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Efeito do ácido indol-3-acético no metabolismo amido-sacarose durante o amadurecimento da banana (Musa spp.); The effects of indole-3-acetic acid on starch-to-sucrose metabolism during banana (Musa spp.) ripening

Purgatto, Eduardo
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 13/12/2001 Português
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69.970415%
Dentre os vários processos que concorrem para o amadurecimento da banana, a degradação do amido e sua conversão em açúcares solúveis, principalmente sacarose, são dois dos processos mais relevantes para a obtenção o sabor doce característico do fruto maduro. Embora venha sendo estudado há anos, ainda não foram esclarecidos quais os mecanismos regulatórios e os possíveis sinais hormonais envolvidos no controle da degradação do amido e na síntese da sacarose. O presente estudo objetivou avaliar o efeito do ácido indol-3-acético (AIA), um hormônio da classe das auxinas com reconhecido efeito retardador do amadurecimento, sobre o metabolismo amido-sacarose e algumas enzimas correlacionadas, em bananas. Observou-se um forte efeito retardador do hormônio sobre a degradação do amido no amido durante o amadurecimento de fatias de bananas infiltradas com uma solução contendo AIA em manitol, em comparação com fatias controle infiltradas apenas com manitol. As atividades de alfa e ß-amilase e alfa-1,4-glicosidase neutra foram afetadas pelo AIA, apresentando atraso no desenvolvimento de suas atividades durante o amadurecimento, quando comparadas às fatias controle. A atividade da fosforilase de amido aparentemente não foi afetada. A transcrição do mRNA da ß-amilase foi atrasada pelo AIA e pôde ser correlacionada ao atraso na degradação do amido Os resultados sugerem que o atraso na mobilização do amido provocado pelo AIA deve decorrer de seus efeitos sobre as enzimas amilolíticas. O trabalho também sugere a relevância da ß-amilase para o processo e que esta enzima...

Purificação, caracterização parcial e expressão da sacarose-fosfato sintase durante o amadurecimento de banana.; Purification, partial characterization and expression of sucrose phosphate synthase during banana ripening

Nascimento, João Roberto Oliveira do
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 26/03/1997 Português
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A enzima sacarose-fosfato sintase foi parcialmente purificada de bananas fisiologicamente imaturas (70 dias após a antese), fisiologicamente maturas pré-climatéricas (110 dias após a antese) e climatéricas (130 dias após a antese). De acordo com os resultados apresentados a SPS de banana é uma enzima constituída de subunidade de 116 kD, apresentando peso molecular nativo de 440 kD por filtração em gel e bandas de 180, 240 e 686 kD por eletroforese em gel de poliacrilamida, nos três estágios estudados. Uma sequência parcial do gene da SPS foi amplificado através de PCR, donado e seu sequenciamento indicou que a enzima de banana apresenta elevada homologia com as de outras fontes vegetais. A análise dos níveis de proteina e mRNA durante o desenvolvimento e amadurecimento do fruto permitem correlacionar o aumento de atividade com o aumento na expressão do gene da SPS. Não foram observadas alterações significativas no estado de ativação, sugestivas de modificação covalente como mecanismo de ativação durante o amadurecimento.; Sucrose-phosphate synthase (SPS) was purified ITom bananas at different deveIopmental stages (70, 110 and 130 days after anthesis), corresponding to tissue with different composition. Banana SPS have a subunit of 116 kD and the native enzyme have a molecular weight around 440 kD by gel fiItration and bands of 180...

