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Nitrate reductase and glutamine synthetase activity in coffee leaves during fruit development; Atividade da redutase do nitrato e glutamina sintetase em folhas de cafeeiro durante o desenvolvimento dos frutos

REIS, Andre Rodrigues; FAVARIN, José Laércio; GALLO, Luiz Antônio; MALAVOLTA, Eurípedes; MORAES, Milton Ferreira; LAVRES JUNIOR, José
Fonte: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo Publicador: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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Nitrate reductase is the first enzyme in the pathway of nitrate reduction by plants, followed by glutamine synthetase, which incorporates ammonia to glutamine. The purpose of this study was to evaluate the nitrate reductase and glutamine synthetase activity, total soluble protein content, N and Ni content in coffee leaves during fruit development under field conditions to establish new informations to help assess the N nutritional status and fertilizer management. The experimental design was in randomized complete blocks, arranged in a 3 x 6 factorial design, with five replications. The treatments consisted of 3 N rates (0 - control, 150 and 300 kg ha-1) and six evaluation periods (January, February, March, April, May, and June) in six-year-old coffee (Coffea arabica L.) plants of Catuaí Vermelho IAC 44 cv. The nitrate reductase and glutamine synthetase activities, leaf soluble protein, and N concentrations increased linearly with the N rates. During fruit development, the enzyme activity, leaf soluble protein and N content decreased, due to the leaf senescence process caused by nutrient mobilization to other organs, e.g, to the berries. Leaf Ni increased during fruit development. Beans and raisin-fruits of plants well-supplied with N had higher Ni contents. Enzyme activities...

Fenologia, produção e qualidade dos frutos de cultivares de pessegueiro (Prunus Persica L. Bastch) em São Manuel – SP

Segantini, Daniela Mota
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: xiii, 84 f. : il. color., grafs., tabs.
Português
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); Pós-graduação em Agronomia (Horticultura) - FCA; O conhecimento do comportamento de uma cultura em determinada região determina o sucesso da produção e a qualidade de seu produto final. Dentro deste contexto, o presente trabalho teve como objetivo avaliar a fenologia, a produção e a qualidade dos frutos dos cultivares de pessegueiro Granada, Aurora-1, Dourado-2, Aurora-3, Marli e Chiripá, enxertados sobre o porta-enxerto Okinawa, cultivados em área experimental não irrigada e conduzidos no espaçamento 6,0 x 4,0 m. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, constando de 7 tratamentos (cultivares) e 3 repetições, sendo a parcela experimental representada por uma planta. O presente trabalho foi realizado de março a dezembro de 2009 na Fazenda Experimental São Manuel da Faculdade de Ciências Agronômicas da UNESP, Campus de Botucatu, localizada no município de São Manuel - SP. De acordo com os resultados obtidos é possível afirmar que, dentre os cultivares estudados, Granada é o cultivar mais precoce, apresentando florada precoce e o menor ciclo de desenvolvimento dos frutos, Chiripá é o cultivar mais tardio, apresentando florada tardia e o maior ciclo de desenvolvimento dos frutos. Os cultivares Aurora-1 e Dourado-2 são os cultivares mais produtivos e podem ser indicados para a região...

Produtividade e qualidade dos frutos de dois híbridos de tomate tipo cereja, quando produzidos em ambiente protegido e a campo, em Curitibanos – SC

Bonatto, Melina Inês
Fonte: Curitibanos, SC Publicador: Curitibanos, SC
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: 21 f.
Português
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Projeto acadêmico (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Campus Curitibanos. Ciências Rurais.; O tomate é uma hortaliça de importância econômica, é a segunda hortaliça mais cultivada no Brasil. São encontrados no mercado diversos tipos de tomate, mas os que mais se destacam são o tomate de mesa (Solanum lycopersicum) e o tomate tipo cereja (Solanum lycopersicum var. cerasiforme) que esta ganhando cada vez mais popularidade em todo o mundo. Considerando que o tomate cereja pode ser uma alternativa para agregar valor nas propriedades rurais de Curitibanos, torna-se importante o estudo direcionado a questões de aptidão agrometeorológica da cultura. As análises ambientais, de crescimento e desenvolvimento tem importância fundamental para compreender a dinâmica da cultura, desta forma o presente projeto tem por objetivo avaliar características de crescimento e desenvolvimento de dois híbridos de tomate tipo cereja sob duas condições climáticas diferentes, a campo e em ambiente protegido, para Curitibanos, SC. O experimento será realizado parte em casa de vegetação e parte a campo, será utilizado duas cultivares de tomate tipo cereja. Serão realizadas semanalmente medições de estatura, comprimento e largura das folhas. Os estádios fenológicos serão analisados diariamente...

