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Alterações fisiológicas e anatômicas causadas por danos mecânicos durante o beneficiamento de maçãs e frutos cítricos; Fisiological and anatomical alterations caused by mechanical damage during apple and citric fruit handeling

Montero, Cândida Raquel Scherrer
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Português
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Danos mecânicos têm sido responsáveis por grandes perdas de produtos frescos colhidos além de reduzirem a longevidade destes produtos. Este trabalho teve por objetivo medir as forças ocorrentes no embalamento de maçãs e laranjas e identificar os pontos de ocorrência de forças prejudiciais aos frutos. Objetivou-se ainda avaliar os efeitos dos danos mecânicos em maçãs e frutos cítricos submetidos a danos mecânicos de impacto e compressão. Para medir as forças na primeira parte deste estudo foi utilizada uma esfera instrumentada equipada com extensômetros. A esfera foi colocada substituindo um fruto durante os procedimentos de embalamento das maçãs e dos cítricos. Quatro estabelecimentos de embalamento foram avaliados. No laboratório, maçãs das cultivares Fuji Suprema e Royal Gala, laranjas cultivar Valência, limas ácidas Tahiti, tangor Murcott, tangerinas cultivar Rainha, Montenegrina, Michal e Ponkan foram submetidas a impactos (quedas de 10, 20, 40, 80, 100 ou 160 cm) e compressões (10, 20, 40, 80, 160 ou 330 N). As variáveis analisadas na segunda parte deste estudo foram: cor da casca, incidência de podridões e distúrbios fisiológicos, perda de massa fresca, acidez titulável, sólidos solúveis totais...

Controle biológico de Colletotrichum acutatum, agente causal da queda prematura dos frutos cítricos

Kupper, Katia C.; Gimenes-Fernandes, Nelson; Goes, Antonio de
Fonte: Sociedade Brasileira de Fitopatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Fitopatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 251-257
Português
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); O trabalho teve por finalidade estudar a potencialidade antagonística de isolados de Bacillus subtilis a Colletotrichum acutatum, agente causal da queda prematura dos frutos cítricos (Citrus spp.) (QPFC), sob condições de laboratório e de campo. Foram estudados 64 isolados de B. subtilis, quatro isolados de Bacillus spp. e um isolado de B. thuringiensis quanto à capacidade de inibir o desenvolvimento do patógeno em cultura pareada e quanto à produção de metabólitos com atividade antimicrobiana. Os isolados mais promissores foram testados em condições de campo para controle da doença. In vitro, todos os isolados de Bacillus spp. inibiram o crescimento de C. acutatum, não havendo diferenças significativas entre eles. Os isolados de Bacillus spp. produziram, in vitro, metabólitos capazes de inibir o crescimento micelial de C. acutatum, os quais mantiveram suas atividades capazes de causar a inibição, após autoclavagem a 120 ºC, durante 20 min. Dentre os sete isolados de B. subtilis testados para o controle da QPFC, em condições naturais, o ACB-69 diferiu da testemunha e de vários outros isolados, porém equiparou-se estatisticamente ao benomyl, proporcionando menor porcentagem de flores com sintomas e maior número médio de frutos efetivos. Ainda...

Controle químico de Colletotrichum acutatum agente causal da queda prematura dos frutos cítricos

Rinaldo, Davi
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: iii, 35 f. : il.
Português
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48.486074%
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); Pós-graduação em Agronomia (Produção Vegetal) - FCAV; A “queda prematura dos frutos cítricos” é causada pelo fungo Colletotrichum acutatum. O controle eficiente da doença baseia-se na pulverização com fungicidas na época da florada. Esta é considerada a principal doença fúngica do sudoeste paulista, para tanto o trabalho foi instalado em pomar comercial na cidade de Santa Cruz do Rio Pardo / SP, e teve por finalidade avaliar a eficiência de algumas misturas formuladas de fungicidas, adicionados ou não com Cloreto de Benzalcônio (CB). Utilizou-se os seguintes tratamentos: T1) tratamento testemunha; T2) CB 10g ia/100L; T3) CB 5g ia/100L; T4) Famoxadona+Mancozebe (FA + MA) 6,25+625 g ia/100L; T5) FA + MA + CB 6,25+62,5+10 g ia/100L; T6) Carbendazim (CA) 50 g ia/100L; T7) CA + CB 50+5 g ia/100L; T8) CA + CB 50+10 g ia/100L; T9) Fenilpiridinilamina (FE) 25 g ia/100L; T10) FE + CB 25+10 g ia/100L; T11) Trifloxistrobina+Tebuconazol (TR + TE) 4+8 g ia/100L; T12) TR + TE + CB 4+8+10 g ia/100L; T13) 1ª aplicação foi usado Difenoconazol 6,25 g ia/100L e nas três subseqüentes foi utilizado Carbendazim 50 g ia/100L, Convencional da fazenda (CF) + CB 10g ia/100L em todas aplicações; T14) CF. Os tratamentos foram compostos de 4 aplicações...