Síntese da sacarose no amadurecimento da banana. Envolvimento da sacarose sintetase e sacarose fosfato sintetase; Sucrose synthesis during banana ripening: sucrose synthetase and sucrose phosphate synthetase involviment

Cordenunsi, Beatriz Rosana
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 20/04/1989 Português
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69.428374%
A sacarose sintetase pode ser extraída de bananas pré-climatéricas cisteína (0,02M), em tampão tris-HCl pH 8,0 (0,05M), contendo EDTA (O,OlM), PVP (1%) e bissulfito de sódio (0,02M) na proporção de 1:4 (massa de banana/volume desolução f extratora). O seu isolamento pode ser efetuado por precipitação com sulfato de amônio, cromatografia por peneira molecular seguida de troca iônica ou, alternativ~ente, por cromatografia apenas em troca iônica. Obtém-se assim preparações com atividade específica entre 0,42 e 6,11 e grau de purificação de 5 a 18 vezes. A enzima purificada tem elevada afinidade por UDPG (Km = 0,67), UDP (Km = O, 17) , frutose (Km = 0,31) e reduzida afinidade para a sacarose (Km = 22,7). A enzima está presente durante a fase de desenvolvimento do fruto até o período préclimatérico, quando sua atividade sintética e hidrolítica tende a desaparecer a medida que aumenta o tempo decorrido após a colheita. Contrariamente, a sacarose fosfato sintetase não é detectada nas fases iniciais de desenvolvimento do fruto, mas tem sua atividade aumentada durante o amadurecimento, concomitantemente ao desaparecimento do amido. A sacarose fosfato sintetase e não a sacarose sintetase pode estar envolvida na transformação amido-sacarose durante o amadurecimento.; Banana sucrose synthetase can be purified almost to homogeneity by extraction with tris-HCl pH 8.0 (0.05M) buffer containing cystein (0.02M)...

Alfa e beta-amilase no metabolismo do amido durante o amadurecimento da banana: clonagem, expressão e caracterização molecular; Alpha and beta-amylase in the starch metabolism during banana ripening: cloning, expression and molecular characterization.

Vieira Junior, Adair
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 24/03/2006 Português
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69.493813%
A conversão do amido, armazenado nas frutas durante seu desenvolvimento, em açúcares, é desempenhada por várias enzimas, constituindo-se em um dos principais processos do amadurecimento. A função das enzimas hidrolíticas, alfa-amilase e beta-amilase, no metabolismo amido-sacarose durante o amadurecimento de bananas, foi avaliada através da determinação dos perfis de transcrição e tradução dos seus genes. Utilizando-se da expressão heteróloga de clones de cDNA das amilases, foi possível obter as proteínas recombinantes, inclusive na sua forma enzimaticamente ativa, bem como induzir a produção de anticorpos policlonais em coelhos, com os quais pode-se acompanhar a variação nos níveis de expressão de cada uma das duas enzimas. O tratamento de bananas com o hormônio etileno induziu a antecipação dos processos de degradação do amido e síntese de açúcares em relação ao grupo de frutas controle. Enquanto no grupo controle, as variações nos níveis de proteína e transcrição relativos à alfa-amilase sugerem que há redução na expressão do gene, no grupo tratado com etileno não foi possível detectar a expressão da proteína, apesar dos incrementos na transcrição e atividade. Tal fato pode ser associado à degradação do grânulo de amido e conseqüente solubilização de proteínas ligadas à sua superfície e ao provável aumento no turnover de proteínas promovidos pelo etileno. Em resposta ao tratamento com etileno...

Efeito do ácido giberélico no metabolismo amido-sacarose durante o amadurecimento da banana (Musa acuminata var. Nanicão); Effects of gibberellic acid on metabolism starch-sucrose during banana ripening (Musa acuminta var. Nanicão)

