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Influência do sistema de condução e do tipo de solo sobre o crescimento vegetativo da videira

Rosier,Jean Pierre; Carbonneau,Alain
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1995 Português
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58.13821%
Este trabalho avalia a influência de dois sistemas de condução (lira e espaldeira) e do tipo de solo (arenoso e argiloso) no crescimento do aparelho vegetativo da videira. As diferenças observadas foram maiores no crescimento dos netos do que no dos sarmentos e estão ligadas à precocidade determinada pelo tipo de solo. Os efeitos da poda verde e do estresse hídrico associados aos sistemas de condução foram os responsáveis pelas diferenças na velocidade de crescimento dos sarmentos e dos netos.

Crescimento vegetativo sazonal do cafeeiro e sua relação com fotoperíodo, frutificação, resistência estomática e fotossíntese

Amaral,José Augusto Teixeira do; Rena,Alemar Braga; Amaral,José Francisco Teixeira do
Fonte: Embrapa Informação Tecnológica; Pesquisa Agropecuária Brasileira Publicador: Embrapa Informação Tecnológica; Pesquisa Agropecuária Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2006 Português
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58.418735%
O objetivo deste trabalho foi avaliar as flutuações sazonais do crescimento vegetativo do cafeeiro (Coffea arabica L.) e suas relações com o fotoperíodo, a remoção dos frutos, a fotossíntese e a resistência estomática. Os tratamentos foram constituídos por dois regimes fotoperiódicos - natural e estendido para 14 horas - em plantas com frutos e sem frutos. O crescimento de ramos e da área foliar decresceu a partir de meados de março, atingindo taxas mínimas nos meses de maio e junho, quando foram registradas as menores temperaturas. Esse modelo de crescimento não foi modificado pela extensão do fotoperíodo para 14 horas, nem pela remoção dos frutos, ainda que os cafeeiros sem frutos exibissem maiores taxas de crescimento dessas variáveis (ramo e área foliar). Não foi observada diferença significativa na fotossíntese potencial decorrente da presença de frutos, nem a extensão do fotoperíodo afetou taxas fotossintéticas. As taxas fotossintéticas potenciais não explicam os declínios do crescimento vegetativo, mas a temperatura mínima do ar correlacionou-se com as quedas do crescimento. A resistência estomática às 14h apresentou valores relativamente elevados, de meados de março a início de maio, coincidindo com elevadas quedas no crescimento de ramos e da área foliar. O declínio inicial no crescimento vegetativo pode estar associado a temperaturas em torno de 14ºC.

Crescimento vegetativo e produção de óleo essencial de hortelã‑pimenta cultivada sob malhas

Costa,Andressa Giovannini; Chagas,Jorge Henrique; Pinto,José Eduardo Brasil Pereira; Bertolucci,Suzan Kelly Vilela
Fonte: Embrapa Informação Tecnológica; Pesquisa Agropecuária Brasileira Publicador: Embrapa Informação Tecnológica; Pesquisa Agropecuária Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2012 Português
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48.078447%
O objetivo deste trabalho foi avaliar o crescimento vegetativo e o teor, o rendimento e a composição química do óleo essencial de hortelã‑pimenta (Mentha piperita) cultivada sob diferentes malhas, no Município de Lavras, MG. As mudas de hortelã‑pimenta foram cultivadas em cinco ambientes: pleno sol, malha preta, malha aluminizada, malha azul e malha vermelha, todas com 50% de irradiância. Utilizou-se o delineamento experimental inteiramente casualizado, com quatro repetições e cinco plantas por parcela. Foram avaliados os parâmetros: crescimento vegetativo, teor, rendimento e análise química do óleo essencial. Plantas de hortelã‑pimenta cultivadas em pleno sol e sob malhas preta e vermelha produziram maior biomassa seca de folhas e maiores teores e rendimentos do óleo essencial. Entretanto, a pleno sol, o óleo essencial das plantas apresentou maior teor de mentol e, sob as malhas preta e azul, de mentofurano. Portanto, é possível manipular o crescimento das plantas e a produção e a composição química do óleo essencial de hortelã‑pimenta mediante o cultivo sob malhas ou pleno sol.

