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Urolitíase em cães: avaliação quantitativa da composição mineral de 156 urólitos; Canine urolithiasis: quantitative evaluation of mineral composition of 156 uroliths

OYAFUSO, Mônica Kanashiro; KOGIKA, Márcia Mery; WAKI, Mariana Faraone; PROSSER, Christiane Seraphim; CAVALCANTE, Carolina Zaghi; WIRTHL, Vera Assunta Batistini Fortunato
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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68.098403%
O estudo teve como objetivo avaliar os casos de urolitíase canina em que a composição mineral dos urólitos foi analisada quantitativamente. Foi avaliada quantitativamente a composição mineral de 156 urólitos obtidos de cães (nefrólitos, ureterólitos, urocistólitos e uretrólitos). Desse total, 79,5% (n=124) eram simples, 18% (n=28) eram compostos e apenas 2,5% (n=4) eram mistos. A estruvita foi o tipo mineral mais frequente nos urólitos simples (47,6%; n=59), em todos os mistos (100%; n=4) e nas camadas núcleo e pedra de urólitos compostos (32,1 e 75%, respectivamente). O oxalato de cálcio foi o segundo mineral mais frequente dos urólitos simples (37,9%, n=47). Ao contrário do que é preconizado para os urólitos simples, as recomendações para o tratamento de urólitos compostos são mais complexas, tais como protocolos de tratamento de dissolução diferentes (se composto por minerais distintos e passíveis de dissolução como urato e estruvita). Além disso, a dissolução pode não ser viável, caso ocorra presença de material insolúvel envolvendo o urólito ou se este representar mais de 20% da camada. Vinte e dois urólitos compostos (78,7%) apresentaram uma camada externa não passível de dissolução (oxalato de cálcio ou fosfato de cálcio); dois (7...

Composição mineral e diferenciação de vinhos-base produzidos em duas regiões do estado do Rio Grande do Sul e de vinhos espumantes provenientes de diferentes países; Mineral composition and differentiation of base wine produced in two regions of Rio Grande do Sul State and of sparkling wines from five countries

Poerner, Naira
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
Português
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58.038276%
O vinho possui uma composição química complexa que, além de água e etanol, contém grande variedade de substâncias orgânicas e inorgânicas. Esta composição é influenciada por diversos fatores correspondentes à área específica de produção, como características do solo, condições ambientais, cultivar da uva e o processo de elaboração do vinho. Assim, o estudo dos elementos minerais apresenta grande interesse, sendo utilizado, aliado a ferramentas de análise estatística multivariada, na diferenciação de vinhos de acordo com sua origem geográfica. Neste trabalho são apresentados dois estudos que caracterizaram e diferenciaram vinhos pela sua composição mineral. O primeiro teve por objetivo caracterizar e diferenciar vinhosbase (cvs. Chardonnay e Pinot Noir) provenientes da Serra do Nordeste e Serra do Sudeste do Rio Grande do Sul através de parâmetros físico-químicos e elementos minerais combinada com técnicas de análise multivariada. O segundo teve por objetivo caracterizar e diferenciar amostras de vinhos espumantes produzidos no Brasil, Argentina, Chile, Espanha e França a partir da composição mineral aliada a ferramentas de estatística multivariada. Os parâmetros físico-químicos foram avaliados por espectrofotometria no infravermelho e os elementos minerais por espectrometria de emissão ótica com plasma indutivamente acoplado (ICP-OES). Na caracterização e diferenciação dos vinhos-base os elementos encontrados em maiores concentrações foram o K...

