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Correlação entre composição das fôlhas e produção, e tamanho de frutos, em laranjeira baianinha

Gallo,J. Romano; Hiroce,Rúter; Rodriguez,Ody
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1966 Português
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58.62374%
Dados de produção de 4 anos de colheita (1961-64) foram estudados em relação aos elementos minerais contidos nas fôlhas com 6 meses de idade, colhidas anualmente num ensaio fatorial NPK 3X3X3 de longa duração, com laranjeira baianinha (Citrus sinensisOsb.) enxertada sôbre cavalo de laranja caipira (C. sinensisOsb.). As análises da variância dos teores de N e K das fôlhas mostraram efeitos lineares, positivos e altamente significativos da adubação com os respectivos elementos. Êsse efeito, para P, ficou limitado a uma dose do fertilizante. A adubação com superfosfato provocou, ainda, aumento no teor de Ca das fôlhas, significativo ao nível de 1%. Os estudos efetuados revelaram que: o aumento do teor de nitrogênio nas fôlhas aumentou a produção (pêso e número) e diminuiu o tamanho (pêso médio) dos frutos; o aumento do teor de potássio aumentou o tamanho dos frutos; e o aumento do teor de cálcio aumentou a produção (pêso). O teor de fósforo não influiu significativamente na produção ou tamanho de frutos.

Efeito do estádio de maturação dos frutos nas características físico-químicas de acerola

Nogueira,Rejane Jurema Mansur Custódio; Moraes,José Antônio Proença Vieira de; Burity,Hélio Almeida; Silva Junior,Josué Francisco da
Fonte: Embrapa Informação Tecnológica; Pesquisa Agropecuária Brasileira Publicador: Embrapa Informação Tecnológica; Pesquisa Agropecuária Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2002 Português
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58.2889%
Este trabalho teve por objetivo avaliar características físico-químicas dos frutos de acerola, em três estádios de maturação. Foram usadas acerolas oriundas de duas matrizes (UFRPE 7 e UFRPE 8), durante as estações seca e chuvosa, num pomar comercial. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2 x 3 (plantas matrizes x estádios de maturação dos frutos), e três repetições. Foram avaliados os teores de vitamina C e sólidos solúveis totais (SST), além do pH, do peso e tamanho dos frutos. As aceroleiras UFRPE 7 e UFRPE 8 produziram frutos com teores de vitamina C adequados tanto para o mercado interno como para o externo. Os frutos verdes apresentaram teores de vitamina C significativamente maiores que os maduros e semimaduros, podendo ser utilizados pela indústria farmacêutica. Houve influência sazonal nos teores de vitamina C nas características físicas (peso e diâmetros dos frutos) e físico-químicas (SST) das matrizes estudadas. O conteúdo de vitamina C foi mais elevado durante a estação seca, e decresceu com a maturação do fruto. A UFRPE 7 produziu frutos de melhor qualidade, apresentando também maior estabilidade nas características avaliadas do que a UFRPE 8.

COMPORTAMENTO DA CULTIVAR DE MACIEIRA FUJI (Malus domestica, Borkh.) SOBRE TRÊS DIFERENTES PORTA-ENXERTOS

DENARDI,FREDERICO; SPENGLER,MÁRCIA MONDARDO
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2001 Português
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Verifica-se, a nível mundial, uma forte tendência para o plantio da macieira em alta densidade de cultivo. Neste sistema de plantio, são utilizados porta-enxertos de pequeno porte, conhecidos como anões. O mais utilizado é o M-9, em virtude do forte controle sobre o porte da copa, da precocidade de produção, da alta produtividade e da boa qualidade dos frutos que induz à copa. No Sul do Brasil, por questões de tradição internacional, facilidade de obtenção e do menor custo de investimento no plantio, até recentemente, têm sido plantados porta-enxertos de vigor médio, como o MM-106, o M-7 e o MM-111, para plantios de média densidade. O primeiro é atualmente pouco usado devido à alta suscetibilidade à podridão-do-colo (Phytophthora cactorum). O objetivo deste trabalho foi comparar o desempenho do anão M-9, do semi-anão M-7 e do semivigoroso MM-111 no controle do vigor da copa, na precocidade de produção, na produtividade e no tamanho dos frutos da cv. de macieira Fuji. O experimento foi conduzido em blocos ao acaso, com 4 repetições de 3 plantas por parcela. Como copa, foi utilizada a cv. Fuji, polinizada pela cv. Gala. O experimento foi implantado em 1996, em Fraiburgo-SC, principal pólo produtor de maçãs do País. O espaçamento de cultivo foi de 2...

