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O estudo da psicopatologia numa perspectiva transdiagnóstica da regulação emocional

Dinis, Alexandra Margarida Borges
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Tese de Doutorado
Português
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Nos últimos anos, assiste-se a um interesse crescente pelo estudo da regulação emocional devido à relevância que esta pode assumir na compreensão da natureza e no tratamento da psicopatologia. Neste âmbito, a conceptualização da regulação emocional como um importante factor transdiagnóstico tem vindo a reunir consenso entre teóricos, clínicos e investigadores. De entre os diversos processos de regulação emocional, a ruminação, a aceitação/evitamento experiencial, o mindfulness, a auto-compaixão e os esquemas emocionais, têm vindo a ganhar um lugar de destaque, e são diversos os estudos que procuram compreender melhor a natureza da relação que cada um destes processos estabelece com variadas formas de psicopatologia. É no contexto desta diversidade de constructos/processos de regulação emocional que o presente projecto de investigação foi estruturado. Os dez estudos empíricos que integram a presente dissertação foram delineados com o intuito de contribuírem para uma melhor compreensão dos processos de regulação emocional, nomeadamente, no que concerne ao seu papel enquanto factores protectores ou, pelo contrário, enquanto factores de risco associados ao desenvolvimento e manutenção da psicopatologia. O Estudo I e II tiveram como objectivos adaptar...

O efeito moderador do género na relação entre as estratégias cognitivas de regulação emocional e a sintomatologia depressiva, numa amostra de adolescentes

Duarte, Ana Catarina Martins
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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A depressão é uma das perturbações psicológicas mais prevalentes entre os adolescentes. As raparigas apresentam maior prevalência de sintomatologia depressiva do que os rapazes, sobretudo a partir dos 15 anos, altura em que tende a ocorrer o primeiro episódio de depressão major. As estratégias cognitivas de regulação emocional mal adaptativas têm vindo a ser apontadas como um fator de risco para a depressão e como um fator explicativo das diferenças de género ao nível da sintomatologia depressiva. O principal objetivo deste estudo foi testar o efeito moderador do género na relação entre as estratégias cognitivas de regulação emocional e a sintomatologia depressiva. A amostra foi constituída por 319 adolescentes, com idades entre os 13 e os 15 anos. Medidas de autorresposta foram utilizadas para aceder à sintomatologia depressiva (CDI) e às estratégias cognitivas de regulação emocional (CERQ). As raparigas apresentaram maior tendência para recorrer a estratégias cognitivas mal adaptativas de regulação emocional. A sintomatologia depressiva foi predita positivamente pela catastrofização para ambos os géneros e pela autoculpabilização e ruminação para as raparigas. Quanto a estratégias adaptativas...

O impacto da regulação emocional no bem-estar dos trabalhadores portugueses: o papel moderador dos traços de personalidade

Rodrigues, Fátima Maria Nunes
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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Hoje em dia as emoções constituem um aspecto fundamental de estudo e investigação, uma vez que é reconhecido que estas não só condicionam o nosso comportamento, como marcam e determinam a nossa interacção com os outros, nos múltiplos domínios da nossa vida, designadamente o do traba-lho. A presença de emoções em qualquer situação ou contexto implica a sua adequação aos mesmos, tornando-se fundamental compreender que factores interferem com essa regulação emocional e quais os possíveis efeitos ou consequências que estão associados a essa mesma regulação. Em parceria com a equipa de investigação sobre Emoções, Sentimentos e Afectos em Contexto de Trabalho, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), no Brasil, conduzimos o presente estudo com o objectivo de testar a relação entre a regulação das emoções e o bem-estar, analisando o papel moderador que os traços de personalidade, nomeadamente a extroversão e o neuroticismo, po-dem ter nessa relação, numa amostra de 310 trabalhadores portugueses. Para o efeito, recorremos à escala Emotion Regulation Profile – Revised (ERP-R) de Nelis, Quoidbach, Hansenne e Mikolajczak (2011), adaptada numa versão reduzida de Gondim et al. (in press), bem como à Escala de Bem-Estar Sub-jectivo (EBES)...