Desenvolvimento dos frutos nas espécies selvagens de amendoim (Arachis spp.)

Conagin,Cândida H. T. Mendes
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1959 Português
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As espécies selvagens de amendoim apresentam frutos completamente diferentes dos frutos do amendoim cultivado (Arachis hypogaea L.). Nesta espécie os frutos têm duas a cinco sementes justapostas dentro de uma única loja; externamente são observadas constrições na casca do fruto as quais em alguns casos se acentuam não chegando, entretanto, a produzir unia separação entre as sementes. Nas espécies selvagens os frutos apresentam duas sementes apenas, completamente separadas uma da outra por uma constrição muito profunda ou mesmo por um istmo de comprimento variável. Para êsses frutos foi adotada a denominação de "frutos catenados" e o estudo de seu desenvolvimento foi feito nas espécies Arachis monticola Krapovickas et Rigoni e A. villosa Benth. var. correntina Burk. O ovário, unilocular, tem normalmente dois óvulos. A futura separação das duas sementes se origina num tecido intercalar que se forma em ovários ainda jovens e que separa em duas a cavidade inicial única. Êste tecido tem a estrutura de um "peg" e, como êle, desidrata-se durante o processo de amadurecimento do fruto, tomando-se sêco e quebradiço; por essa razão, ao colhêr os frutos, a maioria dêles se apresenta unisseminado. Em 50% dos casos os óvulos se desenvolvem igualmente...

Desenvolvimento e qualidade da lima ácida Tahiti em Colorado do Oeste, RO

Miranda,Marcelo Notti; Campelo Junior,José Holanda
Fonte: Universidade Federal de Viçosa Publicador: Universidade Federal de Viçosa
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2010 Português
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Os aspectos de crescimento, desenvolvimento e qualidade de frutos cítricos na região de Colorado do Oeste, RO, não têm sido explorados. Dessa forma, o objetivo deste trabalho foi avaliar o crescimento e a qualidade fisico-química de frutos de lima ácida Tahiti em diferentes épocas de desenvolvimento, sem irrigação, na região de Colorado do Oeste, RO. O experimento foi realizado no Instituto Federal de Rondônia (IFRO), Campus de Colorado do Oeste, durante os anos de 2006, 2007 e 2008, com o acompanhamento das safras de 2006/07 e 2007/08. Para cada safra foram avaliadas oito épocas de desenvolvimento dos frutos, da fase de chumbinho à colheita. Determinaram-se soma térmica em graus-dia, unidades fototérmicas e precipitação pluviométrica. Houve influência das condições meteorológicas na duração das épocas de desenvolvimento dos frutos e na qualidade dos frutos na safra 2006/07, mas na safra 2007/08 não houve diferença significativa para peso, tamanho médio dos frutos, acidez e rendimento médio de suco. Tamanho e peso dos frutos, pH, sólidos solúveis, acidez, relação SS/AT e teor de vitamina C do suco dos frutos apresentaram valores médios adequados aos padrões comerciais exigidos pelo mercado in natura e pela indústria. O rendimento de suco dos frutos colhidos na safra 2006/07 apresentou qualidade satisfatória para atender às necessidades do mercado in natura ou industrial...

Caracterização física, físico-química, enzimática e de parede celular em diferentes estádios de desenvolvimento da fruta de figueira