Forma e tamanho dos frutos de pinhão-manso durante a secagem em cinco condições de ar

Siqueira,Valdiney C.; Resende,Osvaldo; Chaves,Tarcísio H.; Soares,Frederico A. L.
Fonte: Departamento de Engenharia Agrícola - UFCG Publicador: Departamento de Engenharia Agrícola - UFCG
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2012 Português
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68.66473%
Com base na necessidade de combustíveis que substituam o petróleo, do destaque do pinhão-manso na produção de biodiesel e da necessidade de construção e aperfeiçoamento dos equipamentos utilizados nas fases de colheita e pós-colheita desta cultura objetivou-se, com o presente trabalho, determinar a forma e o tamanho dos frutos de pinhão-manso durante a secagem em cinco condições de ar. Os frutos colhidos manualmente com o teor de água de 4,40 (kg de água por kg de matéria seca) foram submetidos a secagem em estufa com circulação de ar forçada em cinco condições de temperatura, 45, 60, 75, 90 e 105 °C, e umidades relativas de 14,5; 7,4; 3,8; 2,2 e 1,4%, respectivamente, até atingir teor de água de 0,10 ± 0,007 (kg kg-1 de matéria seca). Foram determinados circularidade, esfericidade, volume, área superficial, área projetada e relação superfície-volume, ao longo da secagem. Conclui-se que a redução do teor de água e as condições de secagem alteram a forma e reduzem o tamanho dos frutos de pinhão-manso sendo possível ajustar uma única equação aos dados experimentais do volume e da área superficial dos frutos de pinhão-manso ao longo da secagem, em diversas temperaturas.

Contração volumétrica e forma dos frutos de mamona durante a secagem

Goneli,André Luís Duarte; Corrêa,Paulo Cesar; Magalhães,Felipe Elia de Almeida; Baptestini,Fernanda Machado
Fonte: Editora da Universidade Estadual de Maringá - EDUEM Publicador: Editora da Universidade Estadual de Maringá - EDUEM
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2011 Português
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58.364136%
O objetivo do presente trabalho foi avaliar o efeito da variação do teor de água na contração volumétrica, dimensões características e forma dos frutos de mamona durante a secagem. Foram utilizados frutos colhidos com teor de água de 2,50 (b.s.), secos à temperatura de 40ºC até o teor final de 0,11 (b.s.). O tamanho dos frutos foi determinado por meio da variação do volume e a forma foi analisada pela esfericidade e circularidade. A contração volumétrica dos frutos foi determinada pela relação entre o volume em cada teor de água e o volume inicial. Com base nos resultados, concluiu-se que a forma dos frutos de mamona é influenciada pela redução do teor de água, promovendo redução da esfericidade e circularidade. As dimensões características (comprimento, largura e espessura) e o diâmetro geométrico médio dos frutos sofrem redução de suas magnitudes com a redução do teor de água. A redução do teor de água influencia a contração volumétrica unitária e da massa dos frutos de mamona, provocando redução de seus valores em 46,0 e 63,0%, respectivamente. O modelo polinomial, dentre aqueles testados, foi o que melhor representou o fenômeno da contração volumétrica da massa e unitária dos frutos de mamona.

Germinação e vigor de sementes de gabiroba em função do tamanho do fruto e semente