O papel moderador de algumas características sociodemográficas na relação entre inteligência emocional e perfil de regulação emocional: um estudo com trabalhadores portugueses

Sá, Tânia Portelada de
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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As emoções podem ser vistas como processos que estão presentes na nossa vida e podem ser definidas como um conjunto de reações cognitivas que ajudam o indivíduo a responder a determinados desafios ou oportunidades do meio (Levenson, 1994). O estudo centrado na análise e compreensão do modo como os indivíduos regulam e controlam as suas emoções nos variados contextos e em particular no trabalho, assim como das consequências dessa gestão no seu próprio comportamento e no dos outros com os quais interagem é algo a que a Psicologia tem procurado dar resposta. Neste sentido, o objetivo deste estudo é testar o papel moderador de algumas variáveis sociodemográficas dos trabalhadores (o género, a idade, a escolaridade e a formação prévia disponibilizada pelas organizações onde trabalham sobre emoções), na relação entre a inteligência emocional e as estratégias de regulação emocional usadas pelos trabalhadores nas interações sociais (perfil de regulação emocional). De modo a cumprir este objetivo, foram utilizadas as escalas Emotion Regulation Profile-Revised de Nelis, Quoidbach, Hansenne e Mikolajczak (2011), adaptada numa versão reduzida de Gondim et al. (in press) – que avalia a regulação emocional; e a Medida de Inteligência Emocional...

O papel moderador de algumas características sócio-demográficas na relação entre a regulação emocional e o bem-estar: um estudo com trabalhadores portugueses

Rocha, Teresa Isabel Cardoso
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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68.67117%
As emoções exercem um papel essencial na existência humana. Estas influenciam o modo como o ser humano actua nas diferentes situações da sua vida e interage com os outros. Concretamente, o contexto do trabalho tem sido alvo de uma constante evidência da sua importância na medida em que é, cada vez mais, reconhecido como sendo pertinente e útil investigar o modo como os indivíduos gerem e regulam as suas emoções e de que modo isso afecta o seu comportamento nos mais variados domínios da sua vida. A Regulação Emocional pode ser vista como um processo pelo qual o indivíduo influencia a experiência subjectiva e psicológica das suas emoções.1 O presente estudo insere-se no âmbito do projecto de investigação “Emoções, Sentimentos e Afetos em Contexto de Trabalho”, numa parceria entre a Faculdade de Psicologia e de Ciências de Educação da Universidade de Coimbra|Portugal (FPCEUC) e a Universidade Federal de S. Salvador da Bahia|Brasil (UFBA). É objectivo da presente investigação explorar o impacto da regulação emocional (e suas estratégias) no bem-estar dos trabalhadores, tendo em conta o papel moderador exercido por algumas variáveis sócio-demográficas nesta relação. Foram utilizadas, para o presente fim...

Estratégias de aprendizagem e de regulação emocional de estudantes dos cursos de formação de professores; Learning and emotional regulation strategies in training courses students

Denise Bortoletto
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 19/04/2011 Português
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As estratégias de aprendizagem e as de regulação emocional são importantes para a autorregulação acadêmica, pois proporcionam ao estudante possibilidades de consciência e de controle de seu pensamento, bem como seu estado afetivo. Tendo como referencial teórico a Psicologia Cognitiva baseada na Teoria do Processamento da Informação, o objetivo desta pesquisa foi descrever as estratégias de aprendizagem e de regulação emocional de 298 estudantes, de variadas idades, de ambos os sexos e de diferentes anos do curso de Pedagogia de universidades públicas brasileiras. Buscou-se também identificar possíveis relações entre as variáveis estudadas. Os dados foram coletados por meio de questões abertas e por duas escalas do tipo Likert, uma para avaliar as estratégias de aprendizagem e a outra, para a regulação emocional. Os dados objetivos foram analisados quantitativamente mediante procedimentos de estatística descritiva e inferencial, ao passo que as questões abertas foram estudadas qualitativamente, por meio da análise categorial. Os resultados apontam que os universitários relataram fazer uso de estratégias de aprendizagem e de regulação emocional. Quanto às estratégias de aprendizagem, os estudantes afirmaram utilizar...

