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Estudo epidemiológico de prevalência de demência em Ribeirão Preto; Epidemiological survey of prevalence of dementia in Ribeirão Preto

Lopes, Marcos Antonio
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 16/08/2006 Português
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56.08%
INTRODUÇÃO: O acentuado envelhecimento da população brasileira nos últimos 40 anos torna imprescindível o melhor conhecimento dos quadros de demência no Brasil. Estudos mundiais de prevalência observaram algumas diferenças na distribuição de demência entre os idosos, no que diz respeito à idade, sexo, escolaridade e procedência (urbana ou rural). Outros levantamentos epidemiológicos mundiais apontaram determinados fatores que se associaram a essa doença, tais como atividade física, uso de anti-inflamatórios, uso de álcool e hipertensão arterial. A despeito dos vários estudos de prevalência de demência em todo o mundo, há poucos estudos deste tipo no Brasil e na América Latina. OBJETIVO: estimar a prevalência de demência e de comprometimento cognitivo e funcional (CCF), em amostra idosa comunitária, em Ribeirão Preto, avaliando sua distribuição com relação a diversos fatores sócio-demográficos e clínicos. CASUÍSTICA E MÉTODOS: A população selecionada foi uma amostra representativa, de três áreas distintas com relação ao nível sócio-econômico, do município de Ribeirão Preto, com idade maior ou igual a 60 anos. O processo de amostragem foi por conglomerado. A coleta dos dados foi realizada em duas fases. Os instrumentos utilizados na primeira fase (detecção dos casos de comprometimento cognitivo e funcional) foram: Mini Mental State Examination (MMSE)...

Impacto da frequência pré-escolar dos filhos sobre o trabalho das mães no Brasil; Impact of frequency of preschool children on mothers' labour in the Brazil

Costa, Jaqueline Severino da
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 08/02/2011 Português
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55.97%
A inserção feminina no mercado de trabalho, a partir da segunda metade do século XIX, constitui-se em uma das mais importantes transformações econômicas e sociais nas últimas décadas. A taxa de participação feminina no mercado de trabalho nos países desenvolvidos chega a 70%, enquanto em países em desenvolvimento, como o Brasil, essa taxa é de 47,2%. O número de filhos está entre os fatores que mais interferem na inserção feminina, pois afeta negativamente a participação das mães no mercado de trabalho. Nesse contexto, a educação infantil constitui-se em fator primordial para elevar a empregabilidade das mães, uma vez que as libera para o mercado de trabalho. Além disso, a freqüência escolar das crianças traz efeitos positivos sobre o desenvolvimento intelectual e psíquico da criança, pois melhora o desenvolvimento das capacidades cognitivas, que por sua vez eleva o nível de escolaridade e os salários dessas crianças na vida adulta. Nesse sentido, o objetivo deste trabalho é avaliar qual o efeito da frequência pré-escolar dos filhos sobre os resultados do trabalho das mães para o Brasil. As estimativas são feitas utilizando o instrumental econométrico de regressão descontínua. Os resultados encontrados mostram que o dia de nascimento interfere na freqüência pré-escolar...

A mulher no mercado de trabalho: um estudo de caso da participação feminina em um órgão do serviço público catarinense

Matos, Cláudia Terezinha
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: 46 f.
Português
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TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Sócio-Econômico. Economia.; O intenso processo de reestruturação produtiva do capital e a flexibilização da produção, que teve início por volta de 1970 com a transição do fordismos para o toyotismo afetaram bruscamente o mundo do trabalho e as relações de gênero existentes nele. Esta pesquisa expõe, primeiramente, a contextualização histórica destes fatos, seus impactos no mundo trabalho e seus efeitos no Brasil. Posteriormente a isso, há estatísticas sobre gênero e mercado de trabalho no Brasil e em Santa Catarina e, finalmente, dados sobre gênero e trabalho referentes a um órgão de segurança pública federal do Estado de Santa Cantarina. O objetivo principal é verificar quais as semelhanças, diferenças e particularidades, entre as mulheres que atuam em setores onde há indícios de discriminação por gênero e as mulheres que atuam em setores onde, em tese, esta discriminação não existe. Para levantamento da base estatística foram definidos como população os dados referentes ao mercado de trabalho brasileiro e catarinense e como amostra os dados sobre os servidores do órgão de segurança pública. Os pontos escolhidos para análise foram: taxa de ingresso no mercado formal e no órgão...