Crescimento vegetativo de macieiras 'Fuji Suprema' sob influência da época de aplicação de proexadione cálcio

Hawerroth,Fernando José; Petri,José Luiz
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2014 Português
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48.28001%
O uso de reguladores de crescimento que atuam na biossíntese de giberelinas, como o proexadione cálcio, pode possibilitar adequado balanço entre o desenvolvimento vegetativo e o reprodutivo, fundamental para a maximização dos índices produtivos. No entanto, a resposta ao uso deste regulador de crescimento depende do padrão de crescimento dos ramos. Objetivou-se com este trabalho avaliar o efeito de diferentes épocas de aplicação de proexadione cálcio no controle do desenvolvimento vegetativo de macieiras 'Fuji Suprema', sob condições climáticas do Sul do Brasil. Avaliaram-se diferentes épocas de aplicação de proexadione cálcio, a 330 g ha-1, em dois ciclos produtivos, utilizando o delineamento experimental em blocos casualizados, com dez repetições compostas por uma planta. No ciclo de 2008/2009, foram avaliadas seis épocas de aplicação (28; 58; 88; 118; 148 e 178 dias após a plena floração - DAPF). No ciclo de 2009/2010, foram avaliadas sete épocas (20; 50; 80; 110; 140; 170 e 200 DAPF), ambas comparadas com o tratamento-testemunha(sem aplicação). O proexadione cálcio em uma única aplicação, a 330 g ha-1, aplicado até 28 dias após a plena floração, pode reduzir o número, a massa e o comprimento médio dos ramos podados em macieiras 'Fuji Suprema'; porém...

Relações entre crescimento vegetativo e acúmulo de nitrogênio em duas cultivares de arroz com arquiteturas contrastantes

França,Marcel Giovanni Costa; Araújo,Adelson Paulo; Rossiello,Roberto Oscar Pereyra; Ramos,Flávia Toledo
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2008 Português
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57.983574%
Foram estudados, mediante análise do crescimento, o acúmulo de biomassa e nitrogênio (N) e sua eficiência de utilização, durante o estádio de crescimento vegetativo, em duas cultivares de arroz (Oryza sativa L.) com arquiteturas contrastantes: IAC-4440, cultivar do grupo moderno para inundação, e Comum Branco, cultivar local rústica de sequeiro. Em experimento com solução nutritiva, foram efetuadas sete coletas, dos 25 aos 85 dias de crescimento, quando foram quantificados a área foliar, a massa seca e o conteúdo de N nas porções vegetativas. A cultivar IAC apresentou maiores valores de biomassa na fase inicial do crescimento, enquanto Comum Branco maiores valores na fase final do experimento. IAC-4440 teve maiores área foliar, área foliar específica e relação raiz: parte aérea do que Comum Branco. As cultivares tiveram o mesmo acúmulo total de N, mas Comum Branco apresentou valores superiores na taxa de assimilação líquida e na taxa de utilização específica de N, indicando melhor utilização do N absorvido. As maiores taxas de crescimento de Comum Branco estiveram associadas aos seus maiores teores de N por unidade de área foliar, mas não aos teores de N por unidade de massa foliar, superiores em IAC-4440. Os resultados indicam que uma cultivar local rústica de arroz pode servir como fonte de eficiência para utilização de N.