Sou o que sinto! : a relação entre a regulação emocional e o ajustamento psicológico em crianças e jovens

Rei, Sara Louro
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2012 Português
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Tese de mestrado, Psicologia (Secção de Psicologia Clínica e da Saúde - Núcleo de Psicoterapia Cognitiva, Comportamental e Integrativa), Universidade de Lisboa, Faculdade de Psicologia, 2012; A Regulação Emocional tem vindo a ser relacionada com diferentes tipos de psicopatologia, contudo continuamos sem saber se, independentemente da existência de uma psicopatologia, a forma como as crianças regulam as emoções no seu dia-a-dia, se relaciona com o seu ajustamento psicológico. Este é o principal objetivo do presente estudo que se baseia numa amostra de 196 crianças, entre os 10 e os 13 anos de idade, representantes de uma amostra não clínica, de escolas públicas do concelho de Cascais. A recolha dos dados relativos ao estudo baseou-se em dois questionários respondidos pelas crianças, o Child Perceived Coping Questionnaire (CPCQ- versão para investigação - Rossman, 1992) e o Strengths and Difficulties Questionnaire (SDQ – versão portuguesa – Goodman, 1997) e numa versão do SDQ respondida pelos professores responsáveis pelas diferentes turmas. Os resultados apontam para uma relação entre estes dois conceitos, sobretudo entre as capacidades pró sociais das crianças e a utilização de regulação emocional baseada no suporte social de pais e amigos. O inverso também se verificou...

Relações entre a regulação emocional, a regulação da satisfação das necessidades psicológicas, o bem-estar/distress psicológicos e a sintomatologia

Telo, Catarina Isabel Freitas
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2012 Português
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Tese de mestrado, Psicologia (Secção de Psicologia Clínica e da Saúde - Núcleo de Psicoterapia Cognitiva-Comportamental e Integrativa), Universidade de Lisboa, Faculdade de Psicologia, 2012; À luz do Modelo de Complementaridade Paradigmática compreende-se que o indivíduo, ao percepcionar um estímulo interno ou externo, activa esquemas psicológicos que dão significado à experiência emocional e consequentemente proporcionem um funcionamento emocional adequado. O sistema emocional é o processo que permite a regulação da satisfação dos sete pares de necessidades psicológicas dialécticas, propostas no modelo, através de um processo contínuo de negociação e balanceamento das sete polaridades, promovendo o bem-estar psicológico. Por sua vez, um funcionamento não adaptativo do sistema emocional culmina na não regulação da satisfação das necessidades, podendo-se transformar em distress ou cristalizar em sintomatologia. Apresenta-se um estudo de relações entre cinco variáveis, de modo a explorar as associações entre as mesmas, com maior incidência na Regulação Emocional, na Regulação da Satisfação das Necessidades, Bem-Estar e Distress Psicológicos, Sintomatologia e Alexitimia. O estudo contou com 429 participante através de uma plataforma on-line. Os resultados vão ao encontro o que é proposto no Modelo de Complementaridade Paradigmática...

Regulação emocional e da satisfação das necessidades psicológicas na ansiedade social

Leonardo, Carolina Soares Rodrigues
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2013 Português
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Tese de mestrado, Psicologia (Secção de Psicologia Clínica e da Saúde - Núcleo de Psicoterapia Cognitiva-Comportamental e Integrativa), Universidade de Lisboa, Faculdade de Psicologia, 2013; O presente estudo pretendeu proporcionar uma compreensão mais alargada sobre a ansiedade social elevada, particularmente através do estudo dos processos emocionais e da regulação da satisfação das necessidades psicológicas a si associados, tendo em vista repensar os modelos teórico-interventivos para a fobia social a partir de uma perspectiva cognitiva-comportamental e integrativa. Neste sentido, realizou-se um estudo quantitativo, para o qual foram consideradas duas amostras de participantes, a primeira constituída por pessoas com queixas de ansiedade social e a receber acompanhamento psicoterapêutico devido às mesmas, e a segunda formada por pessoas pertencentes à população geral. Os resultados obtidos, no que respeita à comparação entre estes dois grupos, demonstram que o primeiro apresenta níveis significativamente mais elevados de Ansiedade social, Evitamento de situações sociais, recurso a Comportamentos de segurança e ocorrência de Pensamentos automáticos negativos quando presente nessas situações. Verificou-se ainda que o primeiro grupo utiliza menos a Reavaliação cognitiva como estratégia de regulação emocional...