Rossetto, Maria Rosecler Miranda
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 01/06/2001 Português
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69.569844%
O amadurecimento é uma etapa exclusiva do estágio de desenvolvimento dos frutos, que envolve uma série de transformações metabólicas a partir de diferentes fontes de energia. Ele é mediado por um dinâmico complexo enzimático, resultando em síntese/degradação e conversão de compostos que tornarão o fruto aceitável para o consumo. Dependendo do tipo de fruto, essa fonte de energia pode ser na forma de ácidos orgânicos, sacarose vinda da própria planta e na forma de amido. A banana (Musa acuminata) é uma fruta de comportamento climatérico que utiliza como principal fonte de carbono o amido, que é reduzido durante o climatério de teores que variam de 12 a 20% a menos de 1 %. Concomitante à esta degradação, o teor de sacarose pode atingir até 15%, dependendo da cultivar. O ácido giberélico (GA3) é um fitohormônio da família das giberelinas que tem sido muito estudado em cereais por aumentar a transcrição gênica das α-amilase. Em frutos, ele é responsável por manter a textura firme e o teor de sólidos solúveis, e atrasar o amadurecimento. Ao estudar a influência do GA3 no metabolismo amido-sacarose em fatias de banana, observou-se neste trabalho que o fitohormônio não alterou o pico respiratório nem a síntese de etileno. Entretanto...

Seqüência e caracterização molecular do cDNA de uma α-amilase expressa durante o amadurecimento da banana (Musa spp.); Sequence analysis and molecular characterization of an α-amylase cDNA expressed in the pulp of ripening banana

Vieira Junior, Adair
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 20/11/2001 Português
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79.13415%
Para a obtenção da seqüência completa do cDNA da α-amilase foi realizada a varredura de uma biblioteca de cDNA, utilizando-se iniciadores planejados a partir do consenso entre seqüências de DNA ou aminoácidos disponíveis em bancos de dados. Após a excisão do vetor pBK-CMV carregando o inserto, foram obtidos subclones e todos foram seqüênciados. Foi obtida uma seqüência clonada de 1971pb, contendo uma ORF de 1251pb, codificando uma proteina de 416 aminoácidos (aa). Esta proteína apresentou urn provável peptídeo sinal de 15 aa, peso molecular calculado de 45.080 Da e pI 5,84. A seqüência de bases obtida mostrou similaridade de 75% quando comparada corn genes de outras monocotiledôneas como arroz, milho, cevada e trigo. Para a seqüência de aminoácidos, deduzida a partir região codificadora, esta semelhança foi de ate 80%, mostrando-se altamente conservada. Os modelos das estruturas primária, secundária e terciária para a α-amilase de banana coincidem em diversos pontos com estruturas determinadas por cristalografia de raios X para α-amilases de outras espécies, incluindo a disposição espacial de resíduos catalíticos e de ligação de substrato e íons cálcio. Análises por northern e Southern blot sugerem que apesar da existência de uma família de genes corn múltiplas cópias...

Análise proteômica do amadurecimento da banana empregando eletroforese bidimensional acoplada à espectrometria de massas; Proteomic analysis of banana ripening using two-dimensional electrophoresis coupled to mass spectrometry.

Toledo, Tatiana Torres
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 17/12/2010 Português
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69.97546%
A banana tem grande importância econômica, é a fruta mais produzida no mundo, e o Brasil é o segundo maior produtor. É uma fruta altamente perecível, de rápida maturação, sensível a choques mecânicos, suscetível a descoloração, ao amolecimento excessivo e a patógenos na fase pós-colheita. As mudanças ocorridas durante o amadurecimento levam a uma vida de prateleira muito reduzida e são dependentes da expressão de diversas proteínas. Portanto, a identificação de proteínas associadas com essas modificações pode contribuir para a melhor compreensão da regulação do amadurecimento e auxiliar no aprimoramento das estratégias de conservação pós-colheita e melhoria da qualidade dessa fruta. Através da análise proteômica diferencial podem ser identificadas proteínas com variação de abundância durante o amadurecimento e que estejam envolvidas nesse processo. O presente trabalho teve por objetivo comparar os mapas protéicos de polpa de banana (Musa acuminata cv. nanicão) nas fases pré-climatérica e climatérica, e a identificar spots de proteínas que diferem em abundância nesses dois estádios, através da eletroforese bidimensional acoplada à espectrometria de massas. Neste trabalho foram utilizadas três amostragens distintas de frutas...

