Página 1 dos resultados de 132 itens digitais encontrados em 0.004 segundos

A gestão intermédia num agrupamento de escolas da Terra Quente Transmontana: os Coordenadores de Departamento Curricular da Educação Pré-Escolar e do 1º Ciclo do Ensino Básico

Gonçalves, Maria Gil Fernandes Braga
Fonte: Instituto Politécnico de Bragança Publicador: Instituto Politécnico de Bragança
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
Relevância na Pesquisa
47.69197%
O presente trabalho analisa a integração/participação da Educação Pré-Escolar e do 1º Ciclo do Ensino Básico (CEB) num Agrupamento, as suas implicações a nível organizacional nos departamentos curriculares e na ação/participação dos coordenadores de departamento curricular. Igualmente, analisa a influência desta integração no clima de escola, na compatibilização de culturas e de práticas profissionais. As permanentes alterações e pressões a que a escola tem estado sujeita pelas orientações nacionais (produção contínua de legislação), pelos mass-média (pressões sobre os professores, pais, alunos), pelos próprios agentes educativos, pela comunidade educativa e pelos avanços tecnológicos, tornam pertinente analisar os efeitos da integração/associação de escolas na gestão da Educação Pré-Escolar e do 1º CEB. Assim, estabelecemos quatro eixos de análise que consideramos essenciais para este estudo: 1) nova identidade do Agrupamento organizacional e culturalmente integradora; 2) autonomia relativa dos professores da Educação Pré-Escolar e do 1º CEB; 3) articulação e integração do trabalho docente e curricular; 4) motivação profissional dos docentes. A metodologia utilizada nesta investigação é de natureza qualitativa...

A voz do Coordenador de Departamento Curricular: percepções e práticas no exercício da função

Canas, Maria de Fátima da Silva
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
Relevância na Pesquisa
47.55386%
O presente estudo incide na percepção que os coordenadores de departamento curricular têm das suas práticas e funções no desempenho do cargo que ocupam. São estes actores, que viram acrescidas as suas funções e responsabilidades com as mais recentes alterações dos normativos legais, que terão que se constituir como um farol dos seus pares, contribuindo para a melhoria da qualidade do ensino e da própria escola. Demos ênfase às funções de coordenação, de liderança e supervisão que exercem, uma vez que lhes cabe o papel de mobilizarem e impulsionarem os seus pares para a prossecução dos objectivos definidos no projecto educativo, concorrendo para a assunção de uma escola mais participada, que se pensa e reconstrói, de acordo com os desafios que emergem das modificações da sociedade e das constantes alterações legislativas. O trabalho desenvolve-se em duas partes, a primeira dedicada à fundamentação teórica e a segunda ao estudo empírico. Assim, na primeira parte debruçámo-nos sobre a autonomia das escolas e as estruturas de gestão intermédia, com especial incidência nos departamentos curriculares e nos seus coordenadores, à luz dos normativos legais. Paralelamente, realizámos a revisão da literatura sobre esta temática articulando-a com a evolução do conceito de supervisão e de supervisor...

O papel das estruturas de Gestão Intermédia na inclusão dos alunos com NEE no ensino secundário

Matos, Cristina Maria da Rocha
Fonte: Universidade Católica Portuguesa Publicador: Universidade Católica Portuguesa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em 10/10/2012 Português
Relevância na Pesquisa
47.9187%
Com a aplicação da Lei n.º 85/2009, de 27 de Agosto, a escolaridade obrigatória, em Portugal, passa de 9 para 12 anos. Esta lei aplica-se também aos alunos com NEE pelo que, no ano letivo de 2012/2013, as escolas secundárias terão estes alunos nas turmas de 10.º ano. O papel desempenhado pelas lideranças intermédias nas organizações escolares pode ser determinante no sucesso da inclusão de alunos com NEE no ensino secundário. Contudo, paralelamente, estas lideranças sentem fortemente o aparecimento de mais dois problemas suplementares: a constituição de mega agrupamentos e os exames nacionais. Foi neste quadro de redobrado complexidade que, com base num estudo descritivo, realizámos esta investigação num Agrupamento de Escolas do Distrito de Viseu que tem em funcionamento uma Unidade de Multideficiência e Surdo Cegueira Congénita. Procurámos saber de que forma as estruturas de gestão intermédia, estão a preparar a chegada destes alunos ao ensino secundário e quais os constrangimentos e os fatores potenciadores de sucesso percecionados por estas estruturas de gestão intermédia. Entre os constrangimentos apontados pelas lideranças intermédias, destacamos a legislação, a falta de recursos materiais...