Dresch,Daiane Mugnol; Scalon,Silvana de Paula Quintão; Masetto,Tathiana Elisa; Vieira,Maria do Carmo
Fonte: Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos/UFG Publicador: Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos/UFG
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2013 Português
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58.828906%
O conhecimento dos aspectos biométricos de frutos e sementes e a sua influência na germinação são importantes para a produção e características de espécies nativas. Este trabalho objetivou avaliar a influência do tamanho do fruto e da semente na germinação e vigor de sementes de gabiroba (Campomanesia adamantium). Para a caracterização biométrica, foram selecionados, aleatoriamente, 120 frutos, divididos, visualmente, em quatro classes, com predominância de tamanho, nas quais foram avaliados o diâmetro longitudinal e transversal e a massa das sementes. A caracterização da semente foi realizada em 30 frutos de cada classe, por meio da determinação do número de sementes íntegras, vazias e total de cada fruto. O potencial fisiológico das sementes, em função do tamanho dos frutos, foi analisado por meio dos seguintes testes: curva de embebição, grau de umidade, percentagem e índice de velocidade de germinação, comprimento de plântulas, massa fresca e massa seca total de plântulas. O delineamento foi inteiramente casualizado, com quatro tratamentos. Os frutos foram classificados de acordo com o diâmetro longitudinal e transversal, respectivamente, como pequeno (12,71 mm; 12,46 mm), médio pequeno (15,38 mm; 15...

Efeito do estádio de maturação dos frutos nas características físico-químicas de acerola.

Nogueira, R. J. M. C.; Moraes, J. A. P. V. de; Burity, H. A.; Silva Junior, J. F. da
Fonte: Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, v.37, n.4, p.463-470, abr. 2002 Publicador: Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, v.37, n.4, p.463-470, abr. 2002
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Português
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58.2889%
Este trabalho teve por objetivo avaliar características físico-químicas dos frutos de acerola, em três estádios de maturação. Foram usadas acerolas oriundas de duas matrizes (UFRPE 7 e UFRPE 8), durante as estações seca e chuvosa, num pomar comercial. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2 x 3 (plantas matrizes x estádios de maturação dos frutos), e três repetições. Foram avaliados os teores de vitamina C e sólidos solúveis totais (SST), além do pH, do peso e tamanho dos frutos. As aceroleiras UFRPE 7 e UFRPE 8 produziram frutos com teores de vitamina C adequados tanto para o mercado interno como para o externo. Os frutos verdes apresentaram teores de vitamina C significativamente maiores que os maduros e semimaduros, podendo ser utilizados pela indústria farmacêutica. Houve influência sazonal nos teores de vitamina C nas características físicas (peso e diâmetros dos frutos) e físico-químicas (SST) das matrizes estudadas. O conteúdo de vitamina C foi mais elevado durante a estação seca, e decresceu com a maturação do fruto. A UFRPE 7 produziu frutos de melhor qualidade, apresentando também maior estabilidade nas características avaliadas do que a UFRPE 8.; 2002

Morfometria de fruto em progênies estabelecidas no BAG-CAMU-CAMU.

PANTOJA, J. dos S.; NASCIMENTO, W. M. O. do; RIBEIRO, O. D.; BARROS, H. S. D.
Fonte: In: SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA EMBRAPA AMAZÔNIA ORIENTAL, 15., 2011, Belém, PA. A ciência de fazer ciência: anais. Belém, PA: Embrapa Amazônia Oriental, 2011. Publicador: In: SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA EMBRAPA AMAZÔNIA ORIENTAL, 15., 2011, Belém, PA. A ciência de fazer ciência: anais. Belém, PA: Embrapa Amazônia Oriental, 2011.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE) Formato: 1 CD-ROM.
Português
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58.25637%
O camucamuzeiro é espécie frutífera nativa da Amazônia e sua importância econômica é comprovada pelo fato do fruto conter elevado teor de ácido ascórbico. O trabalho teve como objetivo realizar a morfometria de frutos em 15 progênies de camucamuzeiro estabelecidas no BAG-camucamu. A morfometria foi efetuada com base na amostra de 50 frutos de cada progênie, os quais foram individualmente analisados quanto às seguintes características: massa, comprimento, diâmetro, espessura da casca, número de sementes por fruto, além da porcentagem de polpa, casca e sementes. Os resultados obtidos evidenciaram que os frutos de camu-camu das progênies avaliadas apresentaram massa de 7,37±1,64 g, com mínimo de 4,58 g e máximo de 10,19 g. A progênie CPATU-51 foi a que se destacou em relação ao tamanho dos frutos, com frutos pesando acima de 10 gramas. As médias para o comprimento e diâmetro dos frutos foram de 2,17±0,18 cm e 2,32±0,19 cm, respectivamente. A espessura de casca variou de 0,25 a 0,56 mm com média de 0,34 mm. A caracterização física e composição centesimal dos frutos permitem a identificação de ampla variabilidade genética entre as progênies de Myrciaria dubia estabelecidas no BAG ? Camu-camu.; 2011; PIBIC-2011.