Determinação do efeito curativo de infecções de Guignardia citricarpa em frutos cítricos mediante o emprego de fungicidas sistêmicos e mesostêmicos

Scaloppi, Eliana Mayra Torrecillas
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: vii, 88 f. : il.
Português
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48.617153%
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); Pós-graduação em Agronomia (Produção Vegetal) - FCAV; Embora o Brasil seja o maior produtor de laranja a nível mundial, a produção citrícola ressente-se de vários problemas de natureza fitossanitária, entre estes a mancha preta dos frutos cítricos, causada por Guignardia citricarpa. Esse fungo além de depreciar comercialmente os frutos, pode levar à queda precoce de mais de 80% da produção. O controle baseia-se no uso de fungicidas, sendo importante determinar o período curativo em que estes produtos estão sendo mais eficientes. Neste trabalho foi determinado o período curativo do pyraclostrobim e do carbendazim, em duas etapas fisiológicas do desenvolvimento dos frutos, sendo a primeira na fase de de queda de pétalas até a 8a semana, e a segunda repetindo-se o tratamento, porém a partir da 9a semana após a queda das pétalas. Para tal, procedeu-se o tratamento dos frutos com os fungicidas, os quais foram aplicados sob a forma de imersão, durante 1 minuto, sendo posteriormente ensacados com sacos de papel cristal, e mantidos assim até a 42a semana. Na primeira etapa, os níveis de incidência e severidade nos frutos tratados com fungicidas foram baixos até a 4a semana de exposição às infecções naturais...

Composição mineral de frutos cítricos na colheita

Bataglia,Ondino C.; Rodriguez,Ody; Hiroce,Rúter; Gallo,José Romano; Furlani,Pedro Roberto; Furlani,Ângela Maria C.
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1977 Português
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48.562183%
Foram amostrados à época de colheita, na Estação Experimental de Limeira, do Instituto Agronômico, frutos cítricos de nove cultivares comerciais pertencentes a diferentes espécies: Citrus sinensis - "baianinha", "hamlin", "pêra", "natal" e "valência"; Citrus reticulata -"cravo"; Citrus paradisi - "marsh-seedless"; Citrus aurantifolia - "taiti"; híbrido Citrus sinensis X Citrus reticnlata -"murcote". Os frutos foram fracionados em casca, polpa mais suco, e sementes. No material seco e moído, procederam-se às determinações dos treze elementos essenciais às plantas e mais sódio, alumínio e cobalto. As quantidades de nutrientes extraídas por tonelada de fruto fresco foram calculadas com base nas proporções e teores de umidade das partes dos frutos. Os nove cultivares estudados extraíram as seguintes quantidades médias de elementos em gramas por tonelada de fruto fresco: N-1.906; P-173; K-1.513; Ca-526; Mg-127; S-137; B-2,2; Cl-24,7; Cu-1,2; Fé-6,6; Mn-2,8; Mo-0,008; Zn-0,9; Co-0,003; Na-43,5; Al-7,6. Os dados obtidos são semelhantes aos encontrados na literatura de outros países para os citros em geral. Há, no entanto, quase sempre, uma inversão na relação nitrogênio-potássio. Os cultivares com maior capacidade de extração de macro e micronutrientes foram as laranjas natal e valência...