Gonçalves,Carlos Antonio A.; Lima,Luiz Carlos de O.; Lopes,Paulo Sérgio N.; Prado,Mônica Elisabeth T.
Fonte: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos Publicador: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2006 Português
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Com o objetivo de avaliar a caracterização física, físico-química, enzimática e de parede celular, durante os diferentes estádios de desenvolvimento dos frutos da figueira sob irrigação, no norte de Minas Gerais, o presente trabalho foi desenvolvido durante o ciclo de produção 2001/2002, na Unidade de Produção Frutícola da Escola Agrotécnica Federal de Salinas (Eafsal), município de Salinas. Utilizaram-se, neste experimento, plantas com dois anos e meio de idade após o transplantio e com 12 ramos primários (pernadas), bem desenvolvidos e espaçamento de 2,5x1,5 m. O delineamento aplicado foi inteiramente casualizado, com duas repetições e um total de 40 plantas marcadas. Os dados coletados foram referentes ao ciclo de produção 2001/2002, para as plantas podadas em junho. Avaliou-se, durante os diferentes estádios de desenvolvimento dos frutos da figueira, a atividade enzimática, composição química, avaliações físicas, açúcares neutros e compostos de parede celular. À medida que a atividade de polifenoloxidase e peroxidase foi diminuindo, a atividade da poligalacturonase aumentou, no decorrer do desenvolvimento dos frutos. Os frutos atingiram ponto de colheita para a indústria e consumo in natura aos 30 e 75 dias da diferenciação das gemas em sicônio...

Efeito da Promalina (GA4+7 + 6BA) na produção e desenvolvimento dos frutos da macieira cv. Royal Gala.

FIORAVANÇO, J. C.; ALMEIDA, G. K. de; SILVA, V. C. da
Fonte: Revista de Ciências Agroveterinárias, Lages, v. 9, n. 2, p. 143-149, 2010. Publicador: Revista de Ciências Agroveterinárias, Lages, v. 9, n. 2, p. 143-149, 2010.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Português
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O trabalho avaliou a eficiência da Promalina® no desenvolvimento dos frutos, incidência de ?russeting? e produção da macieira ?Royal Gala?/M-9, realizado na Estação Experimental de Fruticultura de Clima Temperado da Embrapa Uva e Vinho, em Vacaria, RS, de agosto de 2007 a fevereiro de 2008. Foi utilizado o delineamento experimental em blocos casualizados em um esquema fatorial 2 x 4, com oito tratamentos, cinco repetições e uma planta útil por parcela. Foram combinadas duas épocas de aplicação (1 - na plena floração e 2 - na queda das pétalas) com quatro concentrações de Promalina® (1 - água (testemunha); 2 - 0,5 ml L-1; 3 - 1,0 ml L-1; 4 - 2,0 ml L-1). Não houve influência da época de aplicação e das concentrações de Promalina® na produção da cv. Royal Gala, massa fresca dos frutos e incidência de ?russeting?. Plantas tratadas com Promalina® na queda das pétalas produziram frutos com maior comprimento e diâmetro. A Promalina® a 2,0 ml L-1 de água aumentou o comprimento e a porcentagem de frutos da classe 65-70 mm de diâmetro. Houve aumento da relação C/D dos frutos com a aplicação de Promalina®.; 2010

Tolerância de gemas floríferas, flores e frutos de pessegueiro a temperaturas de ocorrência de geadas.

BORGES, A. da F.; SILVEIRA, T. M. T. da; SANTOS, J. dos; RASEIRA, M. do C. B.
Fonte: Revista Ceres, Viçosa, v. 59, n. 3, p. 355-359, mai/jun, 2012. Publicador: Revista Ceres, Viçosa, v. 59, n. 3, p. 355-359, mai/jun, 2012.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Português
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67.796665%
Na região produtora de pêssegos do sul do Brasil, não é rara a ocorrência de geadas nos meses de julho, agosto e, em alguns anos, até setembro. Este período coincide com a floração do pessegueiro e com o início do desenvolvimento dos frutos. Com a finalidade de testar possíveis diferenças entre cultivares quanto à tolerância a baixas temperaturas foram conduzidos experimentos, em delineamento inteiramente casualizado, nos anos de 2009 e 2010. Foram testados dois fatores (genótipo e estádio da gema floral), com três repetições e 20 botões forais por parcela. Os genótipos testados foram os cultivares ?Chimarrita?, ?Coral? e ?BR-1? e a seleção Cascata 730. Em 2010, foi acrescentado o cv. ?Charme?. Os estádios fenológicos testados foram: o de botão prateado, botão rosado, balão e flor aberta. Ramos destacados dos genótipos a serem testados foram submetidos, por 16 horas, a temperaturas entre -2,2 e -5,5 ºC. Ramos com frutos, antes e após o endurecimento do caroço, foram testados em outro experimento. As diferenças entre genótipos foram pequenas e parecem estar mais ligadas ao pré-condicionamento das gemas. A seleção Cascata 730 mostrou ser das mais sensíveis ao frio. As gemas florais são, geralmente...