Efeito da omissão de macronutrientes no crescimento, nos sintomas de deficiências nutricionais e na composição mineral em gravioleiras (Annona muricata)

Batista,Magnalda Maria Fernandes; Viégas,Ismael de Jesus Matos; Frazão,Dilson Augusto Capucho; Thomaz,Maria Alice Alves; Silva,Rita de Cássia Lemos da
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2003 Português
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57.40993%
Com o objetivo de avaliar o efeito da omissão de macronutrientes no crescimento, nos sintomas de deficiências nutricionais e na composição mineral em gravioleiras, conduziu-se experimento em casa de vegetação, mediante a técnica do elemento faltante. O delineamento foi o inteiramente casualizado, com quatro repetições e sete tratamentos, sendo completo (N, P, K, Ca, Mg, S e micronutrientes) e com omissão individual de N, P, K, Ca, Mg e S. As omissões dos macronutrientes afetaram o crescimento em altura, diâmetro das plantas e produção de matéria seca, quando comparados ao tratamento completo. Com base nos teores em g/kg dos macronutrientes nas folhas, encontraram-se os seguintes valores adequados nos tratamento completo e com omissão: N = 14,70 e 8,82; P = 0,92 e 0,47; K = 12,35 e 2,62; Ca = 14,11 e 3,44; Mg = 3,59 e 1,09; S = 5,32 e 2,30.

COMPOSIÇÃO MINERAL, SANIDADE E QUALIDADE DE MAÇÃS EM POMARES CONVENCIONAIS E ORGÂNICOS

STÜPP,JOÃO JOSÉ; ROSA,ELIETE DE FÁTIMA FERREIRA DA; AMARANTE,CASSANDRO VIDAL TALAMINI DO; MAFRA,ÁLVARO LUIZ; CAMPOS,MARI LUCIA
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2015 Português
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57.40993%
RESUMO O objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos dos sistemas de manejo convencional e orgânico sobre a composição mineral, sanidade e qualidade de maçãs das cultivares Royal Gala e Fuji. O estudo foi realizado em São Joaquim-SC, nas safras de 2008/2009 e 2009/2010, em um Cambissolo Húmico. O manejo orgânico, em ambas as cultivares, aumentou a área foliar média e específica e os teores foliares de K e Cu, e em ‘Royal Gala’ aumentou o Ca foliar.Na maturação comercial, frutos orgânicos apresentaram maiores valores de percentual de cor vermelha na epiderme, firmeza de polpa, danos por mosca-das-frutas, teores de Cu e relações K/Ca, Mg/Ca e (K+Mg)/Ca na polpa, em ambas as cultivares, e de teor de K na polpa em ‘Royal Gala’. As plantas no sistemaorgânico apresentaram valores inferiores de teores foliares de clorofila e N, rendimento, incidência de frutos comsarna da macieira, bem como frutos com menores teores de sólidos solúveis e de Ca na polpa, em ambas as cultivares, menores danos por queimadura de sol em ‘Royal Gala’ e menor teor de K na casca dos frutos em‘Fuji’. A produção orgânica de maçãs pode ser viável...

Composição mineral de uma linhagem de Pleurotus ostreatus cultivada em resíduos madeireiros e agroindustriais da região amazônica

Sales-Campos,Ceci; Oliveira,Luiz Antônio de; Araujo,Lidia Medina; Varejão,Maria de Jesus Coutinho; Andrade,Meire Cristina Nogueira de
Fonte: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos Publicador: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 Português
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67.834224%
Os cogumelos do gênero Pleurotus são cultivados em diversos substratos lignocelulósicos, dada a atividade decompositora desses organismos proveniente de seu metabolismo enzimático. O presente estudo teve como objetivo analisar a composição mineral de Pleurotus ostreatus e dos substratos de cultivo preparados à base de resíduos madeireiros e agroindustriais da região amazônica. Foram analisados macro (P, K, Ca e Mg) e micronutrientes (Fe, Zn, Cu, Mn e Na) dos cogumelos e dos substratos. Os substratos foram formulados a partir da serragem de Simarouba amara Aubl. (marupá), Ochroma piramidale Cav. ex. Lam. (pau de balsa) e de bagaços de Bactris gasipaes Kunth (pupunheira) e de Saccharum officinarum (cana-de-açúcar). As amostras foram solubilizadas mediante digestão ácida (nítrico-peridrol). Os elementos Ca, Mg, Fe, Cu, Zn e Mn foram determinados por espectrometria de absorção atômica; o Na e K, por emissão atômica e o P, por colorimetria. A composição mineral do cogumelo variou com o substrato de cultivo. Os diferentes substratos possibilitaram a produção de um cogumelo rico em K, P, Mg e Fe, essenciais à nutrição e à saúde humana. O potássio foi o mineral de maior teor no cogumelo em todos os substratos testados (36...