A gestão intermédia nos agrupamentos de escolas: os coordenadores de estabelecimento e as lideranças periféricas

Castro, Dora Maria Ramos Fonseca de
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Tese de Doutorado
Português
Relevância na Pesquisa
47.69197%
As escolas do 1º ciclo e os jardins-de-infância confrontaram-se recentemente com a obrigatoriedade de se organizarem em associação com outras escolas do 2º e 3º ciclos do ensino básico através dos chamados Agrupamentos de Escolas. Estes Agrupamentos (verticais) poderão ser entendidos como funcionando num certo modelo de rede piramidal ou seja, cria-se um centro de decisão – a escola-sede do Agrupamento (por norma, uma escola do 2º e 3º ciclo do ensino básico, com os seus órgãos de gestão de topo) – relativamente ao qual se afiliam uma série de escolas periféricas, designadamente da educação préescolar e do 1º ciclo do ensino básico. Procuraremos, neste estudo, problematizar a situação periférica destes estabelecimentos de educação e de ensino, tendo em conta a complexidade das regulações e tensões a que estão sujeitos e que colocam no centro das atenções a figura do Coordenador de estabelecimento. É com base num estudo de caso sobre um Agrupamento de Escolas, situado no norte do país, que procurámos perceber qual o papel que os Coordenadores de estabelecimento assumem ao nível da gestão intermédia do Agrupamento, analisando em particular a sua condição de líderes periféricos deste tipo de organização escolar. ABSTRACT: Primary schools and pre-schools were faced recently with the compulsory directive to organize themselves in association with other schools (middle schools and junior high schools) through the so-called Groups of Schools (Agrupamentos de Escolas). These (vertical) Groups can be understood as functioning in a certain model of pyramidal network...

O exercício da supervisão em estruturas de gestão intermédia : o coordenador de ciclo e o director de turma

Pinheiro, Fernanda Paula Fernandes dos Reis
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
Relevância na Pesquisa
47.55386%
No actual sistema de ensino português os cargos de gestão intermédia, nomeadamente o de Coordenador de Ciclo e de Director de Turma, assumem um papel decisivo na estrutura e na orgânica de Escola e, por conseguinte, nos processos de ensino e aprendizagem. Com efeito, este estudo situa-se na interface de duas linhas de análise: averiguar a consonância das práticas do quotidiano escolar destas duas figuras com a legislação em vigor e se aos cargos de Coordenador de Ciclo e de Director de Turma está inerente o exercício supervisivo. O estudo empírico que alicerçou esta dissertação foi realizado no ano lectivo de 2004/2005 e focalizou-se em duas Escolas do distrito de Coimbra. Os participantes foram os dois Presidentes dos Conselhos Executivos e Pedagógicos das Escolas, os três Coordenadores de Ciclos, quarenta e quatro Directores de Turma e o Director do Centro de Formação de Associação de Escolas local. As técnicas de recolha de dados utilizadas foram o inquérito por questionário e entrevista e análise documental. Para tratamento dos dados recorreu-se à análise estatística e à análise de conteúdo. Os resultados obtidos permitiram-nos concluir que, no actual contexto educativo, os professores que exercem os cargos de Coordenador de Ciclo e de Director de Turma assumem um papel fulcral na estrutura...