Fungos associados a síndrome da queda de frutos da pupunheira.

MOTA, A. M da; GASPAROTTO, L.
Fonte: Revista da Universidade do Amazonas. Serie: Ciencias Agrarias, Manaus, v.7, n.1/2, p.69-79, jan./dez. 1998. Publicador: Revista da Universidade do Amazonas. Serie: Ciencias Agrarias, Manaus, v.7, n.1/2, p.69-79, jan./dez. 1998.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Português
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Trata da relacao entre a sindrome da queda de frutos da pupunheira (Bactris gasipaes Kunth) e a incidencia de fungos fitopatogenico. Efetuou-se o isolamento, a identificacao e os testes de patogenicidade dos fungos encontrados nos frutos doentes. Foram isolados os fungos Ceratocystis paradoxa, Colletotrichum gloeosporiodes, Fusarium spp., Cladosporium sp., Aspergillus sp., Verticillium sp., Penicillium sp., e Rhizopus sp., afetando 19,8% dos frutos caidos. Os demais frutos (81,2%) nao apresentavam lesoes causadas por fungos. A queda ocorreu com maior frequencia nos dois primeiros meses de desenvolvimento dos frutos. Assim, a sindrome da queda de frutos de pupunheira nao pode ser atribuida unicamente a acao de fitopatogenos, mas a fatores fisiologicos, ambientais ou edaficos.; 1998

Biologia reprodutiva do tomateiro (Solanum lycopersicum L.) e influência das abelhas nativas na produção dos frutos; Reproductive biology of tomatoes (Solanum lycopersicum L.) and influence pollinator bees to produce fruit

Silva Neto, Carlos de Melo e
Fonte: Universidade Federal de Goiás; Brasil; UFG; Programa de Pós-graduação em Biodiversidade Vegetal (ICB); Instituto de Ciências Biológicas - ICB (RG) Publicador: Universidade Federal de Goiás; Brasil; UFG; Programa de Pós-graduação em Biodiversidade Vegetal (ICB); Instituto de Ciências Biológicas - ICB (RG)
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
Português
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68.2405%
Pollinators provide an essential service to the ecosystem and bring numerous benefits to society, through its role in the production of food in agriculture and the conservation of biological diversity. In tomato, anthers are poricidal, thus the release of pollen grains requires the presence of pollinators that vibrate these anthers. Thus, pollinators of tomatoes are actually bees that perform buzz pollination. Here, we observed aspects of floral biology, quantity and viability of pollen grains and ovules, and pollinators behavior and richness. To evaluate the effects of pollination in the amount of pollen on the stigmas, we selected 37 plants and bagged an inflorescence and let another available to pollinators. Each marked inflorescence had three stigmas removed the pollen grains on their surfaces were quantified. For comparison of fruit production, fruit development were followed in inflorescences bagged and not bagged for 40 days, and then the fruits were counted, weighed, measured, and had their seeds counted. The anthesis is at 6:30 am. The flower remains open until 6:00 pm, closing and reopening in the next day at the same time, lasting up to 73 hours. The greatest amount of pollen in the anther is in the early hours of the flower opening...

Germinação e caracterização física e morfológica de frutos e sementes de Syagrus oleracea Becc; Germination and physical and morphological characterization of fruits and seeds of Syagrus oleracea Becc

