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Análises morfológicas e moleculares dos gêneros Galium L.e Relbunium (Endl.)Hook.f. (RUbieae-Rubiaceae)no estado do Rio Grande do Sul-Brasil

De Toni, Karen Lucia Gama
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Português
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38.853613%
Desde o início da história taxonômica de Relbunium, muitos foram os trabalhos que enfatizaram sua autonomia e posição taxonômica. Atualmente, alguns estudos sugerem que as espécies pertencentes a Relbunium devam ser incluídas em uma seção do gênero Galium. Porém, recentes estudos moleculares na tribo Rubieae, destacam Galium como um grupo parafilético, e Relbunium como um gênero independente e monofilético. O problema taxonômico referente a Galium e Relbunium é de difícil solução, devido à ausência de estudos que integrem caracteres morfológicos, ecológicos e moleculares. No presente trabalho objetivou-se adicionar informações para o conhecimento básico das espécies de Relbunium e Galium para o sul do Brasil, a partir de caracteres morfológicos e moleculares, buscando responder a seguinte questão: “Relbunium pode ser considerado um gênero ou apenas uma seção dentro de Galium?”. Para atingir os objetivos, foi analisada a morfologia das espécies, com ênfase nas folhas, flores e frutos para duas espécies de Galium e treze de Relbunium: G. latoramosum, G. uruguayense, R. equisetoides, R. gracillimum, R. hirtum, R. humile, R. humilioides, R. hypocarpium, R. longipedunculatum, R. mazocarpum, R. megapotamicum...

Frugivory on Margaritaria nobilis L.f. (Euphorbiaceae): poor investment and mimetism.

Cazetta, Eliana; Zumstein, Liliane S.; Melo-Junior, Tadeu A.; Galetti, Mauro
Fonte: Universidade Estadual Paulista Publicador: Universidade Estadual Paulista
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 303-308
Português
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38.5127%
Dehiscent fruits of Euphorbiaceae usually have two stages of seed dispersal, autochory followed by myrmecochory. Two stages of Margaritaria nobilis seed dispersal were described, the first stage autochoric followed by ornithocoric. Their dehiscent fruits are green and after they detached from the tree crown and fall on the ground, they open and expose blue metallic cocas. We studied the seed dispersal system of Margaritaria nobilis in a semi-deciduous forest in Brazil. In 80 h of focal observations, we recorded only 12 visits of frugivores, however the thrush Turdus leucomelas was the only frugivore that swallowed the fruits on the tree crown. Pitylus fuliginosus (Fringilidae) and Pionus maximiliani (Psittacidae) were mainly pulp eaters, dropping the seeds below the tree. on the forest floor, after fruits dehiscence, jays (Cyanocorax chrysops), guans (Penelope superciliaris), doves (Geotrygon montana) and collared-peccaries (Pecari tajacu) were observed eating the blue diaspores of M. nobilis. Experiments in captivity showed that scaly-headed parrots (Pionus maximiliani), toco toucans (Ramphastos toco), jays (Cyanochorax chrysops), and guans (Penelope superciliaris) consumed the fruits and did not prey on the seeds before consumption. The seeds collected from the feces did not germinate in spite of the high viability. The two stages of seed dispersal in M. nobilis resembles the dispersal strategies of some mimetic species. However M. nobilis seeds are associated with an endocarp...

Morfologia, anatomia e desenvolvimento do fruto e semente de Manihot caerulescens Pohl. e M. tripartita Mull. Arg. (Euphorbiaceae)