Variação sazonal do crescimento vegetativo de laranjeiras Hamlin enxertadas em citrumeleiro Swingle no município de Limeira, Estado de São Paulo

Ramos,Rômulo Augusto; Ribeiro,Rafael Vasconcelos; Machado,Eduardo Caruso; Machado,Ricardo Silverio
Fonte: Editora da Universidade Estadual de Maringá - EDUEM Publicador: Editora da Universidade Estadual de Maringá - EDUEM
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2010 Português
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58.31631%
O trabalho visou avaliar a variação sazonal do crescimento vegetativo de laranjeiras Hamlin enxertadas em citromeleiro Swingle cultivadas em clima subtropical. Avaliações biométricas mensais foram realizadas nas faces leste e oeste da copa de 12 plantas entre dezembro de 2005 e dezembro de 2006. Em média, três brotações surgiram por ramo entre dezembro e fevereiro, ao passo que entre julho e setembro surgiram mais quatro brotações, em duas etapas (entre julho e agosto; agosto e setembro). Esse padrão de fluxos vegetativos ocorreu em um ano atípico, com elevada deficiência hídrica (entre abril e novembro) e elevação da temperatura a partir de maio. O número de folhas no ramo aumentou, seguindo o mesmo padrão de surgimento de brotações. A quantidade de brotações puramente vegetativas (dada pela relação entre o número de folhas e o número de brotações) foi 2,5 vezes maior no primeiro fluxo em relação aos demais. O principal fluxo vegetativo responsável pelo crescimento dos ramos e aumento da área foliar ocorreu no verão. A interrupção do crescimento vegetativo foi causada tanto por fatores endógenos da planta (verão) como por condições ambientais desfavoráveis (inverno). Não houve diferenças entre as variáveis estudadas em relação às faces de exposição da copa.

Crescimento da mangueira em solo com diferentes compostos orgânicos.

SILVA, A. F.; MOUCO, M. A. do C.; SANTANA, L. M. de; SILVA, M. S. L. da; FRANÇA, C. R. R. S.; FERNANDES, S. C.; FERREIRA, G. N.; ARAÚJO FILHO, J. M.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE AGROECOLOGIA, 4., 2006, Belo Horizonte. Construindo horizontes sustentáveis: anais. Belo Horizonte: EMATER-MG, 2006. 1 CD-ROM. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE AGROECOLOGIA, 4., 2006, Belo Horizonte. Construindo horizontes sustentáveis: anais. Belo Horizonte: EMATER-MG, 2006. 1 CD-ROM.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
Português
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57.759805%
O ensaio foi realizado no município de Petrolina-PE com uma testemunha e 32 tratamentos caracterizados por diferentes compostos orgânicos formulados a base de esterco caprino, bagaço de coco e capim elefante, enriquecidos com torta de mamona, Fosfato Natural de Gafsa, Termofosfato, Fosbahia e sulfato de potássio. Os resultados mostraram que apesar de não ocorrer diferença significativa entre os tratamentos, alguns compostos promoveram um maior vigor, o que poderia indicar o potencial de indução de crescimento vegetativo, muito adequado porque reduziria o tempo entre as podas de formação das plantas, antecipando o estabelecimento do pomar e o início do manejo da produção na cultura da mangueira.; 2006

Avaliação do crescimento vegetativo em cafeeiro arábica e sua dependência com fatores climáticos no Estado de Goiás.

MARRA, G. E. R.; PARTELLI, F. L.; FERREIRA, E. P. de B.
Fonte: In: CONGRESSO DE PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO, 7., 2010, Goiânia. Conhecimento e desenvolvimento sustentável: anais... Goiânia: UFG, 2010. Publicador: In: CONGRESSO DE PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO, 7., 2010, Goiânia. Conhecimento e desenvolvimento sustentável: anais... Goiânia: UFG, 2010.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE) Formato: 1 CD-ROM.; p. 1694-1704.
Português
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57.848022%
Objetivou-se avaliar o crescimento vegetativo em Coffea arabica e relacioná-lo com os fatores climáticos, tendo como base o crescimento sazonal dos ramos ortotrópicos e plagiotrópicos, com diferentes idades, em condições irrigadas e não irrigadas, sujeitos as alterações climáticas e ao déficit hídrico no Cerrado Goiano.; 2010; Conpeex 2010.