Auto-regulação emocional : qual a influência no bem-estar psicológico e satisfação com a vida na adolescência?

Pratas, Mariana Rodrigues de Oliveira
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2014 Português
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68.67117%
Tese de mestrado, Psicologia (Secção de Psicologia Clínica e da Saúde, Núcleo de Psicologia Cognitiva-Comportamental e Integrativa), Universidade de Lisboa, Faculdade de Psicologia, 2014; A presente investigação, numa amostra não clínica de adolescentes portugueses, tem como objectivos: (1) traduzir e adaptar para a Língua Portuguesa um instrumento de medida de estratégias de regulação emocional; (2) estudar as qualidades psicométricas das versões portuguesas de uma medida de bem-Estar psicológico e outra medida de satisfação com a vida; (3) estudar a relação entre as estratégias de regulação emocional e os níveis de bem-estar psicológico e satisfação com a vida; e (4) realizar três estudos desenvolvimentistas, através da análise das possíveis diferenças entre as variáveis Grupo Etário e Sexo na frequência de determinadas estratégias de regulação emocional, nos níveis de bem-estar psicológico e nos níveis de satisfação com a vida. Participaram no estudo 700 adolescentes com idades compreendidas entre os 10 e os 18 anos (333 do sexo feminino e 367 do sexo masculino). A recolha dos dados realizou-se mediante a aplicação de três questionários: a tradução do Emotion Regulation Questionnaire – Children and Adolescents (ERQ-CA)...

Regulação emocional em adolescentes e seus pais : Da psicopatologia ao funcionamento ótimo

Silva, Eliana; Freire, Teresa
Fonte: ISPA - Instituto Universitário Publicador: ISPA - Instituto Universitário
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2014 Português
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Nas últimas três décadas, verificou-se uma atenção crescente ao estudo da regulação emocional. A adolescência é uma das fases do ciclo de vida de particular importância para o seu estudo. As alterações experienciadas elicitam novas experiências emocionais e contribuem para uma maior necessidade e capacidade de utilização de estratégias de regulação emocional com eficácia (Steinberg, 2005). Os pais constituem-se como importantes agentes de regulação emocional, contribuindo para a promoção do desenvolvimento de adolescentes (Yap, Allen, & Sheeber, 2007). A regulação emocional tem sido estudada associada à psicopatologia (Silk, Steinberg, & Morris, 2003) e ao funcionamento ótimo (Freire & Tavares, 2011). Assim, o presente artigo tem como objetivo apresentar fundamentação teórica e empírica para o estudo da regulação emocional na adolescência, na perspetiva da promoção do desenvolvimento positivo. Uma melhor compreensão destes processos poderá ajudar a compreender diferenças individuais ao nível da saúde mental e funcionamento ótimo.; ABSTRACT: In the last three decades, there has been an increasing attention to the study of emotion regulation. Adolescence is a period in which this issue is of particular importance. Adolescents’ transformations elicit novel emotional experiences and contribute to a greater need and ability to use strategies to regulate emotions effectively (Steinberg...

Factores emocionais e cognitivos no (in) sucesso académico em alunos do 9º ano: auto-regulação emocional, raciocínio, perfeccionismo e rendimento académico