Influência do boro no desenvolvimento e na composição mineral do pimentão

Mello,Simone C.; Dechen,Antonio Roque; Minami,Keigo
Fonte: Associação Brasileira de Horticultura Publicador: Associação Brasileira de Horticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2002 Português
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57.66876%
O experimento foi conduzido no município de Piracicaba (SP), de fevereiro a junho de 1994, em solo classificado como Terra Roxa Estruturada eutrófica A moderado textura argilosa. Visou-se estudar a aplicação de boro no desenvolvimento e na composição mineral de plantas de pimentão cv. Magda. Adotou-se o delineamento em blocos casualizados com quatro doses de bórax aplicadas nas covas de plantio (0; 5; 10 e 20 kg ha-1 equivalentes a 0; 0,6; 1,1 e 2,2 kg ha-1 de B) e quatro repetições. Avaliou-se a altura das plantas, o número de folhas e de flores, a área foliar, o peso da matéria seca da parte aérea e os teores de nutrientes nas folhas recém-maduras mais pecíolos, aos 45 dias após o transplante. Foram avaliados também, aos 40 dias após o transplante, o peso do material verde dos frutos e a composição mineral do pericarpo e das sementes dos mesmos. As doses de bórax não influenciaram as características avaliadas e os teores de macronutrientes e de B, Cu, Fe, Mn e Zn nas folhas mais pecíolos. Entre as partes dos frutos, os teores de B foram superiores nas sementes em relação ao pericarpo, nas quatro doses utilizadas.

Composição mineral do produto comercial da erva-mate (Ilex paraguariensis St. Hil.)

Heinrichs,Reges; Malavolta,Eurípedes
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2001 Português
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67.834224%
Com o objetivo de quantificar e avaliar a concentração mineral na matéria seca e na infusão de erva-mate tipo chimarrão, selecionaram-se três amostras comerciais, com ampla aceitação pelo consumidor, as quais foram amostradas com quatro repetições. Na industrialização da erva-mate tipo chimarrão, são utilizadas folhas, pecíolos e ramos finos, tendo uma composição aproximada de 30% ramos e 70% folhas, que são beneficiados para posterior comercialização. O preparo das amostras e as análises foram efetuadas no Laboratório de Nutrição Mineral de Plantas do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA/USP). Para determinação da composição mineral da matéria seca, as amostras foram moídas em moinho "tipo Willey", com posterior digestão e determinação dos teores de N, P, K, Ca, Mg, S, B, Cu, Fe, Mn, Ni, Zn, Al, Cd, Co, Cr, Na e Pb. Para determinação dos elementos na infusão, utilizaram-se 70g de erva-mate para um litro de água desionizada a 80ºC, simulando-se a temperatura para chimarrão, mantendo-se até esfriar e posteriormente coando-se. Os elementos analisados na infusão foram os determinados na matéria seca e, além destes, Mo, Ba, Si e Sr, exceto Co. As leituras das concentrações foram realizadas através da espectrometria de emissão atômica com plasma de argônio. Na matéria seca...