Crescimento vegetativo e produção de óleo essencial de hortelã‑pimenta cultivada sob malhas.

COSTA, A. G.; CHAGAS, J. H.; PINTO, J. E. B. P.; BERTOLUCCI, S. K. V.
Fonte: Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, v. 47, n. 4, p. 534-540, abr. 2012. Publicador: Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, v. 47, n. 4, p. 534-540, abr. 2012.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Português
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68.28001%
O objetivo deste trabalho foi avaliar o crescimento vegetativo e o teor, o rendimento e a composição química do óleo essencial de hortelã‑pimenta (Mentha piperita) cultivada sob diferentes malhas, no Município de Lavras, MG. As mudas de hortelã‑pimenta foram cultivadas em cinco ambientes: pleno sol, malha preta, malha aluminizada, malha azul e malha vermelha, todas com 50% de irradiância. Utilizou-se o delineamento experimental inteiramente casualizado, com quatro repetições e cinco plantas por parcela. Foram avaliados os parâmetros: crescimento vegetativo, teor, rendimento e análise química do óleo essencial. Plantas de hortelã‑pimenta cultivadas em pleno sol e sob malhas preta e vermelha produziram maior biomassa seca de folhas e maiores teores e rendimentos do óleo essencial. Entretanto, a pleno sol, o óleo essencial das plantas apresentou maior teor de mentol e, sob as malhas preta e azul, de mentofurano. Portanto, é possível manipular o crescimento das plantas e a produção e a composição química do óleo essencial de hortelã‑pimenta mediante o cultivo sob malhas ou pleno sol.; 2012

Crescimento vegetativo sazonal do cafeeiro e sua relação com fotoperíodo, frutificação, resistência estomática e fotossíntese.

AMARAL, J.A.T. do; RENA, A.B.; AMARAL, J.F.T. do
Fonte: Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, v.41, n.3, p.377-384, mar. 2006. Publicador: Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, v.41, n.3, p.377-384, mar. 2006.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Português
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58.418735%
O objetivo deste trabalho foi avaliar as flutuações sazonais do crescimento vegetativo do cafeeiro (Coffea arabica L.) e suas relações com o fotoperíodo, a remoção dos frutos, a fotossíntese e a resistência estomática. Os tratamentos foram constituídos por dois regimes fotoperiódicos ? natural e estendido para 14 horas ? em plantas com frutos e sem frutos. O crescimento de ramos e da área foliar decresceu a partir de meados de março, atingindo taxas mínimas nos meses de maio e junho, quando foram registradas as menores temperaturas. Esse modelo de crescimento não foi modificado pela extensão do fotoperíodo para 14 horas, nem pela remoção dos frutos, ainda que os cafeeiros sem frutos exibissem maiores taxas de crescimento dessas variáveis (ramo e área foliar). Não foi observada diferença significativa na fotossíntese potencial decorrente da presença de frutos, nem a extensão do fotoperíodo afetou taxas fotossintéticas. As taxas fotossintéticas potenciais não explicam os declínios do crescimento vegetativo, mas a temperatura mínima do ar correlacionou-se com as quedas do crescimento. A resistência estomática às 14h apresentou valores relativamente elevados, de meados de março a início de maio, coincidindo com elevadas quedas no crescimento de ramos e da área foliar. O declínio inicial no crescimento vegetativo pode estar associado a temperaturas em torno de 14ºC.; 2006

Prohexadiona c??lcio no controle do crescimento vegetativo de pereiras; Prohexadione calcium on vegetative growth control of pear