Oliveira, Jonathas Henrique Georg de
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 74 f.
Português
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38.715898%
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Pós-graduação em Ciências Biológicas (Botânica) - IBB; O presente trabalho descreve os aspectos estruturais e ontogenéticos dos frutos e sementes de Manihot caerulescens Pohl. e M. tripartita Müll. Arg. (Euphorbiaceae, Crotonoideae), espécies arbustivas que ocorrem freqüentemente no cerrado sensu lato. Os objetivos deste trabalho são: descrever a morfologia, a anatomia e o desenvolvimento dos frutos e sementes de M. caerulescens e M. tripartita; identificar as estruturas relacionadas ao processo de deiscência dos frutos e à dispersão das sementes; e verificar a ocorrência de padrões estruturais comuns às espécies estudadas, comparando-as com as demais Euphorbiaceae registradas na literatura. Para tanto, foram adotados procedimentos usuais em Anatomia Vegetal. No estudo do pericarpo, foi possível o enquadramento em quatro estágios de desenvolvimento, típicos dos frutos secos: I – ovário; II – frutos bem jovens, com atividade meristemática acentuada; III – frutos jovens até seu tamanho definitivo, caracterizado pelo evidente alongamento celular; e IV – fase de amadurecimento e lignificação do estrato esclerenquimático. Verificou-se que...

Estudo de frutos e sementes em área remanescente de cerrado “Sensu lato”, Escola do Meio Ambiente, Botucatu, SP - Brasil

Carboni, Thaís Ribeiro
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
Português
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38.47264%
O presente trabalho foi realizado em uma área remanescente de Cerrado “Sensu Lato” dentro do espaço que abriga a Escola do Meio Ambiente - EMA, localizada no município de Botucatu, interior do Estado de São Paulo. O objetivo principal do mesmo foi o estudo e descrição dos tipos de frutos e sementes, e respectivas síndromes de dispersão das espécies ali presentes. As coletas foram feitas através do método de caminhamento, no período de abril a novembro de 2009. As espécies em frutificação tiveram seus frutos coletados e suas características registradas. A classificação dos frutos foi feita a partir da textura (carnoso ou seco) e quanto à deiscência (deiscente ou indeiscente). Foram analisadas 41 espécies, escolhidas a partir do levantamento preliminar feito na área. O modo de dispersão predominante foi a autocoria, embora secundariamente muitas espécies se dispersem por anemocoria, por se tratar de uma região aberta onde os ventos são constantes. A dispersão por zoocoria também foi significativa, o que pode estar associado à abundância e diversidade de espécies de animais observadas no local

Morfoanatomia de frutos e sementes em Apocynaceae; Morphoanatomy of fruits and seeds in Apoctnaceae

Shesterson Aguiar
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 03/04/2009 Português
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38.645278%
Este estudo teve por objetivo contribuir para o conhecimento de Apocynaceae através do levantamento de dados morfoanatômicos de frutos e sementes de representantes da família. Foram contempladas neste estudo 13 espécies ocorrentes no Brasil e distribuídas em três das cinco subfamílias atualmente descritas. Flores, frutos e sementes em vários estádios de desenvolvimento foram coletados, fixados e submetidos a técnicas usuais de anatomia. No primeiro capítulo foram estudados frutos maduros de Aspidosperma australe Müll. Arg., A. olivaceum Müll. Arg. e A. pyrifolium Mart. Os frutos possuem epicarpo unisseriado, com cutícula espessa, lenticelas e periderme. Tricomas de cobertura foram encontrados somente em A. australe. O mesocarpo apresenta parênquima fundamental, laticíferos, feixes vasculares, ilhas de floema, esclerócitos e idioblastos com cristais prismáticos. Em A. pyrifolium, os esclerócitos estão arranjados em grupos de diversas células e A. olivaceum possui laticíferos com bainha parenquimática. Em todas as espécies o endocarpo é multisseriado, mas só em A. australe as células são lignificadas. No segundo capítulo foi realizado um estudo ontogenético das cápsulas de Allamanda blanchetii A. DC. e Allamanda schottii Pohl. Apesar de estas cápsulas serem tradicionalmente classificadas como loculicidas neste trabalho ficou comprovado que são...