Ocorrência e biossíntese de frutooligossacarídeos em banana; Occurrence and biosynthesis of fructooligosaccharides in banana

Agopian, Roberta Ghedini Der
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 07/05/2009 Português
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70.147285%
A banana tem sido comumente indicada como uma boa fonte de frutooligossacarídeos (FOS), que são considerados componentes funcionais de alimentos. Contudo, diferenças significantes em suas quantidades têm sido referidas na literatura. Portanto, uma parte do trabalho foi destinada à identificação e quantificação de FOS durante o amadurecimento de cultivares de bananas pertencentes aos grupos genômicos mais comumente cultivados no Brasil. Considerando as diferenças de cultivar, estágio do amadurecimento e metodologia usada para análise de FOS, os conteúdos dos açúcares foram analisados por cromatografia líquida de alta performance (HPAEC-PAD) e cromatografia a gás (CG-MS). Uma pesquisa inicial entre oito cultivares no estágio maduro, mostrou acúmulo de 1-cestose, primeiro membro da série de FOS, em todas elas (quantidades entre 297 e 1600 µg/g M.S). A nistose, o segundo membro, foi detectado somente na cultivar Prata. Com bases nestes dados, foram escolhidas cinco cultivares, para que fossem analisadas durante todo o amadurecimento. Os resultados mostraram uma forte correlação entre a chegada a um nível específico de sacarose (~200 mg/g M.S) e a síntese de 1-cestose. Em uma segunda fase, os níveis de sacarose e FOS total foram quantificados em diferentes fases de amadurecimento de banana Prata...

Desenvolvimento e qualidade de frutos de banana em função da proteção física dos cachos; Banana development and quality according bunches physical protection

Sakai, Ronaldo Kazuo
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 17/04/2015 Português
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69.400684%
No cultivo da bananeira, a proteção física dos cachos é uma das principais técnicas culturais utilizada com a finalidade de melhorar a qualidade dos frutos. O objetivo desse trabalho foi estudar a influência do uso de diferentes tipos de embalagens para proteção do cacho de banana, cultivar Nanicão, durante o seu desenvolvimento e na pós-colheita dos frutos. Foram realizados dois experimentos em um bananal irrigado, com 8 anos de idade, em clima Cwa. O primeiro experimento foi realizado em duas épocas do ano para verificar a influência dos tipos de embalagens no desenvolvimento dos frutos e na sua qualidade. Os tratamentos foram: 1) testemunha (sem uso de proteção do cacho); 2) saco de polipropileno - TNT; 3) saco de polietileno azul; 4) saco de polietileno transparente), 5) saco de polietileno tratado com inseticida); e 6) saco de polietileno branco. Avaliou-se o período de frutificação (intervalo entre a emissão da inflorescência até a colheita dos frutos), massa do cacho, massa do engaço+ráquis, número de pencas por cacho, massa da 2ª penca, número de frutos da 2ª penca, massa da casca e polpa, relação polpa/casca, densidade dos frutos, lesões causadas por tripes, defeitos ou injúrias nos frutos, coloração da casca...

Composição em carboidratos de alguns cultivares de banana (Musa spp.) durante o amadurecimento

Mota,R.V.da; Lajolo,F.M.; Cordenunsi,B.R.
Fonte: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos Publicador: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/1997 Português
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69.536675%
Durante o amadurecimento da banana ocorre redução dos teores de amido e acúmulo de açúcares como frutose, glicose, com predominância de sacarose, com reflexos importantes na qualidade do fruto. Essas alterações têm sido estudadas em nosso laboratório no cultivar Nanicão. O objetivo deste trabalho foi avaliar em outros cultivares as diferenças na degradação do amido e acúmulo de açúcares solúveis nos estágios pré-climatérico e climatérico do amadurecimento, visando também sua possível utilização comercial. Para tanto, os frutos foram analisados quanto ao teor de açúcares solúveis (glicose, frutose e sacarose) e de amido pelo método enzimático, após extração com etanol 80% e hidróxido de sódio, respectivamente. Os cultivares estudados apresentaram diferenças acentuadas nos teores de açúcares solúveis nos frutos maduros, variando desde 9,7% no cultivar Mysore até 20,6% na banana Nanica. Observou-se uma queda no teor de amido paralelamente ao acúmulo de açúcares solúveis. No cultivar Ouro Colatina o teor de amido variou de 22,0% no fruto verde a 1,2% no fruto maduro, havendo acúmulo de sacarose no decorrer do amadurecimento atingindo níveis de 12,0%. Nos cultivares Nanica e Nanicão os teores de amido foram de 21...