PASA, Mateus da Silveira
Fonte: Universidade Federal de Pelotas; Agronomia; Programa de P??s-Gradua????o em Fruticultura de Clima Temperado; UFPel; BR Publicador: Universidade Federal de Pelotas; Agronomia; Programa de P??s-Gradua????o em Fruticultura de Clima Temperado; UFPel; BR
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Português
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58.4448%
Excessive vegetative growth is a major concern among pear growers because it results in serious negative effects in the orchard, such as increased pruning costs, shading of the inner parts of the canopy, poor fruit quality and difficult pest control. The use of plant growth regulators [e.g. Prohexadione calcium (PCa)] is one of the most promising techniques currently available to manage vegetative growth in pears. PCa reduces shoot growth by blocking the biosynthesis of the plant hormone gibberellin, which regulates longitudinal shoot growth. The aim of this study was, therefore, to evaluate the productive and vegetative responses of various pear cultivars to PCa. Three trials were carried out: Trial 1) PCa was applied to d Anjou pear trees in the lower and upper Hood River Valley, Oregon, USA to determine its effectiveness for managing the excessive vigor of d Anjou under different growing climates, with PCa rates ranging from 125 to 250 mg L-1. Ethephon was also applied (150 and 300 mg L-1) as an attempt to improve flower bud differentiation; Trial 2) PCa was selectively applied to dormant-headed (1/3rd removed) and unpruned shoots in a high-density d Anjou pear orchard in Oregon, USA. Both sets of shoots were treated with 250 mg L-1 P-Ca in either a single or double application; Trial 3) PCa was applied to Carrick ...

Competição entre mudas de oliveira (Olea europaea L.) e plantas daninhas.; Competition between olive nursery trees (Olea europaea L.) and weeds.

Martins, Larissa Madureira
Fonte: Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri Publicador: Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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48.214%
O entendimento da interferência promovida pelas espéciesexistentesna comunidadede plantas daninhas doolival esuas densidadesrelativas sãoconsiderações importantes nomanejo dessas plantas para manter o equilíbrio da competição, permitindo que o cultivo da oliveira seja beneficiado. A pesquisa foi realizada com o objetivo de avaliar a capacidade competitiva de mudas de oliveira cultivadas com diferentes espécies e densidades de plantas daninhas sobre o crescimento vegetativo e os teores de nutrientes. Para avaliar a capacidade de competição da oliveira com as plantas daninhas foram conduzidos três experimentos em casa de vegetação do Setor de Fruticultura da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), Diamantina, MG. No primeiro experimento avaliou-se o crescimento inicial de mudas de duas cultivares de oliveira ‘Arbequina’ e ‘Koroneiki’ convivendo com cinco espécies de plantas: Bidens pilosa, Brachiaria brizantha, Cenchrus echinatus,Canavalia ensiformis e Lupinus albus, e um tratamento sem convivência com plantas daninhas por um período de 60 dias. Observou-se que a cultivar Arbequina mostrou-se mais tolerante a interferência das espécies de plantas. B. pilosa, C. ensiformes e L. albus foram as espécies com maior potencial de interferência no crescimento inicial das mudas de oliveira. No segundo...

Crescimento vegetativo e diferenciação floral em videiras 'sauvignon blanc' e 'cabernet sauvignon' cultivadas em São Joaquim - SC

Silva, Tatiane Carine da
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 109 p.| il., grafs.
Português
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48.4774%
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias, Programa de Pós-Graduação em Recursos Genéticos Vegetais, Florianópolis, 2015.; A viticultura catarinense é uma atividade econômica em plena expansão e, nos últimos anos, vem buscando a melhoria dos vinhedos para produção de uvas e vinhos de alta qualidade. Nas regiões de altitude de Santa Catarina, a vitivinicultura ainda é muito recente e pouco se sabe sobre o comportamento ecofisiológico das plantas cultivadas. Dentre as variedades de maior importância econômica na região estão a Sauvignon Blanc e a Cabernet Sauvignon. Este estudo teve como objetivos caracterizar o crescimento vegetativo e os níveis de hormônios endógenos em ápices dos ramos, e caracterizar a diferenciação floral morfológica em gemas das videiras  Sauvignon Blanc e  Cabernet Sauvignon , cultivadas em São Joaquim-SC, no ciclo fenológico 2013/2014. A área experimental está localizada em um vinhedo comercial conduzido em sistema espaldeira, em altitude de 1.293m (28º15'13"S e 49º57'02"W). O delineamento experimental utilizado foi o completamente casualizado (DCC). Durante o ciclo foi realizado o acompanhamento da fenologia e das variáveis meteorológicas. As avaliações e coletas foram realizadas quinzenalmente. A partir da brotação foi acompanhada a evolução do crescimento vegetativo de 20 plantas por variedade...