A Relevância e as Competências das Estruturas de Gestão Intermédia: os coordenadores de departamento

Sequeira, António Luis Rocha
Fonte: Universidade de Évora Publicador: Universidade de Évora
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
Relevância na Pesquisa
68.14322%
Dada a concentração e profusão das responsabilidades do director escolar, verificámos a tendência de relevar a importância das estruturas de gestão intermédia das escolas na acção a ter no prosseguimento dos ideais educativos. Dos órgãos de gestão intermédia da estrutura hierárquica da escola o que mereceu a nossa atenção foi o departamento curricular representado pelo respectivo coordenador, pelo facto do Decreto-Lei n.º 75/2008, de 22 de Abril, o considerar a principal estrutura de coordenação e supervisão pedagógica. Por esta razão, o coordenador de departamento é considerado o impulsionador do trabalho que é realizado pelos outros dentro do mesmo grupo de acção, influindo na determinação de procedimentos com vista ao alcance dos objectivos organizacionais. Consequentemente e segundo o que está previsto na lei e na análise documental orientámos este estudo a partir das seguintes questões: será que os coordenadores de departamento conhecem, cumprem e obedecem com as competências e funções que lhe são atribuídas? Será que eles induzem competências de liderança e de mediação? Para podermos analisar e concluir relações no âmbito da investigação que nos propusemos efectuar, nomeadamente o papel e as funções do coordenador de departamento e a relação da sua função com os parâmetros afectos à liderança e mediação – que são os objectivos mais gerais deste estudo – efectuámos um trabalho de pesquisa descritiva conduzido por um inquérito...

Lógicas de acção na gestão intermédia das escolas : o caso do departamento curricular das expressões

Vitorino, Ana Paula Vicente
Fonte: Instituto Politécnico de Lisboa Publicador: Instituto Politécnico de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /02/2012 Português
Relevância na Pesquisa
68.058228%
O tema da investigação prende-se com a gestão intermédia das escolas, especificamente, o departamento curricular de expressões (DCEXP). Este estudo analisa as mudanças provocadas pelo novo modelo de estrutura intermédia estabelecido pelo DL nº 75/2008, de 22 de Abril, tendo em conta os vários modelos de agrupamento de escolas vigentes no actual sistema educativo. Procurou-se conhecer a perspectiva de directores, coordenadores de departamento de expressões e professores do mesmo departamento sobre os processos organizacionais e as lógicas de acção desenvolvidas. Para consolidar as múltiplas interrogações e o trajecto final assentar numa reflexão solidamente construída, o corpus teórico envolveu duas grandes temáticas: abordagem da escola como organização e o seu desenvolvimento no sistema educativo português. Em termos metodológicos, optou-se por um estudo qualitativo, com características exploratórias e descritivas. Para a recolha de dados, seleccionámos três agrupamentos de escolas de três concelhos limítrofes ao distrito de Lisboa (um agrupamento vertical, um agrupamento horizontal e um mega agrupamento). Os sujeitos participantes de cada agrupamento foram os directores, os coordenadores do departamento curricular de expressões...

Lógicas de ação na gestão intermédia das escolas: o caso do departamento curricular das expressões