Rendimento em suco e resíduos do maracujá em função do tamanho dos frutos em diferentes pontos de colheita para o armazenamento.

COELHO, A. A.; CENCI, S. A.; RESENDE, E. D. de.
Fonte: Revista Brasileira de Produtos Agroindustriais, Campina Grande, v. 13, n. 1, p. 55-63, 2011. Publicador: Revista Brasileira de Produtos Agroindustriais, Campina Grande, v. 13, n. 1, p. 55-63, 2011.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Português
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78.879424%
Neste trabalho foi avaliada a influência do tamanho dos frutos em diferentes estádios de maturação durante a colheita do maracujá-amarelo sobre o rendimento em suco e a quantidade de resíduos, antes e após o armazenamento. Amostragens foram feitas numa lavoura comercial da região Norte Fluminense, RJ, no período de junho a agosto de 2007. Utilizou-se um teste estatístico segundo o método de amostragem simples ao acaso (ASA), considerando-se o nível de 5% de significância. A amostra ideal foi dimensionada para uma população infinita de frutos tendo em vista além do nível de significância, o desvio de 10% em torno da média amostral. Foram determinados o ponto de colheita pela coloração da casca, o padrão de tamanho dos frutos, o rendimento em suco, a perda de massa na estocagem, a quantidade de resíduos e a espessura da casca. Verificou-se que houve influência do tamanho do fruto e do estádio de maturação no rendimento em suco e na espessura de casca do maracujá-amarelo, ocorrendo maior rendimento em suco e menor quantidade de casca nos frutos de maior padrão de tamanho. Os frutos colhidos com mais de 30,7% de área da casca amarelada apresentaram o máximo rendimento em suco e espessura mínima de casca.; 2011

Análise físico-química de frutos de copas de laranjeira ?Pera?, em combinação com diferentes porta-enxertos.

SANTANA, L. G. L.; SOARES FILHO, W. dos S.; SOUZA, E. dos S.; SANTOS, M. G.; JUSSIMAR DA SILVA ROCHA
Fonte: In: JORNADA CIENTÍFICA EMBRAPA MANDIOCA E FRUTICULTURA, 5., 2011, Cruz das Almas. Anais... Cruz das Almas: Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical, 2011. Publicador: In: JORNADA CIENTÍFICA EMBRAPA MANDIOCA E FRUTICULTURA, 5., 2011, Cruz das Almas. Anais... Cruz das Almas: Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical, 2011.
Tipo: Resumo em anais de congresso (ALICE) Formato: 1 CD-ROM.; 1 p.
Português
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58.196562%
A qualidade dos frutos cítricos é um ponto primordial para uma adequada comercialização. Para o consumo in natura, os frutos de diferentes cultivares de citros precisam preencher certos requisitos de qualidade, tais como: aspecto externo e coloração da casca, tamanho apropriado, casca fina, gomos de paredes delicadas e suco com adequado equilíbrio de acidez total e de sólidos solúveis, aroma característico, pequeno número de sementes, resistência ao transporte e boa conservação. A qualidade dos frutos cítricos depende da combinação entre a copa e o porta-enxerto utilizado, uma vez que o porta-enxerto exerce influencia na qualidade dos frutos.; 2011; PDF. 120_11.

Germinação e caracterização física e morfológica de frutos e sementes de Syagrus oleracea Becc; Germination and physical and morphological characterization of fruits and seeds of Syagrus oleracea Becc