Fecundidade e diferenciais intra-urbanos de desenvolvimento humano, São Paulo, Brasil, 1997

Martins,Cláudia Maria; Almeida,Márcia Furquim de
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2001 Português
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95.92%
OBJETIVO: Avaliar possíveis divergências no padrão reprodutivo de mulheres residentes em áreas de diferentes níveis de desenvolvimento humano, pela análise de suas taxas de fecundidade total e taxas específicas de fecundidade por idade. MÉTODOS: Foram estudados os 96 distritos do Município de São Paulo, agrupados em cinco áreas segundo ordem crescente dos valores assumidos pelo Indicador de Desenvolvimento Humano. O estudo compreendeu a população feminina de 15 a 49 anos e os nascimentos vivos ocorridos durante o ano de 1997. As fontes de obtenção dos dados foram as declarações de nascidos vivos e a contagem da população 1996. Foram trabalhadas as seguintes variáveis: IDH, distrito de residência e idade da mulher. RESULTADOS: As mulheres residentes na área de menor desenvolvimento humano apresentaram taxa de fecundidade total de 2,62, sendo que a cúspide (151/1.000 filhos por mulheres) situou-se no grupo etário de 20 a 24 anos. Na área de maior indicador de desenvolvimento humano, observou-se menor número médio de filhos por mulher (1,67), e a cúspide (93/1.000 filhos por mulheres) se situou no grupo etário de 25 a 29 anos. CONCLUSÕES: As mulheres residentes nas áreas de maior desenvolvimento humano apresentaram menor número médio de filhos e tendência a tê-los em idades mais avançadas...

A mulher na recuperação recente do mercado de trabalho brasileiro

Leone,Eugenia Troncoso; Baltar,Paulo
Fonte: Associação Brasileira de Estudos Populacionais Publicador: Associação Brasileira de Estudos Populacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 Português
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55.74%
O mercado de trabalho nos últimos anos tem dado sinais de recuperação, destacando-se a maior formalização dos empregos. A população economicamente ativa, no conceito amplo do IBGE, distribui-se entre o mercado de trabalho por conta-alheia, que abrange os empregados de estabelecimento, o serviço doméstico remunerado e os desempregados, e o trabalho por conta-própria, que abarca os trabalhadores autônomos, os membros de suas famílias que trabalham sem remuneração, os empregadores e os trabalhadores na produção agrícola para o consumo próprio e na autoconstrução. No mercado de trabalho por conta-alheia, a mulher apresenta maiores taxa de desemprego e informalidade no vínculo do emprego. No trabalho por conta-própria, a presença feminina é maior entre os não-remunerados e na produção agrícola para o consumo próprio, enquanto os homens têm maior participação entre os autônomos e empregadores. O mercado de trabalho por conta-alheia abrange dois terços da PEA e, recentemente, tem crescido mais fortemente do que o por conta-própria. No mercado de trabalho por conta-alheia, o emprego formalizado tem crescido mais fortemente do que o sem carteira. A participação da mulher tem-se ampliado nos dois tipos de trabalho...

Taxa de mortalidade por neoplasia maligna de mama em mulheres residentes da região Carbonífera Catarinense no período de 1980 a 2009

Souza,Mariane Marinho de; Winnikow,Erik Paul; Moretti,Gustavo Pasquali; Panatto,Ana Paula Ronzani; Rosa,Maria Inês da; Simões,Priscyla Waleska Targino de Azevedo
Fonte: Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro Publicador: Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2013 Português
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75.88%
INTRODUÇÃO: O câncer de mama é o mais prevalente no mundo entre mulheres. Sua incidência no Brasil é em torno de 49 casos para 100.000 mulheres. OBJETIVO: Estimar o perfil epidemiológico da mortalidade de neoplasia maligna de mama em mulheres residentes da região Carbonífera Catarinense (AMREC) de 1980 a 2009. METODOLOGIA: Estudo temporal, descritivo e ecológico, com dados obtidos do Sistema de Informações sobre Mortalidade e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, disponíveis pela Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina. Calculou-se taxa de mortalidade pela divisão do número de óbitos pela população feminina residente no mesmo local e período, e multiplicou-se por 100.000. RESULTADOS: Observou-se maior taxa em Urussanga para todos os anos analisados (9,2/100.000 mulheres) e menor em Treviso, (0,0/100.000 mulheres). Dos 30 anos analisados, 2007 obteve o maior coeficiente médio (13,0/100.000 mulheres), e o menor foi encontrado em 1987 (2,3/100.000 mulheres). Em relação à faixa etária, o maior coeficiente médio foi encontrado nos maiores que 80 anos (63,1/100.000 mulheres). CONCLUSÕES: Observamos aumento na taxa de mortalidade por câncer de mama na AMREC, predominantemente em mulheres brancas...