Vitorino, Ana Paula Vicente
Fonte: CIED – Centro Interdisciplinar de Estudos Educacionais Publicador: CIED – Centro Interdisciplinar de Estudos Educacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /05/2013 Português
Relevância na Pesquisa
68.058228%
O tema da investigação prendeu-se com a gestão intermédia das escolas, especificamente, o departamento curricular de expressões (DCEXP). Este estudo analisou as mudanças provocadas pelo novo modelo de estrutura intermédia estabelecido pelo DL nº 75/2008, de 22 de Abril, tendo em conta os vários modelos de agrupamento de escolas vigentes no atual sistema educativo. Procurou-se conhecer a perspetiva de diretores, coordenadores de departamento de expressões e professores do mesmo departamento sobre os processos organizacionais e as lógicas de acção desenvolvidas. Para consolidar as múltiplas interrogações e o trajecto final assentar numa reflexão solidamente construída, o corpus teórico envolveu duas grandes temáticas: abordagem da escola como organização e o seu desenvolvimento no sistema educativo português. Em termos metodológicos, optou-se por um estudo qualitativo, com características exploratórias e descritivas. Para a recolha de dados, foram selecionados três agrupamentos de escolas de três concelhos limítrofes ao distrito de Lisboa (um agrupamento vertical, um agrupamento horizontal e um mega agrupamento). Os sujeitos participantes de cada agrupamento foram os diretores, os coordenadores do departamento curricular de expressões...

O departamento curricular do 1º ciclo nos agrupamentos de escolas: coordenação, organização e dinâmica de ação

Silva, Aida de Fátima Carvalho Gomes da
Fonte: Instituto Politécnico de Lisboa Publicador: Instituto Politécnico de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /12/2013 Português
Relevância na Pesquisa
47.776953%
Dissertação apresentada à Escola Superior de Educação de Lisboa para obtenção do grau de mestre em Administração Escolar; No panorama educativo Português foram introduzidas, nos últimos anos, alterações que vieram atribuir às estruturas de orientação educativa novas responsabilidades e implicaram mudanças na organização das Escolas, particularmente ao nível dos cargos de gestão intermédia, como o Departamento do 1º ciclo. O Coordenador deste órgão assume uma posição estratégica nas Escolas do 1º Ciclo e na relação entre estas e o órgão de gestão. O presente estudo tem como principal objetivo conhecer a organização, funcionamento e forma de coordenação do Departamento do 1º Ciclo. Neste sentido, desenvolvemos um estudo qualitativo, realizando um inquérito por entrevista em dois Agrupamentos Verticais de Escolas da região da Grande Lisboa. Utilizámos a entrevista semiestruturada como técnica de recolha de dados, visando conhecer as conceções dos dois diretores de Agrupamento, dos dois Coordenadores de Departamento Curricular do 1º Ciclo e de quatro professores deste nível educativo, sobre o papel do Departamento do 1º Ciclo e do seu Coordenador. Os resultados do estudo indicam que são reconhecidas a importância e o papel do Departamento do 1º Ciclo e do seu Coordenador e que este assume comportamentos que confirmam a confiança nele depositada...

A supervisão nas estruturas intermédias do 1º ciclo: as coordenações de ano

Miranda, Sílvia Filipa da Silva
Fonte: Instituto Politécnico de Lisboa Publicador: Instituto Politécnico de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /12/2014 Português
Relevância na Pesquisa
47.55386%
Dissertação apresentada à Escola Superior de Educação de Lisboa para obtenção do grau de mestre em Ciências da Educação, especialidade em Supervisão em Educação; As Coordenações de Ano são estruturas de gestão intermédia específicas das escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico. Com este estudo pretendemos perceber as finalidades, orientações e modo de funcionamento das Coordenações de Ano. Neste sentido, estudamos o caso da Coordenação de Ano num Agrupamento de Escolas da região de Sintra. Utilizamos as entrevistas semiestruturadas para tentar saber quais as perceções dos Professores e dos Coordenadores de Ano sobre a organização e finalidades destes órgãos e qual o papel supervisivo que desempenham ou devem desempenhar, procurando ainda saber o seu contributo para o Desenvolvimento Profissional Docente. Realizamos também a análise das quatro atas das reuniões do 2º período do ano letivo 2013/14, para perceber as formas de organização das reuniões de Coordenação de Ano e os eixos de ação dos seus coordenadores, nomeadamente no exercício da função supervisiva. No cruzamento dos dados obtidos, concluímos que existe algum consenso em relação às finalidades e funções da Coordenação de Ano...