Carrijo, Núbia Sousa
Fonte: Universidade Federal de Goiás; Brasil; UFG; Programa de Pós-graduação em Agronomia - Producao Vegetal (RJ); Regional de Jataí (RJ) Publicador: Universidade Federal de Goiás; Brasil; UFG; Programa de Pós-graduação em Agronomia - Producao Vegetal (RJ); Regional de Jataí (RJ)
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
Português
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69.052554%
This study was aimed at characterizing the fruit and at observing if its size affects the germination and early development of seedlings of Syagrus oleracea Becc. (Arecaceae), Mineiros and Jataí (GO), measured and separated into five size classes ((T1: fruit≤4,300cm; T2: 4,300cm>fruit≤4,833cm; T3: 4,833cm>fruit≤5,367cm; T4: 5,367cm>fruit ≤5,900cm e T5: fruit>5,900cm).After the fruit collection, the physical analysis of the fruits, the seeds, the embryo and endosperm was made, on different days after sowing (0, 20, 40, 60, 80, 100, 110, 120 and 130 days after sowing). The emergence analysis and of initial development was made individually every 10 days, six evaluations performed. After stabilization of the emergency, all the seedlings were analyzed every 10 days, a total of 16 ratings. In both, in each seedling, the length of insertion to the apex of the leaf and stem diameter at ground level were measured; calculating the speed of emergence index (EVI), emergence percentage (E%) and time spent to emerge half of the fruits (T50). In germination chambers BOD types, trials were carried out with green and ripe fruits and the influence of different wavelengths of visible light in the germination process was verified. In these trials the germination speed index (GSI)...

Fixação e desenvolvimento dos frutos do tangor 'Murcote' (Citrus reticulata Blanco x Citrus sinensis L. Osbeck) e da lima ácida 'Tahiti' (Citrus latifolia Tanaka) com a utilização de biorreguladores.; Fruit set and growth of 'murcott' mandarin hybrid (citrus reticulata blanco x citrus sinensis l. osbeck) and 'tahiti' lime (citrus latifolia tanaka) with use of bioregulators.

Serciloto, Chryz Melinski
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 23/01/2002 Português
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59.00265%
A alternância de produção, o pequeno tamanho e a baixa capacidade de fixação dos frutos são alguns problemas encontrados em alguns cultivares cítricos. O presente trabalho foi conduzido em 2000/2001 sob condições de campo, em pomares comerciais de tangor 'Murcote' (Citrus reticulata Blanco x Citrus sinensis L. Osbeck) e de lima ácida 'Tahiti' (Citrus latifolia Tanaka), de 10 e 8 anos de idade, localizados nas cidades de Mogi-Mirim e Taquaritinga-SP, respectivamente. No primeiro experimento, avaliou-se o efeito dos biorreguladores etilclozate 200 mg.L-1, Fenotiol 10 mg.L-1, Fengib 1 ml.L-1, GA3 20 mg.L-1, 2,4-D 8 mg.L-1 e GA3 20 mg.L-1 + 2,4-D 8 mg.L-1, aplicados após a queda das pétalas, sobre o desbaste e o tamanho dos frutos do tangor 'Murcote'. Nenhum tratamento alterou o número de frutos colhidos e a produtividade (kg/planta). Os tratamentos GA3 20 mg.L-1 + 2,4-D 8 mg.L-1, GA3 20 mg.L-1 e Fenotiol 10 mg.L-1 aumentaram o diâmetro (3,4%; 3,0% e 3,0%), a massa média (7,8%; 8,8% e 9,5%) e o número de frutos colhidos de maior classe comercial. Nenhum tratamento alterou as características tecnológicas dos frutos (% suco, brix, acidez, pH, ratio, cor da casca e cor do suco). As taxas de assimilação de CO2, transpiração...

Produtividade e qualidade dos frutos da laranjeira 'Pêra' clone IAC em 16 porta-enxertos na região de Bebedouro-SP