Carrijo, Núbia Sousa
Fonte: Universidade Federal de Goiás; Brasil; UFG; Programa de Pós-graduação em Agronomia - Producao Vegetal (RJ); Regional de Jataí (RJ) Publicador: Universidade Federal de Goiás; Brasil; UFG; Programa de Pós-graduação em Agronomia - Producao Vegetal (RJ); Regional de Jataí (RJ)
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
Português
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58.486934%
This study was aimed at characterizing the fruit and at observing if its size affects the germination and early development of seedlings of Syagrus oleracea Becc. (Arecaceae), Mineiros and Jataí (GO), measured and separated into five size classes ((T1: fruit≤4,300cm; T2: 4,300cm>fruit≤4,833cm; T3: 4,833cm>fruit≤5,367cm; T4: 5,367cm>fruit ≤5,900cm e T5: fruit>5,900cm).After the fruit collection, the physical analysis of the fruits, the seeds, the embryo and endosperm was made, on different days after sowing (0, 20, 40, 60, 80, 100, 110, 120 and 130 days after sowing). The emergence analysis and of initial development was made individually every 10 days, six evaluations performed. After stabilization of the emergency, all the seedlings were analyzed every 10 days, a total of 16 ratings. In both, in each seedling, the length of insertion to the apex of the leaf and stem diameter at ground level were measured; calculating the speed of emergence index (EVI), emergence percentage (E%) and time spent to emerge half of the fruits (T50). In germination chambers BOD types, trials were carried out with green and ripe fruits and the influence of different wavelengths of visible light in the germination process was verified. In these trials the germination speed index (GSI)...

Efeito da temperatura durante a diferencia????o de gemas, flora????o, crescimento e desenvolvimento de frutos em pessegueiro na regi??o de Pelotas, RS.; Effect of the temperature during bud differentiation, blooming, fruit growth and development in peach tree in the area of Pelotas,RS

COUTO, Marcelo
Fonte: Universidade Federal de Pelotas; Agronomia; Programa de P??s-Gradua????o em Fruticultura de Clima Temperado; UFPel; BR Publicador: Universidade Federal de Pelotas; Agronomia; Programa de P??s-Gradua????o em Fruticultura de Clima Temperado; UFPel; BR
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Português
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58.38744%
Insufficient chilling accumulation limits the production of peach in subtropical areas. Comparatively this combined with the wide temperature fluctuation during bud differentiation, through the bloom period and fruit growth and development may cause crop losses. Problems with low productivity in southern Rio Grande do Sul often attributed to the mild winter conditions, however, the environmental conditions especially around bloom period to be critical for optimal yields. In subtropical ??reas temperature oscillations may cause problems during fertilization with subsequent reduction of fruit set and production instability of some peach cultivars. To better understand the effect of high temperatures on flower differentiation, pre-blooming, blooming, fruit set and fruit development and growth observations were made during the stages of bud differentiation, leafing and blooming, which included pollen production and viability, floral morphology, fruit set and the fruit growth and development. Temperature elevation with the tree was obtained by bagging branches with transparent plastic or with transparent plastic bottles. Plants of two low chilling peach cultivars (200 to 300 hours): Granada and Maciel were used in the years of 2003, 2004 and 2005. Conditions of high temperatures during the period of bud differentiation of Granada and Maciel did not promote the formation of double pistils or any morphologic anomalies. Bagging shoots with transparent plastic bags and plastic bottles is a simple and economical way of increasing the temperature on the branches under field conditions. High temperatures conditions during pre-blooming period advanced and accelerated the flowers anthesis and pistil growth. Flower morphology...

Potencial germinativo de sementes e qualidade de keikis de Dendrobium nobile em diferentes fases do desenvolvimento dos frutos

Sorgato,José Carlos; Soares,Jackeline Schultz; Pinto,Jannaina Velasques da Costa; Rosa,Yara Brito Chaim Jardim
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2015 Português
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67.893193%
Objetivou-se com este trabalho avaliar o potencial germinativo das sementes, formadas por autopolinização manual, em frutos de pseudobulbos de Dendrobium nobile, em diferentes estágios de maturação. Aos 90, 120, 150, 180, 210, 240, 270 e 300 dias após polinização (DAP), cinco pseudobulbos contendo frutos foram destacados da planta-mãe e plantados em recipiente de polipropileno, permanecendo até 300 DAP. Depois desse período, os pseudobulbos foram avaliados quanto ao número de keikis e os keikis produzidos quanto ao diâmetro e comprimento de pseudobulbo, número de folhas e de raízes. A seguir, os frutos foram destacados dos pseudobulbos e avaliados quanto ao diâmetro da maior porção do ovário, comprimento e massa fresca do fruto, massa fresca das sementes e do pericarpo. Para cada época de coleta de frutos, as sementes foram submetidas ao teste de tetrazólio e ao teste de germinação. Quanto maior o diâmetro do fruto, a porcentagem de sementes viáveis e a porcentagem de germinação de D. nobiletambém aumentaram, e essa relação foi crescente à medida que aumentam os dias de permanência dos frutos na planta-mãe. Além disso, pseudobulbos que permaneceram menos tempo na planta-mãe apresentaram maiores números de keikis e...