Relatório de atividades e de desenvolvimento profissional

Ponte, Maria Pedro Chorondo Rodrigues
Fonte: Repositório Comum de Portugal Publicador: Repositório Comum de Portugal
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2013 Português
Relevância na Pesquisa
47.9187%
O foco deste Relatório de Atividade e de Desenvolvimento Profissional recai sobre a experiencia desenvolvida ao longo da profissão de docente, explorando e investigando essencialmente o desenvolvimento uma área específica, a supervisão pedagógica. O objetivo é trazer à tona um conjunto de questões relacionadas com essa temática, analisando, sobretudo a relação entre supervisão pedagógica e coordenação de estruturas de gestão intermédia, particularmente a coordenação de grupo de educação especial. Face às novas exigência e desafios com que os coordenadores são constantemente confrontados, decidi dar ênfase aos cargos de gestão intermédia e à importância que as funções de coordenação desempenham no âmbito da liderança e da supervisão pedagógica. Na realidade, as alterações legislativas ao Estatuto da Carreira Docente têm introduzido sucessivas mudanças, quer na organização das escolas quer na atribuição de novas funções aos docentes, nomeadamente aos coordenadores de departamento e de grupo disciplinar, a quem são exigidas, cada vez mais, funções de liderança e de supervisão dos seus pares, como por exemplo a intervenção na avaliação de desempenho docente. É certo que esta reconceptualização da supervisão pedagógica se insere num novo paradigma de intervenção e ação docente que privilegia a promoção da autonomia do professor e o desenvolvimento profissional de natureza reflexiva...

Coordenador de Núcleo e Coordenador de Departamento do Primeiro Ciclo do Ensino Básico : desafios, constrangimentos e dinâmicas

Melo, Maria de Fátima Miranda
Fonte: Universidade dos Açores Publicador: Universidade dos Açores
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em 26/01/2011 Português
Relevância na Pesquisa
47.9187%
Dissertação de Mestrado em Supervisão Pedagógica (Educação de Infância e/ou Ensino Básico - 1º Ciclo).; O Coordenador de Núcleo é uma figura com uma presença muito marcante na Escola, quer pela posição que, enquanto gestor intermédio, ocupa na sua organização, quer pelo manancial de funções e papéis que desempenha. Recentemente, surgiu a figura do Coordenador de Departamento do 1.º ciclo, com a qual passou a lidar no seu quotidiano escolar. Com a nossa investigação procurámos perceber o papel destes dois órgãos para a escola, atendendo às funções e práticas que desenvolvem, assim como às relações que estabelecem entre si. Esta investigação procurou, assim, compreender estes dois órgãos na dupla dimensão de gestores escolares e supervisores pedagógicos, atendendo, para tal, às representações dos docentes e daqueles que desempenham estes cargos. O estudo combinou uma metodologia de investigação de natureza qualitativa e quantitativa: uma entrevista aos Coordenadores de Núcleo e Coordenadores de Departamento do 1.º Ciclo do Ensino Básico e um inquérito por questionário aos professores deste nível de ensino, de quatro Escolas Básicas Integradas do Concelho de Ponta Delgada. Apoiámos o nosso enquadramento teórico nos diversos quadros normativos que regulam a evolução do funcionamento daquelas estruturas de gestão intermédia e em algumas das concepções teóricas nas áreas da gestão intermédia e da supervisão pedagógica...