Crescimento vegetativo de plantas cítricas no norte e noroeste do Paraná

Stenzel,Neusa Maria Colauto; Neves,Carmen Silvia Vieira Janeiro; Marur,Celso Jamil; Gomes,José Carlos
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2005 Português
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57.90778%
Este trabalho avaliou, em Paranavaí e Londrina-PR, os fluxos de crescimento vegetativo dos ramos de laranjeira 'Folha Murcha' enxertada sobre limoeiro 'Cravo' (Citrus limonia Osb.), limoeiro 'Volcameriano' (Citrus volkameriana Ten. e Pasq.), tangerineira 'Sunki' (Citrus sunki Hort. ex Tan.), tangerineira 'Cleópatra' (Citrus reshni Hort. ex Tan.) e laranjeira 'Pêra' sobre o porta-enxerto limoeiro 'Cravo'. Ocorreram seis fluxos de crescimento em Paranavaí e sete em Londrina, no inverno, primavera, verão e outono, para todas as combinações de copa/porta-enxerto. O comprimento final dos ramos (121,2 mm a 151,6 mm) não foi influenciado pelas combinações copa/porta-enxerto em Londrina, mas em Paranavaí a combinação 'Pêra'/limoeiro 'Cravo' produziu ramos mais longos que as demais. O período de crescimento dos ramos variou de 25,5 a 37,8 dias e foi menor em Paranavaí do que em Londrina, para todas as combinações de copa/porta-enxerto. Os resultados são discutidos em relação às características edafoclimáticas dos dois locais.

Crescimento vegetativo e características dos frutos de cinco cultivares de abacaxi na região de Bauru-SP

Sampaio,Aloísio Costa; Fumis,Terezinha de Fátima; Leonel,Sarita
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2011 Português
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48.22025%
Avaliaram-se o crescimento vegetativo e a produção de cultivares novas e tradicionais de abacaxi na região de Bauru. As cultivares estudadas foram: 'Smooth Cayenne', 'Jupi', 'Imperial', 'Gold' e 'Gomo de Mel'. As mudas foram obtidas por cultura de tecidos pela empresa BIONOVA a partir de plantas-matrizes cedidas pela Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical e por produtores comerciais e passaram por um período de 100 dias de aclimatação em telado acondicionadas em tubetes. O plantio no campo foi realizado em canteiros revestidos com 'mulching' plástico preto em janeiro de 2007. O delineamento foi em blocos casualizados, com quatro repetições. Cada parcela apresentou 32 plantas, e o sistema de plantio foi em linhas duplas, no espaçamento 0,30 x 0,50 x 1,0 m. A avaliação dos tratamentos foi baseada na determinação do nível de crescimento vegetativo (massa e comprimento da folha 'D' e diâmetro do caule) e nas características físicas dos frutos. Os resultados obtidos foram submetidos à análise de variância e ao teste de Tukey, a 5% de probabilidade. Nas condições ambientais da região de Bauru (SP), e considerando o uso de mudas obtidas por cultura de tecidos, os resultados deste trabalho indicaram a superioridade das cultivares 'Gold'...