Influência do ácido giberélico na degradação do amido durante o amadurecimento da banana

Rossetto,Maria Rosecler Miranda; Lajolo,Franco Maria; Cordenunsi,Beatriz Rosana
Fonte: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos Publicador: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2004 Português
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69.530347%
O ácido giberélico (GA3) tem sido estudado com particular interesse na pós-colheita, pois melhora a qualidade e retarda a senescência dos frutos através de um complexo mecanismo de sinalização, interligado à atividade de enzimas responsáveis pelo processo do amadurecimento. Este hormônio vegetal, quando aplicado exogenamente, desempenha um papel importante no atraso da atividade de enzimas de parede celular, na síntese de carotenóides, degradação da clorofila e, em mangas, o GA3 diminuiu a atividade de amilases e peroxidases. A banana, fruto climatérico, tem como principal fonte de energia o amido. Este polissacarídeo é reduzido durante o climatério de teores que variam de 12 a 20%, dependendo da cultivar de banana, a menos de 1%, e o teor de sacarose pode aumentar até 12 vezes quando a fruta está amadurecida. No metabolismo de hidrólise do amido, as amilases parecem desempenhar um papel fundamental no início desta degradação, pois acredita-se que só endoamilases são capazes de atacar grânulos inteiros, fornecendo substrato para atuação de outras enzimas até a formação de açúcares. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da infiltração de giberelina A3 em fatias de banana no amadurecimento e degradação do amido. Observou-se que o fitohormônio não interferiu no climatério respiratório...

Caracterização fisica e quimica de banana tipo terra da variedade Maranhão em três estádios de maturação.

HANSEN, O. A. de S.; FONSECA, A. A. O.; VIEIRA, E. L.; CARDOSO, R. M. de C. B.; BITTENCOURT, N. S.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 21., 2010, Natal. Frutas: saúde, inovação e responsabilidade: anais. Natal: Sociedade Brasileira de Fruticultura, 2010. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 21., 2010, Natal. Frutas: saúde, inovação e responsabilidade: anais. Natal: Sociedade Brasileira de Fruticultura, 2010.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
Português
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78.66502%
A banana por apresentar um padrão de respiração climatérica pode ser colhida antes do completo amadurecimento. Esse padrão é caracterizado pelo aumento da taxa respiratória e da produção de etileno durante o climatério. È nesta fase que se iniciam as principais alterações na fruta tais como pigmentação amarela da casca, amaciamento da polpa e mudanças no sabor e aroma característicos da banana madura (Medina & Pereira, 2004). Tradicionalmente, o grau de maturação das bananas inclusive dos tipos terra tem sido fortemente ligado a mudança de cor da casca (Palmer, 1971) e comparada através de cartas de cores para acompanhar a sua maturação. Entretanto, devido a altas temperaturas e baixa umidade relativa às frutas retém a cor verde de sua casca enquanto que a maturação interna já começou Dadzie & Orchard (1997). Portanto, o uso da combinação de indicadores de maturação externa e interna é essencial para a definição de parâmetros que possam indicar o correto ponto de colheita antes de ocorrer a abscisão. Este conhecimento poderá ajudar o setor produtivo no planejamento de colheitas com bananas de melhor qualidade e vida de prateleira mais prolongada; bem como a destinação mais apropriada nos diversos setores do processamento. Nesse sentido...

Avaliação da qualidade de Banana Passa elaborada a partir de variedades resistentes à Sigatoka-Negra.