Urolitíase em cães: avaliação quantitativa da composição mineral de 156 urólitos

Oyafuso,Mônica Kanashiro; Kogika,Márcia Mery; Waki,Mariana Faraone; Prosser,Christiane Seraphim; Cavalcante,Carolina Zaghi; Wirthl,Vera Assunta Batistini Fortunato
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2010 Português
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67.949336%
O estudo teve como objetivo avaliar os casos de urolitíase canina em que a composição mineral dos urólitos foi analisada quantitativamente. Foi avaliada quantitativamente a composição mineral de 156 urólitos obtidos de cães (nefrólitos, ureterólitos, urocistólitos e uretrólitos). Desse total, 79,5% (n=124) eram simples, 18% (n=28) eram compostos e apenas 2,5% (n=4) eram mistos. A estruvita foi o tipo mineral mais frequente nos urólitos simples (47,6%; n=59), em todos os mistos (100%; n=4) e nas camadas núcleo e pedra de urólitos compostos (32,1 e 75%, respectivamente). O oxalato de cálcio foi o segundo mineral mais frequente dos urólitos simples (37,9%, n=47). Ao contrário do que é preconizado para os urólitos simples, as recomendações para o tratamento de urólitos compostos são mais complexas, tais como protocolos de tratamento de dissolução diferentes (se composto por minerais distintos e passíveis de dissolução como urato e estruvita). Além disso, a dissolução pode não ser viável, caso ocorra presença de material insolúvel envolvendo o urólito ou se este representar mais de 20% da camada. Vinte e dois urólitos compostos (78,7%) apresentaram uma camada externa não passível de dissolução (oxalato de cálcio ou fosfato de cálcio); dois (7...

Influência do boro e do manganês no crescimento e na composição mineral de mudas de goiabeira

Salvador,João Odemir; Moreira,Adônis; Malavolta,Eurípedes; Cabral,Cleusa Pereira
Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2003 Português
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67.56907%
Dois experimentos conduzidos em solução nutritiva tiveram como objetivo avaliar os efeitos de doses de boro e de manganês no crescimento e na composição mineral de folhas de mudas de goiabeira (Psidium guajava L.). No experimento com boro, foram testadas sete doses (0, 0,125, 0,25, 0,5, 1,0, 1,5 e 3,0 mg L-1). Pelos resultados, verificou-se que a necrose marginal e as manchas circulares púrpuras e esparsas no limbo foliar foram os principais sintomas de toxidez apresentados, sendo esses associados com a dose máxima e com um teor foliar de 146 mg kg-1. Análises de tecidos foliares sem e com necroses mostraram teores de 92 e 720 mg kg-1, respectivamente. Somente a produção de matéria seca de raízes e o teor foliar de fósforo e enxofre foram afetados significativamente pelas doses de B. Para o manganês, foram usadas sete doses (0, 0,5, 10, 20, 30, 40 e 50 mg L-1). A produção de matéria seca total e os teores foliares de Ca, Mg e Fe foram afetados pelas doses de Mn. Os sintomas foliares de toxidez evidenciaram-se em salpicos adensados de minúsculas pontuações escuras nas folhas velhas; folhas novas de dimensões menores, cloróticas e com reticulado verde das nervuras; formação de pontuações circulares castanhas espalhadas ou fundidas ao longo ou entre as nervuras.

Composição mineral de folhas de Oliveira (Olea europaea L.) em sistema de produção convencional

Vieira Neto,J.; Silva,L.F.O.; Gonçalves,P.A.S.; Zambon,C.R.; Villa,F.
Fonte: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais Publicador: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2014 Português
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57.50962%
Objetivou-se com este trabalho quantificar a composição mineral das folhas de Oliveira a fim de diagnosticar o estado nutricional das plantas cultivadas em sistema convencional. O experimento foi conduzido com sete cultivares Arbequina, MGS Asc 315, MGS Mariense, MGS Grap 541, MGS Grap 561, Grappolo 575 e Leccino, em blocos casualizados com 4 repetições e parcelas com cinco plantas. Em maio de 2010 foram coletadas 60 folhas de cada cultivar (12 por planta) e submetidas a analise foliar. As cultivares apresentaram diferenças significativas entre si quanto aos teores foliares médios de nutrientes. Observou-se também que apesar da analise de solo apontar níveis elevados de Fe e Mn, a análise foliar acusou deficiência para esses elementos em todas as cultivares de Oliveira avaliadas. Os resultados alertam para os altos níveis de Cu, como consequência do uso abusivo de fungicidas a base de oxicloreto e calda bordalesa nos pomares. A concentração elevada desse elemento nas folhas pode causar fitotoxidez às plantas. Desta forma, sugere-se o uso racional de fertilizantes e de produtos fitossanitários no cultivo da oliveira a fim de evitar fitotoxidez ou deficiências nutricionais.