Controle biológico de Colletotrichum acutatum, agente causal da queda prematura dos frutos cítricos

Kupper,Katia C.; Gimenes-Fernandes,Nelson; Goes,Antonio de
Fonte: Sociedade Brasileira de Fitopatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Fitopatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2003 Português
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48.486074%
O trabalho teve por finalidade estudar a potencialidade antagonística de isolados de Bacillus subtilis a Colletotrichum acutatum, agente causal da queda prematura dos frutos cítricos (Citrus spp.) (QPFC), sob condições de laboratório e de campo. Foram estudados 64 isolados de B. subtilis, quatro isolados de Bacillus spp. e um isolado de B. thuringiensis quanto à capacidade de inibir o desenvolvimento do patógeno em cultura pareada e quanto à produção de metabólitos com atividade antimicrobiana. Os isolados mais promissores foram testados em condições de campo para controle da doença. In vitro, todos os isolados de Bacillus spp. inibiram o crescimento de C. acutatum, não havendo diferenças significativas entre eles. Os isolados de Bacillus spp. produziram, in vitro, metabólitos capazes de inibir o crescimento micelial de C. acutatum, os quais mantiveram suas atividades capazes de causar a inibição, após autoclavagem a 120 ºC, durante 20 min. Dentre os sete isolados de B. subtilis testados para o controle da QPFC, em condições naturais, o ACB-69 diferiu da testemunha e de vários outros isolados, porém equiparou-se estatisticamente ao benomyl, proporcionando menor porcentagem de flores com sintomas e maior número médio de frutos efetivos. Ainda...

Elaboração e validação de escala diagramática para avaliação da severidade da mancha preta em frutos cítricos

Spósito,Marcel B; Amorim,Lilian; Belasque Junior,José; Bassanezi,Renato B; Aquino,Renata de
Fonte: Sociedade Brasileira de Fitopatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Fitopatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2004 Português
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48.562183%
Uma escala diagramática, abrangendo os dois tipos prevalentes de sintomas de mancha preta em frutos cítricos (Citrus spp.), os de mancha dura e de falsa melanose, foi desenvolvida para padronizar a avaliação da severidade da doença. A escala foi elaborada considerando os limites máximos e mínimos de severidade da doença observados no campo. Os valores intermediários seguiram incrementos logarítmicos para os sintomas do tipo mancha dura (0,5; 1,7; 5,0; 11,5; 22,5 e 49,0%) e do tipo falsa melanose (1,1; 4,5; 15,0; 31,0; 53,0 e 68,0%). Para a validação da escala, seis avaliadores quantificaram a severidade da doença a partir das imagens digitalizadas de 50 frutos com diferentes níveis de doença. Inicialmente, a estimativa da severidade foi feita sem auxílio da escala. Em seguida, os mesmos avaliadores, utilizando a escala diagramática proposta, estimaram a severidade nos mesmos frutos avaliados anteriormente. As avaliações com a escala diagramática foram mais precisas e acuradas nas estimativas de todos os avaliadores e proporcionaram maior reprodutibilidade entre avaliações de diferentes avaliadores. A escala diagramática proposta foi considerada adequada para estimar a severidade da mancha preta nos frutos e será usada em estudos epidemiológicos e de avaliação de estratégias de controle desta doença.

Incidência de mancha preta em frutos cítricos em diferentes etapas de beneficiamento em packinghouses e na Ceagesp SP; Incidence of black spot in citrus fruits from different processing stages in packinghouses and from São Paulo's wholesale market

FISCHER, Ivan H.; TOFFANO, Leonardo; LOURENÇO, Silvia A.; SPÓSITO, Marcel B.; AMORIM, Lilian
Fonte: Sociedade Brasileira de Fitopatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Fitopatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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68.964546%
Este trabalho objetivou avaliar a incidência da mancha preta dos citros (MPC) em frutos de laranja 'Valência' e tangor 'Murcott', destinados à exportação, e em laranjas 'Pêra', 'Lima' e 'Natal' e em tangor 'Murcott', destinados ao mercado interno, após diferentes etapas do beneficiamento em packinghouses, nas safras 2004/05 e 2005/06, assim como a incidência da MPC em laranjas 'Pêra' e 'Lima' e em tangor 'Murcott' comercializados na Ceagesp-SP, em 2006. Frutos foram coletados na chegada ao packinghouse, após a pré-lavagem, após o desverdecimento, na banca, no palete e na Ceagesp, e armazenados durante 14 a 21 dias a 25ºC e 85-90% de UR. A incidência da MPC foi avaliada visualmente após um dia e ao final do armazenamento. A incidência da MPC nos frutos do packinghouse de exportação foi decrescente, com valores médios abaixo de 2,0% na chegada e nenhum sintoma em frutos do palete. A incidência média da MPC em laranjas 'Pêra', 'Lima' e 'Natal' e em tangor 'Murcott' no packinghouse destinado ao mercado interno foi de 64,1; 39,0; 32,1 e 19,3%, respectivamente, após um dia de armazenamento e manteve-se constante em todas as etapas do beneficiamento. A incidência de frutos com MPC na Ceagesp foi baixa nos meses de inverno e crescente na primavera. O aumento médio na incidência da doença após o armazenamento (21 dias) não foi significativo nos frutos cítricos amostrados.; The purposes of this work were a) to evaluate citrus black spot (CBS) incidence in 'Valência' oranges and 'Murcott' tangors aimed at the export market...