Fixação e desenvolvimento dos frutos do tangor 'Murcote' (Citrus reticulata Blanco x Citrus sinensis L. Osbeck) e da lima ácida 'Tahiti' (Citrus latifolia Tanaka) com a utilização de biorreguladores.; Fruit set and growth of 'murcott' mandarin hybrid (citrus reticulata blanco x citrus sinensis l. osbeck) and 'tahiti' lime (citrus latifolia tanaka) with use of bioregulators.

Serciloto, Chryz Melinski
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 23/01/2002 Português
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58.36953%
A alternância de produção, o pequeno tamanho e a baixa capacidade de fixação dos frutos são alguns problemas encontrados em alguns cultivares cítricos. O presente trabalho foi conduzido em 2000/2001 sob condições de campo, em pomares comerciais de tangor 'Murcote' (Citrus reticulata Blanco x Citrus sinensis L. Osbeck) e de lima ácida 'Tahiti' (Citrus latifolia Tanaka), de 10 e 8 anos de idade, localizados nas cidades de Mogi-Mirim e Taquaritinga-SP, respectivamente. No primeiro experimento, avaliou-se o efeito dos biorreguladores etilclozate 200 mg.L-1, Fenotiol 10 mg.L-1, Fengib 1 ml.L-1, GA3 20 mg.L-1, 2,4-D 8 mg.L-1 e GA3 20 mg.L-1 + 2,4-D 8 mg.L-1, aplicados após a queda das pétalas, sobre o desbaste e o tamanho dos frutos do tangor 'Murcote'. Nenhum tratamento alterou o número de frutos colhidos e a produtividade (kg/planta). Os tratamentos GA3 20 mg.L-1 + 2,4-D 8 mg.L-1, GA3 20 mg.L-1 e Fenotiol 10 mg.L-1 aumentaram o diâmetro (3,4%; 3,0% e 3,0%), a massa média (7,8%; 8,8% e 9,5%) e o número de frutos colhidos de maior classe comercial. Nenhum tratamento alterou as características tecnológicas dos frutos (% suco, brix, acidez, pH, ratio, cor da casca e cor do suco). As taxas de assimilação de CO2, transpiração...

Analise do padrão de expressão dos genes da familia MADS-box durante o desenvolvimento do fruto de Citrus sinensis; Analysis of MADS-box genes expression patters during fruit development in Citrus sinensis

Pedro Araujo
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 04/02/2010 Português
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Na planta modelo Arabidopsis thaliana o desenvolvimento do fruto foi amplamente estudado e uma série de genes foram relacionados com a ontogênese e o amadurecimento. A identidade dos tecidos dos frutos secos de Arabidopsis é determinada principalmente pelos genes FRUITIFULL (FUL) e SHATTERPROOF (SHP), pertencentes à família multigênica MADS-box. Homólogos a estes genes foram encontrados em frutos carnosos, no entanto a expressão destes homólogos e o papel biológico dos mesmos durante o desenvolvimento dos frutos carnosos são desconhecidos. No banco de dados de genes expressos em Citrus (CitEST), sequências homólogas a FUL e SHP foram encontradas. Uma vez que os frutos de Citrus são carnosos e não apresentam as mesmas estruturas dos frutos de Arabidopsis, decidiu-se caracterizar detalhadamente o desenvolvimento dos frutos em Citrus sinensis e Citrus reticulata e estudar as possíveis funções dos homólogos de FUL e SHP durante o desenvolvimento dos frutos em C. sinensis. Técnicas de microscopia óptica e eletrônica de varredura foram utilizadas para caracterização do desenvolvimento dos frutos. Resultados de RT-PCR mostraram a expressão diferencial dos homólogos de Citrus de FUL e SHP em frutos maduros. Os resultados de hibridização in situ mostraram que o homólogo de FUL expressou-se diferencialmente durante o desenvolvimento do fruto...