Stuchi, Eduardo Sanches; Donadio, Luiz Carlos; Sempionato, Otávio Ricardo; Perecin, Dilermando
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 359-362
Português
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68.196562%
Avaliou-se a influência de 16 porta-enxertos na produtividade, nas características físicas e químicas (sólidos solúveis totais-°Brix; acidez; ratio; porcentagem de suco; índice tecnológico e tamanho dos frutos) dos frutos da laranjeira 'Pêra' [Citrus sinensis (L.) Osbeck] e na incidência e severidade da clorose variegada dos citros (CVC). O plantio do experimento foi realizado em julho de 1993, com espaçamento de 6,0 m entre linhas e 3,5 m entre plantas (476 plantas/ha). O experimento foi conduzido sem irrigação. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso, duas plantas por parcela, três repetições e 16 tratamentos, constituídos pelas seguintes cultivares porta-enxertos: tangerineira 'Sun Chu Sha Kat' (Citrus reticulata Blanco), tangerineira 'Pectinífera' (C. reticulata), 'Shekwasha' (C. depressa Hayata), tangerineira 'Pectinífera/Shekwasha' (C. depressa Hayata), tangerineira 'Batangas' (C. reticulata), tangerineira 'Oneco' (C. reticulata), citrangor [citrange (Poncirus trifoliata Raf. x C. sinensis) x C. sinensis], citrandarin [C.sunki hort. Ex Tanaka) x Poncirus trifoliata (L.) Raf. cv. English, tangerineira 'Sunki' (C. sunki), tangerineira 'Suen-Kat' (C. sunki), tangerineira 'Nasnaran' (C. amblycarpa Ochse)...

Caracterização físico-morfológica de frutos de microtangerinas (Citrus spp.) de potencial utilização como porta-enxertos

Araujo,José Ribamar Gusmão; Salibe,Ary Apparecido
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2002 Português
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58.51602%
O presente trabalho objetivou caracterizar espécies e variedades de Citrus do grupo das microtangerinas de valor potencial como porta-enxertos, de modo a propiciar maior conhecimento desse grupo de plantas e oferecer subsídios para futuras pesquisas. Um total de 14 variedades/clones foram descritas, incluindo as seguintes espécies: C. reshni Hort. ex Tan., C. sunki Hort. ex Tan, C. pectinifera Tan., C. crenatifolia Lush., C. amblycarpa Och., C. tachibana Tan., C. lycopersicaeformis Hort. ex Tan., C. keraji Hort. ex Tan. e C. reticulata Blanco. A pesquisa foi conduzida no Departamento de Horticultura da FCA-Unesp, Botucatu-SP e os frutos foram obtidos dos BAGs de Citros da FCA-Unesp-SP, e do CCSM-IAC, Cordeirópolis-SP. Descritores físicos e morfológicos de frutos indicaram diferenças entre espécies/variedades. As microtangerinas apresentaram características semelhantes quanto ao pequeno tamanho dos frutos, forma oblata e coloração laranja dos frutos. C. amblycarpa, C. sunki e C. tachibana produziram os frutos de menor tamanho e espessura de casca. Elevado número de sementes por fruto foi encontado nas tangerinas 'Cleópatra', 'Sun Chu Sha Kat', 'Suen Kat' e 'Heennaran', enquanto 'Sunki' apresentou elevado número de sementes abortadas. Parece discutível a posição botânica de 'Suen Kat'...

Fenologia da goiabeira 'Paluma' sob diferentes sistemas de cultivos, épocas e intensidades de poda de frutificação

Serrano,Luiz Augusto Lopes; Marinho,Cláudia Sales; Lima,Inorbert de Melo; Martins,Marlon Vagner Valentim; Ronchi,Cláudio Pagotto; Tardin,Flávio Dessaune
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2008 Português
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58.2889%
O trabalho teve como objetivo avaliar os efeitos de diferentes épocas e intensidades de poda de frutificação sobre a fenologia da goiabeira 'Paluma', em dois sistemas de cultivo, em Pedro Canário (ES). O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso, em esquema de parcelas sub-subdivididas. As parcelas foram os sistemas de cultivo irrigado e sequeiro; as subparcelas foram as épocas de poda (10/11/2005, 9/12/2005, 13/1/2006 e 10/2/2006); e as sub-subparcelas foram as intensidades de poda (curta, média e longa). O ciclo da goiabeira 'Paluma', entre a poda até o início da colheita dos frutos, variou de 182 (poda em novembro e dezembro) a 203 dias (poda em fevereiro). A queda fisiológica dos frutos ocorreu até os 56 dias após o final do florescimento. A irrigação e a poda longa proporcionaram maior brotação e estabelecimento dos ramos. As plantas submetidas à poda longa em fevereiro produziram maior número de frutos por ramo. Independentemente da época de poda, as plantas submetidas à poda curta apresentaram menor número de frutos por ramo e menor índice de pegamento de frutos. A irrigação e as podas realizadas em dezembro e janeiro favoreceram a produção de frutos maiores.