Fernandes, Sara Cristina Fonseca
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2010 Português
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Apesar do crescente número de trabalhos que se debruçam sobre a auto-regulação emocional, as contribuições no âmbito educacional, em particular, têm-se revelado bastante escassas. Neste sentido, o presente estudo pretende contribuir para uma melhor compreensão da auto-regulação emocional, tendo como principal objectivo analisar a relação entre este constructo e as habilidades cognitivas, o perfeccionismo e o rendimento académico dos estudantes, tomando em consideração as diferenças de género. A recolha de dados envolveu 142 estudantes do 9º ano de escolaridade, de escolas públicas do distrito de Castelo Branco, com a aplicação dos instrumentos “Emotional Regulation during Test-taking” (Schutz, DiStefano, Benson & Davis, 2004), “Bateria de Provas de Raciocínio 7/9” (Almeida & Lemos, 2007) e “Escala de Perfeccionismo – Versão Estudantes” (Stoeber & Rambow, 2007). Os resultados obtidos apontam para a existência de diferenças estatisticamente significativas quanto ao género, tanto ao nível da auto-regulação emocional como do perfeccionismo; bem como entre a auto-regulação emocional e rendimento académico. Para além disso, os resultados indicam existir correlações positivas e estatisticamente significativas entre auto-regulação emocional e as variáveis: rendimento académico...

Regulação emocional em adolescentes e seus pais: Da psicopatologia ao funcionamento ótimo

Silva, Eliana; Escola de Psicologia, Universidade do Minho; Freire, Teresa; Escola de Psicologia, Universidade do Minho, SFRH/BD/90581/2012
Fonte: ISPA - Instituto Universitário Publicador: ISPA - Instituto Universitário
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em 26/05/2014 Português
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68.67117%
Nas últimas três décadas, verificou-se uma atenção crescente ao estudo da regulação emocional. A adolescência é uma das fases do ciclo de vida de particular importância para o seu estudo. As alterações experienciadas elicitam novas experiências emocionais e contribuem para uma maior necessidade e capacidade de utilização de estratégias de regulação emocional com eficácia (Steinberg, 2005). Os pais constituem-se como importantes agentes de regulação emocional, contribuindo para a promoção do desenvolvimento de adolescentes (Yap, Allen, & Sheeber, 2007). A regulação emocional tem sido estudada associada à psicopatologia (Silk, Steinberg, & Morris, 2003) e ao funcionamento óptimo (Freire & Tavares, 2011). Assim, o presente artigo tem como objetivo apresentar fundamentação teórica e empírica para o estudo da regulação emocional na adolescência, na perspetiva da promoção do desenvolvimento positivo. Uma melhor compreensão destes processos poderá ajudar a compreender diferenças individuais ao nível da saúde mental e funcionamento ótimo. 

Expressão e regulação emocional no contexto de trabalho: um estudo com servidores públicos

Rodrigues,Ana Paula Grillo; Gondim,Sônia Guedes
Fonte: Universidade Presbiteriana Mackenzie Publicador: Universidade Presbiteriana Mackenzie
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2014 Português
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As emoções caracterizam-se por um conjunto de respostas integradas que envolvem alterações fisiológicas e motoras (que preparam o indivíduo para agir) e sentimentos associados a experiências internas (que propiciam uma avaliação da situação). As expressões emocionais são cruciais para o desenvolvimento e regulação das relações interpessoais. Saber lidar com as emoções pessoais e com as dos demais tem se tornado um importante requisito nas relações do indivíduo com a organização. O manejo das emoções repercute nas interações com colegas de trabalho e no atendimento a clientes. Situações do cotidiano de trabalho, mudanças organizacionais e características de clientes e colegas de trabalho envolvem emoções que necessitam ser reguladas. A regulação emocional pode ser definida como uma tentativa controlada ou automática de lidar com as emoções, indicando quando e a forma como elas serão sentidas e expressas. O setor público vem passando nos últimos anos por mudanças na sua estrutura e dinâmica que exigem manejo emocional da parte dos servidores públicos, demandando estudos empíricos que permitam compreender melhor essa realidade. O estudo quantitativo apresentado neste artigo analisou a relação entre emoções...