Ontogenia de frutos e sementes de espécies de Passiflora (Passifloraceae - subgênero Decaloba (DC.) Rchb. seção Xerogona (Raf.) Killip); Ontogeny of fruits and seeds of Passiflora species (Passifloraceae - subgenus Decaloba (DC.) Rchb. section Xerogona (Raf.) Killip)

Juliana Foresti Milani
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 27/08/2014 Português
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49.52739%
A morfologia externa e interna dos frutos e sementes de Passifloraceae Juss. ex Roussel é pouco conhecida ou até desconhecida para muitas espécies. Estudos morfoanatômicos de frutos e sementes têm grande importância já que os mesmos exibem pequena plasticidade fenotípica. Neste contexto, este trabalho teve como objetivo elucidar a ontogenia do fruto e da semente de quatro espécies de Passiflora L. subgênero Decaloba (DC.) Rchb. superseção Decaloba (DC.) J.M. Macdougal & Feulliet seção Xerogona (Raf.) Killip que apresentam frutos do tipo cápsula, condição incomum na família. Para tanto, o material vegetal foi coletado e processado segundo técnicas convencionais em microscopia de luz e eletrônica, além da aplicação de técnica específica (TUNEL) para detecção de morte celular programada no estádio de deiscência do fruto. Foram estabelecidos estádios de desenvolvimento para os frutos e as sementes: Estádio I: Ovário e óvulo; Estádio II - fruto e semente em início de desenvolvimento: frequentes divisões celulares; Estádio III - fruto e semente jovens: alongamento celular; Estádio IV - fruto e semente maduros: diferenciação celular e deiscência do fruto. Nos estádios II a IV do fruto, o epicarpo e o endocarpo são uniestratificados e as maiores modificações decorrentes do desenvolvimento do fruto ocorrem no mesocarpo. Ao longo do desenvolvimento aumentam os espaços intercelulares a partir do endocarpo em direção ao epicarpo. Não há a formação de uma linha de deiscência. Os espaços intercelulares ocorrem devido à morte celular programada formando lacunas que acabam por romper o pericarpo. Os testes histoquímicos indicaram a presença de idioblastos contendo compostos fenólicos e proteínas no tecido fundamental do ovário e no mesocarpo. As sementes das espécies estudadas são bitegumentadas. A testa é constituída de duas camadas: exotesta e endotesta. O tégmen é composto por três camadas: exotégmen...

Efeitos do fogo na sobrevivência de sementes e na produção de frutos de Qualea parviflora Mart. (Vochysiaceae)

Palermo, Alexandre Cesar
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
Português
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Departamento de Ecologia, Programa de Pós-Graduação em Ecologia, 2011.; Dado o longo período de coexistência com as comunidades vegetais do Cerrado, mais de 32.000 anos, o fogo se tornou um fator inerente e de importância ecológica uma vez que pode afetar o estabelecimento, crescimento e reprodução de espécies vegetais. Estudos acerca do efeito do fogo em espécies lenhosas não abrangem um número grande de espécies, constituindo um problema para a conservação das mesmas. O objetivo deste trabalho foi investigar possíveis estratégias de escape de sementes de Qualea parviflora Mart. (Vochysiaceae) a altas temperaturas durante uma queimada prescrita, bem como os efeitos em curto prazo na dispersão das sementes e na produção de frutos. Este estudo foi conduzido em duas áreas de cerrado sensu stricto na Reserva Ecológica do IBGE, Brasília (DF), entre agosto de 2008 e agosto de 2010. Uma área foi utilizada como controle por se encontrar a 14 anos sem queima, e a outra, submetida a queima bienal desde 1992, foi utilizada como área experimental e foi queimada em 26 de agosto de 2008. Foi investigada a eficiência dos frutos de Q. parviflora como isolante térmico para as sementes durante a passagem da frente de fogo...

