiores ramos disponíveis de cada espécie hospedeira. Não houve relação entre agrupamento dos ramos (isolados vs. moitas) e densidade de plantas hospedeiras e a ocupação e densidade de P. subquadrata. Adicionalmente, ninfas e adultos ocorreram durante todo o ano sobre M. jaboticaba, mas o período reprodutivo foi restrito à estação quente e chuvosa. A densidade populacional tendeu a aumentar no fim desta estação, e os indivíduos atingiram as fases subadulta e adulta no início da estação chuvosa subseqüente. A razão sexual não diferiu de 1:1 apenas no período de recrutamento dos adultos...

Dinamica populacional e padrões de utilização de plantas hospedeiras, por 12 espécies de serra paus (Coleoptera: Cerambycidae: Onciderini) na Serra do Japi, Jundiaí, SP; Population dynamics and host plants utilization by 12 species twig-girdler (Coleoptera: Cerambycidae: Onciderini) in Serra do Japi, Jundiai, SP

Claudia Moreno Paro
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 30/01/2008 Português
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A estrutura da comunidade e as dinâmicas populacionais dos serra-paus (Onciderini; Cerambycidae: Coleoptera) foram investigadas na Serra do Japi, Jundiaí-SP, sudeste do Brasil, durante quatro anos, de dezembro de 2002 a dezembro de 2006. Este estudo também verificou o padrão de uso de plantas hospedeiras, incluindo preferências e relações com as características estruturais das plantas. Os adultos ocorreram entre outubro e maio, período utilizado para reprodução. Foi observado um total de 1113 indivíduos, de 12 espécies dos gêneros Oncideres e Psyllotoxus. Dos besouros observados, 1,0% foram classificados como espécies raras (Oncideres miniata, Oncideres bueki e Oneideres macra), 2,6% como espécies dispersas (Oneideres cervina), 37,8% como espécies comuns (Oneideres impluviata, Oncideres ulcerosa, Oneideres dejeani, Psyllotoxus griseocinetus e Oneideres irrorata) e 59,0 % como espécies muito abundantes (Oneideres saga, Oneideres captiosa e Oneideres humeralis). A razão sexual para a maioria das espécies foi de 1: 1 no mês de recrutamento das populações e deslocou a favor das fêmeas nos outros meses. Fatores abióticos, como precipitação e temperatura influenciaram a dinâmica e fenologia dessas populações. Na tribo Onciderini...

História natural dos estágios imaturos de Elbella luteizona (Mabille, 1877) (Lepidoptera: Hesperiidae) : as plantas hospedeiras importam?; Natural history of immature stages of Elbella luteizona (Mabille, 1877) (Lepidoptera, Hesperiidae): do host plants matter?

Ramos, Marina Neis
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
Português
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Ecologia, 2013.; Apesar do vasto conhecimento sobre adultos de lepidópteros, grande parte da história natural dos imaturos permanece desconhecida. Elbella luteizona (Pyrginae) é um hesperídeo registrado no Distrito Federal, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. No Cerrado, a espécie é polífaga, sendo que as larvas consomem e constroem seus abrigos em folhas de duas espécies de plantas: Byrsonima coccolobifolia (Malpighiaceae) que é decídua, e Myrsine guianensis (Myrsinaceae), sempre-verde. Essas são as únicas informações disponíveis para E. luteizona. Dessa forma, os objetivos do presente trabalho foram: descrever os imaturos e a arquitetura dos abrigos larvais; verificar a abundância relativa temporal das larvas nas duas espécies de plantas e, particularmente, responder se há preferência da larva por alguma dessas plantas. O trabalho foi desenvolvido em 568 parcelas circulares de 10m de diâmetro em áreas de cerrado sensu stricto, em Brasília, DF, de agosto de 2011 a maio de 2013. Em todas as parcelas, as plantas das duas espécies foram vistoriadas à procura de ovos, larvas...