O pessegueiro no sistema de pomar compacto: IV. Intensidade e época de raleio dos frutos dos cultivares Tropical e Aurora-1

Barbosa,Wilson; Campo-Dall'orto,Fernando Antonio; Ojima,Mário; Martins,Fernando Picarelli; Igue,Toshio
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1991 Português
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58.25995%
A intensidade e a época do raleio dos frutos do pessegueiro podem influenciar diretamente a qualidade do produto, razão pela qual foram pesquisadas em um pomar compacto (4.167 plantas por hectare), sob poda drástica anual de renovação da copa. O experimento foi executado na Estação Experimental de Jundiaí (23°08'S e 46°55'W), do Instituto Agronômico (IAC), sob clima do tipo Cwa, mesotérmico úmido, também denominado de tropical de altitude, com cerca de 80 horas anuais de frio abaixo de 7°C. Utílizaram-se os cultivares Tropical, de maturação bem precoce (fins de setembro), e Aurora-1, de maturação precoce (meados de outubro). Efetuou-se o raleio com 30, 40 e 50 dias pós-antese (DPA), deixando-se 30, 60 e 90 frutos por planta. Os melhores resultados, reunindo fatores qualitativos e quantitativos, foram obtidos no raleio aos 30 DPA, mantendo-se 60 frutos por planta. Neste tratamento, o 'Tropical' apresentou frutos com peso médio de 60,9 gramas, o que equivale à produção de 3,654kg/planta (15,2t/ha); com o 'Aurora-1', o peso médio dos frutos foi de 72,0 gramas, correspondendo à produção de 4,320kg/planta (18,0t/ha). Aqualidade final do produto diminuiu à medida que se atrasou a época do raleio e...

Produtividade e qualidade dos frutos da laranjeira 'Pêra' clone IAC em 16 porta-enxertos na região de Bebedouro-SP

Stuchi,Eduardo Sanches; Donadio,Luiz Carlos; Sempionato,Otávio Ricardo; Perecin,Dilermando
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2004 Português
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Avaliou-se a influência de 16 porta-enxertos na produtividade, nas características físicas e químicas (sólidos solúveis totais-°Brix; acidez; ratio; porcentagem de suco; índice tecnológico e tamanho dos frutos) dos frutos da laranjeira 'Pêra' [Citrus sinensis (L.) Osbeck] e na incidência e severidade da clorose variegada dos citros (CVC). O plantio do experimento foi realizado em julho de 1993, com espaçamento de 6,0 m entre linhas e 3,5 m entre plantas (476 plantas/ha). O experimento foi conduzido sem irrigação. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso, duas plantas por parcela, três repetições e 16 tratamentos, constituídos pelas seguintes cultivares porta-enxertos: tangerineira 'Sun Chu Sha Kat' (Citrus reticulata Blanco), tangerineira 'Pectinífera' (C. reticulata), 'Shekwasha' (C. depressa Hayata), tangerineira 'Pectinífera/Shekwasha' (C. depressa Hayata), tangerineira 'Batangas' (C. reticulata), tangerineira 'Oneco' (C. reticulata), citrangor [citrange (Poncirus trifoliata Raf. x C. sinensis) x C. sinensis], citrandarin [C.sunki hort. Ex Tanaka) x Poncirus trifoliata (L.) Raf. cv. English, tangerineira 'Sunki' (C. sunki), tangerineira 'Suen-Kat' (C. sunki), tangerineira 'Nasnaran' (C. amblycarpa Ochse)...

Raleio de frutos em lichieira 'Bengal'