Utilização do etefom e do tidiazurom na desfolha do algodoeiro e na deiscência de seus frutos

Paulo,Edison Martins; Fujiwara,Mamor; Dodo,Shizuo
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1989 Português
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69.408374%
Estudou-se o efeito do etefom nas doses de 0,96, 1,44 e 1,92kg/ha, do tidiazurom, a 0,075kg/ha, e de misturas contendo 0,48 + 0,05, 0,96 + 0,05 e 1,44 + 0,05kg/ha de etefom e de tidiazurom, respectivamente, na desfolha do algodoeiro e na deiscência e seus frutos. Avaliações realizadas aos 7 e aos 14 dias após a pulverização dos produtos e de suas misturas indicaram que os mesmos, excetuando-se a dose 0,96kg/ha isolada de etefom e aos 7 dias após a aplicação, promoveram sensível desfolha do algodoeiro. O etefom acelerou a deiscência dos capuchos do algodoeiro a partir da dose 1,44kg/ha, o que não se observou para o tidiazurom. Os resultados indicaram que os produtos, quando aplicados conjuntamente, não possuem ação antagônica. Os diversos tratamentos não diferiram estatisticamente entre si na produção de algodão.

Maturação de frutos de Caesalpinia echinata Lam., pau-brasil

Aguiar,Francismar Francisco Alves; Pinto,Marcos Mecca; Tavares,Armando Reis; Kanashiro,Shoey
Fonte: Sociedade de Investigações Florestais Publicador: Sociedade de Investigações Florestais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2007 Português
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38.714724%
Estudaram-se parâmetros indicativos da maturação de frutos de árvores de Caesalpinia echinata, visando determinar a melhor época de colheita para propagação. Foram utilizadas 10 plantas-matriz cultivadas em Mogi-Guaçu, SP, nas quais foram etiquetadas 250 inflorescências no pico da floração para acompanhamento da maturação. As coletas de frutos tiveram início a partir da 5ª semana após a antese, prolongando-se até a 9ª, com intervalos de sete dias. Em cada coleta, analisaram-se os parâmetros: comprimento, largura e teor de água dos frutos; teor de água das sementes (após três dias de exposição ao sol para deiscência do fruto e extração da semente); porcentagem de germinação e peso de matéria seca de frutos, sementes e plântulas. Observou-se, ainda, a coloração dos frutos como parâmetro visual de maturação das sementes. O experimento foi repetido por três anos. Os testes de germinação foram realizados em caixas Gerbox contendo vermiculita umedecida com água destilada. As sementes foram colocadas para germinar em câmara regulada para 30 ºC e fotoperíodo de 12 horas O delineamento estatístico utilizado foi inteiramente casualizado com quatro repetições de 25 sementes por parcela, nos anos de 1991...

Caracterização morfológica de frutos, sementes e germinação de Sideroxylon obtusifolium (Roem. e Schult.) Penn. (Sapotaceae)

Silva,Kelina Bernardo; Alves,Edna Ursulino; Bruno,Riselane de Lucena Alcantara; Matos,Valderez Pontes
Fonte: Sociedade de Investigações Florestais Publicador: Sociedade de Investigações Florestais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2012 Português
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Estudos que visam ao conhecimento da morfologia de sementes e plântulas contribuem para a identificação das espécies, facilitando o reconhecimento das fases iniciais do seu desenvolvimento. Assim, os objetivos deste trabalho foram caracterizar morfologicamente as estruturas externa e interna dos frutos e das sementes de Sideroxylon obtusifolium (Roem. e Schult.) Penn., além de descrever e ilustrar a morfologia externa da plântula. Para a descrição dos frutos foram observados detalhes externos e internos do pericarpo, referentes a textura, consistência, cor, pilosidade, brilho, forma, número de sementes por fruto e deiscência. Foram analisadas as seguintes variáveis externas das sementes: dimensões, cor, textura, consistência, forma e posição do hilo e da micrópila; e as internas: presença ou ausência de endosperma, tipo, forma, cor, posição dos cotilédones, eixo-hipocótilo-radícula e plúmula. A germinação foi considerada desde o intumescimento da semente até a emissão dos protófilos, sendo a plântula considerada estabelecida quando os protófilos já estavam totalmente expandidos. Os frutos de S. obtusifolium são dos tipos bacoide, globoso ou elipsoide, indeiscente e monospérmico. As sementes variam de globosas a elipsoides...