Efeitos do Sombreamento na Composição Mineral de Gramíneas Forrageiras Tropicais

Castro,Carlos Renato Tavares de; Garcia,Rasmo; Carvalho,Margarida Mesquita; Freitas,Vicente de Paula
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2001 Português
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67.56907%
Estudou-se a influência de três níveis de sombreamento artificial (0, 30 e 60%) sobre a composição mineral de seis espécies de gramíneas forrageiras tropicais (Andropogon gayanus, Brachiaria brizantha, B. decumbens, Melinis minutiflora, Panicum maximum e Setaria sphacelata). O solo predominante na região foi classificado como Latossolo Vermelho-Amarelo de textura média e o ensaio foi conduzido segundo o delineamento em blocos ao acaso, com parcelas subdivididas, em quatro repetições; nas parcelas foram distribuídos os níveis de sombreamento e nas subparcelas, as espécies forrageiras. Constatou-se que, com o sombreamento, houve tendência geral à elevação dos teores de fósforo, potássio, cálcio e magnésio na forragem.

Efeito do alumínio sobre a absorção e translocação de fósforo e sobre a composição mineral de duas cultivares de trigo.

ALVES, V.M.C.; NOVAIS, R.F.de; NEVES, J.C.L.; BARROS, N.F.de.
Fonte: Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, v. 23, n. 6, p. 563-573, jun. 1988. Publicador: Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, v. 23, n. 6, p. 563-573, jun. 1988.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Português
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67.66876%
Estudou-se o efeito do alumínio sobre a cinetica da absorcao e translocacao de fosforo e sobre a composicao mineral de duas cultivares de trigo, uma sensivel (Anahuac) e outra tolerante (BH-1146) ao aluminio em solucao nutritiva (pH 4,5). Foram utilizados os niveis de zero e 0,5mg.l -1 de aluminio. O aluminio foi aplicado durante o periodo de crescimento das plantas, sendo retirado apenas durante os ensaios de cinetica de absorcao e de translocacao de fosforo. O aluminio reduziu a Vmax das duas cultivares, sendo esta reducao maior para BH-1146 que para a Anahuac. Tambem reduziu ligeiramente o Km da BH-1146, embora tenha aumentado o da Anahuac. A translocacao de fosforo nas cultivares foi influenciada diferencialmente pelo aluminio, havendo reducao na Anahuac e aumento na da BH-1146. Observou-se diferenca entre as cultivares quanto aos teores da Ca, Zn e Mn na parte aerea, e de P, Mg e Fe, no sistema radicular, na presenca de aluminio. De maneira geral, a cultivar BH-1146 apresentou maiores concentracoes de cations que a Anahuac, na presenca ou nao do aluminio na solucao. A tolerancia diferencial ao aluminio entre as duas cultivares parece estar relacionada com a absorcao e translocacao nao apenas de fosforo, mas tambem de outros nutrientes.; 1988

Composição mineral do resíduo salino sólido de tanques aquícolas abastecidos com resíduo da dessalinização.

MANERA, D. B.; VOLTOLINI, T. V.; ARAUJO, G. G. L. de; MENEZES, D. R.
Fonte: In: CONGRESSO NORDESTINO DE PRODUÇÃO ANIMAL, 7.; SIMPÓSIO NORDESTINO DE ALIMENTAÇÃO DE RUMINANTES, 13., 2012, Maceió. Anais... Maceió: Sociedade Nordestina de Produção Animal, 2012. Publicador: In: CONGRESSO NORDESTINO DE PRODUÇÃO ANIMAL, 7.; SIMPÓSIO NORDESTINO DE ALIMENTAÇÃO DE RUMINANTES, 13., 2012, Maceió. Anais... Maceió: Sociedade Nordestina de Produção Animal, 2012.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE) Formato: 1 CD-ROM.
Português
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67.56907%
O objetivo dessa pesquisa foi avaliar a composição mineral do resíduo salino sólido (RSS) proveniente de dez tanques aquícolas, colhendo-se três amostras por tanque. Foram determinados os teores de N, K, Ca, Mg, S, B, Cu, Fe, Mn, Zn, Na, Cl, P, Ni, Pb, Cd, Cr. O RSS apresentou grande diversidade de elementos minerais, baixa concentração dos principais minerais presentes nos suplementos comerciais como o Ca e o P e heterogeneidade em suas composições com relação aos diferentes tanques. Foi ainda observada a presença de metais pesados, em que para o Pb e Cd os valores médios estão acima da faixa considerada normal, porém, em alguns dos tanques amostrados os valores são inferiores a faixa limite.; 2012

Estudos sobre a nutrição mineral do maracujá amarelo. VI. efeito dos macronutrientes no desenvolvimento e composição mineral das plantas.