Insetos galhadores associados a duas espécies de plantas invasoras de áreas urbanas e peri-urbanas

Julião,Genimar R.; Fernandes,G. Wilson; Negreiros,Daniel; Bedê,Lúcio; Araújo,Raquel C.
Fonte: Sociedade Brasileira De Entomologia Publicador: Sociedade Brasileira De Entomologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2005 Português
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Os insetos têm sido considerados importantes indicadores de mudanças ambientais e da qualidade de habitats. Apesar de seu hábito séssil, fácil visualização, abundância, e especificidade de hospedeiro, insetos indutores de galhas não têm sido utilizados em estudos desta natureza. Neste estudo foi investigado o uso potencial de insetos galhadores associados a duas espécies de plantas hospedeiras ruderais (Baccharis dracunculifolia e Vernonia polyanthes: Asteraceae) como bioindicadores da qualidade de habitats. Procurou-se responder às seguintes questões: (i) A diversidade de insetos galhadores é afetada pelo tipo de uso e ocupação da paisagem (solo)?; (ii) A resposta das comunidades de insetos galhadores difere entre as duas espécies de plantas hospedeiras?; (iii) A diversidade de insetos galhadores é influenciada por características bióticas e físicas dos biótopo urbanos? Foram coletadas 6.226 galhas, pertinentes a 6 espécies de insetos galhadores associados à V. polyanthes e 11 espécies associadas à B. dracunculifolia. Não foi encontrada nenhuma diferença na riqueza de insetos galhadores entre os biótopos amostrados. No entanto, a abundância de insetos galhadores apresentou diferenças significativas quanto ao tipo de uso e ocupação da paisagem. As galhas foram mais numerosas em biótopos menos urbanizados...

Abelhas oligoléticas e plantas hospedeiras: ecologia cognitiva e da polinização

Milet-Pinheiro, Paulo; Peter Schlindwein, Clemens (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
Português
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O presente estudo investigou a interação entre abelhas oligoléticas, que coletam pólen em plantas de um mesmo gênero ou família, e suas plantas hospedeiras, destacando aspectos adaptativos da ecologia cognitiva e da polinização. Abelhas oligoléticas Chelostoma rapunculi apresentam adaptações neurológicas visuais e olfativas que controlam a atração e preferência inata pelos sinais florais da planta hospedeira Campanula trachelium. Baseada nessas adaptações Ch. rapunculi é capaz de reconhecer flores de Ca. trachelium, caracterizadas por sinais visuais repetitivos na natureza, i.e. cor UV-azul, mas, ao mesmo tempo, por sinais olfativos altamente específicos, as espiroacetais. Esses voláteis florais raros são os únicos capazes de atrair abelhas inexperientes de Ch. rapunculi e são, consequentemente, a chave para o reconhecimento inato da planta hospedeira Ca. trachelium. Isso indica que, pelo menos nessa espécie, a oligoletia deve ser controlada por limitações neurológicas, geneticamente determinadas. Na interação entre a abelha oligolética Ceblurgus longipalpis e a planta hospedeira Cordia leucocephala, foi evidenciada uma dependência mútua, onde a planta distílica depende da abelha como único polinizador e a abelha depende da planta como fonte exclusiva de pólen (monoletia). Nessa associação...

Bioecologia e infestação da Lagarta do girassol, Chlosyne Lacinia Saundersii (Doubleday & Hewitson) (Lepidoptera: Nymphalidae), em plantas hospedeiras e genótipos de girassol

Cunha, Fabiane
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Teses e Dissertações Formato: application/pdf
Português
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Resumo: O Girassol (Helianthus annuus L.) (Asteracea) constitui a segunda cultura produtora de óleo comestível do mundo. No Brasil, a maior parte do território está apta ao seu cultivo, apresenta ainda a vantagem de poder ser plantada em sucessão à cultura principal, na seca, devido tanto ao seu ciclo relativamente curto como à sua pouca sensibilidade ao frio e a seca, chegando, dessa forma, à indústria de extração numa época em que esta se encontra carente de matéria-prima para o processamento. Paralelamente ao crescimento da cultura do girassol, diversos problemas ocorrem na produtividade, destacando-se os insetos, como os coleópteros, pentatomídeos e lepidópteros destacando a lagarta do girassol Chlosyne lacinia saundersii Doubleday & Hewitson (1849) (Lepidoptera: Nymphalidae). Visando aprimorar estudos relacionados a esta lagarta, foram realizado estudos relativos à bioecologia e estrutura genética de suas populações, em oito estados brasileiros (RS, PR, MS, SP, DF, MG, BA e RO) mediante a técnica de RAPD. Insetos da região Sul e Centro-Oeste (Santa Maria, Londrina e Dourados) foram geneticamente próximas (Dice = 0,76), quanto comparadas com as populações de Vilhena, Uberaba, Barreiras e Ribeirão Preto. A maior dissimilaridade genética (Dice = 0...