Caracterização morfológica dos frutos, das sementes e do desenvolvimento das plântulas de Jatropha elliptica Müll. Arg. (Euphorbiaceae)

Añez,Luciana M.M.; Coelho,Maria F.B.; Albuquerque,Maria C.F.; Dombroski,Jeferson L.D.
Fonte: Sociedade Botânica de São Paulo Publicador: Sociedade Botânica de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2005 Português
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48.472637%
O objetivo deste trabalho foi descrever a morfologia do fruto, da semente e do desenvolvimento de plântulas de Jatropha elliptica Müll. Arg. Os frutos foram coletados em setembro e outubro de 2003, na Fazenda Experimental da Universidade Federal de Mato Grosso, no Município de Santo Antônio de Leverger. Para a descrição da morfologia dos frutos e das sementes foram utilizados 50 frutos e 50 sementes. Para a caracterização das etapas da germinação foram utilizadas quatro repetições de 20 sementes, colocadas sobre papel mata-borrão, umedecidas com ácido giberélico (400 ppm), em caixas de plástico transparente, mantidas em câmara para germinação, a 30 ºC e fotoperíodo de oito horas, durante 40 dias. O fruto de J. elliptica é seco, tricoca, endocarpo lenhoso e de deiscência explosiva. A semente é ovalada, endospérmica, de envoltório liso e marmoreado, com carúncula presa na parte ventral; o hilo é visível na base e a rafe é bem marcada longitudinalmente. A germinação é epígea e fanerocotiledonar. O tempo médio de germinação é de 13 a 25 dias. Foi possível descrever e ilustrar, de forma distinta, a morfologia do fruto, da semente e da plântula de J. elliptica, que se apresentou bastante homogênea e confiável para a identificação.

Caracterização morfológica de frutos, sementes e germinação de Allophylus edulis (St.-Hil.) Radlk. (Sapindaceae)

Abreu,Daniela Cleide Azevedo de; Kuniyoshi,Yoshiko Saito; Nogueira,Antonio Carlos; Medeiros,Antonio Carlos de Souza
Fonte: Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes Publicador: Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2005 Português
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38.58482%
Os objetivos deste trabalho foram caracterizar morfologicamente as estruturas externa e interna dos frutos e das sementes, além de descrever e ilustrar a morfologia externa da plântula de Allophylus edulis (St.-Hil.) Radlk.. Para a descrição dos frutos foram observados detalhes externos e internos do pericarpo, referentes à textura, consistência, cor, pilosidade, brilho, forma, número de sementes por fruto e deiscência. Para as sementes foram analisadas as seguintes variáveis externas: dimensões, cor, textura, consistência, forma e posição do hilo e da micrópila. Para as características internas, verificou-se presença ou ausência de endosperma, o tipo, a forma, a cor, a posição dos cotilédones, o eixo-hipocótilo-radícula e plúmula. A germinação foi considerada desde a emissão da radícula até a emissão dos protófilos e a plântula foi considerada estabelecida quando os protófilos já estavam totalmente expandidos. Os frutos de Allophylus edulis são do tipo coca, globosa, indeiscentes e monospérmicos. As sementes são ovóides, sem endosperma e o embrião ocupa toda a semente, mais ou menos encurvado e levemente comprimido. A germinação das sementes tem início ao oitavo dia e pode ser encerrada no décimo quinto dia...

Caracterização morfolóica de frutos e sementes de cataia (Drimys brasiliensis Miers. - Winteraceae)

Abreu,Daniela Cleide Azevedo de; Kuniyoshi,Yoshiko Saito; Medeiros,Antonio Carlos de Souza; Nogueira,Antonio Carlos
Fonte: Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes Publicador: Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2005 Português
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48.618193%
Este trabalho teve como objetivo caracterizar morfologicamente as estruturas externas e internas dos frutos e das sementes de cataia (Drimys brasiliensis Miers.). Para a descrição dos frutos foram observados detalhes externos e internos do pericarpo, referentes à textura, consistência, pilosidade, brilho, forma, número de sementes por fruto e deiscência. Para as sementes foram analisadas as seguintes variáveis externas: dimensões, cor, textura, consistência, forma, posição do hilo e da micrópila. Para as características internas, verificou-se a presença ou ausência de endosperma, o tipo, a forma, a cor, o desenvolvimento embrionário e posição dos cotilédones, do eixo-hipocótilo-radícula e da plúmula. Durante o desenvolvimento embrionário, foram encontrados embriões que variaram de acordo com a diferenciação celular, evidenciando seus aspectos morfológicos, nos estágios de coração, torpedo e maduro. Os frutos de D. brasiliensis são múltiplos, livres, constituídos por cinco frutíolos, bagas, indeiscentes e polispérmicos. As sementes são reniformes e têm grande quantidade de endosperma, e apresentam dormência por imaturidade embrionária.