Metabolismo de carboidratos e a tolerancia de frutos citricos a baixas temperaturas

Nely Holland
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 21/12/1998 Português
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Foi estudada a influência do metabolismo de carboidratos na aclimatação de frutos cítricos ao estresse pelo frio. Foram utilizados frutos susceptíveis à injúria pelo frio, tais como as tangerinas 'Fortune' e laranjas 'Navelate', e tolerantes ao mo como as laranjas 'Pinalate', em distintos estádios de maturação. Metade destes frutos foi submetida ao tratamento de cura e armazenada a mo (2 e 12°C) e a outra metade foi armazenada sem ser submetida ao pré-tratamento de cura. O nível de amido e açúcares redutores aumentou no flavedo com a maturidade das tangerinas 'Fortune' de novembro a março, mas diminuiu quando os frutos atingiram o amadurecimento interno (suco). A atividade da enzima sacarose fosfato sintase (SPS) no flavedo foi mais baixa neste estádio. A atividade da SPS Vmáx foi maior que a da sacarose sintase (SS) nos frutos menos maturos, e a da SS foi maior nos mais maturos. A taxa de produção de CO2 e etileno aumentou quando as tangerinas 'Fortune' foram expostas' ao acondicionamento a alta temperatura (cura). A cura evitou os sintomas de injúria pelo mo no flavedo das tangerinas e os inibiu nas laranjas 'Navelate'. Os resultados gerais mostram que o metabolismo de carboidratos pode ser um dos mecanismos envolvidos na aclimatação de frutos cítricos ao estresse pelo mo. Nos frutos curados e armazenados a 2°C a sacarose manteve-se mais elevada. Entretanto...

Atividade antimicrobiana de flavonóides polimetoxilados isolados de frutos cítricos

Johann, Susana
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: xi, 83 f.| il., tabs.
Português
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Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina. Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia.; Os flavonóides polimetoxilados (FPM) são metabólitos secundários que ocorrem nas plantas do gênero Citrus e vem sendo introduzidos na dieta humana pelo avanço tecnologico na fabricação de sucos concentrados. Essas substâncias são encontradas principalmente nas cascas dos frutos que incluem princípios de resistência natural contra patógenos. Essa propriedade é, provavelmente, derivada da possibilidade de formarem complexos com proteínas solúveis e com a parede celular de microrganismos. A metilação das hidroxilas confere à molécula caráter lipofilico, o qual é também um dos parâmetros moleculares mais estudados na elaboração de novos medicamentos e pesticidas. No presente estudo, essas moléculas promissoras foram obtidas de cascas de frutos de 4 espécies de Citrus: C. limon, C. reticulata, C. aurantifolia e C. sinensis. Com o uso de hexano foram preparados extratos da cera epicuticular e extratos brutos hexânico. A partir desses extratos, foram obtidos uma cumarina e quatro flavonóides por precipitação com metanol. O processo foi monitorado por meio de cromatografia em camada delgada (CCD) e as substâncias identificadas por métodos espectroscópicos...