A influência das práticas educativas parentais nas estratégias de COPING e de regulação emocional de crianças dos 6 aos 10 anos

Machado, Lara Sofia Ferreira
Fonte: Universidade Portucalense Publicador: Universidade Portucalense
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /05/2013 Português
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As práticas educativas parentais têm sido alvo de diversos estudos e são consideradas como importantes preditores do desenvolvimento das crianças. O presente estudo tem como principal objetivo compreender e analisar a influência das práticas educativas parentais nas estratégias de coping e regulação emocional das crianças com idades compreendidas entre os 6-10 anos. A amostra envolveu 30 crianças do sexo masculino, relativamente às quais foram recolhidas informações sociodemográficas, através de um questionário construído para o efeito, informações sobre as práticas educativas parentais recorrendo ao Egma Minnem Bestraffend Upposfostran (EMBU)-C e, sobre as estratégias de coping e a regulação emocional, avaliadas através do Questionário de Estratégias de Coping e de Regulação Emocional. Os resultados obtidos revelaram que as práticas educativas parentais exercem influência nas estratégias de coping e na regulação emocional das crianças. Assim sendo, podemos concluir que o suporte emocional da mãe e do pai favorece utilização de estratégias de coping focalizadas na aceitação. Adicionalmente, o suporte emocional dos progenitores induz as crianças a utilizarem estratégias de coping e de regulação emocional baseadas no pensamento positivo/reavaliação positiva. Por outro lado...

Regulação emocional:estudo de adaptação e validação da versão portuguesa do Emotion Regulation Index For Children and Adolescents (ERICA)

Reverendo, Isabel Maria Mósca da Silva
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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Os seres humanos não são agentes passivos que simplesmente experienciam as emoções. A capacidade de regular com eficácia as nossas respostas emocionais tem vindo a despertar a atenção dos investigadores enquanto elemento essencial para um desenvolvimento adaptativo. Dada a escassez de instrumentos especificamente desenvolvidos e validados para a avaliação da qualidade regulação emocional em adolescentes, num primeiro momento efectuou-se um estudo exploratório de adaptação e análise das características psicométricas da escala Emotion Regulation Index for Children and Adolescents, ERICA, (MacDermott, Gullone, Allen, King & Tonge, 2010). Num segundo momento, colocou-se em evidência a exploração de relações entre a qualidade da regulação emocional, a percepção de aceitação-rejeição parental e a satisfação com a vida em jovens adolescentes. A amostra foi constituída por 268 de sujeitos, de ambos os sexos com idades compreendidas entre 12 e 15 anos, inscritos em estabelecimentos do ensino público e privado do Distrito de Aveiro e de Coimbra. A versão portuguesa que apresentamos revelou propriedades psicométricas satisfatórias, comparáveis com a escala original. A análise fatorial confirmatória replicou a estrutura interna multidimensional...

O papel moderador da inteligência emocional na relação entre regulação emocional e bem-estar: um estudo com trabalhadores portugueses

Mendes, Ana Rita Cunha
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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As emoções são consideradas um aspecto fundamental do comportamento humano, uma vez que influenciam o modo como actuamos e interagimos em diversas situações, incluindo no trabalho. Por este motivo, é relevante estudar de que forma os indivíduos gerem e regulam as suas emoções em contexto laboral, analisando e compreendendo os efeitos dessa gestão no seu comportamento e no dos outros com os quais interagem. A área de estudo que se refere aos processos pelos quais as pessoas influenciam as suas emoções denomina-se de regulação emocional.1 Com esta investigação pretendeu-se averiguar o impacto de diferentes estratégias de regulação emocional no bem-estar dos trabalhadores, analisando também o papel moderador da inteligência emocional nessa mesma relação. De modo a cumprir este objectivo, foram utilizadas as escalas Emotion Regulation Profile-Revised de Nelis, Quoidbach, Hansenne, e Mikolajczak (2011), adaptada numa versão reduzida de Gondim et al. (in press) – que avalia a regulação emocional; Medida de Inteligência emocional de Siqueira, Barbosa, e Alves (1999) – que avalia a inteligência emocional; e a Escala de Bem-Estar Subjectivo de Albuquerque e Tróccoli (2004), que mede o bem-estar. Estes instrumentos foram traduzidos e adaptados para a cultura portuguesa...