Caracterização morfológica de frutos, sementes, plântulas e plantas jovens de mutamba (Guazuma ulmifolia Lam. - Sterculiaceae)

Paiva Sobrinho,Severino de; Siqueira,Aline Gonçalves de
Fonte: Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes Publicador: Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2008 Português
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48.22771%
A Guazuma ulmifolia Lam. é uma espécie arbórea pioneira de ocorrência natural em quase todo o Brasil, desde a Amazônia até o Paraná. Pertence a família Sterculiaceae, sendo recomendada para recuperação de áreas degradadas. O objetivo deste trabalho foi descrever os caracteres morfológicos dos frutos, sementes, plântula e planta jovem. No fruto foram observados: forma, coloração, dimensões, textura, deiscência, e o número de sementes por fruto. Na semente foram observados: coloração, peso de 1000 sementes, forma, tegumento, embrião e endosperma. O estádio de plântula foi considerado até o momento em que tinha apenas os cotilédones e a partir da emissão de folhas passou a ser considerada planta jovem. Os aspectos vegetativos descritos e ilustrados foram: raiz primária, raízes secundárias e terciárias, hipocótilo, epicótilo, cotilédones, caule, folhas e gema apical. Fruto e uma cápsula loculicida globoso, de coloração preta, com faixas estreitas e superfície muricada. Semente de coloração acinzentada e formas variadas, envolta pela testa que quando umedecida torna-se gelatinosa. Embrião axial e contínuo; com cotilédones foliáceos, plicados e que após a emergência são arredondados, verdes e com nervuras. Após a emergência o hipocótilo e a raiz primária são brancos e cilíndricos...

Morfo-anatomia de frutos secos em espécies de Apocynaceae: significado ecológico e evolutivo

Gomes,Sueli Maria
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2008 Português
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Frutos secos predominam entre as espécies de Apocynaceae, especialmente aqueles do tipo folículo, apontado na literatura para Aspidosperma parvifolium A.DC., Mesechites mansoana (A.DC.) Woodson e Prestonia coalita (Vell.) Woodson. Frutos fechados e abertos destas espécies foram examinados anatomicamente com o objetivo de confrontar suas características com aquelas de outras espécies da família. Constatou-se que os frutos de P. coalita são cápsulas bicarpelares septicidas, significando a presença de dois tipos de frutos neste gênero, em lugar de apenas um, como se pensava anteriormente. Cápsulas podem estar presentes em outras espécies de Prestonia e em outros gêneros da família relatados como tendo folículos. Para Apocynaceae, alguns caracteres taxonômicos devem ser considerados, como espessura e número de camadas das regiões e sub-regiões do pericarpo; presença de aerênquima, esclereídes, fibras longitudinais não-lignificadas ou idioblastos secretores no mesocarpo; posicionamento dos feixes vasculares no mesocarpo; espessura do endocarpo e orientação de suas fibras; presença de costas internas no pericarpo. Adicionalmente, discutiu-se sobre o papel das costas internas do pericarpo e das fibras não-lignificadas do mesocarpo para o mecanismo xerocástico. Desenvolveu-se um teste de desidratação total para determinar a curvatura máxima do pericarpo...

Caracterização morfológica de frutos, sementes e germinação de Allophylus edulis (St.-Hil.) Radlk. (Sapindaceae).