INDUÇÃO DO AMADURECIMENTO DE FRUTOS CÍTRICOS EM PÓS-COLHEITA COM A APLICAÇÃO DE ETHEPHON

DOMINGUES,MARCIO CHRISTIAN SERPA; ONO,ELIZABETH ORIKA; RODRIGUES,JOÃO DOMINGOS
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2001 Português
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48.65871%
O presente experimento foi conduzido no Departamento de Botânica -- IB/Unesp, Botucatu-SP, com o objetivo de estudar o efeito da aplicação pós-colheita de Ethephon no desverdecimento de laranjas-doces (Citrus sinensis (L.) Osbeck) cultivar 'Hamlin' e 'Baianinha', consideradas cultivares precoces. Os frutos foram imersos por diferentes tempos em solução aquosa de Ethephon mais 0,05% do adjuvante Extravon (25% de Alquilfenol - poliglicoléter). Os frutos foram colocados em caixas de madeira, sobre bancada, em temperatura ambiente, onde permaneceram por 72 horas. Os tratamentos utilizados foram os seguintes: T1- testemunha (água); T2 -- Ethephon -- 1000 mg.L-1 / 5 minutos de imersão; T3 - Ethephon -- 2000 mg.L-1 / 5 minutos de imersão; T4 -- Ethephon -- 3000 mg.L-1 / 5 minutos de imersão; T5 -- Ethephon -- 4000 mg.L-1 / 5 minutos de imersão; T6 -- Ethephon -- 1000 mg.L-1 / 10 minutos de imersão; T7 - Ethephon -- 2000 mg.L-1 / 10 minutos de imersão; T8 -- Ethephon -- 3000 mg.L-1 / 10 minutos de imersão; T9 -- Ethephon -- 4000 mg.L-1 / 10 minutos de imersão. O delineamento experimental adotado foi o de blocos ao acaso, com 9 tratamentos e 4 repetições. Após 72 horas, o experimento foi avaliado através das seguintes variáveis: teor de clorofila da casca...

Caracterização dos danos pós-colheita em citros procedentes de "packinghouse"

Fischer,Ivan H.; Toffano,Leonardo; Lourenço,Silvia A.; Amorim,Lílian
Fonte: Sociedade Brasileira de Fitopatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Fitopatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2007 Português
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As doenças pós-colheita representam um sério obstáculo à citricultura, uma vez que comprometem a qualidade e quantidade dos frutos colhidos. Este trabalho objetivou caracterizar as injúrias pós-colheita de frutos de laranja 'Pêra', 'Lima' e 'Natal' e de tangor 'Murcott', destinados ao mercado interno, após diferentes etapas do beneficiamento em "packinghouse". Foram coletados cem frutos na chegada ao "packinghouse", na banca de embalagem e no palete, após embalamento em caixas de madeira. Os frutos foram individualizados e submetidos à câmara úmida por 24 horas, permanecendo por mais 20 dias a 25ºC e 85% de umidade relativa. A incidência de podridões foi avaliada visualmente após a retirada da câmara úmida e a cada três dias. Os patógenos fúngicos encontrados tiveram a patogenicidade confirmada através da inoculação em frutos sadios. Não houve diferença significativa na incidência de doenças pós-colheita nas diferentes fases do processamento nas variedades Lima e Natal. Na variedade Pêra e no tangor 'Murcott', a incidência de doenças foi menor nas amostras coletadas na chegada ao "packinghouse". O bolor verde (Penicillium digitatum) foi a principal doença encontrada nos diferentes frutos cítricos. Outras doenças importantes foram a antracnose (Colletotrichum gloeosporioides)...

Caracterização físico-química de frutos cítricos apirênicos produzidos em Viçosa, Minas Gerais

Santos,Dierlei dos; Matarazzo,Pedro Henrique Monteiro; Silva,Danieele Fabíola Pereira da; Siqueira,Dalmo Lopes de; Santos,Daiane Cristina Marques dos; Lucena,Cícero Cartaxo de
Fonte: Universidade Federal de Viçosa Publicador: Universidade Federal de Viçosa
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 Português
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A ausência de sementes em frutos cítricos é uma característica altamente desejável e há demanda crescente por esses frutos, por consumidores mais exigentes. Neste trabalho, objetivou-se, avaliar algumas características físicoquímicas dos frutos de oito variedades apirênicas, recém-introduzidas na Zona da Mata Mineira. Avaliaram-se cinco frutos de cada uma das três plantas que compõem cada acesso no matrizeiro. Os frutos foram colhidos e levados ao laboratório, onde foram determinados a coloração da casca e polpa, altura e diâmetro do fruto, espessura da casca, presença de granulação, contagem do número de gomos, rendimento de suco, ATT, SST e ratio (SST/ATT). As variedades 'Okitsu' e 'Ortanique' apresentaram melhor coloração de casca e polpa. A granulação foi observada em 'Okitsu', 'Clemenules', 'Nova' e 'Marisol'. 'Salustiana', 'Navelina' e 'Ortanique' apresentaram os melhores rendimentos de suco e ausência total de granulação. Os maiores teores de SST e ATT foram observados em 'Salustiana' e 'Clemenules'. O ratio, no intervalo considerado adequado, foi observado nas variedades 'Navelina' e 'Navelate', caracterizando a melhor adaptação. 'Ortanique' teve bom desempenho em todas as características avaliadas...