PRIMAVESI, A. C. P. A.; MALAVOLTA, E.
Fonte: Anais da ESALQ, Piracicaba, v.37, p.609-630, 1980. Publicador: Anais da ESALQ, Piracicaba, v.37, p.609-630, 1980.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Português
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57.625923%
Estudos sobre a nutrição mineral do maracujá amarelo. Presença e ausência do macronutrientes no crescimento e composição mineral da planta.; 1980

Composição mineral de carne ovina proveniente de três grupos genéticos.

NASSU, R. T.; TULLIO, R. R.; NOGUEIRA, A. R. de A.; CRUZ, G. M. da; PICCHI, C. M. C.; GOMES, T. A. N.; FONSECA, A. P. de C.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS, 21.; SEMINÁRIO LATINO AMERICANO E DO CARIBE DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS, 15., 2008, Belo Horizonte. Anais... Belo Horizonte: sbCTA, 2008. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS, 21.; SEMINÁRIO LATINO AMERICANO E DO CARIBE DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS, 15., 2008, Belo Horizonte. Anais... Belo Horizonte: sbCTA, 2008.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE) Formato: 1 CD-ROM.
Português
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67.56907%
Não houve efeito do grupo genético e do sexo na composição mineral da carne de ovinos, com exceção do teor de zinco. Os valores encontrados indicam que a carne ovina é fonte de potássio, fósforo e sódio.; 2008

Estudos sobre a nutrição mineral do maracujá amarelo. VII. Efeito dos micronutrientes no desenvolvimento e composição mineral das plantas.

PRIMAVESI, A. C. P. A.; MALAVOLTA, E.
Fonte: Anais da ESALQ, Piracicaba, v.37, p.537-53, 1980. Publicador: Anais da ESALQ, Piracicaba, v.37, p.537-53, 1980.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
Português
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57.50962%
Efeito dos micronutrientes no desenvolvimento e composição mineral do maracujá.; 1980

Estudos sobre a nutrição mineral do arroz 18. Efeito das deficiências de macro e mincronutrientes e da toxidez de alumínio, cloro e manganes na morfologia, crescimento, produção, e composição mineral das variedades IAC-164 e IAC-165 cultivadas em solução nutritiva.

MALAVOLTA, E.; CAMPELLO JUNIOR, J.H.; FREITAS, J.R.; CAVALCANTI, L.F.; LIVA, M.L.; FIORE, M.F.; PRIMAVESI, O.; FONSECA, S.M.; CABRAL, C.P.
Fonte: In: REUNIÃO ANUAL DA ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA "Luiz de Queiroz", 39., 1982, Piracicaba. Anais... Piracicaba: ESALQ, 1982, p.815-850. Publicador: In: REUNIÃO ANUAL DA ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA "Luiz de Queiroz", 39., 1982, Piracicaba. Anais... Piracicaba: ESALQ, 1982, p.815-850.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Português
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67.66876%
Efeito da omissão de macronutrientes e de alguns micronutrientes e do excesso de AL, CI e Mn no crescimento e produção de duas variedades de arroz desenvolvidas pelo Instituto Agronômico de Campinas. Influencia das deficiências e excessos minerais no aspecto e na composição mineral das plantas.; 1982

Pigmentação e composição mineral de diferentes espécies de Azolla.