ABREU, D. C. A. de; KUNIYOSHI, Y. S.; NOGUEIRA, A. C.; MEDEIROS, A, C. de S.
Fonte: Revista Brasileira de Sementes, Pelotas, v. 27, n. 2, p. 58-66, dez. 2005. Publicador: Revista Brasileira de Sementes, Pelotas, v. 27, n. 2, p. 58-66, dez. 2005.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Português
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38.58482%
Os objetivos deste trabalho foram caracterizar morfologicamente as estruturas externa e interna dos frutos e das sementes, além de descrever e ilustrar a morfologia externa da plântula de Allophylus edulis (St.-Hil.) Radlk.. Para a descrição dos frutos foram observados detalhes externos e internos do pericarpo, referentes à textura, consistência, cor, pilosidade, brilho, forma, número de sementes por fruto e deiscência. Para as sementes foram analisadas as seguintes variáveis externas: dimensões, cor, textura, consistência, forma e posição do hilo e da micrópila. Para as características internas, verificou-se presença ou ausência de endosperma, o tipo, a forma, a cor, a posição dos cotilédones, o eixo-hipocótilo-radícula e plúmula. A germinação foi considerada desde a emissão da radícula até a emissão dos protófilos e a plântula foi considerada estabelecida quando os protófilos já estavam totalmente expandidos. Os frutos de Allophylus edulis são do tipo coca, globosa, indeiscentes e monospérmicos. As sementes são ovóides, sem endosperma e o embrião ocupa toda a semente, mais ou menos encurvado e levemente comprimido. A germinação das sementes tem início ao oitavo dia e pode ser encerrada no décimo quinto dia...

Caracterização morfológica de frutos e sementes de cataia (Drimys brasiliensis Miers. - Winteraceae).

ABREU, D. C. A. de; KUNIYOSHI, Y. S.; MEDEIROS, A, C. de S.; NOGUEIRA, A. C.
Fonte: Revista Brasileira de Sementes, Pelotas, v. 27, n. 2, p. 67-74, dez. 2005. Publicador: Revista Brasileira de Sementes, Pelotas, v. 27, n. 2, p. 67-74, dez. 2005.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Português
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38.542085%
Este trabalho teve como objetivo caracterizar morfologicamente as estruturas externas e internas dos frutos e das sementes de cataia (Drimys brasiliensis Miers.). Para a descrição dos frutos foram observados detalhes externos e internos do pericarpo, referentes à textura, consistência, pilosidade, brilho, forma, número de sementes por fruto e deiscência. Para as sementes foram analisadas as seguintes variáveis externas: dimensões, cor, textura, consistência, forma, posição do hilo e da micrópila. Para as características internas, verificou-se a presença ou ausência de endosperma, o tipo, a forma, a cor, o desenvolvimento embrionário e posição dos cotilédones, do eixo-hipocótilo-radícula e da plúmula. Durante o desenvolvimento embrionário, foram encontrados embriões que variaram de acordo com a diferenciação celular, evidenciando seus aspectos morfológicos, nos estágios de coração, torpedo e maduro. Os frutos de D. brasiliensis são múltiplos, livres, constituídos por cinco frutíolos, bagas, indeiscentes e polispérmicos. As sementes são reniformes e têm grande quantidade de endosperma, e apresentam dormência por imaturidade embrionária.; 2005

Época de maturação, caracterização física e química de cultivares e seleções de castanheiro