Incidência de mancha preta em frutos cítricos em diferentes etapas de beneficiamento em packinghouses e na Ceagesp SP

Fischer,Ivan H.; Toffano,Leonardo; Lourenço,Silvia A.; Spósito,Marcel B.; Amorim,Lilian
Fonte: Sociedade Brasileira de Fitopatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Fitopatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2008 Português
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Este trabalho objetivou avaliar a incidência da mancha preta dos citros (MPC) em frutos de laranja 'Valência' e tangor 'Murcott', destinados à exportação, e em laranjas 'Pêra', 'Lima' e 'Natal' e em tangor 'Murcott', destinados ao mercado interno, após diferentes etapas do beneficiamento em packinghouses, nas safras 2004/05 e 2005/06, assim como a incidência da MPC em laranjas 'Pêra' e 'Lima' e em tangor 'Murcott' comercializados na Ceagesp-SP, em 2006. Frutos foram coletados na chegada ao packinghouse, após a pré-lavagem, após o desverdecimento, na banca, no palete e na Ceagesp, e armazenados durante 14 a 21 dias a 25ºC e 85-90% de UR. A incidência da MPC foi avaliada visualmente após um dia e ao final do armazenamento. A incidência da MPC nos frutos do packinghouse de exportação foi decrescente, com valores médios abaixo de 2,0% na chegada e nenhum sintoma em frutos do palete. A incidência média da MPC em laranjas 'Pêra', 'Lima' e 'Natal' e em tangor 'Murcott' no packinghouse destinado ao mercado interno foi de 64,1; 39,0; 32,1 e 19,3%, respectivamente, após um dia de armazenamento e manteve-se constante em todas as etapas do beneficiamento. A incidência de frutos com MPC na Ceagesp foi baixa nos meses de inverno e crescente na primavera. O aumento médio na incidência da doença após o armazenamento (21 dias) não foi significativo nos frutos cítricos amostrados.

Controle da pinta preta dos frutos cítricos em cultivo orgânico com agentes de biocontrole e produtos alternativos

Bernardo,Eduardo Roberto A.; Bettiol,Wagner
Fonte: Sociedade Brasileira de Fitopatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Fitopatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2010 Português
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Bacillus subtilis, Trichoderma harzianum e leite foram avaliados no controle da pinta preta de laranja 'Pêra' orgânica, nas safras 2004/2005 e 2005/2006. Os tratamentos estudados foram: Bacillus (10(7) e 10(8) ufc/mL), meio de cultura para fermentação de Bacillus, Trichoderma (10(6) conídios/mL), leite (5%) e testemunha (biofertilizante a 3%). Os produtos, exceto biofertilizante (pulverizado mensalmente), foram pulverizados 28, 56, 84, 112, 140 e 168 dias depois da primeira pulverização (08/12/2004 e 09/12/2005, respectivamente). A severidade da doença foi avaliada utilizando escala de notas de 1 a 6 em 50 frutos/repetição. Na safra 2004/2005, as plantas pulverizadas com leite e Bacillus (10(8) ufc/mL) apresentaram maior número de frutos com nota 1 (26,3 e 19,4%, respectivamente) e menor com notas de 3 a 6 (29,8 e 35,6%, respectivamente). Na safra 2005/2006, o maior número de frutos com nota 1 (7,4 e 3,7%) e o menor na faixa de 3 a 6 (64,4 e 71,0%) foram observados nas plantas pulverizadas com leite e Bacillus (10(7) ufc/mL), respectivamente. O índice de doença (ID), na safra 2004/2005, foi de 0,36 para os tratamentos com leite e Bacillus 10(8) ufc/mL, e de 0,43 para o tratamento com biofertilizante. Em 2005/2006, os IDs foram 0...