Florescimento e frutificação em laranjeiras 'valência' com diferentes cargas de frutos e submetidas ou não à irrigação

Prado,Ana Karina de Souza; Machado,Eduardo Caruso; Medina,Camilo Lázaro; Machado,Daniela Fávero São Pedro; Mazzafera,Paulo
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2007 Português
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48.13821%
O objetivo do presente estudo foi avaliar como a quantidade de frutos (carga pendente) em laranjeira 'Valência' em um ano afeta o teor de carboidratos em folhas, o crescimento vegetativo, o florescimento, a frutificação e a produção de frutos na safra do ano seguinte, em plantas submetidas ou não à irrigação. O experimento foi desenvolvido em duas fases. Na primeira fase do experimento, em metade das laranjeiras irrigadas e não irrigadas foram retirados todos os frutos. O experimento foi realizado em um delineamento fatorial 2 x 2 com seis repetições. Analisaram os resultados por meio de análise de variância e as médias foram comparadas pelo teste Tukey a 5%. A presença de frutos afetou o crescimento vegetativo e a intensidade de florescimento. Na segunda fase de experimento, as mesmas laranjeiras em que se retiraram os frutos tiveram maior produção. Em laranjeiras com maior produção de frutos, observou-se menor intensidade de florescimento, demonstrando que foi parcialmente inibido por eles. Nos resultados não houve evidências de que o teor de carboidratos tivesse limitado o florescimento. Não houve evidências também que a menor intensidade de florescimento foi devida à competição por carboidratos com os frutos. As baixas temperaturas do inverno foram suficientes para induzir o florescimento nas plantas irrigadas. Porém...

Avaliações fenológicas e agronômicas em café arábica cultivado a pleno sol e consorciado com banana 'Prata Anã'

Pezzopane,José Ricardo Macedo; Pedro Júnior,Mário José; Gallo,Paulo Boller; Carmargo,Marcelo Bento Paes de; Fazuoli,Luiz Carlos
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2007 Português
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48.13821%
O trabalho foi realizado em cafeeiros (Coffea arabica L.) cv. Icatu Vermelho IAC 4045, cultivados a pleno sol e consorciados com banana 'Prata Anã' (Musa AAB), em Mococa (SP), em Latitude 21º 28' S, Longitude 47º 01' W, altitude 665 m. Entre julho de 2001 e junho de 2004 foi acompanhado o desenvolvimento fenológico dos cultivos, além de se avaliar, o crescimento das plantas em altura e diâmetro da copa. Nas safras de 2002, 2003 e 2004 foram avaliados os parâmetros de produção nos dois sistemas de cultivo, além de sua variabilidade nas parcelas do cultivo consorciado. Nos sistemas de cultivo avaliados, o crescimento vegetativo em altura e diâmetro foi maior no período primavera-verão em relação ao período outono-inverno, não tendo sido encontradas diferenças significativas das taxas de crescimento, de desenvolvimento fenológico e dos índices de produção entre os cultivos. No cultivo consorciado, no ponto próximo às bananeiras observaram-se diferenças em relação aos demais pontos amostrados no crescimento vegetativo e desenvolvimento fenológico para algumas épocas do ano, além de apresentar menor produção por planta.

Produtividade, crescimento vegetativo, doenças e qualidade pós-colheita de pessegueiro adensado com manejos de adubação nitrogenada e de poda verde

Dolinski, Marcos Antonio
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Teses e Dissertações Formato: application/pdf
Português
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48.22025%
Resumo: O balanço entre a adubação nitrogenada e a prática de poda pode estimular o desenvolvimento reprodutivo, o crescimento vegetativo, alterar a suscetibilidade a doenças e a qualidade dos frutos produzidos. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de doses de adubação nitrogenada, combinadas com duas intensidades de poda verde, em pomar de pessegueiro 'Chimarrita' adensado. Testaram-se, em experimento fatorial, doses de N (0, 40, 80, 120, 160, 200 e 240 kg ha-1 ano-1) na forma de ureia e duas intensidades de poda verde, poda verde anual (uma vez por safra) e poda verde contínua (quatro vezes por safra). Foram avaliados a produção, o crescimento vegetativo, a incidência e a severidade de ferrugem, a incidência de podridão parda em flores, na colheita e na pós-colheita, e as variáveis químicas, físicas e sensoriais de qualidade dos frutos. A adubação nitrogenada determinou o aumento de produção em pessegueiro adensado, com média de 29 kg de frutos por hectare para cada kg de N aplicado. A maior quantidade de N aplicada aumentou o número de frutos produzidos e o número de frutos raleados. O N teve influência no crescimento vegetativo, aumentando a massa da poda verde, o índice de área foliar, os ramos produtivos e a circunferência do tronco...