Padrões de diversidade de insetos galhadores no Cerrado: a importância da comunidade de plantas; Diversity patterns of gall-inducing insects in the Cerrado: the importance of host plant community composition

ARAÚJO, Walter Santos de
Fonte: Universidade Federal de Goiás; BR; UFG; Mestrado em Ecologia e Evolução; Ciências Biológicas - Biologia Publicador: Universidade Federal de Goiás; BR; UFG; Mestrado em Ecologia e Evolução; Ciências Biológicas - Biologia
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
Português
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56.89%
The idea that host plants influence the richness of galling is widespread and has several approaches in literature. Many of these approaches take into account the hosts richness, the density of vegetation, plant species composition and architecture of plants, as factors that influence the diversity patterns of gall-inducing insects. In this study we investigated the importance of structure, richness and community composition of plants to the distribution of galling. Inventories on the diversity of gall morphotypes and host plants were conducted in various areas of the Brazilian Cerrado, in the states of Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais and Tocantins. Altogether we sampled 1882 plants belonging to 131 species and 43 plant families, among which 64 species (48.8%) and 31 families (72.1%) had galling. We recorded 112 species of galling that occurred mainly in Vochysiaceae (with 19 species), followed by Fabaceae and Malpighiaceae (with 13 and 12 species respectively). Were recorded five genera and 13 species of plants, considered as a super-host of galling. These taxa housed together 45 morphotypes of gall, which represents 40% of the total diversity sampled. The genus Qualea (Vochysiaceae) alone sheltered 18 morphotypes of gall. No specific level Qualea parviflora was the species with the greatest richness of gall (eight types). At the structural level...

Determinantes de riqueza e padrões de uso de plantas hospedeiras por moscas-das-frutas (diptera:tephritidae)

Gomes, Lucas Gontijo
Fonte: Universidade Federal de Goiás; Brasil; UFG; Programa de Pós-graduação em Ecologia e Evolução (ICB); Instituto de Ciências Biológicas - ICB (RG) Publicador: Universidade Federal de Goiás; Brasil; UFG; Programa de Pós-graduação em Ecologia e Evolução (ICB); Instituto de Ciências Biológicas - ICB (RG)
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
Português
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(Sem resumo em inglês); Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES; Maioria dos insetos herbívoros se alimenta de um subconjunto de plantas proximamente relacionadas. Como consequência, locais com maior diversidade filogenética de plantas devem ter maior riqueza de herbívoros. Entretanto o mesmo parece não ser verdade quando o incremento na riqueza local de plantas é devido ao elevado número de espécies de plantas exóticas. Sendo assim, eu perguntei se a riqueza local de herbívoros é predita pela riqueza de plantas nativas, pela riqueza de plantas exóticas e pela diversidade filogenética das plantas hospedeiras. Adicionalmente perguntamos se a diversidade filogenética de plantas de um local tende a aumentar com o aumento do número de plantas exóticas. Para responder essas perguntas eu usei dados secundários de interações entre moscas-das-frutas e plantas frutíferas. Eu encontrei que a riqueza de plantas nativas explica a riqueza local de herbívoros melhor até do que o número total de plantas hospedeiras. Encontramos que a diversidade filogenética das plantas também explica a riqueza de herbívoros, embora fracamente. Plantas exóticas não aumentam desproporcionalmente a diversidade filogenética de plantas de um local. Os resultados indicam que o compartilhamento de história evolutiva entre plantas e herbívoros e restrições filogenéticas no consumo da hospedeira são importantes na determinação de interação entre herbívoros e plantas. Eles sugerem também que usar o número de espécies de plantas nativas e exóticas (sem distinção entre elas) para explicar a riqueza de herbívoros em um local pode não ser a melhor opção.