Estudio transcriptómico de los mecanismos implicados en la tolerancia inducida por el curado al daño de frío y por el etileno al colapso de la corteza en los frutos cítricos

Establés Ortiz, Beatriz Aurelia
Fonte: Conselho Superior de Investigações Científicas Publicador: Conselho Superior de Investigações Científicas
Tipo: Tesis Formato: 22632600 bytes; application/pdf
Português
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Tesis doctoral. Universidad Politécnica de Valencia, Instituto de Agroquímica y Tecnología de alimentos (IATA-CSIC). Fecha de defensa: Julio 2008; Muchos productos hortofrutícolas desarrollan ‘daños de frío’ durante la conservación a temperaturas inferiores a 12-15 ºC. El tratamiento de ‘curado’ (3 días 37 ºC) previene la aparición de esta alteración en los frutos cítricos cuando se conservan a 2 ºC. En la mandarina ‘Fortune’, muy susceptible al frío, los daños se manifiestan como un picado y áreas de color pardo en la parte más externa de la corteza (flavedo). Otra de las alteraciones frecuentes en la postcosecha de los frutos cítricos es el ‘colapso de la corteza’, que se produce a temperaturas superiores a las que causan ‘daños de frío’ y cuyos síntomas se caracterizan por la aparición de depresiones en la piel. El acondicionamiento de frutos de ‘Navelate’ durante 4 días con 10 μL L-1 de etileno a 22 ºC y 90-95% de humedad relativa (HR) redujo notablemente la incidencia de esta alteración, mientras que la aplicación de 1 μL L-1 de 1-metilciclopropeno (1-MCP), un inhibidor de la percepción de etileno, la potenció. Para entender los mecanismos asociados al efecto beneficioso del curado reduciendo el ‘daño de frío’ y del etileno frente al ‘colapso de la corteza’...

Resistencia frente a la infección por Penicillium digitatum durante la postcosecha de los frutos cítricos. Bases moleculares y metabolismo de fenilpropanoides

Ballester Frutos, Ana Rosa
Fonte: Conselho Superior de Investigações Científicas Publicador: Conselho Superior de Investigações Científicas
Tipo: Tesis Formato: 9999634 bytes; application/pdf
Português
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Tesis Doctoral. Facultad de Farmacia, Universidad de Valencia y Grupo de Postcosecha, Instituto de Agroquímica y Tecnología de Alimentos (CSIC); Penicillium digitatum es el agente causal de la podredumbre verde de los frutos cítricos y constituye uno de los patógenos más importantes durante la postcosecha de los mismos, llegando a causar hasta el 80 % de las podredumbres. Aunque el control de este patógeno se realiza en la actualidad con fungicidas químicos, existe una tendencia al abandono de los mismos y al empleo de estrategias alternativas de control. La inducción de resistencia natural en los frutos constituye una de estas alternativas. En el presente trabajo se pretende profundizar en las bases biológicas y moleculares de la inducción de resistencia en los frutos cítricos frente a un ataque por P. digitatum. Se han evaluado distintos métodos de inducción de resistencia frente a P. digitatum con el fin de optimizar y seleccionar uno de ellos con el que abordar los estudios posteriores. Se compararon diversos tratamientos químicos (metil jasmonato, ácido β-aminobutírico y Brotomax®) y biológicos (hongos no patógenos de cítricos y paredes celulares de P. digitatum), así como un tratamiento de infección previa con P. digitatum y posterior inactivación térmica del patógeno. Se seleccionó este último sistema atendiendo a los buenos niveles de resistencia alcanzados (la incidencia se redujo más de un 70 % y la severidad más de un 85 %) y a la reproducibilidad del mismo. El tratamiento seleccionado se empleó para estudiar los cambios globales de expresión génica durante la inducción de resistencia. Estos cambios se analizaron en el flavedo y el albedo de frutos cítricos empleando dos micromatrices de cDNA desarrolladas por el Consorcio de Genómica Funcional de Cítricos...

Cambios de expresión génica asociados a la respuesta de los frutos cítricos frente a la infección por hongos del género Penicillium