Regulação emocional e envolvimento parental: estudo comparativo entre adolescentes institucionalizados e não institucionalizados

Martins, Sara Adriana Ferreira
Fonte: Instituto Universitário de Lisboa Publicador: Instituto Universitário de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2011 Português
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Mestrado em Psicologia das Emoções; A presente investigação incide sobre um estudo comparativo entre adolescentes institucionalizados e não institucionalizados, que tem como objectivo compreender o impacto da institucionalização, ao nível da capacidade de regulação emocional e se o envolvimento parental destes adolescentes influencia o modo como estes regulam as suas próprias emoções. Numa amostra composta por 158 adolescentes do distrito do Porto, dos quais 81 adolescentes são institucionalizados, aplicou-se um questionário de auto-relato composto pela Escala de Dificuldades de Regulação Emocional e a Escala de Envolvimento Parental – C. Y. D. S. Os resultados revelaram que os adolescentes institucionalizados apresentam mais dificuldades de regulação emocional e menor envolvimento parental, no entanto não se obteve nenhum resultado significativo quanto à influência do envolvimento parental na capacidade de regulação emocional. Verificou-se ainda que existem dificuldades específicas de regulação emocional destes adolescentes, no que diz respeito à sua capacidade de concentração e realização de determinadas tarefas e de controlo de comportamentos impulsivos, quando experienciam emoções negativas...

Factores emocionais e cognitivos no (in) sucesso académico em alunos do 9º ano: auto-regulação emocional, raciocínio, perfeccionismo e rendimento académico

Fernandes, Sara Cristina Fonseca
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2010 Português
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68.79457%
Apesar do crescente número de trabalhos que se debruçam sobre a auto-regulação emocional, as contribuições no âmbito educacional, em particular, têm-se revelado bastante escassas. Neste sentido, o presente estudo pretende contribuir para uma melhor compreensão da auto-regulação emocional, tendo como principal objectivo analisar a relação entre este constructo e as habilidades cognitivas, o perfeccionismo e o rendimento académico dos estudantes, tomando em consideração as diferenças de género. A recolha de dados envolveu 142 estudantes do 9º ano de escolaridade, de escolas públicas do distrito de Castelo Branco, com a aplicação dos instrumentos “Emotional Regulation during Test-taking” (Schutz, DiStefano, Benson & Davis, 2004), “Bateria de Provas de Raciocínio 7/9” (Almeida & Lemos, 2007) e “Escala de Perfeccionismo – Versão Estudantes” (Stoeber & Rambow, 2007). Os resultados obtidos apontam para a existência de diferenças estatisticamente significativas quanto ao género, tanto ao nível da auto-regulação emocional como do perfeccionismo; bem como entre a auto-regulação emocional e rendimento académico. Para além disso, os resultados indicam existir correlações positivas e estatisticamente significativas entre auto-regulação emocional e as variáveis: rendimento académico...

A regulação emocional, autoconsciência e satisfação com a vida em jovens institucionalizados e não institucionalizados

Neves, Susana Raquel Martins
Fonte: Instituto Politécnico de Viseu Publicador: Instituto Politécnico de Viseu
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2015 Português
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68.67117%
A literatura científica tem evidenciado que a capacidade de regulação emocional e a autoconsciência estão presentes no funcionamento adaptativo ou psicopatológico, contudo a influência dessas variáveis na satisfação com a vida tem sido pouco estudada teoricamente. Neste estudo pretende-se analisar a relação dessas variáveis, da regulação emocional, autoconsciência e satisfação com a vida com as características da amostra, género, idade e institucionalização. Participaram no estudo 47 jovens tanto institucionalizados como não institucionalizados, de ambos os sexos. Foram administrados, a todos os participantes, dois instrumentos sendo eles a escala Emotion Regulation Index for Children and Adolescents (ERICA) traduzida e aferida para a população portuguesa por Reverendo e Machado (2011) e a escala Satisfaction With Life Scale (SWLS) traduzida e aferida para a população portuguesa por Simões (1992) para avaliar a capacidade de regulação emocional e a satisfação com a vida. A satisfação com a vida não apresentou diferenças significativas quanto às variáveis independentes, já a regulação emocional demonstrou diferenças significativas quanto ao género, salientando-se o feminino. Os resultados revelam-se promissores ao nível da compreensão da capacidade de regulação emocional...