Crescimento vegetativo e intensidade de cor verde das folhas de limeira ácida 'Tahiti' anelada e tratada com ácido giberélico

Pereira,Cassiano Spaziani; Siqueira,Dalmo Lopes de; Santos,Dierlei dos; Salomão,Luiz Carlos Chamum; Cecon,Paulo Roberto
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2010 Português
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48.22025%
Neste trabalho, o objetivo foi avaliar se o anelamento de ramos reduz o crescimento vegetativo em limeiras ácidas 'Tahiti' e se a aplicação de AG3 é capaz de recuperá-lo. O delineamento utilizado foi em blocos casualizados, em esquema fatorial, com cinco repetições. O primeiro fator consistiu na aplicação foliar de quatro concentrações de AG3 (0, 7, 14 e 21mg L-1), quando cerca de 80% das pétalas haviam sofrido abscisão. O segundo fator referiu-se aos tratamentos sem anelamento, anelamento no início do florescimento e anelamento um mês após o florescimento. As variáveis analisadas foram altura das plantas, comprimento dos ramos, diâmetro e volume das copas, e intensidade de cor verde das folhas. A aplicação de AG3 não causou efeito sobre o crescimento vegetativo e intensidade de cor verde das folhas. O anelamento de ramos, independentemente da época em que foi realizado, retardou o crescimento vegetativo das plantas e reduziu a intensidade de cor verde das folhas da limeira ácida 'Tahiti'; porém, na última avaliação, não foram verificadas diferenças significativas em relação às plantas sem anelamento.

Crescimento vegetativo de sorgo granífero em resposta à nutrição fosfatada; Vegetative growth of grain sorghum in response to phosphorus nutrition

Camacho, Rafael; Malavolta, Eurípedes; Guerrero-Alves, José; Camacho, Tomás
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Publicador: Universidade de São Paulo. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/12/2002 Português
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48.13821%
Peso da matéria (fresca e/ou seca), altura de planta, área foliar e número de folhas por planta são variáveis usadas para estudar o efeito dos nutrientes minerais sobre o crescimento das plantas ou de alguns de seus órgãos. Assim, é indicado que o crescimento vegetativo responde favoravelmente a aplicações de P. Avaliou-se o efeito do P em oito genótipos de sorgo granífero (Sorghum bicolor L. Moench). Os materiais genéticos foram crescidos em solução nutritiva sob condições de casa de vegetação, com três concentrações de P (0, 0,5 e 1,0 mmol L-1). Plantas foram colhidas 41 dias após a semeadura e o número de folhas por planta (NL), área foliar por planta (LA), volume de raízes (RV), altura de planta (PH), matéria seca de raízes (RDM), matéria seca da parte aérea (SDM), matéria seca total (TDM), razão raiz/parte aérea (RDM/SDM) e o teor de P total na parte aérea foram usados para avaliar o crescimento vegetativo. RDM/SDM foi alta no tratamento deficiente em P e diminuiu perto de duas vezes nos tratamentos que receberam o nutriente. [P] na parte aérea foi positivamente correlacionada à [P] na solução nutritiva. Observou-se diminuição do crescimento quando os genotipos passaram de 0,5 a 1,0 mmol L-1. Sob condições de carência e suprimento de P...