A gestão intermédia nas escolas entre o legislado e o vivido: Um estudo sobre Coordenador de Núcleo e o Coordenador de Departamento do 1.º Ciclo do Ensino Básico

Melo, Fátima Miranda; Mira Leal, Susana; Lima, Jorge Manuel Ávila de
Fonte: Universidade dos Açores Publicador: Universidade dos Açores
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2011 Português
Relevância na Pesquisa
47.69197%
Copyright © 2011 Universidade dos Açores.; O Coordenador de Núcleo do 1.º Ciclo do Ensino Básico é um órgão de gestão intermédia chamado a desempenhar, essencialmente, funções de âmbito administrativo-burocrático no sistema educativo. O Coordenador de Departamento, por seu lado, emergiu mais recentemente com competências supervisivas de âmbito pedagógico-curricular. Compreender o lugar destes órgãos na escola, os seus papéis e funções, as potencialidades e limites da sua acção, na óptica dos próprios ocupantes dos cargos e dos professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico, foram alguns dos objectivos de um estudo que aqui relatamos parcialmente. O estudo combinou metodologias quantitativas – um inquérito por questionário a 121 professores do Concelho de Ponta Delgada (S. Miguel, Açores) – e qualitativas – entrevistas a 8 CN e 4 CD do referido concelho. A pesquisa permitiu concluir que, embora o CN seja legalmente enquadrado como um gestor escolar, a sua acção supervisiva de âmbito pedagógico, que se traduz no acompanhamento dos processos de planificação e dinamização das actividades do núcleo e na coordenação da avaliação dos alunos, evidencia-se junto dos professores e dos próprios docentes que exercem estas actividades de gestão. Por seu lado...

Professor e gestor intermédio numa escola para todos e cada um : relatório de atividade profissional

Casalta, Nuno Daniel de Castro e Sousa
Fonte: Universidade Católica Portuguesa Publicador: Universidade Católica Portuguesa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2014 Português
Relevância na Pesquisa
47.55386%
Este relatório de atividade profissional pretende abordar o papel do docente e do gestor intermédio escolar enquanto agentes educativos que lidam com os problemas inerentes ao objetivo de democratização da escola. Nas últimas décadas, têm sido promovidas diversas iniciativas ao nível do desenvolvimento curricular e ao nível da gestão intermédia. Mas, ao mesmo tempo que procurou democratizar-se, a escola também se massificou e tornou-se mais complexa. Se a maior heterogeneidade sociocultural dos discentes requeria a diferenciação pedagógica e a diversificação curricular, a verdade é que a escola privilegiou a homogeneidade e a uniformidade. A meditação sobre o nosso percurso profissional e a análise do nosso papel enquanto professor e enquanto gestor pedagógico intermédio põe em destaque que o sucesso das políticas educativas, mesmo quando determinadas no centro para serem implementadas pelas periferias, depende também da sua receção e compreensão por parte dos docentes e o do envolvimento destes na sua implementação. Assim, torna-se, evidente que, para a promoção do sucesso educativo dos alunos, é vantajosa a constituição de equipas educativas efetivas, identificadas com a dimensão democratizadora da escola e motivadas para o trabalho em conjunto...

Supervisão escolar e gestão intermédia: um estudo sobre as percepções dos coordenadores de departamento curricular.

Carneiro, Arminda da Graça dos Santos Azevedo
Fonte: Universidade Portucalense Publicador: Universidade Portucalense
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2006 Português
Relevância na Pesquisa
68.53259%
Inserida num mundo em evolução, a escola passou, ela própria, ao longo dos últimos anos, por um conjunto de transformações fundamentais. Criou raízes locais e abriu-se à participação dos que a rodeavam, constituindo uma comunidade educativa dotada de um projecto próprio, documento agregador, regulador da orientação futura, simultaneamente símbolo e alicerce da autonomia. No caminho para a maioridade organizacional e para a autonomia, reveste-se de particular importância a liderança e as características específicas que esta assume, no contexto escolar, designadamente o facto de se tratar de uma liderança democrática, aberta, flexível, assente em novos princípios organizacionais valorizadores da participação, da colegialidade e da colaboração e, enquanto tal, partilhada e dispersa, dando lugar ao reconhecimento de múltiplos líderes. Neste ambiente, salienta-se a importância dos cargos de gestão intermédia, cujos detentores, por se encontrarem ao leme de grupos de trabalho, se apresentam numa situação privilegiada para agirem como verdadeiros líderes, promotores da mudança. Todas estas novas exigências e desafios com que os professores se foram vendo sistematicamente confrontados...