Exigências climáticas para o desenvolvimento e maturação dos frutos de cultivares de Coffea arabica

Petek,Marcos Rafael; Sera,Tumoru; Fonseca,Inês Cristina de Batista
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2009 Português
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77.955503%
O objetivo foi caracterizar as exigências climáticas dos estádios fenológicos de cultivares de C. arabica e indicá-las para a tecnologia de escalonamento da colheita. As avaliações foram realizadas na fazenda experimental do Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR), em Londrina, em 16 genótipos, segundo uma escala fenológica, durante dois anos. O número médio de dias, a soma térmica em graus-dia, a precipitação pluvial acumulada e a temperatura média da florada até o estádio de maturação completa (cereja) foram, respectivamente, de 226,2 ± 15,3 dias, 2.781 ± 143,5 graus-dia, 1.065 ± 149,2 mm e 22,49 ± 0,47 ºC. Foi possível caracterizar, de acordo com a exigência térmica, as cultivares Icatu Precoce IAC 3282, Mundo Novo IAC 464-12, IAPAR 59, Rume Sudam IAC 1139 e Costa Rica 95 como precoces; as cultivares Catucai 785-15, Catucaiaçu, Villa Sarchí ICAFÉ, Rubi MG1192 e Ouro Verde IAC H5010-5, como de maturação média; as cultivares 'Obatã IAC 1669-20', Sarchímor IAPAR88480-8, Tupi IAC 1669-33, 'Catuaí Vermelho IAC 99', 'Catucai Vermelho 4-79' e 'Sarchímor E9702 III-1-9' como tardias. Com base em análises de regressão foi possível determinar e quantificar a influência da disponibilidade hídrica para os estádios fenológicos de chumbinho...

Desenvolvimento dos frutos de pêssego 'Aurora' e nectarina 'Sunraycer' no sul de Santa Catarina

Bruna,Emilio Della; Moreto,Alexsander Luis
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2011 Português
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O desenvolvimento do fruto de pessegueiro é resultado da diferenciação e do crescimento das paredes do ovário após a fecundação. A persistência e o crescimento do fruto na planta dependem das relações exatas entre os hormônios auxina, giberelina e citocinina que condicionam o desenvolvimento dos frutos, caracterizado por uma curva dupla sigmoide, com três estádios distintos. O presente trabalho teve por objetivo conhecer o comportamento dos frutos e das sementes do pêssego Aurora e da Nectarina Sunraycer durante todo o seu ciclo de desenvolvimento. O crescimento dos frutos e das sementes durante o ciclo foi determinado semanalmente, coletando-se 30 frutos de dez diferentes plantas em ramos previamente identificados. As sementes foram separadas do fruto para a determinação do peso fresco (PF) e do peso seco (PS). O crescimento dos frutos da variedade Sunraycer dá-se de forma contínua e acelerada desde a floração até a maturação, sugerindo um curto período ou a inexistência do Estágio II de crescimento. Para a variedade Aurora, a curva de crescimento é diferenciada nos três estádios (I, II e III). O raleio dos frutos deve ser feito até o início do estádio II, para a variedade Aurora e Sunraycer. As sementes das variedades Aurora e Sunraycer atingem seu tamanho máximo no estágio I de crescimento do fruto. O aumento de peso seco na semente...

Caracterização física e química de melão durante o seu desenvolvimento

Aroucha,Edna Maria Mendes; Morais,Francisco Alexandro de; Nunes,Glauber Henrique Sousa; Tomaz,Halan Vieira de Queiroz; Sousa,Aline Ellen Duarte de; Neto,Francisco Bezerra
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2007 Português
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O objetivo deste trabalho foi estudar algumas alterações físicas e químicas durante o desenvolvimento de frutos de melão de quatro cultivares. Para isto foram plantadas quatro cultivares de melão na área experimental do Departamento de Ciências Vegetais da Universidade Federal Rural do Semi-Árido - UFERSA, onde foram monitorados os períodos da antese. O delineamento experimental foi em blocos completos casualizados, com três repetições, em esquema de parcela subdividida. As parcelas foram constituídas pelas cultivares de melão ('AF 1749', Hy-Mark, Rochedo e Caipira) e as subparcelas pelas idades dos frutos (14; 21; 28; 35 e 42 dias após a antese). Quatro frutos por subparcela foram colhidos nestas idades e foram analisados quanto à massa média, firmeza, sólidos solúveis, acidez total, vitamina C e pH. Verificou-se interação significativa entre os fatores estudados (idades x cultivares) para massa média dos frutos, firmeza de polpa, acidez total, pH, vitamina C e sólidos solúveis. A massa dos frutos, firmeza, sólidos solúveis, pH e Vitamina C aumentaram, e a acidez diminuiu durante o desenvolvimento dos frutos.