Violência sexual por parceiro íntimo entre homens e mulheres no Brasil urbano, 2005; Intimate partner sexual violence among men and women in urban Brazil, 2005

SCHRAIBER, Lilia Blima; D'OLIVEIRA, Ana Flávia P L; FRANÇA JUNIOR, Ivan; Grupo de Estudos em População, Sexualidade e Aids
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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45.75%
OBJETIVO: Estimar a prevalência de violência sexual por parceiro íntimo entre homens e mulheres da população urbana brasileira e fatores a ela associados. MÉTODOS: Os dados analisados fazem parte de pesquisa realizada em 1998 e 2005 no Brasil, em população urbana. Os dados foram obtidos por meio de questionários aplicados a amostra representativa de 5.040 indivíduos, homens e mulheres de 16 a 65 anos. Análise descritiva foi realizada com dados ponderados, usando-se os testes F design-based, com significância de 5%. RESULTADOS: A prevalência global de violência sexual por parceiro íntimo foi de 8,6%, com predominância entre as mulheres (11,8% versus 5,1%). As mulheres apresentaram taxas sempre maiores de violência do que os homens, exceto no caso de parcerias homo/ bissexuais. Foi significativa a diferença da maior taxa verificada para homens homo/bissexuais em relação aos heterossexuais, mas não para mulheres. A população negra, independente do sexo, referiu mais violência que a branca. Quanto menor a renda e a escolaridade, maior a violência, mas homens de regiões mais pobres referiram mais violência, o que não ocorreu com mulheres. Situações diversas do trabalho, uso de condom, menor idade na primeira relação sexual e número de parceiros nos últimos cinco anos diferiram significativamente para mulheres...

Violência sexual por parceiro íntimo entre homens e mulheres no Brasil urbano, 2005

Schraiber,Lilia Blima; D'Oliveira,Ana Flávia P L; França Junior,Ivan
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2008 Português
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25.74%
OBJETIVO: Estimar a prevalência de violência sexual por parceiro íntimo entre homens e mulheres da população urbana brasileira e fatores a ela associados. MÉTODOS: Os dados analisados fazem parte de pesquisa realizada em 1998 e 2005 no Brasil, em população urbana. Os dados foram obtidos por meio de questionários aplicados a amostra representativa de 5.040 indivíduos, homens e mulheres de 16 a 65 anos. Análise descritiva foi realizada com dados ponderados, usando-se os testes F design-based, com significância de 5%. RESULTADOS: A prevalência global de violência sexual por parceiro íntimo foi de 8,6%, com predominância entre as mulheres (11,8% versus 5,1%). As mulheres apresentaram taxas sempre maiores de violência do que os homens, exceto no caso de parcerias homo/ bissexuais. Foi significativa a diferença da maior taxa verificada para homens homo/bissexuais em relação aos heterossexuais, mas não para mulheres. A população negra, independente do sexo, referiu mais violência que a branca. Quanto menor a renda e a escolaridade, maior a violência, mas homens de regiões mais pobres referiram mais violência, o que não ocorreu com mulheres. Situações diversas do trabalho, uso de condom, menor idade na primeira relação sexual e número de parceiros nos últimos cinco anos diferiram significativamente para mulheres...

A participação feminina no mercado de trabalho; Texto para Discussão (TD) 923: A participação feminina no mercado de trabalho; Female participation in the labor market

Soares, Sergei; Izaki, Rejane Sayuri
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
Português
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66.17%
Este trabalho tem três objetivos: a) acompanhar as mudanças na participação das mulheres e mostrar como tem evoluído segundo a ótica do tempo mas também das coortes; b) decompor essas mudanças segundo uma série de variáveis elementares, incluindo posição na família e educação; e c) analisar com cuidado especial as relações entre educação das mulheres casadas, seus cônjuges e a taxa de participação. Temos cinco resultados principais. O primeiro, que pouco surpreende, é que existem tanto efeitos de coorte como de tempo exercendo influência sobre a probabilidade de trabalho das mulheres. O segundo é mais surpreendente: a posição na família explica muito pouco do aumento na participação das mulheres — quer dizer, o aumento no número de famílias chefiadas por mulheres pouca influência exerceu sobre a probabilidade de uma mulher, tirada ao acaso da PIA, trabalhar. O outro lado da moeda é que a revolução da participação feminina foi, em grande medida, a revolução das mulheres casadas — o aumento na taxa de participação das mulheres com cônjuge explica em torno de 70% do aumento na participação das mulheres. Outra conclusão surpreendente é que a grande variável explicativa dessa revolução é o nível educacional das mulheres...