Pio,Rafael; Bueno,Silvana Catarina Sales; Maro,Luana Aparecida Castilho; Bueno,João Pedro Sales; Assis,Cynthia Natally de
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2014 Português
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Nove cultivares ('Taishowase', 'Tiodowase', 'Tamatsukuri', 'Isumo', 'Okuni', 'Moriwase', 'Kinshu', 'Senri' e 'Ibuki') e duas seleções ('KM-2' e 'KM-1') de castanheiro híbrido (Castanea crenata x Castanea sp.) foram analisadas em São Bento do Sapucaí-SP. Avaliaram-se o início e o término da colheita, a deiscência do fruto e a deiscência, as propriedades físicas, tais como dimensões e massas dos frutos e castanhas, além do formato das castanhas e a poliembrionia, e ainda as propriedades químicas e a composição mineral. Os dados apresentados indicam que as cultivares e seleções diferem quanto à deiscência dos frutos. A colheita das castanhas concentra-se entre a primeira quinzena de novembro e a segunda quinzena de abril. Algumas cultivares apresentaram reduzido número de castanhas dentro da cápsula, o que indica falta de sincronia no período de floração. Há diferença na constituição química das castanhas entre as cultivares e seleções. As castanhas analisadas possuem alta quantidade de proteínas e açúcares totais, baixa quantidade de sódio e extrato etérico, indicando que o amido é a principal substância de reservas das castanhas, das cultivares e seleções analisadas.

II - Contribuição para o estudo biológico e ecológico das podostemonaceae do salto de Piracicaba

Accorsi,Walter Radamés
Fonte: Universidade de São Paulo; Escola Superior de Agricultura Publicador: Universidade de São Paulo; Escola Superior de Agricultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1946 Português
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Resumindo as observações feitas sobre a biologia e a ecologia das espécies Apinagia Accorsii Toledo e Mniopsis Glazioviana Warmg., Podostemonaceae que vivem incrustadas às rochas diabásicas do Salto de Piracicaba, durante os anos de 1943, 1944 e 1945, cheguei às conclusões seguintes: a) Com o início do período de enchente do Salto de Piracicaba, variável de ano para ano, mas que, no geral, começa com as primeiras chuvas de outubro e se prolonga até fins de março, processa-se o desenvolvimento vegetativo das Podostemonaceae, com a formação de estolhos (Fig. 15-B) dotados de gemas produtoras de novos rizomas (Fig. 16-A, C, D, E) e regeneração dos rizomas primitivos (Fig. 15-B), quando em determinadas condições, em Apinagia Accorsii; raízes hemicilindricas com produções faliáceas, dispostas aos pares. (Fig. 19-A,B, C,D,E,F,G,H), provenientes de gemas, em Mniops's Glazioviana, Demais, em ambas as espécies realiza-se ainda a germinação das sementes nos seguintes substratos : placentas, cápsulas e pedicelos de frutos (Figs. 16, 17, 18 e 20), resíduos orgânicos de várias procedências, inclusive os provenientes das próprias Podostemonaceae, que se acumulam em quantidade apreciável entre as plantas e sobre as rochas...

II - Contribuição para o estudo biológico e ecológico das podostemonaceae do salto de Piracicaba

Accorsi, Walter Radamés
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Publicador: Universidade de São Paulo. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/1946 Português
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Resumindo as observações feitas sobre a biologia e a ecologia das espécies Apinagia Accorsii Toledo e Mniopsis Glazioviana Warmg., Podostemonaceae que vivem incrustadas às rochas diabásicas do Salto de Piracicaba, durante os anos de 1943, 1944 e 1945, cheguei às conclusões seguintes: a) Com o início do período de enchente do Salto de Piracicaba, variável de ano para ano, mas que, no geral, começa com as primeiras chuvas de outubro e se prolonga até fins de março, processa-se o desenvolvimento vegetativo das Podostemonaceae, com a formação de estolhos (Fig. 15-B) dotados de gemas produtoras de novos rizomas (Fig. 16-A, C, D, E) e regeneração dos rizomas primitivos (Fig. 15-B), quando em determinadas condições, em Apinagia Accorsii; raízes hemicilindricas com produções faliáceas, dispostas aos pares. (Fig. 19-A,B, C,D,E,F,G,H), provenientes de gemas, em Mniops's Glazioviana, Demais, em ambas as espécies realiza-se ainda a germinação das sementes nos seguintes substratos : placentas, cápsulas e pedicelos de frutos (Figs. 16, 17, 18 e 20), resíduos orgânicos de várias procedências, inclusive os provenientes das próprias Podostemonaceae, que se acumulam em quantidade apreciável entre as plantas e sobre as rochas...