Santos,Carlos Eduardo Magalhães dos; Silva,José Osmar da Costa e; Cavatte,Rithiely da Paschoa Queiroz; Salomão,Luiz Carlos Chamhum; Bruckner,Claudio Horst
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 Português
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Originária da região sudeste da China, a lichieira tem apresentado significativo crescimento em área cultivada nos últimos anos devido aos excelentes sabor e aroma dos frutos. Porém, alternâncias de produção, associadas ao baixo vingamento de frutos, são problemas importantes da cultura. O raleio de frutos pode contribuir para a redução da alternância de produção e aumentar o percentual de frutos comercializáveis e de melhor qualidade, através do ganho em tamanho. Objetivou-se, neste trabalho, avaliar o efeito do raleio de frutos em lichieira 'Bengal' para as condições de cultivo em Viçosa, Minas Gerais. O experimento foi conduzido no delineamento experimental em blocos casualizados, com 5 tratamentos e 7 repetições, sendo cada planta uma repetição. Os tratamentos consistiram em diferentes intensidades de raleio manual representados pelo número de frutos deixados nas panículas do ramo terminal, sendo: T1: 3 frutos/ramo; T2: 6 frutos/ramo; T3: 9 frutos/ramo; T4: 12 frutos/ramo; T5: sem raleio (controle). Analisaramse o comprimento longitudinal e equatorial dos frutos (cm), a massa de fruto (g); a massa da casca, polpa e semente (g); o teor de sólidos solúveis totais (ºBrix); a acidez titulável da polpa (% ácido málico); a percentagem de matéria seca da polpa...

Fenologia da goiabeira 'Paluma' sob diferentes sistemas de cultivos, épocas e intensidades de poda de frutificação.

SERRANO, L. A. L.; MARINHO, C. S.; LIMA, I. de M.; MARTINS, M. V. V.; RONCHI, C. P.; TARDIN, F. D.
Fonte: Bragantia, Campinas, v. 67, n. 3, p. 701-712, 2008. Publicador: Bragantia, Campinas, v. 67, n. 3, p. 701-712, 2008.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Português
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O trabalho teve como objetivo avaliar os efeitos de diferentes épocas e intensidades de poda de frutificação sobre a fenologia da goiabeira 'Paluma', em dois sistemas de cultivo, em Pedro Canário (ES). O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso, em esquema de parcelas sub-subdivididas. As parcelas foram os sistemas de cultivo irrigado e sequeiro; as subparcelas foram as épocas de poda (10/11/2005, 9/12/2005, 13/1/2006 e 10/2/2006); e as sub-subparcelas foram as intensidades de poda (curta, média e longa). O ciclo da goiabeira 'Paluma', entre a poda até o início da colheita dos frutos, variou de 182 (poda em novembro e dezembro) a 203 dias (poda em fevereiro). A queda fisiológica dos frutos ocorreu até os 56 dias após o final do florescimento. A irrigação e a poda longa proporcionaram maior brotação e estabelecimento dos ramos. As plantas submetidas à poda longa em fevereiro produziram maior número de frutos por ramo. Independentemente da época de poda, as plantas submetidas à poda curta apresentaram menor número de frutos por ramo e menor índice de pegamento de frutos. A irrigação e as podas realizadas em dezembro e janeiro favoreceram a produção de frutos maiores.; 2008

Características fenológicas e produtivas da goiabeira "paluma" podada em diferentes épocas e intensidades no norte fluminense.

SERRANO, L. A. L.; MARINHO, C. S.; SILVA, M. G. e; TARDIN, F. D.
Fonte: Revista Ceres, Viçosa, v. 55, n. 5, p. 416-424, 2008. Publicador: Revista Ceres, Viçosa, v. 55, n. 5, p. 416-424, 2008.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
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A poda de frutificação na goiabeira proporciona a produção de frutos na entres safra, mas a previsão de colheita depende da época de sua realização, além das condições edafoclimáticas. Neste trabalho, são apresentados dados sobre a fenologia e a produção da goiabeira 'Paluma', submetida a diferentes épocas e intensidades de poda de frutificação, em São Francisco do Itabapoana, RJ. O experimento foi realizado em delineamento inteiramente casualizado, e os tratamentos foram distribuídos em esquema de parcelas subdivididas, com as parcelas compostas pelas épocas de poda, realizadas nos meses de agosto, outubro, dezembro e fevereiro; e as subparcelas pelas intensidades de poda (curta, média e longa). O ciclo da goiabeira' Paluma', da poda à colheita dos frutos, variou de 168 dias para a poda realizada em outubro a 210 dias para a realizada em fevereiro. A poda longa, realizada em agosto, proporcionou maior número de ramos produtivos e maior número de frutos por ramo. A intensidade da poda afetou o crescimento dos ramos novos, mas não influenciou no tamanho dos frutos. A maior produção de frutos ocorreu nas plantas podadas em dezembro.; 2008