Desenvolvimento dos Frutos e das Sementes de Pessegos Subtropicais de Diferentes Ciclos de Maturacao.

BARBOSA, W.; OJIMA, M.; DALL'ORTO, F.A.C.; MARTINS, F.P.; LOVATE, A.A.
Fonte: Pesquisa Agropecuaria Brasileira, Brasilia, v.28, n.6, p.701-707,jun.1993 Publicador: Pesquisa Agropecuaria Brasileira, Brasilia, v.28, n.6, p.701-707,jun.1993
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Português
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Pesquisou-se, em Jundiai, SP, (23°08'S), o desenvolvimento dos frutos e sementes dos pessegos: Fla. 7-3 (ultraprecoce), 'Tropical' (bem precoce), 'Jóia-1' (precoce), 'Talisma' (mediano), 'Biuti' (tardio) e 'Bolão' (bem tardio). Para cada cultivar definiu-se a duracao dos estadios I, II e III de crescimento dos frutos. Verificou-se que cerca de 98,5% do desenvolvimento dos frutos ocorreram nos estadios I e III, maiormente no ultimo. No estádio II, com 10 ± 2 dias de duracao, os frutos aumentaram, em media, apenas um grama, denotando os efeitos das substancias auxinicas, que, nesta fase, diminuem o crescimento da polpa e enrijecem o caroco. Nos vinte dias antecedentes a maturacao, Fla. 7-3 e 'Tropical' duplicaram os diametros e octuplicaram os pesos de seus frutos; as demais cultivares apresentaram desenvolvimento mais lento dos frutos. Os tegumentos das sementes atingiram seus tamanhos maximos no final do estagio II, quando os embrioes intensificaram seu desenvolvimento. Os pessegos ultraprecoces e bem precoces apresentaram embrioes menores e com pequena quantidade de materia seca. Os carocos de Fla. 7-3 apresentaram-se partidos, em sua maioria, causando aborto dos embrioes pelo rompimento dos feixes vasculares.; 1993

Desenvolvimento vegetativo, produção e qualidade dos frutos da laranjeira ‘Folha Murcha' sobre seis porta-enxertos no Norte do Paraná

Stenzel,Neusa Maria Colauto; Neves,Carmen Silvia Vieira Janeiro; Gonzalez,Maria Gloria Nilo; Scholz,Maria Brígida dos Santos; Gomes,José Carlos
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2005 Português
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Esta pesquisa avaliou em Londrina, PR, plantas de laranjeira ‘Folha Murcha' sobre os porta-enxertos: laranjeira ‘Caipira' (Citrus sinensis (L.) Osb.), limoeiro ‘Cravo' (Citrus limonia Osb.), tangerineira ‘Sunki' (Citrus sunki Hort. ex Tan.), limoeiro ‘Rugoso da Flórida (Citrus jambhiri Lush.), tangerineira ‘Cleópatra' (Citrus reshni Hort. ex Tan.) e limoeiro ‘Volcameriano' (Citrus volkameriana Ten. e Pasq.). O delineamento experimental utilizado foi o de blocos ao acaso, seis porta-enxertos como tratamentos, cinco repetições e duas plantas por parcela. A altura, diâmetro e volume da copa foram significativamente superiores em plantas enxertadas em laranjeira ‘Caipira', quando comparadas com aquelas em limoeiro ‘Volcameriano'. A menor diferença entre os diâmetros dos troncos abaixo/acima da enxertia ocorreu nas plantas em limoeiro ‘Cravo' e tangerineira ‘Sunki'. A produção acumulada foi superior nas plantas sobre limoeiro 'Cravo'e laranjeira ‘Caipira', sem mostrar significância estatística entre si, porém significativamente diferentes daquelas sobre tangerineira ‘Cleópatra' e limoeiro ‘Volcameriano'. A eficiência da produção não foi influenciada pelos porta-enxertos estudados. O peso do fruto foi significativamente maior para as plantas em tangerineira ‘Sunki'...