NEVES, T. T. das; JESUS, J. L. de; VIANA, E. de S.; SENA , L. O.; SILVA, L. F. L. da; REIS, R. C.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 22., 2012, Bento Gonçalves. Anais... Bento Gonçalves: SBF, 2012. 1 CD-ROM. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 22., 2012, Bento Gonçalves. Anais... Bento Gonçalves: SBF, 2012. 1 CD-ROM.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
Português
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78.414546%
A banana (Musa spp.) é uma fruta de grande importância econômica para o Brasil e para outros países. Possui elevado valor nutricional e é altamente perecível, o que dificulta a comercialização do fruto in natura levando a grandes perdas após o seu amadurecimento (BORGES et al., 2010). A desidratação é uma alternativa interessante para reduzir tais perdas, pois prolonga a vida-de-prateleira dos frutos, agrega valor ao produto e é de fácil aplicação, sendo uma excelente oportunidade de negócio para as agroindústrias de frutas (MOTA, 2005; BORGES et al., 2010).; 2012

Definição do ponto de colheita comercial e da concentração de etileno exógeno visando melhor aproveitamento do potencial comercial e nutricional de bananas da cultivar Thap Maeo; Definition of harvest time and exogenous etilene concentration aiming at the better commercial and nutritional potential of the bananas of the Thap Maeo cultivar

Saraiva, Lorenzo de Amorim
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 20/05/2015 Português
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69.91585%
A banana é um fruto consumido no mundo todo e, ao contrário do que acontece na maioria dos países nos quais predomina o grupo Cavendish, uma grande variedade de cultivares são consumidas nas diferentes regiões do Brasil. No entanto, as informações bioquímicas e fisiológicas a respeito das cultivares consumidas no país são ainda restritas e, apesar de serem muito diferentes entre si, são tratadas da mesma maneira na pré e pós-colheita, o que muitas vezes compromete a qualidade do fruto. Diante disso, dois pontos são fundamentais para a obtenção de frutos de melhor qualidade: a definição do ponto de colheita e o tratamento dos frutos com etileno após a colheita. Hoje a colheita é feita em função do diâmetro dos frutos e o tratamento com etileno é o mesmo para todas as cultivares. Porém, frutos com o mesmo diâmetro nem sempre estão no mesmo estágio de maturidade fisiológica e, usualmente, o tratamento pós-colheita feito com etileno, visando o amadurecimento mais rápido e uniforme dos frutos, não segue nenhuma orientação técnica. A consequência da falta de critérios definidos para a colheita e para a aplicação de etileno resulta em bananas com baixa qualidade e com vida-de-prateleira curta. A produção de banana é dificultada pelos problemas fitossanitários que ocorrem nas plantações...

Inibição do amadurecimento da banana-'Prata-Anã' com a aplicação do 1-metilciclopropeno

BOTREL,NEIDE; FREIRE JUNIOR,MURILO; VASCONCELOS,RAFAELA MOLEDO DE; BARBOSA,HENRIQUETA TALITA GUIMARÃES
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2002 Português
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69.123115%
A banana é uma das frutas mais consumidas no mundo, cultivada na maioria dos países tropicais. As práticas de pós-colheita, muitas vezes, não são suficientes para garantir uma boa qualidade da fruta quando esta é comercializada em mercados mais distantes. O 1-metilciclopropeno (1-MCP) é um produto bloqueador da ação do etileno e tem sido utilizado com sucesso em flores, hortaliças e frutos. O objetivo deste trabalho foi retardar o amadurecimento da banana-'Prata' e aumentar a sua vida útil, testando diferentes níveis do 1- MCP . Os frutos da cultivar 'Prata-Anã', provenientes de Janaúba, Norte de Minas Gerais, Brasil, foram colhidos no estádio de maturação 1, que corresponde ao estádio verde, classificados como "extra", selecionados e separados em parcelas de 10 frutos, com 3 repetições para cada tratamento. Foram utilizados 4 níveis do produto 0; 10; 30 e 90 ppb. O 1-MCP foi utilizado na formulação pó, na concentração de 0,14% de ingrediente ativo. Os frutos foram armazenados em temperatura ambiente (24ºC e 78,5 % UR) e avaliados aos 0; 4; 8 e 12 dias após a aplicação do produto. As avaliações foram: cor, despencamento de dedos no buquê, firmeza, sólidos solúveis, acidez titulável e pH. Com 30 ppb...