O Perfil da força de trabalho brasileira : trajetórias e perspectivas

Nonato, Fernanda J. A. P.; Pereira, Rafael H. Moraes; Nascimento, Paulo A. Meyer M.; Araújo, Thiago Costa
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Mercado de trabalho: conjuntura e análise - Artigos
Português
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65.74%
A quantidade da força de trabalho disponível num país depende de três fatores: o tamanho da sua população residente; a estrutura etária dessa população, que indica a quantidade de adultos; e a disposição ao emprego dessa população dado o nível dos salários pagos, que é indicada pela taxa de participação. Este trabalho discute esses três fatores que têm contribuído de maneira decisiva para as mudanças observadas no perfil da oferta de força de trabalho brasileira ao longo dos últimos 30 anos e analisa algumas de suas implicações para as próximas décadas. Busca apontar como cada uma dessas três macrotendências tem contribuído, separadamente, para as mudanças no perfil da oferta de força de trabalho brasileira e suas perspectivas. Apresenta conclusões que apontam algumas transformações gerais que se espera ocorrer no mercado de trabalho do país durante as próximas décadas.; p. 29-41 : il.

O trabalho industrial feminino; Texto para Discussão (TD) 764: O trabalho industrial feminino; The female industrial work

Melo, Hildete Pereira de
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
Português
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75.95%
O crescimento da participação feminina na força de trabalho brasileira repete um fenômeno que nas últimas décadas do século XX ocorreu em todo o subcontinente latino-americano. Os diversos estudos feitos sobre o tema concluem que o dinamismo da entrada feminina no mercado de trabalho não foi acompanhado de uma diminuição das desigualdades profissionais entre os sexos. No Brasil, a novidade é que a violenta reestruturação produtiva da indústria de transformação nacional não expulsou a mão-de-obra feminina do mercado de trabalho, com sua taxa de participação mantendo-se no mesmo patamar de meados da década de 80. Assim, ao contrário do esperado, essa reestruturação não produziu uma “volta ao lar” das trabalhadoras industriais. Este texto estuda o emprego feminino industrial diante dessas mudanças estruturais ocorridas no processo produtivo manufatureiro, analisando se as potencialidades presentes nos novos paradigmas produtivos ampliaram as oportunidades de acesso ao emprego e melhoria das condições de permanência das mulheres no trabalho industrial. Com esta preocupação como fio condutor, a ocupação feminina industrial foi analisada nos anos de 1985, 1993 e 1997 na indústria de transformação nacional. A avaliação foi feita utilizando-se as variáveis: sexo...

Redução das desigualdades na mortalidade infantil na região Sul do Brasil; Narrowing inequalities in infant mortality in Southern Brazil

Goldani, Marcelo Zubaran; Benatti, Rosange; Silva, Antônio Augusto Moura da; Bettiol, Heloisa; Correa, Joel Cristiano Westphal; Tietzmann, Marcos; Barbieri, Marco Antonio
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/.pdf
Publicado em 01/08/2002 Português
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65.9%
OBJECTIVE: To determine the trends of infant mortality from 1995 to 1999 according to a geographic area-based measure of maternal education in Porto Alegre, Brazil. METHODS: A registry-based study was carried out and a municipal database created in 1994 was used. All live births (n=119,170) and infant deaths (n=1,934) were considered. Five different geographic areas were defined according to quintiles of the percentage of low maternal educational level (; OBJETIVO: Determinar as tendências da mortalidade infantil de 1995 a 1999, segundo a escolaridade materna, medidas em base geográfica, em Porto Alegre, Brasil. MÉTODOS: Estudo baseado em dados secundários de um banco de dados municipal, criado em 1994. Todos os nascidos vivos (119.170 nascimentos) e óbitos infantis (1.934 óbitos) foram considerados. Foram definidas cinco diferentes áreas geográficas segundo os quintis de percentagem de escolaridade materna baixa (menos de seis anos de estudo): alta, médio-alta, média, média-baixa e baixa escolaridade. Foi usado o teste do qui-quadrado para tendências de comparação das taxas entre as áreas. Foi calculada a razão de incidências pela regressão de Poisson para identificar excesso de mortalidade infantil nas áreas mais pobres...