Padrões sazonais e evolução do uso de plantas hospedeiras de larvas por Heliconieus erato phyllis (L.) (Lepidopetera, Nymphalidade) na serra do Japi, São Paulo

Frederico Santos Lopes
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 30/08/1991 Português
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No presente estudo foram avaliados os fatores que influenciama escolha de plantas hospedeiras de larvas pelas fêmeas de Heliconius erato phyllis e a evolução da hierarquia das preferências dessas fêmeas por essas plantas. A área do estudo é uma Área de Proteção Ambiental, constituída por uma floresta estacional semi-decídua situada na Serra do Japi, Jundiaí, São Paulo e preservada para proteção de um manancial de água potável. Os dados foram coletados de abril de 1988 a abril de 1990, ao longo de duas trilhas próximas à represa de captação de água do Departamento de Águas e Esgotos de Jundiaí. A área foi dividida em duas sub-áreas denominadas Área Principal e Área Comparativa. As espécies de Passiflora encontradas na área foram P. alata, P. amethystina, P. capsularis, E. edulis, P. miersii, P. organensis, P. sidaefoliae, e P. suberosa. As espécies utilizadas na Serra do Japi pelas fêmeas de Heliconius erato phyllis para oviposição foram P. capsularis, P. organensis, P. sidaefolia e P. suberosa. Nas espécies de plantas usadas pelas larvas, foram encontrados dois tipos de meristema apical, que puderam ser distinguidos morfologicamente. Um desses tipos, mais ativo (meristema "rápido"), cresceu mais rapidamente e apresentou maior biomassa de folhas novas. O outro tipo...

Plantas hospedeiras e galhas entomógenas em sub-bosques de florestas tropicais do Pará, Brasil; Host plants and entomogenous galls in understory of tropical forests in the Pará, Brazil

Araújo, Walter Santos de; Universidade Federal de Goiás, Goiânia, GO.; Porfírio Júnior, Éder Dasdoriano; Universidade Federal de Goiás, Goiânia, GO.; Jorge, Vanessa Araújo; Universidade Federal de Goiás, Goiânia, GO.; Espírito-Santo Filho, Kle
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 24/12/2012 Português
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http://dx.doi.org/10.5007/2178-4574.2012n41p59 Nesse estudo nós registramos a ocorrência de galhas e plantas hospedeiras em áreas de sub-bosque de Floresta Ombrófila Densa, na Floresta Nacional Saracá-Taquera em Porto Trombetas, norte do Pará, Brasil. Foram registrados 112 morfotipos de galhas distribuídos em 65 espécies e 33 famílias de plantas hospedeiras, sendo Cecidomyiidae (Diptera) o grupo de galhadores mais importante. As famílias de plantas que apresentaram maior riqueza de galhas foram Fabaceae com 18 morfotipos, Bignoniaceae com 14, Lauraceae e Sapotaceae com 12, e Burseraceae com 10 espécies de insetos galhadores. Os gêneros Adenocalymma (Bignoniaceae), Pouteria (Sapotaceae), Inga (Fabaceae) e Protium (Burseraceae) e as espécies Adenocalymma neoflavidum (Bignoniaceae) e Ocotea sp. (Lauraceae) foram os táxons mais diversos de plantas hospedeiras. A riqueza de galhas na floresta estudada é elevada quando comparada a outros biomas brasileiros, como o Cerrado e a Mata Atlântica. Esses resultados mostram a importância da região amazônica para a diversidade de galhas entomógenas no Brasil.; http://dx.doi.org/10.5007/2178-4574.2012n41p59 In this study we recorded the occurrence of galls and host plants in understory areas of Floresta Ombrófila Densa...