A supervisão no contexto das estruturas de gestão intermédia: o Coordenador de Departamento.

Tuna, Dilma Maria Teixeira Maio
Fonte: Universidade Portucalense Publicador: Universidade Portucalense
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2009 Português
Relevância na Pesquisa
68.14322%
A formação centrada na escola tem alcançado grande relevo, tanto nos discursos institucionais, como nos trabalhos dos investigadores das Ciências da Educação, sendo um elemento de referência quando se preconiza a mudança e a melhoria das práticas com impacto na qualidade da educação. Nestas circunstâncias, as estruturas de gestão intermédia, pólos de interacção privilegiados, têm visto reforçado o seu valor estratégico, uma vez que o trabalho colaborativo é entendido como potenciador da estruturação de uma escola reflexiva e da melhoria do processo de ensino e aprendizagem. Neste pressuposto e num quadro de re-conceptualização do conceito de supervisão, perspectivado no seu contexto mais abrangente, os desafios que se colocam hoje ao coordenador de departamento conferemlhe um papel de proa na estruturação de uma escola de qualidade. Esta problemática inspirou a estruturação do nosso trabalho de investigação para o qual partimos questionando o modo como os coordenadores de departamento percepcionam e exercem a supervisão na estrutura de gestão intermédia que coordenam. O percurso global da investigação foi delineado com o objectivo de dar resposta a esta questão. Em consonância, inserimos o procedimento metodológico num paradigma quantitativo ancorado num estudo de caso múltiplo. Para cumprirmos a estratégia de pesquisa envolvemos os coordenadores e os professores de seis escolas e elaborámos dois questionários que foram aplicados aos coordenadores e aos professores. O tratamento dos dados quantitativos foi efectuado com recurso a métodos da estatística descritiva e indutiva e para o tratamento das respostas abertas utilizámos a técnica de análise de conteúdo. Os dados recolhidos permitiram-nos obter informações sobre o modo como o coordenador de departamento actua...

Gestão escolar intermédia percursos do coordenador de departamento curricular na “Escola do Diretor”.

Rocha, Graça Maria Vilar da
Fonte: Universidade Portucalense Publicador: Universidade Portucalense
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2012 Português
Relevância na Pesquisa
48.29531%
O constructo de que os professores sobressaem como os principais atores educativos no ambiente de mudança e renovação na educação permanece nas organizações escolares. A implementação de um Novo Estatuto da Carreira Docente transportou substanciais alterações e a assunção de novas funções por todos os sujeitos que possuem a missão de ensinar, numa escola eficaz, em que a qualidade impere e comande qualquer projeto concebido. No ambiente de uma escola reflexiva, orientada com base na comunicação e na cooperação, destacam-se as estruturas de Gestão Escolar Intermédia, mormente os departamentos curriculares, entendidos como os principais contextos de interação no interior da escola. O papel do seu coordenador considera-se basilar no desenvolvimento organizacional de qualquer comunidade educativa, sendo-lhe, atualmente, exigidas funções mais relevantes ao nível da liderança dos seus departamentos, da coordenação e da supervisão dos seus pares. Neste contexto, a temática deste estudo focaliza a figura do coordenador de departamento curricular, enquanto gestor intermédio, na “escola do diretor”, importando assinalar as suas perceções e as daqueles que operam no seu grupo, identificando, concomitantemente...