Alamar Cort, Santiago
Fonte: Conselho Superior de Investigações Científicas Publicador: Conselho Superior de Investigações Científicas
Tipo: Tesis Formato: 7578182 bytes; application/pdf
Português
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295 páginas.-- Tesis doctoral del Departamento de Tecnología de Alimentos de la Universidad Politécnica de Valencia (UPV) y del Instituto de Agroquímica y Tecnología de Alimentos (IATA-CSIC).-- Fecha de lectura: 05/03/2009; La infección producida por P. digitatum y P. italicum es una de las principales causas de pérdidas durante la postcosecha de frutos cítricos. Los problemas derivados de la aplicación de fungicidas químicos utilizados en su control justifican la búsqueda de alternativas eficaces. El conocimiento de las bases de la interacción planta-patógeno y los mecanismos de defensa de las plantas son fundamentales en el desarrollo de alternativas para el control de patologías vegetales. Hasta la fecha, hay pocos estudios sobre los procesos implicados en la respuesta de defensa de los frutos frente a la infección por hongos fitopatógenos. Durante el desarrollo de este trabajo hemos empleado diferentes aproximaciones de genómica funcional para profundizar en la respuesta de los frutos cítricos a la infección por hongos del género Penicillium. Hemos elaborado dos bibliotecas de cDNA: RindPdig24 se obtuvo de frutos de mandarina 'Clemenules' a las 24 horas después de ser heridos e infectados por P. digitatum, mientras que PostharvP1 se obtuvo de frutos de mandarina 'Clemenules' heridos y frutos heridos e infectados por P. digitatum a diferentes tiempos...

Dinámicas del viento en quintas de cítricos y daño en los frutos

Cataldo,José; Durañona,Valeria; Pienika,Rodolfo; Gravina,Alfredo
Fonte: Agrociencia Uruguay Publicador: Agrociencia Uruguay
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 Português
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En Uruguay las quintas de cítricos están protegidas con mallas naturales, conformadas por árboles altos. Si bien se consigue disminuir la velocidad media del viento, no se logra una disminución de la cantidad de fruta descartada debido al daño por viento. El roce de las hojas sería lo que genera el mayor daño sobre la superficie en las primeras etapas de crecimiento del fruto. Se realizó un trabajo de campo en un cuadro de una plantación de cítricos, en el que se instalaron mallas de manera de lograr una protección parcial del mismo. En las zonas protegidas por estas mallas se apreció un aumento de la cantidad de fruta de calidad exportable. A diferencia de las barreras naturales, cuando el viento escurre alrededor de estas mallas plásticas se produce turbulencia con escalas del tamaño de las hojas de los árboles y aún menores. Se estudió un árbol cítrico en el túnel de viento, con flujos de velocidad media entre 1 m/s y 6 m/s, y de diferente nivel de energía contenida en las estructuras vorticosas correspondientes a longitudes del tamaño de las hojas y menores. Para una velocidad media determinada, cuando el contenido de energía de las pequeñas escalas de la turbulencia era elevado, las hojas se movieron con una amplitud significativamente mayor a cuando el flujo presentó baja energía en las pequeñas escalas de la turbulencia. Esto lleva a concluir que la hoja permanecería alejada del fruto un tiempo significativamente mayor cuanto más elevada sea la energía contenida en las pequeñas escalas de la turbulencia...

Efecto de la temperatura de conservación en el contenido de carotenoides y vitamina C en frutos de pomelo rojo

Lado,Joanna; Pascual,Marta; Zacarías,Lorenzo; Rodrigo,María Jesús
Fonte: Agrociencia Uruguay Publicador: Agrociencia Uruguay
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2015 Português
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Los carotenoides y la vitamina C son componentes importantes de la calidad nutricional y organoléptica en los frutos cítricos. Los frutos de pomelo rojo deben su coloración a la presencia de licopeno, un caroteno lineal de color rojo, tanto en la piel como en la pulpa, una característica muy inusual en los frutos cítricos. Esta propiedad le confiere a los frutos un interés especial dada la gran actividad antioxidante de este compuesto y sus posibles beneficios para la salud. La conservación refrigerada es una práctica habitual durante la postcosecha de los frutos cítricos. El objetivo de este estudio fue evaluar el efecto de la temperatura de conservación en el contenido de carotenoides y vitamina C en la piel y la pulpa de frutos de pomelo rojo Star Ruby (SR). Los resultados indican que los frutos almacenados hasta ocho semanas a 12 ºC alcanzan concentraciones de carotenoides totales en la piel tres a cuatro veces superiores a las de los frutos mantenidos a 2 ºC. La mayor temperatura de almacenamiento (12 ºC) potenció la acumulación de los carotenos lineales (fitoeno, fitoflueno y licopeno) y se observó una disminución de los carotenoides derivados del licopeno (b-caroteno y xantofilas). De forma similar, el contenido en vitamina C se incrementó ligeramente en la piel de los frutos conservados a 12 ºC. Sin embargo...