Violência sexual por parceiro íntimo entre homens e mulheres no Brasil urbano, 2005; Intimate partner sexual violence among men and women in urban Brazil, 2005

Schraiber, Lilia Blima; D'Oliveira, Ana Flávia P L; França Junior, Ivan
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/06/2008 Português
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25.74%
OBJETIVO: Estimar a prevalência de violência sexual por parceiro íntimo entre homens e mulheres da população urbana brasileira e fatores a ela associados. MÉTODOS: Os dados analisados fazem parte de pesquisa realizada em 1998 e 2005 no Brasil, em população urbana. Os dados foram obtidos por meio de questionários aplicados a amostra representativa de 5.040 indivíduos, homens e mulheres de 16 a 65 anos. Análise descritiva foi realizada com dados ponderados, usando-se os testes F design-based, com significância de 5%. RESULTADOS: A prevalência global de violência sexual por parceiro íntimo foi de 8,6%, com predominância entre as mulheres (11,8% versus 5,1%). As mulheres apresentaram taxas sempre maiores de violência do que os homens, exceto no caso de parcerias homo/ bissexuais. Foi significativa a diferença da maior taxa verificada para homens homo/bissexuais em relação aos heterossexuais, mas não para mulheres. A população negra, independente do sexo, referiu mais violência que a branca. Quanto menor a renda e a escolaridade, maior a violência, mas homens de regiões mais pobres referiram mais violência, o que não ocorreu com mulheres. Situações diversas do trabalho, uso de condom, menor idade na primeira relação sexual e número de parceiros nos últimos cinco anos diferiram significativamente para mulheres...

Violência sexual por parceiro íntimo entre homens e mulheres no Brasil urbano, 2005

Schraiber,Lilia Blima; D'Oliveira,Ana Flávia P L; França Junior,Ivan
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2008 Português
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OBJETIVO: Estimar a prevalência de violência sexual por parceiro íntimo entre homens e mulheres da população urbana brasileira e fatores a ela associados. MÉTODOS: Os dados analisados fazem parte de pesquisa realizada em 1998 e 2005 no Brasil, em população urbana. Os dados foram obtidos por meio de questionários aplicados a amostra representativa de 5.040 indivíduos, homens e mulheres de 16 a 65 anos. Análise descritiva foi realizada com dados ponderados, usando-se os testes F design-based, com significância de 5%. RESULTADOS: A prevalência global de violência sexual por parceiro íntimo foi de 8,6%, com predominância entre as mulheres (11,8% versus 5,1%). As mulheres apresentaram taxas sempre maiores de violência do que os homens, exceto no caso de parcerias homo/ bissexuais. Foi significativa a diferença da maior taxa verificada para homens homo/bissexuais em relação aos heterossexuais, mas não para mulheres. A população negra, independente do sexo, referiu mais violência que a branca. Quanto menor a renda e a escolaridade, maior a violência, mas homens de regiões mais pobres referiram mais violência, o que não ocorreu com mulheres. Situações diversas do trabalho, uso de condom, menor idade na primeira relação sexual e número de parceiros nos últimos cinco anos diferiram significativamente para mulheres...

Fecundidade e diferenciais intra-urbanos de desenvolvimento humano, São Paulo, Brasil, 1997

Martins,Cláudia Maria; Almeida,Márcia Furquim de
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2001 Português
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95.92%
OBJETIVO: Avaliar possíveis divergências no padrão reprodutivo de mulheres residentes em áreas de diferentes níveis de desenvolvimento humano, pela análise de suas taxas de fecundidade total e taxas específicas de fecundidade por idade. MÉTODOS: Foram estudados os 96 distritos do Município de São Paulo, agrupados em cinco áreas segundo ordem crescente dos valores assumidos pelo Indicador de Desenvolvimento Humano. O estudo compreendeu a população feminina de 15 a 49 anos e os nascimentos vivos ocorridos durante o ano de 1997. As fontes de obtenção dos dados foram as declarações de nascidos vivos e a contagem da população 1996. Foram trabalhadas as seguintes variáveis: IDH, distrito de residência e idade da mulher. RESULTADOS: As mulheres residentes na área de menor desenvolvimento humano apresentaram taxa de fecundidade total de 2,62, sendo que a cúspide (151/1.000 filhos por mulheres) situou-se no grupo etário de 20 a 24 anos. Na área de maior indicador de desenvolvimento humano, observou-se menor número médio de filhos por mulher (1,67), e a cúspide (93/1.000 filhos por mulheres) se situou no grupo etário de 25 a 29 anos. CONCLUSÕES: As mulheres residentes nas áreas de maior desenvolvimento humano apresentaram menor número médio de filhos e tendência a tê-los em idades mais avançadas...