RUSCHEL, A. P.; SILVEIRA FILHO, A.; SANTOS, A. B. dos; ZIMMERMANN, F. J. P.
Fonte: Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, DF, v. 24, n. 4, p. 431-436, abr. 1989. Publicador: Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, DF, v. 24, n. 4, p. 431-436, abr. 1989.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Português
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67.56907%
Foi realizado um estudo com a finalidade de pesquisar o desenvolvimento da pigmentação e composição mineral (P, K, Ca, Mg, Zn, Cu, Mn e Fe) de diferentes ecótipos representativos das espécies Azolla caroliniana, Azolla filiculoides, Azolla microphylla e Azoll mexicana, desenvolvidas sob condições de cultivo no campo, em diferentes épocas (junho, agosto, setembro e outubro 1985). Os experimentos foram conduzidos no mesmo local, em blocos ao acaso, com cinco repetições. Não houve correlação entre o nível de nutrientes e a pigmentação da Azolla. O desenvolvimento, avaliado pelo peso da matéria seca e pela taxa de crescimento relativo (TCR), foi diferenciado em relação à espécie e à época de cultivo. As taxas de crescimento relativo mais altas foram de 0,232 e 0,466 g(g de inóculo. dia-1, respectivamente para a época de menor (junho) e amior (outubro) desenvolvimento da Azolla. Houve um efeito da espécie e da época do ano na absorção de P, K, Mg e Ca, enquanto que a absorção de micronutrientes só foi modificada pela época de cultivo da Azolla. A pigmentação parece estar ligada fundamentalmente a um caráter genético da planta.; 1989

Influência do boro e do manganês no crescimento e na composição mineral de mudas de goiabeira

Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Português
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67.56907%
Dois experimentos conduzidos em solução nutritiva tiveram como objetivo avaliar os efeitos de doses de boro e de manganês no crescimento e na composição mineral de folhas de mudas de goiabeira (Psidium guajava L.). No experimento com boro, foram testadas sete doses (0, 0,125, 0,25, 0,5, 1,0, 1,5 e 3,0 mg L-1). Pelos resultados, verificou-se que a necrose marginal e as manchas circulares púrpuras e esparsas no limbo foliar foram os principais sintomas de toxidez apresentados, sendo esses associados com a dose máxima e com um teor foliar de 146 mg kg-1. Análises de tecidos foliares sem e com necroses mostraram teores de 92 e 720 mg kg-1, respectivamente. Somente a produção de matéria seca de raízes e o teor foliar de fósforo e enxofre foram afetados significativamente pelas doses de B. Para o manganês, foram usadas sete doses (0, 0,5, 10, 20, 30, 40 e 50 mg L-1). A produção de matéria seca total e os teores foliares de Ca, Mg e Fe foram afetados pelas doses de Mn. Os sintomas foliares de toxidez evidenciaram-se em salpicos adensados de minúsculas pontuações escuras nas folhas velhas; folhas novas de dimensões menores, cloróticas e com reticulado verde das nervuras; formação de pontuações circulares castanhas espalhadas ou fundidas ao longo ou entre as nervuras.

Composição mineral de maçãs 'Gala' produzidas em Vacaria-RS e São Joaquim-SC na safra 2012/13.

MACEDO, C. K. B. de; LIMA, C. M. de; NACHTIGALL, G. R.; AMARANTE, C. V. T. do; MAGRIN, F. P.
Fonte: In: ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA EMBRAPA UVA E VINHO, 12., ENCONTRO DE PÓS-GRADUANDOS DA EMBRAPA UVA E VINHO, 8., 2014, Bento Gonçalves. Resumos... Bento Gonçalves: Embrapa Uva e Vinho, 2014. Publicador: In: ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA EMBRAPA UVA E VINHO, 12., ENCONTRO DE PÓS-GRADUANDOS DA EMBRAPA UVA E VINHO, 8., 2014, Bento Gonçalves. Resumos... Bento Gonçalves: Embrapa Uva e Vinho, 2014.
Tipo: Resumo em anais de congresso (ALICE) Formato: p. 29
Português
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67.56907%
Este trabalho teve por objetivo determinar a composição mineral de frutos de macieira da cultivar Gala, produzidos em Vacaria-RS e São Joaquim-SC, na safra 2012-2013.; 2014