Gestão intermédia: a supervisão como factor de mediação no processo de desenvolvimento pessoal, profissional e organizacional: um estudo de caso

Gouveia, Laurentina Rodrigues Mesquita
Fonte: Universidade Portucalense Publicador: Universidade Portucalense
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2008 Português
Relevância na Pesquisa
68.51281%
O presente estudo procura desvendar, numa perspectiva interpretativa e crítica, a forma como a escola se organiza, que interpretações atribuem os elementos que constituem os órgãos de gestão intermédia ao contexto educativo, como perspectivam a sua acção num quadro de autonomia relativa, perante as possibilidades emergentes dos movimentos de descentralização institucional da administração educativa central. É neste quadro global que emergem questões hoje tão prementes como a participação democrática na gestão da escola, a adequação das respostas educativas à realidade da comunidade que serve, a flexibilização, a construção de “comunidades de aprendizagem” e, ainda, a reconceptualização das finalidades da educação com vista à promoção da qualidade do sistema educativo. Uma abordagem em torno da organização escolar como unidade social e como acção pedagógica organizada, implica que nos detenhamos sobre os elementos de mediação nela existentes, cuja acção se revela determinante na concretização das suas finalidades. Neste enquadramento, registe-se a importância dos cargos de gestão intermédia, cuja posição estratégica no exercício de funções de coordenação/supervisão/mediação dos respectivos grupos...

O delegado de grupo: uma estrutura de gestão intermédia opiniões dos professores em duas escolas secundárias

Filipe, José Tiago Courelas
Fonte: Universidade de Évora Publicador: Universidade de Évora
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
Relevância na Pesquisa
48.134277%
Esta investigação centra-se no desempenho do cargo de delegado de grupo disciplinar nas escolas secundárias, enquanto estrutura de gestão intermédia, tanto naquelas onde vigora o modelo de gestão instituído pelo Decreto-Lei n° 769-A/76 de 23 de Outubro, como nas que seguem o modelo experimental preconizado pelo Decreto-Lei n° 172/91 de 10 de Maio. O objectivo central da pesquisa visa a identificação, a descrição e a compreensão da forma como o delegado de grupo se enquadra na estrutura organizacional da escola e como a sua posição resulta da triangulação das influências protagonizadas pela gestão de topo, pelos docentes da base operacional e pelos próprios delegados. A primeira como representante do poder formal-legal da administração central, os segundos como indutores de uma perspectiva corporativista do profissionalismo docente e os terceiros pela sensibilidade e características pessoais com que encaram tais funções. Nesta conformidade, a problemática da investigação é lançada pela questão que constitui o ponto de partida deste empreendimento: "como gerem os delegados os papéis antagónicos associados á sua dupla condição de delegados professores, representantes dos seus pares, e de delegados-gestores intermédios...

A experiência da unidade autónoma de gestão de cirurgia do Centro Hospitalar de São João E.P.E modelos de gestão intermédia hospitalar

Logarinho, João
Fonte: Instituto Politécnico do Porto. Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Porto Publicador: Instituto Politécnico do Porto. Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Porto
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2012 Português
Relevância na Pesquisa
47.98176%
As organizações de saúde são muito particulares devido à sua missão, aos recursos que mobilizam, aos processos que dinamizam, à produção que realizam e ainda à envolvente externa onde se inserem (Reis, 2007). Os sucessivos esforços que têm sido utilizados na reforma na saúde, sobretudo a partir de 1988, têm sido uma constante da agenda política na tentativa de aumentar a eficiência dos serviços prestados, a efetividade dos resultados e a responsabilidade dos profissionais. A empresarialização do Hospital de São João operada a partir de 2006, com a publicação do Dec.Lei 233/05 de 29 de Dezembro, tornou como imperativo estratégico a alteração profunda do modelo de gestão até então praticado. Este era caracterizado por uma forte componente administrativa, de cariz burocrática, e sob ponto de vista económico assentava em sucessivos deficits e no permanente aumento e descontrolo da despesa. Tomando como pressuposto que a única via de modificar esse padrão passava entre outras medidas pela efetivação de uma gestão descentralizada, vieram a ser criadas seis estruturas intermédias de gestão designadas por “Unidades Autónomas de Gestão”. Estas tinham como objetivo aumentar o valor em saúde...