Atraso do amadurecimento de banana 'Maçã' pelo 1-MCP, aplicado previamente à refrigeração

Almeida,Gustavo Costa; Vilas Boas,Eduardo Valério de Barros; Rodrigues,Luiz José; Paula,Nélio Ranieli Ferreira de
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2006 Português
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79.444565%
O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de diferentes períodos de exposição da banana 'Maçã' a 50 ppb de 1-MCP (0; 3; 6; 9; 12 e 24 horas) sobre sua vida pós-colheita e qualidade. Após exposição ao 1-MCP, os frutos verde-maturos foram armazenados por 30 dias em câmaras com temperatura de 13ºC ± 0,5 e umidade relativa de 95%. Em seguida, as bananas foram armazenadas à temperatura de 20ºC ± 1, até amarelecimento completo da casca. A exposição de banana 'Maçã' a 50 ppb de 1-MCP, por 9 horas, retardou em 7 dias o seu amadurecimento, em comparação a frutos não expostos ao 1-MCP, após 30 dias de armazenamento refrigerado (13ºC), sem prejuízos à sua aparência e composição química. A exposição de banana 'Maçã' a 50 ppb de 1-MCP, por 3 e 6 horas, não estendeu sua vida pós-colheita, tampouco alterou sua composição química. Embora a exposição de banana 'Maçã' a 50 ppb de 1-MCP, por 12 e 24 horas, tenha retardado o seu amadurecimento, promoveu alterações indesejáveis na casca do fruto. Logo, a aplicação de 50 ppb de 1-MCP, por 9 horas, antes da refrigeração, constitui-se numa alternativa viável para prolongar o período de comercialização da banana.

Amadurecimento de frutos de bananeira BRS Platina.

SANTOS, H. L. de J. dos; PEREIRA, M. E. C.; LIMA, O. S.; SOUZA, E. G.; AMORIM, E. P.
Fonte: In: JORNADA CIENTÍFICA EMBRAPA MANDIOCA E FRUTICULTURA, 6., 2012, Cruz das Almas. Anais... Cruz das Almas: Embrapa Mandioca e Fruticultura, 2012. Publicador: In: JORNADA CIENTÍFICA EMBRAPA MANDIOCA E FRUTICULTURA, 6., 2012, Cruz das Almas. Anais... Cruz das Almas: Embrapa Mandioca e Fruticultura, 2012.
Tipo: Resumo em anais de congresso (ALICE)
Português
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79.051353%
Muito embora a produção brasileira de banana seja alta, também são observados altos percentuais de perdas pós-colheita, resultado de um conjunto de fatores que envolvem o despreparo dos agentes da cadeia de comercialização no manuseio da fruta e do desconhecimento das características de amadurecimento da fruta. Gerar informações sobre o amadurecimento é fundamental para garantir a qualidade da fruta e otimizar sua vida útil pós-colheita. Neste sentido, este trabalho teve por objetivo caracterizar o amadurecimento de frutos da bananeira 'BRS Platina', híbrido do tipo Prata resistente ao Mal-do-Panamá.; 2012

Qualidade pós-colheita de banana 'Prata' tratada por hidrotermia

Nolasco,Claudio de Azevedo; Salomão,Luiz Carlos Chamhum; Cecon,Paulo Roberto; Bruckner,Claudio Horst; Rocha,Aline
Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2008 Português
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As podridões pós-colheita estão entre os maiores problemas da comercialização de bananas e podem ser controladas pela imersão dos frutos em água aquecida. Neste trabalho objetivou-se estudar a influência da hidrotermia na qualidade pós-colheita de banana 'Prata'. Foram testadas as temperaturas de 47, 50, 53 e 56 ºC, nos tempos de imersão de 0, 3, 6, 9 e 12 minutos, sendo as avaliações realizadas aos 0, 3, 6, 9 e 12 dias após os tratamentos. As combinações 56 ºC por 9 e 12 minutos levaram à supressão da ascensão da respiração climatérica dos frutos tratados. Bananas 'Prata' podem ser tratadas em água à temperaturas de 50ºC por 6 e 12 minutos, 53°C por 9 minutos e 56°C por 3 minutos, sem afetar o seu amadurecimento, e permitindo qualidade pós-colheita adequada.

Aplicação de 1-metilciclopropeno em banana 'Prata-Anã' e seu efeito sobre a substâncias pécticas e enzimas pectinolíticas

Sales,Alenir Naves de; Botrel,Neide; Coelho,Ana Helena Romaniello
Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2004 Português
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No presente estudo, visou-se a verificar o efeito do 1-metilciclopropeno (1-MCP), um produto bloqueador do etileno, sobre a qualidade da banana 'Prata-Anã'. Os frutos foram colhidos no estádio de maturação 1, que corresponde ao estádio de cor da casca verde e separados em grupos, de acordo com os dois diferentes calibres. Cada parcela foi composta por um buquê de seis dedos, com quatro repetições para cada tratamento. Foram utilizadas 4 concentrações de 1-MCP: 0, 30, 60 e 90 ng.g-1, preparadas a partir do produto comercial (0,14% m/m de de i. a). Os frutos , exceto os do grupo controle, foram armazenados por 20 dias a 12ºC, seguidos de climatização com 1,5% da mistura etil 5 a 17ºC durante 24 horas, após o que foram transferidos para ambiente comum (23°C) por 93 horas, antes de serem submetidos às análises químicas e bioquímicas. Frutos tratados com 1-MCP, especialmente na dose de 60 ng.g-1, apresentaram reduzidos teores de pectina solúvel, porcentagens de solubilização de pectinas e menores atividades das enzimas pectinametilesterase (PME) e poligalacturonase (PG) que os frutos não tratados. O uso do 1-MCP, nas concentrações utilizadas, não impediu que o processo de amadurecimento evoluísse normalmente após a climatização dos frutos.

Aplicação de 1-metilciclopropeno em banana 'Prata-Anã' e seu efeito sobre a substâncias pécticas e enzimas pectinolíticas; Application of 1-Methylcyclopropene on bananas cv. 'Prata-Anã' and its effect upon pectic substances and pectinolytic enzymes

Sales, Alenir Naves de; Botrel, Neide; Coelho, Ana Helena Romaniello
Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 30/04/2015 Português
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The effects of 1 methylciclopropene (1-MCP), an ethylene blocker compound, on the quality of "Prata-Anã" bananas were investigated. The fruits were harvested in maturation stage 1, corresponding to the green skin color stage and separated into groups according to the two different calibers. Each plot was made up of a bouquet of six fingers with four replicates per each treatment. Four concentrations of 1-MCP (0, 30, 60 and 90 ng.g-1) were tested, with a powder-formulation at the concentration of 0.14% of active ingredient being used. The fruits were stored for a period of 20 days at the temperature of 12°C. After this step, with the exception of the control group, climatization of the fruits was carried out with 1.5% of the mixture ethyl and temperature of 17°C for 24 hours. The fruits were placed at room temperature (23°C) for 93 hours and evaluated in their chemical and biochemical features. The total and soluble pectin contents and the pectin solubilization´s percentage were evaluated. 1-MCP-treated fruits, particularly at the concentration of 60 ng.g-1, showed reduced contents of soluble pectin, percentages of pectin solubilization and poorer activities of the pectinmethylesterase (PME) and polygalacturonase (PG) enzymes than non-treated fruits. Use of 1-MCP at the concentrations utilized did not prevent the maturing process evolving normally after fruit acclimatization Therefore...